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      <title>Pós graduação em Biologia - Compartilhando Conhecimentos em EaD by NATANAEL DOS SANTOS FERREIRA</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-22 13:47:58 UTC</pubDate>
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         <title>EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA</title>
         <author>ndsfpee24</author>
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         <description><![CDATA[<p>De forma geral, a Educação à Distância pode ser considerada a modalidade mais democrática de educação, sobretudo pelo fato de que, a partir da utilização de tecnologias de informação e comunicação, apresenta-se a possibilidade de minar inúmeros obstáculos inerentes à conquista do conhecimento. A modalidade tem colaborado com a democratização do ensino e na aquisição de conhecimento, ao se constituir em um instrumento capaz de atender um grande número de pessoas simultaneamente, chegar a indivíduos que estão distantes dos locais onde são ministradas as aulas ou até àqueles que não podem estudar em determinados horários, porque trabalham o dia todo, por exemplo. A partir da evolução da modalidade e de suas ferramentas, potencializadas pela Era de Tecnologia e Informação em que vivemos, aliando-se ao consequente crescimento dos cursos à distância no Brasil e no mundo – hoje são inúmeras a possibilidades de tecnólogos, graduações, pós-graduações, etc., à disposição da população – o tema tornou-se central tanto no campo educacional como no social, cultural e econômico. Para tanto, nos tópicos a seguir apresentaremos os conceitos e pontos principais acerca da modalidade como forma de contextualizá-lo e aproximálo da modalidade e de suas potencialidades para o aprendizado. OBJETIVOS: • Conceituar a educação à distância, descrevendo suas principais características e metodologias; • Descrever o processo histórico da educação à distância no Brasil e no mundo, apresentando marcos históricos relevantes em seu processo de consolidação; • Apresentar técnicas de como estudar à distância, relacionando com as características que o aluno da EaD deve adquirir ao se aventurar pela primeira vez nesta modalidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-22 14:08:16 UTC</pubDate>
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         <title>Histórico e evolução da EAD.</title>
         <author>ndsfpee24</author>
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         <description><![CDATA[<p>Gomes (2008) desenvolveu um histórico acerca do desenvolvimento da Educação à Distância e afirma que há quatro gerações distintas até a atual, quinta, configuração da modalidade. A primeira geração da Educação à Distância, datada por volta de 1880, teve como característica principal a educação por correspondência. Os principais meios de comunicação eram guias de estudo impressos, com exercícios enviados pelo correio, cujo objetivo principal era atingir alunos desfavorecidos socialmente, especialmente as mulheres. No Brasil, os registros mais significativos do início da Educação à Distância se dão por volta de 1923, na segunda geração, quando o membro da Academia Brasileira de Ciências Edgard Roquette Pinto criou a Rádio Sociedade no Rio de Janeiro, que tinha como objetivo difundir o conhecimento pelas ondas do rádio, argumentando que seus usuários poderiam estudar nas horas de folga. Posteriormente, essa iniciativa foi incorporada ao Ministério da Educação. Por aqui, por volta dos anos 70 – fase da quarta geração –, o material impresso ainda era tido como principal suporte, mas passou-se a utilizar, cada vez mais, recursos como a televisão, fitas de áudio e vídeo, além da interação por telefone. Enquanto na Europa e nos EUA surgiam as primeiras Universidades Abertas, no Brasil, com base em artigo referente ao ensino supletivo na LDB (Lei nº 5.692/71), os programas de educação à distância eram classificados como “experimentais” e seu funcionamento era permitido a título precário. Os anos 80 marcam a quarta geração, com a utilização de teleconferências por áudio, vídeo e computador, que foram sendo aperfeiçoadas e, a partir dos anos 90, naquinta geração, a educação à distância começa um processo de consolidação mais formal em âmbito nacional, sendo inserida em Projetos Pedagógicos Nacionais e ganhando mais espaço no cenário educacional, sendo incluída em legislações nacionais e, a partir de então, com destaque para a inserção como modalidade de educação na Lei de Diretrizes e Bases da Educacional Nacional, em 1996 (VIDAL E MAIA, 2010, p. 15). Essa formalização da EaD possibilitou um crescimento sistemático significativo, por meio de inúmeras experiências desenvolvidas a partir de então, inserção de novas tecnologias, ampliação de ofertas e demandas, além do surgimento de projetos que foram fortalecendo a modalidade em nível nacional. Atualmente, apresentam-se redes de conferência por computador e estações de trabalho multimídia, destacando-se as possibilidades oferecidas pelo acesso à internet. Apesar das potencialidades da modalidade, hoje a Educação à Distância ainda encontra apoiadores e opositores. Para alguns, ela seria é a solução dos problemas educacionais, enquanto para outros a resistência justifica-se ao considerá-la como forma educacional inferior. Na contramão da resistência está o crescimento no número de cursos ofertados a distância e na quantidade de alunos sendo formados pela modalidade em todo país. O Censo EaD (2015) contabilizou 5.048.912 alunos, sendo 1.108.021 em cursos regulamentados totalmente à distância e semipresenciais e 3.940.891 em cursos livres corporativos ou não corporativos. São 1.180.296 alunos registrados a mais do que em 2014. Outro aspecto a ser considerado no que se refere à expansão da EaD é a implantação da Universidade Aberta do Brasil (UAB) pelo governo federal, com o compromisso de expandir e interiorizar a oferta de cursos e programas de educação superior no país. A Secretaria de Educação à Distância, do Ministério de Educação e Cultura (MEC) tem a expectativa de que essa forma de ensino contribua, significativamente, no atendimento da demanda de formação ou capacitação de mais de um milhão de professores para a educação básica. Hoje, a Educação à Distância está presente em todo o país, nas capitais e nas regiões interioranas, com instituições de todas as regiões e estados do país. Os cursos são oferecidos em todos os níveis e áreas de conhecimento, com destaque para 1.079 ofertas de cursos de extensão e para as áreas de Ciências Sociais Aplicadas, com 608 ofertas de cursos regulamentados totalmente à distância. Entre os semipresenciais, a preferência é pelas Ciências Humanas, com 1.389 ofertas registradas. A modalidade apresenta ainda alguns problemas, como a dificuldade de adaptação de alguns, ou barreiras digitais no que se refere à disponibilidade de rede em alguns locais, por exemplo, e, ainda, a má organização do tempo, e a falta do desenvolvimento de um plano de estudos eficiente, gerando um grande número de evasão que vem sendo estudado e direcionado a novas estratégias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-22 14:10:53 UTC</pubDate>
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         <title>Ambientes Virtuais de Aprendizagem</title>
         <author>ndsfpee24</author>
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         <description><![CDATA[<p>Estes softwares se popularizaram, sistematicamente, nos últimos anos, concomitante à ascensão das TICs, se popularizando como ferramenta de apoio à realização de inúmeras atividades em diversos setores da sociedade. No tocante a Educação à Distância fornece o apoio necessário para execução dos cursos ofertados. Pelo mundo, diversos termos caracterizam estes sistemas, a saber: • Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) do inglês Virtual learning environment. • Ambientes Virtuais de Ensino e Aprendizagem (AVEA) do inglês Virtual Environments for Teaching and Learning. • Sistemas Gerenciadores de Aprendizagem do inglês Learning Management System (LMS). • Sistemas Gerenciadores de Conteúdos e Aprendizagem do inglês Learning and Content Management System (LCMS). Apesar destas diversas denominações, em geral, todos dispõem de características e recursos semelhantes, como destaca Silva e Figueiredo (2012) “o AVA é um recurso tecnológico interativo com o objetivo de promover o diálogo entre professores e alunos, bem como fomentar a transmissão do conhecimento por meio de ferramentas apropriadas”. Estas ferramentas que os autores citam, são recursos diversos que propiciam uma interação entre discentes, docentes e tutores ao longo da realização de um curso. Ribeiro, Araújo e Mendonça (2007) ressaltam que “por meio destes recursos presentes no AVA é possível disponibilizar um conjunto de ferramentas de comunicação e cooperação entre os participantes, apoiando o processo de conhecimento coletivo e ferramentas administrativas que apoiam o processo de gestão e acompanhamento dos cursos”. É através do ambiente virtual que os participantes de determinado curso podem interagir uns com os outros, ter acesso aos materiais didáticos, videoaulas, tarefas, avaliações e feedback das ações realizadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-22 14:15:12 UTC</pubDate>
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