<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>comunidades e povos tradicionais by Maria Clara Risato</title>
      <link>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5</link>
      <description>Painel informativo de geografia sobre os povos tradicionais brasileiros com detalhamento.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-18 11:34:39 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-06-25 12:07:47 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2541404000/efdc35e8a1ba6d132f3a5d96cbaa99e7/povos_origin.jpg</url>
      </image>
      <item>
         <title>importância das comunidades tradicionais no combate as mudanças climáticas</title>
         <author>mariaclararisato314</author>
         <link>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133264</link>
         <description><![CDATA[<p>As comunidades tradicionais desempenham um papel crucial no combate às mudanças climáticas por várias razões fundamentais:</p><p>1. <strong>Conhecimento ecológico tradicional</strong>: Comunidades tradicionais muitas vezes possuem um profundo conhecimento ecológico baseado em gerações de interação com o ambiente local. Esse conhecimento inclui práticas de manejo sustentável da terra, técnicas agrícolas adaptadas ao clima local, e a conservação de recursos naturais.</p><p>2. <strong>Conservação da biodiversidade</strong>: Muitas comunidades tradicionais vivem em áreas ricas em biodiversidade e têm práticas que promovem a conservação de espécies vegetais e animais. Isso é crucial, pois a biodiversidade é essencial para a resiliência dos ecossistemas frente às mudanças climáticas.</p><p>3. <strong>Uso sustentável dos recursos naturais</strong>: Ao longo de séculos, essas comunidades desenvolveram métodos de uso dos recursos naturais que são menos intensivos e mais sustentáveis em comparação com práticas modernas. Isso inclui a pesca sustentável, a agricultura de subsistência, e a gestão cuidadosa das florestas.</p><p>4. <strong>Adaptação às mudanças climáticas</strong>: As comunidades tradicionais muitas vezes são altamente adaptáveis às mudanças climáticas, possuindo sistemas de conhecimento que lhes permitem ajustar suas práticas conforme as condições ambientais mudam. Isso inclui o plantio de culturas resistentes a secas, a criação de animais adaptados ao clima local, entre outros.</p><p>5. <strong>Guardiãs do conhecimento cultural</strong>: Além do conhecimento ambiental, as comunidades tradicionais também são guardiãs de conhecimentos culturais e valores que promovem a conexão harmoniosa entre as pessoas e o ambiente natural. Esse vínculo cultural pode incentivar práticas de conservação e uso sustentável dos recursos.</p><p>6. <strong>Participação em soluções climáticas globais</strong>: Reconhecer e apoiar as comunidades tradicionais não apenas fortalece a proteção ambiental local, mas também pode contribuir para soluções globais mais amplas para as mudanças climáticas. Incluir essas comunidades nas discussões e decisões sobre políticas climáticas pode levar a abordagens mais eficazes e inclusivas.</p><p>Em resumo, as comunidades tradicionais desempenham um papel essencial não apenas na mitigação das mudanças climáticas através de suas práticas de conservação e uso sustentável, mas também na adaptação às mudanças climáticas e na preservação do conhecimento ecológico e cultural que pode beneficiar a sociedade como um todo.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-06-18 12:06:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133264</guid>
      </item>
      <item>
         <title>o que são</title>
         <author>mariaclararisato314</author>
         <link>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133440</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Povos</strong> e comunidades <strong>tradicionais são</strong> grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-06-18 12:07:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133440</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quais os povos tradicionais do Brasil?</title>
         <author>mariaclararisato314</author>
         <link>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133489</link>
         <description><![CDATA[<p>Além dos povos indígenas, são listados 27 povos e comunidades tradicionais no Brasil: Andirobeiras; Apanhadores de Sempre-vivas; Caatingueiros; Catadores de Mangaba; Quilombolas, Extrativistas, Ribeirinhos, Caiçaras, Ciganos, Povos de terreiros, Cipozeiros, Castanheiras; Faxinalenses; Fundo e Fecho de Pasto; Geraizeiros; Ilhéus; Isqueiros; Morroquianos; Pantaneiros; Pescadores Artesanais; Piaçaveiros; Pomeranos; Quebradeiras de Coco Babaçu; Retireiros; Seringueiros; Vazanteiros; e Veredeiros.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-06-18 12:07:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133489</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANDIROBEIRAS</title>
         <author>mariaclararisato314</author>
         <link>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133587</link>
         <description><![CDATA[<p>Os povos andirobeiros do Marajó são compostos, em sua maioria, por mulheres que moram em ilhas distantes das cidades. As andirobeiras extraem a andiroba de maneira artesanal e espalham na palha do açaí. Desta forma, a andiroba conserva o seu princípio ativo.</p><p>A andiroba, também conhecida por andiroba-saruba, andiroba-branca, aruba, sanuba ou canapé, é uma árvore de grande porte cujo nome científico é Carapa guaianensis, cujos frutos, sementes e óleo podem ser encontrados em lojas de produtos naturais.</p><p>O fruto da andiroba, quando cai no chão, abre e libera de 4 a 6 sementes, em que há a extração do óleo de andiroba, que é muito utilizado em produtos cosméticos, devido à sua capacidade de hidratação, além de alguns medicamentos, já que é capaz de auxiliar no controle do colesterol e da pressão arterial.</p><p>As mulheres andirobeiras conquistaram espaço e lançaram o programa “Um pé de andiroba”, onde é apresentado o modelo de como elas desenvolvem seus trabalhos artesanalmente com o objetivo de avançar na extração de óleo e manter de maneira fria para o mercado de cosméticos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2541404000/ddf17a917cada6ba7e3bf8970d844712/andirobeiras.jpg" />
         <pubDate>2024-06-18 12:07:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133587</guid>
      </item>
      <item>
         <title>QUILOMBOLAS</title>
         <author>mariaclararisato314</author>
         <link>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133610</link>
         <description><![CDATA[<p>"Quilombolas são os descendentes e remanescentes de comunidades formadas por escravizados fugitivos (os quilombos), entre o século XVI e o ano de 1888 (quando houve a abolição da escravatura), no Brasil. Atualmente as comunidades quilombolas estão presentes em todo o território brasileiro, e nelas se encontra uma rica cultura, baseada na ancestralidade negra, indígena e branca. No entanto, os quilombolas sofrem com a dificuldade no acesso à saúde e à educação."</p><p>"A origem em comum dos remanescentes de quilombos é a ancestralidade africana de negros escravizados que fugiram da crueldade da escravidão e refugiaram-se nas matas. Com o passar do tempo, vários desses fugitivos aglomeravam-se em determinados locais, formando tribos."</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2541404000/0b3a6be2a5c69ddc748df3b9bc7a4b84/quilombo_dos_palmares.webp" />
         <pubDate>2024-06-18 12:07:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133610</guid>
      </item>
      <item>
         <title>RIBEIRINHOS</title>
         <author>mariaclararisato314</author>
         <link>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133646</link>
         <description><![CDATA[<p><br>Na segunda metade do século XIX, o Brasil, mais precisamente a Amazônia, vivia o auge do chamado <strong>ciclo da borracha</strong>. A Revolução Industrial e o desenvolvimento tecnológico fizeram com que a borracha natural, na época um produto exclusivo da região amazônica, se tornasse algo muito valorizado, gerando lucros para quem investia no seu comércio.</p><p><br></p><p>Nesse cenário, muitos nordestinos deixaram sua terra natal e foram para a Amazônia para encontrar emprego nas empresas que atuavam com a extração do látex das árvores seringueiras. Porém, na década de 1950, aconteceu a chamada <strong>crise da borracha</strong>, que marcou a queda desse mercado no Brasil, gerando crise e desemprego para aqueles que se dedicavam à área.</p><p><br></p><p>A falta de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.educamaisbrasil.com.br/cursos-e-faculdades/pos-graduacao-ciencia-politica-e-politicas-publicas">políticas públicas</a> fez com que os trabalhadores se espalhassem ao longo dos rios da <strong>floresta amazônica</strong>, e por lá construíssem suas moradias, se tornando dependentes na natureza. Suas casas são palafitas, feitas de madeira alguns metros acima do nível do rio, e eles viviam sem energia, água encanada e saneamento básico.</p><p><br></p><p>Embora detenham grande conhecimento sobre a fauna e a flora, e saibam utilizar bem as plantas medicinais, essas comunidades convivem com o <strong>isolamento econômico e social</strong>, continuando à margem de políticas públicas que poderiam lhes garantir mais qualidade de vida.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2541404000/2d00978c7fa5b276b12f19020a1c267a/rib.jpg" />
         <pubDate>2024-06-18 12:07:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133646</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CIPOZEIROS</title>
         <author>mariaclararisato314</author>
         <link>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133687</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Cipozeiros</strong></p><p>Cipozeiros constituem comunidades tradicionais que vivem da extração e do artesanato de diferentes espécies de cipós e de outras atividades de subsistência.</p><p><strong>O Cipozeiro é aquele que vive mesmo é do cipó.</strong></p><p><strong>Projeto Cipó Imbé</strong></p><p>Na região de Garuva, Estado de Santa Catarina, cerca de 200 famílias se dedicam direta ou indiretamente ao artesanato com fibras vegetais.</p><p>A principal fibra nativa é o <strong>cipó imbé</strong> <em>(Philodendron corcovadense</em>), tradicionalmente utilizado há gerações, sendo suas raízes usadas para artesanato de cestas e balaios diversos, chapéus, luminárias, entre outros artigos decorativos e utilitários.</p><p>Os Cipozeiros de Garuva são descendentes de colonizadores de origem européia (alemães, poloneses, italianos e portugueses), e vivem em pequenas propriedades na área rural.</p><p>Podem complementar a renda com a pesca, com a extração de outros produtos florestais (como “palha”, “taboa”, “peri”), com as roças de aipim e com trabalho assalariado temporário ou artesanato com vime. Em muitos casos dependem unicamente da renda do trabalho com cipó.</p><p><strong>O Trabalho com o Cipó</strong></p><p>O trabalho com cipó <strong>imbé</strong> envolve vários membros da família: homens e mulheres, jovens e adultos, crianças e idosos.</p><p>As raízes são retiradas da “mãezera” por corte com faca, ou por torção do fio (“coxado”).</p><p>“…não pode cortar a mãezera, senão acaba o cipó”.</p><p>São retiradas apenas raízes maduras, deixando outras mais jovens, “pra não deixar a mãezera sem água”.</p><p>A escolha da área para nova retirada segue aproximadamente um esquema de “pousio”.</p><p>Depois o cipó é descascado, raspado, seco, partido, perfilado e então trançado.</p><p>A produção, que vai para outros lugares do Estado e também Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, é vendida para intermediários por um preço baixo, gerando necessidade de produção intensa (até 15 horas/dia de trabalho) e, infelizmente, queda de qualidade dos produtos, e intensificação na busca do recurso na floresta.</p><p><strong>Modo de Vida</strong></p><p>O modo de vida dos cipozeiros está intimamente relacionado com o mundo natural, em especial com a Mata Atlântica.</p><p>Vivem em grupos familiares e de afinidade que compartilham a atividade extrativista e de artesanato do cipó.</p><p>A extração do cipó e o artesanato são atividades que ocupam um lugar central em seu modo de vida, conformando o eixo a partir do qual se organiza o tempo e o conjunto de sua atividade econômica.</p><p>S<strong>ão exercidas e lideradas principalmente por mulheres</strong>, ainda que muitos homens também participem de todas as etapas produtivas.</p><p>A maior parte de sua subsistência é baseada em atividades extrativistas, realizadas por meio do manejo sustentável, sem comprometer a dinâmica dos sistemas regenerativos da Mata Atlântica, bioma ao qual estão adaptados há muitas décadas.</p><p>Críticos da destruição da natureza, fazem um uso conservacionista dos recursos. Desde a extração dos cipós, ou até mesmo na prática da caça, observam os ciclos naturais, evitando práticas predatórias dos recursos e procurando garantir a regeneração dos recursos – sem os quais não poderiam reproduzir seu modo de vida.</p><p>O avanço da urbanização, a construção de rodovias, o desmatamento e a especulação imobiliária vêm representando uma crescente ameaça aos territórios tradicionais dos cipozeiros.</p><p><strong>Em Santa Catarina e no Paraná, os Cipozeiros procuram resistir a esses avanços, organizando-se para garantir o acesso ao território e o reconhecimento de seu modo de vida.</strong></p><p>Dessa forma, inscrevem-se, de forma peculiar, na mesma problemática de outros povos e comunidades tradicionais constantemente ameaçados pela expansão da territorialidade hegemônica do capitalismo globalizado.</p><p>Para elas, o território possui uma importância vital, sendo a partir dele que se produz e reproduz sua vida material e simbólico.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2541404000/4c3be66fe07dcb184a1041f53628bc98/cip_2.jpg" />
         <pubDate>2024-06-18 12:07:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133687</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PANTANEIROS</title>
         <author>mariaclararisato314</author>
         <link>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133814</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Cultura pantaneira: terra dos peões, boiadas e águas que transformam</strong></p><p>Muito se fala da <strong>fauna e flora do Pantanal</strong> e de suas belíssimas paisagens, mas a riqueza da região contempla também a <strong>cultura do povo</strong> que a habita há centenas de anos. O peão pantaneiro é uma figura típica, tanto é que foi retratada em produções audiovisuais, como a novela Pantanal, originalmente transmitida pela TV Manchete em 1990.</p><p>A <strong>criação de gado</strong> também faz parte do imaginário coletivo quando o assunto é o estilo de vida pantaneiro. Tudo isso deve acompanhar o ritmo das águas do Pantanal, que, diga-se de passagem, é uma característica pra lá de especial.</p><p>Pensando na importância desses elementos tão emblemáticos da região, vamos aprofundar um pouco mais nos costumes desse povo.</p><p><strong>Quem são os pantaneiros?</strong></p><p>Um pantaneiro é <strong>qualquer pessoa que vive no Pantanal</strong>, no entanto, os moradores desempenham diferentes funções por ali. A ilustração mais comum de um pantaneiro seria a do peão, ou vaqueiro.</p><p>Esse é um personagem que carrega consigo os saberes do sertão, desde as atividades que promovem a sobrevivência da família até aquelas que movimentam a economia local. A <strong>pecuária </strong>é o principal exemplo de ofício que compõe a rotina dos habitantes rurais.</p><p>E os peões têm todo um estilo próprio, com suas calças jeans, botinas de couro e chapéu de palha na cabeça. Acompanhados de seus instrumentos, como facões, degustando o tereré em chifres de boi, os vaqueiros contam seus causos para transmitir tradições, lendas e crenças regionais.</p><p>Quanto às <strong>mulheres do Pantanal</strong>, é cada vez mais comum que elas estejam envolvidas em atividades turísticas. Não é raro ver mulheres trabalhando em fazendas que recebem hóspedes com o intuito de conhecer o Pantanal.</p><p>Já as gerações mais jovens nem sempre seguem o mesmo caminho dos pantaneiros mais experientes. A realidade é que a vida urbana tem atraído esse público.<strong>O gado no Pantanal</strong></p><p>A <strong>pecuária extensiva</strong> é a principal prática que gera recursos econômicos no Pantanal de Mato Grosso do Sul, isto é, a criação de gado em campo aberto. É a modalidade das fazendas tradicionais, através de técnicas e saberes centenários, o que inclusive possibilita o <strong>equilíbrio ecológico</strong>. Faz parte do modo de vida da população pantaneira, sabe?</p><p>Um espetáculo começa ao abrir as cortinas, ou melhor, aos primeiros raios de sol do dia: <strong>em posse de seus berrantes, homens conduzem o gado</strong>. Assim acontecem as comitivas, que são o ato de transportar o rebanho de um lugar para outro.</p><p>Nessa cena inesquecível, cada peão tem o seu papel:</p><ul><li><p><strong>Comissário</strong> é o dono da comitiva;</p></li><li><p><strong>Ponteiro</strong> é que vai à frente dos bicho e toca o berrante;</p></li><li><p><strong>Meieiro ou Rebatedor</strong> é quem acompanha os animais pelo meio, impedindo que se dispersem;</p></li><li><p><strong>Culateiro ou Peão de Culatra</strong> é responsável por controlar o final da boiada;</p></li><li><p><strong>Cozinheiro</strong> fica na função de montar o acampamento e preparar refeições.</p></li></ul><p>Bom, nossa expedição pelo Pantanal não poderia deixar de apreciar o trabalho icônico dos peões, algo que representa fortemente a <strong>cultura pantaneira</strong>. Com muita emoção, nosso amigo fotógrafo reservou belas imagens dessa movimentação tão cheia de vida.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2541404000/f8b955d54f74d811f51b1dff5804cc88/PANTA.jpg" />
         <pubDate>2024-06-18 12:07:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031133814</guid>
      </item>
      <item>
         <title>importância das comunidades tradicionais</title>
         <author>mariaclararisato314</author>
         <link>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031134363</link>
         <description><![CDATA[<p>As comunidades tradicionais são importantes no combate às mudanças climáticas por seu conhecimento ecológico profundo, práticas de uso sustentável dos recursos naturais, adaptação às mudanças climáticas locais, conservação da biodiversidade e preservação de valores culturais que promovem a harmonia entre as pessoas e o ambiente natural.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-06-18 12:08:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031134363</guid>
      </item>
      <item>
         <title>desafios e dificuldades enfrentados pelos povos tradicionais</title>
         <author>mariaclararisato314</author>
         <link>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031135421</link>
         <description><![CDATA[<p>Os povos tradicionais enfrentam diversos desafios e dificuldades, incluindo:</p><p>1. <strong>Pressão sobre territórios</strong>: Conflitos por terras e recursos naturais com empresas, governos e outros grupos, resultando em perda de acesso a áreas de subsistência e práticas tradicionais.</p><p>2. <strong>Vulnerabilidade às mudanças climáticas</strong>: Impactos crescentes das mudanças climáticas, como secas, inundações e alterações nos padrões sazonais, afetando suas práticas agrícolas e de subsistência.</p><p>3. <strong>Legislação inadequada</strong>: Falta de reconhecimento legal e políticas públicas que protejam seus direitos territoriais, culturais e ambientais.</p><p>4. <strong>Perda de conhecimentos tradicionais</strong>: A erosão do conhecimento ecológico e cultural devido à migração, assimilação cultural e falta de oportunidades educacionais adequadas.</p><p>5. <strong>Marginalização social</strong>: Discriminação e exclusão social, resultando em acesso limitado a serviços básicos, como saúde e educação.</p><p>6. <strong>Globalização e mudança cultural</strong>: Influências externas que podem desvalorizar práticas tradicionais e desencorajar a transmissão intergeracional de conhecimentos.</p><p>Esses desafios destacam a necessidade urgente de políticas que reconheçam e protejam os direitos e as contribuições das comunidades tradicionais para a sustentabilidade ambiental e cultural global.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-06-18 12:09:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031135421</guid>
      </item>
      <item>
         <title>referências</title>
         <author>mariaclararisato314</author>
         <link>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031136422</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.mapasocialmt.org.br/Grupo/9/">http://www.mapasocialmt.org.br/Grupo/9/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.unemat.br/media/files/PPGGEO/Disserta%C3%A7ao%20Alessandro%20Poquiviqui%20(1).pdf">http://portal.unemat.br/media/files/PPGGEO/Disserta%C3%A7ao%20Alessandro%20Poquiviqui%20(1).pdf</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/quilombolas.htm#:~:text=Quilombolas%20s%C3%A3o%20povos%20de%20regi%C3%B5es,%C3%A9poca%20da%20escravid%C3%A3o%20no%20Brasil.&amp;text=Ou%C3%A7a%20o%20texto%20abaixo">https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/quilombolas.htm#:~:text=Quilombolas%20s%C3%A3o%20povos%20de%20regi%C3%B5es,%C3%A9poca%20da%20escravid%C3%A3o%20no%20Brasil.&amp;text=Ou%C3%A7a%20o%20texto%20abaixo</a>!</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1060570/estrutura-de-populacoes-de-andirobeiras-em-floresta-de-varzea-de-apura-suriname-e-amapa-brasil#:~:text=Resumo%3A%20A%20andirobeira%20%C3%A9%20uma,na%20ind%C3%BAstria%20cosm%C3%A9tica%20e%20farmac%C3%AAutica">https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1060570/estrutura-de-populacoes-de-andirobeiras-em-floresta-de-varzea-de-apura-suriname-e-amapa-brasil#:~:text=Resumo%3A%20A%20andirobeira%20%C3%A9%20uma,na%20ind%C3%BAstria%20cosm%C3%A9tica%20e%20farmac%C3%AAutica</a>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/escolas/quem-sao-os-povos-ribeirinhos#:~:text=O%20termo%20povos%20ribeirinhos%20se,a%20principal%20atividade%20de%20sobreviv%C3%AAncia">https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/escolas/quem-sao-os-povos-ribeirinhos#:~:text=O%20termo%20povos%20ribeirinhos%20se,a%20principal%20atividade%20de%20sobreviv%C3%AAncia</a>.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/article/view/5814#:~:text=Cipozeiras%20e%20cipozeiros%20constituem%20%E2%80%9Ccomunidades,de%20situa%C3%A7%C3%B5es%20de%20conflitos%20ambientais">https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/article/view/5814#:~:text=Cipozeiras%20e%20cipozeiros%20constituem%20%E2%80%9Ccomunidades,de%20situa%C3%A7%C3%B5es%20de%20conflitos%20ambientais</a>.</p>]]></description>
         <enclosure url="http://www.mapasocialmt.org.br/Grupo/9/" />
         <pubDate>2024-06-18 12:11:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaclararisato314/3n97gr6vb70d85b5/wish/3031136422</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
