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      <title>Mapa geográfico dos movimentos sociais 3° BM by Isabela Oliveira De Jesus</title>
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      <description>Principais movimentos sociais do século XXI no Brasil </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-10 12:57:14 UTC</pubDate>
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         <title>Minas Gerais, Brasil</title>
         <author>isabelajesus56</author>
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         <description><![CDATA[<div>Região Sudeste:<br><br></div><pre>▪︎<strong>Leticia de Santana Nascimento</strong>&nbsp;</pre><div><br>Diretas Já&nbsp;<br><br>O Brasil no início dos anos 80 vinha de um regime militar insatisfatório pois o país era submetido a diversos problemas, entre eles: aumento da inflação, o baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e o avanço do desemprego.<br>Foi então que o deputado Dante de Oliveira sugeriu uma emenda constitucional que previa eleições diretas e o voto secreto com um mandato de cinco anos aos eleitos.<br>Durante o ano de 1983 e o início de 1984 houveram manifestações de rua a favor da emenda. Os protestos receberam apoio da sociedade civil, políticos, artistas e intelectuais. Em São Paulo, na região da Praça da Sé, 300 mil pessoas compareceram às manifestações em janeiro de 1984. A partir daí, os movimentos tomaram proporções expressivas.&nbsp;<br><br>https://www.politize.com.br/movimentos-sociais-do-brasil/<br><br><br></div><pre>▪︎Júlio Cezar Santos Fonseca </pre><div><br>Na data de 16 da mesma semana, o “domingo negro” começava nas ruas do país. São Paulo e Rio de Janeiro tiveram as maiores concentrações de protestos, mas que se espalhavam pelo Brasil. Com uma forma de repúdio ao pronunciamento de Collor, estudantes usaram roupas pretas e caras pintadas de verde e amarelo. Com gritos e cantos por todo o país, os estudantes exclamavam<br><br>“Fora, Collor! Fora, Collor!” e cantavam “ai, ai, ai, ai, se empurrar o Collor caí”<br><br>As manifestações contribuíram para estabelecer o clima político que resultou no impeachment de Collor.<br><br>https://www.politize.com.br/movimentos-sociais-do-brasil/<br><br><br></div><pre>▪︎Milena carvalho de oliveira </pre><div><br>O Movimento de Moradia da Região Sudeste, nasceu com as articulações da Pastoral de Favelas da Região Episcopal Ipiranga, a partir de 1980 com o objetivo de articular, mobilizar os movimentos de moradia, lutar pelo direito à moradia, por reforma urbana e autogestão e assim resgatar a esperança do povo rumo a uma sociedade sem exclusão social e igualitária.<br>Sempre defendendo a proposta autogestionária, o direito à moradia e à cidade e a participação popular nas políticas públicas, o Movimento de Moradia da Região Sudeste organiza-se em torno desses princípios comuns que se traduzem em reivindicações, lutas concretas e propostas dirigidas ao poder público nas três esferas de governo.<br>Nesse sentido, tem enfrentado as diferentes gestões, ao longo desse tempo, buscando a negociação e a ações prepositivas, sem deixar de lado as ferramentas de luta e pressão do movimento popular.<br><br>http://sp.unmp.org.br/organizacao-interna/movimentos-filiados/regiao-metropolitana/capital/regiao-sudeste-associacao-dos-movimentos-da-moradia-da-regiao-sudeste/<br><br><br></div><pre>▪︎Maria Gabriela</pre><div><br>A região Sudeste é a mais desenvolvida do Brasil. Ela é formada por:A economia da região Sudeste é muito diversificada e dinâmica. A região produz a maior parte das divisas geradas pelo Brasil. Destacam-se a moderna agropecuária, o extrativismo mineral e a concentração industrial. Esse dinamismo econômico atraiu muitos movimentos populacionais para a região. A população do Sudeste foi formada pela miscigenação de imigrantes de diversas partes do globo, assim como pelos povos formadores do Brasil. Na atualidade, a região é a mais populosa e povoada do país, além de concentrar o maior volume de cidades grandes e médias. A cultura da região tem influência direta dos seus povos formadores, com destaque para a realização de festividades tipicamente brasileiras, como o Carnaval e as Festas Juninas.<br><br>https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/as-regioes-brasil.htm<br><br><br></div><pre>▪︎Isabela Oliveira de Jesus</pre><div><br>CARTA DE VITÓRIA<br><br>O ENCONTRO DA REGIÃO SUDESTE DO MOVIMENTO INTERFÓRUNS DE EDUCAÇÃO INFANTIL DO BRASIL, o objetivo de “analisar a conjuntura das políticas de Educação Infantil em andamento no país, bem como debater a qualidade da Educação Infantil, incidência e ações articuladas na garantia do direito à educação das crianças de 0 a 5 anos e 11 meses". Consideramos que a retomada ampliada de prescrições neoliberais dos anos 1990, com argumentos que giram em torno de racionalizar recursos e esvaziar o poder das instituições, visa a desconstrução dos direitos sociais e das políticas de educação infantil formulados com a participação da sociedade organizada. Diante deste cenário, reafirmamos nossos compromissos com o direito das crianças de 0 a 5 anos e 11 meses à educação infantil de qualidade socialmente referenciada. Destaca-se o Proinfância, a Rede Nacional de Formação Docente da Educação infantil, o Pacto Nacional pela Qualidade na Educação Infantil e Projeto Leitura e Escrita, o Programa Nacional de Biblioteca Escolar (PNBE), o Programa Nacional do Livro Didatico (PNLD) da Educação Infantil. Além desses programas defendemos a garantia de implementação do Plano de Expansão da Educação Infantil do Campo, dos povos e comunidades tradicionais do Brasil, como ciganos, pescadores, marisqueiras, entre outros. &nbsp;<br><br>&nbsp;https://nedi.ufes.br/conteudo/carta-vit%C3%B3ria-regi%C3%A3o-sudeste-do-movimento-interf%C3%B3runs-de-educa%C3%A7%C3%A3o-infantil-do-brasil &nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-10 13:31:46 UTC</pubDate>
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         <title>Bahia, Brasil</title>
         <author>raquelnascimento49</author>
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         <description><![CDATA[<div>Região nordeste:<br><br><mark>Maiana Lorrane<br>3°BM</mark><br>↓<br>Movimento Sem Terra comemora 33 anos na Bahia com Campanha de Solidariedade:<br> As principais ações de solidariedade desenvolvidas pelo MST estão voltadas para a doação de alimentos em diversos formatos, como cestas básicas, feiras e marmitas. No entanto, doações de sangue, agasalhos, álcool, máscaras, sabão e kits de higiene em geral também estão sendo distribuídos nas áreas periféricas da região.<br> Estas ações estão sendo construídas doando o que se tem de produção de qualidade nas áreas de reforma agrária, lutando contra a fome, em defesa dos direitos da classe trabalhadora e contra um governo que tenta de todas as formas impedir que as ações de solidariedade aconteça.<br> https://mst.org.br/2020/09/10/campanha-de-solidariedade-comemora-33-anos-do-movimento-dos-sem-terra-na-bahia/<br><br><mark>Raquel Alves<br>3°BM</mark><br>↓<br>Jovens do PT e do MST reúnem políticos em ato virtual e reforçam defesa da ciência e combate às ‘fake news’.<br>Para os jovens petistas, a juventude de esquerda deve construir sua própria história. “Não vamos esperar o futuro para lutar, vamos construir o próprio futuro, como muitos jovens fizeram no passado. Nosso desafio é defender a ciência e combater ‘fake news’. Não podemos recuar até que tenhamos a garantia da vacinação em massa para conter o vírus e as mortes. A negligência desse desgoverno de Bolsonaro, antipovo, estabeleceu um caos que acarreta perdas irreparáveis, por isso é necessário assumir os desafios apresentados à nossa geração. Lutaremos para que não falte comida no prato. Estamos nas mesmas trincheiras dos que hoje sentem fome, é um absurdo que em um país produtor de alimentos tenhamos que conviver com insegurança alimentar”, aponta trecho de resolução política apresentada na plenária.<br>https://ptbahia.org.br/2021/04/27/jovens-do-pt-e-do-mst-reunem-politicos-em-ato-virtual-e-reforcam-defesa-da-ciencia-e-combate-as-fake-news/<br><br><mark>Luiza Victória<br>3°BM</mark><br>↓<br>Os afoxés como movimentos sociais na Bahia: luta por igualdade e afirmação étnica<br><br>Os afoxés surgem em meio a um cenário de fortes proibições a elementos ligados ao candomblé e advindos da “cultura negra”: sendo assim, o surgimento dos desse grupo na Bahia está atrelado à visibilidade do candomblé nas ruas da cidade, assim como, a “criação” de uma identidade negra no Estado, pautada pela luta dos direitos dos negros em meio à sociedade. Nesse sentido, entendemos os afoxés como movimentos sociais à medida que eles lutam por um ideal específico e visam uma transformação social. Eles aparecem então como forma de expressar a resistência negra existente, afirmando uma identidade étnica, bem como demarcando espacialmente o lugar dos negros na sociedade. O candomblé é a religião base para o surgimento e desenvolvimento dos afoxés na Bahia, é como expressão do candomblé que eles vão sair às ruas e mostrar- se enquanto meio de lutar pela igualdade. É nesse período de surgimento que ocorre o processo denominado de “africanização” da Bahia, quando o negro passa a ser valorizado e começa-se a criar uma identidade negra baiana que depois é espalhada pelo Brasil. No ano de 2010, séculos depois de criados os primeiros no estado baiano, eles passam a ser considerados patrimônio imaterial, dando maior respaldo aos já existentes e possibilitando maior incentivo para que eles permaneçam com suas lutas por igualdade e afirmação étnica.<br>https://periodicos.ufop.br:8082/pp/index.php/pensandoafricas/article/download/1381/1109<br><br><mark>Naiara de Oliveira<br>3°BM</mark><br>↓<br>Bahia Pesca atende a solicitações de Movimentos Sociais da Pesca<br>Cerca de 30 embarcações&nbsp; já estão programadas para serem entregues ao Movimento dos Pescadores ainda no primeiro semestre deste ano. Outras 600 canoas deverão ser entregues até o final do ano, numa ação em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento e Integração Regional (Seir), por meio da Coordenação de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR). Com o atendimento dos pleitos, a empresa vai beneficiar 280 pescadores e marisqueiras, abrangendo 1.400 famílias nos três municípios. Capacitação profissional, Escola das Águas, Unidade de Beneficiamento de Pescado, embarcações, petrechos, curso de mecânica e infraestrutura para construção de píer e atracadouros são os itens da pauta equalizados pela Bahia Pesca.<br>http://www.asbraer.org.br/index.php/rede-de-noticias/item/1536-bahia-pesca-atende-a-solicitacoes-de-movimentos-sociais-da-pesca<br><br><mark>Jeferson Carvalho<br>3°BM</mark><br>↓<br>O Encontro Rede de Observatórios da Segurança na Bahia se encerrou com uma reunião de cerca de 40 ativistas de organizações sociais da Bahia, em 6 de março, na Casa Preta, em Salvador. Intitulado&nbsp; “Segurança Pública na Bahia: o papel da Sociedade Civil”,&nbsp; o debate foi articulado pela Iniciativa Negra por uma Nova Política de Drogas (INNPD), responsável pelo Observatório da Segurança da Bahia, em parceria com o Fórum Popular de Segurança da Bahia. Organizações como Odara Instituto da Mulher Negra, Centro de Referência Integral Ambiental (CRIA), além de representantes de programas como Promotoras Legais Populares e do Programa de Direito e Relações Raciais da Universidade Federal da Bahia participaram.<br>http://observatorioseguranca.com.br/pesquisadores-e-movimentos-sociais-da-ba-encontram-a-rede-de-observatorios/<br><br><mark>Maria Clara<br>3°BM</mark><br>↓<br>Importância dos movimentos sociais para fortalecimento da Defensoria será debatida em Roda de Conversa da Ouvidoria<br><br> fortalecimento da Defensoria Pública do Estado da Bahia – DPE/BA passa em grande parte pelo aumento da presença dos movimentos sociais na Instituição. Por isso, a Ouvidoria Cidadã da DPE/BA promove nesta terça-feira, 19, às 17h, uma Roda de Conversa por meio da plataforma Google Meet, com a participação de ativistas, lideranças políticas e defensores públicos para debaterem essa relação.<br>O encontro contará com a presença no debate, na esfera política, da deputada estadual Fátima Nunes, além da co-vereadora de Salvador pela candidatura coletiva pretas por Salvador, Cleide Coutinho, que também é dirigente nacional do movimento da luta pela moradia – MNLM. Representando a Defensoria, teremos como convidados o defensor público e ex-defensor público geral da DPE/BA, Clériston Macedo, e o atual presidente da Associação de Defensoras e Defensores Públicos do Estado da Bahia – ADEP/BA, o defensor público Igor Raphael de Novaes.<br>https://www.defensoria.ba.def.br/noticias/importancia-dos-movimentos-sociais-para-fortalecimento-da-defensoria-sera-debatida-em-roda-de-conversa-da-ouvidoria/<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 12:12:14 UTC</pubDate>
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         <title>Acre, Brasil</title>
         <author>naomifalcao</author>
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         <description><![CDATA[<div>MOVIMENTOS SOCIAIS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA: VINTE ANOS SEM CHICO MENDES</div><div><br>Resumo<br><br></div><div><br></div><div>Governo do Estado do Acre, instituições do governo federal, Comitê Chico Mendes, representantes do sindicalismo rural e Rede Globo tomaram a iniciativa em 2008, de marcar através de uma série de eventos, os “vinte anos sem Chico Mendes”. As diversas encenações anunciadas procuram coroar em “alto estilo” uma monumental transmutação do legado revolucionário de uma das principais lideranças do sindicalismo rural na Amazônia brasileira, convertido em pacato “ambientalista”. O objetivo desta Comunicação é mostrar que essa transmutação foi habilmente articulada pelo Estado (no sentido ampliado) na tentativa de re-significar a natureza e a cultura para fins de legitimação da ideologia do “desenvolvimento sustentável” e assim, facilitar o processo de espoliação em curso na Amazônia. Nas conclusões, procura-se mostrar que apesar de bem sucedida no decorrer dessas duas décadas, essa estratégia começa a mostrar sinais de esgotamento, existem evidências de retomada da “voz” por parte de alguns movimentos sociais na região, como é o caso da Via Campesina. A abordagem está referenciada no método histórico comparativo e na análise de processos e fenômenos sociais vinculados ao ambientalismo internacional.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-13 17:38:26 UTC</pubDate>
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         <title>Amazonas, Brasil</title>
         <author>naomifalcao</author>
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         <description><![CDATA[<h1>Movimentos sociais em área de mineração na Amazônia Brasileira</h1><div><br></div><div>Os movimentos sociais contra a mineração vêm surgindo sistematicamente em vários países nas últimas décadas. Na Amazônia, apesar dos impactos da mineração, a emergência de movimentos críticos às mineradoras ou de “atingidos por mineração” só surgiu no início do século xxi. Frente a esta conjuntura contraditória julgou-se pertinente averiguar a natureza dos movimentos sociais em três casos na região do Baixo Amazonas, estado do Pará, Brasil, entre os anos 1970 e o princípio do século xxi. A partir da análise de entrevistas e documentos dos atores envolvidos nos conflitos, constatou-se a emergência ou o fortalecimento de movimentos sociais nas áreas sob influência das mineradoras. Contudo, os movimentos não tinham um caráter antimineração, ou questionador do uso dos recursos minerais e das práticas socioespaciais das empresas. O foco estava na luta por direitos sociais e territoriais específicos; Porém, podemos vê-los como um embrião de uma consciência crítica à mineração na Amazônia.</div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-13 17:43:12 UTC</pubDate>
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         <title>Sudeste, Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <pubDate>2021-05-14 12:29:31 UTC</pubDate>
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         <title>MOVIMENTOS SOCIAIS DA REGIÃO SUL</title>
         <author>victorsantos566</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Grupo:<br><strong>Natanael Santana <br>Luiz Antônio <br>Pedro Paulo <br>Pablo Emanuel<br>Victor Caique <br><br>Movimento dos trabalhadores rurais sem terra (MST)<br><br></strong>O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) surgiu oficialmente em 1984, dentro do Encontro Nacional de Trabalhadores Sem Terra, no Paraná. É importante observar que se trata do período da Ditadura Militar, um regime que aprofundou as desigualdades sociais no país. Além disso, em 1984 estava em curso o processo de abertura para a redemocratização do país, o que possibilitou a emergência de movimentos sociais, duramente reprimidos nas décadas anteriores.<br>&nbsp;O MST declara que seus objetivos principais, sintetizados no lema “terra para quem nela trabalha”, são:<br>&nbsp;<br>&nbsp;•Lutar pela terra;<br>&nbsp;<br>&nbsp;•Lutar pela Reforma Agrária;<br>&nbsp;<br>&nbsp;•Lutar por mudanças sociais no país;<br><br><br><strong>Movimento dos atingidos por barragens (MAB)<br><br></strong>O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) é um movimento social criado no início dos anos 1970 e tem, gradativamente, ganhando dimensão nacional. Sua importância se deve à sua luta pelo direito para garantir os direitos das vítimas de construções de usinas, dentre elas camponeses, pequenos agricultores, sem-terra, índios, pescadores, ribeirinhos, quilombolas e mineradores. De acordo com estatísticas do movimento, são mais de 1 milhão de pessoas expulsas de suas terras para a construção de barragens, ainda de acordo com dados do Movimento, de cada 100 famílias atingidas por essas obras, 70 delas têm seus direitos negados pelas empresas construtoras.<br><br><br><strong>Movimento dos pequenos<br>agricultores ( MPA )<br><br></strong>É um movimento de caráter nacional e popular, de massa, autônomo e de luta permanente, constituído por grupos de famílias camponesas. Seu principal objetivo é a produção de comida saudável para as próprias famílias e também para todo o povo brasileiro, garantindo assim, a soberania alimentar do país. Além disso, busca o resgate da identidade e da cultura camponesa, respeitando as diversidades regionais.<br>&nbsp;O MPA integra a Via Campesina, articulação internacional de movimentos camponeses e, junto com outros movimentos e setores da sociedade, luta por um projeto popular para o Brasil.<br>&nbsp;Atualmente, o movimento está organizado em 17 Estados brasileiros.<br><br><strong>Movimento das mulheres trabalhadoras rurais ( MMTR)<br><br></strong>O Movimento das Mulheres Trabalhadoras Rurais (MMTR) é uma associação sem fins lucrativos que defende os direitos das mulheres inseridas nos espaços rurais. Construir relações justas e igualitárias entre mulheres e homens tem sido a missão do MMTR nas últimas três décadas. Esse desafio tem trazido muito aprendizado, desde enfrentar a forma como o patriarcado se organiza: tirar as mulheres do espaço de casa e do roçado para a militância; enfrentar os vários tipos de violência; lutar por políticas públicas e o desafio do acesso; produzir de forma sustentável e solidária; organizar toda a nossa luta à convivência com as diversas regiões e à organização da classe trabalhadora por um projeto político das/os trabalhadoras/es com equidade de gênero.<br><br><br><strong>Referências:</strong><br> <br> https://www.politize.com.br/mst-voce-entende-o-que-e-esse-movimento/<br> <br> https://www.google.com/amp/s/www.infoescola.com/sociedade/movimento-dos-atingidos-por-barragens/amp/<br> <br> https://www.cnm.org.br/areastecnicas/itemdicionario/mpa-movimento-dos-pequenos-agricultores#:~:text=É&nbsp; <br> <br> https://www.mmcbrasil.com.br/site/node/44<strong><br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 17:51:08 UTC</pubDate>
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         <title>Paraná, Entre Ríos, Argentina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 12:24:59 UTC</pubDate>
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         <title>Paraná, Entre Ríos, Argentina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 12:25:06 UTC</pubDate>
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         <title>Pará, Brasil</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-05-17 12:25:18 UTC</pubDate>
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         <title>Amazonas, Brasil</title>
         <author>laurasilva84</author>
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         <description><![CDATA[<div>A BUSCA PELA TERRA DE TRABALHO REALIZADA PELO MOVIMENTO SOCIAL&nbsp;<br>DOS POVOS DA FLORESTA&nbsp;<br>Quando do advento do “empate”, contra os desmatamentos, ou seja, uma das faces do&nbsp;movimento de resistência dos seringueiros, os mesmos chegaram à conclusão, após inúmeras&nbsp;<br>reuniões e debates, que só mediante o enfrentamento, seria factível a diminuição dos&nbsp;desmatamentos. Portanto, lutas contra os grandes desmatamentos foram momentos de muita&nbsp;<br>expectativa.&nbsp;<br>Os “empates” foram, então, motivos de grande preocupação para os latifundiários da&nbsp;<br>Amazônia, por ocasião, do início do movimento social dos seringueiros.&nbsp;<br>Neste contexto, foi fundado, em abril de 1977, o Sindicato de Xapuri. Entretanto, o&nbsp;sindicato, recém instalado, sofreu pressões da igreja local, de segmentos da classe média, ali&nbsp;residentes, bem como das autoridades do município. Todavia, tais pressões não se&nbsp;constituíram em razões para que os seringueiros esmorecessem quanto à luta em processo.&nbsp;<br>Os integrantes do sindicato de Xapuri tomaram consciência de que seria&nbsp;<br>imprescindível o aprofundamento da discussão sobre o movimento por eles assumido, com o&nbsp;propósito de evitar os equívocos que poderiam prejudicar a sua ação de resistência.&nbsp;<br>A partir dos debates sobre o movimento, os seringueiros de Xapuri, entenderam a&nbsp;<br>validade do prosseguimento da resistência contra os desmatamentos, contestando os&nbsp;interesses do grande latifúndio, prosseguindo, então, a sua jornada de luta.&nbsp;<br>Por iniciativa assumida pelo sindicato foi estabelecido um processo de educação&nbsp;popular, com o intuito de aproximar e abrir perspectivas para novas adesões dos&nbsp;trabalhadores da floresta. O problema da conscientização era, pois, fundamental, uma vez que&nbsp;<br>as comunidades já estavam ali estabelecidas há mais de um século, sem disporem de saúde e&nbsp;educação que promovessem melhorias nas suas condições de vida. Assim sendo, em 1979, a&nbsp;<br>educação popular, instalada em Xapuri, teve condições de promover os integrantes das&nbsp;comunidades seringueiras, abrindo-se, a partir de tal iniciativa, novas perspectivas para o&nbsp;movimento de resistência, que passou a lograr, em suas fileiras, pessoas melhor preparadas e&nbsp;conscientes quanto aos seus objetivos e projetos de vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 12:25:24 UTC</pubDate>
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         <title>Pará, Brasil</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-05-17 12:25:25 UTC</pubDate>
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         <title>Movimentos sociais na região da Amazônia</title>
         <author>hugosantos109</author>
         <link>https://padlet.com/isabelajesus56/3lp7a3g3ro4upwpv/wish/1531084308</link>
         <description><![CDATA[<div>Por ser mais instruído que os demais seringueiros, Chico Mendes passou a questionar os problemas que envolviam a região. A extração da borracha como atividade econômica na Amazônia sempre gerou conflitos, já que na maioria das vezes ela estava baseada em relações de grande exploração. Em muitos casos, funcionava por meio do sistema de troca de mercadorias industriais pelo produto extrativo, o aviamento, criando uma sociedade com miséria e endividamento constante.<br>Em seu meio de trabalho, havia um rígido regulamento de subordinação entre seringalistas e os donos dos seringais, castigando severamente aqueles que ousassem desrespeitar o sistema. Conflitos eram “abafados” pela violência de forças policiais.<br>Em 1976, Chico e demais seringueiros, sob a liderança de Pinheiro, reuniam suas famílias e iam para as áreas ameaçadas de desmatamento, onde desmontavam os acampamentos dos peões e paravam as motosserras. Esse ato de resistência era chamado de“empates às derrubadas”.<br>O seringueiro tinha uma tese baseada em sua convivência e conhecimento da floresta e natureza, e que, mais tarde, realmente foi comprovada, que os benefícios derivados da manutenção da floresta são maiores do que o valor obtido com a sua derrubada.<br>Com essa ideologia formada pelo sindicalismo, pautada na defesa dos direitos humanos e pelo respeito à floresta, fizeram com que Chico Mendes fosse reconhecido como um líder político, conquistando respeito internacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 13:10:57 UTC</pubDate>
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         <title>Região Norte do Brasil, Brazil</title>
         <author>mariasantos3975</author>
         <link>https://padlet.com/isabelajesus56/3lp7a3g3ro4upwpv/wish/1533826564</link>
         <description><![CDATA[<div>A região Norte é bastante conhecida por dois aspectos principais: é a maior região do Brasil em termos de extensão territorial e é a que concentra a maior biodiversidade graças à existência da Floresta Amazônica. Mais da metade dessa floresta está localizada no território brasileiro.<br><br>Devido à presença da floresta, é na região Norte que percebemos a grande influência que a paisagem natural possui sobre as ocupações humanas no espaço geográfico. A existência de comunidades ribeirinhas e o uso com frequência de rios para o transporte de pessoas e/ou cargas podem exemplificar essa influência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 02:12:46 UTC</pubDate>
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         <title>Rondônia, Brazil</title>
         <author>josefasantos133</author>
         <link>https://padlet.com/isabelajesus56/3lp7a3g3ro4upwpv/wish/1545536840</link>
         <description><![CDATA[<div>A LCP, fundada em 1999, é&nbsp; o principal movimento social de Rondônia em defesa da reforma agrária- ou "revolução agrária", como costuma apregoar. Os trabalhadores rurais que a compõem&nbsp; pregam a "morte do latifúndio" e seguem princípios&nbsp; do comunista&nbsp; Mao Tsé-Tung, que liderou a revolução&nbsp; chinesa em 1949.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 20:21:17 UTC</pubDate>
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