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      <title>Curso de Pós-graduação by NEAD - Núcleo de Educação a Distância Fibra</title>
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      <description>Local para participação do tópico 3</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-14 20:21:52 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos conversar....</title>
         <author>tutoriaeadfibra</author>
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         <description><![CDATA[<p>De que maneira você percebe que um aluno precisa de suporte para o seu processo de aprendizagem?</p><p>Já ocorreu alguma situação? Você procurou apoio pedagógico? De que maneira você ajudou o aluno?</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-14 20:40:13 UTC</pubDate>
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         <title>Jenijunio</title>
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         <description><![CDATA[<p>Entre meus colegas eu sou o último a observar alguma coisa. Na sala de aula, faço um grande esforço par perceber algo atípico entre os estudantes. Mas geralmente os estudantes calados e isolados de grupos me chamam a atenção e busco interagir com eles para entender o que estar acontecendo e se necessário fazer alguma intervenção. No entanto foi com um aluno super participativo nas aulas, seja com uma boa crítica aos conteúdos seja com apresentação de livro que ele havia lido sobre os conteúdos ministrados que percebi que havia um estudante precisando de ajuda. Ele lia muito (fora do normal), tinha um ótimo repertório e sempre fazia intervenções nas aulas. No entanto ele era o “centro”, não interessava os colegas, era como se existisse só eu e ele na sala. Perdia a paciência pela forma e tempo que eu conduzia os conteúdos (pois eu queria que chegasse o entendimento a todos) e se tornava ríspido. Foi aí que busquei ajuda do NAP, conversei particularmente com a turma sobre ele; e o coloquei como “monitor” da disciplina. Sempre na aula ele tinha 10 minutos para falar do livro que leu na semana e fazer a relação com o conteúdo trabalhado. Com esse acordo todos nós ganhamos e ele conseguiu concluir com sucesso o semestre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-17 01:38:50 UTC</pubDate>
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         <title>SDionizio</title>
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         <description><![CDATA[<p>Sou observadora, mas algumas coisas passam despercebidas, porém sempre fico atenta aos alunos que não interagem muito na aula ou ficam mais quietos. Posso dizer que tenho uma linha direta com o núcleo pedagógico e minha coordenação, já fiz alguns encaminhamentos solicitando avaliação por eles, para verificar a situação do aluno, e teve caso do aluno me procurar e me falar que estava com dificuldade e tinha tal problema e eu encaminhei para o núcleo pedagógico. Quantos aos alunos busco incluí-los na aula pedindo que tragam alguma experiência sobre o tema, e sempre parabenizo diante da turma estes alunos pelas mínimas conquistas. Mas tem algo que ainda não consigo mudar, é o comportamento da turma em relação a determinados colegas, justamente estes que tem mais dificuldades. Nos últimos três semestres alguns alunos me procuraram para falar sobre suas dificuldades, e alguns relataram ter diagnósticos e fazer tratamento medicamentoso e terapêuticos e me pediram ajuda para melhorar em seu desempenho acadêmico na minha disciplina, aí “pegou”, até tento mas vem aquela sensação será que é desta forma que estou orientando, como devo proceder. Tenho grande dúvida de como agir e isso me deixa aflita.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 14:33:33 UTC</pubDate>
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         <title>Percebo que o/a acadêmico precisa de mais atenção por meio das das interações nas aulas, atividades individuais e em equipes e provas. A cada semestre recebo acadêmicos/as com alguma necessidade específica e em alguns casos que vão requerer mais atenção, flexibilização e adaptação no decorrer do semestre. Os casos específicos sou informada e sou adicionada em um grupo para orientações e acompanhamento, os demais casos, quando a dificuldade é psicológica, encaminho para o NAP.</title>
         <author>profgios3</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-19 12:37:07 UTC</pubDate>
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         <title>prodígio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na vida acadêmica procuro atender a necessidade dos alunos conforme sua forma de aprendizagem. Certa vez, um aluno estava com dificuldade de estudar e propôs fazer slides e pediu que fossem projetados, pois assim ele fixava melhor o conteúdo. Foi um estímulo para turma, um método de estudo para o aluno e um facilitador para o professor. Outro exemplo, foi o fato de eu ter percebido a deficiência física da aluna somente após ela passar a fazer perguntas sobre a matéria. Ela se revelou uma pessoa devoradora de livros com um nível intelectual acima da média. Após estimular o diálogo em sala de aula sua dificuldade na fala passou a ser algo despercebido o que melhorou a autoestima da aluna. Outro caso, foi a adaptação de alunos com deficiência visual, um total e outro parcial. Nesse caso, as provas eram feitas em braille e o material auditivo além de tutoria. No caso de alunos com deficiência visual parcial, o material foi configurado para melhor visualização com fonte 20 o tamanho da letra. Nos casos de alunos com problemas psicológicos, procuro agir com bastante escuta e atenção procurando atender suas demandas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 13:02:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nem ele sabia....</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Normalmente tenho uma excelente sensibilidade para perceber as necessidades inclusivas, minha mãe é psicanalista e acaba conversando muito comigo sobre o assunto. Tive 2 alunos que nem sabiam que eram da inclusão e eu que os alertei, e agora estou com uma aluno que percebi dificuldade na dicção, conversei com ele em particular e a médica dele descobriu um cisto na base da língua que ele já está tratando. Estou com outro que acredito ser da inclusão mas ainda não percebi "abertura" para falar no assunto.... esta no momento é minha maior dificuldade, acho q se ele tiver a ajuda necessária conseguirá se desenvolver melhor no curso mas a família dele não reconhece a dificuldade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 19:41:23 UTC</pubDate>
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         <title>Não é o que parece</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Tenho um aluno que ele é muito participativo mas por vezes alega alguma dor ou algo que justifique a dificuldade em responder sobre o que acabou de ser falado. Felizmente é um aluno acessível, conversei algumas vezes e indiquei algumas especialidades para avaliar suas queixas. Ele se mostrou feliz com a minha preocupação e relatou como isso o fez se enxergar de maneira diferente. Agira está fazendo acompanhamento e já tem sinais de melhora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 20:09:09 UTC</pubDate>
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         <title>A dificuldade em distinguir entre necessidades especificas, falta de base escolar e desídia... (Alisson Monteiro)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Um dos grandes desafios para proporcionar a atenção e o apoio ao desenvolvimento discente é compreender qual a origem da dificuldade do aluno. Algumas vezes a questão é evidente, como no caso de uma pessoa com deficiência (lidamos com um aluno cego, por exemplo). Entretanto, por vezes, a questão é subterrânea. Alguém que não interage, tem dificuldade com leituras ou com a necessidade de emitir respostas orais, pode ser o exemplo de algo mais sério. Recentemente, percebi em uma aluna estas últimas características e ao insistir em provocá-la, sem reação, fui procurado pela representante para ser informaso que a discente em questão poderia estar dentro do espectro autista. Não havia informação a respeito feita à Coordenação ou ao NAPI. A partir disso, estamos reelaborando as abordagens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-21 21:30:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mariceli Baia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Gosto de conhecer os meus alunos e normalmente consigo associar o nome a pessoa. Já procurei o NAPI por diversas vezes para sinalizar a respeito de alunos que apresentavam um padrão de comportamento diferente e sempre fui orientada a respeito de como proceder. Neste semestre, na instituição, tenho dois alunos com diagnóstico do Transtorno do Espectro do Autismo e um com diagnóstico de Distúrbio do Processamento Auditivo Central (DPAC). Os dois alunos que são diagnosticados com autismo apresentam traços comportamentais bem distintos, eu tento incluí-los em todas as atividades e percebo que eles gostam muitíssimo das atividades práticas laboratoriais e do uso do aparelho de microscopia. Há duas semanas atrás após uma atividade realizada fora da instituição um dos meus alunos autista, que não faz contato visual, segurou no meu ombro e encostou sua cabeça na minha. Entendi esse gesto como um abraço, uma forma de agradecimento.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-21 23:52:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 12:04:16 UTC</pubDate>
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         <title>Relutância paterna</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tutoriaeadfibra/3ljrv7t0oykl5ph3/wish/2799315579</link>
         <description><![CDATA[<p>Dentre as várias situações de necessidade de inclusão que vivi, uma das que mais me marcou foi a de um aluno com nítida necessidade de acompanhamento psicopedagógico. Com notas baixíssimas, alta dispersão durante a aula e grande dificuldade de interação social, percebi que o aluno precisava de acompanhamento especializado. Essa situação me marcou, pois, apesar de eu o ter incentivado, por diversas vezes, discretamente, a buscar esse apoio, tanto o aluno quanto a família, como soube depois, resistiram. Infelizmente, o aluno, ainda calouro, reprovou em todas as disciplinas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 12:06:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inclusão/Acolhimento/Participação (Valquiria Gomes)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sempre no primeiro dia de aula do semestre, eu gosto de fazer a dinâmica com a turma de "quem sou eu na essência". Dessa forma, procuro a descontração e a interação de todos em sala de aula, deixo eles super a vontade para se apresentarem e assim vou tendo a oportunidade de ir conhecendo os alunos. No decorrer do semestre eu procuro sempre ter um relacionamento de amizade, não criando a barreira de professor e aluno que muitas vezes transparece para eles e mostro a visão de que somos todos iguais e que estou ali para repassar o conhecimento que aprendi e também aprender com cada um. Já tiveram várias situações em sala de aula de alunos que apresentavam um comportamento diferente e que percebia que precisavam de acompanhamento psicopedagógico. Houve uma situação de uma aluna que é laudada com TDAH e outro transtorno, além de ter crises de ansiedade, então nas minhas aulas eu percebia que ela não prestava atenção e ficava o tempo todo no celular. Em um certo dia, o grupo dela foi para minha aula prática no laboratório, então ela veio falar comigo e perguntou se eu sabia que ela era acompanhada pelo NAPP e que tinha vários transtornos e por isso ela ficava direto no celular, então eu respondi que eu sabia sim, mas que naquele dia nós íamos fazer algo diferente, ou seja, eu pedi pra ela deixar o celular no bolso e começar a participar das práticas, que só bastava ela prestar um pouquinho de atenção e que ela iria gostar, pois que não era para ela ter o pensamento que por ter transtornos ela não era capaz de ser um excelente profissional da área da saúde. Ela se sentiu motivada e acolhida pelo grupo. Final da historinha, até hoje em todas as minhas aulas ela tem uma boa interação e participação e é uma ótima aluna com boas notas, dentro das suas limitações. Se agir corretamente eu não sei, mas eu me senti feliz e motivada por ter ajudado e sempre ela me agradece.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-24 10:50:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tutoriaeadfibra/3ljrv7t0oykl5ph3/wish/2802517639</link>
         <description><![CDATA[<p>Inclusão é a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e, assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas diferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as pessoas, sem exceção. É para o estudante com deficiência física, para os que têm comprometimento mental, para os superdotados, para todas as minorias e para a criança que é discriminada por qualquer outro motivo. Costumo dizer que estar junto é se aglomerar no cinema, no ônibus e até na sala de aula com pessoas que não conhecemos. Já inclusão é estar com, é interagir com o outro.</p><p>A Constituição brasileira propõe a obrigatoriedade do Estado sobre a educação. Não cabe às instituições educativas fazer nenhum tipo de distinção. Seja de etnia, raça, credo, gênero, condição social ou quaisquer outras formas de discriminação.</p><p>Na academia o professor desenvolve habilidades e competências, e, a partir da percepção do ambiente escolar, propõe diálogos e dinâmicas de grupo que auxiliem na socialização, estimulando os seus sonhos e ambições. Como experiência própria, possuo alunos que fazem acompanhamento em centros de atenção psicossocial, e tenho observado que o preconceito vem se quebrando devido a tais dinâmicas em universidades e centros escolares.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-25 16:40:47 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de Inclusão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tutoriaeadfibra/3ljrv7t0oykl5ph3/wish/2803157222</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira experiência inclusiva que vivenciei foi nas Integradas com um estudante que tinha laudo de esquizofrenia. Era um estudante que possuía acompanhamento psicopedagógico e a família era partícipe do seu processo formativo. As primeiras orientações de nossa coordenadora do curso de Pedagogia e NAP foram fundamentais para mim, e ao conhecê-lo, fui paulatinamente ficando tranquila, pois o processo aconteceu com respeito, atenção e sensibilidade de ambos. Outra vivência, foi uma estudante surda que possuía acompanhamento com a facilitadora, mas com ela me sentia pouco a vontade, embora a estudante fizesse leitura labial, às vezes afirmava não compreender de modo satisfatório os conhecimentos.  Eu buscava conversar com a facilitadora para que o processo de aprendizagem acontecesse. </p><p>Acadêmicos com depressão, ansiedade sempre recorro ao NAP e sinto presteza, reciprocidade na escuta e encaminhamento dos profissionais, o que me incentiva a permanecer com esta conduta, pois quando o estudante tem uma relação próxima a mim, sempre faço a escuta antes de sugerir que busque o diálogo com os profissionais deste setor. Na maioria das vezes, peço licença diante dos estudantes e acompanho em casos mais urgentes. </p><p>Dedico atenção para os acadêmicos em que sua produção não condiz com o nível de curso. Em dezembro de 2022, uma aluna me chamou para outra sala e agradeceu pela orientação na produção escrita que realizei, o que como resultado, teve melhora em  nota de outra disciplina, além da minha. Me presenteou com uma caneca com bonitos dizeres, mal ela sabia que sua reflexão, aprendizagem e luta, pois enfrentava um tratamento oncológico, foram o presente que me incentivam a acreditar na docência como transformação de vida  e da sociedade. </p><p>Para a docência com Práticas Inclusivas no Ensino Superior sei que nossa postura deve ser de acolher e dialogar na Instituição com pessoas que podem nos ajudar, além de refletir a cada dia de trabalho com o acadêmico, buscando assegurar aprendizagem e o direito pleno de uma formação digna. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-26 22:54:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>REFLETINDO SOBRE O MÉTODO PARA INCLUSÃO: Sobre as dificuldades e conquistas vieram juntas, pois todo momento que em minha sala de aula eu recebia alunos(as) em ambientação eu busco métodos que possa atender o aluno(a). Muitos erros e acertos que em dialogo vai virando aprendizagem e conhecimento - Márcia Bandeira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tutoriaeadfibra/3ljrv7t0oykl5ph3/wish/2803174204</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-26 23:36:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A minha primeira experiência com aluno de inclusão foi no curso de Pós Graduação, pois na turma havia uma aluna que possuía problemas de surdes e dificuldades na fala, a mesma  assistia as aulas com uma interprete de libras. Conduzir as aulas de forma que consegui inserir a aluna nas atividades em grupo e individual, foi algo surpreendente pois a aluna demonstrou bastante interesse no aprendizado e obteve bons resultados em sua avaliação. Quando temos uma experiência desta natureza na sala, devemos agir de forma natural e fazendo com que o aluno se sinta acolhido na turma. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-27 01:11:37 UTC</pubDate>
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         <title>JH RESQUE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tutoriaeadfibra/3ljrv7t0oykl5ph3/wish/2804306797</link>
         <description><![CDATA[<p>Algumas turmas de minha atuação, na Fibra, tanto na Graduação quanto na Pós, tiveram a presença de alunos com TEA, TDAH e foi preciso uma completa adaptação para que o processo de aprendizagem desses alunos fluisse...foi muito desafiador, mas muito encorajador, também verificar que novos materiais, nova postura em sala, novas tecnologias e o apoio fundamental da nossa equipe de acompanhamento, especialmente a Profa carmen, nos ajudou a vencê-los. A aproximação com esses alunos, seu acompanhamento quase individual, conversas sobre suas dúvidas, enfim, tudo isso também contribuiu muito. Além disso, toda a infraestrutura oferecida pela Instituição tornou o desafio mais fácil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-27 16:31:44 UTC</pubDate>
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         <title>Mudanças</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tutoriaeadfibra/3ljrv7t0oykl5ph3/wish/2804626581</link>
         <description><![CDATA[<p>No meu dia a dia, procuro observar os alunos e consigo perceber através das mudanças no comportamento, como por exemplo: participação nas aulas, pontualidade, desempenho em atividades acadêmicas, como seminários, provas, atividades práticas, etc.. Na maioria das vezes primeiro chamo para conversar, procuro escuta-los e em muitos casos, sugiro procurar o NAPI. Confesso que, na maioria dos casos, sinto uma segurança maior quando o NAPI está a par da situação e nos orienta com a melhor forma de conduzi-los. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-27 20:13:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(Jan Carlos) Estou sempre atento... mas ao menor sinal de que precisa de uma ajuda mais técnica eu sempre comunico a Professora Carmem, que me passa as orientações mais gerais e depois dá sequência a uma intervenção mais técnica, quando necessária... </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tutoriaeadfibra/3ljrv7t0oykl5ph3/wish/2804747982</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-27 22:44:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(Ana Luiza) Eu já tive  e tenho o privilégio de ter alunos especiais em sala de aula. Na FIBRA temos um aluno de Direito que é deficiente visual e é um excelente aluno. Sempre tira notas altas. Temos o acompanhamento pedagógico da Profª Carmen que nos orienta sobre como devemos lidar com ele e tem sido gratificante acompanhar a superação desse aluno.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-28 00:46:11 UTC</pubDate>
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         <title>Shelley</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Já tive alunos com dificuldade de locomoção, na graduação e na pós, além de alunos com o diagnóstico de esquizofrenia e depressão. Além da adaptação do espaço, a abordagem e a interação com o aluno deve levar em consideração as especificidades de cada um. Temos hoje que lidar com vários transtornos de atenção e não ignorar as dificuldades de cada discente, inclusive de tempo, financeira....(muitos alunos trabalham o dia todo, outros frequentam a Universidade com muita dificuldade...). Nós, professores, que devemos nos adaptar à cada situação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-29 12:00:39 UTC</pubDate>
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         <title>Gerlane Noronha</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A primeira vez como professora de aluno de inclusão está sendo na Fibra, onde tenho alunos com TDHA e TEA. É um grande aprendizado trabalhar com eles. Nas atividades em grupo, eu geralmente sorteio os grupos, para que todos possam interagir entre si, então ao final do semestre passado (2023), uma aluna com TEA agradeceu pela dinâmica de sorteio, pois foi uma forma de outros alunos trabalharem com ela, visto que quando eles mesmos escolhem seus grupos, quase ninguém a chama para o grupo. Alguns pedem para gravar a aula e também explicam a necessidade de escrever ao mesmo tempo, ainda que sejam outras anotações diferentes do assunto da aula. Tento fazer com que eles se sintam mais inclusos possível, além de perceber suas limitações e pesquisar sobre elas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 17:31:35 UTC</pubDate>
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         <title>Guilherme Wady</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Atualmente é difícil não termos tido, enquanto professores, alguma experiência em inclusão. Inclusive, precisamos, sempre, estar atentos aos alunos, para identificarmos possíveis características por eles apresentadas e que, de algum modo, possa estar produzindo alguma dificuldade dele acompanhar as aulas, uma vez que, grosso modo, essas sempre são planejadas levando-se em consideração a turma como um todo homogêneo. Mas a partir do momento em que a gente identifique e/ou o próprio aluno traga a sua demanda de inclusão, precisamos planejar nossas aulas e, com elas a nossa prática pedagógica como um todo, de modo a incluir aquele aluno que apresenta características diversas ao que a maioria da turma apresenta. Nesse sentido, tenho passado, enquanto coordenador de curso, experiências de inclusão de alunos, sejam eles identificados como TEA, TDAH e outros diagnósticos como ansiedade. É importante o apoio que tenho recebido do Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Integração, da instituição na qual trabalho, pois juntos, inclusive os professores, temos vencido o desafio da inclusão desses alunos, muito embora eu ainda perceba que precisamos avançar consideravelmente nessa prática, pois a diversidade entre nós tem se apresentado de tal forma, que é necessário aprimorarmos, cada vez mais, nossas práticas e relações interpessoais, fundamentais quando o tema é inclusão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-03 15:53:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tutoriaeadfibra/3ljrv7t0oykl5ph3/wish/2813002810</link>
         <description><![CDATA[<p>À medida que estamos atentos e preparados para identificar as dificuldades que vêm sendo apresentadas pelos alunos, podemos iniciar o quanto antes a avaliação necessária para classificarmos tais dificuldades como esperadas ou não no processo de ensino e aprendizagem. Contudo, alguns detalhes capturados através da observação podem servir como essenciais para uma intervenção mais eficaz com cada aluno, por exemplo identificar a incapacidade do aluno em progredir na/nas disciplinas, especialmente quando o esforço está sendo aplicado. Neste caso, as dificuldades podem remeter a situações e contextos para além dos arredores da instituição, que necessitariam de intervenções especializadas e individuais. Encaminhar ou solicitar esse apoio psicopedagógico sempre será uma das melhores opções para recorrer a intervenções mais inclusivas. Dessa forma fazemos com que o aluno se sinta cuidado e acolhido, possibilitando cada vez mais vínculos estáveis e positivos, além de estar promovendo bem estar e qualidade de vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 15:04:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Boa Tarde. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Venho pensando sobreo o processo de inclusão e  qual a maneira devo me comportar diante de pessoas que precisem de inclusão antes mesmo de entrar na docencia, pois tenho outro vinculo, que me possibilitou ter contato com outro público nao acadêmico. Então ficava me perguntando como poderia ajudar e conseguir atendar as demandas dessa pessoa. Nao tive em minha formação disciplinas que viessem a incluir alunos que precisassem de algum tipo de inclusao. Porem, hoje como docente, fico a observar e tentar ajudar ao máximo para que o aluno se sinta participante de todo o processo de aprendizagem, não se sentindo excluído. Recentemente ministrei um curso na Fibra e tinhamos uma aluna com AUTISMO. confesso que fiquei surpreso. Ela disse que queria muito participar do curso e tinha perspectivas boas. Então fiquei pensando o quando tinha que satisfazer as expectativas daquela pessoa.Tentei ao máximo fazer com que ela interagisse com os demais. Ao Final, pude ver sua felicidade e contentamento. Entao, acredito que a fazer o aluno se sentir "parte do processo!" ajuda muito nessa caminhada chamada graducacao. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-18 20:42:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tive poucas experiencias com necessidade de inclusão, os que tive foram com algumas doenças psicológicas como depressão, alguns se sentem a vontade pra conversar sobre sua vida comigo e buscam desabafar sobre seus problemas e sua vida. Eu fico disponível pra escutá-los e dialogar.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-06 16:59:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Uma vivência em sala de aula.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No ano de 2022 uma aluna do último período do curso de enfermagem me abordou dizendo que gostaria de fazer um atendimento comigo sobre um problema que estava acontecendo com a família dela. Após ouvir o relato de forma simplificada da história, que se tratava de um filho de 16 anos que fazia uso de drogas e não fazia tratamento com especialista. Agendei uma consulta no CAPS III e essa pessoa foi atendida individualmente com uma psicóloga do serviço e, posteriormente, um atendimento com a presença do usuário. Este caso foi acompanhado por um certo período, pois como sou enfermeira do serviço procurei dar o maior apoio para que ela conseguisse superar as dificuldades em dar continuidade no tratamento. </p><p>Resumindo o caso, a aluna concluiu o curso de graduação de enfermagem e hoje, na condição de enfermeira, me procurou e disse que o filho teve uma progressão positiva muito grande, inclusive com seu retorno para a escola.</p><p>A dificuldade observada, no geral, ainda está relacionada com o preconceito em que as pessoas apresentam em procurar ajuda, muitas vezes acarretando o agravamento do quadro, o que vinha acontecendo o garoto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-09 17:57:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Em verdade, deparei-me algumas vezes com alunos calados, isolados, com dificuldades em socialização em atividades em grupo. Inicialmente, parecia tão somente mais um aluno &quot;na dele&quot;, mas com a visualização das notas das avaliações percebi que tal situação estava refletindo diretamente em seu aprendizado. Contatei a coordenação e o NAPI para que fosse acompanhado de perto.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-10 11:44:13 UTC</pubDate>
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         <title>Novas descobertas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No ano de 2022 quando retornamos para o ambiente presencial tive minha primeira experiência com uma aluna que estava sendo acompanhada pelo NAPI, em um primeiro momento foi desafiador, pois ela apresentava dificuldade de concentração entrava e saia da sala constantemente, enfim foram alguns momentos diferenciados que me oportunizaram compreender que precisamos estar atentos a todos os alunos, pois não somente aqueles que já possuem um diagnóstico fechado, mas identifiquei que alguns alunos voltaram muito ansiosos para o contexto da sala de aula, o que demonstra a necessidade de estarmos atentos ao perfil dos nossos alunos e sempre articulando a parceria com a equipe do NAP.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-15 16:25:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Giovana Souza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na docência do Ensino Superior, tive diversas experiências que me fizeram refazer a rota em relação ao que planejava para as turma que iniciava. Quando começa o contato, convívio com os alunos, precisava direcionar os processos de ensino para as necessidades específicas de cada um. Para além do AEE, a Educação Especial e Inclusiva exige do educador, rever a rota sempre, adequar o ensino às necessidades individuais, tenha percebido o aumento considerável de alunos que necessitam desse apoio personalizado. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-20 09:12:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tutoriaeadfibra/3ljrv7t0oykl5ph3/wish/2864262989</link>
         <description><![CDATA[<p>Já tive várias experiências de inclusão em sala de aula, mas a minha experiência mais marcante de inclusão foi com uma aluna que tentou suicídio e sofria de bulimia. A aluna foi afastada para tratamento e retornou um anos depois para a faculdade, mas continuava muito reservada e sem interagir muito com a turma. Como percebia seu jeito muito reservado, tentava encorajá-la sempre que podia. Até que um dia, passando pelo corredor da faculdade, encontrei-a sentada em um banco sozinha. Passei pela aluna e dei um bom dia chamando-a pelo nome (tenho muita facilidade de aprender o nome dos alunos). Alguns dias depois encontrei com esta aluna, na faculdade, sorridente e animada, ela dirigiu-se a mim e disse que ficou muito feliz com o meu cumprimento e de ter lembrado o seu nome, e que ela percebeu que naquele dia ela era notada. Hoje em dia, ela é outra pessoa, interage bem com a turma, suas notas melhoraram, está sempre bem arrumada e sorridente. Isso me marcou muito.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-28 17:18:19 UTC</pubDate>
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