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      <title>Mulheres Negras Destaques na Literatura by Joao Rafael Do Carmo Santos</title>
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      <description>ACC-HUMANAS</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-31 12:45:09 UTC</pubDate>
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         <title>Maria da Conceição Evaristo</title>
         <author>joaosantos3256</author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria da Conceição Evaristo de Brito é natural de Belo Horizonte (Minas Gerais), nasceu em 29 de novembro de 1946, irmã de 8 irmãos, Conceição teve infância e adolescência humilde, filha de uma lavadeira por nome de Josefina Evaristo nunca conheceu seu pai biológico, contudo teve a figura de um pai através de seu padrasto, Aníbal Vitorino, que era pedreiro, devido a condição financeira sempre estudou em escola pública, mas com muita luta conseguiu concluir o ensino fundamental e médio, em 1973 partiu para a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) se graduando em Letras, posteriormente seguiu o caminho da pedagogia, no ano de 1978 seis de seus poemas integraram a coletânea "Cadernos Negros", em 1990 estreou na literatura, foi considerada mestra literária em 1996, em 2011 virou doutoranda literária e foi vencedora do prêmio "Literatura do Governo de Minas Gerais" em 2018, atualmente é considerada uma das maiores escritoras negras brasileiras.<br><br>Magnum Opus: Ponciá Vicêncio (2003)<br><br>Pequena descrição: o romance de maior reconhecimento de Conceição, Ponciá Vicêncio, retrata as discriminações envolvendo raça, gênero e classe, principalmente com os negros, nos levando a reflexão acerca da atual situação da sociedade brasileira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 23:51:16 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Firmina Dos Reis </title>
         <author>queilasilva35</author>
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         <description><![CDATA[<div>Negra, filha de mãe branca e pai negro, registrada sob o nome de um pai ilegítimo e nascida na Ilha de São Luis, no Maranhão, Maria Firmina dos Reis (1822 – 1917) fez de seu primeiro romance, Úrsula (1859), algo até então impensável: um instrumento de crítica à escravidão por meio da humanização de personagens escravizados.<br>Ao longo dos seus 92 anos de vida, teve diversas publicações, a primeira foi o romance Úrsula, considerado um dos primeiros escritos produzidos por uma mulher no Brasil. Durante a campanha abolicionista, o livro A Escrava reforçou a postura antiescravista de Maria, que é compositora do hino da abolição da Escravatura. Fundadora da primeira escola mista e gratuita do estado, a escritora sempre lutou pela educação, igualdade racial e de gênero.<br><br>Descrição do seu primeiro e maior sucesso:&nbsp;<br>O romance foi publicado em 1859, em pleno romantismo, e é marcado por uma visão peculiar no que tange ao possível discurso das minorias no século XIX. Sua narrativa divide uma estrutura bastante conhecida dos chamados romances românticos e a inovação de um discurso que parece romper com a tradicional visão do negro difundida nos romances da época.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 19:58:50 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Maria de Jesus </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: José Ernandes Reis Santos&nbsp;<br><br>Carolina Maria de Jesus</div><div>Carolina Maria de Jesus nasceu em sacramento, interior de Minas Gerais, no dia 14 de março de 1914, ela foi neta de escravos e filha de uma lavadeira analfabeta, Carolina cresceu em uma família com mais sete irmãos.&nbsp;</div><div>Apesar de pouco tempo na escola, Carolina logo desenvolveu o gosto pela leitura e pela escrita.</div><div>Em 1924, em busca de oportunidades, sua família mudou-se para Lageado, onde trabalharam como lavradores em uma fazenda. Em 1927, retornaram para Sacramento.</div><div>Morando em uma favela, durante a noite trabalha como catadora de papel. Lê tudo que recolhe e guarda as revistas que encontra.&nbsp; Estava sempre escrevendo o seu dia a dia.</div><div><br></div><div>Em 1941, depois de ter passado por varias dificuldades e sonhando e ser uma escritora, ela conseguiu ir até a redação do jornal Folha da Manhã com um poema que escreveu em louvor a Getúlio Vargas. No dia 24 de fevereiro, o seu poema e a sua foto foram publicados no jornal.</div><div><br></div><div>Em 1958, o repórter do jornal Folha da Noite, Audálio Dantas, foi designado para fazer uma reportagem sobre a favela do Canindé e, por acaso, uma das casas visitadas foi a de Carolina Maria de Jesus.&nbsp;</div><div>Carolina&nbsp; lhe mostrou o seu diário, surpreendendo o repórter. Audálio ficou maravilhado com a história daquela mulher.</div><div>Em 1958, o repórter do jornal Folha da Noite, Audálio Dantas, foi designado para fazer uma reportagem sobre a favela do Canindé e, por acaso, uma das casas visitadas foi a de Carolina Maria de Jesus.&nbsp;</div><div>Carolina Maria de Jesus um dos seus principal livro e best seller autobiográfico “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 20:16:29 UTC</pubDate>
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         <title>Lélia Gonzalez </title>
         <author>joanaoliveira35</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascida na cidade de Belo Horizonte, filha do ferroviário Accacio Joaquim de Almeida, e de Urcinda Serafim de Almeida, uma empregada doméstica indígena. Era a penúltima de 18 irmãos, entre eles o futebolista Jaime de Almeida, que jogou pelo Flamengo. O pai morreu quando ela ainda era criança. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1942. No início de sua vida no Rio, ela trabalhou como empregada doméstica e babá. Apesar das dificuldades, em 1954, Lélia concluiu os ensinos no Colégio Pedro II, tradicional instituição de ensino carioca. Graduou-se em História e Filosofia pela Universidade do Estado do Guanabara, atual Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e trabalhou como professora da rede pública de ensino. Fez o mestrado em comunicação social. No doutorado se especializou em antropologia política dedicando sua pesquisa em gênero e etnia. Começou então a se dedicar a pesquisas sobre relações de gênero e etnia. Foi professora de Cultura Brasileira na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, onde chefiou o departamento de Sociologia e Política. Lélia morreu no dia 11 de julho de 1994, vítima de um infarto, em sua casa no Cosme Velho, na cidade do Rio de Janeiro.<br><br><br><br>Livros<br>Festas populares no Brasil. Rio de Janeiro, Índex, 1987.<br>Lugar de negro (com Carlos Hasenbalg). Rio de Janeiro, Marco Zero, 1982. 115p. p. 9-66. (Coleção 2 Pontos, 3.).<br>Por um Feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar[14<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 20:41:32 UTC</pubDate>
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         <title>Jenyffer Nascimento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nome: Ana Cláudia Carvalho Reis <br></strong><br>Escritora, ativista, feminista. Jenyffer Nascimento nasceu em 1984, na cidade de Paulista, em Pernambuco. É produtora e apreciadora de arte, frequentadora assídua de saraus nas periferias de São Paulo. O desejo de escrever acontece de forma prematura, ainda na infância em suas viagens literárias. É na adolescência que começa sua escrita com letras de Rap, maneira que encontrou de canalizar suas revoltas, angústias e esperanças.<br><br>Participou da coletânea Sarau do Binho e tem poemas publicados na antologia Pretextos de mulheres negras (2013), coletânea que contou com a participação de vinte e duas autoras. Seu primeiro trabalho individual é Terra fértil (Editora Mjiba, 2014). Em suas 170 páginas, a autora aborda o tema do amor, como no poema “Samba jazz” em que trata de um encontro entre pessoas de diferentes classes sociais. Sua relação com a cidade, principalmente a de São Paulo, também é um tema muito recorrente em seu livro, “Reféns da cidade”, “Em cinzas”, “Rio-São Paulo”, são alguns desses poemas. Questões sociais, orgulho negro, vivência da mulher negra, também estão presentes em sua obra.<br><br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-05 12:55:28 UTC</pubDate>
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         <title>Elizandra Souza</title>
         <author>raiannesantos16</author>
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         <description><![CDATA[<div>Elizandra Souza nasceu em 1983 na periferia de São Paulo e cresceu em Nova Soure, na Bahia. Voltou para a capital paulista em 1996, quando conheceu a cultura hip-hop. Foi a criadora do Mjiba, fanzine de poesia, que circulou entre 2001 e 2005, em 2004 a autora começou a frequentar os Saraus da Cooperifa. Posteriormente, participou do jornal experimental Becos e Vielas, com o objetivo de dar voz e visibilidade à cultura periférica. Em 2006, Elizandra ingressou no curso de jornalismo, e, a partir desse momento, recebeu convite da organização Ação Educativa para escrever a Agenda Cultural da Periferia.</div><div>Elizandra Souza deu início ao seu processo de escrita através de diários pessoais, até que em 2001 surgiu o Coletivo Mjiba em Ação, espaço político-cultural no qual descobriu sua identidade afro-brasileira e do qual é uma das lideranças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-05 14:44:34 UTC</pubDate>
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         <title>Djamila Ribeiro</title>
         <author>antonioneves11</author>
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         <description><![CDATA[<div>Djamila Taís Ribeiro dos Santos, nasceu em 01 de agosto de 1980, em Santos, São Paulo. Ela iniciou o contato com a militância ainda na infância. Uma das grandes influências foi o pai, estivador, militante e comunista, um homem que mesmo com pouco estudo formal, era culto.<br>&nbsp;O movimento feminista entrou na vida da filósofa aos 19 anos, quando conheceu a ONG Casa de Cultura da Mulher Negra, em Santos, onde trabalhou por cerca de quatro anos. Lá teve contato com obras de feministas e de mulheres negras e passou a estudar temas relacionados a gênero e raça. Graduou-se em Filosofia pela Unifesp, em 2012, e tornou-se mestre em Filosofia Política na mesma instituição, em 2015, com ênfase em teoria feminista. Em 2005, interrompeu uma graduação em Jornalismo. Suas principais atuações são nos seguintes temas: relações raciais e de gênero e feminismo.<br>&nbsp;É colunista online da CartaCapital, Blogueiras Negras e Revista Azmina e possui forte presença no ambiente digital, pois acredita que é importante apropriar a internet como uma ferramenta na militância das mulheres negras, já que, segundo Djamila, a “mídia hegemônica” costuma invisibilizá-las.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-05 21:33:44 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Firmina Dos Reis </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Giovanna Castelo de França&nbsp;<br><br>Maria Firmina dos Reis é uma escritora maranhense e romântica do século XIX, nascida em 11 de março de 1822 e falecida em 11 de novembro de 1917. Além de escritora, foi professora, musicista e a criadora da primeira escola mista do Brasil. Sua obra consiste em uma novela indianista chamada Gupeva (1861), o livro de poesias Cantos à beira- mar (1871), o conto A escrava &nbsp;(1887), além de composições musicais. Seu livro mais conhecido é Úrsula, romance abolicionista de 1859.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-06 01:31:04 UTC</pubDate>
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         <title>Esmeralda ribeiro </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome:Grasiele de Castro Silva<br><br>Escritora, jornalista e coordenadora do grupo Quilombhoje, Esmeralda participa de palestras e seminários abordando sua experiência como escritora. Além de poemas em coletâneas nacionais e internacionais, Malungos e Milongas é um livro de contos publicado pela autora. Sobre como iniciou sua carreira literária, Esmeralda diz “A morte, a dor, o amor e a saudade foram sentimentos que deram outro ritmo a minha vida; foi em 1978 com o falecimento do meu pai que escrevi um poema em prosa intitulado Sábado, com esse poema andei por caminhos até acabar com a minha solidão literária. Meus temas preferidos são suspense, magia, surrealismo, policial”.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-06 02:05:00 UTC</pubDate>
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         <title>Alzira Rufino</title>
         <author>queilasilva35</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alzira dos Santos Rufino (Santos, 6 de julho de 1949) é uma enfermeira, escritora e ativista política brasileira atuante no Movimento Negro e no Movimento de Mulheres Negras. tá É referência na luta contra a violência à mulher e a favor dos direitos dos negros e se autointitula “batalhadora incansável pelos direitos da mulher, sobretudo da mulher negra”. Foi a primeira escritora negra a ter seu depoimento registrado pelo Museu de Literatura Mário de Andrade, de São Paulo. Poeta e contista com várias publicações em Cadernos negros, a autora recebeu prêmios em concursos de poesia de várias cidades brasileiras. Sua produção afina-se com a tendência da chamada “Geração Quilombhoje”, no sentido de uma literatura empenhada em promover a cultura afro-brasileira, a autoestima da população afro-descendente e o combate a todos os tipos de discriminação racial. Outro detalhe significativo é o ponto de vista adotado na escrita dos seus textos, o qual não ressalta apenas o olhar negro, mas o olhar negro e feminino.<br>&nbsp;<br>Algumas de suas obras:&nbsp;<br><br>Eu, mulher negra, resisto. Santos: edição da autora, 1988. (poesia).<br><br>Qual o quê. Local: Santos: edição da autora, 2006. (conto). Muriquinho, piquininho. Santos: edição da autora, 1989. (infantil).<br><br>A mulata do sapato lilás. Santos: edição da autora, 2007. (romance).<br><br>Alzira Rufino uma ativista feminegra. Santos: edição da autora, 2008. (minicontos, crônicas, editoriais da revista Eparrei).<br><br>Bolsa poética. Santos: Demar, 2010. (poesia).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 19:12:18 UTC</pubDate>
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