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      <title>Erasmus + SCH Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro | Maria Miguel Neves by EBS Ferreira de Castro</title>
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      <description>Projeto - 2024-1-PT01-KA121-SCH-000230125</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-17 16:21:48 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-22 19:53:48 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Expectativas:</title>
         <author>marianeves18377</author>
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         <description><![CDATA[<p>A participação no programa Erasmus é uma oportunidade única que traz consigo uma mistura de expectativas e entusiasmo.&nbsp;</p><p>O Erasmus oferece a oportunidade de explorar novos países, conhecer pessoas de diversas origens e criar laços interculturais, permitindo uma compreensão mais profunda da diversidade e promovendo a tolerância e o respeito pelas diferenças.</p><p>A minha principal motivação para esta candidatura reside no desejo de viver num ambiente internacional, que acredito ser um meio privilegiado para desenvolver competências essenciais, como a comunicação intercultural e a adaptabilidade. Anseio não só adquirir conhecimentos técnicos mais aprofundados na minha área de estudo, como também alargar a minha perspetiva através da partilha de experiências com colegas e professores de diferentes origens e formações.</p><p>Considero que o Erasmus é uma excelente oportunidade para fomentar o meu crescimento pessoal, incentivando-me a sair da minha zona de conforto e a enfrentar novos desafios com autonomia e resiliência. Estou convicta de que esta experiência contribuirá para a minha formação, preparando-me para os desafios de um mercado de trabalho cada vez mais difícil, onde competências como a flexibilidade e a capacidade de adaptação são altamente valorizadas.</p><p>Além disso, o contacto com outras culturas permitir-me-á adquirir uma visão mais crítica e abrangente, ao mesmo tempo que fortaleço a minha capacidade de trabalhar em equipa num contexto multicultural. Esta experiência será, sem dúvida, uma mais-valia para o meu percurso académico, profissional e pessoal, proporcionando-me vivências e aprendizagens que levarei comigo para toda a vida.</p><p>Outro aspeto entusiasmante é a possibilidade de aprender um pouco de uma nova língua, uma habilidade cada vez mais valorizada no mundo de hoje. Ao mesmo tempo, tenho a expectativa de conhecer a cultura local, seja através da gastronomia, das tradições ou do dia a dia da comunidade anfitriã.</p><p>Embora existam desafios, como a saudade de casa ou a adaptação a uma nova realidade, estes são vistos como oportunidades para fortalecer a capacidade de superação. Acima de tudo, espero que o Erasmus seja uma experiência transformadora, capaz de proporcionar memórias inesquecíveis e aprendizagens que durarão para toda a vida.</p><p>Concluindo, a participação no Erasmus é esperada como um momento marcante de crescimento pessoal, intercâmbio cultural e descoberta do mundo, deixando um impacto positivo e duradouro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-19 20:01:39 UTC</pubDate>
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         <title>Eu</title>
         <author>marianeves18377</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá!</p><p>Sou a Maria Neves do 12ºB. Estou no curso de ciências e tecnologias e esta é a minha primeira experiência sozinha fora de Portugal. Estou ansiosa que chegue o momento!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-05 19:14:33 UTC</pubDate>
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         <title>A juventude letã e os desafios contemporâneos da sociedade (perspetivas sobre a Letónia)</title>
         <author>marianeves18377</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/3kvd8bo18rth8o1j/wish/3419944167</link>
         <description><![CDATA[<p>A Letónia, país báltico com uma história marcada por ocupações e profundas transformações sociais, enfrenta hoje diversos desafios que influenciam a vida dos seus jovens. Desde a relação com os países vizinhos até à integração na União Europeia, passando pela preservação da identidade nacional, o impacto das redes sociais e a luta pela igualdade de género, a juventude letã cresce num contexto em constante mudança, tentando encontrar o seu lugar num mundo globalizado.</p><p><br></p><p>A relação com a Rússia e a Bielorrússia é particularmente complexa. A ocupação soviética deixou marcas profundas na memória coletiva do povo letão, e muitos jovens sentem uma distância cultural e política em relação à Rússia, sobretudo após a invasão da Ucrânia. Este contexto tem originado sentimentos de desconfiança e até desprezo, especialmente porque muitos russos residentes na Letónia se recusam a falar letão. Atualmente, o ensino da língua russa nas escolas foi descontinuado, sendo o russo usado apenas para comunicar com refugiados ucranianos.</p><p><br></p><p>Apesar destes desafios, a maioria dos letões sente um forte orgulho na sua cultura e na sua língua. No entanto, a presença de minorias russas e o passado soviético criam, por vezes, dilemas identitários, principalmente entre jovens cujos pais têm origens diferentes. Para reforçar a identidade nacional, celebram-se datas simbólicas como o Dia da Liberdade, o Dia dos Soldados e o Dia da Capital, Riga.</p><p><br></p><p>A educação na Letónia prepara os jovens para o mercado de trabalho, mas as oportunidades de emprego bem remunerado são limitadas. Por essa razão, muitos jovens optam por emigrar para outros países da União Europeia em busca de melhores condições de vida. Esta realidade é tão comum que já faz parte das expectativas de muitos jovens letões. O sistema educativo conta com apenas duas universidades e o ensino é obrigatório até ao nono ano. Além disso, em algumas escolas, como a de Saldus, foi implementada a proibição do uso de telemóveis durante o horário escolar, com o objetivo de melhorar a concentração, o desempenho académico e as relações interpessoais entre os alunos.<br></p><p>A União Europeia e a NATO são geralmente vistas de forma positiva. Os jovens sentem-se integrados na comunidade europeia e valorizam a segurança e as oportunidades proporcionadas por essa pertença. Os fundos da UE são essenciais para o desenvolvimento do país, e há uma sensação de maior proximidade com a Europa do que com o Ocidente em geral. Ainda assim, a preservação da independência cultural continua a ser uma prioridade.</p><p><br></p><p>As redes sociais e a cultura pop global também têm um forte impacto sobre os jovens letões. Muitos seguem tendências internacionais, mas há um esforço crescente para manter viva a cultura local. Os professores mostram-se preocupados com a introdução excessiva de expressões inglesas no letão, muitas vezes mal traduzidas, resultado da influência digital.<br></p><p>Em relação ao ambiente, os jovens estão cada vez mais conscientes das questões climáticas. Participam em movimentos ambientais e em ações como a limpeza de praias, já que a poluição das águas por fertilizantes é um problema relevante no país. Um exemplo de iniciativa ecológica eficaz é o sistema de compensação monetária pela reciclagem de garrafas.<br></p><p>O papel da mulher na sociedade letã tem evoluído significativamente. Apesar dos desafios ainda existentes, nomeadamente no acesso a cargos de liderança e na igualdade salarial, as mulheres têm conquistado espaço na política, na ciência e noutras áreas tradicionalmente dominadas por homens. A luta por igualdade continua a ser um tema central no debate público.<br></p><p>Em suma, os jovens letões vivem entre a preservação da identidade nacional e a adaptação às exigências de um mundo globalizado. As suas preocupações refletem um forte desejo de progresso, justiça social e sustentabilidade. Mesmo enfrentando desafios, demonstram uma grande capacidade de resiliência e vontade de construir um futuro melhor para si e para o seu país.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 16:10:06 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de bordo- 1º dia:</title>
         <author>marianeves18377</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/3kvd8bo18rth8o1j/wish/3419959427</link>
         <description><![CDATA[<p>(30 de março de 2025)</p><p>Sete horas da manhã marcava o relógio… Ainda o sol bocejava e já nós, estávamos a caminho do desconhecido.&nbsp;</p><p>Chegámos ao Aeroporto do Porto cheios de espírito aventureiro. O voo partiu por volta das dez horas e lá fomos nós, atravessando os céus, a caminho da primeira paragem: Copenhaga – terra de dinamarqueses sorridentes e preços que fazem chorar uma carteira.</p><p>Mal aterramos, foi hora do <em>ritual do check-in </em>das malas – também conhecido como “Será que a mala vai parar à China?” Felizmente, tudo correu bem e fomos almoçar. E aqui entra o momento alto da gastronomia do dia: eu, num ato de resistência patriótica, ataquei uns gloriosos panados <em>“made in Portugal”</em>, como quem diz ao mundo “podes tirar-me do país, mas não tiras o país de mim”.</p><p>Seguimos para Riga, e por volta das 20h (hora local, porque agora o fuso horário é uma realidade da minha vida), aterramos finalmente em solo letão! E que emoção! O ar bastante mais fresco, a língua com de <em>č</em>, <em>š</em> e outras consoantes malucas, e o entusiasmo de saber que os próximos dias prometem.</p><p>Fomos diretos para as casas dos nossos<em> </em>anfitriões. A minha anfitriã foi super simpática. Mostrou-me a casa apesar dos seus pais já estarem a dormir. Depois, o clássico: desfazer a mala, tentar perceber onde se enfiou o pijama e começar a processar tudo o que aconteceu neste.</p><p>Confesso: foi um dia cansativo. Viagens, aeroportos, malas, voos mas o alento de um novo começo. Estou exausta, mas feliz. É oficial: começou a aventura Erasmus na Letónia. Estou pronta para o festival de histórias, confusões culturais e memórias para a vida.</p><p><strong>Resumo do dia</strong>:<br> ✨ Quilómetros percorridos: muitos<br> ✈️ Voos apanhados: 2<br> 🍗 Panados ingeridos: 1 dose patriótica<br> 💤 Horas de sono: muito poucas<br> 📍Estado atual: cansada, mas de coração cheio</p><p>Letónia, prepara-te. Os tugas chegaram!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 16:20:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Diario de bordo- 2º dia:</title>
         <author>marianeves18377</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/3kvd8bo18rth8o1j/wish/3419971109</link>
         <description><![CDATA[<p>(31 de março de 2025)</p><p>O dia começou com um pequeno-almoço simples: nada de banquetes, só o essencial para pôr o cérebro a funcionar e evitar desfalecer durante as atividades.</p><p>Chegados à escola, fomos recebidos com um tour simpático… que rapidamente ganhou um toque explosivo. E não é força de expressão… Descobrimos que durante as obras no campo de desporto, foram encontradas DUAS bombas antigas! Sim, duas. Duas bombas. De verdade. Resultado? Tiveram de evacuar a escola na altura – nada como um mini apocalipse para animar um dia letão qualquer. Felizmente hoje estava tudo seguro. Pelo menos, é o que nos disseram com um sorriso meio nervoso.</p><p>Depois desta apresentação, realizamos atividades de <em>"warming up”. </em>Foram três joguinhos para quebrar o gelo, aprender nomes e rir muito. Deu para começar a decorar caras, países e talentos escondidos.</p><p>À hora de almoço, tivemos um choque gastronómico nível terremoto. A comida letã é... digamos... uma (desafiante) experiência. Muito diferente da portuguesa – e digo isto com saudades de um arroz a sério. Mas é Erasmus, não é Masterchef: há que comer e sobreviver!</p><p>À tarde fomos para um centro juvenil, onde entrámos diretamente no modo "atividade intensiva para mentes criativas". Primeiro desafio: ordenar-nos por datas de nascimento sem utilizar linguagem verbal. Já viram tentar explicar “14 de maio” com mímica? Eu parecia um calendário humano com tiques. Depois passámos para uma atividade sobre bullying, onde tivemos de nos posicionar fisicamente consoante a nossa opinião sobre frases desta temática – como por exemplo: “O bullying deve ser sempre denunciado”. Foi profundo e importante não só para a reflexão mas também para a tomada de consciência sobre este problema que afeta tantos jovens e adolescentes. A última atividade foi mais leve e deixou toda a gente bem disposta. Escrevemos elogios em post-its e colamos nas costas uns dos outros. Uma chuva de mensagens positivas que deixou até os mais rabugentos com um brilhozinho nos olhos.</p><p>Mais tarde, fomos passear e explorar a cidade de Saldus – que é pequena, e cheia de charme. Mas a grande aventura foi uma mini <em>road trip</em> até Kuldīga, com os nossos anfitriões. Jantámos pizza, mas nem queríamos acreditar que teríamos de terminar até às 8. Hora de fecho dos restaurantes.</p><p>Finalizamos o dia a ver a cascata mais larga da Europa e a subir uma torre de miragem com vista panorâmica.</p><p><strong>Resumo do dia</strong>:<br> 💣 Bombas encontradas: 2 (não fomos nós, juro)<br> 👋 Pessoas novas conhecidas: +20<br> 🍽 Choques gastronómicos: infinitos<br> 📌 Post-its com elogios: 7 nas costas e 2 no cabelo<br> 🌍 Locais visitados: Saldus, Kuldīga</p><p>A Letónia continua a surpreender – com atividades que mexem com os nossos sentimentos, e paisagens que nos deixam a suspirar por mais. Vamos com tudo, Erasmus!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 16:29:19 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de bordo- 3º dia:</title>
         <author>marianeves18377</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/3kvd8bo18rth8o1j/wish/3419978184</link>
         <description><![CDATA[<p>(1 de abril de 2025)</p><p>Começámos o dia com uma dose de cultura à moda letã: visita ao museu de Oskars Kalpaks, um nome importante por estas bandas. Para quem não o conhece (como eu), Kalpaks foi o primeiro comandante das Forças Armadas da Letónia — uma figura heróica na luta pela independência, uma espécie de super-homem letão.</p><p>O museu apresenta uma parte interior e outra exterior. Dentro podemos ver, peças históricas tais como uniformes e mapas, mas o mais surpreendente é a casa-museu rodeada por natureza, com maquinaria, bombas e até trincheiras recriadas que nos fazem imaginar como foi este tempo do passado.</p><p>Posteriormente, visitamos uma estação de caminhos de ferro onde visualizamos a sua neste país e participamos aos pares numa atividade em que conjuntamente tivemos de colocar um comboio em andamento.</p><p>Depois de uma viagem imersiva pela história, era mais que hora de alimentar o corpo. Fomos a um restaurante onde, surpreendentemente, a comida já era uma versão melhorada, mas nada comparável à nossa. A sobremesa merece uma menção especial: substância difícil de definir, estranha, com uma textura gelatinosa e um formato muito semelhante à de um barquinho à deriva num mar doce.&nbsp;</p><p>À tarde, entramos no modo "vida rural letã" com a visita a uma quinta. E que quinta! Vacas simpáticas, avestruzes curiosas e pomares de maçã dignos de um postal. Tivemos o prazer de fazer festinhas às avestruzes (nota: o pescoço delas é basicamente um microfone com penas) e até lhes demos comida — experiência sensorial de alto nível. No fim, ainda trouxemos umas maçãs do pomar, não fosse a fome apertar.</p><p>Chegados novamente à escola, começamos a preparar a nossa apresentação de grupo para um concurso semelhante ao programa “A tua cara não me é estranha” onde&nbsp; toda a escola participa e há inclusive um júri</p><p>À noite, o jantar foi por conta da anfitriã da Dianabel, ao qual se seguiu uma festa na casa da Alise. Experimentei pela primeira vez sauna e jacuzzi em clima letão! Imaginem: lá fora, quase 0ºC enquanto lá dentro, estavam 45ºC de puro bem estar e relaxamento. Sair do calor e enfrentar o frio cá fora foi como se levasse choques elétricos.</p><p>Neste dia, foi bonito perceber como o povo letão é profundamente patriótico, consciente da sua história e orgulhoso da sua identidade. Saí dele com mais cultura e menos preconceitos. E talvez com os poros mais limpos depois da sauna.</p><p><strong>Resumo do dia</strong>: <br> 🍽 Sobremesas estranhas: 1 (barquinho flutuante?)<br> 🦙 Avestruzes alimentadas: nenhuma, tive medo de levar uma bicada<br> 🍎 Maçãs transportadas “ilegalmente” no bolso: 4<br> 🧖‍♂️ Spa (sauna/jacuzzi): ✅<br> 🧠 Reflexões geopolíticas: profundas e inesperadas<br> 📍Estado atual: relaxado, com cheiro a maçã na mochila</p><p>Letónia, tu estás cheia de surpresas — e eu estou aqui para as abraçar!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 16:33:50 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de bordo- 4º dia:</title>
         <author>marianeves18377</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/3kvd8bo18rth8o1j/wish/3419986660</link>
         <description><![CDATA[<p>(dia 2 de abril de 2025)</p><p>Hoje o dia começou com um verdadeiro choque cerebral. Tive uma aula de Matemática na qual percebi que o formulário de exame aqui parece uma enciclopédia em comparação com o nosso. Senti-me simultaneamente admirada e injustiçada.</p><p>De seguida, foi tempo de mergulhar na aula de Letão. Fizemos várias atividades que nos proporcionaram momentos divertidos e de interação com os colegas da turma dos nossos anfitriões.</p><p>Depois das aulas, tivemos uma sessão interessante com os alunos letões. Fizemos-lhes perguntas sobre vários temas, nomeadamente o uso dos telemóveis na escola; questões geopolíticas e o sistema de ensino. Constatamos que os letões valorizam a sua posiçãona Europa e a importância de pertencerem à NATO.</p><p>À tarde, visitamos uma empresa chamada Koptelpa. Uma experiência fora da caixa! A Koptelpa é uma empresa criativa dedicada à inovação e comunicação visual, com projetos ligados à sustentabilidade, design e até tecnologia educativa. O espaço era super moderno, quase futurista, com um ambiente jovem e descontraído. Lá, tivemos a sorte de provar caramelos típicos da Letónia, daqueles que colam aos dentes e ao coração. E como se não bastasse a glicose nacional, ainda fomos comer gelado — porque o frio não se combate, saboreia-se.</p><p>O clímax do dia foi mais uma festa na escola, desta vez com pizza e cinema. Vimos o filme “Flow”, que recebeu recentemente um Óscar! Um filme diferente, contemplativo e cheio de mensagens sobre o mundo moderno.</p><p>À noite, aventurei-me em novas experiências gustativas. Provei "root beer", que, apesar do nome enganador não tem álcool — em português chama-se cerveja de raiz e sabe a mistura de medicamento com pastilha elástica... Ainda não sei bem se gostei.<br>Mas o maior <em>plot twist</em> da noite foi a sobremesa: um “gelado” feito de queijo de cabra.<br>Resultado: papilas gustativas ao rubro!</p><p><strong>Resumo do dia</strong>:<br> 📚 Fórmulas que me traumatizaram: incontáveis<br> 🍬 Caramelos com selo letão: 1 <br> 🍕 Fatias de pizza: confidencial<br> 🎥 Filme Oscarizado: visto e debatido<br> 🧀 Gelado de queijo de cabra: provado mas não aprovado<br> 🍺 Root beer: provado com cautela</p><p>A Letónia continua a ser uma montanha-russa de novas experiências — umas saborosas, outras desafiantes, mas todas memoráveis. Amanhã há mais!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 16:39:42 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de bordo- 5º dia:</title>
         <author>marianeves18377</author>
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         <description><![CDATA[<p>(dia 3 de abril de 2025)</p><p>Hoje o dia começou com a visita à fábrica de cimento Schwenk. E que visita! A Schwenk é uma das maiores fábricas da Letónia, especializada em cimento de qualidade de topo e com um sistema de produção super moderno e ecológico.</p><p>O ponto alto da visita foi, sem dúvida, a entrada na sala de painéis de controlo. Aquilo parecia uma nave espacial! Monitores gigantes, gráficos por todo o lado, e técnicos com ar de quem controlava a NASA, mas versão cimento. Foi incrível ver como tudo funciona ao milímetro e perceber a importância de uma indústria que, embora pouco falada, sustenta metade do mundo que pisamos.</p><p>Depois da fábrica e ainda com pó industrial na alma, fomos fazer algo completamente diferente: patinagem no gelo. Sim, em pleno Erasmus, lá fomos nós dar voltas (ou quedas) no ringue. Para alguns foi estilo olímpico, para outros... estilo pinguim recém-nascido. Mas no fundo, rimo-nos todos e ninguém partiu nada — só o orgulho de quem achava que sabia patinar.</p><p>Voltamos à cantina da escola. Já é rotina e o estômago vai-se habituando. Hoje até estava aceitável — ou então já estamos a entrar no modo letão.</p><p>À tarde chegou o momento que todos esperávamos: a&nbsp; comitiva portuguesa a imitar um grupo musical da Letónia. Escolhemos a música “<em>He, She, You &amp; Me</em>” da Eurovisão, vestimo-nos a rigor, e demos tudo. Passos sincronizados? Nem por isso. Estilo tuga? A dar com força. A energia estava lá, o espírito também — e o público delirou. Portugal a representar a Letónia, porque Erasmus é isto: confusão geográfica com muito amor.</p><p>Depois foi a vez das outras turmas mostrarem os seus talentos — músicas, danças, coreografias com brilho e alma. E nós ali, nervosos, à espera dos resultados enquanto ouvíamos discursos intermináveis em letão, sem perceber nada a não ser o ocasional “Latvija” e “mūzika”.</p><p>Finalmente, após o suspense e uma eternidade (15 minutos reais, 3 horas emocionais), ganhámos o prémio de Escolha do Público! Ou seja: o povo falou mais alto, e&nbsp; decidiu que os Tugas reinaram. Aplausos, gritos de vitória — foi lindo.</p><p>De volta a casa, era tempo de fazer as malas, porque no dia seguinte rumariamos à capital. Mas antes, claro, havia uma última festa para fechar com chave de ouro.</p><p>Agora... aqui entra a parte que está sob sigilo Erasmus. O que se passou na Letónia naquele dia, fica na Letónia. Só posso dizer que foi épico, que a Letónia sabe mesmo como animar uma noite, e que cheguei à cama por volta das 3 da manhã com um sorriso nos lábios.</p><p><strong>Resumo do dia</strong>:<br> 🧊 Quedas na patinagem: estatisticamente aceitáveis<br> 🏆 Prémio do Público: NOSSO!<br> 🎒 Malas feitas: em modo Tetris<br> 🎉 Festa: top secret (mas incrível)</p><p>Amanhã partimos para Riga. Mas hoje… hoje fomos estrelas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 16:50:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Diário de bordo- 6º dia:</title>
         <author>marianeves18377</author>
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         <description><![CDATA[<p>(dia 5 de abril 2025)</p><p>O último dia em Saldus começou com um misto de emoções: por um lado, o cansaço acumulado e a mala já meio aberta a gritar “Riga, aqui vamos!”, por outro, a tristeza de perceber que estávamos a chegar ao fim desta aventura única.</p><p>De manhã, fomos à escola onde tudo começou, e ali, em modo cerimonial e com direito a palmas e sorrisos orgulhosos, recebemos os nossos diplomas de participação. O papel pode ser leve, mas o vem carregado de significado.</p><p>Chegou então a parte mais difícil: despedirmo-nos da nossa família letã, que, em poucos dias, nos abriu a porta de casa, partilhou refeições, risos e até nos ouviu resmungar com o despertador. As palavras foram poucas, os abraços apertados, e o coração já começava a ficar em modo manteiga derretida.</p><p>Com olhos ainda brilhantes (vamos fingir que era só do vento), partimos rumo a Riga, a capital letã, e entrámos no modo “turista explorador”. A primeira paragem foi no Museu da Liberdade da Letónia, um espaço que retrata de forma poderosa a luta do povo letão pela sua independência. Imagens, documentos, objetos do passado — tudo a gritar uma história de resistência e identidade nacional. Saímos de lá mais informados… e mais comovidos.</p><p>Depois, seguimos pelas ruas encantadoras do centro histórico de Riga — ruelas com casinhas de mil cores, arquitetura que mistura o medieval com o <em>art nouveau</em>. Visitamos a imponente Igreja de S. Peter, que se ergue como guardiã da cidade e oferece vistas de cortar a respiração.</p><p>Claro que também houve tempo para a parte das lembranças! Ímanes, postais, copos, camisolas e até sacos de caramelos desde que estivesse timbrada a bandeira letã.</p><p>Regressamos ao hotel e descobrimos onde iríamos ficar instalados. Rapidamente fomos assolados pelo sentimento de que “é aqui que tudo termina”.<br>Por volta das 18h, chegou a grande despedida. A maior parte deles foi-se embora, e com eles, uma parte de nós também. Os abraços eram longos, as palavras curtas, e as lágrimas? Bom… saldo emocional negativo. Senti que a fonte dos olhos não ia secar tão cedo.</p><p>Três deles ficaram um pouco mais, e fomos jantar todos juntos no McDonald’s. Foi um momento mais leve, mais descontraído, mas sabíamos que o fim estava a minutos de acontecer. Fomos levá-los à estação de autocarro… e pronto, lá estavam as lágrimas outra vez. Repetição do drama, versão final.</p><p>De regressso ao hotel, tivemos uma reunião com os professores, que nos deram feedback super positivo sobre o nosso desempenho no projeto. Foi bom sentir que, além de memórias, levamos também orgulho e reconhecimento.</p><p>Depois… banho, pijama, e um último momento de convívio com o grupo português. Rimos, recordamos momentos, recontamos piadas internas e ficámos ali, a saborear o fim como se fosse um chocolate a derreter lentamente.</p><p><strong>Resumo do dia</strong>:<br> 🎓 Diplomas: recebidos com orgulho<br> 🏛 Museu da Liberdade: tocante e inspirador<br> 🛍 Lembranças: compradas com espírito patriótico<br> 😭 Despedidas: nota 11 em drama<br> 🍟 Último jantar com os letões: McEmocional<br> 📋 Reunião com professores: só elogios<br> 🛌 Cama: merecida e melancólica</p><p>Amanhã é dia de regresso. Mas hoje? Hoje deixámos um pedacinho de nós na Letónia.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 16:56:47 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de bordo- 7º e 8º dia:</title>
         <author>marianeves18377</author>
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         <description><![CDATA[<p>(dias 6 e 7 de abril de 2025)</p><p>O último dia começou diferente, com alguma magia à mistura: estava a nevar! Pela primeira vez na vida vi aqueles floquinhos brancos a cair do céu como se o universo tivesse decidido dar-me uma despedida cinematográfica. Acordámos um pouco mais tarde, tomamos o pequeno-almoço com aquele silêncio cúmplice de quem sabe que está a viver os últimos momentos de uma grande aventura e fizemos as malas.</p><p>Depois saímos para mais uma volta por Riga, mas havia algo no ar — e não era só o frio de rachar — faltava qualquer coisa. Ou melhor, faltavam “eles”, os letões. A ausência deles tornou tudo mais calmo, mas também mais melancólico. As ruas não eram as mesmas sem aquelas vozes, aqueles risos e aquele sotaque báltico.</p><p>Visitamos o mercado municipal onde pudemos ver bancas multicolores, cheias de coisas que não sabíamos bem o que eram, mas que pareciam apetitosas ou pelo menos eram fotogênicas. De seguida, caminhamos até ao Gueto de Riga, mas não nos foi permitido visitá-lo já que estava fechado.</p><p>À tarde fomos a dois dos monumentos mais famosos da cidade: a Casa dos Gatos, que tem uns felinos de pedra a espreitar dos telhados com ar de quem vê tudo e sabe todos os segredos da cidade e a Casa dos Três Irmãos, que são três casas antigas com estilos arquitetônicos diferentes, lado a lado como membros de uma família unida.</p><p>Depois disso… o frio apertou. E não foi um frio qualquer, foi daqueles que corta o pensamento. Estavam 6ºC negativos, por isso decidimos refugiarmo-nos nas lojas, onde o ambiente estava bem mais quente: uns agradáveis 15ºC.</p><p>Chegou o nosso último jantar na Letónia, com sabor a fim, mas também a gratidão. Seguimos para a paragem do autocarro que nos levou ao aeroporto. A viagem foi uma espécie de túnel do tempo emocional, onde já não havia energia para processar mais nada.</p><p>No aeroporto, fizemos o check-in, e a partir daí… blackout.<br>Dormi nas cadeiras, no chão, em ambos os aviões, e acho que até dorme de olhos abertos uma vez. Só me lembro de, por volta das 9h30 da manhã, sentir aquele sol português a bater-me na cara como quem diz “Bem-vinda de volta, heroína das aventuras bálticas”.</p><p>Mas calma — ainda havia drama para o último ato: quase metade das malas chegaram partidas, inclusive a minha. Parecia um episódio de “Perdidos e Achados – versão violenta”.</p><p>Voltamos para OAZ, onde só me lembro do abraço dos meus pais, de almoçar uma boa francesinha (pedido especial), deitadar-me no sofá e de, pouco depois, já ser noite novamente.</p><p>Resumo final do dia (e da viagem):<br> ❄️ Primeira neve: marcada no coração<br> 👜 Mala: R.I.P.<br> 😴 Dormidas em sítios inusitados: 5/5 estrelas<br> 🇵🇹 Calor português: abençoado</p><p>&nbsp;🤩 Experiência: a recordar para sempre<br> 🧠 Memória do dia: só fragmentos<br> ❤️ Coração: cheio, cheio, cheio</p><p><br></p><p>E assim acabou esta aventura Erasmus na Letónia.<br>Cansativo? Muito.<br>Inesquecível? Também.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 17:07:25 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão final</title>
         <author>marianeves18377</author>
         <link>https://padlet.com/aefcastrooaz/3kvd8bo18rth8o1j/wish/3420213427</link>
         <description><![CDATA[<p>Participar neste projeto Erasmus foi uma experiência única que contribuiu imenso para o meu desenvolvimento pessoal. Aprendi a ser mais independente, ganhei confiança e aprimorei a minha capacidade de adaptação a novas culturas. Desenvolvi competências como a comunicação intercultural, o trabalho em equipa e a resolução de problemas. Enfrentei desafios, como a saudade de casa e da comida, mas superei-os com abertura, paciência e vontade de aprender. A experiência superou as minhas expectativas e marcou-me profundamente. No futuro, sinto-me mais preparada para enfrentar novos contextos, tanto pessoais como profissionais. </p><p><br/></p><p>Se eu pudesse dizer alguma coisa à Maria que está neste momento com medo de clicar no botão para se candidatar, eu diria-lhe que apesar dos medos que tem para se arriscar, porque serão as duas melhores semanas da sua vida. A quem pensa participar, digo: aproveitem tudo, arrisquem, e não tenham medo de sair da vossa zona de conforto. Vale mesmo a pena!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 19:48:59 UTC</pubDate>
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         <title>Cidadania Europeia</title>
         <author>marianeves18377</author>
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         <description><![CDATA[<p>A identidade e os valores europeus baseiam-se em princípios fundamentais como a dignidade humana, liberdade, democracia, igualdade, Estado de direito e respeito pelos direitos humanos. Esses valores sustentam a convivência entre os países da União Europeia e promovem uma sociedade mais justa e inclusiva.</p><p>O programa Erasmus+ desempenha um papel essencial na promoção da cidadania europeia, ao proporcionar experiências educacionais interculturais que fortalecem a consciência europeia. Além disso, enfrenta desafios relevantes como o combate à desinformação, a promoção da inclusão de minorias e migrantes, e o incentivo à participação ativa nos processos democráticos. Por meio da educação, o Erasmus+ contribui para uma Europa mais coesa, democrática e resiliente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 19:53:47 UTC</pubDate>
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