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      <title>Problema 2 - Tutoria 3  by Mariana Sivieri</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-30 12:04:54 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tutoria (27/03)<br><strong>Arthur</strong>: Consequências fisiológicas da hormonioterapia, do uso de estrógenos e da orquiectomia (testosterona).<br><br><strong>Mariana</strong>: Médico da equipe de SF do bairro; falta de comunicação entre os profissionais de diferentes especialidades; caminho de comunicação na rede de assistência. Tendência de surgir subespecialidade.<br><br><strong>Vanessa</strong>: Como trabalhar a saúde trans? Qual a abordagem?<br><br><strong>Capucci</strong>: Entender os valores de referência. Por que a pressão arterial está alta? Manual do Ministério da Saúde<br><br><strong>Felipe</strong>: O fato de ser negra influencia em alguns resultados dos exames.<br><br><strong>Paulo</strong>: Análise do perfil lipídico.<br><br><strong>Maria Teresa</strong>: Influência da hepatoesplenomegalia.<br><br><strong>Nat</strong>: Aumento da mama (feminino ou patológico). O uso de estrógeno pode favorecer? Reajuste hormonal.<br><br><strong>Dudu/Gabriel</strong>: Problemas no fígado e no baço. Icterícia e ascite.<br>Persistência dos sintomas (retorno após 15 dias).<br><br>IMC = 27.6<br><br><strong>Bia</strong>: Resultados de hemograma de homens e de mulheres são diferentes. Olhar tanto pelo aspecto feminino quanto pelo masculino ou só por um?<br><br><strong>Júlia/Brenda</strong>: Efeitos colaterais da hormonioterapia a longo prazo. Consequências gerais.<br><br><strong>Lécio</strong>: Tratamentos instáveis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 15:59:07 UTC</pubDate>
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         <title>Consequencias da hormonioterapia (arthur)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No caso de mulheres trans, o estrogênio tem efeitos que acentuam uma aparência feminina, como: a gordura começa a ser mais distribuída pelos quadris e o tamanho do órgão reprodutor pode ficar ligeiramente reduzido, a massa muscular e a energia que podem ser reduzidas.</div><div>Os pelos também ficam mais fracos, e com isso muitas mulheres trans associam a hormonioterapia para adiantar tratamentos à laser e outras técnicas de depilação definitiva. Apesar desse efeito benéfico causado pelo estrogênio, a calvície masculina não é necessariamente revertida.<br>A maioria das modificações se desenvolvem de&nbsp; forma lenta. Alguns efeitos começam após alguns meses de terapia hormonal e podem ser irreversíveis, como o grave da voz em homens trans e o crescimento de seios em mulheres trans.<br><br><a href="https://hilab.com.br/blog/transicao-hormonal-transgenero/">https://hilab.com.br/blog/transicao-hormonal-transgenero/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:07:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>A terapia hormonal, também conhecida como estrogenioterapia, é utilizada para iniciar o processo de feminização de mulheres transgênero, a fim de promover o aparecimento de características sexuais secundárias, promovendo o bem-estar físico, mental e emocional da paciente. Dessa maneira, a hormonioterapia tem como objetivo o aparecimento e desenvolvimento das mamas, redução das características masculinas, como pelos faciais e corporais. Entretanto, após três meses de terapia pode-se notar mudanças como a redução de massa muscular, libido, ereções espontâneas, volume 🤬 e atrofia prostática (SBPC/ML, SBEM e CBR, 2019).<br><br>o risco/benefício esperado com a hormonioterapia, tais como: redistribuição da gordura corporal, diminuição da massa e força muscular, redução do desejo sexual, ereções espontâneas, disfunção sexual masculina, redução do volume 🤬, diminuição da produção de espermatozóides, suavização da pele e redução da oleosidade, mudança de voz e crescimento mamário.<br><br>Evento adverso: acidente vascular cerebral (AVC), flebites (inflamação na parede venosa das veias varicosas da perna), infarto do miocárdio ou outras sequelas graves importantes.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:14:10 UTC</pubDate>
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         <title>Hepatoesplenomegalia associada com tratamento de hormonioterapia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549050743</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre as diversas alternativas terapêuticas com estrógenos, a via oral é a mais utilizada por ter menor custo e pela comodidade para as pacientes. Entretanto,após a absorção intestinal, a passagem dos estrógenos pelo fígado induz o aumento da síntese de várias proteínas, como fatores de coagulação, angiotensinogênio e globulina carreadora dos esteróides sexuais (SHBG), o que pode causar hipercoagulabilidade, aumento da pressão arterial e diminuição da fração livre dos estrogênios circulantes, respectivamente (6).<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:14:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549052111</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://doi.org/10.1590/S0004-27302008000500023" />
         <pubDate>2023-04-10 17:15:30 UTC</pubDate>
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         <title>Subespecialidades e a falta de comunicação entre os profissionais </title>
         <author>marianasivieri</author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549053387</link>
         <description><![CDATA[<div>O médico de Saúde da Família é especialista no atendimento básico do paciente, ou seja, ele atende o paciente como um todo. Em todos os seus sintomas, idades e gênero. Entretanto, ainda há um retrocesso na saúde TRANS, que requer novos estudos e um tratamento específico.<br><br>A comunicação integrada é um aspecto de extrema importância atualmente na área da saúde, seja ela entre profissionais, seja entre profissionais e paciente, ou até mesmo entre instituição e o público.<br><br>Um problema é a falta de comunicação entre os profissionais, se há uma subespecialização da medicina, um médico encaminha para o outro e isso dificulta um diagnóstico abrangente, observando todos os aspectos da paciente.&nbsp;<br><br>O médico da Família tem esse ponto positivo, ele somente encaminha quando há um diagnóstico não recorrente. Mas, o acompanhamento é essencial e faz parte da sua especificidade. Dani recorreu a unidade básica de atendimento, primeiramente, porém seria de extrema importância se ela já tivesse tido um acompanhamento anteriormente, com ginecologista, o próprio Médico de Saúde e Família.&nbsp;<br><br>Fatores que podem auxiliar nessa comunicação entre as subespecialidades, sabendo que essa é a realidade atual, o prontuário eletrônico. Dentro do âmbito da comunicação integrada, o prontuário eletrônico é a técnica que mais se destaca. Clínicas e hospitais já armazenam todos os dados relativos a pacientes em computadores, sem a necessidade de guardar fisicamente muitos papéis e exames. É possível ver todos os atendimentos do paciente, acessar receituários e resultados de exames.&nbsp;<br><br>E uma comunicação efetiva entre profissionais, como os pacientes normalmente estão em situações delicadas, é importante que as informações sejam analisadas de maneira rápida e precisa.&nbsp;</div><div><br></div><div>Uma boa comunicação integrada. Posso concluir que uma comunicação efetiva entre profissionais de saúde, médicos e pacientes, e instituição é essencial para o bom andamento dos processos da instituição.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:16:44 UTC</pubDate>
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         <title>Consequencias da orquiectomia (arthur)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>orquiectomia parcial</strong> ou <em>cirurgia poupadora do testículo</em> é uma cirurgia indicada para remoção de tumores pequenos, que podem ser malignos ou benignos. Assim, o seu principal objetivo é preservar a função dos testículos, mantendo a produção de espermatozóides e/ou de <strong><em>testosterona</em></strong>.<br><br> A orquiectomia bilateral ainda permanece como o padrão-ouro de tratamento, resultando em problemas como infertilidade, reposição contínua de androgênios e alterações psicológicas devido à castração precoce. <br><br><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Orquiectomia">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Orquiectomia</a><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Orquiectomia" />
         <pubDate>2023-04-10 17:17:06 UTC</pubDate>
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         <title>Fato de ser negra </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na epidemiologia da HA chamaram de mediato a atenção as elevadas prevalências da doença em negros americanos (5), incluída entre as mundialmente mais elevadas (20% a 71%),</div><div>fortemente associada ao sobrepeso ou obesidade, diabetes ou intolerância à glicose, estratos</div><div>sociais mais baixos e baixa escolaridade, história familiar positiva para a doença, homens antes dos 50 e em mulheres a partir da menopausa, dieta rica em sal (5) e pobre em cálcio, HAS isolada</div><div>em idosos.</div><div>44</div><div>HIPERTENSÃO ARTERIAL</div><div>Na presença de qualquer dessas situações, nos Estados Unidos, a HA tem sido, sempre, até 2</div><div>vezes maior entre os afro-americanos (6). Os negros desenvolvem HA em idades mais precoces do que os brancos e detêm as taxas mais elevadas de HA severa - estágio 3 (4) (5) (7). As diferenças raciais expressam-se desde criança, tornando-se significante na adolescência (5).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:18:12 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamentos Instáveis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A hormonioterapia é um dos recursos disponíveis para a transição de gênero de mulheres trans, cujo sexo designado no nascimento foi o masculino, mas que se identificam e se expressam no feminino. O objetivo da terapia hormonal feminizante é promover mudanças corporais que fazem com que a aparência física da pessoa esteja de acordo com sua identidade de gênero, proporcionando maior bem-estar físico, mental e emocional.&nbsp;<br><br></div><div>É muito importante que a hormonioterapia seja feita sob orientação médica, depois de realizada a avaliação e os exames necessários para tal. <strong>Os hormônios não devem ser usados por conta própria. </strong><br><br>A instabilidade do tratamento pode acarretar em diferentes efeitos colaterais para o paciente que procura a hormônio terapia. Os hormônios podem oferecer riscos à saúde quando usados de maneira irregular, em doses muito altas ou sem o acompanhamento clínico, que é essencial.&nbsp;<br><br></div><div>Segundo o médico, com o acompanhamento, os efeitos colaterais geralmente são administráveis e pode ser recomendada troca de hormônio, mudança na dose, no intervalo de uso ou via de administração. “Esses efeitos adversos são preveníveis e, com ajuda de endocrinologistas, outros esquemas podem ser propostos com mais segurança”, afirma.&nbsp;<br><br></div><div>Sem a assistência e a orientação médica necessária, a pessoa pode não atingir as modificações físicas esperadas, não ter o controle de eventuais efeitos colaterais, e ter risco aumentado para surgimento de problemas como acidentes cardiovasculares e tromboembolismo (condição que inclui quadros de trombose e embolia pulmonar) devido ao uso de determinadas formulações hormonais.<br><br></div><div>O acompanhamento ambulatorial deve ser feito de forma individualizada, mas, em geral, os retornos acontecem a cada 4 ou 6 meses, se tudo estiver correndo dentro do esperado. “Pode ocorrer antes, por razões clínicas específicas, como para seguir eventual descontrole da <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/videos/animacoes/como-se-formam-as-placas-de-gordura-animacao-08/amp/"><strong>gordura no sangue</strong></a> (dislipidemia), da concentração de hemoglobina (eritrocitose), ou devido a alteração da <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-cronicas/hipertensao/saiba-como-interpretar-sua-medida-de-pressao-arterial/amp/"><strong>pressão arterial</strong></a>, labilidade de humor, ansiedade e quadros depressivos, por exemplo” <br><br><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/endocrinologia/como-funciona-a-hormonioterapia-para-mulheres-trans/amp/">https://drauziovarella.uol.com.br/endocrinologia/como-funciona-a-hormonioterapia-para-mulheres-trans/amp/</a><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:20:09 UTC</pubDate>
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         <title>Valores de referência Hemograma</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Valores em homens</div><div>&nbsp;<strong>Valores de referência do homem</strong><br><strong>Eritrograma</strong> |&nbsp; <br>Hemácias | 4.2 a 5.9 milhões/ µL<br>Hemoglobina | 13.0 a 18.0 g/dL<br>Hematócrito | 38 a 52%<br>VCM | 80.0 a 100.0 fL<br>HCM | 27.0 a 32.0 pg<br>CHCM | 31.0 a 36.0 g/dL<br>RDW | 10 a 16%<br><strong>Leucograma</strong> |&nbsp; <br>Leucócitos totais | 4000 a 11000/ µL<br>Neutrófilos bastonetes | 0 a 800/ µL<br>Neutrófilos segmentados | 1600 a 8000/ µL<br>Linfócitos | 900 a 4000/ µL<br>Monócitos | 100 a 1000/ µL<br>Eosinófilos | 0 a 500/ µL<br>Basófilos | 0 a 200/ µL<br><strong>Plaquetas</strong> | 140 000 a 450 000 µL<br><br>2. Valores em mulheres</div><div><strong>Valores de referência da mulher</strong><br><strong>Eritrograma</strong> |&nbsp; <br>Hemácias | 3.9 a 5.4 milhões/ µL<br>Hemoglobina | 12.0 a 16.0 g/dL<br>Hematócrito | 35 a 47%<br>VCM | 80.0 a 100.0 fL<br>HCM | 27.0 a 32.0 pg<br>CHCM | 31.0 a 36.0 g/dL<br>RDW | 10.0 a 16.0%<br><strong>Leucograma</strong> |&nbsp; <br>Leucócitos totais | 4000 a 11000/ µL<br>Neutrófilos bastonetes | 0 a 800/ µL<br>Neutrófilos segmentados | 1600 a 8000/ µL<br>Linfócitos | 900 a 4000/ µL<br>Monócitos | 100 a 1000/ µL<br>Eosinófilos | 0 a 500/ µL<br>Basófilos | 0 a 200/ µL<br><strong>Plaquetas</strong> | 150 000 a 450 000 µL<br><br></div><ul><li><strong>TGO: </strong>entre 5 e 40 U/L;</li><li><strong>TGP:</strong> entre 7 e 56 U/L.</li></ul><div>Como os níveis de TGO e TGP alteram quando ocorrem problemas no organismo, principalmente no fígado, alguns sintomas surgem em decorrência da doença de base. Assim, é possível perceber a ocorrência de:</div><ul><li>icterícia;</li><li>fezes claras;</li><li>escurecimento da urina;</li><li>perda de apetite;</li><li>náuseas e vômitos.</li></ul><div>Contudo, só é possível verificar se os níveis estão alterados por meio da realização de um exame de sangue. Logo, o médico é quem vai verificar essas alterações e recomendar aquilo que deve ser feito em seguida.</div><div>Diferentes problemas podem causar alterações na TGO e na TGP, como:</div><ul><li>hepatites;</li><li>cirrose;</li><li>gordura no fígado;</li><li>uso de drogas ou medicamentos;</li><li>infarto;</li><li>pancreatite aguda;</li><li>isquemia cardíaca;</li><li>lesões musculares;</li><li>obstrução das vias biliares.</li></ul><div><br>Bibliografia</div><ul><li>PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DE QUALIDADE . <em>Valores de referência hematológicos para adultos e crianças</em>. 2020. Disponível em: &lt;https://pncq.org.br/wp-content/uploads/2021/04/VRH2020.pdf&gt;. Acesso em 22 fev 2023</li><li>ROSENFELD, Luiz G.; MALTALL, Deborah C.; SZWARCWALD, Célia L. et al. <em>Valores de referência para exames laboratoriais de hemograma da população adulta brasileira: Pesquisa Nacional de Saúde</em>. Revista Brasileira de Epidemiologia. Vol 22. 2 ed; 2019</li></ul><div><br><br><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:20:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aumento da mama</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549060658</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:23:18 UTC</pubDate>
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         <title>Consequências da hormonioterapia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549065204</link>
         <description><![CDATA[<div>“Os riscos mais graves ao tomar estrogênio são a trombose, derrame, embolia pulmonar e o funcionamento alterado do fígado.”</div><div>Desse modo, considerando um aumento considerável da bilirrubina, pode haver uma obstrução da veia porta devido a um trombo. Nesse caso, poderia ocorrer um acúmulo de líquidos, que a paciente apresenta (quadro de ascite), além da hepatoesplenomegalia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:27:33 UTC</pubDate>
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         <title>COMO TRABALHAR A SAÚDE TRANS </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>- Saberemos se uma pessoa identifica-se como cis ou trans se perguntarmos e se ela sentir-se confortável para nos dizer. Da mesma forma, dentre as diversas possibilidades de existências trans e identidades políticas, cabe perguntar sobre a denominação com a qual a pessoa sente-se mais confortável. &nbsp;</div><div><br></div><div>- A palavra “hormonização” é preferida ao invés de “terapia hormonal cruzada” pela população trans, por esquivar-se da perspectiva medicalizadora à qual o termo “terapia” é associado.&nbsp;<br>- Apesar do Processo Transexualizador inicialmente considerar apenas serviços multiprofissionais especializados para a realização de hormonização, de acordo com protocolos e experiências internacionais e mesmo nacionais ela pode ser realizada na APS, ao considerar que profissionais da UBS possuem rede de apoio local e em serviços secundários ou terciários, com disponibilidade de uma equipe multiprofissional.&nbsp;<br>- Justifica-se a necessidade de acompanhamento da hormonização pela APS também pelo acesso mais facilitado ao serviço e rápida resposta após captação de demanda, pela integralidade e longitudinalidade inerentes ao nível assistencial de forma a garantir o seguimento em muitas oportunidades e realizar vigilância em saúde, pela possibilidade de orientação familiar e/ou comunitária com atuação intersetorial e junto aos equipamentos sociais locais, com possibilidade de reconhecer e cuidar de riscos e reduzir danos associados ao uso indevido de hormônios.&nbsp;<br>- Em casos clinicamente complexos, o nível de assistência secundário possivelmente precisará ser acessado e portanto é importante haver diálogo entre os níveis assistenciais.</div><div><br></div><div><br></div><div>- Processo Transexualizador do SUS, ampliado em 2013 (23), considera a realização de cirurgias a partir de 21 anos de idade e após 2 anos de acompanhamento com equipe multiprofissinal, porém uma resolução recente do CFM (24) reconhece a possibilidade das cirurgias serem realizadas aos 18 anos de idade após um ano de acompanhamento.&nbsp;<br>- Os serviços cirúrgicos que não realizam por esse tempo mínimo o acompanhamento multiprofissional precisam receber relatórios de outros profissionais (os famosos laudos) que descrevam o tempo de seguimento, a presença de comorbidades e tratamentos concretizados, avaliações de saúde mental realizadas e demais informações relevantes para o procedimento cirúrgico pretendido.</div><div><br></div><div>Nesses serviços específicos ainda falta ampliar a disponibilização de consultas para outras especialidades, como proctologia, ginecologia e até mesmo a clínica geral, para não ficar focado apenas nas questões hormonais. É importante que a rede de atendimento seja maior.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>No Brasil, o acesso aos procedimentos para a cirurgia de redesignação sexual pelo Sistema Único de Saúde (SUS) está previsto desde 2008, a partir da publicação da <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2008/prt0457_19_08_2008.html">portaria nº 457</a>. Em 2013, a <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt2803_19_11_2013.html">portaria 2.803</a> ampliou o atendimento para homens e mulheres transexuais</div><div><br></div><div>- Dos serviços de atenção primária, os usuários que desejam realizar a cirurgia de redesignação sexual devem ser encaminhados aos serviços especializados, ainda no contexto do SUS, nas modalidades ambulatorial e hospitalar, para dar andamento ao processo.<br><br><a href="https://www.sbmfc.org.br/noticias/o-atendimento-de-pessoas-trans-na-atencao-primaria-a-saude/">https://www.sbmfc.org.br/noticias/o-atendimento-de-pessoas-trans-na-atencao-primaria-a-saude/</a><br><br><br><a href="https://www.scielo.br/j/tes/a/NGpjbDZLqR78J8Hw4SRsHwL/?lang=pt">https://www.scielo.br/j/tes/a/NGpjbDZLqR78J8Hw4SRsHwL/?lang=pt</a><br><br><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dia-da-visibilidade-trans-acesso-integral-a-saude-ainda-enfrenta-grandes-desafios/">https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dia-da-visibilidade-trans-acesso-integral-a-saude-ainda-enfrenta-grandes-desafios/</a><br><br><a href="https://ufsb.edu.br/proaf/images/SEPSE/documentos/Cartilha_Nacional_de_Servi%C3%A7os_P%C3%BAblicos_de_Sa%C3%BAde_para_a_pessoa_trans.pdf">https://ufsb.edu.br/proaf/images/SEPSE/documentos/Cartilha_Nacional_de_Servi%C3%A7os_P%C3%BAblicos_de_Sa%C3%BAde_para_a_pessoa_trans.pdf</a><br><br><br>Vanessa Miranda Oliveira </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:28:58 UTC</pubDate>
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         <title>Consequencias fisiologicas da hormonioterapia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549069221</link>
         <description><![CDATA[<div>Objetivo-. Este estudo teve como objetivo verificar a influência da hormonioterapia em transexuais com desenvolvimento de câncer. Métodos - Para esta revisão sistemática foi utilizado o método prisma. Pesquisamos na PubMed/Medline estudos publicados entre 2011 e 2020 que relataram a ocorrência de câncer em transexuais depois da hormonioterapia. Incluímos estudos de casos, série de casos, estudo de coorte, caso- controle e caso clínico, com inclusão de 36 artigos que apresentaram desenvolvimento alguma neoplasia após início da hormonioterapia. Resultados- Foram apresentados 55 casos, porém apenas 51 casos foram identificados com neoplasias após hormonioterapia, sendo 26 casos de FtM e 25 casos de MtF com seguintes cânceres: mama, cervical, fígado, próstata, testículo e neovaginal. Conclusão- A grande maioria dos casos que foram diagnosticados com câncer relataram o uso de hormônios exógenos antes do diagnóstico.<br><br>Para mulheres trans, a reposição hormonal em transgêneros conta com o hormônio estrogênio, que tem como função desenvolver características sutis femininas. Veja quais são elas:<br><br></div><ul><li>gordura distribuída em quadris;</li><li>tamanho do testículo e pênis podem ser ligeiramente reduzidos;</li><li>massa muscular pode ser reduzida;</li><li>ereções podem passar a ser mais difíceis;</li><li>seios ficam reduzidos e irregulares, aumentando em tamanho;</li><li>crescimento em pêlos faciais e corporais podem se tornar mais fracos;</li><li>calvície de padrão masculino pode ser interrompida.</li></ul><div><br>Alguns dos riscos mais graves do uso do estrogênio e da testosterona são:<br><br></div><ul><li>trombose;</li><li>TVP (trombose venosa profunda);</li><li>embolia pulmonar (bloqueio de um vaso sanguíneo nos pulmões;</li><li>alterações da função hepática;</li><li>policitemia (aumento da produção de células vermelhas no sangue);</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:31:09 UTC</pubDate>
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         <title>Efeitos colaterais da hormonioterapia a longo prazo Brenda </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549069379</link>
         <description><![CDATA[<div>Alguns estudos mostram que há diversos fatores para o desenvolvimento de câncer (CA) e os tipos de CA que são acometidos11. Diante da relação endócrina e transexual a levantamentos de estudos científicos que questionam a relação do uso de hormônios com desenvolvimento de CA12–14. A monitoração do tratamento endócrino é de extrema importância para verificação de níveis hormonais no organismo, pois sabe-se que a alta dosagem supra fisiológica causa malefícios a saúde do indivíduo.</div><div><br></div><div>Em virtude dos resultados da pesquisa foi observado através do gráfico 1 uma comparação dos tipos de CA na população transexual, contendo números de casos, histórico familiar, média da idade e do tempo de exposição a terapia hormonal antes do diagnostico, conforme resultado da pesquisa foi observado que a média de idade foi superior a 40 anos, sendo que, apenas 2 tipos de CA tiveram idade inferior a 30 anos. Tendo em conta uma incidência maior de MtF que tiveram algum tipo de neoplasia depois dos 50 anos de idade, assim como a média de tempo de exposição a terapia hormonal foi maior que 30 anos nesses indivíduos, desse modo sendo a população com maior tempo de exposição a hormônios exógenos que desenvolveram CA. Sem considera que os FtM tiveram a maioria dos casos que apresentaram histórico familiar, além do número de casos de CA serem maiores nessa população. Os casos de CA de mama foram os que tiveram mais relatos de histórico familiar.</div><div><br></div><div><br></div><div><a href="https://web.archive.org/web/20210708102526id_/https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/download/30953/pdf">https://web.archive.org/web/20210708102526id_/https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/download/30953/pdf</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:31:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549070771</link>
         <description><![CDATA[<div>As causas de hepatoesplenomegalia podem ser de etiologia sistêmica ou localizada no fígado. A hepatoesplenomegalia dolorosa incluem hepatite aguda, como hepatite viral ou doença hepática induzida por drogas, incluindo hepatite alcoólica. Além disso, distúrbios de fluxo venoso prejudicado por exemplo, síndrome de Budd-Chiari, insuficiência cardíaca do lado direito podem cursar com hepatomegalia e dor.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:32:44 UTC</pubDate>
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         <title>Aumento da PA relação com ascite</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549071037</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse processo de lesão dificulta a circulação sanguínea e provoca um aumento de pressão no interior dos vasos sanguíneos, além da retenção de sódio e água, que se acumulam na cavidade abdominal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:32:59 UTC</pubDate>
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         <title>Perfil lipídico </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549077121</link>
         <description><![CDATA[<div>Introdução: A terapia com testosterona possui vários efeitos desejados, bem como efeitos adversos. Estes últimos estão descritos como colesterol HDL reduzido triglicerídeos aumentados.<br><br>Participaram 60 (sessenta) voluntários, divididos em Grupo experimental (GE) e Grupo Controle (GC). Houve um aumento significativo no índice de Massa Corporal em comparação com os valores basais, diminuição no HDL e aumento do LDL, significativamente. Houve um aumento significativo dos níveis de triglicerídeos e colesterol após 12 meses de tratamento.<br><br>Conclusão: A administração de testosterona exógena para homens transgêneros foi associada a alterações na composição corporal, perfil lipídico, função pulmonar e densidade mineral óssea. Estudos são necessários para avaliar os riscos a longo prazo da terapia de testosterona.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:38:45 UTC</pubDate>
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         <title>ERITROCITOSE </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549077629</link>
         <description><![CDATA[<div>Eritrocitose é o aumento da produção de glóbulos vermelhos (eritrócitos).&nbsp; A eritrocitose pode ser:&nbsp;<br><br></div><ul><li><strong>Primária</strong>: causada por um distúrbio das <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-do-sangue/biologia-do-sangue/forma%C3%A7%C3%A3o-das-c%C3%A9lulas-sangu%C3%ADneas">células formadoras de sangue</a></li><li><strong>Secundária</strong>: causada por um distúrbio que desencadeia o aumento da produção por células formadoras de sangue normais</li></ul><div>A <strong>eritrocitose primária</strong> surge em decorrência da <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-do-sangue/dist%C3%BArbios-mieloproliferativos/policitemia-vera">policitemia vera</a>, uma <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-do-sangue/dist%C3%BArbios-mieloproliferativos/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-neoplasias-mieloproliferativas">neoplasia mieloproliferativa</a> em que células anormais na medula óssea produzem glóbulos vermelhos em excesso, bem como números excessivos de glóbulos brancos e plaquetas. Ocasionalmente, somente a produção de glóbulos vermelhos é aumentada.<br><br></div><div>A <strong>eritrocitose secundária</strong> desenvolve-se em decorrência de um distúrbio que aumenta a secreção de eritropoietina. A eritropoietina é um hormônio produzido nos rins, que estimula a medula óssea a produzir glóbulos vermelhos. Ela pode ser causada por privação de oxigênio, que pode resultar, por exemplo, de:</div><ul><li>Tabagismo</li><li>Doença pulmonar grave, como a <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-pulmonares-e-das-vias-respirat%C3%B3rias/doen%C3%A7a-pulmonar-obstrutiva-cr%C3%B4nica-dpoc/doen%C3%A7a-pulmonar-obstrutiva-cr%C3%B4nica-dpoc">DPOC</a> (doença pulmonar obstrutiva crônica)</li><li><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-infantil/defeitos-cong%C3%AAnitos-do-cora%C3%A7%C3%A3o/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-defeitos-card%C3%ADacos">Defeitos congênitos do coração</a></li><li><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/les%C3%B5es-e-envenenamentos/envenenamento/intoxica%C3%A7%C3%A3o-por-mon%C3%B3xido-de-carbono">Intoxicação por monóxido de carbono</a></li><li>Grande altitude</li><li><strong>Tratamento com hormônios masculinos, como testosterona que estimula a produção de Eritropoietina (caso da paciente)</strong></li><li>Problemas renais, incluindo tumores, cistos e estreitamento das artérias que vão para os rins</li><li>Tumores do fígado, do cérebro ou da glândula adrenal&nbsp;</li><li>Distúrbios genéticos que afetam a produção de eritropoietina (eritrocitose congênita)</li></ul><div><strong>Pessoas com eritrocitose secundária podem manifestar</strong></div><ul><li>Fraqueza</li><li>Cansaço&nbsp;</li><li>Dor de cabeça</li><li>Tonturas</li><li>Falta de ar</li></ul><div><strong>Diagnóstico de eritrocitose</strong>&nbsp;</div><ul><li>Exames de sangue</li><li>Exames para determinar a causa&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><strong>Tratamento de eritrocitose</strong>&nbsp;</div><ul><li>Tratamento da causa</li><li>Flebotomia</li></ul><div><br><strong>BIBLIOGRAFIA<br></strong>Grunewald, Sabrine Teixeira Ferraz. "Avaliação e tratamento da eritrocitose secundária a hipóxia crônica." <em>Rev Med Minas Gerais</em> 2019.29 (2026).<br>NBR 6023 | GRUNEWALD, Sabrine Teixeira Ferraz. Avaliação e tratamento da eritrocitose secundária a hipóxia crônica. <strong>Rev Med Minas Gerais</strong>, v. 2019, n. 29, 2026.<br>APA | Grunewald, S. T. F. (2026). Avaliação e tratamento da eritrocitose secundária a hipóxia crônica. <em>Rev Med Minas Gerais</em>, <em>2019</em>(29).<strong><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:39:13 UTC</pubDate>
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         <title>Hemograma </title>
         <author>pavanbeatriz1</author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549082242</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:43:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549084063</link>
         <description><![CDATA[<div>As causas de hepatoesplenomegalia não dolorosa incluem doenças hepáticas crônica, incluindo cirrose hepática, Trombose das veias porta, hepática ou esplênica, doenças colestáticas (por exemplo, colangite biliar primária ou colangite esclerosante primária), distúrbios de armazenamento (por exemplo, lipídios, glicogênio) e distúrbios infiltrativos (por exemplo, amiloidose hepática).&nbsp;</div><div>Anemias hemolíticas agudas e crônicas, doença falciforme, leucemias agudas e crônicas, linfomas, Mieloma múltiplo e suas variantes, entre outras, são algumas causas sistêmicas que podem cursar com hepatoesplenomegalia de causa não hepática.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:45:36 UTC</pubDate>
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         <title>Problemas no fígado e baço. Icterícia e Ascite.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549091035</link>
         <description><![CDATA[<div>Aumento do volume do fígado (hepatomegalia) devido à degeneração/necrose, possivelmente causada por intoxicação (hormonoterapia-d. por esteatose/necrose) ou por metástases(d.hidrópica) . Tal aumento de volume pode ter levado à compressão do sistema porta e de ductos biliares. A compressão do sistema porta gera congestionamento da V. Porta e seus "ramos", como a v. Esplenica, o que leva ao aumento da pHidrostatica desses vasos, de modo a provocar o extravasamento de líquido, culminando na ascite e esplenomegalia (com possível degeneração hidrópica por hipóxia).<br>Com a compressão de vasos e ductos do fígado, tem-se a icterícia com causas pré-hepáticas (diminuição da chegada de bilirrubina direta ao fígado), hepáticas (morte de hepatócitos) e pós-hepáticas (compressão de ductos biliares).<br><br>Referências:&nbsp;<br>•BOGLIOLO, L.; BRASILEIRO FILHO, G. Patologia. 8ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.<br><br>•Kalil, Antonio Nocchi&nbsp;e&nbsp;Severa, Camila. Hepatectomia para metástases hepáticas de câncer de mama. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões [online]. 2005, v. 32, n. 5 [Acessado&nbsp;10 Abril 2023], pp. 285-286. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/S0100-69912005000500014&gt;. Epub 15&nbsp;Dez&nbsp;2005. ISSN 1809-4546. https://doi.org/10.1590/S0100-69912005000500014.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 17:52:29 UTC</pubDate>
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         <title>Hipercalcemia </title>
         <author>pavanbeatriz1</author>
         <link>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549144599</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Considera-se hipercalcemia quando o cálcio total ou ionizado encontra-se no limite superior da normalidade, com níveis superiores a 10, 5 mg/dl para o cálcio total.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A principal causa de hipercalcemia em pacientes ambulatoriais é o hiperparatireoidismo primário; entretanto, valores de cálcio total superiores a 13 mg/dl não são usuais nestes pacientes, e a presença de neoplasia deve ser investigada.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A presença de níveis elevados de cálcio pode ser causada por um problema nas glândulas paratireoides ou na dieta, câncer ou distúrbios que afetam os ossos. No início, a pessoa tem problemas digestivos, sente sede e pode urinar muito, mas se for grave, a hipercalcemia dá origem à confusão e acaba levando ao coma. Se não for reconhecido e tratado, o distúrbio pode ser fatal. Geralmente, a hipercalcemia é detectada durante exames de sangue de rotina. Beber uma grande quantidade de líquido pode ser suficiente, mas os diuréticos podem aumentar a excreção de cálcio e medicamentos podem ser usados ​​para retardar a liberação de cálcio dos ossos, se necessário.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; A maioria dos indivíduos com hipercalcemia apresenta&nbsp;<br>sintomas leves, inespecíficos ou ausentes. Os níveis séricos&nbsp;<br>de cálcio necessitam estar acima de 12 mg/dl para que o&nbsp;<br>indivíduo comece a apresentar disfunção gastrointestinal,&nbsp;<br>geralmente constipação; renal, principalmente poliúria e/<br>ou polidipsia, mas também há descrição de litíase renal, ne-<br>frocalcinose e insufi ciência renal; ou disfunção neurológica. Essas últimas podem variar desde sonolência e cansaço leves à depressão, cefaleia, fadiga, letargia, psicose, estupor&nbsp;<br>ou coma (3, 4, 9, 10). Sintomas inespecífi cos, como anorexia, náuseas ou vômitos, também podem estar presentes (6,&nbsp;9, 10). No sistema cardiovascular, podem ocorrer arritmias,&nbsp;tais como bradicardia, bloqueio atrioventricular, encurtamento do intervalo QT. Mais raramente, pode ocorrer em&nbsp;<br>pacientes com hiperparatireoidismo úlcera péptica, trombose venosa (3, 10, 11). A severidade dos sintomas depende do nível sérico de cálcio. Os sintomas costumam ser&nbsp;<br>mais exuberantes se a hipercalcemia se desenvolve rapidamente (3, 9). Manifestações neurológicas são consideradas&nbsp;como urgência e estes pacientes devem ser encaminhados&nbsp;<br>a um serviço de emergência rapidamente. Da mesma maneira, indivíduos com níveis séricos muito altos (cálcio total acima de 13,5 mg/dl) também devem ser considerados&nbsp;como urgência e encaminhados (3).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 18:44:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasivieri/3k35mcywdfl5yelb/wish/2549144599</guid>
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