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      <title>reinos africanos  by MIRELLA BEATRIZ MARINS SILVA DOS SANTOS</title>
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      <description>Natália, Isabella, Fernanda, Maria Rita e Mirella.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-11 21:45:15 UTC</pubDate>
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         <title>Escravidão africana </title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nos reinos africanos</strong>, <strong><em>a escravidão era um costume muito antigo</em></strong>. Prisioneiros de guerra eram&nbsp; escravizados e incorporados as famílias do grupo que os capturavam aumentando a força de trabalho do grupo. O indivíduo também podia tornar-se escravo por <strong>punição judicial </strong>ou roubo ou por <strong>dívida não paga.</strong><br><br><strong>Os escravos</strong> eram usados no trabalho <strong>agrícola, nas minas de ouro e sal, nos exércitos, nos serviços domésticos e urbanos.</strong> Tinha também <strong>escravos artesões, canoeiros e carregadores</strong>. As<strong> sociedades africanas</strong>, contudo, <strong>não eram escravocratas</strong>, ou seja, <strong><em>a escravidão não era a única e nem a principal situação da sociedade.</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 22:49:56 UTC</pubDate>
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         <title>Império Sahel - Reino de Gana </title>
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         <description><![CDATA[<div>O clima era mais moderado (estava <strong>entre deserto do Saara&nbsp; e a savana africana</strong>, isso permitiu um clima longo e&nbsp; seco de inverno e outro chuvoso e curto de verão além de vegetação abundantes). Uma região de <strong>planície</strong> onde eram fáceis as comunicações ( o que favoreceu a fundação de novas cidades, comércios ,formações de culturas...) mesmo entre povos que não falavam a mesma língua( <em>eles se comunicavam pelo comércio</em>). A sociedade era dividida entre pastores <strong><em>nômades</em></strong> e fazendeiros <strong><em>sedentários</em></strong>. <br>O controle dos entroncamentos ( <strong>encontros</strong>, <strong>articulação</strong>) de várias rotas transaarianas (rotas que atravessa ou utrpassam o Saara)&nbsp; e o comércio&nbsp; em busca do ouro que levaram o surgimento desse império juntamente com o reino Gana entre os séculos <strong>VI(4)</strong> e <strong>XIII(13)</strong>. <br><br>Gana ficou conhecido como <strong>reino do Ouro</strong>. Ouro em pó e ouro em pepitas juntamente com marfim ( que era os materiais dos dentes de elefantes) e escravos eram usados como negociação com os nômades em troca de ferro cobre, tecido, cavalos, artigos de luxo (louças talheres e espadas) e do precioso sal <br><br>O sal era importante pois <strong>conservava alimentos, também lavava, tingia e amaciava o couro.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 22:58:39 UTC</pubDate>
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         <title>Império de Mali </title>
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         <description><![CDATA[<div>Fundado em <strong>1235</strong> pelo <strong>Imperador Sundiata Keïta</strong>, ele submeteu <strong><em>(dominou)</em></strong> vários povos da região.<br>O império abrangia os antigos domínios de Gana. Boa parte da economia vinha de <strong>Minas de ouro de Bambuk e Buré</strong>, também do comércio do <strong>sal, cobre e noz-de-cola</strong>.<br>A capital do império era Niani, cortada pelo Rio Níger. Lá a terra era fértil e garantia colheita abundantes de feijão, cebola, inhame , verduras... além do pasto de cabras, bois e carneiros. <br><br>O Imperador (Sundiata) se converteu ao <strong>Islamismo (juntamente ao estudo do Corão, religião muçulmana)</strong>. Isso favoreceu o Mali ao comércio islâmico. Tambuctu se tornou um importante ponto de comércio transaariano ligando Mali ao Norte africano e ao Mar mediterrâneo.&nbsp; <br><br>No século <strong>XV (15) </strong>o Império Mali entrou em declínio abalado por fortes ataques dos povos Tauregues e pelas disputas sucessórias internas. Por volta de <strong>1470</strong> caiu sob o domínio do império <strong>Songai</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 22:59:51 UTC</pubDate>
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         <title>Iorubás de Ilê-Ifé</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>llê-lfé</strong> (ou somente ifé) era, entre os séculos <strong>XI e XVI (11 e 16)</strong>,&nbsp; o principal centro religioso e comercial iorubano. Ifé se tornou um importante comercializador de&nbsp; produtos da savana, da floresta e do litoral. Dali eram levados por barcos produtos como&nbsp; ouro, escravos, marfim, dendê, sal, peixe seco, pimentas, noz-de-cola. Em troca recebia:tecidos, armas, cobre, latão e artigos de luxo.<br><br>Apesar de conquistada no século <strong>XVI (16)</strong>, ifé continuou sendo a cidade sagrada dos iorubas pois foi reconhecida por todos os iorubás como a fonte mística do poder e da legitimidade: o lugar de onde partia a consagração espiritual (sendo o Oni, chefe de Ifé) e para onde retornavam os restos mortais e as insígnias de todos os reis... No século <strong>XIV,</strong> outras cidades iorubanas ganharam destaque sendo elas: <strong>Oyó e Benin.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 23:03:39 UTC</pubDate>
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         <title>Oyó e Benin</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Oyó</strong>, no<strong> interior da atual Nigéria,</strong> chegou a ser capital política dos iorubás, como diz a tradição um dos seus <strong>Reis foi Xangô</strong>, já <strong>Benin</strong> se localizava na <strong>faixa litorânea</strong> e dominou as rotas fluviais, os <strong>Reis de Benin, denominados Obás, construíram um Palácio </strong>com decoração de esculturas, de bronze ( técnicas que aprenderam com os <strong>Ifé</strong>).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 23:04:55 UTC</pubDate>
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         <title>Os Bantos</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Os Bantos</strong> fazem parte de uma <strong>enorme diversificação de povos.</strong> Tanto de tipos físicos diferentes como de outras características, sendo povos bem <strong>diversos. </strong><br><br>Mas uma coisa que todos eles têm em comum é a <strong>sua língua, o banto</strong> (maior família linguística da África).<br><br>Depois de uma fase que eles ocupavam só a <strong>metalurgia do ferro</strong> (local onde faziam pontas de flecha e de lança, com ajuda de materiais como anzóis). No século <strong>XIII (13)</strong> eles ocupavam todo o <strong>centro e o sul do continente africano</strong>, sendo um <strong>processo de colonização.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 23:05:46 UTC</pubDate>
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         <title>Reino do Congo</title>
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         <description><![CDATA[<div>Por volta do século&nbsp; <strong>XIII(13)</strong> os Bantos ocuparam as terras banhadas pelo rio <strong>Congo</strong>. A comunidade cresceu em riqueza e tamanho, e passou a ser liderada pelo <strong>manicongo</strong>, <strong>senhor do Congo</strong>. <br>Inicialmente em trocas de escravos os portugueses ofereceram mercadorias ao manicongo como armas de fogo, pólvora, fumo, cavalos... E descendentes da nobreza do Reino Congo foram enviados para Portugal para estudar a ciência médica, religião, arte náutica e botânica, desse modo, os congos não eram apenas mercadorias pois adquiriam os conhecimentos. <br>Porém no século&nbsp; <strong>XVI (16)</strong> , com apoio dos portugueses, os africanos se rebelaram contra o manicongo, e assim&nbsp; o<strong><em> Reino Congo passou a ser dominado por Portugal.</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 23:06:44 UTC</pubDate>
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         <title>Religiosidade da sociedade africana.                               </title>
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         <description><![CDATA[<div>A vida política dos iorubás está profundamente <strong>ligada às crenças e rituais religiosos.</strong><br><br>Podemos <strong>representar a cultura e a religiosidade</strong> por meio de um filme chamado <strong>Kiriku e a Feiticeira</strong>, o filme se passa na aldeia africana fictícia chamada Karabá, o garoto mora nessa aldeia e o filme fala sobre <strong>lendas, explora a religiosidade dos povos africanos, crenças, importância do ouro</strong> <strong><em>(ajudava a desenvolver atividades econômicas, tais como a ferraria, a produção agrícola)</em></strong> <strong>e</strong> <strong>das mulheres</strong> <strong>(</strong><strong><em>elas lideravam em termos de resolução de conflitos, reconciliação, garantia de paz e prevenir abusos)</em></strong><em>,</em> entre outras coisas...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 23:07:56 UTC</pubDate>
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         <title>Artes - Esculturas </title>
         <author>33196121</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Os iorubás foram brilhantes artesãos do metal,</strong> criaram peças magníficas em vários materiais, como <strong><em>(bronze, latão e cobre)</em></strong>, uma das suas principais artes que eram mais reconhecidas eram as <strong>cabeças humanas com traços fisionômicos</strong>, e que normalmente representavam retratos de <strong>Reis e Deuses</strong>, além de cabeças dos iorubás de <strong>Ifé e Benin</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 23:33:17 UTC</pubDate>
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         <title>Economia  dos iorubás</title>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>força econômica das cidades iorubás</strong> vinha, sobretudo, do <strong><em>comércio</em></strong>, seus comerciantes <strong><em>circulavam por terra e pelos rios </em></strong>da região em canoas carregadas de <strong>produtos da floresta</strong> <strong><em>(pele de leopardo, pimenta, marfim, noz-de-cola)</em></strong>, além de <strong><em>objetos de couro, metal e marfim</em></strong> <strong><em>(substância óssea&nbsp; dura)</em></strong>confeccionados por seus artesãos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 20:18:50 UTC</pubDate>
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         <title>Rotas transaarianas</title>
         <author>33188121</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os comerciantes africanos cruzavam o deserto do <strong>Saara</strong> com destinos variados.<br>Uma das mais importantes e ativas rotas de comércio da <strong>África saía de Marraquexe</strong>, passava pelas minas de sal de <strong>Tagaza</strong> e chegava até o antigo reino de <strong>Gana</strong>. Havia outras rotas também importantes, como a que ia de Túnis à terra do povo hauçás, no norte da Nigéria atual. Além da longa e importante rota de <strong>Gao</strong> até a cidade do <strong>Cairo</strong>. Essas rotas centrais se dividiam em outros vários caminhos. Nos pontos de descanso das caravanas que cruzavam o deserto surgiram cidades e aldeias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 21:03:50 UTC</pubDate>
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         <title>Império de Songai </title>
         <author>33188121</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Sunni Ali</strong> tornou-se soberano de songai em 1464 e <strong>conquistou o império Mali</strong>. Alguns aspectos da antiga religião foram mantidas como trajes, tambores e o fogo sagrado. <br>A economia do império baseava-se no comércio de ouro, noz-de-cola, sal e escravos. O mercado famoso era o <strong>GAO</strong> lá era vendido os <strong>escravos</strong> para Marrocos ,Cecília , Egito, Turquia, Gênova, Vezena e Nápoles. <br><br><br>. O império prosperou e se expandiu, no entanto começaram a sofrer conflitos internos, secas e doenças, e&nbsp; brutais invasões de Marrocos que queria o comércio do ouro. No fim do século <strong>XVI (16)</strong> o Império faleceu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 21:13:17 UTC</pubDate>
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         <title>Reinos sem reis - Zimbábue</title>
         <author>33188121</author>
         <link>https://padlet.com/33196121/3jz2c8osiy29ekbq/wish/2188363522</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Eram como cidades ricas, desenvolvidas e poderosas que dominavam outras cidades e aldeias ao seu redor. </strong>Surgiram não apenas na <strong>África ocidental</strong>, mas também na <strong>África oriental</strong>, nas regiões próximas à costa do<strong> oceano Índico.</strong><br>Um <strong>exemplo de reino na África oriental</strong>? O <strong>antigo reino do Zimbábue</strong>, no sul da África oriental! Como resquício desse reino, ficaram as majestosas ruínas de pedra conhecidas como Grande Zimbabué. Entre os séculos <strong>XIII(13)</strong> e&nbsp; <strong>XV(15)</strong>, <strong><em>extraía-se de lá ouro, cobre e ferro</em></strong>, que <strong>cruzavam o oceano Índico para serem comercializados.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 21:46:10 UTC</pubDate>
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         <title>Reino Axum</title>
         <author>33196121</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O reino de Axum </strong>foi um dos mais <strong>poderosos da África</strong>, e chegou ao seu auge no século IV(4) d.C., e se converteu ao cristianismo nesse mesmo século.<br><br>A <strong>língua </strong>falada no <strong>Reino Axum</strong> era o<em> </em><strong><em>Gueês</em></strong><em>. </em><br><br>O seu <strong>sistema político</strong> era uma <strong><em>espécie de monarquia</em></strong>, tendo o <strong><em>Negus como rei e detentor de grande poder político</em></strong>.<br><br>No século II (2), <strong><em>conquistaram o Reino de Cuxe</em></strong>, importante império africano até então.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 01:13:41 UTC</pubDate>
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