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      <title>Início Vida Adulta (21 a 28 anos) - Turma E by natália canário</title>
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      <description>Professora Natália</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-24 16:45:29 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
         <author>nataliacanario</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Não faz tanto tempo (coisa de 30 ou 40 anos atrás), as opções de estilo de vida eram um tanto restritas. As mulheres eram educadas para se casar e ter filhos. Já os homens, para serem chefes de famílias e manterem um emprego estável. Quando atingiam esse estágio, pronto, se tornavam adulto aos olhos de todos. E o que fugisse disso causava certa indignação. O negócio é que os dias de hoje – ainda bem – permitem outras escolhas que não são mais marginalizadas. É possível não casar, trocar de emprego toda hora, não ter filhos, deixar a faculdade para mais tarde ... o leque é infinito.” (1)<br><br>Apesar de não existir um marco para a entrada na vida adulta e cada um de vocês ter um percurso diferente, todos têm em comum a escolha pelo curso de medicina, o que requer uma responsabilização por seus atos.<br><br><strong>&nbsp;Dessa forma o convite é que você conte uma história com início, meio e fim, que fale sobre essa responsabilidade, autonomia ou autocontrole necessários em uma das situações abaixo:<br><br>•	A escolha pelo curso de medicina<br>•	Ou as peripécias para a entrada no curso (estudo) e/ou primeiro ano</strong><br><br><strong>&nbsp;(Obs: lembrem de assinar)</strong><br><br>1. Matéria de Mariana Sgarione (2016):&nbsp; https://super.abril.com.br/cultura/o-adulto-desmontado/</div>]]></description>
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         <title>adulto jovem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando sai de Santo Antônio de Jesus e vim para Salvador em 2016 já tinha em mente o desejo de fazer medicina, apesar de ainda ter dúvidas com relação à possibilidade de fazer engenharia. Durante o  terceiro ano do ensino médio tive a certeza de que queria fazer medicina mas infelizmente a aprovação não veio naquele ano, mas tinha conseguido passar em engenharia, tentaram me convencer a cursar mas decidi continuar estudando e fazer o cursinho com o com o objetivo de passar em medicina e a aprovação na Bahiana veio não muito tempo depois disso.<br><br>Eduardo Silva Galvão Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 14:13:44 UTC</pubDate>
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         <title>adulto jovem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu decidi que queria fazer medicina quando ainda era muito pequena. Durante o ensino fundamental 2 pensei em cursar outras coisas, mas sem desistir da medicina. Quando entrei no ensino médio já estava 100% certa de que faria o vestibular só para medicina. Porém, precisei fazer dois anos de cursinho para entrar na faculdade. No segundo ano de pré-vestibular, decidi que no segundo semestre estudaria sozinha em casa. Essa escolha foi muito importante para trabalhar minha autonomia e autocontrole e foi essencial para a minha aprovação.&nbsp;<br>Maria Luiza Daidone</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 13:29:35 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
         <author>oliviacsaguiar</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde que me entendo por gente, sempre quis ser médica ou bióloga marinha. No período de prestar vestibular, no entanto, não me sentia preparada para qualquer certame que fosse, tampouco madura o suficiente para abraçar tamanha responsabilidade. Acabei envergando para a área de humanas (Direito), por ser um lugar confortável para mim. Cursei, passei na OAB ainda na faculdade, me formei, comecei a trabalhar e me especializei na área, mas nada disso havia me deixado realizada. Um belo (terrível) dia, quando eu já não aguentava mais as coisas absurdas que eu via e passava no escritório, decidi dar um fim naquilo. Passei o ano de 2018 estudando para UFBA, sem sucesso; enfrentei 2019 da melhor maneira que pude e em 2020 resolvi que não ia mais me prender à status: era na Bahiana que eu queria e iria estudar. Com receio de "perder" ainda mais tempo, entrei no curso de Fisioterapia, o segundo com que melhor eu me identificava, mirando na transferência interna. Passei. Hoje, eu só peço a Deus para finalmente estar no caminho certo kkkkkkkkkk.<br><br>Olívia Lorena Correia da Silva Aguiar</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 19:14:17 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto Jovem </title>
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         <description><![CDATA[<div>Minha história com a escolha de fazer medicina é muito antiga. Aos 5 anos, eu ganhei um kit médico de brinquedo e eu me apaixonei, inclusive criei uma clínica que eu atendia todo fim de semana os meus pais. Então, desde de muito cedo sempre tive em mente que queria ser médica. No ensino médio, mesmo já na intenção de fazer medicina, eu me questionei se não tinha nenhuma outra carreira que eu poderia seguir e não! Não consegui me imaginar fazendo outra profissão. Apesar de ter um histórico muito bom na escola, no terceiro ano eu me dediquei ao máximo e mesmo com as dificuldades do EAD foi possível conquistar o que eu tanto almejava. Agora eu sei que só foi o início da realização de uma grande sonho de ser médica.&nbsp;<br><br>Siane Silva Cesar</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 12:31:49 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto Jovem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nataliacanario/3jmwuwrvnxaulro5/wish/2184441863</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando terminei o ensino médio, chegou a hora de assumir a responsabilidade de escolher uma profissão, algo que não é uma tarefa fácil, pois é preciso assumir as consequências por tal escolha (o que me rendeu muitos testes vocacionais rsrs), então comecei a pensar o que gostava e me identificava. Depois de muitas pesquisas a respeito de várias áreas (direito, química, biologia, entre outras) e muito autoconhecimento, percebi que queria fazer alguma coisa que pudesse fazer a diferença na vida das pessoas e o fato de salvar vidas me parecia algo revolucionário, que valeria a pena tentar. Assim, comecei a pensar na possibilidade da medicina, que é um curso que tem suas vantagens e desvantagens, mas, para mim, quando se coloca na balança, as vantagens pesam mais. Além disso, o mercado de trabalho dá área também ajudou na escolha, afinal, também é preciso ser realista e ter o pé no chão. Decisão tomada, quero ser médico! Prestei alguns vestibulares e não fui aprovado, me mudei de cidade, fiz 3 anos de cursinho e 1 ano estudando em casa, com foco total no ENEM, mas nunca alcançava a nota para a UFBA ou outra universidade pública (foi um período de muitos altos e baixos, muito aprendizado e muitos começos e recomeços). Em 2020, devido a pandemia, a Bahiana utilizou a nota do ENEM como processo seletivo, confesso que faculdade particular não estava nos meus planos, devido ao custo ser muito alto, mas resolvi tentar e, alegria, fui aprovado. A partir disso, resolvi conversar com a minha família e resolvemos que iriamos dá uma “apertada” no orçamento para que eu pudesse fazer o curso que durante todos aqueles anos de cursinho eu sonhei. Enfim, por enquanto está dando certo, a Bahiana me recebeu muito bem e tenho gostado demais de cursar medicina, são muitas horas de estudo, muitas renúncias, porém tem valido a pena cada segundo. Hoje, penso que viver é escolher e assumir a responsabilidade por nossas escolhas e a medicina é uma decisão que vejo cada vez mais como acertada.<br><br>Pedro Henrique Sodré Gomes</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 12:58:17 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
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         <description><![CDATA[<div>A medicina veio um pouco mais tarde na minha vida. Após me formar em direito, estudar para concurso e começar a trabalhar na área, me vi totalmente insatisfeita com a minha área e sem nenhuma perspectiva de futuro. Em 2018, eu só conseguia pensar que se pudesse voltar no tempo, teria feito medicina. Em 2019, ainda dei uma chance para o Direito mas as frustrações só aumentaram. Em 2020, com a pandemia, resolvi que aquele era o momento de voltar a estudar e tentar passar no vestibular! Com menos de 1 ano de estudo, passei em todos os vestibulares que fiz e atribui isso ao destino e de que era para ser mesmo esse o meu caminho. Estou muito feliz e realizada, com a certeza de que agora estou no meu lugar!&nbsp;<br><br>Marina Rodrigues Reis Lopes </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 15:31:50 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto Jovem</title>
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         <description><![CDATA[<div>Eu sempre fui muito indeciso em relação a qual curso eu iria fazer. Desde pequeno eu pensava mais pro lado da engenharia, sempre fui bom com matemática, física e etc. No entanto, foi somente no 3 EM que eu decidi que não me sentiria realizado com o curso de engenharia, mas sim com o de medicina. Comecei a pesquisar melhor sobre as duas áreas e depois de ler bastante sobre as duas, só conseguia me enxergar sendo feliz como médico. Sabendo já da responsabilidade que teria, comecei a me dedicar ainda mais aos estudos para conseguir realizar esse meu sonho que hoje, graças a Deus, está acontecendo.<br><br>Carlos Eduardo Rocha Macedo&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 18:20:24 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto Jovem</title>
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         <link>https://padlet.com/nataliacanario/3jmwuwrvnxaulro5/wish/2184671654</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando eu estava no ensino médio, e tive que refletir sobre o que me interessava para fazer faculdade, cheguei a conclusão que seria a área de saúde, porém, fiquei em dúvida entre enfermagem e medicina. Acabei prestando vestibular por 2,5 anos para medicina, quando refleti que talvez fosse melhor testar enfermagem (porque e se eu tivesse esse tempo todo no cursinho e não gostasse de medicina de verdade?). Entrei em enfermagem na EBMSP e acabei não gostando, então optei por voltar para o cursinho para tentar medicina de novo. Fiquei mais 2,5 anos no cursinho tentando, até porque eu só tentava entrar em faculdade pública e sabia que isso iria levar mais tempo devido à concorrência, pois minha família não tinha condição de pagar uma particular. Por fim, em 2020 meu irmão foi trabalhar na Suécia, e devido a melhora da sua condição financeira, ele pôde ajudar meus pais a pagar uma faculdade privada e cá estou eu cursando medicina.<br><br>Beatriz Patente<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 18:38:59 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem </title>
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         <description><![CDATA[<div>A escolha pelo curso de Medicina guiou minhas ações, a partir da reprovação no vestibular realizado no 3°ano, visto que me mudei de cidade para fazer cursinho. No início, estava bem animada para conhecer esse novo ambiente de aprendizado e morar com a minha prima. Esse período foi marcado por intensa rotina de estudos e renúncias, já que nos fins de semana priorizada ficar em Salvador para me render mais horas treinando redação ou fazendo exercícios, em detrimento de ir para o interior visitar minha família. No final desse primeiro ano de cursinho, passei na primeira fase da Bahiana, mas perdi na segunda, o que me levou a aperfeiçoar sobretudo as questões discursivas, logo, optei por fazer um intensivo, que duraria 6 meses e, assim, poderia prestar vestibular novamente no meio do ano, porém, veio a pandemia, mudando a forma de inserção na Bahiana, a qual aderiu à nota do ENEM nesse período. Com a pandemia, voltei para o interior e passei a estudar de forma autônoma, o que me trouxe muita insegurança em relação à efetividade do meu método de estudo, bem como exigia maior autocontrole para não me distrair com os barulhos e interrupções típicos do ambiente doméstico. Nesse contexto, 3 meses antes do vestibular voltei para Salvador, a fim de ter maior disponibilidade para estudar, isso foi fundamental não só para me organizar e qualificar minha rotina, mas também para reduzir minha ansiedade perante o vestibular. Dessa forma, a trajetória até angariar a inserção no curso de Medicina não somente me mostrou minha responsabilidade e dedicação, como também evidenciou, para mim, a importância da liberdade de escolha, independente de um resultado positivo ou não.&nbsp;<br><br>Lara Tavares Cardoso Dos Santos </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 21:44:51 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto Jovem</title>
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         <description><![CDATA[<div>Desde 4 anos sempre falei que queria medicina, inspirada pela minha irmã mais velha que fazia e amava o curso. Ao longo da minha vida, nunca mudei de ideia em relação à profissão, embora no 3º ano do ensino médio ter pensado em fazer administração, ideia que descartei rapidamente. No entanto, o processo para a entrada no curso não foi fácil. Terminei o ensino médio em 2019 e fiz cursinho em 2020, um ano de muitas incertezas por conta da covid-19. Dessa forma, mesmo com tanta tristeza acontecendo no mundo, consegui ter responsabilidade e autocontrole, obtendo a aprovação em 2021. Atualmente, não me imagino exercendo outra profissão.<br><br>Laura Vilas-Boas Sousa</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 22:03:44 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
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         <description><![CDATA[<div>Eu sempre tive o desejo de fazer Medicina, mas lembro que essa ideia se consolidou em 2014, quando eu era 7º ano. Isso porque nesse ano toda a minha sala fez um teste vocacional e foi vestido da sua profissão dos sonhos. Como sempre tive esse desejo consolidado, pude me preparar desde cedo para tentar alcançar esse objetivo. Eu nunca tive uma segunda opção e eu sempre soube que, se eu não fosse médica, eu não seria mais nada (KKKKKKKKKK). Em 2021 consegui passar no vestibular e desde então me sinto realizada e sempre volto na lista de aprovados para ter certeza de que foi verdade. Eu confesso que até hoje não consigo acreditar! KKKKKKKKKKKKKKK<br><br>Ionara Maria de Almeida Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 22:30:18 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Meu caminho para decidir fazer medicina foi bastante difícil. Desde pequeno sempre cogitava mais fazer Direito, até que, em 2019, meu pai teve um problema grave de saúde. Desde então, passava todos os dias no hospital e comecei a perceber a importância e a beleza que o profissional médico tem ao exercer bem seu ofício. A partir de então, mesmo em um momento extremamente difícil, tomei a decisão de que iria estudar mais para passar no curso. Isso tudo me fez criar muita resiliência, senso de superação e disciplina, fatores que me fizeram uma pessoa muito melhor e mais forte nos dias de hoje.<br><br>Felipe Marimpietri</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 23:04:32 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto Jovem</title>
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         <link>https://padlet.com/nataliacanario/3jmwuwrvnxaulro5/wish/2184830823</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu sempre tive o sonho de fazer medicina e no segundo ano do ensino médio eu já tinha certeza que esse era realmente o que eu queria&nbsp; cursar, pois não me via fazendo outra coisa. No terceiro ano do ensino médio eu já sabia que teria que fazer cursinho e me dedicar ainda mais aos estudos e também abdicar de algumas coisas para que esse sonho pudesse se tornar realidade. Após sair do ensino médio fiz dois anos de cursinho em Salvador, mais longe da cidade em que eu estudava e mais longe ainda de onde eu moro. Esses dois anos que passei fazendo cursinho foram muito difíceis para mim, mas principalmente, foram anos de muita aprendizagem e por isso, eu sou grata por cada coisa&nbsp; e por cada detalhe do que aconteceu. Por fim, foi em 2021, graças a Deus, que eu finalmente fui aprovada em medicina e estou hoje realizando esse sonho !<br><br>Lorena Oliveira Gonçalves&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 23:12:01 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto Jovem</title>
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         <description><![CDATA[<div>Desde pequena sempre dizia que queria trabalhar cuidando de pessoas, e no meu terceiro ano tive a certeza que queria fazer Medicina. Meus pais sempre me apoiaram nessa escolha, o que acredito que me estimulou muito a continuar me esforçando e estudando quando tive que fazer 1 ano de cursinho. Sai do terceiro ano em 2019, e em 2020 durante o cursinho veio a pandemia da COVID-19, que me fez refletir se era realmente Medicina que eu queria fazer, já que passava diariamente nos jornais as dificuldades enfrentadas pelos profissionais da saúde nesse período, porém só me fez ter mais certeza acerca da profissão que eu queria exercer. Mesmo já estando na Faculdade ainda existem muitos obstáculos a serem enfrentados, mas todo o esforço e dedicação valem a pena, pois é o curso dos meus sonhos.&nbsp;<br>Isabela Pereira de Farias </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 01:17:29 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Desde muito nova eu queria fazer medicina. No início do ensino médio essa já era uma certeza. Comecei então a me empenhar mais nos estudos do colégio pois sabia que não ia ser uma tarefa fácil. Acabei o terceiro ano e entrei direto pro cursinho, foram ao todo 3 anos, sendo 2 anos no cursinho e 1 ano estudando sozinha. Foi um período bem difícil, cansativo e trabalhoso mas eu sabia que se era aquilo que eu queria, deveria então ir até o fim. Então, no início de 2021 veio a aprovação e o sentimento de deve cumprido.&nbsp;<br><br>Natália Orge Andrade Sansão </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 01:54:21 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem </title>
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         <description><![CDATA[<div>Bem essa trajetória talvez tenha sido uma das mais marcantes em minha vida, diria que tudo começou com meu sonho de passar em medicina que me fez vir para Salvador no meio do ano de 2019, uma vez que aqui havia os melhores cursinho para estudar nessa área, no entanto acabei adoecendo e tendo o meu ano praticamente todo jogado no lixo. Mas, aí no ano de 2020, felizmente, conseguir superar todas as adversidades de 2019 e comecei a estudar novamente, e, ao término do meu primeiro ano de cursinho, consegui ser aprovado em medicina em uma das melhores faculdades de medicina da bahia, se não for a melhor e maior de todas!!<br><br>Marlon Borges</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 02:14:50 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto Jovem</title>
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         <description><![CDATA[<div>Eu sempre quis medicina, desde muito antes ter noção do que era ser médico. Minha mãe me contava que desde nova eu falava o quanto queria ser médica para “cuidar do povo da minha cidade”, já que sempre tivemos que lidar com uma saúde ruim (e nós dependíamos muito da saúde pública). Aos 16 anos, eu não tinha certeza se esse querer era vindo de mim ou das expectativas que pesavam sobre os meus ombros e então “mudei” de ideia. Me custou muito autoconhecimento para me ver trilhando esse caminho. Entender, sobretudo, que fazer o que se gosta também é difícil e que às vezes eu não vou estar feliz em ter que abrir mão de algo pra isso. Acho que autonomia e responsabilidade residem nisso.<br><br>Maria Fernanda Viana</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 10:54:55 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu escolhi fazer medicina ainda jovem. Sempre fui apaixonada pelo cuidado e atenção ao outro, por isso tal escolha veio de maneira natural. Me empenhei desde o início do ensino médio, fiz um ano de cursinho e, quando a aprovação veio, fiquei muito realizada e grata por todos que me ajudaram, pelas oportunidades que tive e por todo o aprendizado que essa escolha me proporcionou.<br><br>Marina Rabelo Grassi de Castro&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 11:21:53 UTC</pubDate>
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         <title>Jovem Adulto</title>
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         <description><![CDATA[<div>Durante minha adolescência eu quis fazer diversas coisas, porém no ensino médio já havia decidido que eu queria fazer medicina. Como uma boa libriana, eu sou muito indecisa, porém quando me decido é para valer e sou determinada ao ponto de conseguir aquilo que decidi! Então, depois que decidi medicina me empenhei para conseguir passar, demorei 2 anos para isso, e no último semestre do último ano eu passei a estudar sozinha, e foi a melhor coisa que eu já fiz, se eu soubesse teria feito isso desde o começo. Essa fase testou meu autocontrole e minha autoestima e foi muito bom para meu amadurecimento como estudante e como pessoa.<br><br>Marina Macêdo Catalá Loureiro </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 11:22:30 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
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         <description><![CDATA[<div>Minha escolha pelo curso de medicina tem muito tempo. Desde criança, sonhava em fazer como profissão algo que ajudasse as pessoas, o que inclusive aparece na minha autobiografia que fiz na escola aos 6 anos. Quando fui crescendo, além dessa vontade de cuidar, a escolha da medicina me veio como algo muito natural, pois gostava das matérias de biologia e do pensamento lógico. Dessa forma, desde cedo estudei e me empenhei para poder fazer essa escolha e estou muito feliz com o curso!<br><br>Luana e Silva Moreira</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 11:22:37 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde pequena, sempre ouvi das pessoas que eu levava muito jeito para “cuidar dos outros” e acredito que isso tenha me feito crescer cada vez mais me imaginando exercendo a Medicina quando crescesse. Com o passar dos anos, passei a ter um olhar mais crítico e autônomo sobre isso, o que me fez questionar essa decisão por certo tempo, pois eu queria ter a certeza de que minha escolha profissional partiria verdadeiramente de mim, e não de influências ou pressões externas. Passei, então, um tempo da minha vida sem saber o que realmente iria escolher, mas, no 1º ano do ensino médio eu conclui que, de fato, seria a Medicina. Eu conversava com várias pessoas, fazia algumas pesquisas, e sempre voltava para a Medicina, que era a única coisa que eu me ‘via’ exercendo; a única área com a qual eu realmente me identificava. Hoje, graças a Deus, percebo que a escolha foi bem feita, e me sinto cada vez mais realizada com o curso que escolhi. :)<br><br>Mila Seixas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 11:25:28 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde criança eu sempre fui muito dividida entre a medicina veterinária e a medicina, mas a única certeza que eu tinha é que meu proposito era cuidar. Quando tinha uns 12,13 anos tive a certeza que o que eu queria mesmo era medicina, e desde então eu sonhava com essa conquista e sempre admirei muito todos os médicos que cruzavam meu caminho. Em 2017 quando eu ainda era primeiro ano do ensino médio meu irmão entrou no curso de medicina na Bahiana e a partir dos relatos e da vivencia dele eu tive mais certeza ainda do que eu queria e desde então me dedicava aos estudos já pensando no meu ano de vestibular. Em 2019 fiz meu terceiro ano, apesar da dedicação, nesse ano não consegui passar na Bahiana, que era a faculdade que eu almejava e então fiz 1 ano de cursinho que foi justamente no momento da pandemia e não foi um periodo facil pra mim, mas me tornou mais forte me fazendo alcançar minha tão sonhada aprovação, e hoje estou aqui :)<br><br>Marina Larocca Peres</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 11:36:45 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
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         <link>https://padlet.com/nataliacanario/3jmwuwrvnxaulro5/wish/2185587373</link>
         <description><![CDATA[<div>A escolha pelo curso de medicina, nem sempre foi tão óbvia para mim.&nbsp;<br>A entrada no ensino médio me colocou numa posição de escolha mais urgente.<br>Desde sempre, me interessava muito pelo mundo da arte, e tinha como grande sonho, cursar dança de maneira profissional. Essa vontade era incentivada por poucos da minha família - a maioria tinha uma grande expectativa para que eu escolhesse medicina.&nbsp;<br><br>Talvez por isso, durante o primeiro ano do ensino médio, resisti a essa ideia e procurei pelos mais diversos cursos: marketing, administração, psicologia, ciências políticas e claro, dança.&nbsp;<br><br>No ano seguinte, embora temerosa pela grande dificuldade que eram os vestibulares de medicina, passei a enxergar o curso com outros olhos, e tudo isso se intensificou por experiências que vivi no intercâmbio.<br><br>Por fim, no terceiro ano, tive certeza da minha escolha, e o vestibular se tornou uma “barreira” que eu sabia que precisava transpor para fazer o curso que eu tanto passei a desejar.<br><br>&nbsp;Ainda que eu não tivesse sido aprovada diretamente do colégio, o ano de cursinho que fiz, só me confirmou o quanto eu queria o curso.<br><br>Hoje, me sinto extremamente realizada com a escolha que fiz e vejo um enorme crescimento em mim e em cada um dos meus amigos que conheci nesse processo.&nbsp;<br><br>O caminho foi e é tortuoso, mas extremamente válido.<br><br>Marília Massoni</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 12:13:38 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
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         <description><![CDATA[<div>Cresci ajudando meu pai no seu comércio e desde novinho gostava bastante de interagir com os clientes e de atendê-los. Desde então, sempre escutei que eu me importava bastante com as pessoas e de cuida-las. A partir disso, criei uma imagem de como poderia ser meu estilo de vida e me instiguei a sair da minha zona de conforto. Assim, a medicina se tornou meu foco a partir do 3 ano do ensino médio, pois até ali seguir com o ramo do comércio do meu pai parecia ser o melhor caminho, rs. Hoje vejo com absoluta certeza que estou caminho correto! :)<br><br>Joaquim Neto</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 18:14:01 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A escolha de cursar medicina nem sempre foi uma certeza absoluta. Desde a infância sempre me interessei muito pela área, por englobar as matérias que eu gostava no colégio, por atender ao meu perfil comunicativo e por ter tido uma influência significativa da família nessa escolha. Desde jovem, fui influenciado a seguir na Medicina, porém no Ensino médio a dúvida enquanto ao curso se acentuou, conjecturei outras áreas e profissões diversas, no final, a escolha da Medicina prevaleceu e hoje me encontro muito feliz nela.<br><br>João Guilherme Neiva</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 12:39:46 UTC</pubDate>
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