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      <title>Linha do tempo - A MEDIAÇÃO DIDÁTICA  by Filipe De Sousa</title>
      <link>https://padlet.com/proffilipedesousa/lipealicelinhatempo</link>
      <description>Criado com um feliz acaso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-06 12:34:01 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>proffilipedesousa</author>
         <link>https://padlet.com/proffilipedesousa/lipealicelinhatempo/wish/2147853084</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>Esta linha do tempo busca mostrar uma análise histórica do fenômeno educativo a partir do texto “A Mediação Didática Na História Das Pedagogias Brasileiras” de Cristina d’Ávila, no qual iremos passar pelas várias fases pedagógicas do Brasil e conseguir entender as suas faces, proximidades e afastamentos, pontos positivos e negativos.</blockquote><div><br><strong><mark>Referência:</mark></strong> <br>D’ÁVILA, Cristina. <strong>A MEDIAÇÃO DIDÁTICA NA HISTÓRIA DAS PEDAGOGIAS BRASILEIRAS</strong>. Salvador: Revista da Faeeba, 2005.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 02:17:29 UTC</pubDate>
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         <title>4. A mediação docente na pedagogia de Paulo Freire</title>
         <author>proffilipedesousa</author>
         <link>https://padlet.com/proffilipedesousa/lipealicelinhatempo/wish/2147910343</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><sup>mediação didática = mediação sociopolítica</sup></blockquote><div>Conceituada como uma atividade crítica, cujo objetivo maior reside na <mark>transformação cotidiana</mark> e permanente do mundo sociocultural que circunda os sujeitos envolvidos no processo educativo. &nbsp;</div><ul><li>Educar como ato político</li><li>Educação como instrumento capaz de lograr a passagem do estado de consciência ingênua do povo à uma consciência de si, enquanto sujeitos políticos, e de sua realidade sociocultural</li></ul><div><br></div><ul><li>alfabetização-conscientização: a tornar possível o postulado da unidade conhecimento-práxis-conhecimento</li><li>investigação temática - O objetivo dessa etapa reside em encontrar os temas geradores – expressões da palavra do povo – para que, atendendo a uma programação educativa, possa se desenvolver uma ação cultural problematizadora.</li><li>a investigação temática passa por três etapas ou fases:</li></ul><div>&nbsp;</div><ol><li><strong>Redução:</strong> consiste em um processo de tematização-elaboração dos temas. Os temas são, pois, reduzidos em unidades de aprendizagem. (Crítica interna - esperanças, dúvidas, sonhos, problemas, lutas e conflitos da comunidade -, crítica científica e disciplinada crítica externa se conferem os primeiros resultados)</li><li><strong>Codificação:</strong> é a simbolização gráfica de cada situação existencial estratégica</li><li><strong>Decodificação:</strong> discussão da codificação existencial. Pode dar-se no momento da crítica exterior, onde a etapa descritiva se integra à analítica</li></ol><div>&nbsp;</div><div><strong><em><mark>mediação didática – diálogo</mark></em></strong>: encontro dos que se orientam para o mundo que é preciso transformar, não podendo existir sem profundo amor pelos homens e pelo mundo</div><div>&nbsp;</div><blockquote>“O amor é ao mesmo tempo o fundamento do diálogo e o próprio diálogo. Este deve necessariamente unir sujeitos responsáveis e não pode existir numa relação de dominação” (FREIRE, 1980, p. 83 apud D’ÁVILA, 2005).</blockquote><div>&nbsp;</div><div><strong><mark>Alguns outros conceitos:</mark></strong></div><ul><li>Ensinar exige disponibilidade para o diálogo;</li><li>quem ensina, aprende e quem aprende também ensina;</li><li>educador-educando e educando – educador.</li></ul><div>&nbsp;</div><blockquote><strong><em>O maior objetivo da pedagogia de Freire residia na conscientização política.</em></strong></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 03:04:26 UTC</pubDate>
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         <title>1. A pedagogia Jesuítica e a mediação do mestre</title>
         <author>proffilipedesousa</author>
         <link>https://padlet.com/proffilipedesousa/lipealicelinhatempo/wish/2147939994</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong><sup>“</sup></strong><sup>A mediação didática não se resume à transmissão do conhecimento elaborado, mas às&nbsp; possibilidades de reelaboração deste pelos educandos, que haverão de imprimir-lhe significação pessoal”</sup></blockquote><div><br></div><div>Era de cunho tradicionalista e clássica, pioneira do processo educacional no Brasil.&nbsp;</div><div><br></div><div>Ratio Studiorium (plano curricular jesuítico, publicado em 1599) a visualização da clareza com a mediação do mestre no qual a sua essência estava na metodologia de ensino.<br><br></div><div><sup>Os jesuítas praticavam&nbsp; uma combinação de transmissão de conhecimento assim como a prática pedagógica, por outro lado, esteve associada a disciplina, naquela época se considerava um Estado a própria instituição de ensino, no qual os pais precisavam se submeter aos princípios e acordos propostos para o crescimento educacional dos seus filhos.&nbsp;</sup></div><div><br></div><div>Para conhecer mais profundamente a didática ao qual os jesuítas se referiam era necessário analisar tanto a mediação do mestre quanto da matéria prima resultante do seu trabalho.<br><br></div><div><strong>As aulas se baseavam no método de uma classe dividida em decúrias:</strong>&nbsp;</div><ul><li>existia um aluno de confiança do mestre que toda manhã repetia a lição anterior com os colegas de classes,</li><li>começava pelos melhores até que toda turma realizasse esse processo de repetição,</li><li>nos exames avaliativos buscava averiguar os objetivos pedagógicos que eram considerados fundamentos na capacidade analítica de cada estudante.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><sub>Além da memorização, a metodologia de ensino se ampliava em avaliar o aluno em seu requisito/ capacidade de criar algo, esse processo era feito por meio das releituras de poemas ou até mesmo estudo da sua própria língua (grego ou latim)</sub><br><br></div><div>Assim sendo, a metodologia dos jesuítas de seguirem uma linha disciplinar por meio da Ratio Studiorium, houve um tempo que com o desenvolvimento das literaturas modernas foi aberto um espaço para o estudo de outras línguas. Sendo a filosofia a matéria que sustentava a pedagogia jesuítica, logo Aristóteles era a substância desse ensino.<br><br></div><div>Portanto, a partir de um estudo didático aprofundado encontrado pela Ratio Studiorium a respeito da pedagogia jesuítica, consta que os mestres preocupavam-se com a metodologia de ensino e por consequência com o aprendizagem dos alunos, mesmo sendo o fato que fossem considerados mestres dotados do saber e o comportamento dos alunos obrigados pelas disciplinas serem passivos diante das informações que lhes- eram passadas, todavia, sutilmente havia atritos de opiniões o que comprova essa vertente é devido ao número de pensadores revolucionários que foram formados pela companhia de Jesus.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 03:30:24 UTC</pubDate>
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         <title>5. A mediação docente na Pedagogia Histórico-Crítica</title>
         <author>proffilipedesousa</author>
         <link>https://padlet.com/proffilipedesousa/lipealicelinhatempo/wish/2147953225</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><sup>Contexto: ditadura militar no Brasil (1964-1981)</sup></blockquote><div><br></div><div>"Nas universidades gestavam-se ideias de análise e compreensão da sociedade injusta em que estávamos inseridos, à luz de estudos marxistas, com esperanças de varrer do solo brasileiro as duras injustiças sociais. A pedagogia histórico-crítica surge no Brasil, nessa época, com a esperança dos anos 1980 e na esteira do movimento crítico marxista que invadira a Europa e se explicitara no manifesto dos estudantes universitários franceses, em maio de 1968."</div><div><br></div><div><strong>Surge um pensamento novo e dominante na França:</strong>&nbsp;</div><div><strong><em><mark>movimento crítico-reprodutivista:</mark></em></strong></div><blockquote>pretendiam provar a impossibilidade de transformação social pela revolução cultural, onde se incluía a ação escolar.</blockquote><div><br></div><div>"as instituições sociais e políticas, dentre as quais a escola, funcionariam como <strong><mark>aparelhos ideológicos de Estado</mark></strong>."<br><br></div><blockquote><mark>A teoria crítico-reprodutivista conseguiu articular uma contra-ideologia que, no caso dos brasileiros, serviu de argumento e estímulo às lutas contra a ditadura militar</mark></blockquote><div><br></div><ul><li><em>Tinha uma visão da escola como reprodutora da ideologia da sociedade de classes.</em></li></ul><div><br></div><div><strong>Pedagogia Histórico-Crítica:</strong> <em>contra-modelo</em></div><div><br>Saviani propunha uma pedagogia onde:</div><ul><li>o aluno pudesse ser respeitado como sujeito, mas que não fosse ele o principal artífice do processo ensino-aprendizagem</li><li>houvesse uma relação horizontal entre estes sujeitos do ato educativo (professor e alunos), mas não destituía o professor de sua autoridade pedagógica.&nbsp;</li></ul><div><br></div><blockquote><sup>não se tem notícia da institucionalização dessa tendência pedagógica</sup></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 03:43:48 UTC</pubDate>
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         <title>2. Mediação docente na pedagogia da Escola Nova:</title>
         <author>proffilipedesousa</author>
         <link>https://padlet.com/proffilipedesousa/lipealicelinhatempo/wish/2147974238</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><blockquote>“A educação nova estava baseada em princípios científicos e deveria valer-se de métodos ativos.”</blockquote><div><br></div><div><sup>Tendência pedagógica fortemente vivenciada no Brasil a partir dos anos </sup><mark><sup>1930</sup></mark><sup> - idealizador </sup><strong><sup>Anísio Teixeira</sup></strong><sup>. </sup><br><br></div><div>A Escola Nova almejava um espaço escolar e também pedagógico verdadeiramente construído pelos alunos.&nbsp;<br><br></div><div>John Dewey ergueu a sua célebre escola-laboratório, mais conhecida como Escola Dewey cujo objetivo era apoiar nas atividades comuns nas quais as crianças estavam imediatamente envolvidas e que seriam matriz em suas vidas.&nbsp;<br><br></div><div><br>Lourenço Filho (1978) descreve os princípios fundamentais:<br><br></div><ul><li>O respeito à personalidade do educando e o reconhecimento de que deverá&nbsp; desfrutar de liberdade;</li><li>A compreensão funcional do educativo tanto individual quanto social;</li><li>Aprendizagem simbólica em situações da vida social - cooperação social</li><li>As características de cada indivíduo variáveis segundo a sua própria cultura no qual evoca o aspecto do naturalismo.&nbsp;<br><br></li></ul><div><br></div><blockquote>A atividade pedagógica é regulada por atividades reais, cotidianas e quase completamente conduzida pela análise do aluno se desenvolver sozinho.&nbsp;</blockquote><div><br></div><div><br><strong><mark>Método de ensino</mark></strong> - pesquisas, às possibilidades de elaboração de hipóteses que normalizam o caminho que o aluno deve percorrer para fazer descobertas.&nbsp;<br><br></div><div><strong><mark>Mediação do professor</mark></strong> - orientação das atividades didáticas e não a imposição de conteúdos abstratos.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Cinco passos para construir o aprendizagem:</strong><br><br></div><ol><li>A primeira fase se inicia com alguma experiência atual da criança e isso não deve ser presumido. O ponto de partida, portanto, será alguma situação empírica específica e atual.</li><li>Em segundo lugar, como as conseqüências do que havia sido tentado fazer são incompletas sugere-se um problema, o qual pede pesquisa, ou investigação do melhor meio para se restaurar a continuidade da experiência</li><li>Nesse ponto os alunos necessitarão do capital da experiência passada</li><li>&nbsp;os alunos formulam hipóteses com o fim de restaurar a continuidade da experiência.</li><li>A restauração da continuidade quebrada da experiência é obtida mediante a escolha da hipótese mais apta à solução do problema<br><br></li></ol><blockquote>Devido a ditadura o Brasil não chegou a ver florescer os primeiros frutos da Escola Nova, pois o trabalho pedagógico precisa alcançar outras gerações até que se torne memorial</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 04:06:13 UTC</pubDate>
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         <title>3. A mediação didática docente na Tecnopedagogia</title>
         <author>proffilipedesousa</author>
         <link>https://padlet.com/proffilipedesousa/lipealicelinhatempo/wish/2149421353</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>As etapas básicas do processo ensino-aprendizagem são: <br></strong>a) estabelecimento de comportamentos terminais, através de objetivos instrucionais; <br>b) análise da tarefa de aprendizagem, a fim de ordenar seqüencialmente os passos da instrução; <br>c) executar o programa, reforçando gradualmente as respostas corretas correspondentes aos objetivos. (LIBÂNEO, 1986, p. 30).</div><div><br></div><div><br>Surgiu na década de 1960 - sendo instalado em 1964 logo após o Governo Militar introduzir como uma alternativa para a educação popular.&nbsp;<br><br></div><div><br><strong><mark>Ideário Tecnopedagógico: </mark></strong><br><br></div><ul><li>Comportamentalismo e positivismo</li><li>Teoria de behaviorista de Skinner - no qual seus livros didáticos se fragmenta visando a eficiência do conteúdo programático&nbsp;</li><li>Visa o individualismo para que o aluno entenda as suas habilidades e desfrute dos recursos tecnológicos&nbsp;</li><li>O recurso tecnológico está na linha de frente, sendo o professor apenas um instrutor por meio da orientação aos alunos e os discentes são aqueles que irão se relacionar através do conhecimento.&nbsp;</li></ul><div><br></div><blockquote>O professor assume uma posição secundária, administrando um saber fragmentado, além de administrar as condições de transmissão da matéria.</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 23:46:47 UTC</pubDate>
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         <title>6. A mediação didática docente no construtivismo pedagógico</title>
         <author>proffilipedesousa</author>
         <link>https://padlet.com/proffilipedesousa/lipealicelinhatempo/wish/2149439018</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><sub>Contexto:</sub></strong></div><ul><li><sub>Amálgama pedagógico constituído de resquícios da vertente tradicional, escolanovista e tecnicista, se imprimiam nas mais variadas manifestações de prática pedagógica;</sub></li><li><sub>falta de conhecimento profundo e crítico de alguma teoria pedagógica.</sub></li></ul><div><br></div><blockquote>O construtivismo pedagógico pode ser compreendido como conjunto de pensamentos psicopedagógicos organizados empiricamente e fundamentados em inúmeras pesquisas: desde Jean Piaget (1965a, 1970b, 1970c) e Vygotsky (1984a, 1987b) a Emília Ferreiro (1985), seus maiores expoentes.</blockquote><div><br></div><div><strong><em>Releitura à teoria construtivista aplicada ao âmbito pedagógico de&nbsp; Teberosky (1993), Deheinzelin (1986), e Coll e Solé (2001):</em></strong></div><blockquote>referencial explicativo que “integra contribuições diversas cujo denominador comum é constituído por um acordo em torno dos princípios construtivistas” (COLL; SOLÉ, 2001, p. 10).</blockquote><div><br></div><div><strong><mark>Aprender é construir:</mark></strong>&nbsp;</div><ul><li>Elaboração de uma representação social mediada por múltiplas experiências, interesses, conhecimentos prévios;</li><li>construir um significado próprio, pessoal para um objeto de conhecimento objetivamente existente;</li><li>professor - mediador de saberes.</li></ul><div><br></div><div>Para <strong>Emília Ferreiro</strong>, a criança, longe de ser um ser passivo, é um sujeito que pensa e interage com o mundo ao seu redor. <em>Um sujeito que constrói, ativamente, suas próprias hipóteses e teorias; põe à prova suas antecipações.</em></div><div><br></div><div><em>Emília Ferreiro busca na teoria de Piaget um papel ativo para o sujeito aprendiz ou o </em><strong><em><mark>sujeito cognoscente</mark></em></strong><em> – um sujeito que busca seu próprio conhecimento e trata ativamente de compreender o mundo que o cerca, </em><em><mark>construindo suas próprias categorias de pensamento</mark></em><em>.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-20 00:06:39 UTC</pubDate>
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