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      <title>Física e Química AECCB by António Martins</title>
      <link>https://padlet.com/sergiomfq/3g2s4bj1wfy5</link>
      <description>Será apresentado aqui o meu diário.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-01-16 21:41:23 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-10 17:29:42 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresenta</title>
         <author>sergiomfq</author>
         <link>https://padlet.com/sergiomfq/3g2s4bj1wfy5/wish/147421699</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá. Sou António Sérgio Rebelo Martins, professor de Física e Química A, grupo de recrutamento 510, do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco em Vila Nova de Famalicão. e estou aqui para aprender com todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-01-16 21:47:25 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5 -  A INICIATIVA &quot; LABORATÓRIOS DE APRENDIZAGEM (PT)/ FUTURE CLASSROOM LAB (EUN) &quot;</title>
         <author>sergiomfq</author>
         <link>https://padlet.com/sergiomfq/3g2s4bj1wfy5/wish/151296622</link>
         <description><![CDATA[<div>A iniciativa LA/FCL, chegou ao meu Agrupamento no início deste ano letivo através da frequência de um workshop da iniciativa "Laboratório de Aprendizagem (PT)/Future Classroom Lab (EUN). Esta formação que foi muito incipiente permite-me hoje dar os primeiros passos numa forma de conduzir a aula que até à pouco tempo julgava impensável. A formação despertou-me a curiosidade e criou em mim um desconforto pois estava perante um conjunto de ferramentas que me poderiam ajudar a tirar partido daquilo que os leus alunos mais gostam; adivinhem .. “o telemóvel claro”.  A aprendizagem que tenho realizado sobre plataformas que podem ser utilizadas como ferramentas complementares de sala de aula para visualizar e medir a compreensão do aluno em tempo real, fazem de algumas das minhas aulas algo que entusiasma os alunos, sendo que aqueles que menos participavam são agora os primeiros a colaborar. O futuro da minha carreira como docente passa pela rentabilização das tecnologias e que os alunos possuem e também dominam e pela aprendizagem cada vez mais colaborativa entre docentes e discentes. Esta partilha voluntária fará crescer a inteligência coletiva e será a ferramenta essencial  para formar jovens mais autónomos, participativos e  responsáveis.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-02 20:48:22 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6 - Competências do séc. XXI</title>
         <author>sergiomfq</author>
         <link>https://padlet.com/sergiomfq/3g2s4bj1wfy5/wish/151307920</link>
         <description><![CDATA[<div>A sociedade assim como o conhecimento científico está em constante e acelerada mutação, na minha perspectiva o principal desafio do ensino é de conseguir prever caminhos e antecipar metas para que a sociedade possa obter da escola aquilo que necessita, para que ocorra uma evolução humana saudável e significativa. A evolução tecnológica dos últimos anos não acompanhou de maneira nenhuma a evolução social e humana do planeta, por isso as  competências para o séc. XXI, passam obrigatoriamente pela integração de saberes, pela partilha e seleção da informação, pela autonomia cada vez maior dos estudantes, e pela socialização dos mesmos através do trabalho em conjunto com os seus pares. Este trabalho em equipa de alunos e docentes visa promover uma socialização que muitas vezes foi vedada aos alunos  pela televisão e pelos meios tecnológicos que utiliza. A escola tem que potenciar as ferramentas que promoveram o isolamento dos alunos/jovens e mostrar que existem um conjunto de aplicações que transformam essa ferramenta num instrumento de promoção de uma aprendizagem mais autónoma, global e colaborativa. A escola neste momento em Portugal está refém dos resultados dos seus alunos durante 2 horas em dois dias de junho, pois interessa mais a formatação do que o crescer a saber ser.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-02 21:41:49 UTC</pubDate>
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         <title>TAREFA 7 - PROJETOS RELACIONADOS COM O FCL</title>
         <author>sergiomfq</author>
         <link>https://padlet.com/sergiomfq/3g2s4bj1wfy5/wish/151311067</link>
         <description><![CDATA[<div>No início deste ano letivo participei num workshop da iniciativa "Laboratório de Aprendizagem (PT)/Future Classroom Lab (EUN). A minha descoberta de uma plataforma que me permitiu ultrapassar algumas das minhas debilidades que já tinha identificado e que eram :</div><div>·         a melhoria da  participação /atenção dos alunos;</div><div>·         a melhoria da forma como aplicava a avaliação formativa que era pouco significativa;</div><div>·         a introdução do método Peer Instruction do  Eric Mazur.</div><div>·         a simplificação de inquéritos e  processos da direção de turma.</div><div>A utilização Plataforma Web – Socrative, tem permitido ter alguns resultados que considero muito significativos, os meus alunos fizeram um primeiro balanço e destaco aqui algumas conclusões de como a utilização da plataforma transformou algumas aulas, pois a plataforma serve para algumas aulas e não solução para todas as dificuldades.<br><br></div><div>A plataforma socrative que utilizo nas minhas aulas  numa palavra para os alunos é:<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-02 22:01:35 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 10 -  PARCEIROS E TENDÊNCIAS</title>
         <author>sergiomfq</author>
         <link>https://padlet.com/sergiomfq/3g2s4bj1wfy5/wish/151617807</link>
         <description><![CDATA[<div>As tendências dos jovens por vezes  são extremamente voláteis e em poucos casos são estáticas, no entanto são estas tendências que marcam os tempos e que nos devem levar a refletir se o nosso ensino e a nossa postura se aproxima dessas tendências. O envolvimento de docentes, alunos, pais, diretores e órgãos do poder local não é suficiente se a base do edifício é centralizada, controladora e fica na Rua 5 de outubro e muitas vezes não permite que o horário do docente seja repartido com os pares para que possa existir uma osmose de práticas e conhecimentos. A inovação na sala e aula passará com certeza pela redução do número de alunos por turma, pelo trabalho colaborativo dos docentes, pelas estruturas físicas das escolas, pela entrada nas escolas das empresas que estão no meio, pela formação dos docentes e alunos e também por uma política de reconhecimento do mérito. Neste momento em Portugal a prática de iniciativa inovadoras está a cargo de um conjunto de docentes que o fazem por brio e de forma desarticulada com os restantes parceiros das suas escolas, no meu entender este processo deveria ser acelerado colocando a tónica na formação  dos docentes que quase não existe.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-04 17:55:08 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 11- PARCEIROS E TENDÊNCIA - A SALA DE AULA EM 2026</title>
         <author>sergiomfq</author>
         <link>https://padlet.com/sergiomfq/3g2s4bj1wfy5/wish/151620174</link>
         <description><![CDATA[<div>A alteração do espaço de sala de aula tem que ser acompanhada pela mudança na forma de encarar a profissão de docente por parte da maior parte dos docentes.<br><br></div><div>A diversidade dos alunos levará a que o trabalho não pode ficar a cargo de um docente mas sim de um grupo multidisciplinar que os acompanhará em diferentes situações de aprendizagem criadas pelo docente e pelos alunos, dando o docente aos alunos o acompanhamento necessário<br><br></div><div>Teoricamente deveria ser assim, trabalho colaborativo, na prática esta situação só poderá ocorrer se houver uma mudança de atitude por parte da grande maioria dos docentes. Como princípio deveria constar no horário dos docentes aulas em comum para partilha de ideias e estratégias. Outra ideia é retirar as portas das salas de aula.<br><br></div><div>As salas de aula devem ser organizadas de forma completamente diferente de acordo com a área que cada grupo de docentes leciona. Os alunos devem percorrer salas com formatos/ambientes/organizações diferentes para desenvolver capacidade de trabalho em ambientes diversos.<br><br></div><div>Será utilizado o instrumento de registo  que melhor se adapte ao aluno. A escolha deve ser sempre do aluno e não imposição do docente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-04 18:39:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 15 -  EXEMPLOS DE CENÁRIOS DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>sergiomfq</author>
         <link>https://padlet.com/sergiomfq/3g2s4bj1wfy5/wish/151895379</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a visualização dos vídeos deixo aqui algumas considerações a saber:<br><br></div><div>No vídeo 1 <strong>Projeto de estudo ao ar livre<br></strong><br></div><div><strong>O trabalho interdisciplinar é uma mais valia e que não deve ser deixada ao acaso, no entanto este trabalho colaborativo entre docentes vai-se perdendo à medida que o nível de escolaridade do aluno avança, esta situação está a meu ver intimamente relacionada com o facto de cada docente trabalhar em isolamento na sua disciplina e como não tem pontos de encontro não sabe o que pode integrar no seu plano de alua e que é comum a outras disciplinas. Esta situação é aguda no ensino secundário quando o diretor de turma pede colaboração para a implementação de algum programa como por exemplo o programa de educação sexual, todos os docentes em que as disciplinas estão sujeitas a exame nacional tentam “fugir” a este trabalho de articulação para se focarem nos resultados dos exames. As visitas de estudo, que sempre foram momentos impares de articulação disciplinar, são agora também mais raras pois as condições económicas dos alunos e a falta de apoio para a sua realização deixam os docentes limitados nas suas ações. Em suma para haver articulação tem que existir investimento ao nível dos horários dos docentes promovendo pontos de encontro semanais para articular e refletir.<br></strong><br></div><div>No vídeo 2 Reconhecer aprendizagens informais<br><br></div><div>As aprendizagens informais são importantes mas difíceis de mensurar, o nosso sistema educativo ainda não valoriza este tipo de aprendizagens pois não está formatado para tal. Eu como docente de Física e Química A, posso ter um aluno que tem em casa um pequeno laboratório de eletrónica  e que desenvolve um conjunto de experiências de apreciável dificuldade e muito interessantes. Eu posso reconhecer as capacidades impares do aluno naquela área no entanto não posso fazer refletir essas aptidões/capacidades na sua classificação final, pois a equipa de autoavaliação do agrupamento tem como base para o meu desempenho o diferencial entre as notas de frequência e as classificações de exame, os pais utilizam também este “ Ranking” para reconhecer o melhor docente. Estas  perspetivas do reconhecimento e da preparação para o exame a meu ver chocam e não são compatíveis, por ventura  no ensino básico isto pode ser aplicado e valorizado, no secundário que leva a uma maior competição entre alunos e escolas por uma melhor nota de acesso ao ensino superior ainda não.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-06 17:16:03 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 16 -  GUIÃO PARA A ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>sergiomfq</author>
         <link>https://padlet.com/sergiomfq/3g2s4bj1wfy5/wish/152730283</link>
         <description><![CDATA[<div>Os cenários apresentados são viveis, com algumas adaptações na minha escola.O principal problema com que me defronto na minha escola é o facto de a internet muitas  vezes estar lenta e a rede sem fios não funciona em toda a escola, o que torna a execução do projeto complicada. A minha opção seria  "Educação Tecnologias e Programação" , estou a trabalhar com alunos do 11.º ano e tenho utilizado com sucesso a plataforma socrative, neste momento estou a preparar os alunos para que eles possam produzir ferramentas digitas que possam ser partilhadas por todos. O trabalho de laboratório tem uma grande liberdade de execução e cada vez mais temos aplicações tecnológica que podem apoiar os alunos na compreensão do real. A limitação dos meios ainda é uma realidade na minha escola que está a ser ultrapassada com a maior adesão dos docentes às ferramenta digitais, penso que a direção já percebeu que vai ter que fazer um esforço para, melhoar a rede e  adquirir tabletes que complementem as outras tecnologias. O próprio ministério deveria fomentar a aquisição deste tipo de tecnologia por parte de docentes e alunos oferecendo equipamentos a preços interessantes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-09 11:01:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 18 -  CONCEITO DE ATIVIDADE DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>sergiomfq</author>
         <link>https://padlet.com/sergiomfq/3g2s4bj1wfy5/wish/154997544</link>
         <description><![CDATA[<div>O que entende por Atividade de Aprendizagem? <br><br>Uma atividade de aprendizagem é para mim um desafio que coloco aos meus alunos de forma a gerar simultaneamente uma curiosidade pelo facto/desafio proposto e um pequeno desconforto que lhe permita trabalhar no sentido de o ultrapassar. Uma atividade inovadora é um conjunto de caminhos escolhidos pelos alunos sob a orientação do docente e que lhe permita dar resposta a um conceito que eles já conhecem e que não tiveram oportunidade de experimentar ou de refletir de forma organizada sobre ele.<br><br>Exemplos daquilo que são, no seu entender, Atividade de Aprendizagem aliciantes e inovadoras<br><br></div><div> Por exemplo o desmontar um conceito científico errado através da execução de uma atividade prática é na minha disciplina algo de fascinante. a utilização de aplicações para dispositivos móveis por forma a demonstrar algum conceito ou mesmo para recolha de dados( opor exemplo um sonómetro) no estudo do ruído é algo que motiva os alunos a participar e a envolver-se na construção do seu conhecimento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-20 19:17:52 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 22 - SUBMISSÃO e REVISÃO DA ATIVIDADE DE APRENDIZAGEM</title>
         <author>sergiomfq</author>
         <link>https://padlet.com/sergiomfq/3g2s4bj1wfy5/wish/156531173</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-02-27 19:11:17 UTC</pubDate>
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         <title>TAREFA 24 -  IMPACTO NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM</title>
         <author>sergiomfq</author>
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         <description><![CDATA[<div>A abordagem iTEC ao ensino e à aprendizagem, na minha opinião está sempre presente quando o professor quer levar os seus alunos para uma aprendizagem mais significativa e dinâmica. As novas abordagens requerem acima de tudo uma mudança de postura e de “posição “ do docente perante os alunos e a comunidade. No meu caso as abordagens iTEC que tenho tentado implementar na minha escola são o princípio de uma nova era para mim e para a restante comunidade, esta minha convicção baseia-se nos seguintes pressupostos que envolvem as novas abordagens:<br><br></div><div>1.    Os alunos são os principais atores da sua aprendizagem;</div><div>2.    Os métodos tradicionais de exposição e diálogo não respondem e são um entrave à curiosidade e ao perfil que os estudantes devem adquirir para terem sucesso  no ensino superior e na sua vida;</div><div>3.    Os encarregados de educação procuram cada vez mais que os seus educandos desenvolvam na escola competências sociais e comunicacionais, que combatam o isolamento dos jovens que estão inseridos em contextos familiares muito distintos dos que ocorreram nos anos 60 a 80. </div><div>4.    As empresas procuram nos alunos  acima de tudo comunicação, criatividade e capacidade de trabalho em grupo;</div><div>5.    O trabalho que é elaborado pelos alunos e sujeito à negociação/avaliação dos pares  é sempre o mais significativo;</div><div>6.    Não se podem isolar os jovens das ferramentas que  os seduzem e que utilizam diariamente, sabendo que estas possuem uma capacidade de comunicação e de computação nunca vista;</div><div>7.    A difusão dos trabalhos dos jovens com a supervisão do professor é uma mais-valia na disseminação da ciência e da criatividade, contribuindo assim para uma sociedade mais justa, livre e aberta.<br><br></div><div>A mudança custa a todos, no entanto para que a mudança seja efetiva será necessário que o ministério e as autarquias invistam na formação dos docentes de forma a que eles possam trabalhar em grupo e desenvolver projetos de ensino transversais com efeitos muito significativos no desenvolvimento da sociedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-08 21:22:26 UTC</pubDate>
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         <title>TAREFA 25 -  TRICIDER - NÍVEL DE RUBRICA DA COLABORAÇÃO COM BASE EM 2 EXEMPLOS</title>
         <author>sergiomfq</author>
         <link>https://padlet.com/sergiomfq/3g2s4bj1wfy5/wish/158823641</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-03-08 21:32:51 UTC</pubDate>
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