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      <title>Mini acervo de linguagem oral by Thaís Cristina</title>
      <link>https://padlet.com/thaiscristtina5225/3fyesjri46vwrtjq</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-11 01:06:56 UTC</pubDate>
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         <title>Parlendas </title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
         <link>https://padlet.com/thaiscristtina5225/3fyesjri46vwrtjq/wish/3254983442</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma parlenda muito comum na minha infancia que até hoje é passada oralmente é a da vaca amarela e azul. Pude ver isso acontecendo na escola que eu trabalho como estagiária nas turmas do 4° ano: </p><p><br></p><p>1° Vaca amarela cagou na panela, quem falar primeiro como toda a bosta dela, valeu.</p><p><br></p><p>2° Vaca azul cagou no buzu, quem falar primeiro como toda a bosta azul.</p><p><br></p><p>Na sala do 1° ano do ensino fundamental também pude ver uma nova versão mais "escolar" da mesma parlenda era assim:</p><p><br></p><p>3° Vaca amarela babou na panela quem falar primeiro come toda a baba dela.</p><p><br></p><p>Outras que eu ouvia muito na infancia e que já não vejo na escola que eu trabalho por exemplo são:</p><p><br></p><p>4° "Dedo mindinho, Seu vizinho, Pai de todos, Fura bolo, Mata piolho."</p><p><br></p><p>5° Hoje é domingo no pé de cachimbo, o cachimbo é de ouro, bate no touro, o touro é valente, bate na gente a gente é fraco cai no buraco, o buraco é fundo acabou-se o mundo. </p><p><br></p><p>Essa está na brincadeira de pula corda, hoje não vejo mais esse tipo de brincadeiras na escola nem na rua, pelo fato das questões de segurança estarem mudando muita coisa está se perdendo e digitalizando. Mas amava essas parlendas dentro das brincadeiras das partes que me lembro são:</p><p> </p><p>6° Qual é a letra do seu namorado a, b, c, d .... muitas vezes batiamos na corda no momento da letra da pessoa que gostvamos.</p><p><br></p><p>7° Tinha a das profissões que não me lembro exatamente o que vinha antes, mas depois era "Rei, capitão, soldado, ladrão, menino bonito do seu coração".</p><p><br></p><p>8° Uma de outra barincadeira que se fazia com a mão era que continuava assim: "Lá em cima do armário tem um copo de veneno quem bebeu morreu o azar foi seu".</p><p><br></p><p>9° Recentimente tive um vizinho que passou os primeiros anos da vida conosco e um dia quando ele tinha 1 ano, minha mãe brincava com ele da parlenda "Serra, serrador, serra menino que nunca serrou" e ele acostumou tanto com a musiquinha que sempre que a minha mãe segurava ele na posição da brincadeira, ele naturalmente se inclinava e balançava no ritimo da musica para que ela cantasse.</p><p><br></p><p>Muitas parlendas da minha infancia permanecem sendo passadas adiante hoje em dia, mas muitas outras deixaram de ser passadas por conta da violencia nas ruas, da tecnologia e outras coisas que tem dificultado o processo de passa-las adiante. As escolas precisam ser o lugar que essas culturas orais permanecerão se propagando, assim como é dever da escola dar o direito dessas crianças brincarem.</p><p><br></p><p>Referências: </p><p><br></p><p>Minhas memórias.</p><p><br></p><p>Daniela Diana, Toda Materia, 31 Parlendas do Fouclore Brasileiro, Acesso em:10 de dezembro de 2024. Disponivel em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/parlendas/">https://www.todamateria.com.br/parlendas/</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 02:08:08 UTC</pubDate>
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         <title>Adivinhas</title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
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         <description><![CDATA[<p>As adivinhas são uma das coisas mais comuns até hoje. São muito comuns nas escolas, eu já presenciei muitas que conhecia na minha infancia, e novas também, que conheci através de livros que usei para ensinar na escola que trabalho por exemplo.</p><p><br></p><p>As Classicas:</p><p><br></p><p>1° O que é o que é? Tem coroa mas não é rei, tem escama mas não é peixe? </p><p>R: Abacaxi.</p><p><br></p><p>2° O que é o que é? Cai em pé e corre deitada? </p><p>R: A chuva.</p><p><br></p><p>3° O que é o que é? O animal que não vale mais nada?</p><p>R: Javali.</p><p><br></p><p>4° O que é o que é? Entra na água e não se molha?</p><p>R: A Sombra.</p><p><br></p><p>5° O que é o que é? Sempre corre mas ta sempre no mesmo lugar? </p><p>R: O rio</p><p><br></p><p>6° O que é o que é? Tem cabeça mas não é gente, tem dente mas não é boca?</p><p>R: O Alho.</p><p><br></p><p>As mais novas que pude ver na internet para usar com meus alunos foram:</p><p><br></p><p>7° O que é o que é? É feito para andar, mas não anda?</p><p>R: A Rua.</p><p><br></p><p>Me lembro ter ouvido essa na infancia mas só me lembrar dela depois de encontrar na internet no momento da brincadeira, quando vi a resposta me veio uma nostalgia e uma vaga lembrança:</p><p>8° O que é o que é? Anda com os pés na cabeça?</p><p>R: O Piolho</p><p><br></p><p>Algumas são versões renovadas de outras advinhas como essas:</p><p>9° O que é o que é? Que nasce em pé e corre deitada?</p><p>R: A canoa</p><p><br></p><p>10° O que é o que é? Que sempre trabalha, mas nunca cobra salário?</p><p>R: O Relógio.</p><p><br></p><p>11° O que é o que é? Que está no meio do rio?</p><p>R: A letra i</p><p><br></p><p>As advinhas são muito interessantes para trabalhar com os alunos que estão em fase de alfabetização, eu tive a oportunidade de experimentar com alunos meus silabico-alfabeticos que liam silabando, eles mesmos gostavam de ler as adivinhas para os colegas e era uma forma dirtivertida de praticar a leitura com eles.</p><p><br></p><p>Referencias: </p><p>Minhas memórias e experiencias.</p><p><br></p><p>SOUZA, Warley. "Adivinhas"; <em>Brasil Escola</em>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/portugues/adivinhas.htm">https://brasilescola.uol.com.br/portugues/adivinhas.htm</a>. Acesso em 10 de dezembro de 2024.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 02:46:51 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
         <link>https://padlet.com/thaiscristtina5225/3fyesjri46vwrtjq/wish/3255060515</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste mini acervo feito para o componente curricular EDCB85 - Alfabetização e Letramento cursado em 2024.2. Trago algumas lembranças experiencias e pesquisas acerca de tradiçoes orais como Advinhas, Parlendas, Lendas, Ditados e Brincadeiras. </p><p><br></p><p>Cada uma delas estão comentadas por momentos nostalgicos na minha vida adulta, lembranças e experiencias da minha infancia ou da minha vida profissional atual como professora alfabetizadora (estagiaria) de uma escola municipal da cidade de Salvador - BA.</p><p><br></p><p>Deixo aberta a seção de comentarios para que mais experiencias possam ser compartilhadas por quem visitar essa pagina.</p><p><br></p><p>Att. </p><p>Thaís Cristina Borges Oliveira da Cruz</p><p>Pedagogia, Faculdade de Educação, Univesidade Federal da Bahia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 02:57:05 UTC</pubDate>
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         <title>Lendas</title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
         <link>https://padlet.com/thaiscristtina5225/3fyesjri46vwrtjq/wish/3255064966</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma das coisas que mais marcaram minha infancia foram as lendas foucloricas, essas eu ouvia de todas as formas possiveis, eram muito presentes no meu cotidiano tanto escolar como social pois eu cresci em uma ilha onde tudo era bem parecido com um interior, a lenda principalmente de lobisomem e de caipora eram muito propagadas pela minha familia pois meus pais vieram do interior da Bahia, onde até experiencias com esses seres mitologicos eles tiveram. </p><p>Escrevendo sobre isso eu me arrepio, são lembranças assustadoras mas muito legais.</p><p><br/></p><p>Iniciando com a lenda do lobisomem que contaram para mim: Era o 7 filho que nascia homem de um casal que tinha 6 filhas mulheres. Virava lobisomem nas noites de lua cheia e comia todo tipo de animal. Desvirava na manã seguinte sem saber que era lobisomem e sem saber o que fez na noite anterior. Não se podia feri-lo pois o sangue transformava a outra pessoa em lobisomem também. Ele não passava por arame de cercas e essa era a tatica para se proteger dele.</p><p><br/></p><p>Essa era (hoje nem tanto) a mais comum das lendas naquela época (por volta de 2005-2010), na minha cidade existia sempre muitos rumores de que existia lobisomens que rondavam a região da mata de um bairro da minha cidade que na época tinha poucas casas, ficavamos muito assustados ao ouvir as pessoas comentarem sobre um bicho que passou rosnando pelo quintal delas durante a noite, e que os cachorros não paravam de latir. </p><p>Uma de minhas avós, comentou sobre uma ocasião que um lobisomem entrou no quintal dela para comer casca de carangueijo (na ilha a maioria das pessoas eram pescadores a alguns anos e hoje ainda é).</p><p>Meu pai nos contava varias experiencias que ele tivera no interior com varias entidades inclusive com o lobsomem mais de uma vez. Uma delas foi quando ele ainda era criança e o pai pediu que ele fosse buscar querosene para a lamparina em outro bairro que era distante e ele ia de cavalo, na volta para casa ele se deparou com um lobisomem o perseguindo, e segundo ele o animal é diferente do que dizem sendo a caracteristica mais marcante suas orelhas parecidas com m elefante, meu pai conta que o jeito que ele teve de se livrar do lobisomem foi pular a cerca de casa, e que outros irmãos dele ja tiveram uma experiencia parecida.</p><p><br/></p><p>Outra lenda comum que ja ouvi tanto do meu pai quanto dos meus tios e vizinhos foi sobre a caipora.</p><p><br/></p><p>De acordo com o que me contaram: Ela habita as matas e a protege como o curupira, ela distrai caçadores e os fazem se perder na mata, protegendo os animais e confundindo os caçadores. Sua aparencia é de uma velha que fuma e ri alto.</p><p><br/></p><p>Meu pai conta que uma das experiencias que ele teve foi quando era jovem e foi com alguns amigos caçar passarinhos na mata. Quando deram por si ja estavam perdidos e ouviam a risada da caipora na mata, eles correram e depois de um bom tempo correndo como se estivessem entrando mais a fundo na mata, conseguiram sair.</p><p>Um de meus tios me contou que o jeito que conseguia se livrar dela era xingando-a.</p><p><br/></p><p>Tembém lembro de ver a lenda do minotauro, a cuca e o saci nos filmes e desenhos do sitio do pica pau amarelo, além de ler historinhas infantis e gibis sobre os temas. Mas o que me marcou mesmo foram as histórias da minha familia.</p><p><br/></p><p>As Lendas são muito comuns nos interiores da bahia, hoje ainda são passadas oralmente por pessoas mais velhas que tiveram essas experiencias, experiencias que não se veem mais hoje em dia, nem mesmo nos interiores onde a urbanização tem crescido. </p><p>Muitas dessas lendas dão medo e serviam para nos ensinar lições importantes como preservar a floresta e não maltratar os animais. E hoje é mais comum ver esse gênero sendo passado pela escola de forma iustrada, diferente do que acontecia em outros tempos.</p><p><br/></p><p>Referencias:</p><p>Minhas memórias e de minha familia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 02:59:41 UTC</pubDate>
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         <title>Ditados</title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
         <link>https://padlet.com/thaiscristtina5225/3fyesjri46vwrtjq/wish/3255066852</link>
         <description><![CDATA[<p>Ditados populares eram muito utilizados antigamente, hoje de forma menos marcante as crianças e adolescentes usando, pessoas mais velhas ainda usam muito. Costumo ver na escola que eu trabalho mais as professoras utilizando para dar uma lição nos alunos, eu mesma sou uma das que constantemente falam esses ditados e muitas vezes vejo os alunos perguntando o que quer dizer. Ou seja, é o primeiro contato que eles tem com esses ditados mais antigos.</p><p><br/></p><p>O mais comuns que ja ouvi alunos utilizando foram:</p><p><br/></p><p>"Olho por olho, dente por dente"</p><p>"Por causa de um, todos pagam"</p><p>"A que se faz, a que se paga"</p><p>"Filho de peixe, peixinho é" - Até com trocadilhos.</p><p>"Amigos amigos negocios a parte" - Esse, vi apenas uma vez, e me surpreedi ao ouvi um aluno do 3° ano falando esse ditado.</p><p>"Quando um burro fala o outro abaixa a orelha".</p><p>Os que ouço mais professores falando e que muitas vezes os alunos não conhecem e levantam questionamentos são:</p><p><br/></p><p>"Quando um não quer, dois não brigam"</p><p>"Não adianta chorar pelo leite derramado"</p><p>"Um olho no peixe e outro no gato"</p><p>"Quem trabalha, Deus ajuda"</p><p>"Para bom entendedor, meia palavra basta"</p><p>"Mente vazia oficina do diabo"</p><p>"Mentira tem perna curta"</p><p>"Quem não tem cão, caça com gato"</p><p>"Saco vazio, não para em pé</p><p><br/></p><p>Os que mais gosto e que uso com frequencia pois me dão uma certa nostalgia e pertencimento são:</p><p><br/></p><p>"Agua mole pedra dura, tanto bate, até que fura"</p><p>"Pimenta no olho dos outros é refresco"</p><p>"A pressa é inimiga da perfeição"</p><p>"Deus escreve certo por linhas tortas"</p><p>"Quem com ferro fere, com ferro será ferido"</p><p>"Quem tem boca vai a roma"</p><p>"Mais vale um passaro na mão, do que dois vando"</p><p><br/></p><p>Algumas já foram ditas acima. Muitos outros ditados são muito usados diariamente no cotidiano popular, eles permanecem muito ativos na sociedade e sendo passados adiante, tanto nas escolas como no cotidiano, talvez em menor proporção do que na minha epoca de infancia, mas vejo que permanecem vivos e fortes na cultura popular baiana principalmente.</p><p><br/></p><p>Referencias:</p><p><br/></p><p>Minhas experiencias.</p><p><br/></p><p>Lucas amaral, Talentnetwork, Ditados Populares: todos os 53 ditos e provérbios mais famosos no Brasil que você precisa conhecer!, Pubblicado em 2, jun, de 2021. Acesso em: 10 de dez de 2024. Disponivrl em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rockcontent.com/br/talent-blog/ditados-populares/">https://rockcontent.com/br/talent-blog/ditados-populares/</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 03:00:46 UTC</pubDate>
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         <title>Brincadeiras</title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
         <link>https://padlet.com/thaiscristtina5225/3fyesjri46vwrtjq/wish/3255067344</link>
         <description><![CDATA[<p>Das brincadeiras que me recordo, são tantas que estão quase extintas. Como com outras coisas, as brincadeiras de antigamente estão perdendo sua força por conta da falta de espaço adequado para o brincar, as ruas não são mais seguras e o tempo das crianças tem sido preenchido com atividades extracurriculares, brincadeiras em tecnologias como tablet e celular, além da introdução precoce das redes sociais e das telas de forma geral. Isso tem dificultado que as brincadeiras populares comuns a 10/15 anos atrás hoje não sejam mais brincadas como antes.</p><p><br></p><p>Das antigas, as brincadeiras que ainda vejo sendo brincadas na escola que trabalho e nas ruas são as seguintes:</p><p><br></p><ul><li><p>Pega-pega, vejo releituras dessa brincadeira também.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Bafão, que antes era chamado de outro nome mas que hoje chamam assim. É aquela brincadeira que as crianças viram as cartas do monte, sendo apostado as cartas que elas compraram junto com figurinhas para seus albuns.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Beyblade, recentimete tem voltado para as escolas, lembro de quando eu, meu irmão e amigos assitiamos o anime e queriamos brincar de beyblade, até criavamos novas com materiais caseiros como tampa de garrafas, pregos e até peças de corrente de biscicleta, era muito divertido.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Jogar Bola, vejo muito na hora da quadra, e na hora da aula de educação fisica.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Baleô, também na hora da quadra e na rua.</p></li></ul><p><br></p><p>Das atuais que vejo no recreio das crianças da escola que trabalho:</p><p><br></p><ul><li><p>Dança de tiktok</p></li></ul><ul><li><p>Jogos digitais</p></li></ul><p><br></p><p>Brincadeiras que não vejo mais nem na escola, nem nas ruas:</p><p><br></p><ul><li><p>Elastico, eu amava essa brincadeira, comprava dois metros de elastico grosso ou fino e levava para a escola ou para a igreja para brincar com as outras meninas, hoje não vejo mais essa brincadeira, mas já vi meninas comentando que gostavam de brincar.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Esconde - Esconde.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>7 pedrinhas, era uma brincadeira que dividia em dois grupos e o grupo que ganhasse o par ou impar, começava jogando a bola nas sete pedrinhas empilhadas, se um errasse o outro jogava até derrubar as pedras. Quando elas caiam o grupo vencedor pegava a bola e baleava as pessoas do outro grupo que tentavam desviar, assim quando era atingido passava para o grupo adiversário, até acabar um dos grupos e reiniciar a brincadeira.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Empinar pipa/arraia.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Mutantes, essa era uma brincadeira que imitavamos um poder da novela "mutantes", era uma brincadeira divertida, tinha vampiros, lobisomens, telepatas e muitos poderes inusitados.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Pula-Corda, essa me surpreende não ver mais, era muito comum ver as crianças brincando na rua e cantando as musicas. "Quiabo, maxixi, giló, seu pai, sua mãe, sua avó. Quiabo, maxixe abobrinha, seu pai sua mãe sua vizinha, se não sair da linha vai levar foguinho" e rodava a corda rapido, outra brincadeira com a pula corda era "a maré ta subindo, a maré ta descendo" que a corda subia e baixava e a pessoa não podia tocar. Essa brincadeira marcou muito minha infancia e adolescencia, eu brincaria até hoje em dia, pois é muito legal. Espero poder ver as crianças voltarem a brincar com isso.</p><p><br></p></li></ul><p>Acredito que como no passado as brincadeiras tinham suas fases, então quando era época de pipa e arraia vendia material em todo lugar, quando era época de gude, vendia gude em toda vendinha, época de cartas vendia albuns e cartas em todo lugar, e assim sucessivamente. Porém há brincadeiras que não voltarão mesmo devido a falta de espaço para brincar, e isso é um problema de segurança publica também, pois as crianças precisam de garantias para viver suas infancias e a brincadeira precisa ser parte dela. </p><p>É importante também que as escolas proporcionem o ensino e o tempo de se aprender novas/velhas brincadeiras e não somente na educação infantil, onde isso é mais presente, mas em toda a fase das infancias na educação.</p><p><br></p><p>Referencias:</p><p><br></p><p>Minhas memórias e experiencias como professora do ensino funamental I.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 03:01:02 UTC</pubDate>
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