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      <title>Meu padlet impressionante by Andréa Simões</title>
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      <description>Criado com charme</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-09 21:35:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>psiandrear</author>
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         <description><![CDATA[Há vinte anos atrás começava meu contato profissional com crianças portadoras de deficiência e isso me apavorava pois eu não sabia o que fazer. Estava começando a minha graduação em Psicologia, mas isso não me deu suporte para a lida diária com elas. Meu cargo era de Estimuladora Materno Infantil, função criada exclusivamente para se trabalhar em creches do município de Duque de Caxias, RJ. Até hoje não recebi nenhum curso de capacitação atender as crianças especiais, que são incluídas em turmas regulares. Aqui cabe o que a literatura estudada nos fala: nosso sistema entende que inclusão é colocar para dentro, é comparar o aluno atípico com o típico e ajustar o primeiro para que ele acompanhe a turma. Temos sim, sala de recursos, mas nem todos têm acesso, nem sempre é bem equipada. A situação não fica pior pelo compromisso do próprio professor e da unidade escolar em oferecer o melhor que puder. Ainda há muito o que se avançar em termos de uma política séria que priorize, viabilize e instrumentalize a educação especializada. ]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 23:25:43 UTC</pubDate>
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         <author>psiandrear</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 19:22:34 UTC</pubDate>
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         <title>MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOUNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTASPROGRAMA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVACURSO UFPEL/MEC EM SERVIÇO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – DEFICIÊNCIA INTELECTUAL SÍNDROME DE DOWN Andréa Regina Simões da Silva No ano de 2018 tive uma aluna com síndrome de Down, ela tinha três anos na época e além de frequentar nossa turma regular, também frequentava a sala de recursos em outra creche, pois a nossa não oferecia esse espaço. Alícia apresentava as características fenotípicas, contudo de uma maneira mais branda. Não tive acesso ao histórico da gestação e parto, nem da dinâmica familiar. A mesma não fazia acompanhamento terapêutica, nem a mãe, acredito que por falta de condições financeiras. Alícia também apresentava déficit na coordenação motora fina e na linguagem, principalmente na comunicação verbal. Apesar de compreender o que lhe era dito não gostava de obedecer as ordens, mas conseguiu estabelecer um vínculo afetivo  com as educadoras e coleguinhas.Quanto aos aspectos familiares me parecia que ela era melhor tratada na escola do que em casa, fato observado principalmente na higiene pessoal. Estava evoluindo, no que se refere à aquisição das regras de convivência e à interação nas atividades pedagógicas, até que sua mãe engravidou e ela começou a apresentar mudanças negativas no seu comportamento. Nesse ponto podemos citar Vygotsky (1999) que nos alerta sobre a qualidade do ambiente social e sua relação com o desenvolvimento da criança. Sempre me pareceu que a mãe negava a doença da filha deliberadamente, mas, segundo Chacon (1995) essa é uma atitude reativa da mãe, ou seja, por receio do preconceito alheio a mãe nega a deficiência do (a) filho (a).  Considero que a convivência na creche foi de primordial importância para os avanços adquiridos nos aspectos cognitivo, social e afetivo. </title>
         <author>psiandrear</author>
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         <pubDate>2020-10-26 22:17:38 UTC</pubDate>
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