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      <title>Favoritos by ANA GRAZIELA DE OLIVEIRA SANTOS</title>
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      <description>Criado com um momento de genialidade</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-06 18:05:12 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Graziela de Oliveira Santos</title>
         <author>anagrazieladeoliveirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/anagrazieladeoliveirasantos/Bookmarks/wish/2269019248</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Pollock</strong> tem a ideia de criar dispondo grandes telas no chão do ateliê e usando o corpo todo como instrumento para realizar composições abstratas. Essa maneira de <strong>pintar</strong> foi inspirada na técnica dripping (em português, gotejamento), inventada por Max Ernst, artista que fez parte do surrealismo.<br>Paul Jackson Pollock nasceu em Cody, EUA, no dia 28 de janeiro de 1912.<br><br></div><div>Filho de Stella May e LeRoy Pollock, foi o caçula dos seis filhos do casal. Seu pai trabalhava com agricultura e, mais tarde, foi funcionário do governo como agrimensor. Sua mãe vinha de uma família de tecelãs e era costureira.<br>Jackson Pollock participou de um exposição na <em>McMillen Gallery</em>, em 1942. Na mesma mostra, também havia trabalhos da artista Lee Krasner, que ficou impressionada com as obras de Pollock. Ela, então, decidiu fazer uma visita inesperada ao artista.<br><br></div><div>A partir daí, os dois iniciam um romance e se casam em 1945 em uma cerimônia íntima, com apenas duas testemunhas.<br><br></div><div>Mais tarde, conseguem comprar uma casa com um empréstimo de Peggy Guggenheim. A residência possuía um celeiro, que Pollock transformou em seu ateliê. Krasner, por sua vez, produzia em um cômodo menor, dentro da casa.<br><br></div><div><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 16:50:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anagrazieladeoliveirasantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Allan Kaprow, o artista pioneiro norte-americano que no final da década de 50 definiu o conceito de happening em eventos que combinavam pintura, escultura e teatro, morreu aos 78 anos na sua casa de Encinitas, na Califórnia. "Em vez de fazer grandiosas obras de arte, Allan considerava a grandeza das coisas vulgares. Tudo podia ser inspirador e transcendente", recordou Steve Fagin, o director do Departamento de Artes Visuais da Universidade da Califórnia em San Diego, que foi fundado por Kaprow.A importância e influência de Allan Kaprow para a arte do final do século XX foi tremenda; ao longo de décadas de actividade artística, e também na sua longa carreira lectiva e académica, experimentou e misturou as mais diversas formas de expressão, numa busca incessante por uma solução para o dilema da separação da arte e da vida.<br>"Os artistas contemporâneos não trabalham para suplantar a recente arte moderna por uma outra forma melhor ou superior. Trabalham para reflectir sobre o que pode ser a arte. A arte e a vida não estão simplesmente misturadas. A identidade de cada uma permanece incerta", disse em 1966.<br>Foi em Outubro de 1959 que Kaprow iniciaria um novo conceito artístico, com um trabalho na sua Reuben Gallery de Nova Iorque - Eighteen Happenings In Six Parts, uma experiência celebratória do vulgar e do extraordinário que atribuía ao público o papel central: os espectadores eram convidados a movimentar-se e intervir numa "coreografia" que os levava a observar, em simultâneo, pintores em processo criativo e mulheres a fazer sumo de laranja. O evento, o primeiro classificado como um happening, misturava peças artísticas, música, luz, odores e movimento; o que o artista pretendia era criar ambientes nos quais a audiência pudesse "fundir-se" com a obra de arte.<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 16:54:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anagrazieladeoliveirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/anagrazieladeoliveirasantos/Bookmarks/wish/2269040213</link>
         <description><![CDATA[<div>Hélio Oiticica (1937-1980) foi um artista plástico brasileiro. Pintor, escultor e destacado artista performático, foi um dos grandes nomes da Arte Concreta no Brasil.</div><div>De volta ao Brasil, em 1954, Hélio e seu irmão César Oiticica ingressam no curso de pintura e desenho de Ivan Serpa, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Nesse mesmo ano escreveu seu primeiro texto sobre artes plásticas.<br>Desde o início da carreira literária, a obra de Oiticica foi marcada pela livre criação e pela experimentação. Se envolveu com grupos artísticos e com eles participou de várias exposições.</div><div>Entre 1955 e 1956, integrou o Grupo Frente, Grupo Concretista que contava com a adesão de artistas importantes como Ivan Serpa, Lígia Clark e Lygia Pape, todos ligados ao concretismo.</div><div>Um dos primeiros trabalhos realizados por Oiticica foi a série <strong>“Metaesquemas” </strong>(1956-58) quando elaborou mais de 400 pinturas, em pequeno formato, realizadas em guache sobre cartão, onde o artista fez experimentações com cores, formas abstratas geométricas e com o espaço.<br>A partir de 1959 o artista iniciou seu processo de transição da tela para o espaço ambiental. Um dos primeiros trabalhos que marcaram essa mudança foi a instalação<strong> “Bilaterais”</strong> (1959) onde apresentou objetos coloridos que traziam forma e cor para o espaço, todos suspensos por fios invisíveis.<br><br></div><div><br>Com estruturas tridimensionais, as obras tinham efeito visual e também tátil, quando o público podia e devia toca-la, senti-la e até mesmo experimenta-la.<br><br></div><div><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-23 17:07:39 UTC</pubDate>
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