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      <title>As falácias do ensino remoto by Aline Nery</title>
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      <description>Vamos às nossas reflexões?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-26 23:55:51 UTC</pubDate>
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         <title>SAUDAÇÕES</title>
         <author>linestar02</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse mural é para que vocês deixem as contribuições sobre o texto: AS FALÁCIAS DO ENSINO REMOTO- Saviani e Galvão.<br>Lembrem-se de colocar resumidamente os pontos principais a respeito do texto lido.<br>Att<br>Aline e André</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 13:20:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>linestar02</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1383130149</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Resumo: Em virtude da pandemia do novo coronavírus, as escolas aderiram ao chamado “ensino” remoto, com consequências diversas, como a exclusão de milhares de estudantes, a precarização e a intensificação do trabalho de docentes e demais servidores das instituições escolares. Apesar da relevância desses aspectos, nosso objetivo é discutir as implicações pedagógicas do “ensino” remoto e sinalizar que o discurso de adesão por falta de alternativa é falacioso. Por meio da explicitação dos elementos constitutivos da tríade conteúdo-formadestinatário, buscamos demonstrar a inviabilidade de uma educação de qualidade remota e finalizamos elencando algumas proposições que poderiam ter sido adotadas, além de outras que poderiam surgir se fosse garantida uma construção democrática sobre o funcionamento das escolas. Concluímos afirmando que, diante da situação grave em que nos encontramos, precisamos nos comprometer com a luta pela qualidade da educação e resistir coletivamente aos ataques que sofremos.&nbsp;<br>(Galvão e Saviani)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 13:49:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>EdgarSouza</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1397916524</link>
         <description><![CDATA[<div>Como não ouve investimento no sistema único de saúde no inícios da crise sanitária do covid-19 no Brasil, também não houve para a educação. O texto trás que no início da crise sanitária muitas escolas pararam e outras que decidiram dar início a um novo ciclo da educação, as "aulas remotas", enfrentam grandes dificuldades como&nbsp; a exclusão, grande parte dos estudantes da educação pública no Brasil não tem acesso a Internet, as condições socioeconômicas dos alunos brasileiros são diversas e muitos não tem suporte nem aparelhos tecnológicos para acompanhar as aulas e materiais de estudo.<br>Como trás os autores, as aulas remotas TENTAM aproximar das aulas presenciais, mais essa ação não tem 100% de sucesso, pois há diversos obstáculos, como a interação, falta de ambientes virtuais equipados e equipamentos, Internet qualificada, falta de formação tecnológica docente e discente e etc.&nbsp;<br>Sem investimento educacional esse novo ciclo poderá, mais tarde, implicar varios problemas, como coloca os autores. Pós pandemia pode haver uma generalização em achar que a educação a distância equivale a educação presencial, pois haverá vários interesses políticos por trás,&nbsp; como o de custos, lucros. Sabemos que as aulas remotas não acolhem todos os alunos e a educação não pode ser seletiva, não deve&nbsp; priorizar ou inviabilizar conteúdos necessários para a formação e humanização dos alunos, assim, a educação tem que ser de qualidade e equida, mesmo dentre os diversos obstáculos, alguns que sempre houveram e que estão mais frequentes, como corte de investimentos financeiros e também didáticos.<br><br>Edgar Souza&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-08 22:41:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunamatosuneb</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1398104784</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto trás os principais pontos do caos da nossa realidade. Com o distanciamento social por causa da covid-19 consequentemente as instituições de ensino foram fechadas e tiveram suas aulas presenciais suspensas. As instituições de ensino privado logo aderiram as aulas remotas assim, fez também as instituições publicas que tiveram que se adaptar a essa nova realidade. Sabemos que o número de alunos que não possuem meios tecnológicos e que não tem acesso á internet é muito grande. Fica evidente a falta de infraestrutura e de preparação docente e governamental pois, assim como os alunos tem dificuldade em ter acesso á essas aulas remotas os professores também enfrentam dificuldades pois não foram preparados para tal situação e&nbsp; muitos não possuem os equipamentos adequados. Para amenizar essa questão podemos pensar que se fossem disponibilizados pelo governo equipamentos tecnológicos para os alunos e os professores o rendimento e aprendizagem seria muito melhor pois esses tantos alunos que não possuem meios para participar das aulas remotas teriam a oportunidade de participar, interagir e dialogar no espeço virtual. Temos consciência que as aulas remotas tentem a ter menos tempo nas cargas horárias, não tem tanto dialogo como nas aulas presencias e e como consequência os alunos não tem bom rendimento escolar. Vale ressaltar que tudo isso está relacionado com interesses políticos tento em conta que as aulas de forma remota tem custos muitos menores do que as aulas presenciais.&nbsp;<br><br><br>Bruna Matos De França<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 00:32:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>deniseolicarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1398126443</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto “Educação na pandemia: a falácia do “ensino” remoto”, de Dermeval Saviani e Ana Carolina Galvão aborda algumas questões muito importantes sobre o ensino no cenário pandêmico que vivemos atualmente.&nbsp;<br><br></div><div>O trabalho é iniciado com uma crítica ferrenha ao governo no que tange o enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Logo em seguida, o caos no cenário educacional começa a ser retratado: de imediato já se evidencia que boa parte dos alunos não têm acesso ao ensino remoto e os que o tem, enfrentam sérias dificuldades com o acesso à internet e a aparelhos tecnológicos adequados para essa finalidade. Além disso, a adoção do ensino remoto foi feita não porque não existem outras possibilidades, mas por escolhas políticas que, evidentemente, não são democráticas.<br><br></div><div>Outra questão apontada é o prejuízo decorrente da falta da interação entre professor e aluno nesse cenário: as aulas síncronas são poucas e, em conseqüência, as atividades assíncronas são muitas. Sendo assim, o aluno precisa procurar sozinho meios para sanar questões que, se fossem em sala de aula, o professor seria capaz de identificar e intervir com eficácia. Falando em professor, este com o trabalho remoto, fica sobrecarregado com diversas tarefas que ocupam também o tempo que antes era destinado para a sua vida pessoal, resultando em uma sobrecarga muito grande, que pode ser muito nociva e pode impactar na saúde física e emocional.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Denise Carvalho<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 00:40:33 UTC</pubDate>
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         <title>Após a Leitura realizada do texto. &quot;Educação na Pandemia: a falancia do &quot;ensino &quot; &quot;remoto&quot; Dos autores Dermeval Saviani e Ana Carolina Galvão vem trazendo fundamentos importantes sobre o ensino em relação ao momento em que estamos vivendo. Percebe-se que ao inicio do texto já nos deparamos com criticas à parte que cabe uma parcela de culpa dos gorvenos e também do presidente , pois o Brasil recebeu verbas  que poderiam ser usados para fortalecer os recursos do ensino a educação e também a saúde em que Jair Bolsonaro desperdiçou milhoes de reais com remedios ineficazes para a cura desse virus que alastrou no mundo inteiro. E após isso eles sempre vem debatendo que para se tornar um ensino sincrona de qualidade precisaria de muita preparação e muitos investimentos , assim como incluir a sociedade em reunioes , para possiveis outros meios de processo de ensino. E que nós estudantes e professores com esse novo metodo de ensino de emergência com a não preparação ; Está deixando inumeros docentes estressados doentes fisicamente e principalmente psicologicamente, pois com a falta de preparação os alunos estão perdidos e a não comunição presencial dificulta o aprendizado do aluno. Os Professores estão tendo que da conta de mensagens dos alunos com duvidas , corrigir diversos trabalhos e dentre outros demais fatores. Apesar que seja uma iniciativa interessante para que os alunos estejam sempre estudando e assim com a volta das aulas presenciais que ainda não sabemos quando eles ja estejam com bagagem de aprendizagem. Mais que teria que ter toda uma preparação antes do inicio da pandemia ou até mesmo quando se iniciou . Nos ultimos paragrafos diz que o inicio das aulas remotas foram tardia tendo aprovação somente em 18 de agosto de 2020. E que protanto não era o momento de se preocupar em recuperar as aulas e sim preocupar com as vidas e saude de cada um . Sem contar os cortes que os universitarios sofreram dos salarios que é justamente nesse momento que estão mais necessitados , saneamento basicos , ou seja , os autores tras muitos problemas que existem e que os governos não estão preocupados em exercer fornecimento de ajuda para familias necessitadas. Assim portanto trago a minha contribuição . </title>
         <author>maryewuu</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1399554464</link>
         <description><![CDATA[<div>MARIANA DA SILVA SOUSA !</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 12:13:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolhorac</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1400167107</link>
         <description><![CDATA[<div>Os autores também trazem referência à psicologia histórico-cultural, citando Martins (2013), que aponta&nbsp; que o psiquismo é um sistema composto por funções psicológicas interdependentes, a qual&nbsp; necessitam das relações sociais para se desenvolverem.&nbsp;<br>Vigotskii (2010) traz os planos interpsíquico e intrapsíquico, no que diz respeito às atividades desenvolvidas ainda na infância. A primeira, às atividades coletivas, e a segunda, às individuais.&nbsp; Em resumo, o ser humano precisa aprender para se desenvolver, e como é citado, isso se dá através da relação com o outro.<br>Desse forma, os autores criticam a forma como o ensino remoto vem sendo aplicado, pois evidenciam a pouca aprendizagem, o pouco conteúdo, pouca carga horário, e sobretudo o pouco diálogo. Tudo isso em contrapartida de muito trabalho a se fazer, ou seja, os alunos se vêem sobrecarregados de atividades e se sentem "afogados numa imensidão de informações caóticas", sem apoio e estímulo.&nbsp;<br>O fragmento do texto retoma a reflexão de como a nova modalidade impacta o processo educativo e o desenvolvimento enquanto ser humano, e mais que isso, o "ensino" remoto, entre aspas, como foi&nbsp; colocado, traz à tona o regresso e não o contrário como foi proposto.&nbsp;<br><br>Ana Caroline Mendes Hora<br><br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-09 14:41:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Raya_80</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1400769970</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Inicialmente o texto, "Educação na pandemia: a falácia do ensino remoto", aporta ao leitor informações sobre os efeitos da pandemia do novo corona vírus no Brasil. Os autores afirmam que a pandemia, no Brasil, foi tratada de forma omissa e irresponsável por parte do Governo Federal. Fala-se, no texto, sobre a desoladora crise sanitária que acomete o nosso país e que essa situação poderia ser diferente. Sendo o Brasil possuidor de um dos maiores sistemas de saúde pública no mundo e, também, um dos últimos países a ser afetado pelo vírus, os autores sugerem que, com um melhor planejamento&nbsp; de contenção da propagação do vírus e com mais investimentos em recursos sanitário, o nosso país, poderia ter se tornado um exemplo mundial no combate ao novo corona vírus.<br>&nbsp; &nbsp; Na sequência, Salvine e Galvão, falam sobre o fechamento das escolas como consequência do advento da pandemia. Citam que, a expressão "ensino remoto" passa a ser usada como alternativa à de "educação a distância" (EAD) e que, não se levou em consideração condições primárias, que deveriam ser preenchidas, antes do Estado colocar em prática o sistema de ensino remoto. Questões como: equipamentos adequados; acesso à internet de qualidade;&nbsp; familiarização com novas tecnologias; preparação dos docentes para o uso pedagógico de ferramentas virtuais; são apontados pelos autores como fatores limitantes para o desenvolvimento do ensino remoto, principalmente nas escolas públicas.<br>&nbsp; &nbsp; Ressalta-se, no texto de Salvine e Galvão, da importância que as relações pessoais, relação com o outro, tem no processo de aprendizagem. Os autores afirmam que, supostamente, o professor possui a capacidade e as condições para identificar pendências afetivo-cognitivas nos alunos, que precisam ser transformadas, para assim promover um melhor desenvolvimento de aprendizagem. Assim sendo, a minimização&nbsp; da função do educador na prática pedagógica, que possivelmente poderá ocorrer com o sistema de ensino remoto, poderá desqualificar a profissão e, consequentemente, favorecer uma possível precarização profissional na categoria docente.<br><br>Ajuricaba Amaral&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 16:57:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> A pandemia da covid-19 implicou transformações drásticas em nossas vidas, fomos obrigados a habituarmos a um novo contexto de maneira brusca, que modificou no nosso convívio social, nas formas de trabalho, nas reflexões sobre nossas existências e na educação não foi diferente. Tivemos que adotar estratégias para tentar resistir a esse momento, por isso, o ensino remoto emergencial foi uma proposta elaborada para esse contexto, devido o ensino presencial estar interditado. Diante desse viés, o texto; Educação na pandemia: a falácia do “ensino” remoto, traz uma série de discussões e reflexões importantes para essa nova modalidade de educação a qual estamos vivenciando. Para os autores, esse ensino remoto destacado por diversas nomenclaturas representa os “arremedos do Ead”, (p.38), que não promove soluções de problemas, pelo contrario, ele os evidencia, seja através da exclusão de vários alunos, “na ausência de democracia nos processos decisórios para adoção de modelo, na precarização e intensificação do trabalho docente” (p.38). Enfim, para elas a justificativa de adesão dessa modalidade de ensino, parte por uma escolha política e não por falta de alternativas. Nesse sentido,  a grande problemática consiste na não utilização de condições básicas para a efetuação desse ensino, como no acesso a internet de qualidade, no custeio e utilização de equipamentos apropriados, na formações pedagógicas para o uso de ferramentas digitais, na familiaridade com as tecnologias. Pois sem, essas condições mínimas, afeta diretamente no processo de aprendizagem, como através no desenvolvimento de doenças. O processo educacional se constitui através da interação entres os sujeitos, da troca de experiências, pois “o individuo precisa aprender para se desenvolver e isso se dá em primeiro lugar na relação com outro” (P.42). Nesse sentido, a educação é somente eficiente e emancipadora quando há uma interatividade entre o professor e o aluno, diante do contexto de ensino atual, o interagir é dependente de fatores externos, das tecnologias digitais. Com isso, o texto traz três elementos principais no planejamento de ensino: a forma, conteúdo e destinatário, sendo aspectos construtivos para a pratica pedagógica.Desse modo os autores chegam a conclusão que o ensino remoto é empobrecido devido a “impossibilidade de se realizar um trabalho pedagógico serio com o aprofundamento dos conteúdos de ensino”(p. 42) desencadeado pela dificuldades de tempo, espaço, de pouco conteúdo, carga horaria e dialogo, ficando assim com pouco ensino e pouca aprendizagem. Isso também se refletirá na sobrecarga de tarefas destinadas ao aluno, que ocupa o papel de autônomo do próprio conhecimento, repleto de leituras, vídeos etc,. Como também, para os professores que transfere seu trabalho para o ambiente doméstico, elevando sua carga horaria, com inúmeros trabalhos, mensagens, aplicativos, fóruns, ambiente virtuais, entre outros.     Assim, as possíveis soluções para os questionamentos e problemáticas evidenciadas pelos autores, são propostas por uma construção democrática publica, para o funcionamento das instituições diante do contexto pandêmico, uma melhora nas condições de trabalho, planejamento e investimento em plataformas virtuais públicas. Outro aspecto mencionado foram os diagnósticos sobre a realidade dos alunos, buscando meios para solucionar melhorias quanto as condições de sobrevivência e meios de acesso a internet e equipamentos. Por consequente, eles propõem o cancelamento do ano letivo de 2020, não tendo suporte adequando para suprir o tempo perdido pelo período pandêmico. Nesse víeis, a forma como o ensino está sendo realizado nesse momento consequentemente refletirá no período pós-pandêmico, sendo causado pela “falta de uma verdadeira responsabilidade com a educação publica de qualidade” (p. 39), precisando haver o compromisso em lutar por uma educação eficiente, contra o rebaixamento do ensino das camadas populares, reivindicando o ensino promissor.  Discentes: Gláubia Ramos e Mayara Fidelis</title>
         <author>ramosglaubia</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1401267506</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 19:10:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vtais4849</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1401361377</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto&nbsp; Educação na pandemia: a falácia do “ensino” remoto de&nbsp; Demerval Saviani e Ana Carolina Galvão inicialmente traz uma critica sobre as atuais ações de descaso do governo em frente a pandemia da covid 19.<br>No decorrer do texto aborda questões do “ ensino" remoto precário, o termo encontra- se em destaque porque as aulas oferecidas aos alunos, não são qualificadas quanto as presenciais e, de certa forma é&nbsp; preocupante, pois, o desenvolvimento das atividades acaba prejudicando alunos e professores, com conteúdos vazios, de forma empobrecidas e destinatários&nbsp; excluídos, como pontua Saviani e Ana Caroline.<br>&nbsp;Prejudica o desenvolvimento&nbsp; cognitivo, e as dificuldades encontradas pelos alunos e professores em meio a pandemia, são inevitáveis. Por causa do descaso com a educação alunos enfrentam grandes problemas,&nbsp; ficam com pouco ensino, menos rendimento escolar, poucas atividades. Há&nbsp; também&nbsp; a falta de interação entre alunos e professores, que é de grande importância para o desenvolvimento do aluno , e de certa forma com as aulas remotas, o&nbsp; aluno torna-se autônomo ao desenvolver suas atividades, buscando seu próprio conhecimento, e em meio a tudo isso, as vezes acontece de se deparar com muitas informações, e poucas chances de entender os assuntos, gerando sobrecargas.<br>Discente: Taís Viana de Sousa<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-09 19:41:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1401525070</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto éo&nbsp; aborda a questão&nbsp; do ensino remomoto de maneira a descortinar o que de fato está&nbsp; acontecendo no atual momento no âmbito social, e principalmente na educação em decorrência do avanço da pandemia causada pelo covid-19.&nbsp; Nesse sentido,&nbsp; é apontado o descaso do Governo Federal&nbsp; com a saúde pública bem como a tomada&nbsp; de medidas falaciosas em relação&nbsp; ao ensino remoto. Pois, o mesmo está ocorendo de forma que nem todos os alunos&nbsp; estão&nbsp; sendo contemplados; isso porque&nbsp; não possuem acesso aos equipamentos necessários e muito menos à internet. O que&nbsp; impede&nbsp; que milhares de estudantes tenham um ensino de qualidade. Outra questão&nbsp; apontada é a sobrecarga de professores e funcionários das escolas. E também, é sinalizado que a estratégia do ensino remoto tem interreses&nbsp; &nbsp; econômicos envolvidos, pois, os autores revelam uma tendência de tornarem a educação em mercadoria. Ou seja,&nbsp; a educação&nbsp; tem sérias questões&nbsp; que necessitam serem debatidas e refletidas .</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 20:48:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>araujotulani</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1401540287</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto “Educação na pandemia: A falácia do “ensino” remoto” nele é abordado que devido à crise sanitária e planetária em que, estamos vivendo afetou não somente o sistema de saúde, mas também a educação principalmente pública.&nbsp; Com o fechamento das escolas os governantes não sabendo lidar com a situação do país a falta de planejamento e organização. Não investiram na educação, na qual teve um retrocesso gigantesco. Foram criadas plataformas virtuais públicas para os professores lecionar através mundo digital chamado: “ensino remoto” oferecendo pouca ou nenhuma alternativa ao trabalho pedagógico.</div><div>O ensino remoto além de não oferecer um suporte adequado aos professores e alunos, também excluem aqueles que não possuem equipamentos necessários e acesso à internet ou até mesmo acontece dos próprios professores arcarem com os custos e prejuízos a saúde mental.</div><div>As autoras do texto apresentam como o ensino por meios das tecnologias digitais é um retrocesso, não há como garantir um conteúdo de qualidade, o indivíduo precisa aprender para se desenvolver e isso se dá a relação com o outro, esse “outro” se remete a escola (professor) ou seja é de extrema importância essa troca de conhecimento para então houver a emancipação do sujeito.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 20:57:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Devemos destacar a tríade: Forma-conteúdo-destinatário, ao abordarmos as complexidades exigidas pelo ensino remoto.</title>
         <author>linestar02</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1401605261</link>
         <description><![CDATA[<div>" Não há, pois, uma forma exclusiva de ensinar e aprender e as formas !cam muito restritas quando estamos diante de um modelo em que a aula virtual – atividade síncrona –, que se desdobra em atividades assíncronas, oferece pouca (ou nenhuma) alternativa ao trabalho pedagógico.&nbsp;" (P. 41)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 21:35:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais conclusões podemos chegar a respeito das Proposições para realmente nos tirar de uma “situação de ausência”?</title>
         <author>linestar02</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1401608765</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 21:38:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>tnascimnto25</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1401630944</link>
         <description><![CDATA[<div>Os autores iniciam o texto com muitas críticas ao governo e sua forma de lidar com a pandemia do coronavírus, são mais de 345 mil mortes e 4 mil mortes diárias. Aplicando com razão a alcunha de genocida no Presidente da República.</div><div><br></div><div>Sobre o ensino remoto, ele se apresenta como alternativa para conter o avanço da Covid-19 e ao mesmo tempo manter os alunos estudando, mas claro tudo feito em caráter emergencial e imediatista, lembrando que “ há mais de 4,5 milhões de brasileiros sem acesso à internet banda larga e mais de 50% dos domicílios da área rural não possuem acesso à internet. Em uma realidade em que 38% das casas não possuem acesso à internet e 58% não têm computador (ANDESSN, 2020, p. 14)”.</div><div><br></div><div>A precarização das condições que os professores e os alunos enfrentavam nas salas, são levadas para o ensino remoto, não há fluidez no ensino, que necessariamente precisa de troca entre dois agentes para caracterizar a educação, sendo assim “No “ensino remoto’’, ficamos com pouco ensino, pouca aprendizagem, pouco conteúdo, pouca carga horária, pouco diálogo.” Porém, com muitas tarefas, que muitas vezes não são corretamente entregues. Há de se pensar em alternativas para suprir essa necessidade de manter os alunos ativos, uma das ideias dos autores é: “Fazer uma seleção de livros que seriam indicados para leitura digital nas casas em que isso estivesse disponível e distribuídos na forma impressa nos demais casos. Os professores pediriam que, após a leitura, os alunos fizessem breves redações sobre os conteúdos dos livros lidos”</div><div><br></div><div>Mesmo assim, não cabe a nós atacar o ensino à distância, precisamos nos comprometer ainda mais em levar qualidade e tentar garantir o máximo de qualidade para os alunos desse novo contexto que vivemos.&nbsp;</div><div><br></div><div>Discentes: Tiago Medeiros Nascimento, Gildemar de Jesus Nascimento.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 21:52:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>silvynhasantos2017</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1401648649</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto "Educação na pandemia: a falácia do "ensino" remoto" de Dermerval Saviani e Ana Carolina Galvão, vem tratar do ensino remoto, das implicações pedagógicas e a educação pública.<br>&nbsp; &nbsp; Para início de conversa os autores começam fazendo um panorama do contexto atual em que vivemos, bem como algumas irresponsabilidades do governo para com a situação, irresponsabilidades estas que pesa muito na vida de cada brasileiro, referimos a todos porque é impossível não sentir na pele, esses efeitos catastróficos da pandemia, bem como do desgoverno.<br>&nbsp;A partir disso, os autores pautam na questão do ensino remoto, algo antidemocrático, porque promove a exclusão de muitos, pois sabemos que nem todo têm as condições de adquiri esses aparatos tecnológicos, e isso implica desrespeito com a educação pública e mais uma vez, a máscara do governo cai, e vem à tona o quanto os investimentos na educação estão deixando a desejar.&nbsp;<br>Outa questão bastante preocupante citada pelos autores, é o temor de que futuramente essas ferramentas que hoje promove libertação, possa serem possíveis instrumentos de dependência, e a maior preocupação é que essa “tecnologia se converta em instrumento de submissão da força de trabalho a um tempo sem limite, conduzindo o ser humano à exaustão ” (GALVÃO e SAVIANI, 2021, p.39) que provavelmente será o pivô de sérios problemas de saúde decorrente desse estresse.&nbsp; "Portanto, com o "ensino" remoto, nossos problemas não acabaram; apenas se enraizaram ainda mais"(GALVÃO e SAVIANI, 2021, p.39).<br>Galvão e SAVIANI destacam três aspectos que contribuem para a impossibilidade de uma educação remota de qualidade, sendo eles: conteúdo forma e destinatário.<br>&nbsp;O destinatário é aquele indivíduo que “não nasce humanizado mas humaniza-se a partir da realidade objetiva” (GALVÃO e SAVIANI, 2021, p.40). Dessa forma os conhecimentos adquiridos ao longo do tempo variam de acordo com as vivências de cada de cada indivíduo.<br>&nbsp;O conteúdo é aquele fundamental para o desenvolvimento de cada ser humano e a escola tem um papel de grande importância “ se pretendemos atingir o objetivo de colaborar com uma formação unilateral, então não nos servirão quaisquer conteúdos e, daí a necessidade de sua escolha criteriosa” (GALVÃO e SAVIANI, 2021, p.40)<br>O último aspecto é a forma que refere a forma pedagógica de aplicar o conteúdo “é preciso organizar os meios através dos quais se proporcione a cada indivíduo singular a apropriação dos conhecimentos produzidos pela humanidade” (SAVIANI, 2011 apud GALVÃO e SAVIANI, 2021,p.41)<br>Por fim, Galvão e Saviani, destacam que o presente trabalho foi desenvolvido de forma democrática e que diante da situação que estamos vivendo a luta pela qualidade da educação deve continuar e ainda mais forte do que nunca.<br><br>Discentes: Maiane Ferreira e Sílvia Nascimento</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 22:05:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>almeidalivia20</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1401696924</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto “educação na pandemia: a falácia do ensino remoto’’ aborda bastante informações e questionamentos sobre o ensino remoto que é colocado como a única opção, alternativa para concluir o calendário anual, e que na verdade essa única opção não é por falta de alternativas e sim por política e para o benefício ao capital. Pois mesmo tendo a noção que a maioria não tem acesso à internet ou equipamentos eles optaram pelo ensino remoto, não dando assistência aos que necessitam assim gerando a exclusão de vários alunos.<br>Tendo isso percebe se na leitura do texto que muitos professores, tem dificuldade para desenvolver seus trabalhos pedagógicos, pois são restritas suas formas de desenvolver a aprendizagem. Dessa forma, eles passam muitos textos, vídeo, ente outros conteúdos que acaba sobrecarregando o aluno que muita das vezes gera muitas informações, tornando o confuso e obtendo pouco aprendizado.<br>Com isso as aulas remotas é vista como algo empobrecido em questão a aprendizagem. Uma solução falada no artigo é sobre a possibilidade de que não haja exclusão, como auxílio para aqueles que necessitam, como merenda escolar, internet, livros digitais o até livros impressos para aqueles que não têm equipamentos tecnológicos, internet, para a realização de redações para que os alunos não deixassem de estudar até as coisas se normalizarem.<br>Enfim, O ensino remoto que para muitos parecia uma solução, acaba se tornando complicado para outras pessoas, muito não tem acesso a internet ou até mesmo a computadores o que dificulta o aprendizado. Fora isso, muitas coisas desmotiva os discentes e docentes, uma delas é a frieza no ensino do conteúdo, na qual os alunos e professores se comunicam apenas através da tela do computador, o que torna o ensino muitas vezes exaustivo.&nbsp;<br>Discentes: fabianny Xavier de medeiros<br>Debora silva Sousa.<br>Olivia almeida dos santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 22:44:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lediane931</author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1404678899</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto " Educação na pandemia: a falácia do "ensino" remoto" de Dermerval Saviani e Ana Carolina Galvão, vem abordando o ensino remoto e os seus prejuízos de ser aplicado de forma inconsequente.A implantação do ensino remoto como forma de da continuidade as aulas em meio ao atual cenário surgiu como uma luz no fim do túnel, pois foi visto como a única alternativa para da continuidade as aulas. Ana Carolina Galvão e Dermeval Saviani apresentam em seu texto as varias desvantagens da implantação do ensino remoto e mostram que ao contrario do que se pensa o discurso de adesão por falta de alternativa é enganoso. Essa forma de da continuidade ao ensino foi se popularizando de forma rápida e já está presente em diversos ambiente da educação desde o ensino infantil ao nível superior. Os autores chamam atenção para o fato disso esta se tornando o “novo normal” o que traria consequências diversas, pois “o que se observou de maneira geral foi que as condições mínimas não foram preenchidas para a grande maioria dos alunos e também para uma parcela significativa dos professores, que, no mais das vezes, acabaram arcando com os custos e prejuízos de saúde física e mental decorrentes da intensificação e precarização do trabalho.” (p.39). O processo de ensino/aprendizagem se faz necessariamente de forma presencial a educação se constrói com base em uma relação interpessoal, é necessário que haja uma interação entre professor e aluno que o ensino remoto muitas vezes dificulta, pois não há uma interação verdadeira.&nbsp; “O “ensino” remoto é empobrecido não apenas porque há uma “frieza” entre os participantes de uma atividade síncrona, dificultada pelas questões tecnológicas. Seu esvaziamento se expressa na impossibilidade de se realizar um trabalho pedagógico sério com o aprofundamento dos conteúdos de ensino, uma vez que essa modalidade não comporta aulas que se valham de diferentes formas de abordagem e que tenham professores e alunos com os mesmos espaços, tempos e compartilhamentos da educação presencial. “(p.42)”. O professor não pode determinar o ambiente e o contexto de cada aluno não pode pensar em forma de fazer o aluno interagir porque não sabe o que esta acontecendo de fato do outro lado da tela. Certa vez conversando com uma colega que participa do mesmo projeto que eu, ela me contou q durante uma observação na aula de língua portuguesa um aluno saiu, foi ao mercado e deixou sua irmã cuidando do celular que estava&nbsp; na aula, quando o mesmo voltou ainda perguntou a professora o q estava acontecendo e provavelmente explicou a situação, e outro aluno que entrava na aula mais deixava o celular escondido na oficina com o volume baixo para ninguém perceber, até que o funcionário encontrou e descobriu q já ia fazer um mês e o menino nunca tinha assistido nenhuma aula .&nbsp; Assim sendo fica difícil para o docente saber quem realmente está do outro lado preocupado em aprender e quem esta fazendo de tudo isso um nada e levando na brincadeira. Temos ainda a sobrecarga, o ensino remoto não se detém somente nas aulas síncronas, mas também nas aulas assíncronas que acabam por sobrecarregar ainda mais ambas as partes “No “ensino” remoto, ficamos com pouco ensino, pouca aprendizagem, pouco conteúdo, pouca carga horária, pouco diálogo. Em contrapartida, temos muitas tarefas. Do lado dos alunos, estes supostamente passam a ser “autônomos” e vão em busca do próprio conhecimento, assoberbados com a multiplicação de leituras, vídeos, podcasts, webinários etc.[...] Já do lado dos docentes, estes estão abarrotados de trabalhos para corrigir, mensagens de e-mails e aplicativos, fóruns de ambientes virtuais e outros para dar conta” (p.42-43)<br>Discente Raiane Alves e Lediane Santos&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-11 18:14:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1414694190</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto Educação na pandemia: a falácia do ensino remoto, o autor Dermeval Saviani e autora&nbsp; Ana Carolina Galvão,&nbsp; trata da defasagem do sistema de saúde na pandemia. A incompetência&nbsp; dos governantes em nao saber administrar a organização do sistema de ensino em meio a uma crise sanitaria grave o que acarretou em uma queda muito grande no níivel de aprendizagem dos estudandes tanto da educação básica quanto de graduandos. O brasil teve grande oportunidade de se precaver da crise sanitaria , pois foi um dos últimos pais que foi atingido pelo vírus.&nbsp; Entretanto, nao soberam lhe dar com a situação,&nbsp; ocorrendo&nbsp; grande colapso no sistema educacional.<br>&nbsp; &nbsp; As ensino remoto foi adotado por razões&nbsp; de amenizar o prejuizo do ensino a para sanar o a perca de tempo no ano letivo escolar. Porém&nbsp; nem todos alunos dispõe de internet adequada ou aparelhos eletrônicos que propicie o aluno a assistir uma aula de qualidade.<br>&nbsp; &nbsp; A relação professor e aluno nao pode ser separada, " nunca um produto pode ser separado do ato de produção . "A educação&nbsp; consiste em uma relação&nbsp; interpessoal implicando, portanto, a presença simultania dos dois agentes da atividade educativa: o professor e seus alunos (Saviani, 2011)".<br>&nbsp; &nbsp;O ensino remoto nunca será&nbsp; como o presencial, o&nbsp; contato aluno x professor implica numa educaçãoemancipadora na transformação do pensamento crítico do sujeito.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Gustavo de Souza Pereira</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-14 02:12:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1438285631</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante do caos que se tornou o mundo com a explosão do COVID-19, a sociedade necessitou realizar ajustes em seu modo de vida, como por exemplo o distanciamento social,&nbsp; mais importante até então. Este ocasionou outros reajustes, como no caso das escolas que aderiram ao ensino remoto, temática essa exposta no texto aqui discutido.</div><div><br></div><div>O ponto que mais se destacou em meu ver logo de início no texto foi o termo "falácia", que ao analisar o mesmo dentro do título, é perceptível que o texto trata das falsidades, das imitações da verdade nesse processo de ensino remoto.</div><div>Falsidade para mim é a falta da verdade, algo falso, por isso refletindo acerca do texto e com uma experiência vivenciada nesse processo de ensino remoto, só mostrou o quão frágil é a educação no brasil, esse ensino remoto sem planejamento aumentou o nível de sucateamento da educação, além de gerar e destacar o quão desigual é o nosso país. Muitos alunos não possuem acesso às tecnologias necessárias para acompanhar essa nova realidade, além de que o processo de interação entre professor e educando era um dos pontos principais do processo de aprendizagem. Ao ajudar um estudante, vizinho, pois os pais não conseguiam entender as atividades enviadas a ele, pude perceber que o rapaz não estava conseguindo acompanhar os assuntos, assistia às aulas mas como dizia ele não conseguia aprender nada, os pais sem concluir nem o ensino fundamental, também não conseguiam auxiliá-lo, então ao explicar a ele o conteúdo duas vezes seguidas ele conseguiu responder&nbsp; toda a atividade sozinho, isso me mostrou o quão importante é a interação, pois no momento da explicação ele estava prestando atenção e tirou as dúvidas quando não compreendia, mas disse não se sentir confortável na aula online, fora o fato de que a aula sempre travava e ele não conseguia acompanhar a explicação.</div><div>Logo é perceptível que esse novo processo de ensino aprendizagem é uma tentativa sem planejamento, e como retrata o termo, uma falácia, uma mentira, como diz o ditado popular, “estão tentando tapar o sol com a peneira”</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 14:57:40 UTC</pubDate>
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         <title>Adenise Francisca da Cruz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/linestar02/3eo5oa0i8wrxiqto/wish/1438298684</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Diante do caos que se tornou o mundo com a explosão do COVID-19, a sociedade necessitou realizar ajustes em seu modo de vida, como por exemplo o distanciamento social,&nbsp; mais importante até então. Este ocasionou outros reajustes, como no caso das escolas que aderiram ao ensino remoto, temática essa exposta no texto aqui discutido.</div><div><br></div><div>O ponto que mais se destacou em meu ver logo de início no texto foi o termo "falácia", que ao analisar o mesmo dentro do título, é perceptível que o texto trata das falsidades, das imitações da verdade nesse processo de ensino remoto.</div><div>Falsidade para mim é a falta da verdade, algo falso, por isso refletindo acerca do texto e com uma experiência vivenciada nesse processo de ensino remoto, só mostrou o quão frágil é a educação no brasil, esse ensino remoto sem planejamento aumentou o nível de sucateamento da educação, além de gerar e destacar o quão desigual é o nosso país. Muitos alunos não possuem acesso às tecnologias necessárias para acompanhar essa nova realidade, além de que o processo de interação entre professor e educando era um dos pontos principais do processo de aprendizagem. Ao ajudar um estudante, vizinho, pois os pais não conseguiam entender as atividades enviadas a ele, pude perceber que o rapaz não estava conseguindo acompanhar os assuntos, assistia às aulas mas como dizia ele não conseguia aprender nada, os pais sem concluir nem o ensino fundamental, também não conseguiam auxiliá-lo, então ao explicar a ele o conteúdo duas vezes seguidas ele conseguiu responder&nbsp; toda a atividade sozinho, isso me mostrou o quão importante é a interação, pois no momento da explicação ele estava prestando atenção e tirou as dúvidas quando não compreendia, mas disse não se sentir confortável na aula online, fora o fato de que a aula sempre travava e ele não conseguia acompanhar a explicação.</div><div>Logo é perceptível que esse novo processo de ensino aprendizagem é uma tentativa sem planejamento, e como retrata o termo, uma falácia, uma mentira, como diz o ditado popular, “estão tentando tapar o sol com a peneira”</div><div><br>&nbsp;<br>Adenise Cruz</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 15:00:04 UTC</pubDate>
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