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      <title>Atividade 1 by Anônimo</title>
      <link>https://padlet.com/alana_dutra/3dldy6k8ildn</link>
      <description>Insira a atividade e coloque seu nome para que o professor possa corrigir e atribuir nota. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-04 19:19:55 UTC</pubDate>
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         <title>Para se produzir uma aula bastante dinâmica e atrativa onde os alunos possam ter interesse, ressalto isso pelo fato de ser professora da educação infantil no infantil IV, eu como professora e bastante preocupada com o ensino que ofereço e se os mesmos estão aprendendo aquilo que me proponho a ensinar. Sempre que posso, procuro pesquisar atividades e metodologias para estar fazendo na sala de aula, essas pesquisas são feitas através da internet, em blogs, livros e em conversas com outras professoras. Algumas dessas atividades nem todos tiverem êxito, aliás, nem todas saíram como eu esperava, mas eu compreendi que de todas, os meus alunos tiraram algum aprendizado. Quando adentrei como professora no ensino público, procurei pesquisar a melhor forma que os alunos teriam para aprenderem e se desenvolverem, onde pude também ver na prática, identifiquei que trazendo o lúdico para a sala de aula, que o apreender brincando colabora e muito para o ensino aprendizagem. Sobre o fato de pesquisar, eu pude ter um novo entendimento sobre determinados assuntos, é como destaca Neto e Maciel (2009. P14): “A pesquisa compreende a capacidade do professor pesquisador em elaborar e construir, a partir do conhecimento produzido por outros, seu próprio conhecimento.”Dando inicio a descrição de uma atividade que fiz em sala com meus alunos foi uma contação de história, como toda criança gosta de ouvir história e de ver belas ilustrações nos livros, resolvi preparar uma histórinha mais atrativa, como eles estão na fase de aprenderem a ler e o sistema pede para desenvolver no aluno a leitura, todos os dias pego um livro para ler e dou a oportunidade para que os alunos façam sua própria interpretação da história através dos desenhos, já que não sabem ler, porém, com o tempo percebi que faltava algo nessas histórias, então ao assistir a contação de história de uma amiga resolvi toma-la como exemplo para a sala de aula, foi daí que comecei uma pesquisa sobre contação de história e alguns objetos que usaria para contar essa história, a partir de algumas pesquisas na internet, montei alguns fantoches, usei caixas de leite para montar casinhas e algumas tampas. Me recordo com bastante alegria que foi um momento único, todos os meus alunos ficaram muito felizes e a partir daí tiveram mais interesse pela leitura, além de se desenvolverem em vários aspectos. Também não poderia de ressaltar uma aula que tivemos onde no conteúdo trabalhamos as frutas e seus benefícios para a saúde, tive a ideia de proporcionar uma aula mais interessante e sair só da oralidade, levei pra escola uma salada de frutas e outras frutas já cortadas, onde eu, junto com os alunos formamos alguns desenhos com as frutas, foi algo bem divertido. O que tiro disso tudo é que por meio da pesquisa eu como professora tenho posturas mais críticas, engajadoras  e reflexivas sobre minha prática como pedagoga. </title>
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         <link>https://padlet.com/alana_dutra/3dldy6k8ildn/wish/219903163</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Antonia Veronilsa Timoteo da Silva&nbsp; </strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-09 18:39:14 UTC</pubDate>
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         <title>Historinhas do saber  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alana_dutra/3dldy6k8ildn/wish/220004103</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao realizar o trabalho de costume como faço todo dia , com a finalidade de conscientizar as crianças sobre o perigos des doenças transmitidas pelo mosquito da dengue, eu procurava sempre realizava de maneira com a demonstração de pequenas ilustrações de gravuras, de forma oratória e desenhos característico do mosquito e realizava assim todos os dias nas escolas, trabalho voltado para alunos  do ensino fundamental e até mesmo educação infantil e com o passar do tempo procurei inovar, criar algo novo que chama-se mais atenção daqueles pequenos que tanto me fascina pelo seus sorrisos e sua abundância em alegria. Então tive a ideia de me caracterizar de mosquito da dengue e foi um sucesso um explosão de interação junto com eles, seus olhos quase saiam dos seus rostos, seus olhos brilhavam me viam e na minha aula dramatizava o personagem de forma lúdica e interativa. Dessa forma tirei como uma experiência pedagógica, uma aprendizagem que vou levar como ferramenta como futuro professor (se Deus quiser ).<br> Primeira lição que aprendi, a criança em seu desenvolvimento está em volto de um mundo que para ela é um mundo surreal, o faz de conta é muito presente e o desejo de construir historias próprias é constante. Segunda lição é procurar inovar fazer algo que possa fugir de um padrão que não se tem resultado esperado, mais seguindo os critérios normativos de cada escola. A terceira lição sendo professor utilizar de instrumentos que podemos usar para conseguir uma boa aprendizagem e o repasse de conhecimento através de uma forma lúdica. E quarto e ultimo é dedicação, fazer algo realmente com amor.    <br><br> Amrico Vespuci P. Vasconcelos.<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-09 22:58:04 UTC</pubDate>
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         <title>A sombra de uma árvore. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alana_dutra/3dldy6k8ildn/wish/221151974</link>
         <description><![CDATA[<div>Em um belo dia na aula de história, com o conteúdo o mundo Árabe, depois de muita observação na minha turma x, percebi que quando eu os tirava do ambiente de sala de aula, ao alunos interagiam mais com a disciplina. Na escola há muitas árvores que proporcionam sobras belíssimas, foi ai que preeparei o ambiente. Iria iniciar contanto a história de Mil e uma noites, conto árabe muito famoso, preparei o chão ao redor da árvore, com tapetes e almofadas, então levei a turma para o ambiente, sentamos ao redor da árvore e começei a contar a história. depois introduzi  o conteúdo da aula. Eles ficaram tão maravilhados com aquele ambiente diferente que participaram ativamente da aula, perguntando, questionando e desse dia por diante, sempre que podia retirava eles do ambiente de sala de aula, possibilitando uma maior interação com o meio. <br>Pude perceber que as crianças gostam de coisas que as tirem da zona de conforto, e o papel do professor é ser um pesquisador constante de suas turmas, observando como eles agem com essa metodologia, que outra não foi legar para que aja mudanças na prática docente e  sucesso no processo de ensino aprendizagem. A sala de aula é um laboratório de pesquisa, basta o professor mergulhar nesse mundo de ciência e expectativas.<br>MAYARI CIBELE DE FREITAS FERREIRA <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-12 23:18:52 UTC</pubDate>
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         <title>O prazer da leitura através da dramatização.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para que as crianças leiam com prazer, desenvolvi um projeto desenvolvido em sala de aula, com os alunos do 2º ano do fundamental I. Como o conteúdo de português era o gênero, optei por trabalhar uma música que se chama "o pano encantado", fiz várias cópias da leitura dessa música para eles irem aprendendo a letra, por que depois eles iriam apresentar no pátio da escola para todos, foi bem interessante trabalhar essa música como dramatização, por que na letra dela dizia que esse pano encantado se transformaria em diversas coisas, e as crianças adoraram. Peguei vários pedaços de TNT  para servir de pano, formei pequenos grupos, e como esse pano era "encantado", ele se transformava em ponte, em casa, em cavalo,uma flor que abre e fecha, um trio elétrico, uma cama bem gostosa, e assim tudo eles dramatizavam com esses pedaços de TNT, foi muito prazeroso, divertido e todos da escola gostaram. É muito importante inovar metodologias na sala de aula, por que a aprendizagem não só acontece entre quatro paredes, a aprendizagem tem uma imensidão de caminhos mais prazerosos para a criança desenvolver suas habilidades, é preciso uma constante dinâmica, domínio de sala, tirar as crianças de sala de aula, levar para o pátio da escola, para um passeio turístico e conhecer um pouco mais da cidade em que mora, levar para conhecer a natureza, os animais, andar descalço, e por fim, dar oportunidades para ela descobrir o mundo que está em sua volta.<br><br>LUCIANA GOMES ARAÚJO LIMA.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-13 02:40:56 UTC</pubDate>
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         <title> Com intuito de despertar o interesse nos alunos, motivando-os a elaborar hipóteses para resolução e interpretação das aulas práticas investigativas e também verificar a dificuldade dos alunos durante as mesmas, verificando se conseguiram elaborar hipóteses ou se chegaram próximos de uma explicação plausível. Primeiramente   elaborou-se   um   roteiro   da   prática   investigativa   com   terrários.  Os professores com auxílio dos estudantes construirão dois terrários para cada aluno. Os materiais utilizados foram: • Duas xícaras de pedras  • Quatro xícaras de terra; •  Duas xícaras de areia; • Oito sementes de feijão; • Um copo de água; • 60 cm de sacos plásticos; • Fita adesiva. As   garrafas   foram   cortadas   em   aproximadamente   10   cm   da   boca.   Posteriormente   a ontagem do solo colocando primeiro as pedras e depois a areia, por fim, a terra. Cada aluno introduziu quatro sementes de feijão em cada terrário. Depois se regou bem o solo e tampando a garrafa com sacos plásticos, vedando com fita adesiva. Cada aluno foi instruído á levar seus dois terrários para casa e observá¬los durante duas semanas com diferentes tratamentos: T1 exposição ao sol, T2 apenas sombra. Os mesmos deveriam anotar as seguintes observações que seriam entregues ao professor:1¬ A planta germinou? Em que dia? 2¬ Você observou algo de diferente nas paredes do seu terrário? 3¬ A planta cresceu? 4¬ Qual a coloração da planta? 5¬ Você observou chuva em seu terrário? 6¬ Qual o motivo da diferença no crescimento das plantas que tiveram contato com o sol das que não tiveram? 7¬ Por que as plantas do terrário sem contato com o sol obtiveram uma coloração amarelada?     Após as duas semanas os alunos trouxeram os terrários para a escola, primeiramente apresentaram para toda a turma suas experiências, em seguida foi realizada uma discussão sobre as questões sugeridas, onde todos expuseram suas dúvidas, questionamentos e hipóteses para responder as perguntas. Resultados e Discussão Durante   os   encontros   realizados   os   alunos  se  mostraram   mais   participativos   fazendo questionamentos e comentários. Devido ao assunto conteúdo/ prática estar aproximando o seu cotidiano de uma pesquisa científica, e como conseqüência dessa proximidade houve um maior interesse e curiosidade a respeito do assunto proposto. No decorrer da aula os alunos fizeram perguntas, como: ”... professora, porque a planta do sol ficou mais verde?” “... porque a planta que ficou na sombra cresceu muito mais?” “... tem alguma diferença na raiz da planta que ficou na sombra e na da planta que ficou no sol?” Através desses questionamentos pode-se notar que os alunos se mostraram mais ativos e participativos   durante   a  aula   proposta.   Segundo   Cavalcante   e   Silva   (2008)   as   atividades experimentais favorecem a aprendizagem dos alunos, pois os motivam e os envolvem nos temas trabalhados, favorecendo a compreensão e interpretação de fenômenos do dia a dia.Através desses questionamentos, essa turma que em outros conteúdos abordados de outras formas que não foram práticas investigativas, não se mostrava interessada em fazer nenhum tipo de questionamento. Na grande maioria do tempo dispersa e sem nenhum tipo de interesse pelas aulas, conforme observada em diferentes aulas ministradas por diferentes professores. O interesse e a curiosidade dos alunos levaram a formulação de hipóteses, como: “...   como   a   planta   conseguiu   o   CO2   se   ela   estava   em   um   lugar fechado...”. “... A professora disse que a do sol é a que faz mais fotossíntese, mas a planta que estava na sombra tem mais folhas” “... deve ser por isso que as plantinhas lá de casa morrem, porque elas ficam nas sombras das árvores”. “... então quer dizer que se agente deixa a planta num lugar a noite inteira ficar com luz ligada ela cresce mais”. Essas são algumas das muitas hipóteses que surgiram durante o encontro. A partir daí as perguntas e hipóteses que surgiam eram colocadas em discussão com a turma toda, para que todos tivessem a oportunidade de se manifestar a respeito.Quando necessário os professores direcionavam e complementavam as hipóteses que estavam sendo discutidas. Com isso as hipóteses por eles formuladas, aos poucos foram chegando muito próximas da “verdade do conteúdo”. E isso mostra como os alunos são capazes de raciocinar, buscar os conhecimentos, refletindo mais a respeito dos eventos ocorridos assim como afirma Lunardi;Terrazan  Segundo Krasilchik (2000) o uso de aulas práticas possibilita o envolvimento dos alunos em investigação científica para resolução de problemas, despertando o interesse dos alunos para o desenvolvimento proporcionando a apreensão de conceitos básicos. Podendo assim estabelecer um contato direto entre os alunos e os fenômenos da natureza. Deve-se destacar o fato de o terrário auxiliar na diminuição da indisciplina na sala de aula, os   alunos   obtiveram   maior   envolvimento   gerando   dessa  forma  responsabilidades,   a   todo momento um aluno questionava com o outro “ Você esta cuidando do seu terrário” tirando dessa maneira a atenção para conversas paralelas e comportamentos inadequados em sala de aula.Ana Claudia Morais </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alana_dutra/3dldy6k8ildn/wish/221322882</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-01-15 01:56:35 UTC</pubDate>
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         <title>Não sou da área, mas desenvolvo algumas atividades com crianças e adolescentes, e muitas vezes me deparo com situações que exigem a utilização dessas metodologias. Um exemplo dessa prática investigativa, realizada com os adolescentes foi em relação ao lixo. Começamos com uma pergunta: Para onde vai o lixo de sua casa?, muitas coisas foram sendo colocadas mas fizemos um apanhado e destacamos algumas: &quot;vai para a esquina&quot;, &quot;o caminhão leva&quot;, &quot;não sei&quot;. Assim, pudemos diagnosticar o conhecimento deles. a partir daí cada um foi colhendo informações(m casa, na escola, na igreja), até chegarem ao resultado que eles mesmos apresentaram em forma de maquetes, cartazes, etc. </title>
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         <description><![CDATA[<div>Claudia Reginalva Menezes Nunes</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-17 20:08:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-01-19 21:47:51 UTC</pubDate>
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         <title>Construção de terrário</title>
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         <link>https://padlet.com/alana_dutra/3dldy6k8ildn/wish/223633918</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Gerviz Acurcio Nogueira</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-23 04:44:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alana_dutra/3dldy6k8ildn/wish/223727387</link>
         <description><![CDATA[<div>A prática investigativa ou atividade experimental é o tipo de atividade que favorece o processo de ensino aprendizagem do aluno, pois aproxima o cotidiano e da realidade do aluno. No entanto muitos docentes não trabalham com atividades práticas, alegando que a falta de um espaço e materiais apropriados dificultam a realização de experimentos (GALIAZZI; ROCHA; SCHMITZ, 2001).<br><br></div><div>Com o intuído de aprender e despertar a concepção e interesse dos alunos, os professores de ciência, por sua vez adotou a atividade experimental como seu aliado nas salas de aulas, trabalhando com investigação e aulas de campo, trabalhando com fotos, trazendo para sala de aula apenas dados quantitativas e pequenas amostras para expor o objeto de estudo.<br><br></div><div>Segundo Azevedo (2004, p. 21) é importante que a atividade de investigação faça sentido para o aluno “de modo que ele saiba o porquê de estar investigando o fenômeno que a ele é apresentado”. <br><br></div><div>Na aula de ciência poderíamos trabalhar a temática meio ambiente e abordar a sustentabilidade, que é um fator extremamente importante para a vida em sociedade. Por meio de pesquisas na internet e coletar dados em casa poderíamos criar meios para divulgar e criar meios para tornar o planeta mais limpo.<br><br></div><div>Mariana Duarte Freitas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-23 12:03:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alana_dutra/3dldy6k8ildn/wish/223727388</link>
         <description><![CDATA[<div>A prática investigativa ou atividade experimental é o tipo de atividade que favorece o processo de ensino aprendizagem do aluno, pois aproxima o cotidiano e da realidade do aluno. No entanto muitos docentes não trabalham com atividades práticas, alegando que a falta de um espaço e materiais apropriados dificultam a realização de experimentos (GALIAZZI; ROCHA; SCHMITZ, 2001).<br><br></div><div>Com o intuído de aprender e despertar a concepção e interesse dos alunos, os professores de ciência, por sua vez adotou a atividade experimental como seu aliado nas salas de aulas, trabalhando com investigação e aulas de campo, trabalhando com fotos, trazendo para sala de aula apenas dados quantitativas e pequenas amostras para expor o objeto de estudo.<br><br></div><div>Segundo Azevedo (2004, p. 21) é importante que a atividade de investigação faça sentido para o aluno “de modo que ele saiba o porquê de estar investigando o fenômeno que a ele é apresentado”.&nbsp;<br><br></div><div>Na aula de ciência poderíamos trabalhar a temática meio ambiente e abordar a sustentabilidade, que é um fator extremamente importante para a vida em sociedade. Por meio de pesquisas na internet e coletar dados em casa poderíamos criar meios para divulgar e criar meios para tornar o planeta mais limpo.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Mariana Duarte Freitas<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-23 12:03:17 UTC</pubDate>
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         <title>PESQUISAS E VIVENCIAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alana_dutra/3dldy6k8ildn/wish/223927094</link>
         <description><![CDATA[<div>Umas das pesquisas mais marcantes durante minha formação acadêmica se deu durante o Estágio supervisionado da Educação Infantil do Curdo de Licenciatura em Pedagogia.<br>Para que se fosse realizado o estágio os alunos precisam realizar uma pesquisa que vai desde a escolha da escola alvo da pesquisa, até a analise de documentos norteadores da instituição. E desta forma tive a oportunidade de combinar meus conhecimentos teóricos com a pratica da sala de aula. E por meio da experiencia que vivenciei compreende que a teoria e a prática ao mesmo tempo que andam de mãos dadas, são divergentes. Não existe uma exatidão, é uma compreensão que se dá a partir das singularidades de cada aluno que surgem de diferentes contextos sociais .<br>Por fim, concluo dizendo que essas descobertas que foram unicamente minhas, sim por que existem uma variedade de descobertas científicas a todo momento e em todo lugar a ciência fomenta a fome da humanidade por novos conhecimentos e novas descobertas, mas essa descoberta foi minha, pois essa parte do meu ponto de vista, da minha análise crítica e reflexiva e durante essa pesquisa vivenciei muitas descobertas que transformaram meu fazer pedagógico. .<br>Nome: INGRID MAGLY QUEIROS RODRIGUES</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-23 18:16:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alana_dutra/3dldy6k8ildn/wish/224071308</link>
         <description><![CDATA[<div>PRÁTICAS INVESTIGATIVAS DESENVOLVIDAS NA SALA DE AULA<br><br></div><div>O ensino de ciências na atualidade necessita ser apoiado em novas concepções que atendam a curiosidade das crianças, que nessa fase da vida vivenciam na idade dos “por quês?”. Elas têm curiosidade em saber a origem das coisas e as causas dos fenômenos da natureza, e uma maneira de sanar essa curiosidade tão peculiar dessa idade é explorar de forma concreta e lúdica aquilo que lhes parece diferente e intrigante.<br><br></div><div>Uma experiência vivenciada por mim como professora polivalente na educação infantil nível V, ocorreu quando eu ministrando uma aula de Natureza e Sociedade levei ao ambiente escolar, uma proposta de um experimento com feijões que auxiliaria os alunos a encontrar respostas para seus questionamentos, e melhor estimulá-los-ia a desenvolver seu raciocínio na solução de situações de seus cotidianos. Busquei com essa aula uma forma inovadora que a partir do experimento pudesse ser utilizada a observação, investigação e resultados alcançados durante o período destinado a pesquisa, com isso ampliaria o conhecimento das crianças de forma prazerosa, prática e interessantes, e ao mesmo tempo seria uma maneira de superar as aulas ministradas com outros recursos que são óbvios ao professor tradicional, ou seja, quadro negro, livro didático, caderno, etc.&nbsp;<br><br></div><div>O experimento com os grãos de feijão teve como principal objetivo aproximar as crianças do universo cientifico da pesquisa, a partir de observações podendo compreender a evolução da planta, conhecendo cada parte e suas respectivas funções e serem agentes pesquisadores, já que os mesmos puderam preparar a terra, plantar os grãos de feijão, regar e reconhecer as fases de germinação, desenvolvimento, reprodução do feijão como planta.<br><br></div><div>Experimento com feijão<br><br></div><div>Primeiro momento - pedi que cada aluno da sala levasse para a escola dois grãos de feijão e uma garrafa PET cortada com pequenos furos no fundo e com adubo dentro. Ao chegarem na escola pedi aos alunos que plantem seus feijões no recipiente. &nbsp;<br><br></div><div>Segundo momento - pedi aos alunos observassem seus recipientes os grãos de feijão plantados para assim serem analisados e perceberem juntos e com meu auxílio em que estágio se encontra os grãos, que estavam inchados e com a pele rugosa.&nbsp;<br><br></div><div>Terceiro momento - Repete-se o procedimento anterior, pedi aos alunos observassem seus recipientes os grãos de feijão plantados para assim serem analisados e perceberem juntos e com meu auxílio em que estágio se encontra os grãos, e aí os mesmos observaram o que ocorreu um filete verde saindo do grão, foi o período da germinação<br><br></div><div>Quarto momento - Esse filete começa a sair na superfície e ocorre o aparecimento de folhas e o caule se torna mais forte a e as raízes se escondem cada vez mais dentro da terra, essa é fase do desenvolvimento da planta<br><br></div><div>Quinto momento - As observações continuam durante todo o crescimento do pé de feijão, até que esses feijões gerarem frutos, essa é a fase de reprodução.&nbsp;<br><br></div><div>Sexto momento – Após a colheita das vagens o pé de feijão dá sinais de ressecamento de suas folhas que começam a cair e o caule também começa a secar, é fase da morte da planta.<br><br></div><div>&nbsp; Assim com essa aula os alunos, mesmo com ausência de um laboratório ou de equipamentos mais elaborados, puderam desenvolver uma pesquisa a partir de um experimento que passou por várias etapas até sua conclusão e então os objetivos foram conquistados, pois os acompanharam na prática o processo de nascimento, desenvolvimento, reprodução e morte de uma planta.&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div><div>Enfim, para uma aula de sucesso o professor deverá recorrer a aulas passeio, vídeos, jogos, música, experimentos em sala ou laboratórios, assim o mesmo poderá fugir de uma das principais causas de fracasso apontadas na disciplina de ciências, que é maneira de ensinar a disciplinar, que muitas vezes, ainda está apoiada em velhas concepções equivocadas e que não desperta o interesse dos alunos e tão pouco resultados positivos em sua aprendizagem.<br>Aluna: Antonia Lilian Alves de Lima - Pedagogia- 2014.2 UECE/UAB Quixeramobim</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-24 02:54:07 UTC</pubDate>
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         <title>PRÁTICA INVESTIGATIVA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alana_dutra/3dldy6k8ildn/wish/224089161</link>
         <description><![CDATA[<div>A prática investigativa é o tipo de atividade que favorece processo de ensino  aprendizagem, a mesma aproxima  o   cotidiano   do   aluno   a investigação científica. Tornando ativo e despertando mais interesse no que foi proposto, elaborando   hipóteses e fazendo assim uma reflexão mais aprofundada do fenômeno ou situação. Diante disso levamos a  sala de aula, no ensino de ciências, o exemplo da germinação de sementes, pois as mesmas possuem dentro de si, mecanismos que favorecem a sua germinação. Nós podemos observá-los a partir de sua dissecação. <br><br>Para tal observação foram usados grão de feijão, Água, estilete ou faca. Procedimento: Coloque as sementes de feijão de molho em água de 12 a 24 horas. Pegue as sementes embebidas em água e faça observações como, aumento de tamanho. Abra o feijão ao meio e indique o que há em seu interior como, embrião, tegumento e cotilédones.<br><br></div><div>Diante dos que aconteceu foi feito as seguintes abordagem com a turma: Semente de feijão: O que acontece depois que a semente fica de molho? Por que? Como? Observação: O que há dentro da semente de feijão? Pra que serve? Como se desenvolve? Curiosidade: Do que a semente de feijão precisa para se desenvolver?<br><br></div><div>Foi possível observar o interesse das crianças diante do experimento, bem como a curiosidade diante do que iam encontrar dentro da semente, bem como saber o eu a semente precisa para se desenvolver e torna-se planta.<br><br>NOME: FRANCISCA MAYARA FREIRE BEZERRA.<br><br></div><div>.<br><br></div><div> <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-24 05:44:08 UTC</pubDate>
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         <title>VIVENCIANDO A CIÊNCIA</title>
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         <description><![CDATA[<div>A experiência se adquire a partir de um conjunto de vivências. Sendo assim, quando a experiência educativa é refletida, a aquisição de conhecimento será seu resultado natural, desta forma, a experiência dá sentido e significado à vida. Ainda com base em autores como Dewey (1980), a contínua reorganização da experiência com intuito de gerar reflexão é característica particular da vida humana.&nbsp;<br>A educação consiste nessa contínua reorganização, que promove uma melhoria na qualidade da experiência para novas aprendizagens.<br>Na teoria Pedagógica Progressista desse filósofo, a antecipação é o centro das experiências educativas. A ideia pode criar antecipações. Ideias inspiram ações. Ações as fazem ter significações e valores. Ideias geram antecipação, que são previsões sobre o que pode ser descoberto e revelado para a classe. As antecipações geram as experiências.<br>A experiência:<br>Com intuito de despertar o interesse nos alunos, motivando-­os a elaborar hipóteses para a resolução e interpretação das aulas práticas investigativas e também verificar a dificuldade dos alunos durante as mesmas, verificando se conseguiram elaborar hipóteses ou se chegaram próximos de uma explicação plausível. De início&nbsp; elaborou­- se &nbsp; um &nbsp; roteiro &nbsp; da &nbsp; prática &nbsp; investigativa &nbsp; com &nbsp; terrários. &nbsp; Os professores com auxílio dos estudantes construirão dois terrários para cada aluno. Os materiais utilizados foram: • Duas xícaras de pedras&nbsp; • Quatro xícaras de terra; •&nbsp; Duas xícaras de areia; • Oito sementes de feijão; • Um copo de água; • 60 cm de sacos plásticos; • Fita adesiva.&nbsp;<br>As &nbsp; garrafas &nbsp; foram &nbsp; cortadas em &nbsp; aproximadamente &nbsp; 10 &nbsp; cm &nbsp; da &nbsp; boca. &nbsp; Posteriormente&nbsp; a montagem do solo colocando primeiro as pedras e depois a areia, por fim, a terra. Cada aluno introduziu quatro sementes de feijão em cada terrário. Depois se regou bem o solo e tampando a garrafa com sacos plásticos, vedando com fita adesiva. Cada aluno foi instruído á levar seus dois terrários para casa e observá­los durante duas semanas com diferentes tratamentos: T1 exposição ao sol, T2 apenas sombra.&nbsp; &nbsp;<br>Observar:<br>1­ A planta germinou? Em que dia?<br>2­ Você observou algo de diferente nas paredes do seu terrário?&nbsp;<br>3­ A planta cresceu?&nbsp;<br>4­ Qual a coloração da planta? 5­ Você observou chuva em seu terrário?&nbsp;<br>6­ Qual o motivo da diferença no crescimento das plantas que tiveram contato com o sol das que não tiveram?&nbsp;<br>7­ Por que as plantas do terrário sem contato com o sol obtiveram uma coloração amarelada?&nbsp;<br>Depois de duas semanas os alunos&nbsp; devem trazer os terrários para a escola para serem apresentados para toda a turma e em seguida será realizada uma discussão sobre as questões sugeridas, onde todos expuseram suas dúvidas, questionamentos e hipóteses para responder as perguntas.&nbsp;<br>Lídia Andrade<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-26 13:29:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-25 23:24:45 UTC</pubDate>
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         <title>Já no</title>
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         <pubDate>2018-03-17 01:13:02 UTC</pubDate>
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         <title>História local </title>
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         <description><![CDATA[<div>Francisca Ledvania Monteiro de Freitas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-11 00:11:36 UTC</pubDate>
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         <title>1964... </title>
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         <description><![CDATA[<div>O clima de intranquilidade atingiu as Forças Armadas. Estas revoltaram-se e depuseram Goulart em março de 1964, declarando vago o posto presidencial, iniciando assim outra etapa da História da República brasileira.<br>Com a consolidação do movimento de 64 Castelo Branco inicia o novo modelo político.    <br>Método pesquisa documental<br>Esse método visa uma busca nos livros de histórias, diferentes dos utilizados no Google, pois requer uma busca minuciosa nos documentos. Leide Meire Mendes da Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-11 01:47:15 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendendo a lidar com o corpo</title>
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         <description><![CDATA[<div>Um dia uma criança de repente começou a morder. Percebendo que no decorrer da semana esses acontecimentos foram pertinentes, desenvolvi um projeto que favoreceu no processo de ensino aprendizagem não só da criança que estava mordendo, como para toda a turma. A prática investigativa ou atividade experimental é o tipo de atividade que favorece o processo de ensino aprendizagem do aluno, pois aproxima o cotidiano e da realidade do aluno. No entanto muitos docentes não trabalham com atividades práticas, alegando que a falta de um espaço e materiais apropriados dificultam a realização de experimentos (GALIAZZI; ROCHA; SCHMITZ, 2001).<br><br></div><div>No primeiro momento conversei com os alunos sobre não morder os colegas. Depois mostrei alguns vídeos de crianças com marcas de mordidas. E em terceiro mostrei algumas sem dentes, não só crianças como adultos também. Assim para que essa aula fosse não só para a criança parar de morder, coloquei no plano de aula a higiene da boca. Assim a semana foi bem satisfatória para toda a turma, e a criança que estava mordendo parou de fazer com receio de perder os dentes.<br><br></div><div>Antes de qualquer tentativa de discussão de técnicas, de materiais, de métodos [...], é preciso, indispensável mesmo, que o professor se ache “repousado” no saber de que a pedra fundamental é a curiosidade do ser humano. É ela que me faz perguntar, conhecer, atuar, mais perguntar, reconhecer (FREIRE, 2007, p. 86). <br><br></div><div>É importante que o professor esteja atento a curiosidade das crianças que o rodeia. Não só em sala de aula, mas no pátio, no lanche, principalmente no cotidiano dos mesmos. Será através dessas curiosidades, desses descobrimentos com o corpo principalmente que eles irão aguçar a curiosidade para aprender.<br>ALUNO: LEIDE MEIRE MENDES<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-23 01:31:47 UTC</pubDate>
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