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      <title>Comunidades remanescentes de quilombo presentes no estado de Sergipe by Lucy Nascimento</title>
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      <description>Atividade de História - 8º Ano
Foto:Comunidade Mocambo, em Porto da Folha 
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-17 00:04:44 UTC</pubDate>
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         <title>ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE</title>
         <author>lucynsantos84</author>
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         <description><![CDATA[<div>* Segundo o Incra, Sergipe atualmente possui 32 comunidades remanescentes de quilombo. Por isso, reconhecer essas comunidades é tão importante.<br><br>1. PESQUISE SOBRE :<strong><br>* </strong>três comunidades remanescentes de quilombo presentes no estado: <strong>A Maloca,</strong> em Aracaju; <strong>Mussuca,</strong> que fica no município de Laranjeiras; e <strong>Mocambo</strong>, localizada em Porto da Folha, sertão sergipano.<br><br>2. ESCOLHA UMA COMUNIDADE E POSTE O QUE VOCÊ APRENDEU SOBRE ELA. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 00:51:22 UTC</pubDate>
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         <title>Antonio Gustavo d. Alencar Rodrigues 8º A</title>
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         <description><![CDATA[<div>A comunidade remanescente de quilombo da Maloca, localizada no município de Aracajú, no estado do Sergipe (SE), foi certificada pela Fundação Cultural Palmares (FCP) em fevereiro de 2007, sendo o segundo quilombo urbano oficialmente reconhecido no Brasil – a primeira comunidade encontra-se em Porto Alegre – RS, o Quilombo Família Silva.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-28 11:26:04 UTC</pubDate>
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         <title>Maloca </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde então, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) está elaborando o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID), elemento necessário para posteriormente encaminhar a regularização fundiária do território tradicional da Maloca.<br><br><br>Agda Samille Martins Santana&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-28 11:30:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os mocambos eram comunidades do tamanho de aldeias, principalmente de escravos fugitivos no Brasil colonial, durante o domínio português.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 11:30:34 UTC</pubDate>
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         <title>Laísa Joana dos Santos Nascimento - 8º A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Lagoa dos Campinhos</strong> é o primeiro território reconhecido como quilombola. ... Com a portaria do Incra, o governo brasileiro reconhece e declara oficialmente que a área habitada pela comunidade quilombola <strong>Lagoa dos Campinhos</strong>, de 1.263 hectares é, de fato, território quilombola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 11:31:11 UTC</pubDate>
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         <title>A comunidade quilombola Mussuca apresenta sua história a partir de narrativas que são transmitidas de geração em geração, marcando seu surgimento, enquanto quilombo, durante as fugas realizadas pelos negros no período de transição do Brasil Colônia para o Brasil I ( Kathellen Silva Fraga)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 11:40:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mossuca&nbsp;<br>Freire (1977) relata que Diogo Qoadros, capitão-mor de Sergipe entre 1595 e&nbsp;<br>1600, conseguiu prosperar a colônia sergipana com trabalho agrícola e a criação ativa de&nbsp;<br>gado<br><br>Paulo César Menezes de Jesus 8º A&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-28 11:47:42 UTC</pubDate>
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         <title>Saulo Thiago Cruz amorim 8 ano &quot;B&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Mussuca é conhecida principalmente pelos grupos folclóricos. Além do Samba de Pareia e do São Gonçalo, tem ainda dois grupos remanescentes do período colonial: Samba de Coco e Reisado. Tirando as apresentações e os rituais, sobra história e identidade.<br><br>Décadas atrás, não havia ali habitante que não fosse negro. Hoje em dia já não é bem assim, mas das cerca de mil famílias da Comunidade Quilombola, poucos são mestiços e é bem difícil encontrar alguém de pele muito clara. Se encontrar, provavelmente veio de fora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:13:42 UTC</pubDate>
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         <title>CARLOS HENRIQUE 8B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mussuca é conhecida principalmente pelos grupos folclóricos. Além do Samba de Pareia e do São Gonçalo, tem ainda dois grupos remanescentes do período colonial: Samba de Coco e Reisado. Tirando as apresentações e os rituais, sobra história e identidade.<br><br>Décadas atrás, não havia ali habitante que não fosse negro. Hoje em dia já não é bem assim, mas das cerca de mil famílias da Comunidade Quilombola, poucos são mestiços e é bem difícil encontrar alguém de pele muito clara. Se encontrar, provavelmente veio de fora.</div><div><br></div><div>O nome Mussuca é uma alusão a um peixe preto, conhecido como <strong>Mussum</strong>, que os primeiros refugiados teriam encontrado ao cavarem um poço para abastecimento de água. A mudança para Mussuca poderia ser apenas uma corruptela, mas é atribuída pelos moradores a uma ex-escrava conhecida como Maria Banguela, mas ninguém sabe dizer o que teria motivado a alteração</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:13:55 UTC</pubDate>
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         <title>MALOCA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Maloca é um tipo de cabana comunitária utilizada por alguns nativos indígenas da região amazônica, notadamente na Colômbia e Brasil. Cada tribo tem sua própria espécie de maloca, com características únicas que ajudam a distinguir um povo do outro. É feita com madeira e palha.&nbsp;<br><br>Maria Crislaine Vitória Melo da Conceição&nbsp;<br>8 ano B</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:14:10 UTC</pubDate>
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         <title> 8 ANO B Pedro Henrique dos santos Ferreira</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Mocambo, no município de Porto da Folha. Localizada à beira do rio São Francisco, Mocambo é a primeira comunidade quilombola de Sergipe reconhecida e titulada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no ano de 2000. Lá, escravizados fugidos, negros livres e libertos, pardos e grupos indígenas da tribo Xocó, fizeram sua “terra de refúgio”, fugindo da exploração. Hoje, vivem na comunidade cerca de 200 famílias que compartilham uma longa trajetória de resistência marcada em suas canções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:15:06 UTC</pubDate>
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         <title>Mussuca</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;À mussuca&nbsp; conhecida principalmente pelos grupos folclóricos. Além do Samba de Pareia e do São Gonçalo, tem ainda dois grupos remanescentes do período colonial: Samba de Coco e Reisado. Tirando as apresentações e os rituais, sobra história e identidade.<br><br>Décadas atrás, não havia ali habitante que não fosse negro. Hoje em dia já não é bem assim, mas das cerca de mil famílias da Comunidade Quilombola, poucos são mestiços e é bem difícil encontrar alguém de pele muito clara. Se encontrar, provavelmente veio de fora.<br>&nbsp;Isabele soany&nbsp; 8 b</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-28 12:15:08 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Luiza Santana Guimarães Figueiredo 8°B</title>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil, os negros se estabeleceram em quilombos, com vínculo de parentesco entre si e construíram um saber que é transmitido de geração a geração (SOUSA; SANTOS, 2019). Os povos quilombolas lutam pelo seu lugar por direito na sociedade. A questão envolve a contradição do reconhecimento do seu eu e especificidades, da certificação, titulação e posse de suas terras, da preservação e valorização de sua cultura, e, ainda, da luta contra o racismo e a discriminação racial (SANTOS, 2017).</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-28 12:15:10 UTC</pubDate>
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         <title>Sarah Rebeca Cruz amorim 8 ano &quot;B&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lucynsantos84/3dk551o8wxvqsz53/wish/1468664208</link>
         <description><![CDATA[<div>A Mussuca é conhecida principalmente pelos grupos folclóricos. Além do Samba de Pareia e do São Gonçalo, tem ainda dois grupos remanescentes do período colonial: Samba de Coco e Reisado. Tirando as apresentações e os rituais, sobra história e identidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:15:11 UTC</pubDate>
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         <title>mussuca</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O nome Mussuca é uma alusão a um peixe preto, conhecido como <strong>Mussum</strong>, que os primeiros refugiados teriam encontrado ao cavarem um poço para abastecimento de água. A mudança para Mussuca poderia ser apenas uma corruptela, mas é atribuída pelos moradores a uma ex-escrava conhecida como Maria Banguela, mas ninguém sabe dizer o que teria motivado a alteração.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; raphael santana dos santos&nbsp; &nbsp; 8 b<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:17:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mateus Andrade nere<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:18:12 UTC</pubDate>
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         <title>Nome: Maysa Sofia Fonseca Soares Série: 8°B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A palavra Maloca significa casa comunitária ancestral, utilizada por indígenas do&nbsp;<br>Amazonas, especialmente denominada assim em Colômbia, que tem diferentes características&nbsp;<br>em sua relação com a comunidade de onde prove. Antigamente viviam em uma maloca várias&nbsp;<br>famílias relacionadas principalmente pelo parentesco.A Comunidade Maloca foi fundada por Seu José Andrelino, primeiro morador da&nbsp;<br>comunidade. Ela fica localizada no bairro Getúlio Vargas, próximo ao Centro de Aracaju-<br>Sergipe, e foi reconhecida como Comunidade Remanescente do Quilombo em fevereiro de&nbsp;<br>2007.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:18:22 UTC</pubDate>
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         <title>8ºB Kauane Vitória</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Comunidade Maloca foi fundada por Seu José Andrelino, primeiro morador da comunidade. Ela fica localizada no bairro Getúlio Vargas, próximo ao Centro de Aracaju- Sergipe, e foi reconhecida como Comunidade Remanescente do Quilombo em fevereiro de 2007. Atualmente, reside na comunidade cerca de 53 famílias.<br>A Maloca possui uma peculiaridade em relação à maioria das comunidades quilombolas por se situar em um centro urbano, sendo titulada como segundo Quilombo Brasileiro Urbano, certificado pela Fundação Palmares do Brasil e primeiro de Sergipe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:19:15 UTC</pubDate>
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         <title>Mocambo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>• Os mocambos eram uma ameaça à economia e ao tecido social do regime escravista, porque a economia parasitária dessas comunidades era composta principalmente de furtos, extorsões e saques.<br><br>Guthierrez Rangel Teixeira Mendes 8°B<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:21:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lucynsantos84/3dk551o8wxvqsz53/wish/1468687135</link>
         <description><![CDATA[<div>Rafaela santos Conceição Menezes 8°B<br>&nbsp;<br>&nbsp;A <strong>Mussuca</strong> também abrigou negros fugitivos em marcha para Palmares**. Alguns pousavam e seguiam caminho, outros ficavam por ali mesmo e, dessa forma, foi-se erguendo o maior quilombo de <strong>Sergipe</strong>. Depois da abolição, muitos voltaram a trabalhar nos canaviais, outros empregaram-se nas pedreiras ou nas fazendas de sal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:21:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lucynsantos84/3dk551o8wxvqsz53/wish/1468690006</link>
         <description><![CDATA[<div>João vitor de jesus santana 8 ano B&nbsp;<br><br><br>Localizada no município de Laranjeiras, Mussuca fica a 20 quilômetros do centro e possui, aproximadamente, mil famílias, totalizando uma população de 2.400 pessoas. Com a certificação, Mussuca é automaticamente incluída no programa Brasil Quilombola, que prevê uma série de projetos como regularização fundiária, infra-estrutura e serviços, desenvolvimento econômico e social e controle e participação social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:22:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lucynsantos84/3dk551o8wxvqsz53/wish/1468704745</link>
         <description><![CDATA[<div>Kauan Rafael 8 ano B&nbsp;<br><br>A maloca é a primeira comunidade quilombola urbana de Sergipe e a segunda do país ser certificada pela fundação cultural palmares localizada numa quadra de cerca de 150 m no bairro Getúlio Vargas, em Aracaju.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:26:39 UTC</pubDate>
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         <title>Maloca</title>
         <author>mandagazy12</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; A Comunidade Maloca foi fundada por Seu José Andrelino, primeiro morador da&nbsp;<br>comunidade. Ela fica localizada no bairro Getúlio Vargas, próximo ao Centro de Aracaju-<br>Sergipe, e foi reconhecida como Comunidade Remanescente do Quilombo em fevereiro de&nbsp;<br>2007. Atualmente, reside na comunidade cerca de 53 famílias.<br>&nbsp;A Maloca possui uma peculiaridade em relação à maioria das comunidades&nbsp;<br>quilombolas por se situar em um centro urbano, sendo titulada como segundo Quilombo&nbsp;<br>Brasileiro Urbano, certificado pela Fundação Palmares do Brasil e primeiro de Sergipe.<br><br><br><br>Feito por:Amanda 8B</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:28:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome José Mikael de jesus Costa<br>Série 8°b<br><strong>Quilombolas</strong> são os descendentes e remanescentes de comunidades formadas por escravizados fugitivos (os quilombos), entre o século XVI e o ano de 1888 (quando houve a abolição da escravatura ), no Brasil. Atualmente as comunidades quilombolas estão presentes em todo o território brasileiro, e nelas se encontra uma rica cultura, baseada na ancestralidade negra, indígena e branca. No entanto, os quilombolas sofrem com a dificuldade no acesso à saúde e à educação.<br>A palavra quilombo origina-se do termo <em>kilombo</em>, presente no idioma dos povos Bantu, originários de Angola, e significa local de pouso ou acampamento. Os povos da África Ocidental eram, antes da chegada dos colonizadores europeus, essencialmente nômades, e os locais de acampamento eram utilizados para repouso em longas viagens. No Brasil colonial,&nbsp;a palavra foi adaptada para designar o local de refúgio dos escravos fugitivos. <strong>Quilombola é a pessoa que habita o quilombo</strong>.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-28 12:31:06 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Fernanda Santos Costa 8°B</title>
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         <description><![CDATA[<div>A comunidade Maloca fundada pelo Seu José Andrelino primeiro fundador e morador da comunidade,o nome Maloca significa "casa comunitária ancentral",utilizanda pelos indígenas do Amazônias. Ela fica localizada no bairro Getúlio Vargas,próximo ao centro de Aracaju<br>Atualmente na comunidade reside 53 famílias.<br>&nbsp; &nbsp;A Maloca possui uma peculiaridade em relação a maioria das comunidades quilombolas por si situar em um centro urbano,sendo assim titulado como segundo quilombo brasileiro urbano,certificada pela fundação Palmares do Brasil e primeiro Sergipe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:55:11 UTC</pubDate>
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         <title>Leticia Figueiredo fontes 8°-B</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; mussuca fica localizada no município de Laranjeiras,as terras da mussuca foram doadas a uma escrava pelo próprio senhor que teria decidido liberta-lá pouco antes de morrer.a comunidade também abrigou negros fugitivos em marcha para Palmas e outros ficaram alir e dessa forma,foi-se erguendo o maior quilombo de sergipe,assim mas de cerca de mil famílias da comunidade quilombola,na quela época&nbsp; se empregaram-se nas pedreiras e nas fazendas de sal, as mulheres absorvidas pelo mercado local aprenderam a ganha a vida por conta própria enfiando os pés no mangue para pescar camarão e siri,o nome mussuca é uma alusão a um peixe preto,conhecido como mussum,mussuca é conhecida principalmente pelos folclóricos.além do Samba de pareia e do são Gonçalo e tem dois grupos remanescentes samba de Coco e reisado</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 12:58:47 UTC</pubDate>
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         <title>João pedro dos santos oliveira 8 ano A</title>
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         <description><![CDATA[<div>A maloca é a primeira comunidade quilombola urbana de sergipe- e a segunda dos país - a ser certificada pela fundação cultural palmares. Localizada numa quadra de cerca de 150 m2 no bairro Getúlio Vargas,em Aracaju,os primeiros moradores chegaram no início do século xx,vindos principalmente de antigo enganhos escravistas. Na capital,passaram a trabalha em setores como o porto,o comercio e também como empregadas doméstica</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-28 13:04:43 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Henrique de J. Santos 8anoB </title>
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         <description><![CDATA[<div>A maloca é a primeira comunidade quilombola urbana de Sergipe-ee a segunda do país- a ser certificada pela fundação cultural Palmares.Localizada numa quadra de cerca de 150 m² no bairro Getúlio Vargas,em Aracaju,os primeiros moradores chegaram no início do século XX,vindos principalmente de antigos escravistas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:07:30 UTC</pubDate>
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         <title>Laysa Reis Nascimento/ 8° ano B </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>A comunidade remanescente de quilombo da Maloca, localizada no município de Aracajú, no estado do Sergipe (SE), foi certificada pela Fundação Cultural Palmares (FCP) em fevereiro de 2007, sendo o segundo quilombo urbano oficialmente reconhecido no Brasil – a primeira comunidade encontra-se em Porto Alegre – RS, o Quilombo Família Silva. Desde então, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) está elaborando o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID), elemento necessário para posteriormente encaminhar a regularização fundiária do território tradicional da Maloca...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:08:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>História de vida de luta e muita cultura . O segundo episódio que estreou no último dia 27 apresenta desta vez tres comunidades remanescentes de quilombo presentes no estado:a maluca em Aracaju mussucaque fica no município de Laranjeiras e mocambos localizada em porto da folha sertão sergipano&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:20:08 UTC</pubDate>
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         <title>Crislane Correia de Lima 8 Ano “B” </title>
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         <description><![CDATA[<div>A comunidade remanescente de quilombo da Maloca, localizada no município de Aracajú, no estado do Sergipe (SE), foi certificada pela Fundação Cultural Palmares (FCP) em fevereiro de 2007, sendo o segundo quilombo urbano oficialmente reconhecido no Brasil.&nbsp;Desde então, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) está elaborando o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID).&nbsp;O Quilombo é constituído por cerca de 60 famílias e está organizado em torno da ONG Criliber – Criança e Liberdade desde 1982. Tal organização tem como foco a permanência da comunidade em seu território ancestral e a realização de trabalhos em defesa dos direitos das crianças e adolescentes que sofrem violência e discriminação devido a sua cor, raça e etnia – por meio de cursos variados, como de dança afrobrasileira, por exemplo, buscando evitar que os jovens da comunidade entrem para as estatísticas de violência comuns às regiões periféricas das grandes cidades brasileiras, através da construção de uma situação de pertencimento e da busca por oportunidades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:20:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quilombo local usado como refúgio para escravos fugidos&nbsp;<br>Pedro icaro Meira da Silva&nbsp;8º A</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:40:49 UTC</pubDate>
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         <title>Yago de Jesus dos Santos/ 8B</title>
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         <description><![CDATA[<div>A comunidade quilombola localizada no Largo Pedro Alves Braz (área que circunscreve o antigo Morro do Cruzeiro), na área urbana – bairro Getúlio Vargas – da cidade de Aracajú, no estado de Sergipe (SE), é conhecida como Maloca, que significa em linguagem indígena casa construída com folhas de palha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 14:25:38 UTC</pubDate>
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         <title>Nome: Débora Oliveira de Jesus ,série 8B</title>
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         <description><![CDATA[<div>A Maloca é a primeira comunidade quilombola urbana de Sergipe - e a segunda do país - a ser certificada pela Fundação Cultural Palmares. Localizada numa quadra de cerca de 150 m² no bairro Getúlio Vargas, em Aracaju, os primeiros moradores chegaram no início do século XX, vindos principalmente de antigos engenhos escravistas. Na capital, passaram a trabalhar em setores como o porto, o comércio e também como empregadas domésticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 14:39:08 UTC</pubDate>
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         <title>Kauane Nascimento de santana/8B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A maloca possui uma peculiaridade em relação á maioria das comunidades quilombolas por se situar em um centro urbano, sendo titulada como segundo quilombo brasileiro urbano, certificado pela fundação palmares do Brasil e primeiro de Sergipe, localizada no Largo Pedro Alves Braz na cidade de Aracaju no estado de Sergipe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 17:14:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Kaio Gabriel Carvalho Santos&nbsp;<br>:Já em Laranjeiras, à beira do rio Cotinguiba, fica a comunidade da Mussuca, um dos grandes pólos culturais do estado, berço de manifestações como o São Gonçalo do Amarante e do Samba de Pareia, cuja mestra é a Dona Nadir. Por isso, Anne não podia deixar de conversar com essa figura famosa da região e também do estado. Além disso, dona Maria, que comanda o Samba de Coco da Mussuca, também falou do amor pela comunidade e pela cultura popular.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 18:22:49 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Marcos Ariel Dantas Seabra 8B&nbsp;<br>Mocambo<br>Tudo começou&nbsp; com um laudo&nbsp; de identificação étnica da comunidade&nbsp; do Mocambo: dois vilarejos situados no município sergipano de Porto da Folha, na região&nbsp; do baixo São Francisco,onde se reuniam&nbsp; 150 pessoas, em process de litígio desde 1992. José Maurício Arruti seria&nbsp; transformado, então, de antropólogo profissional&nbsp; e interessado em ouvinte dileto de histórias. Mais ainda, acompanharia de perto, e durante cinco anos de uma "etnografia&nbsp; nômade", a constituição&nbsp; de sujeitos políticos diferenciados, na igual medida em que o termo quilombola ganharia novos sentidos&nbsp; e direitos, sobretudo a partir dos debates para a regulação&nbsp; do artigo&nbsp; constitutional&nbsp; que reconhece aos&nbsp; remanescete&nbsp; das comunidades&nbsp; de quilombo a propiedade&nbsp; definitiva&nbsp; das terras&nbsp; que estivessem ocupando.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 22:41:53 UTC</pubDate>
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         <title>João Vitor santos 8º C- proSIC- 4ª ETAPA </title>
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         <description><![CDATA[<div>Localizada em Laranjeiras, a Mussuca surgiu no período escravocrata e se desenvolveu em meio a um contexto de lutas e marginalização do povo quilombola. No início o quilombo foi habitado por poucas famílias, que vivam nas terras de Maria Benguela, com o tempo e com aumento no número de famílias observou-se uma mudança na formação do espaço e da paisagem do povoado.<br><br></div><div>Com o crescimento dessas famílias e a chegada de novas, o espaço passa a ser uma área de resistência. Nas terras, os escravos cavaram um buraco que servia de fonte de água para os moradores, onde encontraram um animal preto chamado "mussum", e assim surgiu o nome Mussuca.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 16:35:52 UTC</pubDate>
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         <title>Nicolas Victor 8C - 4ª ETAPA</title>
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         <description><![CDATA[<div>Mussuca: tradição e resistência em comunidade quilombola<br><br>Cada vez que nasce um bebê na comunidade quilombola da Mussuca, o pessoal do Samba de Pareia tem a missão de homenagear a mãe e a criança, dançando e tomando meladinho*.<br><br>É assim desde o primeiro parto, quando o povoado ainda era um quilombo. Mas hoje o grupo também vai à rua em outras datas, especialmente na Semana Santa e no Dia da Consciência Negra, quando costuma haver apresentação de todos os grupos folclóricos locais.<br><br>O Samba de Pareia é dançado aos pares, que se alternam conforme a evolução da música. Antigamente era executada por casais, mas a troca de posições deixava os homens enciumados. Para evitar confusão, agora só as mulheres participam. Os homens ficam em volta para bater os instrumentos.<br><br>Tão antigo como o Samba de Pareia é a Dança de São Gonçalo, formada somente por homens quase todos com roupas de mulher. Os rapazes se vestem assim em alusão às prostitutas. Segundo a lenda, o santo marinheiro tirava as mulheres "da vida" por meio da música e da dança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 16:38:28 UTC</pubDate>
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