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      <title>Visão Geológica by goncalo ventura</title>
      <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4</link>
      <description>Geologia ao minuto, uma nova perspetiva sobre o mundo que nos rodeia!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-11 15:37:39 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-03 17:23:25 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Quem somos nós?</title>
         <author>brunapinelas19794</author>
         <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1298857336</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! Sejam bem-vindos todos os geólogos e curiosos ao nosso padlet! <br>Nós somos um grupo de estudantes do 11ª ano da Escola Secundária da Moita. Os nossos nomes são Bruna Pinelas, Eliana Silva, Gonçalo Ventura, Inês Catana e Raquel Morgado e, neste padlet, vamos contar as mais variadas histórias sobre o mundo da geologia!<br>Esperemos que gostem, que se divirtam e que adquiram mais um pouco de conhecimento!<br>Até breve!</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-11 16:20:34 UTC</pubDate>
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         <title>Foram descobertas evidências em como a Terra já foi um &quot;Oceano de Magma&quot;</title>
         <author>inescatana14954</author>
         <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1309728856</link>
         <description><![CDATA[<div>No passado dia 13 de março, foram divulgadas evidências em como a Terra já foi praticamente um "oceano de magma", através da descoberta de restos químicos deste fenómeno em rochas com 3.6 mil milhões de anos, no sudoeste da Gronelândia.<br>Esta investigação levou a um maior conhecimento da Terra no seu estado mais inicial de formação, quando uma enorme massa de magma se dirigia para a superfície. O arrefecimento gradual deste magma, determinou a estrutura química do interior da Terra, sendo também fundamental na formação da sua primeira atmosfera.<br><br>[Fonte]:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/ciencia/cientistas-encontram-evidencias-do-oceano-de-magma-que-era-a-terra--13453157.html" />
         <pubDate>2021-03-15 09:15:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Foi encontrado um exoplaneta repleto de vulcões.</title>
         <author>brunapinelas19794</author>
         <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1316338174</link>
         <description><![CDATA[<div>O LHS 3844b é o primeiro planeta fora do Sistema Solar que pode apresentar evidências de atividade tectónica. <strong><br></strong><br></div><div>Foram encontrados indícios de padrões de fluxo dentro deste planeta, localizado a 45 anos-luz da Terra, por uma equipa de cientistas. Estes explicam que o material no interior de <strong>LHS 3844b</strong> flui de um hemisfério para o outro e pode ser, portanto, responsável por várias erupções vulcânicas no lado noturno do planeta. <br><br>Fonte:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://zap.aeiou.pt/sinais-atividade-tectonica-exoplaneta-385957" />
         <pubDate>2021-03-16 15:38:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Novo mapa de &quot;MPC&quot;.</title>
         <author>raquelmorgado</author>
         <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1329074763</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 4 de fevereiro de 2021 foi publicado um mapa de "Depósitos de matérias primas críticas em Portugal Continental" pelo LNEG (Laboratório Nacional de Energia e Geologia). Este mapa foi atualizado tendo em conta a última lista de depósitos conhecidos&nbsp; publicada em setembro de 2020. <br>As MPC (matérias primas críticas) são,&nbsp; neste caso, matérias minerais essencias à economia e que são assim avaliadas tendo em conta o seu risco de escassez relacionado com o abastecimento e a sua importância económica. <br>Veja o mapa atualizado e consulte os códigos QR <a href="https://www.lneg.pt/wp-content/uploads/2021/01/CRM2020_P01_URMG_FV.pdf">aqui</a> .<br>Mais informações (EGDI, RMIS, Geoportal, SIORMIMP): <a href="https://www.lneg.pt/wp-content/uploads/2021/02/CRM-MAP-URMG2021_LNEG-Policy-brief-2021_PT.pdf">clique</a><br>Fonte:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.lneg.pt/nova-publicacao-mapa-de-depositos-de-materias-primas-criticas-em-portugal-continental/" />
         <pubDate>2021-03-19 09:37:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Água líquida em Marte? Para onde foi?</title>
         <author>raquelmorgado</author>
         <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1329250136</link>
         <description><![CDATA[<div>Um novo estudo apresentado virtualmente na <a href="https://www.hou.usra.edu/meetings/lpsc2021/press-briefings/">Conferência da Ciência Lunar e planetária </a> deste ano (2021) concluiu que a água que existiu em Marte, para além da que se perdeu no espaço, possa ter ficado também retida em minerais na crosta do planeta. <br>Através da análise química de meteoritos e usando a sonda Curiosity da NASA para estudar as rochas marcianas os cientistas estimam que o planeta possa ter sido muito mais "azul" do que o que se pensava... E que uma parte da água líquida, que outrora existiu, possa estar preservada em minerais.  Este estudo é também corroborado pelo facto de nas últimas décadas terem sido descobertos bastantes minerais marcianos com água na sua constituição, tal como as argilas.<br><br>Estudo publicado inicialmente na revista Science: <a href="https://science.sciencemag.org/content/early/2021/03/15/science.abc7717">clique</a><a href="https://www.hou.usra.edu/meetings/lpsc2021/press-briefings/"><br></a>Fonte:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.natgeo.pt/ciencia/2021/03/para-onde-foi-a-agua-liquida-de-marte-nova-teoria-oferece-pistas-frescas" />
         <pubDate>2021-03-19 11:01:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1329250136</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O fecho dos oceanos Pacífico e Atlântico poderá levar ao nascimento de um novo supercontinente.</title>
         <author>inescatana14954</author>
         <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1329724346</link>
         <description><![CDATA[<div>Um estudo que tem sido criticamente discutido desde 2016, prevê o nascimento de um novo supercontinente em aproximadamente 300 milhões de anos.<br><br>A história da Terra tem revelado que, ciclicamente, existe o fecho de oceanos e o consequente aparecimento de supercontinentes. Ora, atualmente têm vindo a ser notadas evidências em como, as zonas de subducção, quer no oceano Atlântico quer no oceano Pacífico, têm vindo a aumentar significativamente, sendo estas a principal causa do fecho dos oceanos. O nome dado ao possível supercontinente é Aurica, resultante da junção dos continentes americano e europeu.<br><br>[Fonte]:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/sociedade/fecho-dos-oceanos-atlantico-e-pacifico-fara-nascer-novo-supercontinente-5467713.html" />
         <pubDate>2021-03-19 13:34:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> BUM!!!... Um novo meteorito no planeta.</title>
         <author>raquelmorgado</author>
         <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1346973523</link>
         <description><![CDATA[<div>Na noite de 28 de fevereiro de 2021 foi avistada uma "bola de fogo" por uma rede internacional de câmaras de rastreio de meteoritos. Esta informação chegou logo aos cientistas da cidade de Winchcombe em Inglaterra, local onde os fragmentos rochosos aterraram.<br>O meteorito é de um tipo bastante raro conhecico com condrito carbonáceo, devido à sua composição rica em carbono. Este tipo rochoso contém normalmente também moléculas orgânicas como aminoácidos e glícidos simples, minerais hidratados e para além disso, CAIs (inclusões ricas em cálcio e alumínio). Todas estas características tornam-no uma relíquia científica pois a sua investigação aprofundada pode vir a dar respostas a muitas perguntas como a origem do processo que permitiu encher os oceanos do nosso planeta (estudo dos minerais hidratados) a origem da vida (estudo das moléculas orgânicas) e a forma como a matéria se movia e misturava à medida que os planetas se formavam (agrupação e comparação de diferentes fragmentos de CAIs), entre outros...<br>&nbsp;Para mais informações, clique: <a href="https://www.nhm.ac.uk/press-office/press-releases/a-team-of-uk-scientists--guided-by-meteor-specialists--have-reco.html">Museu de História Natural de Londres</a><br>Fonte:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.natgeo.pt/ciencia/2021/03/meteorito-recem-descoberto-pode-ajudar-a-desvendar-os-segredos-do-sistema-solar" />
         <pubDate>2021-03-24 09:20:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1346973523</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Tesouro&quot; de fósseis na China.</title>
         <author>inescatana14954</author>
         <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1347113474</link>
         <description><![CDATA[<div>Na jazida de Qingjiang, foram descobertos cerca de 50% de fósseis de espécies desconhecidas que remontam para o período cambriano, há 518 milhões de&nbsp; anos.<br><br>Uma descoberta que se iniciou em 2019, atualmente, traz até nós informações sobre o Câmbrico. Este período é um dos mais fundamentais da nossa história, devido à repentina diversificação de espécies, num curto intervalo de tempo. Vários cientistas procuram explicar este facto, que ainda se revela um mistério. &nbsp; Entre os fósseis de espécies desconhecidas, encontravam-se também anémonas, artrópodes, corais, esponjas, pequenos invertebrados, e microrganismos. Este local ajudará a comunidade científica a obter algumas respostas, visto que este torna evidente a presença de alguns desses mesmos seres vivos neste período.&nbsp;<br><br>[Fonte]:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/vida-e-futuro/novo-tesouro-de-fosseis-descoberto-na-china-10711560.html" />
         <pubDate>2021-03-24 10:08:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O degelo dos glaciares da Gronelândia está a ser demasiado rápido...</title>
         <author>raquelmorgado</author>
         <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1347156295</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma <a href="https://www.nature.com/articles/s41586-020-2742-6">investigação</a>&nbsp; publicada em 2020 permite concluir que durante este século a Gronelândia poderá perder mais gelo do que em qualquer outro momento do Holoceno devido à elevada velocidade da queima de combustíveis fósseis.&nbsp;<br>Para este estudo os cientistas combinaram diferentes aspetos: o modelo da camada do gelo; o clima - temperatura e a percentagem da queda de neve, dados, alguns destes, analisados a partir de uma série de amostras recolhidas na Gronelândia. Depois analisaram os modelos obtidos no espaço temporal desde há 12 mil anos atrás até 2100 colocando cenários de elevadas e baixas emissões de C02 para a atmosfera, com o intuito de prever as consequêcias que isto teria na camada de gelo. Os resultados não foram, de todo, positivos e existe um cenário, considerado pessimista, que concluiu que a Gronelândia pode ficar sem gelo em 1000 anos!<br>Ainda existem muitas mais investigações a serem feitas mas Ted Scambos, glaciologista dos EUA refere que é certo que a Gronelândia e o clima da Terra vão sofrer drásticas alterações a não ser que a humanidade mude de rumo...<br>Estudo publicado incialmente na revista Nature.<br>Fonte:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.natgeo.pt/ciencia/2020/10/gronelandia-pode-perder-mais-gelo-neste-seculo-do-que-nos-ultimos-12-mil-anos" />
         <pubDate>2021-03-24 10:23:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1347156295</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O rio Nilo é mais antigo do que se pensava?</title>
         <author>inescatana14954</author>
         <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1347194746</link>
         <description><![CDATA[<div>A idade exata deste rio era um mistério, pelo que essa informação foi dada com base em estimativas. Recentemente, foi descoberto que essas estimativas estavam redondamente erradas, pelo que o rio Nilo é seis vezes mais antigo do que o estimado. Na verdade, o berço da civilização egípcia, tem 30 milhões de anos.<br>Esta descoberta teve como base o estudo dos diferentes sedimentos deste rio, que com intervenção de tecnologias, permitiu recriar a idade do mesmo. Para além disso, perceberam também como é que o seu leito se manteve praticamente inalterado durante todo este tempo, e concluíram que o movimento lento das rochas no interior do manto da Terra naquela área, permitiu que tal acontecesse. Revelaram-se assim, alguns dos vários segredos carregados por este rio.<br><br>[Fonte]:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/vida-e-futuro/nilo-e-seis-vezes-mais-antigo-do-que-se-pensava-afinal-tem-30-milhoes-de-anos-11502488.html" />
         <pubDate>2021-03-24 10:37:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade sísmica em Marte poderá finalmente ter uma explicação.</title>
         <author>elianasilva14975</author>
         <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1347372499</link>
         <description><![CDATA[<div>Em novembro de 2018, a NASA enviou uma sonda para a superfície de Marte com o intuito de monitorar não só as condições da sua superfície&nbsp; (como a pressão atmosférica, a velocidade do vento e a temperatura) mas também com o objetivo de estudar o seu interior. Devido à grande sensibilidade do sismógrafo incorporado na sonda robótica, esta não deteta apenas abalos sísmicos mas também rugidos do vento e movimentos da poeira pelo que apenas recentemente foi possível&nbsp; localizar a origem de dois tremores. Estes aparentam ter sido causados por uma zona de falhas ativas conhecida como <em>Cerberus Fossae</em>, região constituída por várias fendas que se estendem por cerca de 1600 km.&nbsp;<br>Esta descoberta é extremamente importante uma vez que pode finalmente revelar a causa da atividade sísmica no planeta vermelho; enquanto na Terra os terramotos são causados pela atividade tectónica&nbsp; &nbsp; &nbsp;que cria pontos de tensão na crosta terreste levando à sua eventual rutura, isto não se aplica a Marte&nbsp; já que este planeta não tem placas tectónicas e sim um manto rochoso envolto numa crosta estática. Como a superfície marciana já esteve coberta de vulcões em erupção, os cientistas suspeitam que ainda possam existir bolsas de magma sob o solo e que estão podem estar relacionadas com a atividade sísmica aparentemente inexplicável deste planeta.<br>Fonte:<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.natgeo.pt/ciencia/2020/01/marte-encontrada-primeira-zona-de-falhas-ativas" />
         <pubDate>2021-03-24 11:40:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1347372499</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Juízo crítico dos recursos energéticos em Portugal</title>
         <author>elianasilva14975</author>
         <link>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1391419557</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;De acordo com a EDP, no ano de 2021, Portugal utilizou apenas 32,71% de energia de fontes renováveis (como, por exemplo, a energia eólica, hídrica, entre outros), que consiste em energia que é gerada na natureza a uma taxa igual ou superior ao seu consumo; o uso deste tipo de energia é extremamente importante uma vez que apresenta uma forma de preservar o ambiente. Por outro lado, Portugal utilizou 67,29% de energia de fontes não renováveis nomeadamente, a queima de carvão, o uso de gás natural, entre outros, as quais apresentam um grande perigo para o planeta Terra e para a Humanidade. Sendo assim, Portugal, tal como foi dito anteriormente, já utiliza uma quantidade relevante de energia proveniente de fontes renováveis, ainda tem um longo caminho a percorrer no sentido de melhorar a gestão e preservação dos recursos energéticos. Algumas medidas que podem ser tomadas são, por exemplo, o melhor aproveitamento dos recursos disponíveis em Portugal tais como a energia geotérmica (por exemplo, a partir das fontes termais como aquelas nas ilhas do arquipélago dos Açores) e a energia solar (como, por exemplo, através do uso de painés solares, aproveitando o clima ensolarado de Portugal). Concluindo, “as mudanças climáticas ameaçam o futuro do nosso planeta, mas ainda estamos a tempo de nos adaptarmos a elas e atenuarmos os seus efeitos.”. Na nossa opinião, esta citação, retirada do website Iberdrola, aplica-se perfeitamente à nossa situação atual, mundial e nacional e está nas mãos de todos nós e dos nossos governadores de a melhorar.&nbsp;<br>Autores: Bruna Pinelas, Eliana Silva, Gonçalo Ventura, Inês Catana e Raquel Morgado<br>Fonte:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.edp.pt/origem-energia/" />
         <pubDate>2021-04-07 13:40:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/goncaloventura14922/3dhatjpazsqb23z4/wish/1391419557</guid>
      </item>
   </channel>
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