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      <title>Poetize-se!!! by Profª Elisângela</title>
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      <description>Poeta é a sensibilidade acima do vulgar. Poeta é o operário, o artífice da palavra. Cora Coralina. Para responder, clique no sinal + / Indique o nome do trio para obtenção dos pontos./ O trio deve fazer uma publicação e comentar na publicação de um outro trio - Não esqueça de identificar quem é o trio para ganhar sua nota</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-23 22:52:50 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Firmina dos Reis </title>
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         <description><![CDATA[<p>●trechos de livros;</p><p>●poemas;</p><p>●citações de autores famosos;</p><p>●resumos de histórias;</p><p>●elementos visuais.</p><p><strong><mark>Curiosidades</mark></strong></p><p>Ao pesquisar em sites de buscas o nome de Maria Firmina dos Reis (1822—1917), autora do romance <em>Úrsula</em>, as imagens que aparecerão serão conflituosas. Retratada até recentemente como uma mulher branca, a imagem real da escritora ainda é um mistério, já que não deixou registros de sua figura na época em que vivia, mas uma descoberta foi feita: ela foi confundida, por muitos anos, com a escritora gaúcha Maria Benedita Câmara (1853—1895), conhecida como Délia.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong><mark>Perseguição à escritora negra antiescravista</mark></strong></p><p><br/></p><p><strong>A crítica à escravidão chega a ser literal: em uma passagem, a protagonista diz que o regime “é e sempre será um grande mal”.</strong></p><p>“Os tempos eram outros. Em 1887, a escravidão era questionada no país inteiro. Em 1859, Maria Firmina dos Reis teve que usar um tom mais brando em seu romance, pois queria conquistar os leitores para a causa antiescravista. Leitores que, na sua imensa maioria, eram da elite e provavelmente tinham escravos”, afirma a pesquisadora.</p><p><br/></p><p>Elisângela Mendes Santos</p><p>João</p><p>Marieta<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-29 12:46:57 UTC</pubDate>
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         <title>Autoras a serem pesquisadas</title>
         <author>elisangelamsantos1</author>
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         <description><![CDATA[<p>As afro-brasileiras de maior destaque são Maria Beatriz Nascimento, de Aracaju; Ruth Guimarães Botelho, de Cachoeira Paulista; Maria da Conceição Evaristo de Brito, mais conhecida por Conceição Evaristo, de Belo Horizonte, e a mineira Carolina Maria de Jesus, entre outras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 00:58:29 UTC</pubDate>
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         <title>Ruth Guimarães Botelho</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Ruth Guimarães Botelho (1920-2014)</strong> foi uma escritora, professora, tradutora, pesquisadora e funcionária pública brasileira.</p><p><br/></p><p>Sua história é marcada por uma intensa produção literária, além de uma trajetória como pesquisadora da cultura popular e do folclore.</p><p><br/></p><p>Colaborou em revistas e jornais, foi professora de português, traduziu obras de Balzac e Alphonse Daudet, foi eleita para a Academia Paulista de Letras em 2008</p><p><br/></p><p>Mais de 51 obras, incluindo ensaios folclóricos, romances, contos, traduções, crônicas e reportagens</p><p><br/></p><p>Trecho de obra: Um trecho de obra do romance Água Funda, é sobre um personagem que aceita uma oferta de emprego em uma companhia, mas acaba tendo que fugir. O personagem, Mané Pão Doce, conta que a situação era diferente do prometido: os empregados trabalhavam muito, sem descanso, e era pagos em vales que só podiam ser usados no armazém da companhia. Além disso, o patrão cobrava muito caro pelos produtos.</p><p><br/></p><p>Luiz Henrique Silva Santos</p><p>Matheus Feijó</p><p>Kepler Machado</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 01:37:10 UTC</pubDate>
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         <title>Ruth Guimarães Botelho</title>
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         <description><![CDATA[<p>Pode-se dizer que Ruth Guimarães (13/06/1920-21/05/2014), foi uma das primeiras escritoras negras a ocupar espaço nacional no cenário da literatura brasileira. Estudiosa da cultura popular, principalmente do folclore, e autora de diversas obras que valorizam essa vertente da nossa cultura, Ruth teve como mestre ninguém menos que <em>Mário de Andrade</em>, conhecido pela obra de <em><mark>Macunaíma</mark></em>. De Cachoeira Paulista, revelou-se poeta ainda menina, e aos 10 anos já publicava seus primeiros versos nos jornais <em>A Região</em> e <em>A Notícia</em>, ambos de circulação local. </p><p>Guimarães consegue projeção nacional em 1946, com o lançamento de seu primeiro romance <mark>Águas Fundas.</mark> Uma frase do romance conhecida é:</p><p><br/></p><blockquote><p>A gente passa nesta vida como canoa em água funda. Passa. A água bole um pouco. E depois não fica mais nada.</p></blockquote><p><br/></p><p>O significado do título, segundo a professora da FFLCH é </p><p><br/></p><blockquote><p>A imagem da água corrente é frequentemente usada como símbolo de efemeridade e irreversibilidade, de tudo o que passa. A autora promove uma alteração nesse símbolo.</p></blockquote><p><br/></p><p>E continua:</p><p><br/></p><blockquote><p>A água funda, turva e misteriosa, agita-se um pouco, mas é imperturbável, indiferente à nossa existência e ao nosso sofrimento. Em outra camada, a imperturbabilidade da água se aproxima do sistema socioeconômico, que se mantém, ainda que ações individuais ou coletivas o abalem momentaneamente.</p></blockquote><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 01:47:35 UTC</pubDate>
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