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      <title>PIBID: RELATÓRIOS SEMANAIS by Milena Santos</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-30 05:21:50 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 1 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Devido ao recesso escolar ter ocorrido entre fevereiro e março nesse ano letivo, ficou decidido que teremos 2 reuniões semanais até a voltas às aulas dos colégios municipais (em 31 de março). Nesta primeira reunião que tivemos pela manhã, foi trabalhado o artigo “Educação Histórica: articulação orgânica entre investigação e ação”, de Márcia Elise Teté Ramos, o texto aborda questões relacionadas a educação histórica vinculada com a cognição histórica, epistemologia da história, consciência histórica, literacia histórica, etc, com todas essas definições sendo discutidas na visão de diferentes autores e voltadas para uma construção histórico/social, e não biológica, além de também abordar a importância da narrativa, empatia histórica e a diferenciação dos conceitos históricos substantivos e de segunda ordem. Ademias, o debate que se seguiu durante a reunião também se voltou bastante para o cuidado que devemos ter quando formos trabalhar com os conhecimentos prévios, é preciso investigar o que os alunos já sabem, o que pensam e como se posicionam em relação a esse conhecimento que já possuem, e, a partir disso, partir para o questionamento de quais passados se aprofundar em sala de aula para que os alunos interpretem o presente, que história contar e como contar, buscando estimular o raciocínio históricos dos estudantes e desenvolver seu pensamento histórico, sem separar a investigação da ação. A grande questão do ensino de história é se questionar como é que a gente irá refletir esse conhecimento para que o aluno o utilize em sua vida prática, pois, se a ciência e a história nascem da vida prática, como esse conhecimento pode retornar a vida prática do sujeito?&nbsp;</div><div><br><strong>REFERÊNCIA</strong>&nbsp;</div><div>RAMOS, Márcia Elise Teté. <strong>Educação Histórica:</strong> articulação orgânica entre investigação e ação. Universidade Nacional de Cuyo, Mendoza: XIV Jornadas Interescuelas, 2013. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 05:24:02 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 2 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para essa reunião, nosso coordenador havia selecionado antecipadamente que eu (Milena Santos) e Gláucia Xavier realizássemos uma apresentação com slide do que havíamos trabalhado em nossos ensaios sobre “Educação e escola no contexto em que vivemos”, texto que produzimos nas férias da faculdade. Após apresentarmos, Lucas Pereira e Aryelli Caminha também haviam sidos selecionados antecipadamente, só que para polemizar/questionar os argumentos levantados em nossas falas, pois nós seguimos mais para as argumentações que Dayrell traz, enquanto Lucas seguiu em uma linha mais marxista e Ary em uma linha mais Foucaultiana, eles levantaram questionamentos acerca de comparações entre a escola e a universidade em relação aos métodos de ensino dos professores em ambas as instituições e sobre ser ou não possível que exista um sistema escolar que não envolva vigilância constante, regras e punições, além de uma arquitetura que não tenha semelhanças com um presídio. Essas questões levaram a um debate que se prolongou até o fim da reunião, contando com a participação de outros pibidianos e dos professores supervisores também, definitivamente Lucas e Ary cumpriram muito bem com o papel de “polemizar” os argumentos apresentados. &nbsp;</div><div><br>Gostaria de aproveitar esse espaço para desabafar quanto a minha apresentação, pois fiquei bastante nervosa em ter que apresentar na frente de toda a turma, foi a primeira vez que fiz uma apresentação sozinha na faculdade, todas as anteriores variavam em grupos entre 3 e 5 pessoas, geralmente já fico bastante insegura mesmo com meus colegas apresentando ao meu lado, então apresentar sozinha acabou sendo um grande desafio pra mim, confesso não ter gostado do meu rendimento nessa apresentação, queria ter me expressado melhor e falado por mais tempo, havia ensaiado tantos argumentos a mais em casa, nem mesmo sei se consegui me fazer entender, infelizmente travei e o desespero estava batendo cada vez mais forte. Ainda tenho muito o que melhorar quando for pra falar em público, mas ainda assim sou muito grata pela oportunidade e pelo elogio do professor Valter quanto ao meu ensaio, e no fim das acredito que o PIBID seja exatamente sobre isso, né? Nos permitir sair da zona de conforto e ter novas e desafiadoras experiências relacionadas tanto a ser estudante quanto futuro professor, não tenho dúvidas de que terminarei esse período de um ano e meio do PIBID com menos inseguranças em relação a minha escrita e maneira de se expressar na fala.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 05:25:27 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 3 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os pibidianos do Colégio Estadual José Ferreira Pinto produziram um trabalho um pouco diferente nas férias da faculdade, pois foi designado pelo seu supervisor que eles construíssem um artigo com a mesma temática do ensaio dos pibidianos do Centro de Educação Básica da UEFS e do Centro Integrado de Educação Assis Chateaubriand, porém, com o acréscimo de adicionar imagens com foco na arquitetura do Ferreira Pinto, como uma forma de ir dando início ao projeto fotoetnográfico que iremos produzir nesse semestre. Para a apresentação do artigo produzido por eles, Camile Vitória foi selecionada para realizar uma apresentação com slides sobre seu texto, apesar de toda sua apresentação ter sido importante e muito bem estruturada, houve uma imagem em específico que gerou maior debate na reunião, que foi a de um local do Ferreira que os alunos apelidaram de “presídio”, pois é afastado do restante da escola e separado por grades que vão do chão ao teto e, como disso o coordenador Valter, “o modelo arquitetônico expressa um modelo de educação”, sendo nesse caso, um modelo de educação que busca separar o “bom” e o “mau” aluno, as turmas “boas” e “ruins”, sem levar em consideração que essa separação e estereótipos negativos mexem com a autoestima dos alunos e os desestimulam ainda mais quanto a vontade de estudar e de estar na escola.&nbsp; A partir disso, a discussão seguiu o caminho de comparações entre as delimitações e diferenciações da arquitetura das três escolas e sobre a ideia de territorialidade, pois os alunos se apropriam de locais da escola que já possuem uma funcionalidade designada e ressignifica a perspectiva que se tem previamente desses locais, dando novos significados aos diferentes espaços escolares, reutilizando essas dimensões arquitetônicas. Também foram abordadas questões relacionadas a rede de apoio entre alunos e funcionários que ocorre dentro da escola, tanto por já terem se conhecido fora do ambiente escolar quanto vínculos que são construídos dentro da escola, e o fato da escola ser local principalmente de trabalhar com o conhecimento, a crítica e a problematização, que levou ao questionamento da escola também ser ou não um local de acolhimento social ou apenas local de partilha e difusão do conhecimento formal e científico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 05:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 4 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dias antes da reunião o professor supervisor do CEB, Leandro Menezes, solicitou a leitura do capítulo 8, “O livro didático ideal”, do livro “Jorn Rusen e o Ensino de História”, para ser discutido pelas alunas bolsistas da escola, com o intuito de nos nortear para o trabalho de análise do livro didático que iremos produzir no mês de março, devido ao CEB estar em recesso até o dia 29/03/2023. Durante o período de 1 hora e meia de reunião foi-se debatido, com a nossa participação e a mediação dos professores Leandro e Valter, questões relacionadas ao ensino e a aprendizagem de história, as diferentes representações, interpretações e consciências históricas, a pluridimensionalidade e pluriperspectividade de conteúdos e apresentações das experiências históricas, etc, com todos esses conceitos sendo direcionados a como faremos uso destes para colocar em prática os ensinamentos que Jorn Rusen traz em seu texto no nosso projeto de análise do livro didático, além de como também podemos (e devemos) aplicar esses fundamentos quando nos tornarmos professoras, fazendo um uso equilibrado e responsável do livro didático para dar aula, daremos início a essa atividade escrevendo um roteiro de análise do livro didático com base no texto de Rusen.<br>&nbsp; <br><strong>REFERÊNCIA</strong><br>RUSEN, Jorn. O livro didático ideal. In: <strong>Jorn Rusen e o Ensino de História.</strong> Curitiba: Editora UFPR, 2011.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 05:27:28 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 5 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para essa reunião, nós realizamos a leitura do texto “Literacia Histórica: um desafio para a Educação Histórica no século XXI”, de Maria Auxiliadora Schmidt, a discussão seguiu para o caminho das seguintes conclusões: &nbsp;</div><ul><li>A história é a ciência mais sistemática quando se trata de ler e entender o passado e esse passado histórico está sendo constantemente reconstruído pelo historiador, pois a história é a experiência humana de significar o passado e reconstituir o tempo, logo a educação histórica busca formar a consciência histórica do sujeito, tanto do mundo quanto de si próprio;&nbsp;</li><li>O passado que deve ser levado para a escola é o histórico, ou seja, a historiografia em si, nunca esquecendo que, apesar de revoltantemente ser tratada como tal, a escola não é um depósito de conteúdos nem aparelho ideológico do Estado; &nbsp;</li><li>É preciso que os professores se questionem sobre: O que o aluno sabe sobre determinado assunto? Como ele aprendeu? Qual sua visão sobre isso? E ensinem para o aluno como ele podem utilizar desses assuntos no aprendizado sobre o passado para interpretar o presente e tomar decisões relacionadas ao futuro, que é exatamente do que se trata a literacia histórica, de estimular a consciência histórica do aluno para que ele consiga interpretar o passado de maneira crítica para problematizar o presente e se orientar de quais mudanças pode provocar em sua vida prática para não colaborar com a continuação de determinados passados. &nbsp;</li></ul><div>A educação histórica se agarra no trabalho com fonte, e outros questionamentos que devemos levantar é em relação a: O que é fonte? Qual o potencial da fonte para o aprendizado sobre o passado? Qual a importância de se pensar historicamente e da aceitação de saber lidar com a realidade e com diferentes perspectivas?&nbsp;</div><div>Tendo em vista as reflexões apresentadas, ao aceitarmos os desafios já impostos pelo século XXI, a liiteracia histórica assume que sua finalidade é a formação da consciência histórica, tendo como referência a construção, não de uma relação prática ou morta com o passado, mas uma relação histórica cada vez complexa, em que a consciência histórica da orientação entre, o passado e o futuro, no sentido do voltar se para dentro (o papel elas identidades) e para fora (na perspectiva da alteridade). Ao pensar a relação com o conhecimento histórico e, portanto, o ensino e a aprendizagem da História como a internalização de determinada consciência histórica pelos sujeitos, pode-se falar em internalizar para manter e conservar ou subjetivação, isto é, interiorização mais ação dos sujeitos, com vistas às intervenções e transformações na vida prática (p. 19).&nbsp;<br><br></div><div><strong>REFERÊNCIA</strong>&nbsp;</div><div>SCHMIDT, Maria Auxiliadora. <strong>Literacia Histórica:</strong> um desafio para a Educação Histórica no século XXI. Londrina: História &amp; Ensino, volume 15, 2009, pp. 09-22.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 05:29:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>RELATÓRIO 6 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta reunião foi um pouco mais longa porque o professor Valter acatou a ideia de uma colega de nos liberar da reunião que ocorreria à noite para irmos ao debate das chapas candidatas a reitoria da UEFS que aconteceu entre 19h e 22h. Na reunião foi trabalhado com um aprofundamento maior os conceitos substantivos e de segunda ordem, com base em um texto que foi passado para lermos no dia anterior: &nbsp;</div><div>Ana Paula Carvalho (2021, p. 30) sintetiza essa definição quando afirma que “os conceitos substantivos se referem aos fenômenos históricos, pessoas e períodos como iluminismo, Napoleão, escravidão, imperador. Os conceitos de primeira ordem ou conceitos substantivos podem ser definidos como conhecimento acerca da disciplina” (p. 1)&nbsp;</div><div>Enquanto os conceitos de segunda ordem: São igualmente denominados “conceitos estruturais” ou “metahistóricos” e “[...] exprimem noções ligadas à natureza do conhecimento histórico, tais como compreensão empática, explicação, evidência, significância, mudança em História” (BARCA, 2011, p. 25). (p. 2). &nbsp;</div><div>Também foi passada uma atividade no google forms com base no curso de Educação Histórica que está sendo lecionado pelo professor e para esse primeiro momento, nós respondemos uma questão sobre um trecho do Boletim de Eugenia, de 1930, pela Comissão Central Brasileira de Eugenia, relacionando (ou não) o texto com o presente. A partir disso, foi passado uma atividade com as seguintes questões:&nbsp; &nbsp;</div><div>1. A partir da análise das respostas, que carências você identifica na turma de IDs (competências de experiência, interpretação e orientação)? &nbsp;</div><div>2. Como avaliam o domínio de conceitos substantivos? E os de 2ª ordem?&nbsp;</div><div>3. Considerando a fonte, que conteúdo ou conceito substantivo você selecionaria pra trabalhar numa série/ano do EF (9º ano) ou EM (3º ano)? Como vocês abordaria o assunto:&nbsp; que temas, conceitos, competências do pensamento histórico seriam priorizados no trabalho na disciplina História?&nbsp;</div><div>A educação histórica trabalha na articulação entre os conceitos substantivos e os conceitos de segunda ordem e a gente só consegue de fato dominar um conceito quando lida com ele na realidade, ou seja, realizando um recorte temático, com a escola sendo essa mediadora e responsável em trazer os temas para a nossa realidade, situando o aluno a um contexto, tempo e espaço, pois é o principal ambiente onde se dá início ao ensino de história e a formação do pensamento histórico, levando a autenticidade e autonomia do sujeito quanto a sua consciência histórica. Devemos pensar a escola enquanto local de pensamento racionalizado, de exercício de pensamento e formalização do conhecimento do sujeito, é local de ciência e de transposição didática, transformando o saber universitário do professor em saber escolar na hora de ensinar, além de que o aluno aprende a partir dos repertórios que já trazem consigo, caminhando e amadurecendo esses conteúdos junto com o professor, devemos nos perguntar o que os alunos estão aprendendo fora da sala de aula e como levar esse conhecimento para dentro da sala? &nbsp;</div><div>Em um primeiro momento em sala de aula, o recomendado é reunir, da forma que o professor preferir, as carências temporais percebidas nos estudantes, seus conhecimentos prévios, as narrativas históricas que dominam e como elas as percebem/experenciam, como por exemplo, procurar identificar os preconceitos existentes para, com base nisso, decidir com quais fontes e narrativas trabalhar para despertar a consciência histórica em seus alunos. Ao invés de levar apenas o sentido próprio que está presente no livro didático, é mais apropriado realizar um preambulo de construção de sentido com base na turma, apresentar uma narrativa rica e multimaterial, se apropriando do passado para se orientar no presente. Por fim, foi-se discutido o significativo do seguinte conceito de segunda ordem: Empatia Histórica, que possui relação com o entendimento das ações do sujeito no contexto em que eles vivem, o que não significa concordar, mas sim, situá-lo a sua época, para que não se cometa anacronismo, isso é ser historiador.&nbsp;</div><div><br><strong>REFERÊNCIAS</strong>&nbsp;</div><div>BARCA, Isabel. O papel da educação histórica no desenvolvimento social. In: CAINELLI, Marlene. SCHMIDT, Maria Auxiliadora dos S. Educação histórica: teoria e pesquisa. Ijuí: Editora Unijuí, 2011, p. 21-48.&nbsp;<br><br></div><div>CARVALHO, Ana Paula Rodrigues. Afinal, o que é democracia? Análise do conhecimento substantivo de alunos do ensino médio. Cuiabá, 2021. Tese de Doutorado (UFMT/ Programa de Pós-Graduação em História).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 05:30:03 UTC</pubDate>
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         <title> RELATÓRIO 7 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nessa reunião o professor Valter trouxe e apresentou as orientações para construção do relatório do PIBID seguindo as normas prescritas pela Diretoria de Formação de Professores da Educação Básica (DEB), no Edital Capes 23/2022, relatórios estes que devem ser elaborados como um portifólio/diário de campo ao longo da execução das atividades, observações e leituras feitas pelo discente, para a entrega de um relatório final a cada semestre com todas as informações do que foi realizado no decorrer do período, o modelo oficial compõe: &nbsp;</div><ul><li>Dados pessoais: Nome completo do discente, CPF, e-mail do discente, Instituição de Ensino Superior, Coordenador de área responsável. Escola em que desenvolveu as atividades, supervisor responsável na escola e série/ano, etapa e turma nas quais atuou;&nbsp;</li><li>Introdução;&nbsp;</li><li>Escola e Supervisor: breve histórico, organização de ensino, corpo docente e discente, comunidade escolar, estrutura física, recursos didáticos e turmas &nbsp;</li><li>Escola e Supervisor: Atividades;&nbsp;</li><li>Dimensões da iniciação à docência;&nbsp;</li><li>Reflexão;&nbsp;</li><li>Referências.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 05:32:18 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 8 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta reunião teve base no texto “Proposta de Intervenção Pedagógica e Pesquisa na perspectiva da aula histórica: A Gripe Espanhola na Bahia”, de Izis Pollyanna Teixeira Dias de Freitas, o professor levantou as discussões acerca de que quando o sujeito desenvolve consciência histórica ele automaticamente também estará desenvolvendo a aplicação dos conceitos de segunda de ordem e destacou a importância da análise de fontes para o docente e discente de história, além de ter analisado com todos nós as respostas de uma atividade sobre análise de fonte no curso de Educação Histórica que ele está aplicando no PIBID nesse semestre. Enquanto futuros professor, devemos nos questionar como a análise de fontes pode contribuir para o crescimento formativa do sujeito para aplicá-las em sala de aula futuramente, mas, antes disso acontecer, já iremos realizar uma atividade de análise de fontes em que nós mesmos, a partir do aprofundamento que estamos tendo sobre os conceitos de segunda ordem e das leituras específicas do conceito de evidência histórica que vamos realizar, pois, situar um documento a sua época é uma forma de se aplicar evidência histórica, iremos selecionar fontes e determinar perguntas que iremos direcionar, em relação a essas fontes, para os alunos, tentando abarcar algumas de suas carências educacionais. A sala de aula se tonou um depósito de conteúdos, principalmente nas aulas de história e nós precisamos tentar desviar ao máximo desse conteúdo repetitivo, sendo assim, é importante que nos voltemos para as narrativas que possuem valor formativa/educacional na vida do aluno, trazendo temáticas que contribuam para a vida do sujeito e não apenas para obtenção de nota. Por fim, eu e minhas colegas do CEB nos reunimos para formular um roteiro de perguntas para realização da atividade de análise de um livro didático do 7º ano com base no texto “O livro didático ideal”, de Jorn Rusen.&nbsp;<br><br></div><div><strong>REFERÊNCIA </strong>&nbsp;</div><div>FREITAS, Izys Pollyanna Dias de. <strong>Proposta de Intervenção Pedagógica e Pesquisa na perspectiva da aula histórica: </strong>A Gripe Espanhola na Bahia. 2021.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 05:33:41 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 9 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ainda sobre o ensaio que realizamos nas férias, nessa reunião Amanda Barbosa e Jean Santos fizeram uma ótima apresentação sobre a visão deles, com base em Dayrell e do colégio em que estão observando, sobre a educação e a escola no contexto em que vivemos. Jean finalizou a apresentação com uma linda frase que me marcou: a escola não é um lixão, é um campo de rosas, e assim como em campos de flor, há espinhos. Ele trouxe essa reflexão devido a um aluno, considerado um aluno “ruim”, que lhe presenteou com uma flor em uma de suas observações no Ferreira Pinto e destacou que ele e vários outros alunos possuem muitos talentos e habilidades que não são valorizadas pela escola, devido a escola focar apenas em sua dificuldade com a escrita ou oratória, o que acaba prejudicando a vontade de estudar e a manter a motivação no ambiente escolar. O Professor Emmanuel Araújo também realizou uma apresentação, a sua foi sobre “Projetos de leitura e planejamento da disciplina”, com base em seus anos de experiência em sala de aula e a importância de se trabalhar a leitura como fonte. 	&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 05:35:48 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 10 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2543683578</link>
         <description><![CDATA[<div>O foco dessa reunião continuou a ser o texto de Barca, mas também ocorreu uma discussão sobre como realizar a união do pensar da universidade com o pensar da escola, e como aplicar o pensar da universidade em escolas de forma que se faça entender pelos alunos sem que a temática perca seu sentido, e, a partir disso, como refletir sobre como você percebe o avanço dos alunos em relação ao seu aprendizado histórico, como o ensino está funcionando para ele? Levando em consideração que eles não são uma caixa vazia em que vamos depositar conteúdos, mas que trazem consigo uma série de conhecimentos prévios. Além disso, também houve uma conversa sobre como lutar contra esse sistema educacional, mesmo que de forma individual, e para isso, como é possível pensar e fazer diferente em meio a essa estrutura? Mesmo que de forma pouca esperançosa e (às vezes) sozinhos, não podemos perder nossa identidade profissional e deixar de se esforçar individualmente, da mesma forma que, na universidade, não há maneira de aprender quando não demonstramos, também individualmente, a vontade e o esforço de aprender. &nbsp;</div><div>	O professor nos adiantou a notícia de que em algum momento, entre o fim desse semestre e início do próximo, nós iremos realizar uma intervenção em sala de aula como uma dupla, o que será repassado para os alunos nessa intervenção será com base no assunto que o professor supervisor estiver trabalhando e iremos apresentar para com eles uma análise de fonte relacionado a este assunto, para além do conceito substantivo, também procurando aplicar o de segunda ordem, pois a própria metodologia de ensino envolve o trabalho com as fontes e junto a isso, a sala de aula constrói sentidos, sua finalidade histórica é desenvolver o pensamento histórico dos alunos, sendo assim, diferente do historiador, que produz conteúdo para si e para a sociedade, não basta apenas saber história para ser professor, pois, tendo que repassar esse conteúdo de forma didática, cuidadosa e diferente para cada turma, cada aluno que ensinar, o trabalho do professor de história se torna dobrado e muito mais complexo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 13:37:13 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 11 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nessa reunião foi realizada uma apresentação de Lucas Pereira, Lucas Machado e Marcos Silva sobre o Novo Ensino Médio, que está contando com 21 disciplinas diferentes no Colégio Assis, e uma denúncia a falta de verba destinada a estrutura das escolas e universidades, se referindo nesse caso principalmente ao colégio em que eles estão observando as aulas (Assis) e a própria UEFS. Após a apresentação dos meninos, a discussão foi levada para os professores e o restante dos alunos, que comentaram sobre a política antidrogas existentes nas escolas e que o Assis costuma tentar separar os alunos mais novos dos mais velhos como forma de evitar que sejam oferecidas drogas aos alunos mais novos, além de possuir uma nova estrutura com muitas e altas grades de proteção que busca intimidar quem está do lado de fora e proteger quem está lá dentro, em uma tentativa de separar o mundo da escola do mundo da “rua”. Ao levantar uma reflexão sobre essas medidas de segurança e proteção, a pergunta que fica é: será que estão realmente funcionando ou apenas deixando os alunos mais desestimulados com a escola/estudos? &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-26 00:51:13 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 12 - OBSERVAÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa foi a primeira vez que observei uma aula na escola (CEB) desde que havia ingressado no PIBID, fiquei encantada com a experiência e com os alunos, que nos receberam de maneira educada e até mesmo simpática, em relação a observação em si, assim que entramos, os alunos vieram em peso até o professor pedir para ir ao banheiro, pois o professor anterior havia acabado de sair, fomos apresentadas a turma e logo em seguida o professor Leandro iniciou sua aula sobre a importância da memória, utilizando as regras de um jogo de celular como exemplo, ressaltando também a importância da comunicação, ambas tanto para a história quanto para a vida de cada um. Passado isto, o professor fez uma representação dos continentes e oceanos, desenhando no quadro e brincando sobre precisar assinar aquela obra de arte, enquanto os alunos riam e concordavam, a partir disso, ele realizou uma atividade em conjunto com toda a turma e foi preenchendo os nomes dos continentes e oceanos a partir da onde os alunos apontavam que cada um se encontrava, além de ter sido passada uma atividade em trio para que os alunos identificassem onde estavam localizados os continentes e os oceanos no mapa, notei que eles estavam se distraindo com mais facilidade enquanto faziam a atividade. Também em conjunto, o professor corrigiu essa atividade e partiu para o ensinamento das diferenças fundamentais que definem o que é ilha, continente ou península, com exemplos didáticos que confesso ter sido bastante úteis para mim, pois não sabia com exatidão quais características definiam essas diferenças. Nessa turma tem muitos alunos participativos, ao mesmo tempo que também há muitos alunos tímidos.&nbsp;</div><div>O professor seguiu a aula ensinando sobre como funcionava a definição dos séculos, utilizando o método de riscar os dois últimos números e somar com +1 os números que sobraram (com exceção dos séculos terminados em 00, nesse caso devemos apenas riscar os dois últimos números para saber a qual século o ano pertence). Já próximo do fim da aula, o professor levou algumas imagens de pessoas e lugares para que os alunos dissessem a qual continente eles acreditavam que a imagem pertencia, essa atividade levou a uma discussão sobre os estereótipos e preconceitos que os alunos podem, sem a intenção, ter sobre algumas culturas, além disso, foi percebido que, em alguns momentos, os alunos possuíam dificuldade em diferenciar o que era país do que era continente. Também foi percebido que os alunos que viveram a vida toda na zona urbana possuem dificuldade em compreender as diferenças existentes na zona rural. Acredito que também seja importante ressaltar que nessa aula a configuração da sala estava em semicírculo, o que não impediu a existência de conversas paralelas.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-26 00:52:56 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 13 - OBSERVAÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao chegar nessa aula, fui recebida com um aluno me cumprimentando com um “bom dia, futura professora”, que não tenho como negar, me deixou bastante feliz. Foi perguntado para um aluno sobre o que ele gostava, para ser utilizado como exemplo, no ensinamento e exemplificação (em conjunto no quadro) de como o professor Leandro tem preferência que seja produzido um mapa conceitual/mental, o aluno respondeu que gostava de seu celular, a partir disso, os alunos foram falando conectivos de celular, um deles disse até mesmo “tijolão”, em um momento foi falado “portátil”, o professor aproveitou para perguntar qual seria o contrário de portátil e responderam “desportátil”, o que o professor disse não estar totalmente errado, aproveitando para explicar sobre antônimos e quando devemos utilizar o prefixo “des”. Após mostrar o exemplo, o professor organizou os alunos em trios para que eles construíssem um mapa conceitual sobre Roma, com base nas informações presentes no livro didático, nesse momento, alguns alunos estavam focados na atividade, enquanto outros estavam conversando e rindo, uma delas perguntou sobre o que eu estava anotando. Após todos terminarem a atividade, o professor fez uma recapitulação geral no quadro dos conceitos que mais apareceram nos mapas, mas antes mesmo de conseguir terminar, o sino para o intervalo foi tocado, fazendo eles agirem com felicidade e correrem em direção a porta. No horário do intervalo, alguns alunos ficaram quietinhos na sala, enquanto outros costumam sair, correr, conversar, brincar, etc. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-26 01:38:31 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 14 - ESCOLA</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>As reuniões de sexta-feira de manhã voltaram a ocorrerem no CEB, com 8 pibidianas reunidas e o auxílio do professor em alguns momentos, nessa reunião nós discutimos sobre o trabalho de análise do livro didático que estamos desenvolvendo, além da reunião presencial na escola, já realizamos 3 reuniões via google meet e 1 na UEFS, para tratar dessa atividade, aos poucos, e em conjunto, realizamos as leituras, desenvolvemos um roteiro, analisamos 8 capítulos e escrevemos introdução e conclusão, faltando apenas uma revisão final para que o trabalho seja enviado para os professores Leandro e Valter. O livro didático analisado foi o do 7º ano que está sendo utilizado atualmente no CEB: “História.doc”, da Editora Saraiva, 2° edição, de 2018, contando com os seguintes autores: Ronaldo Vainfas, Jorge Ferreira, Sheila de Castro Faria, Daniela Buono Calainho. Contém 15 capítulos, sendo realizada a análise de 8 deles para a elaboração do referente trabalho: “Mudanças e crises da sociedade medieval”, “Império Asteca, Maia e Inca”, “A conquista da América”, “Renascimento e Humanismo”, “A África centro-ocidental no tempo do tráfico de escravos”, “Economia e Sociedade na América Portuguesa”, “Os Holandeses no Brasil”, “Palmares, a guerra dos quilombos”. Cada capítulo analisado parte da subjetividade de cada pibidiana que participou da construção desse projeto, realizando sua observação com base em sua percepção histórica do conteúdo, a partir de seu entendimento sobre o que Jorn Rusen&nbsp; aborda em seu texto.” (O que está destacado com as aspas é a introdução do nosso artigo).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-26 03:00:10 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 15 - REUNIAO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>O professor Valter iniciou esta reunião falando sobre um evento que ocorrerá em agosto e que, se quisermos, poderemos realizar a apresentação de algumas atividades feitas no PIBID e/ou também tentarmos participar como ouvintes, após isso, ele realizou uma apresentação de slides sobre Aula Histórica, com perguntas que podem ser direcionadas a um pibidiano interessado, a definição do que o PIBID representa, a definição e importância da literacia histórica e da educação histórica, além de ter sido levantado o questionamento de “o que é desenvolver o raciocínio histórico?”, “como conseguimos estimular esse raciocínio histórico nos alunos?, e que, temos que discutir não só o funcionamento do ensino, mas principalmente da aprendizagem histórica por parte desses alunos. Trabalhar com pesquisa histórica é entrar na oficina do historiador. Muito do conhecimento histórico não é aprendido só na escola, o aluno constrói uma junção do repertório que aprende na escola com o que abstrai fora dela. Em relação ao conhecimento histórico, este costuma ser mais utilizado na escola, enquanto o conhecimento historiográfico é mais desenvolvido na faculdade, o que não coloca nenhum em uma posição superior se comparado ao outro, pois ambos possuem sua importância e devem ser estimulados, e, apesar do conhecimento historiográfico ser considerado mais formal, quem o ministra não tem garantia de possuir ética. Por fim, como dito pela professora Edicarla (que participou desta e da reunião do dia 04/04) ter conhecimento histórico é diferente de mobilizar essa consciência, pois a mesma notícia divulgada pode gerar comoções diferentes, assim como o pensamento histórico gera posicionamentos diferentes.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-26 03:27:34 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 16 - OBSERVAÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os alunos ficaram conversando alto e fazendo barulho enquanto o professor dava visto nas atividades passadas para serem feitas em casa na semana anterior, a grande maioria havia feito a lição, o conteúdo estudado foi “A queda do Império Romano”, que não está presente no livro didático do 7º ano, contudo, o professor achou melhor levar a temática para a sala no início do semestre, antes de adentrar de fato nos conteúdos do 7º ano, pois não deu tempo de trabalhar com o 6º ano. Ao pedir pra um aluno ficar quieto, o professor brincou sobre não esquecer do nome de ninguém quando vai fazer uma reclamação. Nesta aula, ele realizou a leitura do texto da atividade em conjunto, selecionando um aluno diferente para fazer a leitura, em voz alta, de cada parágrafo e trouxe ótimos exemplos para facilitar o entendimento do conteúdo, didáticos e descontraídos e citou a comunidade trans como exemplo de uma queda hegemônica que ocorre atualmente, como exemplo do significado de “consequência”, ele citou a necessidade da existência das moscas, mesmo sendo “chatas” e o utilizou como exemplo, em um caso hipotético em que teria superforça e derrubasse uma mesa na frente dos alunos, o que como consequência, faria com que eles fugissem de medo, um aluno brincou dizendo “Eita! Que força hein” e o professor respondeu que era secretamente forte, mas não podia mostrar em sala de aula, para não os assustar, ele sempre traz respostas divertidas e criativas aos comentários feitos pelos alunos, até mesmo encenando cenas de filmes. &nbsp;</div><div><br>Um aluno comentou sobre nós todos sermos plebeus se fizéssemos parte da Roma Antiga, e, observei que o professor não teve muita dificuldade para que os alunos seguissem com a leitura, muitos deles na verdade estavam se candidatando para ler em seguida, em sua maioria, meninos, as meninas aparentavam estar mais tímidas nessa aula e liam baixinho quando solicitadas, uma delas até questionou sobre a realização dessa atividade e da leitura valer ponto, o professor que ganharia ponto com ele, pois deixaria ele ainda mais feliz. Em comparação com a Reforma Agrária do Império Romano, o professor sobre os nossos políticos estarem bem mais interessados em proteger os empresários/a elite do que a classe popular.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 02:04:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>RELATÓRIO 17 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Instrumentalização em História: </strong><br>1) Interpretação de fontes;&nbsp;<br>2) Compreensão contextualizada;&nbsp;<br>3) Comunicação.&nbsp;</div><div><strong>Metodologia da aula histórica: Projeto de docência &nbsp;</strong></div><div>Estamos caminhando para realizar uma intervenção na turma que estamos acompanhando, de acordo com a temática que o professor estiver trabalhando no momento, de início foi solicitado que realizássemos uma atividade envolvendo uso de fontes históricas para levantamento das carências formativas dos alunos, a primeira etapa do PPE, envolvendo atividade de orientação e sondagem com base no conceito de evidência histórica. O professor Valter apresentou slide sobre como espera prosseguir conosco com a projeto da aula histórica, explicando cada etapa em que foi dividido e a importância de cada uma, além da importância do pibid, dos conceitos estudados até aqui e da história em si, sendo solicitado que por agora trabalhemos principalmente com os conceitos de evidência e interpretação histórica, pois sala de aula não é lugar de “minha opinião”, é ligar de evidência e comprovação e, a partir da interpretação, o aluno se orienta ao que está vivendo no presente.&nbsp;</div><div>Também estamos estudando sobre a importância do valor formativo, contando com mais uma vez a participação da professora Edicarla na reunião, que nos aconselhou a fazer perguntas que instiguem a mente dos alunos a colaborarem e entender o por quê determinado conteúdo é importante, qual a razão deste estar sendo estudado, fazendo uso das fontes para despertar essa curiosidade. O valor formativo é pragmático também.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 02:22:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 18 - ESCOLA</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi solicitado pelo professor Leandro que a gente participe das ideias e composição desse projeto, que ele pretende realizar ainda neste trimestre, compondo uma das notas dos alunos, sendo assim, estamos realizando o projeto da aula histórica com base nesta temática, transformando ambos em uma coisa só, para que, além das ideias, nós participemos mais ativamente, ministrando algumas intervenções durante as aulas que tratarem dos povos indígenas, auxiliando também na construção da atividade que será passada para eles.&nbsp; odemos desenvolver esse projeto utilizando como referência textos, vídeos, imagens, jogos, trazendo para a atualidade (ainda dentro da temática) etc... O principal é não esquecer da importância do uso do conceito da evidência histórica na realização de projetos como esses e para a tarefa do historiador de maneira geral.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 02:31:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>RELATÓRIO 19 - OBSERVAÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os alunos estavam bastante agitados antes do professor entrar, levando um tempo para acalmarem, mas ficaram quietos e prestaram atenção na aula, logo no início da aula, o professor pediu para que um aluno fosse buscar o lixo que jogou pela janela e seguiu sua aula sobre a transição da Roma Antiga ao Medievo, ele explicou sobre como a dificuldade de controlar o império aumentava quanto maior ele ficasse, fazendo um paralelo com a tentativa falha que um professor pode ter ao acompanhar mais de uma turma ao mesmo tempo. O professor sempre buscar utilizar exemplos didáticos e atuais, em correlação com o que ocorreu no passado, nesta aula, ele ensinou sobre a transição do período exemplificando que assim como, apesar de atualmente ocorrer menos casos de racismo e machismo (ainda que ocorra bastante), isso não aconteceu da noite pro dia, envolveu bastante luta e inúmeras vidas foram feridas e perdidas, da mesma forma que a transição da Idade Antiga para a Média envolveu bastante tempo e fatores diversos. Ao falar do império franco, o professor comentou sobre um amigo que realizou uma viagem romântica com seu marido e disse que Paris fede a esgoto.&nbsp;</div><div>Ao voltar para o conteúdo, o professor ensinou sobre miscigenação, tanto no Brasil quanto em Roma, de maneira não-romantizada, deixando bem claro que ocorreu de forma violenta, e, também foi reforçado a importância de se usar máscara quando se está com virose ou com sintomas gripais. Foi realizado um bate papo muito bom sobre os povos germânicos após o professor perguntar o que os alunos sabiam sobre esse povo, mas também foi notado que eles estavam mais sonolentos que o de costume e se desculpou pelas aulas expositivas, mas disse ser necessário para tratar daquele conteúdo e que as próximas não serão assim. Além disso, ele também ensinou a história de origem dos islamismos e algumas curiosidades atuais sobre a religião, desmitificando algumas generalizações que são feitas quanto a essas pessoas. Um aluno perguntou sobre o por que o CEB pertencer a UEFS e a UEFS ser estadual, enquanto o CEB é municipal, o professor contou a história de origem do CEB e disse ser uma boa pergunta, que é importante saber de coisas assim, isso se chama desnaturalizar o olhar. Por fim, ele brincou sobre a aula ser mais legal se fosse um filme ou tiktok, quando uma aluna comemorou já estar chegando ao final.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 21:06:11 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 20 - OBSERVAÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2595626649</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta sexta-feira eu observei 3 aulas de 7º ano, D, B e C, respectivamente, com uma aula em cada turma: notei que os alunos costumam estar mais agitados nas aulas que antecedem o intervalo, na primeira turma nós colamos pequenos cartazes pela sala enquanto o professor copiava 10 questões no quadro, relacionadas a temática da transição da Idade Antiga para a Média, tratando mais especificamente sobre o feudalismo europeu, foram colados 7 cartazes que possuíam uma base para as respostas das questões, distribuídos de forma aleatória, com a atividade contabilizando visto e precisava ser terminada antes do final da aula, sendo assunto para a primeira prova de história que eles irão realizar nesse ano letivo, no início da aula eles estavam mais calmos, mas foram ficando mais falantes ao passo que se aglomeravam ao redor dos cartazes para procurar as respostas e na corrida contra o tempo. Após o intervalo, o professor aplicou a mesma dinâmica na segunda turma e com eles ocorreu o reverso, estavam mais falantes antes de iniciarem a atividade e foram ficando mais quietinhos enquanto faziam a atividade, mas voltaram a conversar bastante quando se aproximava o fim da aula, algo que observamos nessa turma, é que mesmo tendo um número considerável de alunos, a maioria acabava se reunindo ao redor dos mesmos cartazes, enquanto os demais ficavam vazios ou com poucas pessoas procurando as respostas, demonstrando o quanto a socialização e a aproximação é algo importante para eles. No último horário observei a terceira turma, nesta aula o professor explicou sobre como, assim como o nosso corpo e organismo, a história também é processual e que nós só conseguimos identificar as mudanças dos movimentos culturais das sociedades quando nos afastamos do tempo, por fim, gostaria de destacar que o último horário de aula é sempre o que eles estão mais dispersos, devido a pressa para que o sino toque logo para saírem da escola.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-18 03:02:01 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 21 - OBSERVAÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2595666226</link>
         <description><![CDATA[<div>O professor chegou dando um bom dia animado na sala e um aluno brincou falando “bom dia o que professor? Acordei 06h30”, eles observaram a aula com atenção e estavam participativos, mas alguns estavam sonolentos, talvez devido ao tempo nublado, o que não foi um grande problema, pois o professor os anima e os fazem rir com facilidade.&nbsp; Esta aula se iniciou tratando da narrativa histórica, o professor utilizou a pirataria como exemplo, que realmente existiu na modernidade, mas isso não significa que não seja retratada de forma fictícia nos filmes, como em “Piratas do Caribe” e o capitão Jack Sparrow que não existiu na vida real, utilizou também a lenda do lobisomem da comunidade quilombola Matinha dos Pretos, que para alguns é considerado uma verdade, mas por não existir evidências de sua existência, não é uma verdade histórica. Ele explicou que todos nós aprendemos história por vários lugares onde passamos, através das leituras, vídeos e filmes que consumimos, mas nem sempre essas aprendizagens serão consideradas uma verdade histórica para o historiador.&nbsp;</div><div>A atividade que foi passada na semana passada foi corrigida em conjunto enquanto o professor explicava o conteúdo, o que faz os alunos reagirem com timidez quando são pedidos para lerem suas respostas, até mesmo os mais falantes, o professor brincou com um deles falando que a resposta estava certinha e ele estava com besteira tendo vergonha de ler, esse tipo de comentário sempre tira um sorriso de seus rostos, além de buscar simplificar as respostas mais complexas que eles trazem, para tentar facilitar seus entendimentos. Ao trabalhar a Idade Média, o professor dramaticamente um diálogo entre um padre e um servo, brincando sobre o destino que os padres diziam que as pessoas tinham naquele período, que consistia na ideia de que você não pode ascender socialmente quando se nasce pobre na sociedade feudal. Ele comparou os feudos com o tamanho de Feira de Santana e um aluno disse “Eita! Mas Feira é do tamanho do... do... planeta!”, os colegas riram e o professor riu junto, disse ter entendido o que ele quis dizer, outra aluna comentou sobre ter assistido uma novela da rede globo, “Deus salve o rei”, que se trata do que o professor estava falando. &nbsp;</div><div>Eles foram ficando mais alertas com a aproximação do intervalo e pedindo com mais frequência para ir ao banheiro, é lei na escola que o professor só pode permitir a ida de um aluno de cada vez e todos respeitam isso. O professor foi pedir para que uma aluna respondesse à questão, mas não lembrava seu nome, um aluno brincou que ele nunca acertava o nome dela e ele disse que era pra deixá-lo tentar gravar que daqui pro fim do ano ele iria aprender. O professor gosta bastante de utilizar os alunos nas exemplificações que utiliza nas aulas, além de ser estar sempre bastante animado nas aulas, comemorando as participações dos alunos, por mais breves que sejam, suas colocações, exemplos que trazem, suas respostas, questionamentos, etc. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-18 03:30:40 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 22 - OBSERVAÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2595711084</link>
         <description><![CDATA[<div>O professor iniciou esta aula comentando sobre a primeira avaliação de história, que será neste sábado (20/05) e eles reagiram de forma negativa, pedindo para ser durante a próxima semana, ele recomendou alguns canais do youtube que possa colaborar com o reforço do aprendizado dos conteúdos que foram passados até o momento. Houve um imprevisto nesta manhã, pois algumas árvores da escola estavam sendo cortadas e as máquinas estavam fazendo bastante barulho, o que os estavam desconcentrando e dificultando que eles escutassem a voz do professor, ele aproveitou para comentar algumas curiosidades sobre plantas e brincou sobre conseguir fazer sozinho o que a máquina estava fazendo, apenas chacoalhando a árvore com suas próprias mãos. Antes de abordar o contéudo do Islamismo, foi pedido para que os alunos comentassem sobre conhecimentos prévios que já possuem sobre a religião, conseguindo levantar deles uma boa quantidade de informações e aplicar a aula a partir do que eles trouxeram sobre o assunto, enquanto tentava seguir a aula mesmo com o barulho da máquina e o desafio de mantê-los focados. O professor também costuma estimular os alunos a fazer contas entre quantos anos se passaram entre um e outro, mesmo quando já sabe o resultado. Um aluno usou a expressão "Deus é mais" quando na aula estava sendo falado sobre os orixás e o professor questionou o por que ele disse isso, além de reforçar a importância de respeitar a todos, o utilizando como exemplificação, explicando que já teve falas homofobicas, mas que percebeu que aquilo não fazia sentido e que era errado, o que levou a uma conversa sobre intolerância religiosa entre ele e os alunos que durou até mesmo após a batida do sino para o intervalo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-18 04:09:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>RELATÓRIO 23 - ESCOLA</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta reunião foi explicado pelo professor supervisor sobre como e quando iremos colocar em prática o projeto dos povos indígenas: no total serão 6 aulas por turma, as quais poderemos intervir, contribuindo, em dupla, de forma mais duradoura em uma delas, mas estando presente em todas, a partir disso, levantamos um referencial bibliográfico para nos basear e trabalhar tanto o contexto indígena do Brasil colonial quanto o atual. Serão realizadas reuniões via google meet e pessoalmente para que todas as pibidianas do CEB direcionem as aulas para o mesmo foco do conteúdo, para isso iremos construir um PPE que serão utilizadas por todas nós, mas com cada dupla em sua respectiva classe de observação, com base nos textos selecionados e a orientação dos professores Valter e Leandro.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-20 21:25:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Recado: Milena, compartilhe seu Pad comigo, não consigo editar/escrever/comentar</title>
         <author>vgsoares1</author>
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         <description><![CDATA[<div>E não deixe acumular diários por fazer...</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-09 18:40:44 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 24 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>No encontro desta terça-feira nós demos seguimento a discussão acercada evidenciação histórica, reforçando que sem evidenciação não conseguimos trabalhar nenhum outro conceito, todos partem a partir do entendimento e da utilização da evidência das fontes, destacando que a fonte não é uma prova por si só, pois não constituem narrativa, ela precisa ser evidenciada em um processo cuidadoso e trabalhoso. Dando seguimento, dois grupos foram selecionados para apresentar as atividades de evidenciação de fontes que havia sido passada pela realizarmos em casa em grupos de 4 pessoas, o meu grupo foi o segundo a apresentar, Eu (Milena), Aryelle Caminha, Larissa Caldas e Danielle da Fonseca selecionamos, através de uma reunião virtual que foi realizada no domingo (21/05), uma das 5 cartas históricas que o professor disponibilizou, sendo a nossa a carta de Luis Gama destinada à Lúcio Mendonza falando sobre sua mãe, Luísa Mahim, com base na carta nós fizemos perguntas de evidenciação que acreditávamos que poderia serem passadas para uma turma de 1º ano do Ensino Médio, os professores comentaram sobre o que poderíamos mudar e ficaram de enviar a correção das atividades de todos os grupos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-17 20:21:20 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 25 - OBSERVAÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>O professor acabou tendo um pequeno atraso neste dia devido ao trânsito que enfrentou por conta da chuva, eu e minha dupla ficamos encarregadas de manter os alunos em sala enquanto ele não chegasse, após sua chegada, logo no início da aula foi anunciado que não haveria aula no próximo sábado letivo (27/05) e a turma foi tomada por comemorações e uma felicidade generalizada, após isso o professor disse já ter realizado a correção de algumas provas e que não estava muito feliz com os resultados, destacou a importância da leitura para que eles desenvolvam uma boa interpretação de texto e que poderiam iniciar essa prática com livros infantis e ir passando aos poucos para leituras mais complexas, com isso, ele pegou a prova e foi corrigindo em conjunto com a turma enquanto explicava a resposta correta para cada questão, destacando que prefere que eles tentem responder a questão, ainda que errem, do que deixá-la em branco, pois ele garantiu sempre tentar buscar considerar a resposta do aluno quando escrita com suas palavras, da forma que entendeu o conteúdo, levando em consideração que isso demonstra seu esforço. Após a correção, foi pedido para que eles pesquisassem sobre As Cruzadas, mas que não copiassem a primeira coisa que encontrassem no google, que buscassem analisar se ia de acordo com o que foi ensinado em sala e escrevesse com base em sua interpretação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-17 20:22:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 26 - ESCOLA</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta reunião nós demos seguimento a organização do projeto dos povos indígenas, levantamos alguns textos e imagens que poderíamos utilizar em sua aplicação, principalmente voltados para os povos yanomamis e demos início a escrita de um PPE, que será corrigido pelos professores, para melhor definirmos quais metodologias, conceitos, dinâmicas e conteúdos pretendíamos focar em cada aula, sendo esta reunião voltada mais especificamente para uma organização mais complete da primeira aula, uma aula mais voltada para um levantamento de carências para que, com base nos resultados, a gente dê seguimento do que levar/abordar nas aulas seguintes. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-17 20:23:19 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 27 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mais uma vez demos seguimento a discussão voltada para o conceito de evidenciação histórica, iniciando com o seguinte questionamento: a matéria prima da profissão do historiador é a fonte? Uns alegaram que sim, enquanto outros acreditavam que não, com base nisso foi-se abordada as diferenças fundamentais entre fonte e evidência histórica, o professor afirmou que é possível chegar a interpretações e evidenciações diferentes através das fontes, ou seja, a questão central é você saber como fazer o aluno chegar à determinada evidência com base nas fontes sem tratar diretamente dos elementos que queira que seja notado por eles, sendo assim, evidência é o conceito alicerce para o historiador, mas é preciso se aprofundar em como levá-la para a sala de aula, pois história não é opinião nem ponto de vista, é trabalhada a partir do campo das narrativas, das divergências, e, principalmente a partir do conceito de evidência. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-17 20:24:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>RELATÓRIO 28 - OBSERVAÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2646601894</link>
         <description><![CDATA[<div>O professor Leandro iniciou esta aula falando sobre uma das principais contribuições da disciplina de história, que é fazer a gente refletir sobre nosso lugar no mundo, a partir disso, ele comentou sobre a gestão da escola estar sem diretor e o quão revoltante é esta situação, reforçando outras pautas que precisam ser discutidas e mudadas na escola, deixando claro para os alunos que não é porque algo é público que precisa estar assim, com tantas questões básicas em falta. Após esta importante conversa, 	o professor recebeu a pesquisa que havia passado semana passada sobre As Cruzadas, ele pediu pra eu e minha dupla acompanharmos um aluno que estava fazendo segunda chamada da prova fora da sala e seguiu com a aula sobre o conteúdo, voltamos para a sala quanto o aluno terminou a prova no pátio e o professor estava falando sobre as interpretações que podemos levantar acerca das fontes e que não é uma questão de duvidar dela, apenas se questionar e interpretar com base em seus conhecimentos. Foi-se realizada uma leitura em conjunto sobre a temática e gostaria de destacar algo que observei quando ocorre essas leituras compartilhadas em voz alta, pois apesar de eles costumarem ler baixinho, dificilmente se recusam a ler e, apesar do professor seguir uma ordem, ele não obriga ninguém a ler e ainda assim acontece com frequência deles se oferecerem para ler ou pedir para ler novamente, tendo um bom domínio da leitura. Também gostaria de destacar que entre um parágrafo e outro o professor sempre vai explicando de forma didática e trazendo informações externas acerca do que é abordado no texto, além de possuir paciência para explicar quando os alunos não entendem o conteúdo e os vai ajudando a relembrar e entender sem dar a resposta de forma direta.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-17 21:40:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 29 - ESCOLA</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta sexta-feira nos reunimos na escola para dar continuidade a organização do projeto dos povos indígenas e decidimos que para além de se aprofundar na cultura e injustiças sofridas pelos povos yanomamis, também iremos abordar os garimpeiros em paralelo com os bandeirantes, separamos tudo por aulas no PPE em formato de aula histórica e levantamos uma bibliografia acerca de cada um desses assuntos, além de textos que trazem o conceito de cultura e de significância histórica. &nbsp;Para além disso, também conversamos por um tempo com professor Leandro e outros professores do CEB que também estudaram na UEFS sobre coisas que já existiam na época em que eles estiveram por lá na graduação e o que mudou desde então.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-27 18:14:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>RELATÓRIO 30 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta reunião foi realizada a entrega das camisas do PIBID, um reforçamento breve do conceito de evidência histórica e as diferenças entre fonte e evidência como forma de ver se realmente aprendemos seus significados e como utilizá-los em sala de aula, além de ter sido tratada questões referentes ao recesso tanto da escola quanto das reuniões presenciais, ficando acordado que não teríamos reunião dia 20/06 contando que comparecêssemos a duas reuniões no dia 13/06, uma pela manhã e outra pela noite, por fim, o professor deu início ao conceito que vamos trabalhar a partir de agora: interpretação histórica, recomendando textos de Jorn Rusen e de Maria Auxiliadora Schmidt.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-27 18:15:35 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 31 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>A reunião que seria pela manhã foi substituída pela defesa do TCC de Amanda Viana, contando com os professores Valter Guimarães como orientador e Edicarla Marques como coorientadora, seu tema foi “Aprendendo a ser Historiadora professora: Travessias e atravessamentos no programa Residência Pedagógica de História da UEFS”, foi a primeira vez que assisti a defesa de um TCC e gostei bastante, a graduanda levantou uma discussão acerca da literacia, educação e significância histórica, além de abordar as diferenças existentes entre levantamento de carências, métodos, conteúdos e contextos que irão depender do indivíduo, suas ideias previas e as circunstâncias onde cada um se encontra, como por exemplo, se frequenta escola pública ou privada. “O indivíduo não existe sem contexto”. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-27 18:19:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 32 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na última reunião antes do recesso foi dada continuidade as apresentações das atividades (já corrigidas) de evidência história com base nas cartas, a discussão foi bastante estendida durante a apresentação, tanto pelos meninos que falavam sobre sua atividade quanto dos demais que estavam em sala, eles utilizaram a carta de suicídio de Getúlio Vargas e as analisaram na visão de um historiador, pois quem sustenta o trabalho empírico do historiador é a evidência extraída da fonte, e, apesar de que é algo evidenciar que qualquer pessoa ou profissão pode fazer, não podemos esquecer que a história possui suas próprias metodologias de análise, já que o passado prático não é o suficiente para se estudar história e desenvolver literatura e literacia histórica. Além disso, a discussão também seguiu para a questão das disciplinas de educação da UEFS não serem voltadas especificamente para o estudo da história e serem ensinadas a partir de uma perspectiva mais geral e em relação ao que diferencia a historiografia (método científico) da mitologia e da religião, com cada um apresentando uma opinião diferente em relação a essas diferenças.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-27 18:22:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 33 - OBSERVAÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2652251454</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa foi a última vez em que estive na escola antes do recesso junino, os alunos estavam em semana de prova e eu observei a aplicação da prova de matemática (iniciando 08h15, tendo o tempo mínimo para a entrega até 08h45 e o tempo máximo até 09h45) junto com o professor Leandro, terminando a prova antes do intervalo, os horários após o intervalo ficaram reservados para os alunos produzirem materiais e se organizarem com suas equipes/turmas para a gincana que irá ocorrer na próxima semana (dias 19, 20 e 21 de junho), ajudei na confecção do cartaz do 7º ano C e a fazer bandeirolas no 7º ano D, sendo essas turmas, respectivamente, equipe Maranhão e Alagoas, com cada turma tendo o objetivo de representar um estado brasileiro do nordeste. Foi bastante gratificante esta experiência de ajudá-los na preparação da gincana, pois era algo que eu gostava muito quando era estudante do ensino fundamental e médio, já até mesmo fui líder de equipe uma vez (essa parte me deu mais dor de cabeça do que alegria kkkk), em 6 gincanas participadas ao longo da mina infância e adolescência infelizmente nunca tive a sorte de ganhar nenhuma, mas sei que independentemente de ganhar ou perder, poucas coisas animam um aluno tanto quanto o clima de empenho e disputa coletiva que só uma gincana pode proporcionar (principalmente se for valendo ponto em todas as disciplinas). Infelizmente não pude estar presente nos dias da gincana devido a correria do fim do semestre, mas não tenho dúvidas do quanto eles se divertiram nessa experiência.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-27 18:34:28 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 34 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2686985647</link>
         <description><![CDATA[<div>Não tive como estar presente na primeira reunião que ocorreu na UEFS com o coordenador após o recesso junino, mas o segundo encontro foi discutido com base no texto “Experiência, interpretação, orientação” de Jorn Rusen, presente no livro “Jorn Rusen e o ensino de história” e “Interpretação histórica” de Maria Auxiliadora Schmidt, presente no livro “Competências do pensamento histórico”, foi-se conversado sobre a definição do conhecimento cognitivo e como ele pode estar ligado, por exemplo, a diferença existentes no processo de aprender história e de aprender matemática, pois o que temos em história são conceitos ligados a narrativas não formulas, não existe modelo de aula histórica, existe matriz, levando em consideração que a história não possui previsões, no máximo pode existir tendências e apontamentos. Segundo Rusen, história é a operação humana em qualquer lugar no tempo, sendo utilizada para se orientar nesse tempo através de informações, conteúdos, experiências e interpretações históricas com base no passado. A história humana é a forma específica criada pelo homem para significar o tempo e o passado prático é o passado que não foi reelaborado por historiadores, mas ainda assim também é usado para orientação no presente e está aberto a interpretações. Por fim, foi-se reiterado que a resposta de uma pergunta feita para uma fonte com objetivo de evidenciá-la é a sua interpretação: &nbsp;</div><div><strong>Experimentação:</strong> relação presente/passado&nbsp;</div><div><strong>Interpretação: </strong>relação passado/passado (valor formativo)&nbsp;</div><div><strong>Orientação:</strong> relação passado/futuro&nbsp;</div><div>Também é importante relembrar que evidência é o que você extrai e destaca para responder determinada pergunta voltada para a fonte, contudo, esse destaque pode ser seletivo e selecionar materiais referentes a sua perspectiva e interesses.&nbsp; <br><br><strong>REFERÊNCIAS<br></strong>RUSEN, Jorn. Experiência, interpretação, orientação. In: <strong>Jorn Rusen e o Ensino de história.</strong>&nbsp; Curitiba: Editora UFPR, 2011.&nbsp;<br><br></div><div>SCHMIDT, Maria Auxiliadora. SOBANSKI, Adriane de Quadros. Interpretação Histórica. In: <strong>Competências do Pensamento Histórico.</strong> W.A Editores, volume 2, Curitiba, 2020. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-06 15:40:05 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 35 - AULA</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesse novo semestre que se iniciou eu passei a acompanhar o 7º ano A nas manhãs de quinta-feira, pois não estava mais com a manhã de quarta-feira livre para acompanhar o 7º ano C, devido a uma disciplina que precisei pegar e causou choque com o horário. Estar em uma nova turma foi um pouco assustador no início, por conta de não conhecer os alunos e ter a insegurança de que eles não gostassem de mim e/ou não me respeitassem enquanto professora, mas o professor Leandro realizou uma dinâmica dividindo a turma em três grupos, que foi ótima para ter esse primeiro contato de maneira mais próxima com eles. O grupo que ficou na sala realizou uma leitura do livro didático sobre expansão marítima com minha colega Luana, o grupo que ficou com o professor foi aprender sobre o mapa mundi que fica colado no lado de fora da parede da biblioteca e como ele foi utilizado no período da expansão, e um grupo me acompanhou até a sala de vídeo para ver um vídeo de introdução ao assunto da expansão marítima, os grupos foram sendo trocados até que todos os alunos tivessem participado das três dinâmicas. Já me apeguei a essa nova turma no primeiro dia e me senti mais tranquila depois das discussões que realizei com cada grupo que chegava à sala de vídeo trazendo informações diferentes em relação ao que já sabiam e ao que estavam aprendendo sobre o assunto. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-10 19:45:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>RELATÓRIO 36 - ESCOLA</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2692410928</link>
         <description><![CDATA[<div>A reunião desta terça foi feita com o professor supervisor na escola para repassar todo o planejamento que realizamos nas férias acerca do projeto dos povos indígenas, mais especificamente sobre o que havíamos planejado para a primeira aula (de levantamento de carências) nas reuniões onlines que tivemos nos dias 28 de junho (apenas entre as IDs) e 04 (com o supervisor e o coordenador) e 05 de julho (entre as IDs), além da breve reunião com o coordenador pouco antes do recesso, no dia 19 de junho, que recomendou lermos sobre significância histórica e levantar uma bibliografia sobre cultura e os povos yanomamis para chegarmos nas aulas com uma boa carga teórica. Para a realização deste projeto, nós juntamos as ideias apresentadas pelo professor Leandro para cada uma das oito aulas que virão com as ideias que nós tivemos e tratarei mais especificamente sobre o que foi possível colocar em prática a partir do que será feito em cada aula, com o tempo, material e conhecimento que estiver a nossa disposição. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-10 20:06:16 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO 40 </title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2692412421</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-09-10 20:09:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>RELATÓRIO 37 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para esta reunião tivemos como base de leitura o texto “Explicação histórica” de Maria Auxiliadora Schmidt e Adriane de Quadros Boronski, também presente no livro “Competências do pensamento histórico” e o texto “Modelos causais e a escrita da história” de Moisés Antiqueira, a discussão seguiu para o questionamento de que se uma resposta para uma pergunta é uma explicação histórica e que não se existe modelo histórico, além das diferenças entre causalidade e acaso e que sim, pode haver acasos na história, porém, ela não é constituídas apenas de acasos. Explicação histórica envolve seleção de quais elementos destacar e quais justificativas utilizar para explicar e estabelecer conexões de determinados eventos, com um contexto histórico podendo envolver causas e consequências.&nbsp; &nbsp;<br><br><strong>REFERÊNCIA</strong>&nbsp;</div><div>SCHMIDT, Maria Auxiliadora. SOBANSKI, Adriane de Quadros. Explicação Histórica. In: <strong>Competências do Pensamento Histórico.</strong> W.A Editores, volume 2, Curitiba, 2020.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-10 20:21:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Milena, atualize seus diários, urgentemente.</title>
         <author>vgsoares1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 14:20:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 38 - ESCOLA</title>
         <author>ms3042296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira eu e minha dupla ficamos responsáveis de ajudar um dos professores a direcionar os alunos para inscrição das oficinas que terão no sábado (22/07) envolvendo a temática da Mulher Negra, a oficina de futebol feminino foi a primeira a lotar, algumas acabaram tendo mais demandas que outras e os alunos se demonstraram chateados por não conseguir se inscrever a tempo nas oficinas que tinham preferência, além de ter dado um certo trabalho para fazê-los respeitar a ordem de chegada na hora de assinar seus nomes nas listas, os meninos se demonstraram mais chateados principalmente por não ter oficina de futebol masculino, algum deles chegaram até mesmo a pedir para deixá-los participar do futebol feminino usando saia. Muitos meninos se inscreveram na oficina de importunação sexual sem saber do que se tratava exatamente, pois o “sexual” no nome lhes chamaram atenção, o que não posso deixar de comentar que foi um comportamento preocupante. Por fim, todos os alunos tiveram que participar de alguma oficina, ainda que não fossem suas primeiras escolhas.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-21 06:56:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 39 - ESCOLA</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2797498964</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta reunião com o professor Leandro nós fizemos os últimos ajustes do nosso planejamento antes de colocar a primeira aula (de levantamento de carências) do primeiro projeto de intervenção em prática, onde ficou definido que por ser nossa primeira experiência como professoras em sala de aula nós poderíamos ficar todas juntas na turma, por conta dos alunos do CEB terem aula de história em todas as turmas do sétimo ano às sextas-feiras, contudo, cada dupla ficaria responsável de dar aula em sua respectiva turma enquanto as demais estariam ali para dar apoio moral, além de termos acertado tudo que o professor poderia disponibilizar para a gente com antecedência para usarmos na sexta feira (28/07). Também aproveitamos para finalizar a organização das aulas 2 e 3 do projeto que serão colocadas em prática semana que vem, onde cada dupla estará com suas turmas nas aulas geminadas de seus respectivos dias. &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-21 07:06:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>RELATÓRIO 41 - INTERVENÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2797514713</link>
         <description><![CDATA[<p>Tivemos uma experiência bastante diferente no dia de hoje, pois iniciamos oficialmente o nosso primeiro projeto de intervenção em sala de aula, a aula da minha turma foi a primeira a ser colocada em prática, devido ao horário. Iniciamos tentando acalmar as crianças e pedindo para cada um se sentar comportado em sua cadeira, a partir disso realizamos uma chuva de palavras no quadro, acerca do que eles entendem do conceito ou da ideia de cultura e em seguida uma outra chuva de palavras voltada pra temática do que eles entendem por cultura indígena, anotando, em ambas, as palavras, expressões, termos...&nbsp;que eles traziam. Planejávamos trazer uma segunda atividade nesta aula, mas por conta do horário apertado tivemos que deixar para levar na nossa segunda e terceira aulas de intervenção.&nbsp;Minha dupla acabou tendo um contato maior que eu nesta primeira aula, pois ela já estava adaptada a essa turma desde o início do ano letivo, enquanto eu havia passado a acompanhar as aulas do 7º A recentemente, acabou sendo um desafio por serem rostos que eu não estava acostumada a conviver, apesar de ter tido um breve contato na semana passada, me vi bastante nervosa e com a voz tremula, as crianças infelizmente fizeram bastante barulho e foi bem difícil conseguir fazer com que elas ficassem quietas, o que só piorou a situação para mim, e, apesar também de ter dado quase tudo certo no fim das contas, voltei para casa triste, pois vi todas minhas colegas se saindo tão bem enquanto eu fiquei travada diante da minha timidez, mas não posso deixar de destacar o quão orgulhosa fiquei em vê-las tendo um desempenho tão bonito como professoras.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-21 07:21:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 42 - ESCOLA</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2863402190</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta reunião na escola nos encontramos com o professor coordenador e o professor supervisor para acertar as questões voltadas ao planejamento das aulas 2 e 3 do projeto de intervenção dos povos indígenas, na qual Ary e Viviann já haviam colocado em prática no dia anterior e nos deu dicas do que funcionou o que não funcionou na sala em que elas estão observando/lecionando a intervenção, mais uma vez com o professor nos reforçando a importância de ter uma carta na manga no caso de sobrar tempo nas aulas após ter concluído tudo o que já havíamos planejado. Também foram realizadas duas reuniões online, nos dias 27/07 e 02/08, apenas entre as pibidianas do CEB, para definirmos com calma como pretendemos colocar este projeto em prática, enviando todo nosso planejamento (semanalmente) para os professores com antecedência para que eles avaliem se o aprovam e o que acreditam ser melhor tirar e/ou acrescentar. &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 20:24:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 43 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2863402842</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi passada uma atividade no google forms dia 19/07 para respondermos em casa individualmente, sendo este um pequeno exercício para verificar como os pibidianos constroem seu raciocínio histórico, a partir da temática de explicação histórica, utilizando um instrumento de produção de dados adaptado da tese de Ronaldo Cardoso Alves. O professor Valter separou algumas respostas dos nossos colegas, nos dividiu em trios e pediu para realizarmos uma análise destas em forma de apresentação de slide, categorizando essas respostas em níve l: fragmentos descritivos; nível 2: explicação simples; nível 3: explicação emergente e nível 4: explicação densa. Nós realizamos essas análises a partir do que aprendemos sobre explicação histórica e apresentamos para a turma, assim como os demais colegas, sem saber quem foram os autores dessas respostas, sendo está a pergunta central: “Considera que a corte portuguesa ao deslocar-se para o Brasil, em 1808, se transferiu de forma estratégica, planejada ou simplesmente fugiu das tropas de Napoleão Bonaparte?" </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 20:25:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 44 - INTERVENÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2863403322</link>
         <description><![CDATA[<p>A experiência de colocar as aulas 2 e 3, com a temática da Diversidade Indígena, em prática foi muito mais leve, tranquila e confortável em comparação com a aula de levantamento de carências, talvez por termos mais tempo para conversar com os alunos e escutar sem pressa sobre suas perspectivas, saí da aula sorridente após esse segundo dia de intervenção em que mostramos imagens de diferentes comunidades indígenas para eles e realizamos as seguintes perguntas: 1- O que vocês conhecem/já aprenderam acerca da cultura indígena?&nbsp;2- Quais características vocês observam/lhes chamam atenção nas imagens?&nbsp;&nbsp;3- Das imagens apresentadas, qual delas melhor representa a cultura indígena? Com o foco em ensinar para eles que nenhuma cultura indígena é superior a outra e que, independentemente de viver na mata ou na cidade, o indígena sempre será indígena e manifestará sua cultura da maneira que se sentir mais confortável. Também fizemos uma leitura compartilhada sobre um texto que explicar melhor sobre como funciona a diversidade indígena e pedimos para os alunos falarem sobre o que acharam da discussão abordada no texto. Para finalizar, levamos um vídeo sobre uma indígena pataxó (Alice Pataxó, digital influencer) que é conhecida nas redes sociais por mostrar o seu dia-a-dia na faculdade e falar sobre sua vida de maneira geral, desmitificando a ideia de que alguém se torna menos indígena por isto, além de destacar o porquê o termo “índio” e se fantasiar de indígena não é algo respeitoso. Os alunos foram participativos durante toda a aula, boa parte demonstrou interesse no assunto e a curiosidade em saber mais. &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 20:26:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 45 - ESCOLA</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2863404620</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta reunião nos sentamos com o professor Leandro para falar sobre nossas ideias para as aulas 4 e 5 da intervenção do projeto dos povos indígenas, onde ficou decidido que o tema das aulas será “Colonização” e buscaremos introduzir o tema através da análise de fontes e explanação do conteúdo. A metodologia será voltada para: evidenciação através da comparação de fontes iconográficas de uma comunidade indígena na colonização e uma na atualidade para trabalhar a relação passado/presente;&nbsp;vídeo sobre colonização e chegada dos portugueses; explanação: genocídio indígena, escravização indígena, imposição cultural e religiosa e finalizaremos com uma atividade utilizando alguns trechos da carta&nbsp;de Pero Vaz de Caminha.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 20:28:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 46 - REUNIÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2863405390</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi realizada uma mesa de conversa reunindo os IDs de História e Geografia, trabalhando a questão de como a infância e a adolescência podem ser enxergadas de formas diferentes a depender do meio cultural e do período em que a criança ou o jovem esteja inserido, o que também pode variar a depender de sua perspectiva antropológica, sociológica, psicológica, religiosa, seus valores, contexto familiar, etc. Também foi discutida as diferenças e desigualdades na juventude, podendo ser lida como futuro ou como problema e que, ao mesmo tempo em que nossa geração é a mais escolarizada, também é a mais desempregada, devido a precarização/uberização do trabalho. A juventude precisa ser lida no plural, pois significa diversidade! A mesa foi finalizada destacando problemas referentes a como o PIBID tem se conectado com os jovens e abriu para que os pibidianos externalizassem suas dúvidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 20:29:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 47 - OBSERVAÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2863405808</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia fizemos uma pausa na intervenção devido a algumas colegas não poderem estar presente esta semana, pois realizaram uma viagem para a ANPUH que ocorreu em Salvador durante três dias, não consegui ir para a viagem e por conta disso estive apenas observando as aulas. Esta aula foi iniciada com o professor Leandro falando sobre os conteúdos que irão cair na prova de sábado (12/08), que será sobre Expansão Marítima, dando seguimento, a turma foi dividida em 4 grupos para dar continuidade a elaboração das atividades da segunda Feira das Nações, o país selecionado para o sétimo ano A foi a Holanda e os alunos receberam permissão para realizar pesquisas sobre o país através da internet (utilizando seus celulares e&nbsp;Chromebooks da escola), finalizada as pesquisas, eles passaram para o google docs todo o conteúdo que haviam anotado individualmente para fazer uso dessas informações em equipe. &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 20:30:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 48 - ESCOLA</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2863477793</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais uma vez Ary e Viviann trouxeram relatos de suas experiências com a intervenção de suas turmas na reunião  (devido a elas lecionarem na segunda e as reuniões semanais na escola ocorrerem na terça-feira), dessa vez das aulas 4 e 5, para nos basearmos melhor em relação ao que iremos colocar em prática em nossas aulas e com ajuda do professor Leandro já adiantamos a finalização do planejamento das aulas 6 e 7, cujo objetivo&nbsp;será realizar processos de evidenciação com os alunos acerca do tema proposto e&nbsp;levantar discussões sobre o papel dos bandeirantes no Brasil Colonial e o dos garimpeiros na atualidade, de maneira a relacionar passado x presente e as possíveis interpretações destes.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 23:17:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELATÓRIO 49 - INTERVENÇÃO</title>
         <author>ms3042296</author>
         <link>https://padlet.com/ms3042296/39029d1x394wv9l7/wish/2863478345</link>
         <description><![CDATA[<p>Colocamos em prática as aulas 4 e 5 da intervenção e, mais uma vez, tivemos uma boa experiência com os alunos, neste dia levamos as imagens comparativas de uma aldeia indígena do século XVII e uma atual, levantando as seguintes questões: 1- Observando as duas imagens, quais as principais semelhanças e diferenças entre elas? 2- Você considera que as duas imagens estão representando a mesma coisa? E por quê? 3- Quais atividades representadas são&nbsp;possíveis identificar? 4- Em relação à temporalidade, qual a época você acha que se passa a primeira imagem? E a segunda? Logo após passamos um vídeo resumo sobre o processo da colonização, por não termos tempo o suficiente para nos aprofundar no conteúdo (contudo, o professor Léo disse que Brasil Colonial será o próximo tema a ser trabalhado de forma aprofundada por ele na disciplina) e realizamos uma explanação acerca do genocídio e a escravidão indígena, além de também abordamos a imposição cultural e religiosa dos jesuítas e finalizamos com a atividade, passada para ser respondida em casa, sobre trechos da carta de Pero Vaz em que ele trata de sua intenção de tornar os indígenas cristãos com a ajuda dos demais portugueses que forem chegando a “nova terra descoberta”. Os alunos apresentaram dificuldade para identificar os elementos presentes na primeira imagem, mas colaboraram bastante com a discussão explanativa.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-26 23:19:36 UTC</pubDate>
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