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      <title>Corporeidade e tecnologias virtuais by Bruna Avelino</title>
      <link>https://padlet.com/bruuavelino/38tshwmgiyb0w3wa</link>
      <description>Sétimo capítulo do livro</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-17 15:03:19 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-07-19 10:12:23 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Olá meninas!</title>
         <author>bruuavelino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Compartilhando aqui um vídeo do Grupo Corpo pra trazer um movimento... Vamo que vamo! </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=e0UEsriM35I" />
         <pubDate>2021-05-17 15:08:04 UTC</pubDate>
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         <title>Recortes dos relatos.</title>
         <author>vanessadomingues2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oi, meninas! Dei uma lida em alguns dos nossos relatos e separei alguns recortes que abrangem a nossa temática.&nbsp;<br><br>LORENA:&nbsp;<br>"Essa coisa da câmera é esquisita, dá uma vergonha de ligar, uma liga e aí outras vão ligando. A gente vai percebendo alguns códigos nesse corpo virtual."<br><br>BRUNA:&nbsp;<br>"O eixo que me ajudou a encorpar uma outra atenção, um outro cuidado, mais uma vez “me pede” por uma outra presença… Que já não mais nos permite cruzar de olhares ou o encontro das mãos. Mas nos pede ouvidos bem atentos, em busca daqueles imperceptíveis detalhes pros quais a gente vai aprendendo a voltar o 'olhar'."<br>"É difícil me acostumar com isso - e não quero me acostumar… Manter o corpo presente, corpo esse que agora ao outro aparece como apenas como um rosto, um pescoço e seus ombros. Isso quando não aparece apenas como uma bolinha na tela, com cor de fundo variada e um B ao centro."<br>"A cada click no link, sinto como se virasse uma maçaneta. O que vou encontrar?"<br>"Passo a me sentir atrelada ao celular como nunca antes, o que me preocupa… Sentir a necessidade de estar disponível ao outro sempre que lhe for necessário acaba trazendo ao meu corpo, por vezes, uma sensação de esgotamento."<br>"Vivenciar a experiência da monitoria trouxe movimento por aqui. Me faz dar passos outros... estabelecer trocas, estar em outros lugares ainda que sem sair daqui, conhecer novas vozes, novas expressões, novos rostos e um tanto de seus cantos. Senti muita coisa. Me vi vulnerável, me vi animada, me vi receosa, me vi feliz… me vi respirando!"<br><br>Bru, que relato sensível... Quantos pontos importantes você abordou &lt;3 </div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 18:11:52 UTC</pubDate>
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         <title>Recordes dos relatos.</title>
         <author>vanessadomingues2</author>
         <link>https://padlet.com/bruuavelino/38tshwmgiyb0w3wa/wish/1536997768</link>
         <description><![CDATA[<div>LORENA:<br><strong>É Impossível Levar Um Barco Sem Temporais<br></strong><br></div><div>"Compartilhamos algumas percepções importantes desses tempos e, principalmente, acerca das relações que vamos estabelecendo com as câmeras. Este é um assunto que me interessa. Como nos relacionamos com o corpo neste período? O que nos faz ter vergonha de se mostrar, como interromper a “sensação” de estar sempre sendo observado? Me parece que as dinâmicas que um grupo estabelece ou não influenciam em muito estas políticas de percepção. “Por que não mostramos o pé na chamada?” Como cuidamos também dos pés, de corpos que, a meu ver, estão a todo tempo em busca de alguma extrapolação se não correm o risco de romper de vez?"<br><br>JULIA MONDINI:&nbsp;<br>"Em alguns espaços, minha adaptação como aluna, perdida em links e cronogramas, em outros como monitora responsável justamente em tentar tornar menos confuso todos esses processos. De inicio a intenção era ser o mais eficiente possível e querer ter sempre todas as informações para qualquer demanda como monitora, até descobrir que era impossivel principalmente por precisar administrar a rotina também como estudante, sobretudo como ser humano isolado em casa com demandas de vida offline tbm."<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 18:25:04 UTC</pubDate>
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         <title>Relatos</title>
         <author>vanessadomingues2</author>
         <link>https://padlet.com/bruuavelino/38tshwmgiyb0w3wa/wish/1537064977</link>
         <description><![CDATA[<div>JOYCE:<br>"A aula remota, por outro lado,&nbsp; ao mesmo tempo que permitiu esconder o rosto, interromper a voz, se multiplicar e estar em vários lugares (virtuais ou não/com o corpo ou não), também escancarou essa necessidade que temos de afeto, de troca, de presença."<br><br>"Escrevo, portanto, com a intenção de nomear, nomear tais afetos, experiências, os aprendizados. Escrevo até a escrita não ser mais suficiente e então falo, porque a palavra crua conta histórias, compartilha vivências, tem entonação. Falo até não ser mais compreendida e então <em>gestuo</em>, me prostro, converso a partir do corpo, explico as nuances que transbordam de mim, pelos poros, pelos movimentos, e tudo que não consegue ser dito com a palavra.&nbsp;</div><div>E então espero. Espero que possamos nos encontrar pessoalmente mais uma vez e compartilhar esses aprendizados em escrita, voz e corpo.</div><div>Talvez através de um abraço."<br><br>SAMARA:<br>&nbsp;"Acho que nunca estive exposta a tantas informações e estímulos e tão desestimulada.&nbsp;</div><div>	É difícil conviver com o sentimento de individualização de processos antes coletivos. Se sentir responsável por organizações pessoais que na verdade dependem muito pouco de nós. Antes de cada comentário sinto um receio diferente. De atrapalhar, de ser atrapalhada, aqueles pequenos momentos que seguem o “Alguma pergunta?” dos professores parecem pesados. Será que alguém tem um comentário mais pertinente a fazer? É angustiante a sensação de se ver tão atenta a cada detalhe e cada ação ao mesmo tempo em que tudo me distrai. Sinto falta do espaço, do contato, do fechar da porta que nos separava do resto do mundo e permitia estar verdadeiramente presente."</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 18:40:16 UTC</pubDate>
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         <title>RELATOS</title>
         <author>vanessadomingues2</author>
         <link>https://padlet.com/bruuavelino/38tshwmgiyb0w3wa/wish/1537091290</link>
         <description><![CDATA[<div>ADRIANA:<br>"Desde o início das discussões sobre a implantação das aulas remotas, ouvi um misto de frustração com decepção dirigido ao grupo que faço parte. Como o Eixo Trabalho em Saúde, que valoriza tanto o campo, aderiu a esse modelo? E a experiência? Neste momento fui bastante solidária a esse estranhamento. Percebia nos estudantes a decepção em relação ao Eixo e, em mim, a desafio de pensar como trazer “aquela” experiência para a cena da aula. Trabalhadores e trabalhadoras sem acesso aos atendidos, moradores sem acesso aos serviços, alunos sem acesso “áquela” experiência. Além disso, percebia em todos nós a frustração de não poder mais andar pelo território, conhecer os trabalhadores, entrar nas casa para atender as pessoas, sair de van com o grupo em direção a muitos encontros possíveis."<br><br>"No módulo Trabalho em Equipe e Práticas Coletivas transformamos os objetivos anteriores em uma aposta: “produzir espaços de escuta, acolhimento, por meio de ações de promoção de saúde”. Se isso significa produzir presença, isto é, “estar diante de outro no mesmo espaço e tempo”, o desafio era produzir presença no meio virtual. Fazer rodas de conversa neste espaço e tempo que temos que é a tela plana e o plano virtual."<br>"Uma preocupação me atravessava a cada encontro: como ser um grupo em que as câmeras permanecem fechadas e os áudios mudos a maior parte do tempo? Sei que alguns estudantes não têm câmera no computador, outros só tem o celular, outros se abrem a câmera trava tudo, outros estão trabalhando enquanto ouvem a oficina, outros não querem se expor, outros têm outros motivos. Percebo o desafio que é fazer grupo com tantos recursos que podem tornar a presença indisponível. Ao mesmo tempo, é esse o começo de todo grupo: desconfiança, medo de se expor, incerteza, ansiedade."<br>"No primeiro apoio dirigido que tive apenas com minha turma, minha expectativa estava bem baixa e a ansiedade bem alta: como seria nossa primeira aproximação? Antes de começarmos, propus uma atividade corporal para que se alongassem, se esticassem, se percebessem e se abraçassem. Estávamos em 8 mulheres e todas elas seguiram a atividade comigo com as câmeras abertas."<br>"Neste encontro minha turma propôs falarmos sobre “saudade”, palavra que foi bem destacada na primeira nuvem que criamos. Começaram lendo uma poesia e, em seguida, convidaram os estudantes a colocarem em um mural virtual imagens que respondessem à pergunta: Do que você tem saudade? Como nossa turma já tinha preenchido durante a semana, ele estava bem bonito e convidativo. Não faltaram fotos de praia, pôr do sol, bicicleta, amigos, república e Unifesp. Em seguida, convidaram os estudantes a contarem sobre o que tinham mais saudade e, sem esperarmos, a maioria abriu o microfone para contar que também sentia saudade disso e daquilo, até dos perrengues da vida, da corrente que solta da bike em dia de prova, do cheiro de peixe do RU, de pegar chuva e ônibus com ar condicionado ligado, de sair de van para as aulas da TS. Houve uma participação bastante ativa das duas turmas, com muitas risadas e com a constatação de que sentem saudades das coisas mais simples da vida, incluindo os perrengues."</div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 18:46:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vanessadomingues2</author>
         <link>https://padlet.com/bruuavelino/38tshwmgiyb0w3wa/wish/1553927837</link>
         <description><![CDATA[<div>"Uma das explicações para os problemas vividos por Ricardo é que o cérebro humano não foi programado para operar sem o relacionamento presencial. Isso porque mais de 70% da comunicação entre as pessoas ocorre de forma não verbal. Ou seja, é preciso colocar muito mais atenção e dedicação no trabalho a distância."<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://vocesa.abril.com.br/carreira/excesso-de-tecnologia-na-quarentena-cria-problemas-fisi" />
         <pubDate>2021-05-24 14:42:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>IDEIAS: CORPO, GÊNERO E ISOLAMENTO: O QUE A PANDEMIA ESCANCAROU?</title>
         <author>bruuavelino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Possível temática para nos aproximarmos...</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=rKMTn8LEfhw" />
         <pubDate>2021-06-03 17:37:14 UTC</pubDate>
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         <title>Alguns pontos do nosso encontro (09 de junho)</title>
         <author>bruuavelino</author>
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         <description><![CDATA[<div>- A "falta da presença do corpo" nas atividades do cotidiano<br>- A exaustão do dia a dia, ainda que passemos tanto tempo sentadas e sem muito movimento (ou por isso mesmo...)<br>- Nossa experiência presencial nos módulos da TS<br>- As tentativas de movimento do corpo que vem permeadas de preocupações, desânimos...<br>- Partir de nossas vivências nesse modelo e, então, a partir delas, buscarmos por referências, autores, outras escritas...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-08 15:50:47 UTC</pubDate>
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         <title>Como bem lembrou Van...</title>
         <author>bruuavelino</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Objetivos do nosso capítulo: </em>discutir a dimensão corporal e a relação com a vida virtual.</div><div><br><em>Pontos importantes:</em></div><div>- O computador como como extensão do corpo, os prejuízos da falta de tridimensionalidade, a vida conectada reduzida ao celular, a intensificação do uso da tecnologia</div><div>-Dificuldades para se manter off-line, exigência de estarmos disponíveis e conectados o tempo todo</div><div>-Falta de tempo para o autocuidado, sedentarismo</div><div><br></div><div><em>Sugestão de título: </em>Instrumentos, meios (mediações?) digitais e sujeitos interligados</div><div><br></div><div><em>Narrativas:</em></div><div>- O computador enquanto extensão do nosso corpo. E se a gente pensar em qual parte do corpo a gente mais toca, podemos dizer que é o celular e computador. Essa era digital nos fez estender nosso corpo. E também pensar o quão tenso e pesado são nossos instrumentos. É muito complexo e pesado pra gente.</div><div>- E também pensar o quão tenso e pesado são nossos instrumentos. É muito complexo e pesado pra gente.</div><div>- Antes da pandemia: “Vida é tudo que acontece quando você não está olhando no celular” - Depois da pandemia: “Vida é tudo que acontece quando você olha no celular”.</div><div>- Recentemente eu me vi tão estressada com mensagens que eu sentia medo de olhar pro celular, medo de notificações. Parecia que eu era uma veterana de guerra com estresse pós-traumático e tudo por causa de um trabalho em grupo.</div><div>- Fora que não há diferenciação dos contatos: tá tudo junto e misturado: faculdade, trabalho, amigos, cônjuge e por ai vai.</div><div>- Muito difícil a gente criar os contornos né...</div><div>- Essa invasão do espaço das nossas casas, do nosso corpo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 15:11:24 UTC</pubDate>
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         <title>Um relato que surgiu após algumas reflexões sobre o assunto... </title>
         <author>vanessadomingues2</author>
         <link>https://padlet.com/bruuavelino/38tshwmgiyb0w3wa/wish/1607818562</link>
         <description><![CDATA[<div>É engraçado pensar a virada que nossa vida deu. De um dia para o outro, nossos pés foram afastados dos territórios, dos contatos, dos afetos.&nbsp;<br>No processo inicial de distanciamento social, lembro da cobrança interna e pelas redes sociais para sermos produtivos - ler, aprender novos idiomas, se exercitar em casa, produzir algo novo... Foi uma pressão tão grande, sendo que, muitas vezes, não tínhamos vontade de fazer nada.&nbsp;<br>Os nossos corpos foram totalmente afetados por esses processos. Tanto pelo estresse, ansiedade que estávamos/estamos vivenciando, quanto pelo fato de repentinamente ter que ficar preso em casa, parado, sem movimento e sem contato humano.&nbsp;<br>Ao mesmo tempo em que nos preocupamos com a saúde e com os prejuízos que o sedentarismo pode nos apresentar, muitas vezes estamos enfrentando situações tão únicas e difíceis, ou até mesmo pela enxurrada de notícias e acontecimentos que nos assolam, que não temos vontade alguma de nos movimentarmos, quiçá de levantarmos da nossas camas.<br>Ao retornar para prática de uma atividade física, depois de mais de um ano parada, meu corpo não era mais o mesmo. Antes, não tinha medo de encarar as ondas, marolas e tribulações que surgiam. Agora, o medo toma conta e ajo com mais cautela. Ao mesmo tempo, é muito interessante perceber a falta que as relações humanos estavam me fazendo. Poder jogar conversa fora, rir de coisas simples, encontrar pessoas diferentes todos os dias...&nbsp;<br>As vezes fico pensando nos efeitos pós-pandêmicos que teremos que enfrentar, nem imaginamos o que esta por vir...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 15:16:32 UTC</pubDate>
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         <title>Encontro 21/07</title>
         <author>vanessadomingues2</author>
         <link>https://padlet.com/bruuavelino/38tshwmgiyb0w3wa/wish/1657168401</link>
         <description><![CDATA[<div>Para quem iremos escrever?<br>Quais objetivos da escrita?&nbsp;<br>-Trazer perdas e como foi esse processo.&nbsp;<br><br>Anny - nunca se viu tanto tempo sem dançar - como sente falta de tudo isso, não se adaptou as atividades on-line que envolvem o corpo.&nbsp;<br><br>Salas on-line - girar a maçaneta/ pedir para participar.&nbsp;<br>-Adentramos nas casas das pessoas, não sabemos altura, cheiro, nada...&nbsp;<br>-Como o encanto de encontrar alguém belo pelos corredores, foi substituído por ouvir vozes belas e ficar imaginando como aquela pessoa é.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-21 14:16:34 UTC</pubDate>
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