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      <title>CONCEITO DE NORMALIDADE by Valkíria Schuck Verardi</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-16 22:38:10 UTC</pubDate>
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         <title>Construção do conceito de doença</title>
         <author>valschuckverardi</author>
         <link>https://padlet.com/valschuckverardi/Bookmarks/wish/1934381575</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Canguilhem (2002), doença é uma construção valorativa, ou seja, é um conceito que emerge a partir de uma articulação de pensamento, a qual é justificada por determinados valores. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 19:27:09 UTC</pubDate>
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         <title>HISTÓRIA DA DOENÇA MENTAL</title>
         <author>valschuckverardi</author>
         <link>https://padlet.com/valschuckverardi/Bookmarks/wish/1934405001</link>
         <description><![CDATA[<div>Foucault (2005), na obra intitulada "História da Loucura", expõe o desenvolvimento das ideias que justificaram transformações na concepção de loucura e as consequências dessas ideias para a terapêutica posterior ao que fosse tido como loucura. Conforme Foucault (2005), as denominações acerca da loucura mudam em decorrência das variações ocorridas nos critérios de racionalidade que a determinam, e estes oscilam de acordo com o discurso no poder. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 19:38:31 UTC</pubDate>
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         <title>LOUCURA COMO OBJETO DA CIÊNCIA</title>
         <author>valschuckverardi</author>
         <link>https://padlet.com/valschuckverardi/Bookmarks/wish/1934425444</link>
         <description><![CDATA[<div>A loucura deixa de ser percebida como uma possessão demoníaca e passa a ser objeto das ciências, de forma que, caberá às ciências da loucura, em nome da verdade e do bem que estão representando, legislar sobre a vida dos indivíduos em sociedade, seja punindo, educando, afastando da sociedade ou medicando. Entretanto, no momento em que a loucura se torna objeto do saber médico, Foucault (2005) postula que ela acaba por ser naturalizada, ou seja, gradualmente o saber sobre a loucura descarta seu ponto de partida moral e se vê dispensado de repensar o poder que exerce. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 19:49:51 UTC</pubDate>
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         <title>A SOCIEDADE DISCIPLINAR - XVIII</title>
         <author>valschuckverardi</author>
         <link>https://padlet.com/valschuckverardi/Bookmarks/wish/1934446371</link>
         <description><![CDATA[<div>A sociedade disciplinar, a qual Foucault (2005) descreve, pode ser definida como aquela que exerce seu poder de forma diluída, isto é, através de instrumentos simples de controle: o olhar hierárquico, que estabelece o grau de adequação individual ao esperado, classificando a anormalidade; o objetivo normalizador, que se utiliza de técnicas para a readaptação do indivíduo e uma prática de exame, a fim de fiscalizar o processo de normalização. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 20:01:09 UTC</pubDate>
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         <title>BIOPODER E A RELAÇÃO COM A NORMALIDADE</title>
         <author>valschuckverardi</author>
         <link>https://padlet.com/valschuckverardi/Bookmarks/wish/1934457304</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo da sociedade disciplinar, já mencionado, é educar um indivíduo para seguir a norma. Entretanto, Foucault (2002) também fala a respeito do Biopoder, ou seja, o poder de regulamentação sobre as populações, sobre a vida em seu sentido amplo. Ao mesmo tempo em que a tecnologia disciplinar se dirige aos corpos individuais para treiná-los, vigiá-los, usá-los e até mesmo puni-los, enquadrando-os segundo o formato do homem normal; a tecnologia do biopoder se dirige aos homens como uma massa global, afetados por processos próprios à vida, como nascimento, morte e doença. O biopoder se faz em direção não do homem-corpo, mas do homem- espécie (FOUCAULT, 2002, p.289). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-07 20:06:24 UTC</pubDate>
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