<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Política e Educação by Lucas Gabriel</title>
      <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2</link>
      <description>(Lucas Gabriel, Elisa Marcela)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-15 17:27:52 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-09 03:06:19 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f609.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Revolução Industrial</title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2531057337</link>
         <description><![CDATA[<div>A Revolução Industrial foi um período de grandes mudanças econômicas e sociais que ocorreram nos séculos XVIII e XIX, principalmente na Europa e na América do Norte. Começou na Grã-Bretanha em meados de 1700 e se espalhou para outros países no século seguinte.</div><div><br></div><div>A Revolução Industrial foi marcada por uma mudança do trabalho manual para a fabricação baseada em máquinas, o que resultou em aumento da produção e eficiência. Novas invenções e inovações em tecnologia, como a máquina a vapor e a maquinaria têxtil, transformaram a forma como os bens eram produzidos e distribuídos.</div><div><br></div><div>A Revolução Industrial também trouxe mudanças significativas nas estruturas sociais e econômicas. A urbanização aumentou à medida que as pessoas se mudaram das áreas rurais para as cidades para trabalhar nas fábricas. Isso levou ao crescimento de novas indústrias, como transporte e comunicação, e ao surgimento de novas classes econômicas, como a burguesia industrial e a classe trabalhadora.</div><div><br></div><div>A Revolução Industrial teve um impacto profundo no mundo e abriu caminho para as sociedades industriais modernas. No entanto, também teve consequências negativas, como más condições de trabalho e degradação ambiental. Os efeitos da Revolução Industrial ainda são sentidos hoje, pois muitas das tecnologias e inovações desenvolvidas durante esse período continuam a moldar nosso mundo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1093130365/f28da386c8b3ac0adbebaa053dd894e3/8645CD05_BF7D_4711_844C_D5A784806A3C.png" />
         <pubDate>2023-03-25 03:24:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2531057337</guid>
      </item>
      <item>
         <title>13 de março - Revolução Industrial </title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2545025813</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula datada em 13 de março nos foi reapresentada a "Revoluçã Industrial”. Nessa aula, através de slides, vídeos e explicações feitas pela docente Simone de Lucena, relembramos o que foi essa revolução.&nbsp;<br>A Revolução Industrial foi um período de mudanças significativas na história da humanidade. Ela marcou a transição do trabalho manual para o trabalho maquinário, transição essa que causou grande impacto na sociedade, economia e meio ambiente.<br>Essa revolução levou ao aumento da produtividade, ao crescimento econômico e ao desenvolvimento de novas indústrias e comércios. No entanto, ela também trouxe mudanças significativas nas relações de trabalho e nas condições de vida dos trabalhadores, que muitas vezes enfrentaram longas horas de trabalho, salários baixos e condições de trabalho perigosas. Também contribuiu para a urbanização e para o crescimento das cidades.&nbsp;<br>Infelizmente houve impacto negativo ao meio ambiente devido à intensificação do uso de recursos naturais, à poluição atmosférica, à contaminação da água e do solo e ao crescimento desordenado das cidades.<br>Em resumo, nesta aula nos foi relembrado toda a trajetória (onde, quando, como e porquê) da Revolução Industrial.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-04-05 13:46:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2545025813</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 27/03 Pontos importantes para refletir sobre o filme O menino que descobriu o Vento</title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2546339929</link>
         <description><![CDATA[<div>O Menino que Descobriu o Vento" é um filme inspirador que conta a história de William Kamkwamba, um garoto que vive em uma aldeia pobre no Malawi e que, através de sua determinação e conhecimento autodidata, conseguiu criar um sistema de energia eólica para salvar sua comunidade da fome.<br><br>O Malawi não teve uma revolução industrial como a que ocorreu na Europa durante o século XVIII. O filme "O Menino que Descobriu o Vento" retrata a história real de William Kamkwamba, um garoto que vive em uma aldeia rural no Malawi e que constrói um moinho de vento para fornecer energia elétrica à sua comunidade.</div><div><br></div><div>Embora essa invenção tenha sido muito significativa e útil para a aldeia de William, ela não representou uma mudança generalizada na economia ou no modo de vida do país. O Malawi continua sendo um dos países mais pobres do mundo, com uma economia predominantemente agrícola e pouca industrialização.</div><div><br></div><div>Portanto, embora a história de William Kamkwamba seja inspiradora e mostre como a criatividade e a perseverança podem ajudar a resolver problemas em comunidades pobres, não representa uma revolução industrial no Malawi.<br><br>A Revolução Industrial do século XVIII foi um período de grande transformação social e econômica na Europa, impulsionado por avanços tecnológicos e inovações em várias áreas, como a indústria têxtil, a produção de ferro e a máquina a vapor.</div><div><br></div><div>Algumas das principais características da Revolução Industrial que não foram observadas em países da África e América do Sul nos séculos XIX e XX incluem:</div><div><br></div><div>Processo de industrialização em larga escala: a Revolução Industrial na Europa envolveu um processo de industrialização em grande escala, com o surgimento de fábricas e indústrias que empregavam milhares de trabalhadores. Isso levou a um rápido crescimento econômico e à urbanização em muitas áreas.</div><div><br>Investimentos em infraestrutura e transporte: para apoiar o crescimento da indústria, foram realizados investimentos significativos em infraestrutura e transporte, incluindo a construção de ferrovias, canais e estradas. Isso permitiu o transporte eficiente de matérias-primas e produtos acabados em toda a Europa.<br><br>No entanto, em países da África e América do Sul, essas características não foram observadas em grande escala durante os séculos XIX e XX, devido a uma série de fatores, como a falta de investimentos em infraestrutura e tecnologia, a exploração colonial e a instabilidade política. Isso levou a um desenvolvimento econômico mais lento e a uma menor industrialização nesses países em comparação com a Europa durante a Revolução Industrial.<br><br>O filme "O Menino que Descobriu o Vento" retrata a história real de William Kamkwamba, um garoto que vive em uma aldeia rural no Malawi e que constrói um moinho de vento para fornecer energia elétrica à sua comunidade. Essa história mostra a importância da ciência para o desenvolvimento de comunidades e sociedades como um todo.</div><div><br></div><div>A ciência é uma ferramenta poderosa para resolver problemas e desafios em diversas áreas, desde a saúde e o meio ambiente até a tecnologia e a energia. Através do uso da ciência, é possível desenvolver novas tecnologias e soluções inovadoras que podem melhorar a qualidade de vida das pessoas e contribuir para o progresso econômico e social.</div><div><br></div><div>No caso de William Kamkwamba, a aplicação da ciência foi fundamental para que ele pudesse criar o moinho de vento e fornecer energia elétrica para a sua comunidade. Ele teve que entender os princípios básicos da física e da eletricidade para construir o moinho de vento e também precisou aplicar conhecimentos de engenharia e mecânica para criar um dispositivo funcional.</div><div><br></div><div>Além disso, a história de William Kamkwamba também mostra como o acesso à educação e ao conhecimento científico pode ser transformador para indivíduos e comunidades inteiras. Através do estudo e da aplicação do conhecimento científico, é possível encontrar soluções para os desafios mais complexos e transformar a realidade ao nosso redor.</div><div><br></div><div>Portanto, a ciência é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento, tanto no nível individual quanto coletivo, e é importante investir em educação e pesquisa para que possamos continuar a avançar e resolver os desafios que enfrentamos como sociedade.<br><br>Existem diversas políticas de educação que são necessárias para melhorar a qualidade da educação no Brasil. Algumas das políticas mais importantes incluem:</div><div><br></div><div>Investimentos em infraestrutura: é importante investir em infraestrutura escolar para garantir que as escolas tenham as condições adequadas para oferecer uma educação de qualidade. Isso inclui construção de novas escolas, reformas de escolas existentes, melhorias na infraestrutura de tecnologia e equipamentos, como bibliotecas e laboratórios.</div><div><br>Formação de professores: a formação e valorização dos professores é essencial para garantir uma educação de qualidade. É importante oferecer formação continuada para os professores e valorizar a carreira do magistério, com salários e condições de trabalho adequados.</div><div>Melhoria do currículo: é necessário revisar e atualizar o currículo escolar para garantir que os alunos adquiram as habilidades e competências necessárias para enfrentar os desafios do mundo atual. Isso inclui uma maior ênfase em áreas como ciências, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), bem como habilidades socioemocionais e habilidades para a vida.</div><div><br>Inclusão e equidade: é fundamental garantir que todos os alunos tenham acesso a uma educação de qualidade, independentemente de sua origem social, econômica ou étnica. Isso inclui medidas para reduzir as desigualdades educacionais, como a implementação de políticas de inclusão e ações afirmativas.</div><div>Participação da comunidade: é importante envolver a comunidade na gestão das escolas e no processo educativo como um todo. Isso pode incluir a criação de conselhos escolares, a participação dos pais na educação dos filhos e a colaboração com organizações da sociedade civil e empresas para apoiar iniciativas educacionais.</div><div>Essas são apenas algumas das políticas de educação que são necessárias para melhorar a qualidade da educação no Brasil. É importante destacar que a implementação dessas políticas requer um compromisso sério do governo e da sociedade como um todo, bem como a destinação de recursos financeiros adequados.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1093130365/e30fd998f99be2b432c337d547c8eeeb/ECD5A710_F7DE_4EFF_B57E_7F2147CA71FD.jpg" />
         <pubDate>2023-04-06 14:35:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2546339929</guid>
      </item>
      <item>
         <title>20 de março - Revoluções Industriais (2ª, 3ª e 4ª)</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2546562235</link>
         <description><![CDATA[<div>As subsequências da Primeira Revolução Industrial foram marcadas pela evolução tecnológica.<br>Na 2ª R.I. as matérias primas utilizadas na primeira foram substituídas pelo aço (agora usado nas ferrovias, indústrias navais e fabricação de armamentos), utilização da eletricidade (iluminação, comunicação, transporte) e petróleo (gasolina e gás). Nela também surgiu a racionalização do trabalho, o desenvolvimento da indústria química (remédios, fertilizantes, adubo, etc), aumento da produção de alimentos e como pontos negativos o êxodo rural, urbanização, favelização, desemprego e desvalorização do trabalho.<br>Na 3ª R.I. vemos o destaque das metalúrgicas, siderúrgicas e indústria de automóveis. Foram aprimoradas invenções antigas, das revoluções anteriores e a aparição da alta tecnologia como a internet e os primeiros passos da robótica. Infelizmente a necessidade de produção com menos custo e em menor tempo colocou os recursos naturais (matéria prima) sob ameaça. O aumento tecnológico aumentou ainda mais o desemprego e a desvalorização da mão de obra.<br>A 4ª R.I. conhecida como "Indústria 4.0" não é considerada uma extensão da terceira revolução como esta foi da segunda. A sua velocidade de desenvolvimento e aprimoramento tecnológico foi surreal ao ponto dela ser desvinculada das revoluções anteriores.<br>Nela está implantada a nanotecnologia, neurotecnologia, inteligência artificial, impressoras 3D, drones, entre outras tecnologias mais avançadas.<br>Independente dessa não relação entre a quarta e demais revoluções industriais, todas elas tem o ponto em comum da desvalorização da mão de obra e do desemprego. Desde meados de 1700 (1ª revolução) esse avanço tecnológico e a substituição das pessoas pelas máquinas assombra a sociedade com o seguinte questionamento: até quando a mão de obra humana será necessária?</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1999508345/4d146d1678c08d523dfdcc7aa59d21f3/padlet_image_picker_file_a446b86e_4e96_46df_896f_606a429b013b.jpg" />
         <pubDate>2023-04-06 18:56:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2546562235</guid>
      </item>
      <item>
         <title>20 de março - Modelo Escolar</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2546582110</link>
         <description><![CDATA[<div>Os mesmos empresários industriais do século XIX financiaram a escolarização obrigatória. Com a escola prussiana, que possuía uma estrutura dividida em disciplina, obediência e um regime autoritário, o modelo educacional se assemelhou em vários pontos com o modelo de produção industrial em linha de montagem.<br>A educação de uma criança era comparada a manufatura de um produto, portanto requeria uma série de passos, uma ordem específica:<br>• Separação das crianças por idade e em graus escolares;<br>• Em cada etapa eram trabalhados determinados elementos e conteúdos que assegurariam o sucesso futuro;<br>• Aulas obrigatórias;<br>Entre outros pontos que faziam todo o processo de ensino terminar de forma mecânica.<br>A escola nessa estrutura foi pensada como uma fábrica de cidadãos obedientes e eficientes, fazendo com que as pessoas se convertessem apenas em números, qualificações e estatísticas, dessa forma as desumanizando por conta das exigências e pressões feitas pelo sistemas.<br>Ainda hoje há e são criadas escolas com estrutura prussiana priorizando o cumprimento das regras e o controle social. Ainda hoje vemos a imersão do ensino contemporâneo no ensino prussiano: exames padronizados, divisão de idades, aulas obrigatórias, sistema de prêmios e castigos, horários restritos.<br>É preciso avaliar criticamente que instituições escolares formadas nesse modelo não tem relação com a educação. Escolas nesse modelo formam pessoas, mas não as educam. Formabilidade tem como conceito o processo de desenvolvimento destinado a adquirir ou aperfeiçoar qualidades. A educabilidade é a possibilidade de um ser humano aprender e se modificar.<br><br>Escola&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>≠</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Educação<br>&nbsp; &nbsp;↓&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;↓<br>mapa da&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;território onde<br>sabedoria&nbsp; &nbsp; &nbsp;todo aprendizado<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; acontece.<br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1999508345/19e43d281077d1053e3054e9a61715f0/Escola_prussiana.jpg" />
         <pubDate>2023-04-06 19:27:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2546582110</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;O menino que descobriu o vento&quot;, reflexões.</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2567730439</link>
         <description><![CDATA[<div>Não é correto afirmar que Malawi fez parte da Revolução Industrial , o filme retrata a história real de William Kamkwamba que constrói um moinho de vento para ajudar sua família e sua comunidade a superar a fome e a pobreza. Embora o moinho de vento tenha ajudado a aldeia a melhorar suas condições de vida, ele não representa uma revolução industrial, que é caracterizada por mudanças profundas e generalizadas na produção, distribuição e uso de bens e serviços em uma sociedade. Malawi continua sendo um país predominantemente agrícola e com baixo desenvolvimento industrial, com grande parte de sua população vivendo em condições de pobreza.<br><br></div><div>Uma das principais características da Revolução Industrial foi a adoção de novas tecnologias e processos de produção, que permitiram uma maior eficiência na produção de bens e serviços. Isso levou a um aumento significativo na produtividade, redução de custos e, consequentemente, a um aumento na produção e no comércio de bens. No entanto, muitos países da África e América do Sul não experimentaram esse tipo de desenvolvimento na época da Revolução Industrial, em grande parte devido a fatores como a colonização, exploração de recursos naturais e a falta de investimentos em infraestrutura e educação. Esses países foram em grande parte deixados de lado no processo de industrialização global e, em muitos casos, continuam a enfrentar desafios significativos em termos de pobreza, falta de acesso à educação e desigualdade econômica.</div><div><br></div><div>A ciência é fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade em diversos aspectos. Em primeiro lugar, a ciência permite que sejam feitas descobertas e avanços tecnológicos que melhoram a qualidade de vida das pessoas. Por meio da ciência, é possível desenvolver novas tecnologias e medicamentos, melhorar a produção de alimentos e energia, reduzir a poluição e preservar o meio ambiente, entre outros aspectos.</div><div>Além disso, a ciência é importante para o desenvolvimento econômico, uma vez que muitas indústrias e setores econômicos dependem de avanços científicos para crescer e inovar. A ciência também é essencial para a tomada de decisões informadas em áreas como saúde, meio ambiente, segurança e políticas públicas. Outra importância da ciência é o seu papel na educação e na formação de cidadãos críticos e informados. O conhecimento científico ajuda as pessoas a entenderem melhor o mundo em que vivem, a tomarem decisões mais informadas e a participarem de debates e discussões importantes em suas comunidades.</div><div>Por fim, a ciência também é fundamental para a resolução de desafios globais, como as mudanças climáticas, a escassez de recursos naturais e as ameaças à saúde pública. É por meio da ciência e da cooperação internacional que esses desafios podem ser enfrentados de forma eficaz e sustentável.</div><div><br></div><div>Existem várias políticas de educação que podem ser inferidas como necessárias para a educação no Brasil. Aqui estão algumas delas:<br><br></div><ol><li><br>Investimentos em infraestrutura: é necessário investir em infraestrutura para as escolas, incluindo a construção e reforma de prédios escolares, aquisição de equipamentos e tecnologias e fornecimento de materiais didáticos e pedagógicos. Também é importante garantir que as escolas tenham acesso a serviços básicos, como água potável, energia elétrica e saneamento básico.</li><li>Valorização dos professores: os professores são fundamentais para a qualidade da educação, e é importante valorizá-los por meio de salários justos, capacitação e formação continuada, e condições de trabalho adequadas. Isso pode ajudar a atrair e reter profissionais qualificados na área.</li><li>Melhoria da qualidade do ensino: é necessário investir em políticas que promovam a melhoria da qualidade do ensino, incluindo o desenvolvimento de currículos adequados, metodologias de ensino inovadoras e avaliações eficazes que permitam a identificação de problemas e deficiências.</li><li>Acesso universal à educação: é importante garantir que todas as crianças e jovens tenham acesso à educação, independentemente de sua origem social, econômica ou geográfica. Isso pode incluir políticas de expansão de vagas em escolas públicas, bem como políticas de incentivo à participação na educação infantil, no ensino fundamental e no ensino médio.</li><li>Inclusão de grupos vulneráveis: é importante adotar políticas que garantam a inclusão de grupos vulneráveis, como pessoas com deficiência, indígenas, quilombolas e outros grupos minoritários. Isso pode incluir políticas de adaptação de currículos, fornecimento de materiais e recursos específicos, e contratação de profissionais qualificados para atender esses grupos.</li></ol>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-04-25 19:19:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2567730439</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Impactos das inteligências artificiais (CHAT GPT)</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2567816446</link>
         <description><![CDATA[<div>Inteligências artificiais sempre foram algo que me incomodaram muito. Saber que um “robô” possui conhecimento (como o chat GPT), que ele pode mapear nossos gostos após uma simples curtida num vídeo, dentre outras coisas, me deixavam assustadas. Porém, após conversas em sala e os apontamentos na palestra me deu um estalar de dedos alguns pontos sobre meus pensamentos sobre as inteligências artificiais.<br><br></div><div>Primeiro avaliando pontos positivos que essa tecnologia apresenta, por exemplo com a capacidade de lidar com grandes quantidades de dados de forma rápida e eficiente, ou como apontado na palestra, ela pode ajudar a automatizar tarefas repetitivas e trabalhosas.&nbsp;<br><br></div><div>Porém, IA’s como o chat GPT passavam para mim uma sensação de trapaça e desonestidade acadêmica, mas a realidade tecnológica na qual estamos inseridos mostra como esse tipo de ferramenta não é apenas uma cola para um trabalho fácil. De um ponto de vista pessoal, o chat GPT me ajudou a dar uma virada de chave em ideias que, de alguma forma, eu não estava conseguindo desenvolver ou até mesmo compreender perguntas, diga-se de passagem mal elaboradas, por certos docentes da graduação.<br><br></div><div>Como a grande maioria das coisas que já passaram pelo mundo, as inteligências artificias possuem seus pontos positivos e negativos, mas sem por isso elas deixarão de existir e de evoluir, afinal o processo de globalização e avanço científico está a milhões e felizmente ou infelizmente, resta-nos observar para onde a capacidade humana pode alcançar.<br><br></div><div>P.s.: em relação ao meu medo citado no começo, ele não existe mais. Hoje, não é a tecnologia que me assusta, é a capacidade da mente por trás dela.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-04-25 21:02:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2567816446</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Impactos acusados pelas novas inteligências artificiais ( Chat GPT)</title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2567989333</link>
         <description><![CDATA[<div>As inteligências artificiais, incluindo os chatbots baseados em GPT (Generative Pre-trained Transformer), têm impactado diversas áreas da sociedade, desde a indústria até a saúde, passando pelo comércio eletrônico e a educação. Alguns dos impactos mais significativos incluem:<br><br>Melhoria da eficiência e produtividade: Os chatbots baseados em GPT podem automatizar tarefas repetitivas e demoradas, como responder perguntas frequentes dos clientes, permitindo que os funcionários se concentrem em tarefas mais complexas e criativas.<br><br>Aumento da satisfação do cliente: Os chatbots baseados em GPT são capazes de fornecer respostas precisas e rápidas aos clientes, melhorando sua experiência de atendimento ao cliente.<br><br>Redução de custos: A utilização de chatbots baseados em GPT pode levar a uma redução nos custos de atendimento ao cliente, uma vez que eles podem lidar com um grande volume de consultas sem a necessidade de um grande número de funcionários.<br><br>Personalização: Os chatbots baseados em GPT podem ser programados para oferecer respostas e recomendações personalizadas com base nas preferências e histórico dos clientes.<br><br>Avanços na pesquisa: Os modelos de linguagem natural, como o GPT, têm sido utilizados para avançar na pesquisa em diversas áreas, incluindo a tradução automática, a geração de texto e a análise de sentimentos.<br><br>Oportunidades de negócios: Os chatbots baseados em GPT podem ser utilizados para criar novos modelos de negócios, como assistentes pessoais virtuais ou serviços de consultoria automatizados.<br><br>No entanto, é importante ressaltar que as inteligências artificiais, incluindo os chatbots baseados em GPT, também podem ter impactos negativos, como a perda de empregos em áreas de atendimento ao cliente e a possibilidade de vieses algorítmicos. Por isso, é importante que essas tecnologias sejam desenvolvidas e utilizadas de forma responsável e ética.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-04-26 00:55:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2567989333</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O modelo escolar na era “Revolução Industrial”</title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2567993651</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a Revolução Industrial, o modelo escolar passou por grandes transformações, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. Antes desse período, a educação era em grande parte voltada para a elite e a maioria da população era analfabeta. Com a industrialização, a necessidade de mão de obra qualificada aumentou e surgiram novas demandas por educação em massa.<br><br>O modelo escolar na era da Revolução Industrial era baseado em uma abordagem padronizada e centralizada, com ênfase na memorização e na repetição de informações. As escolas eram organizadas por idade, com classes de alunos que avançavam juntas, independentemente de suas habilidades individuais. Os métodos de ensino eram principalmente centrados no professor, que transmitia conhecimento de forma autoritária e vertical.<br><br>As escolas eram frequentemente construídas em grandes edifícios com salas de aula padronizadas, móveis e materiais didáticos uniformes. O objetivo era ensinar habilidades básicas de leitura, escrita e cálculo para que os alunos pudessem se tornar trabalhadores eficientes nas fábricas. As escolas também tinham um papel importante na socialização dos alunos, ensinando-lhes valores e comportamentos considerados adequados para a sociedade industrial em rápida evolução.<br><br>No entanto, esse modelo escolar foi criticado por muitos educadores e reformadores, que argumentavam que ele não era adequado para preparar os alunos para enfrentar os desafios de uma sociedade cada vez mais complexa e diversa. Eles propuseram novas abordagens baseadas em atividades práticas, tarefas colaborativas e foco no desenvolvimento das habilidades individuais dos alunos. Essas ideias deram origem a movimentos como a educação progressista e a escola nova, que influenciaram significativamente a educação no século XX e continuam a ser relevantes até hoje.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-04-26 00:59:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2567993651</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 1, Por uma outra globalização (cap.7) - “A tirania da informação e do dinheiro e o atual sistema ideológico”</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2573150215</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 17 de abril, o grupo 1 trouxe à turma o pensamento de Milton Santos sobre como a lógica é baseada na concentração de poder e riqueza nas mãos de poucos, e que isso é mantido através da manipulação da informação e do dinheiro.<br>Para Santos, a tirania da informação se dá através do controle dos meios de comunicação e é a realidade que vemos hoje em dia. Tivemos como exemplo recente onde pudemos observar a campanha presidencial de um determinado candidato montada em cima de fake news e manipulação das redes para o controle em massa dos cidadãos.<br>Foi trazido por um dos participantes do grupo uma reflexão sobre nossa "falsa liberdade", afinal estamos sempre suscetíveis às influências e dependências externas.<br>Lendo trechos do capítulo abordado e através das discussões em sala, me chama a atenção o pensamento de Milton Santos sobre a tirania do dinheiro. Sobre esse tema ele discute as consequências do atual sistema ideológico e a concentração de poder e riqueza nas mãos de poucos. Para o autor, a busca incessante pelo lucro e a valorização do dinheiro acima de tudo têm gerado a exploração de recursos naturais e humanos, a precarização do trabalho e a exclusão social e dessa forma consegue se obter o controle sobre a sociedade.<br>Assim como o Santos, é necessário que tenhamos consciência social e ambiental e preguemos a necessidade de uma outra forma de globalização, que leve em conta a diversidade cultural, a justiça social e a sustentabilidade ambiental, afinal a tirania do dinheiro gera uma sociedade desigual e excludente, que valoriza apenas a acumulação de riqueza e poder em detrimento dos valores humanos e sociais. É preciso que essa realidade seja mudada.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.canva.com/design/DAFftqjSecw/DPzF79Hqez6wpLNIa7cX4w/view?utm_content=DAFftqjSecw&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link&amp;utm_source=viewer" />
         <pubDate>2023-04-30 22:21:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2573150215</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 1 - “A tirania da informação e do dinheiro e o atual sistema ideológico”</title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580231051</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo 1 apresentou ideias relevantes sobre o capítulo 7 do livro, destacando a análise de Milton Santos sobre a tirania da informação e do dinheiro no atual sistema ideológico. Foram abordados pontos como a quantidade excessiva de informações e a propagação de notícias falsas, que confundem muitas pessoas. Também foi discutida a ideia da aldeia global, que apesar de conectar as pessoas, não parece estar ajudando-as mutuamente. O mito da liberdade plena também foi mencionado, visto que sempre dependeremos de outras pessoas. Por fim, o grupo destacou a influência da publicidade em nossas decisões, como algo quase instintivo. A apresentação foi bem elaborada e contribuiu para uma reflexão crítica sobre a sociedade contemporânea.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/J4Kje3cAkT4" />
         <pubDate>2023-05-06 10:20:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580231051</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2- Competitividade, consumo, confusão dos espíritos, globalitarismo”</title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580233942</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo responsável pelo capítulo 8 abordou temas como concorrência, competitividade, consumo desenfreado, criação de falsas necessidades, poder do marketing e globalitarismo. A concorrência é vista como algo saudável, mas a competitividade é considerada perversa, já que pode gerar desigualdades. A criação de falsas necessidades e o poder do marketing fazem com que as pessoas se tornem escravas do consumo e percam a capacidade de decidir o que realmente é necessário. O globalitarismo é discutido como um modelo que nos coloca em classes, dependendo do tipo de celular que temos, gerando uma sociedade centrada em um modelo único, em que a competição e a desigualdade prevalecem. No geral, os temas estão interligados e mostram como a sociedade pode ser afetada por esses fatores.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/rP8c_MF3eQE" />
         <pubDate>2023-05-06 10:29:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580233942</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3- Violência estrutural e Perversidade sistêmica. </title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580238810</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo cujo eu participei apresenta uma discussão sobre as ideias de Milton Santos acerca das violências geradas pelo sistema capitalista, como o racismo sistêmico, a desigualdade de gênero e a pobreza. O autor destaca a violência estrutural, invisível e silenciosa, que oprime e explora os indivíduos vulneráveis por meio da distribuição desigual de recursos e oportunidades. Além disso, Santos enfatiza a perversidade sistêmica, que mantém as desigualdades sociais e econômicas. O meu grupo apresentou essas ideias com clareza, riqueza de detalhes e seus próprios questionamentos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/ck7u0tYMjSc" />
         <pubDate>2023-05-06 10:43:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580238810</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4- &quot; Da política dos Estados à política das empresas&quot;</title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580245410</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo responsável pelo capítulo 10 aborda o papel das empresas transnacionais na economia global e como isso afeta as políticas estatais e a sociedade. Eles enfatizam que as empresas lideram a globalização econômica e buscam reduzir as barreiras comerciais para operar globalmente, resultando em uma concentração de poder e riqueza nas mãos de poucas empresas, aprofundando a desigualdade social e ambiental. Para garantir a sustentabilidade socioambiental, é necessário regular as empresas transnacionais globalmente. O grupo destaca a importância de questionar as estruturas do sistema capitalista e de defender o bem coletivo, em vez de priorizar o individualismo. Eles alertam para o empobrecimento do Estado quando as grandes empresas têm mais poder e influenciam as decisões do governo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/skb2wUHrpGE" />
         <pubDate>2023-05-06 11:04:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580245410</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5- capítulos 11 e 12, &quot;Em meio século, três definições da pobreza&quot; e &quot;O que fazer com a soberania&quot;</title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580248832</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo responsável pelos capítulos 11 e 12, "Em meio século, três definições da pobreza" e "O que fazer com a soberania", respectivamente, trouxe a definição de pobreza em três níveis, incluindo a pobreza incluída, marginal e estrutural, de acordo com a visão de Milton Santos. O grupo discutiu os conceitos dessas definições e como a pobreza pode afetar negativamente a sociedade.<br>Outro ponto que o grupo questionou é como a globalização pode afetar a capacidade das nações de manter sua soberania e governo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Be8r6jUtzbE" />
         <pubDate>2023-05-06 11:14:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580248832</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 2, Por uma outra globalização (cap.8) - &quot;Competitividade, consumo, confusão dos espíritos, globalitarismo&quot;</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580871799</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das palavras que considero de suma importância para definir o tema desse grupo é "competitividade". Foi mostrado à turma como Milton Santos falava que a competitividade cria uma espécie de guerra entre as pessoas, cujo o pensamento é sempre estar a frente, acima de tudo e todos, até com as coisas mais banais, como foi discutido em sala o exemplo do "ter o melhor iphone para ser o melhor". Vimos que atitudes assim são impulsionadas pelo capitalismo, que está sempre trabalhando para lançar celulares, roupas com propagandas que mostrem os ATORES mais felizes e bonitos utilizando determinados produtos, gerando nas pessoas essa vontade de ter esses produtos para serem iguais ou melhores que esses atores. Atitudes assim geram o "consumo alienado", outro ponto trazido pelo grupo.<br>Apesar de terem sidos discutidos muitos temas, além de "competitividade", outra palavra que me chama atenção é "globalitarismo". Milton Santos utilizava essa palavra para mostrar o totalitarismo de nações ditas "superiores" impõem sobre a população como forma de ter dessa população uma obediência imediata, o pensamento único.&nbsp;<br>Esse grupo foi de extrema importância para que possamos olhar para esse sistema no qual estamos inseridos (sistema capitalista) com outros olhos. Para que entendamos que não estamos aqui para competirmos sobre quem tem o melhor carro, o último lançamento, mas que olhemos e lutemos contra o verdadeiro culpado sobre essa competição e opressão: o capitalismo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=rP8c_MF3eQE" />
         <pubDate>2023-05-07 14:36:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580871799</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 3, Por uma outra globalização (cap. 9) - &quot;A violência estrutural e a perversidade sistêmica&quot;</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580886349</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo 3 foi o grupo no qual eu fazia parte, nele trouxemos a discussão onde Milton Santos fala sobre como o sistema capitalista gera violências que perpetuam o racismo sistêmico, a pobreza, a desigualdade de gênero. Milton apontava pontos que ela achava ser a base dessas violências: o dinheiro em estado puro, a competitividade em estado puro e a potência em estado puro.<br>A partir disso foi gerado uma discussão sobre o acúmulo extremamente desnecessário de capital nas mãos de uma minoria privilegiada em detrimento de uma maioria que trabalhava milhões de vezes mais e não ganha 0,5% do que essa minoria, em outras palavras, houveram várias críticas ao capitalismo (que critiquemos esse sistema sempre, não apenas em sala de aula).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=ck7u0tYMjSc&amp;feature=youtu.be" />
         <pubDate>2023-05-07 14:59:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580886349</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6- CAP. 1 - NÃO HÁ DOCÊNCIA SEM DISCÊNCIA( Pedagogia da Autonomia)</title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580933541</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo 6 apresentou o primeiro capítulo do livro "Pedagogia da Autonomia", que destaca a importância do diálogo na relação entre o professor e o aluno. Eles argumentam que a educação deve ser uma via de mão dupla, em que ambos os participantes são ativos e interdependentes, aprendendo juntos. É essencial que os educadores estejam sempre se atualizando e compreendam o mundo do aluno, valorizando o conhecimento prévio do aluno como ponto de partida para o ensino. Além disso, é crucial que a educação se baseie na curiosidade, questionamento e reflexão crítica. O grupo também destacou a relevância da prática educativa libertadora, na qual os educadores devem ajudar os alunos a se tornarem cidadãos críticos e engajados, capazes de transformar suas comunidades e construir um mundo mais justo e igualitário.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/t_Ot_7xIuLQ" />
         <pubDate>2023-05-07 16:23:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580933541</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7-  CAP. 2 - &quot;ENSINAR NÃO É TRANSFERIR CONHECIMENTO&quot; </title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580938031</link>
         <description><![CDATA[<div>O segundo capítulo de "Pedagogia da Autonomia", cuja responsabilidade ficou a cargo do grupo em questão, trata da visão tradicional de ensino, que consiste em transferir conhecimentos pré-fabricados do professor para o aluno. O grupo questiona essa abordagem, afirmando que o conhecimento é construído socialmente e que a educação deve ser pautada pela curiosidade, questionamento e reflexão crítica. Eles enfatizam a importância de um processo educativo autônomo, plural e democrático, que leva em conta as diferenças culturais, sociais e históricas dos alunos. Como futuros educadores, é nosso dever encorajar a busca pelo conhecimento de forma independente e não como uma imposição da figura do professor. O capítulo desafia a visão tradicional e propõe abordagens mais participativas e transformadoras.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/oPwPFHWNl14" />
         <pubDate>2023-05-07 16:31:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580938031</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8- CAP. 3 - ENSINAR É UMA ESPECIFICIDADE HUMANA </title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580940658</link>
         <description><![CDATA[<div>O ultimo grupo se concentrou na formação dos professores e enfatizou a importância da educação ética e socialmente responsável. Eles afirmaram que os educadores devem se comprometer com a transformação da sociedade, guiando os alunos para que sejam protagonistas do seu próprio aprendizado. Paulo Freire foi citado como um defensor da importância do ensino como uma atividade humana, ética e política, enfatizando a relação entre educador e educando e a importância da busca pelo conhecimento. Em vez de impor conhecimento, o educador deve incentivar a curiosidade e a reflexão crítica dos alunos, valorizando a diversidade cultural e construindo uma sociedade mais justa e igualitária.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/XgC8f_YWIB8" />
         <pubDate>2023-05-07 16:35:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2580940658</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 4, Por uma outra globalização (cap. 10) - &quot;Da política dos Estados à politica das empresas&quot;</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581005413</link>
         <description><![CDATA[<div>No capítulo "Da política dos Estados à politica das empresas", Milton Santos discute como as empresas transnacionais se tornaram as principais forças na economia global e como isso afetou a capacidade dos Estados de exercer sua soberania. Santos argumenta que as empresas transnacionais operam de forma a maximizar seus lucros, muitas vezes às custas dos interesses nacionais e da população local. Isso se deve ao fato de que as empresas têm mais recursos e poder de influência do que os Estados, o que faz com que elas possam moldar as políticas públicas e forçar os governos a ceder às suas demandas.<br>De acordo com o grupo, quando grandes empresas detêm mais poder e influenciam as decisões governamentais, o Estado se empobrece e se submete aos interesses dessas empresas. Isso resulta na perda da cidadania e voz das pessoas na sociedade, enquanto o capitalismo enfatiza o individualismo em detrimento do bem-estar coletivo.<br>Foi enfatizado que para Milton Santos, nos dias de hoje, a política é amplamente dominada pelo mercado e as grandes corporações privadas têm um papel significativo na tomada de decisões. Em seu livro, ele sugere que estamos vivendo em uma "era da não-política", onde o Estado não tem mais a autonomia necessária para governar de acordo com as disposições da Constituição Federal. Isso ocorre porque o poder econômico e de influência das grandes empresas é muito forte, o que as coloca em uma posição privilegiada para moldar as políticas públicas em seu próprio interesse. Consequentemente, a capacidade do Estado de agir em benefício do bem comum e de proteger os direitos dos cidadãos é comprometida.<br>Me chamou atenção logo ao fim, que foi enfatizada uma fala minha (na apresentação do grupo no qual eu fazia parte) que se tratava de estarmos sempre cobrando e criticando o sistema capitalista, esse sistema perverso que favorece escancaradamente poucos que fazem pouco e perpetua preconceitos de misérias de muitos que fazem muito.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=skb2wUHrpGE" />
         <pubDate>2023-05-07 18:26:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581005413</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 5, Por uma outra globalização (cap. 11 e 12) - &quot;Em meio século, três definições da pobreza&quot; e &quot;O que fazer com a soberania&quot;</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581035043</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo 5 trouxe como primeira reflexão a forma como Milton Santos classificava a pobreza. Essa classificação se consistia na pobreza incluída (acidente natural ou social), pobreza marginal (a pobreza é identificada como a doença da civilização) e a pobreza estrutural (pobreza resultante de um sistema - capitalista - de ações deliberadas).<br>De toda a apresentação, dois momentos mais me chamaram atenção. O primeiro se deu quando Henrique, que estava responsável pela explicação do slide que fala sobre "O papel dos intelectuais da pobreza", e surgiu (de forma bem intencional) uma crítica ao DESgoverno que o Brasil tinha até 5 meses atrás. Uma fala desse DESgovernante foi trazida a tona que dizia: "pobre só tem uma utilidade no nosso país: votar", frase esta que traz um grande questionamento interno sobre como líderes políticos e intelectuais lidam com o combate a pobreza.<br>O segundo momento foi trazido pela aluna Monielly, que, de forma bem sucinta, trouxe para a classe o pensamento de Milton a respeito da realidade, de que "com a globalização, o que temos é um território nacional da economia internacional". Essa fala despertou em mim o quantos nós brasileiros temos a famosa "síndrome do vira-lata", onde tudo de fora é melhor e tudo de melhor de dentro tem de ser enviado para fora, almejando uma merreca de reconhecimento internacional (lê-se apenas ESTADOS UNIDOS) que nós nunca tivemos e, sejamos sinceros, nunca iremos ter.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Be8r6jUtzbE" />
         <pubDate>2023-05-07 19:25:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581035043</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 6, Pedagogia da autonomia (cap.1) - &quot;Não há docência, sem discência&quot;</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581063147</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo 6 trouxe a turma um ótimo apanhado sobre o que Paulo Freire fala no primeiro capítulo do seu livro "Pedagogia da autonomia". De forma resumida, e também do que entendi com a apresentação das meninas, é que Freire defende a ideia de que o processo educativo deve ser uma relação dialógica e horizontal entre o professor e o aluno, baseado na troca de experiências e no aprendizado mútuo. Freire argumenta que a educação tradicional, centrada no professor e baseada na transmissão de conteúdo, não é eficaz porque não leva em conta a experiência e a vivência do aluno.<br>Uma parte desse seminário que me marcou muito foi quando surgiu o tema "Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de discriminação". Por ser mulher, sempre a mais nova (não mais) em sala de aula e fazer parte da comunidade LGBTQIAPN+ e também estar sempre engajada em pautas sociais eu era muito silenciada e taxada de "mimizenta" tanto por alunos, quanto por professores. Ver que ninguém mais, ninguém menos que PAULO FREIRE repreendia essas atitudes foi muito reconfortante. Um professor que sempre teve minha admiração e sempre esteve a frente de seu tempo.&nbsp;<br>Esse grupo além de trazer ótimos pontos acadêmicos, também gerou em mim sentimentos pessoais em relação à que professora eu devo ser, baseado na aluna que fui e estou sendo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=t_Ot_7xIuLQ" />
         <pubDate>2023-05-07 20:23:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581063147</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Avaliação e Agradecimento a matéria Política e Educação</title>
         <author>lukinhasbiell7</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581098239</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante este semestre, a disciplina de Política e Educação foi um verdadeiro bálsamo para mim. Impactante em várias formas, ela me fez desejar ser um cidadão mais politizado, buscando sempre melhores condições para mim e para a sociedade como um todo. A matéria me mostrou que pequenas mudanças feitas por um grupo de pessoas podem ter grandes impactos na vida de todos, mesmo que nem sempre esses impactos sejam positivos.&nbsp;<br>Ao refletir sobre a disciplina e tudo o que aprendemos, percebo que pude absorver muitas coisas relevantes para a minha vida profissional. Durante minhas pesquisas, ao me aprofundar no capítulo que nos foi dado, notei que, embora exista a possibilidade de mudar algumas realidades, aqueles que se arriscam a fazê-lo muitas vezes são perseguidos, exilados ou mortos pelos que desejam manter o poder.&nbsp;<br>Embora estudar tudo isso me cause revolta, sou grato à turma, à professora Simone e à sua mestranda Cheila por me permitirem enxergar realidades que estão alguns passos à frente. Agradeço a todos. Uma das coisas que aprendi foi a contar os séculos, algo que nunca tinha conseguido de fato aprender antes.&nbsp;<br>Durante as aulas, realizamos debates muito relevantes com temas atuais que abriram literalmente minha mente e me fizeram mudar algumas vertentes da minha visão de mundo. Muitas vezes, acabamos seguindo caminhos que não concordamos por falta de conhecimento, mas a disciplina me fez perceber a importância de ter uma visão crítica e atualizada da realidade.&nbsp;<br>Diante de tudo o que me foi proporcionado nas aulas, deixo aqui meu sincero agradecimento à professora Simone e ao apoio da sua mestranda Cheila.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1093130365/9c3096309906b150f6c7e5488119a247/IMG_7048.PNG" />
         <pubDate>2023-05-07 21:49:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581098239</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 7, Pedagogia da autonomia (cap. 2) - &quot;Ensinar não é transmitir conhecimento&quot;</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581105303</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a apresentação do grupo 7, pudemos aprender que, segundo Paulo Freire, educação não é uma transferência, mas sim uma TROCA de conhecimentos. Vimos que Freire defende que o processo educativo deve ser uma relação dialógica entre professor e aluno, baseado na troca de experiências e na construção conjunta do conhecimento. O professor não deve ser visto como um transmissor de informações, mas como um facilitador do aprendizado, capaz de estimular o pensamento reflexivo e crítico dos alunos.<br>Essa discussão em específico sobre essa relação de troca aluno-professor me trouxe a tona uma das primeiras aulas onde a professora Simone falou sobre os dois tipos de educação segundo Paulo Freire. A educação libertadora e a bancária, e como devemos (como futuros pedagogos) fugir desse segundo tipo de educação. Uma forma de ensino completamente ditatorial, onde o professor é dono do conhecimento e da verdade absoluta.<br>Que possamos ter como palavras chaves de nosso trabalho as palavras "liberdade e troca", que nosso ensino seja libertador, inclusivo, acolhedor... que seja um ensino que escute e não que apenas fale.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=oPwPFHWNl14" />
         <pubDate>2023-05-07 22:07:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581105303</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 8, Pedagogia da autonomia (cap.3) - &quot;Ensinar é uma especificidade humana&quot;</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581115514</link>
         <description><![CDATA[<div>Devo começar admitindo que não pude ver a apresentação das meninas sobre esse capítulo por conta do horário em que pego o ônibus, portanto não terei como realizar uma análise, nem dar meu parecer sobre esse grupo. Para não passar em branco, farei um breve resumo sobre o capítulo abordado.<br>&nbsp;Nesse capítulo, Paulo Freire destaca a importância da educação como uma atividade essencialmente humana, que tem como objetivo formar indivíduos capazes de pensar criticamente e transformar a realidade em que vivem.<br>Freire argumenta que a educação não é apenas uma questão técnica, baseada na transmissão de habilidades e conhecimentos, mas sim uma atividade profundamente ética e política, que envolve valores, relações de poder e formas de organização social. Assim, o processo educativo deve ir além da simples transmissão de informações e conteúdos, visando desenvolver a capacidade crítica e criativa dos alunos.<br>O autor destaca que o ensino não pode ser separado da aprendizagem, pois ambos são aspectos indissociáveis do processo educativo. O papel do professor não é simplesmente transmitir informações, mas sim criar condições para que os alunos possam construir seu próprio conhecimento, desenvolvendo sua capacidade crítica e reflexiva.<br>Freire também defende a importância da relação entre teoria e prática no processo educativo, argumentando que a teoria deve estar a serviço da prática, e não o contrário. Para ele, a educação deve ser voltada para a transformação da realidade, e não apenas para a reprodução das estruturas sociais existentes.<br>Ou seja, o capítulo "Ensinar é uma especificidade humana" destaca a importância da educação como uma atividade fundamentalmente ética e política, que tem como objetivo formar indivíduos capazes de pensar criticamente e transformar a realidade em que vivem. O processo educativo deve ir além da simples transmissão de conhecimentos, visando desenvolver a capacidade crítica e criativa dos alunos, e a relação entre teoria e prática deve estar a serviço da transformação social.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=XgC8f_YWIB8" />
         <pubDate>2023-05-07 22:35:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581115514</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sobre a matéria...</title>
         <author>elisacoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581133972</link>
         <description><![CDATA[<div>Em uma palavra a matéria "Política e educação" foi para mim ENRIQUECEDORA. Eu entrei no curso de pedagogia sabendo pouco, quase nada sobre Paulo Freire, e ver sua vida como professor ser extremamente política foi sensacional.<br>Falando de forma geral, essa disciplina foi um abrir de olhos para mim como estudante, futura professora e pessoa também. Paulo Freire, Milton Santos, professora Simone, foram pessoas que me ensinaram a ser ainda mais crítica sobre a vida, sobre o sistema educacional, econômico, social nos quais eu vivo.&nbsp;<br>Essas aulas, esses seminários, todos os debates estarão comigo para sempre como aluna, como professora futuramente, mas principalmente como pessoa.<br>Deixo aqui meus agradecimentos a Simone e Cheila por todos os ensinamentos e experiências que me foram proporcionadas, saibam que nunca esquecerei.&nbsp;<br>Ps.: obrigada por ter me feito saber mais sobre Paulo Freire e sua vida como educador e ativista social, agora tenho ele como guia para qual profissional desejo me tornar. MUITO OBRIGADA!</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1999508345/f995775f04e1c4effd9c7722435d59de/cf3dc24f_72b3_4e12_a68a_da2bc4f8a390.jpg" />
         <pubDate>2023-05-07 23:21:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lukinhasbiell7/38jkp6r6alvlphu2/wish/2581133972</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
