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      <title>Esclerose múltipla by Taiane Da Silva</title>
      <link>https://padlet.com/taianedasilva/37w3671d7kidklk</link>
      <description>Trabalho desenvolvido por Bianca de Oliveira Brancher, Danyelle de Mello, Taiane da Silva e Vinicius Bitencourt Dockhorn.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-09 04:50:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Esclerose Múltipla</title>
         <author>taianedasilva</author>
         <link>https://padlet.com/taianedasilva/37w3671d7kidklk/wish/1398668486</link>
         <description><![CDATA[<div>RESUMO<br>Esclerose múltipla é uma doença crônica que<br>afeta o sistema nervoso, causando destruição<br>da mielina, proteína fundamental na transmissão<br>do impulso nervoso. Embora as características<br>clínicas sejam bem conhecidas, os aspectos<br>etiológicos continuam alvo de exaustivos es-<br>tudos. Com o aprofundamento dos conheci-<br>mentos imunopatológicos, têm-se ampliado as<br>perspectivas terapêuticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 04:54:55 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento</title>
         <author>taianedasilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não se conhece uma cura para a doença, porém existem tratamentos que podem reduzir a chance de sequelas.<br>O tratamento é realizado de duas maneiras: o <strong>tratamento agudo do surto</strong> e o <strong>tratamento crônico com Drogas Modificadoras da Doença (DMD).</strong> <br><br><strong>Tratamento agudo<br></strong><br></div><div>É usado para tratar surtos da doença, que geram sintomas que julgamos potencialmente incapacitante para o paciente. Quanto antes a identificação do surto, maior o sucesso em reversão total do sintoma. Geralmente, é usado corticoide endovenoso em dose alta (metilprednisona), por 3 a 5 dias, dependendo da taxa de resposta. Em casos de surtos graves, com pouca recuperação com o corticoide, podemos optar pela realização de plasmaférese (procedimento que filtra o sangue e reduz o processo inflamatório) e, em eventuais casos, a imunoglobulina humana endovenosa.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Drogas Modificadoras da Doença<br></strong><br></div><div>Consistem em medicações usadas de forma contínua e que possuem o objetivo de reduzir a taxa anual de surtos, a progressão da doença e a carga de lesões vistas em estudo de ressonância magnética de crânio e coluna. Existem 3 grupos de medicações aprovadas mundialmente, classificados conforme o modo de administração.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-09 05:11:04 UTC</pubDate>
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         <title>Drogas Modificadoras da Doença</title>
         <author>taianedasilva</author>
         <link>https://padlet.com/taianedasilva/37w3671d7kidklk/wish/1398704243</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>DMD injetáveis:<br></strong><br></div><div><strong>Interferons</strong>: Foram as primeiras medicações aprovadas no Brasil, no ano de 1996. São medicações aplicadas de forma intramuscular ou subcutânea, em dias alternados ou a cada semana (dependendo do tipo de Interferon). Estas medicações possuem uma segurança maior, porem uma eficácia moderada (previne 1 a cada 3 surtos). O perfil de efeitos colaterais possíveis varia desde reações cutâneas nos locais de aplicação, até sintomas gripais e depressão.<br><br></div><div><strong>Acetato de Glatirâmer</strong>: Aprovado no Brasil em 1998, o Glatirâmer é uma medicação aplicada de forma subcutânea, diariamente. Como os Interferons, possuem bom perfil de segurança, porem eficácia moderada (previne 1 a cada 3 surtos). O efeito colateral mais comum é reação cutânea nos locais de aplicação. É uma medicação considerada segura para uso durante a gestação ou amamentação.<br><br></div><div><strong>DMD orais:<br></strong><br></div><div><strong>Teriflunomida</strong>: Trata-se de um comprimido, tomado todos os dias, e, devido ao fato de ser administrado via oral, possui possíveis efeitos colaterais de náusea e diarreia. Os pacientes podem notar também algum grau de queda de cabelo durante o uso da teriflunomida. É uma medicação segura, porem de eficácia moderada (previne 1 a cada 3 surtos). Não pode ser usado durante a gestação em mulheres e nem em homens que estão planejamento ter um filho, devido ao risco malformações em bebês.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Fumarato de Dimetila</strong>: É uma medicação oral, tomada duas vezes ao dia, e que possui uma eficácia moderada a alta (previne 1 a cada 2 surtos). Devido a maior eficácia, em contra partida, possui um perfil de segurança um pouco menor, podendo gerar efeitos colaterais como vermelhidão pelo corpo (chamamos de <em>rash</em>), diarreia, náusea, redução dos glóbulos brancos no sangue, reações hepáticas e LEMP (infecção cerebral causada pelo vírus JC). Estes efeitos colaterais, entretanto, são raros e, dependendo do grau de atividade da Esclerose Múltipla, medicações mais eficazes são a melhor opção.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Cloridrato de Fingolimode</strong>: É uma medicação tomada uma vez ao dia e também possui eficácia moderada a alta (previne 1 a cada 2 surtos). Como efeitos colaterais, podem surgir diarreia e aumento do risco de infecções (como infecção urinária), e, raramente, efeitos cardíacos e hepáticos, redução de glóbulos brancos, infecções pelo Herpes Zoster e tumores de pele. A primeira dose oral deve sempre ser tomada em ambiente hospitalar, para realização de controle de frequência cardíaca, pressão arterial e eletrocardiograma.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Cladribina</strong>: É o mais novo tratamento para Esclerose Múltipla aprovado pela ANVISA no Brasil. Apesar de ser uma medicação oral, a Cladribina não é tomada todos os dias. É administrada em dois ciclos de 4 a 5 dias, separados por 4 semanas, que pode ser repetido em 1 ano. Possui eficácia moderada a alta (previne 1 a cada 2 surtos). Como efeitos colaterais, pode gerar dor de cabeça, infecções respiratórias ou pelo vírus Herpes Zoster, e, raramente, desenvolvimento de tumores. <br><br><strong>DMD infusionais:<br></strong><br></div><div><strong>Natalizumabe</strong>: Consiste em uma medicação infundida de forma intravenosa a cada 28 dias, em ambiente especializado. Possui uma eficácia alta (previne 2 a cada 3 surtos). Pela maior eficácia, pode gerar efeitos colaterais como mal estar durante a infusão e aumento do risco de infecções, como a LEMP (infecção cerebral causada pelo JC vírus).<br><br></div><div><strong>Alemtuzumabe</strong>: Medicação aplicada de forma intravenosa, durante 5 dias seguidos no primeiro ano e, após, por 3 dias seguidos no segundo ano. Assim como todos os infusionais, possui alta eficácia (previne 2 a cada 3 surtos). Como efeitos colaterais, podem ocorrer mal estar durante a infusão, aumento do risco de infecções, alterações de tireoide, e, raramente, aumento de risco de tumores e de outras doenças autoimunes.<br><br></div><div><strong>Ocrelizumabe</strong>: é uma medicação intravenosa, aplicada a cada 6 meses. É a única medicação, atualmente, aprovada também para o tratamento da forma Primariamente Progressiva. Possui alta eficácia (previne 2 a cada 3 surtos). Os efeitos colaterais mais comuns são mal estar durante a infusão e aumento do risco de infecções. Raramente, pode ocorrer aumento do risco de câncer de mama.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 05:15:22 UTC</pubDate>
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         <title>O portador de Esclerose Múltipla e suas formas de
enfrentamento frente à doença</title>
         <author>danyellemello</author>
         <link>https://padlet.com/taianedasilva/37w3671d7kidklk/wish/1398719863</link>
         <description><![CDATA[<div>Jean Martin Charcot foi quem descreveu a doença pela primeira vez e a chamou de esclerose em placa, registrando as áreas endurecidas espalhadas pelo Sistema Nervoso Central- SNC dos indivíduos portadores.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 05:24:45 UTC</pubDate>
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         <title>Nova descoberta é passo em frente para o tratamento da esclerose múltipla</title>
         <author>danyellemello</author>
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         <description><![CDATA[<div>A comunidade científica acredita estar mais perto de um tratamento para a esclerose múltipla, na sequência da descoberta de um tratamento que repara os revestimentos em torno dos nervos danificados pela doença.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1127904417/045d211613a46cf216e178fa800db245/Nova_descoberta___passo_em_frente_para_o_tratamento_da_esclerose_m_ltipla.PDF" />
         <pubDate>2021-04-09 05:29:56 UTC</pubDate>
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         <title>Visão Geral da Esclerose Múltipla </title>
         <author>viniciusbdockhorn</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 20:52:39 UTC</pubDate>
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         <title>Qualidade de vida da pessoa com esclerose múltipla e dos seus cuidadores</title>
         <author>viniciusbdockhorn</author>
         <link>https://padlet.com/taianedasilva/37w3671d7kidklk/wish/1409425523</link>
         <description><![CDATA[<div>resumo<br>Enquadramento: A esclerose múltipla (EM) é uma doença crónica que interfere na qualidade de vida (QV) das<br>pessoas com EM e dos cuidadores.<br>Objetivos: Avaliar a perceção da QV das pessoas com EM e dos cuidadores. Avaliar a perceção da QV das pessoas<br>com EM e dos cuidadores segundo o sexo. Comparar a QV das pessoas com EM com a dos cuidadores.<br>Metodologia: Aplicou-se um questionário sobre perfl sociodemográfco e QV&nbsp; nos 2 grupos, e<br>perfl clínico nas pessoas com EM.<br>Resultados: As pessoas com EM e os cuidadores percecionam melhor QV no domínio das Relações sociais e pior<br>no Físico. As mulheres com EM têm melhor QV, enquanto que nos cuidadores são os homens. A QV das pessoas<br>com EM é diferente da dos cuidadores, sendo estatisticamente signifcativa nos domínios QV geral-saúde (p=0,039),<br>Físico (p=0,001) e Ambiente (p=0,012).<br>Conclusão: Os resultados sugerem que as pessoas com EM têm pior QV que os cuidadores. É fundamental o planeamento de uma intervenção de enfermagem dirigida por forma a melhorar a QV de ambos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 20:57:41 UTC</pubDate>
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         <title>Classificações da Doença</title>
         <author>biabbrancher</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Esclerose Múltipla pode ser classificada de três formas:<br><br>1-&nbsp;Esclerose Múltipla Remitente-Recorrente: mais comum, ocorrendo em cerca de 90% dos casos. É o padrão que inicia com ocorrência de exacerbações ou surtos. Os surtos consistem em surgimento de um sintoma neurológico focal compatível com a doença (perda de visão, perda de força em um membro, um lado do corpo ou ambas as pernas, formigamentos, tontura intensa, incontinência urinária), que ocorre de forma súbita ou rapidamente progressiva, com duração de pelo menos 24 horas e que não seja acompanhado de febre. Este surto, caso não seja adequadamente tratado, pode gerar sequelas para o paciente.<br><br>2-&nbsp;Esclerose Múltipla Secundariamente Progressiva: é na verdade uma “continuação” do padrão Remitente-Recorrente. Pacientes que iniciam a doença com ocorrência de surtos, após alguns anos, terão progressão lenta de sintomas, como dificuldade para caminhar e dificuldade cognitiva, sem a ocorrência de surtos propriamente ditos. Chamamos isso de fase progressiva.<br><br>3-&nbsp;Esclerose Múltipla Primariamente Progressiva: em 10% dos pacientes, a doença não se manifesta inicialmente com surtos. Neste padrão, o paciente nota surgimento de sintomas neurológicos, como dificuldade para caminhar, de forma lentamente progressiva, já desde o início.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-13 17:18:17 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretação de exames</title>
         <author>biabbrancher</author>
         <link>https://padlet.com/taianedasilva/37w3671d7kidklk/wish/1414380497</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 00:14:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>taianedasilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Deixe seu comentário abaixo ⬇️</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 01:33:50 UTC</pubDate>
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