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      <title>Esquizofrenia- o papel do ambiente e da genética by Inês Carvalho</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-24 15:21:38 UTC</pubDate>
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         <title>Esquizofrenia, o que é?</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3220765145</link>
         <description><![CDATA[<p>fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=K2sc_ck5BZU&amp;list=PLhqNbNAgapWvhEKAXBi3eAUUtWzuKRDLn&amp;index=6">What is schizophrenia? - Anees Bahji</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-17 17:53:01 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre esta psicopatologia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3220771812</link>
         <description><![CDATA[<p>fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=PURvJV2SMso">Esquizofrenia - causas, sintomas, diagnóstico, tratamento e patologia</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/484289122/79f0588ef605779e89f04c991844ae5c/httpswwwyoutubecomwatchvpurvjv2smso.mp4" />
         <pubDate>2024-11-17 18:03:47 UTC</pubDate>
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         <title>Medicação na esquizofrenia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230385471</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Aqui estão alguns pontos que emergem no decorrer do texto:</strong></p><p><strong>Heterogeneidade da esquizofrenia</strong></p><p>A esquizofrenia é uma condição com diferentes apresentações clínicas: sintomas positivos (alucinações, delírios), negativos (apatia, isolamento) e cognitivos (défice de memória, atenção). Isso exige que o tratamento seja personalizado, considerando as necessidades específicas de cada paciente em diferentes pontos da doença.</p><p><strong>Centralidade dos antipsicóticos</strong></p><p>Embora os antipsicóticos sejam essenciais, a sua eficácia varia conforme o tipo de sintoma. Eles são eficazes na redução dos sintomas positivos, porém têm um impacto limitado nos sintomas negativos e quase nenhum efeito sobre os sintomas cognitivos. Isso aponta para uma lacuna na clínica e destaca a necessidade de pesquisas voltadas para o desenvolvimento de tratamentos mais abrangentes.</p><p><strong>Importância de um tratamento individual</strong></p><p>O texto critica a classificação típica ou atípica dos antipsicóticos como ultrapassada, ressaltando que há diferenças significativas dentro de cada grupo. A escolha do medicamento ideal depende de fatores clínicos e farmacológicos.</p><p><strong>Adjuvantes</strong></p><p>A administração de medicamentos auxiliares, como antidepressivos ou ansiolíticos, deve ser avaliada com cuidado, avaliando os benefícios e riscos. Esses adjuvantes podem ajudar a gerir estados depressivos ou ansiosos, mas não devem substituir a abordagem central com antipsicóticos.</p><p><strong>Integração de terapias não farmacológicas</strong></p><p>Embora haja um reconhecimento da relevância de intervenções psicológicas e sociais, o artigo reforça que só são eficazes quando combinadas com uma farmacoterapia adequadamente ajustada.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22184193/" />
         <pubDate>2024-11-22 18:38:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O &quot;tratamento&quot; da esquizofrenia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230385875</link>
         <description><![CDATA[<p>Um ponto destacado é a baixa adesão ao tratamento. Isso implica que, além da eficácia farmacológica, é necessário investir em estratégias que melhorem a aceitação do tratamento por parte dos pacientes. Isso pode incluir educação sobre a doença, envolvimento familiar e comunicação empática entre médicos e pacientes.</p><p>O texto ressalta ainda, que o tratamento eficaz da esquizofrenia vai além dos medicamentos, exigindo intervenções psicossociais como uma parte essencial.</p><p>O <em>abstract</em> sugere que a ideia de que a reabilitação, combinada com medicamentos iniciados precocemente, pode levar a resultados positivos, não se trata apenas de controlar sintomas, mas de ajudar o paciente a alcançar a maior independência, integração social e satisfação pessoal possível.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22735371/" />
         <pubDate>2024-11-22 18:39:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Medicação antipsicótica para esta condição</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230386158</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto sublinha que as diretrizes que determinam o tratamento da esquizofrenia recomendam geralmente o uso de antipsicóticos em monoterapia.</p><p>Embora a monoterapia seja o padrão, o abstract reconhece que a combinação de antipsicóticos pode ser uma alternativa em casos de resistência ao tratamento. Isto ressalta a complexidade da esquizofrenia e a necessidade de flexibilidade no manejar clínico, especialmente em pacientes que não respondem a uma única medicação.</p><p>Há uma discrepância entre a prática clínica e a literatura científica: o uso combinado de antipsicóticos é comum na prática, mas os dados de eficácia e segurança disponíveis ainda são limitados. Isso sugere que muitas decisões clínicas nessa área dependem mais da experiência do médico do que de evidências cientificas, destacando a necessidade de mais pesquisas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22987732/" />
         <pubDate>2024-11-22 18:39:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O conhecido e o desconhecido na influência ambiental da esquizofrenia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230387432</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo discute as possíveis influências ambientais no desenvolvimento da esquizofrenia, considerando-as como fatores que podem contribuir para o início da doença, mas que ainda carecem de evidências.</p><p>Há um destaque na dificuldade que é identificar<strong> </strong>uma causa única ou fatores ambientais consistentes que levem à doença visto que, esta parece surgir de uma interação complexa entre predisposição genética e fatores ambientais, mas nenhum fator isolado mostrou ser necessário ou suficiente para desencadear a condição. Isto prova a natureza multifatorial da esquizofrenia, que varia entre indivíduos.</p><p>Há uma exploração de diversos fatores ambientais que podem estar associados com esta psicopatologia, como: a época e local de nascimentos pois, há uma correlação entre nascimentos em períodos de inverno e primavera com um maior risco de esquizofrenia, sugerindo que estas estações estão possivelmente relacionadas a infeções ou falta de nutrientes; a urbanização sendo que, pessoas nascidas em áreas urbanas tem um maior risco associado talvez devido ao stress; existem taxas mais elevadas de esquizofrenia entre imigrantes o que sugere que a discriminação e a exclusão social podem ser fatores de risco; ainda, complicações a nível pré-natal ou até no parto podem alterar o neurodesenvolvimento.</p><p>Do ponto de vista clínico, o artigo sugere cuidado ao interpretar exposições ambientais na história do paciente, uma vez que muitos fatores ainda não podem ser considerados relacionados causalmente. No entanto, a pesquisa aponta para a necessidade de estudos maiores e mais rigorosos para melhor entender os mecanismos de uma forma mais rigorosa.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cambridge.org/core/journals/advances-in-psychiatric-treatment/article/environmental-influences-in-schizophrenia-the-known-and-the-unknown/067063471E0FA55C9D8B886E87F37C84" />
         <pubDate>2024-11-22 18:40:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A genética da esquizofrenia e as suas implicações</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230396218</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo apresenta a esquizofrenia como um transtorno neuropsiquiátrico complexo com base genética significativa, mas multifatorial. Ele explora como variantes genéticas comuns e raras contribuem para o risco, além de destacar a importância de interações entre genes e ambiente.</p><p>Ainda, aborda os avanços no estudo da genética da esquizofrenia, destacando a complexidade multifatorial dessa condição. Ele enfatiza a importância de estudos genómicos para identificar variações genéticas que aumentam o risco, especialmente através de métodos como estudos de associação do genoma completo (GWAS). Além disso, discute os desafios éticos e clínicos relacionados à aplicação dessas descobertas na medicina.</p><p>Alguns desafios éticos abordados relativamente à pesquisa genética sobre a esquizofrenia incluem: o estigma que a identificação de fatores genéticos pode fazer aumentar, visto que pode afetar a integração social de indivíduos diagnosticados ou com predisposição genética; é possível também haver uma falta de confidencialidade e discriminação, tendo acesso a estes resultados, dificultando o acesso a seguros ou empregos; por fim, como interpretar e usar dados genéticos em diagnósticos e tratamentos sem reforçar desigualdades no sistema de saúde.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3433970/" />
         <pubDate>2024-11-22 18:48:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Em que é que a genética impacta esta patologia?</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230397245</link>
         <description><![CDATA[<p>fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=K2sc_ck5BZU&amp;list=PLhqNbNAgapWvhEKAXBi3eAUUtWzuKRDLn&amp;index=6">https://www.youtube.com/watch?v=K2sc_ck5BZU&amp;list=PLhqNbNAgapWvhEKAXBi3eAUUtWzuKRDLn&amp;index=6</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 18:49:52 UTC</pubDate>
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         <title>Em que é que o ambiente impacta esta patologia?</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230398815</link>
         <description><![CDATA[<p>fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=K2sc_ck5BZU&amp;list=PLhqNbNAgapWvhEKAXBi3eAUUtWzuKRDLn&amp;index=6">https://www.youtube.com/watch?v=K2sc_ck5BZU&amp;list=PLhqNbNAgapWvhEKAXBi3eAUUtWzuKRDLn&amp;index=6</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 18:51:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fatores ambientais de risco para a esquizofrenia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230399142</link>
         <description><![CDATA[<p>Este artigo resume as variações na incidência da esquizofrenia em populações geneticamente homogéneas, destacando a influência de fatores ambientais. &nbsp;</p><p>Por um lado, identifica fatores como urbanidade, migração, uso de cannabis, traumas na infância, agentes infeciosos, complicações obstétricas e fatores psicossociais, e como tais atuam. Seguidamente, analisa oito fatores de risco principais, detalhando sua importância, os seus períodos vulneráveis e o nível de evidência disponível. Alguns fatores, como cannabis, têm influência direta, enquanto outros, como complicações obstétricas, incluem vários subfatores. Ainda,<strong> </strong>identifica limitações, como a generalização de resultados devido à localização geográfica das populações estudadas e a falta de mecanismos claros. Por fim, destaca a necessidade de mais estudos, mencionando o projeto europeu EU-GEI, que procura explorar interações gene-ambiente em diferentes contextos sociogeográficos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23177330/#:~:text=Various%20environmental%20factors%20such%20as%20urbanicity%2C%20migration%2C%20cannabis%2C,been%20associated%20with%20the%20risk%20of%20developing%20schizophrenia." />
         <pubDate>2024-11-22 18:52:07 UTC</pubDate>
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         <title>O papel da epigenética no estudo da esquizofrenia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230400182</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo explora as causas da esquizofrenia, destacando a dificuldade de confirmar o papel de fatores ambientais como o uso de drogas ou stress, porque os estudos tradicionais apresentam limitações, visto que não têm em conta que os fatores genéticos podem interferir nos resultados.</p><p>O artigo sugere que a epigenética – o estudo de como os genes são ativados ou desativados sem alterar a sequência do DNA – pode ajudar a entender melhor estes mecanismos. A epigenética mostra que fatores como alimentação, drogas e stress podem modificar a expressão dos genes, e isso pode estar relacionado com a gravidade e desenvolvimento da esquizofrenia. Por exemplo, uma dieta rica em certos nutrientes pode influenciar a forma como os genes funcionam, afetando a saúde mental.</p><p>O texto também põe em causa a ideia de que diferenças entre gémeos idênticos seriam causadas apenas pelo ambiente. Em vez disso, sugere que mudanças aleatórias nos padrões epigenéticos podem ser mais importantes do que imaginávamos.</p><p>A mensagem principal é que a epigenética pode ser uma ferramenta poderosa para estudar a esquizofrenia, bem como outras psicopatologias, combinando fatores herdados (genéticos) e adquiridos (ambientais) numa visão mais completa. Além disso, novas tecnologias podem ajudar a identificar e entender melhor estas mudanças epigenéticas, o que poderia levar a tratamentos mais eficazes futuramente.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2632494/" />
         <pubDate>2024-11-22 18:53:12 UTC</pubDate>
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         <title>A neurociência da esquizofrenia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230401396</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.bing.com/videos/riverview/relatedvideo?q=skizofrenia+the+influence+of+the+environment&amp;mid=A0DCB969874DAE2E02ADA0DCB969874DAE2E02AD&amp;FORM=VIRE" />
         <pubDate>2024-11-22 18:54:39 UTC</pubDate>
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         <title>Como é ter esquizofrenia- simulações </title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230457128</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.bing.com/videos/riverview/relatedvideo?q=skizofrenia%20the%20influence%20of%20the%20environment&amp;mid=C75EA1347631CC97951BC75EA1347631CC97951B&amp;ajaxhist=0" />
         <pubDate>2024-11-22 19:49:52 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Os genes da esquizofrenia&quot;</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230457750</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo discute os avanços na genética molecular da esquizofrenia, tendo em conta a contribuição significativa tanto de fatores genéticos quanto ambientais. Este destaca as dificuldades em identificar genes causais devido à natureza multifatorial da transmissão genética e ao impacto que cada gene suscetível exerce na predisposição à doença.</p><p>Contribuição Genética:</p><p>Estudos familiares, de gémeos e de adoção indicam uma forte influência genética (60%–80% de herdabilidade). Contudo, a transmissão não segue os padrões mendelianos clássicos. A hipótese mais aceite é de um mecanismo poligénico, com interação entre múltiplos genes e fatores não genéticos, como infeções virais durante a gestação ou trauma ao nascimento.</p><p>Métodos de Análise Genética:</p><p>Técnicas como análise de ligação (linkage analysis), estudos de associação e mapeamento de desequilíbrio de ligação (LD mapping) têm sido altamente utilizadas. A tecnologia de microarrays e os estudos de associação ampla do genoma (GWAS) estão a permitir a identificação de novos genes e vias moleculares.</p><p>Genes candidatos identificados:</p><p>Genes como NRG-, DTNBP1, COMT, RGS-4 foram associados à esquizofrenia. A relevância funcional desses genes inclui papéis em neuro transmissão dopaminérgica e glutamatérgica, desenvolvimento neuronal e resposta ao stress oxidativo.</p><p>Desafios e limitações:</p><p>A falta de marcadores biológicos claros e a heterogeneidade clínica dificultam a replicação de achados genéticos. Bem como estudos menores com um poder estatístico limitado que dificilmente permitem detetar efeitos genéticos significativos.</p><p>Direções Futuras:</p><p>O projeto HapMap e tecnologias emergentes prometem identificar mais genes suscetíveis e explorar a significância funcional das variações genéticas. A integração de estudos genéticos com dados de neuroimagem e medidas neuropsicológicas pode avançar na compreensão dos traços relacionados à vulnerabilidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3433970/" />
         <pubDate>2024-11-22 19:50:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Descobertas genómicas na esquizofrenia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230459064</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo aprofunda as descobertas genéticas recentes da esquizofrenia, destacando a sua natureza poligénica, ou seja, muitas variantes contribuem com pequenos efeitos acumulativos. Embora se tenham identificado alguns loci específicos e mecanismos associados, como disfunções sinápticas e neuronais, apenas 40% da herdabilidade é explicada.</p><p>Também são discutidas implicações evolutivas, como a persistência de variantes prejudiciais devido a mutações de novo, e a relação com outros transtornos psiquiátricos, como bipolaridade e transtornos do neurodesenvolvimento. Este artigo fala ainda de alguns desafios clínicos como a eurocentricidade nos estudos genómicos que limita o impacto global dessas descobertas, reforçando a necessidade de maior diversidade populacional em pesquisas, a heterogeneidade desta condição visto que, há um grande espetro de sintomas tornando mais difícil a identificação de biomarcadores e estratégias terapêuticas personalizadas. Por fim, os antipsicóticos atuais têm limitações significativas, especialmente para sintomas negativos, e cerca de 30% dos pacientes não respondem adequadamente.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nature.com/articles/s41380-023-02293-8" />
         <pubDate>2024-11-22 19:51:47 UTC</pubDate>
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         <title>O que sabemos sobre os genes da esquizofrenia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230459345</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo aborda os avanços e desafios da pesquisa genética no estudo da esquizofrenia. Estes são os pontos principais de enfoque:</p><p>Em primeiro lugar, pesquisas revelaram que múltiplos genes contribuem para a suscetibilidade à esquizofrenia e, muitas vezes, também para outros transtornos psiquiátricos. De seguida, o desenvolvimento de tecnologias como os GWAS permitiram identificar variações genéticas associadas à esquizofrenia como DISC1, ZNF804A, MIR137, que apesar de terem sido associados à doença, explicam apenas uma pequena fração do risco genético. Ainda, interações gene-ambiente e estudos de variações estruturais do DNA, como as variações no número de cópias (CNVs), estão a ganhar popularidade. Além disso, toda esta pesquisa genética está igualmente a ser usada para entender melhor diferentes tipos de respostas a medicação antipsicótica, de maneira a ser possível haver uma personalização de tratamentos para diminuir as chances de haverem efeitos colaterais. Porém, poucos marcadores genéticos, foram validados. Por fim, embora a genética tenha feito muitos progressos e ajudado a compreender melhor a biologia subjacente da esquizofrenia, o seu uso prático é muito limitado.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3892949/" />
         <pubDate>2024-11-22 19:52:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores ambientais que podem ter influência na esquizofrenia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230460081</link>
         <description><![CDATA[<p>A exposição pré-natal, complicações obstétricas, urbanização e uso de substâncias têm sido associados a um risco aumentado de esquizofrenia. No entanto, o impacto desses fatores muitas vezes apresenta tamanho de efeito pequeno e inconsistências nos estudos.</p><p>Fatores investigados:</p><p>Exposição pré-natal: Infeções virais, fome e stress materno durante a gestação foram associados a maiores riscos, com efeitos moderados.</p><p>Complicações obstétricas: Hipoxia neonatal, baixo peso ao nascer e parto prematuro mostram associações frequentes, mas muitas vezes não específicas para esquizofrenia.</p><p>Urbanização e imigração: O nascimento em áreas urbanas e a migração são destacados como fatores ambientais significativos, possivelmente ligados ao stress e à coesão social reduzida.</p><p>Substâncias: O uso de cannabis, álcool e anfetaminas pode aumentar o risco de psicose, mas a relação causal com esquizofrenia continua incerta.</p><p>Implicações Clínicas:</p><p>A identificação de genes e fatores ambientais pode levar ao desenvolvimento de intervenções mais direcionadas, como prevenção em populações de risco ou terapias ainda mais direcionadas e personalizadas. No entanto, a pequena magnitude dos efeitos identificados sugere que esforços combinados em pesquisa genética, ambiental e epigenética são necessários para realmente haverem avanços significativos.</p><p>Desafios:</p><p>Distinguir entre fatores que causam a esquizofrenia e aqueles que resultam do estágio prodrómico da doença continua a ser uma tarefa difícil.</p><p>Conclusão:</p><p>Este artigo sugere que eventos ambientais podem influenciar o desenvolvimento de cérebros vulneráveis geneticamente, reforçando a hipótese de interação gene-ambiente.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cambridge.org/core/services/aop-cambridge-core/content/view/067063471E0FA55C9D8B886E87F37C84/S1355514600001553a.pdf/environmental-influences-in-schizophrenia-the-known-and-the-unknown.pdf" />
         <pubDate>2024-11-22 19:53:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Genes e ambiente na esquizofrenia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230460454</link>
         <description><![CDATA[<p>Este artigo apresenta alguns tópicos distintos. Por um lado, enfatiza que a esquizofrenia não pode ser compreendida isolando os fatores genéticos dos ambientais, ou vice versa. Em vez disso, é necessário adotar um modelo onde ambos se influenciam mutuamente. Pesquisas sugerem que fatores genéticos podem aumentar a vulnerabilidade de um indivíduo a estímulos ambientais adversos. Por outro lado, detalha como tecnologias como GWAS revelaram variantes genéticas que contribuem para a suscetibilidade à doença, especialmente genes envolvidos no neurodesenvolvimento, sinalização sináptica e plasticidade cerebral. Ainda, aborda como fatores ambientais, como complicações obstétricas, infeções maternas, stress precoce e adversidades sociais, são consistentemente associados ao aumento do risco de esquizofrenia. Tais exposições ambientais podem influenciar a expressão génica por meio de mecanismos epigenéticos, como a metilação do DNA. Além disso, enfatiza que a interação gene-ambiente tem implicações diretas na clínica da esquizofrenia. Isto pode levar a melhores práticas de triagem para identificar indivíduos em risco, bem como intervenções terapêuticas que integram cuidados médicos, psicológicos e sociais. Por fim, o artigo sugere que avanços na epigenética, biologia de sistemas e inteligência artificial podem revolucionar a pesquisa sobre a esquizofrenia. A integração de grandes bases de dados genómicos e ambientais pode ajudar a construir modelos mais precisos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 19:53:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Interações genéticas e ambientais nesta condição</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230460947</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Este artigo reflete sobre alguns tópicos:</strong></p><p><strong>Complexidade das Interações</strong>:<br>Neste há um reforço de como os fatores genéticos isolados explicam apenas parcialmente a predisposição para a esquizofrenia, com as interações ambientais a desempenhar um papel fundamental. Fatores como infeções pré-natais, consumo de substâncias e stress social, quando combinados a predisposições genéticas específicas, potenciam o risco de desenvolvimento da doença. Esta abordagem multicausal é crucial para entender condições neuropsiquiátricas complexas.</p><p><strong>Contribuições dos Modelos Animais</strong>:<br>O uso de modelos genéticos de camundongos permite investigar interações específicas, como as associadas ao gene DISC1 ou ao neuregulina-1 (NRG1). Esses estudos elucidam como situações ambientais em fases críticas do desenvolvimento interagem com vulnerabilidades genéticas para afetar circuitos cerebrais e comportamentos relacionados à esquizofrenia. Embora não repliquem completamente a condição humana, são ferramentas valiosas para entender mecanismos subjacentes.</p><p><strong>Interação entre fatores</strong></p><p>Ainda, destaca que avanços genéticos enfrentam desafios para serem traduzidos em tratamentos eficazes. Por exemplo, as interações entre genes e fatores ambientais resultam num fenótipo diverso e dependente de contexto, dificultando a identificação de alvos terapêuticos universais. A necessidade de estratégias preventivas também é enfatizada, como a intervenção precoce em indivíduos com alto risco baseado em marcadores genéticos e ambientais.</p><p><strong>Limitações e perspetivas futuras</strong>:<br>Apesar das descobertas, o artigo reconhece limitações, como a dificuldade de modelar a esquizofrenia em organismos simples e a escassez de dados que considerem a poligeneidade da doença.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 19:54:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Será que a interação de fatores genéticos e ambientais impacta a esquizofrenia?</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3230461991</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://study.com/academy/lesson/genetic-and-environmental-influences-of-schizophrenia-causes-and-effects.html" />
         <pubDate>2024-11-22 19:55:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Será que sabes o que é a esquizofrenia?</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3231543225</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-24 13:20:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Exemplo do desenho animado &quot;Phineas and Ferb&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3233416419</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste documento encontra-se uma pequena reflexão sobre a representação de sintomas do espetro da esquizofrenia na mídia e o estigma que normalmente o acompanha, mais especificamente no desenho animado "Phineas e Ferb".</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3134705838/a518c1d6685c9e112a3afd5599d60c98/An_lise_da_esquizofrenia_e_a_sua_representa__o_na_cultura_pop.docx" />
         <pubDate>2024-11-25 17:32:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A evolução do conceito &quot;esquizofrenia&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3233416879</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta composição descreve a linha do tempo, a evolução do conhecimento e diagnóstico da esquizofrenia. </p><p>Também aborda como o zeitgeist da época afeta a visão e os tratamentos disponibilizados para pessoas que se viam enquadradas neste diagnóstico.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3127155095/47b9ff007ca98a44b547c77a999b340f/esquizofrenia.pdf" />
         <pubDate>2024-11-25 17:32:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão e crítica sobre o filme &quot;Uma Mente Brilhante&quot;</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3248708148</link>
         <description><![CDATA[<p>Este filme leva o espectador numa viagem desde os anos de juventude de John Nash, uma figura que transformou o campo da matemática, até o momento em que ele é premiado com um prémio Nobel. O filme destaca-se visto que apresenta a perspetiva de Narsh detalhando a sua visão da realidade e enfatizando a sua luta com a esquizofrenia. Ainda, aborda a jornada de superação e adaptação do personagem. Esta obra cinematográfica é baseada no verdadeiro matemático John Narsh porém, faz algumas concessões para tornar a história mais apetecível para o público, omitindo alguns aspetos mais controversos da sua vida.</p><p>Os principais focos da intriga são a luta de Narsh e o estigma que sofre pelas suas particularidades, o papel fulcral do apoio incondicional, neste caso por parte da mulher do personagem principal e, por fim, a revolução no campo da matemática por Nash.</p><p>Um outro facto muito interessante sobre “Uma Mente Brilhante” é que a esquizofrenia de Narsh foi apenas revelada no final da narrativa o que permitia uma imersão ainda mais profunda nas perceções distorcidas do protagonista. Para além disso, o intérprete de Narsh faz o público captar a complexidade emocional do personagem e para além disso faz com que consigamos quase que entrar na mente do mesmo enfrentando também o espectador a batalha contra a sua própria mente.</p><p>Apesar de tudo, existem algumas lacunas na representação desta psicopatologia. Como referido anteriormente existe algumas omissões às partes mais controversas do matemático, como o seu comportamento errático e dificuldades interpessoais apenas para aderir às massas, o que não perfaz uma representação correta da condição. Ainda, o filme romantiza a experiência de Narsh visto que, na realidade este enfrentou muito mais dificuldades do que o retratado, como problemas com medicação, hospitalizações frequentes, etc. Um outro aspeto negativo é a inconsistência clínica, visto que alucinações tão detalhadas estão geralmente associadas a outro tipo de transtornos, como a psicose, por exemplo. Ainda, o filme retrata que o protagonista decidiu lidar com a condição sem medicação o que sugere uma falsa verdade que "basta ignorar os sintomas" para superar o transtorno, o que não reflete a realidade do tratamento, sendo que na prática esta patologia requer acompanhamento contínuo.</p><p>Por fim, este filme contribui para uma discussão mais aberta sobre a saúde mental e funciona como um meio para educar a população através dos mídia, visto que permite um vínculo emocional forte com o personagem.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/q8vUMD1f0ss?si=QsgPLn9koFRLEyj1" />
         <pubDate>2024-12-05 19:56:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>será que percebes as influências genéticas da esquizofrenia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3252713967</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 15:38:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Será que sabes quais são as implicações ambientais da esquizofrenia?</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3252731949</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://quizizz.com/admin/quiz/67570f3c51b05f5c5280783f" />
         <pubDate>2024-12-09 15:50:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Será que entendes todas as implicações em que a genética e o ambiente influenciam esta patologia?</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3252756634</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://quizizz.com/admin/quiz/675712edc52eab157092e8a5" />
         <pubDate>2024-12-09 16:08:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Será que entendes todas as implicações da medicação desta psicopatologia</title>
         <author>mimonteirocarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3252770674</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 16:19:16 UTC</pubDate>
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         <title>Relação entre esquizofrenia e doenças virais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3254485880</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar de parecerem conceitos distantes estudos recentes apontam que pode existir uma correlação aparente entre os efeitos da esquizofrenia e do Covid-19.</p><p>Análise da assinatura proteica cerebral sugere que ambas as doenças possam ter consequências similares no cérebro, como por exemplo no envelhecimento, e também a nível metabólica.</p><p>Esta descoberta revela potencial futuro, de forma que o conhecimento existente atualmente para ambas as doenças podem ajudar na compreensão da outra.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/covid-19-pode-impactar-o-cerebro-de-forma-semelhante-a-esquizofrenia-diz-estudo/" />
         <pubDate>2024-12-10 17:37:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mimonteirocarvalho/37i5dqstqewo0jyf/wish/3255559744</link>
         <description><![CDATA[<p>Este trabalho foi realizado pelas alunas:</p><p>Carla Eduarda a111270</p><p>Maria Inês Carvalho a111098</p><p>Matilde Brito a110411</p><p>Matilde Antunes a11963</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-11 11:02:39 UTC</pubDate>
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