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      <title>princípios básicos da logica computacional. by Leonardo penillo borges</title>
      <link>https://padlet.com/leonardopenilloborges/37eyy0irmqrkzbiy</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-15 17:59:33 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-08-19 06:21:13 UTC</lastBuildDate>
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         <title>oque é Logica ?</title>
         <author>leonardopenilloborges</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopenilloborges/37eyy0irmqrkzbiy/wish/2265195169</link>
         <description><![CDATA[<div>É estudo que trabalha a medida em que, ao conversar com pessoas, por escrito ou por meio da fala, não haja falha de comunicação ou má interpretação.<br><br>a partir dos vocabulários, podemos definir os tipos de lógica existentes, entre os quais estão a <strong>lógica formal</strong> e a lógica <strong>transcendental</strong>.<br><br>A lógica formal começa nos estudos de Aristóteles, na Grécia Antiga. A lógica é dita formal quando analisa e representa a forma de qualquer argumento para que possa ser considerado válido para alguma conclusão.<br><br>A <strong>lógica formal</strong> lida com as relações entre premissas e as conclusões que se chegam a partir das premissas, independentemente se a premissa é verdadeira ou falsa.<br>A lógica busca uma harmonia de raciocínio utilizando-se de argumentos para se desenvolver um raciocínio, bem como traz regras a fim de que um raciocínio encadeado corretamente possibilite conclusões verdadeiras.<br>Para se entender a lógica formal e como formamos nosso raciocínio é importante ter em mente alguns conceitos. Uma proposição é um pensamento em forma de frase declarativa. Essa proposição pode ser verdadeira ou falsa. A lógica não permite concluir se uma proposição ou afirmação é verdadeira ou falsa, ela apenas garante que, com base em premissas verdadeiras, seja possível chegar a conclusões verdadeiras.<br>Portanto, temos que as premissas podem ser verdadeiras ou falsas. Se afirmo que o céu está claro e sem nuvens, você pode olhar pela janela e concluir se a afirmação é verdadeira ou falsa. Se estiver chovendo, você dirá que minha afirmação é falsa. Por outro lado, um argumento pode ser válido ou inválido.<br><br>Exemplificando:<br><strong>Se eu afirmar (premissas):<br>Em dias sem nuvens, chove.<br>Se há chuva, João sai com seu guarda-chuva.<br>Então (conclusão):</strong> <br><em>Em um dia sem nuvens, João sairá com seu guarda-chuva.<br>A primeira premissa parece absurda ou falsa, mas caso você considere ambas verdadeiras, terá um argumento válido: a conclusão é inevitável.<br>Por isso, a análise da veracidade das premissas e a análise da validade dos argumentos são distintas. A lógica se ocupa da validade do raciocínio, a verdade das premissas deve ser decidida por outros meios.</em><br><br>A <strong>lógica transcendental </strong>é desenvolvida por toda a obra do filósofo Immanuel Kant, em especial em seu célebre livro Crítica da Razão Pura (2015). <br>Nesse livro, Kant discute que nosso conhecimento, o conhecimento humano, parte de duas fontes principais. A primeira trata da receptividade das impressões por meio de nossos sentidos; a segunda fonte é relativa à faculdade de conhecer um objeto por representações mentais, a partir do pensamento.<br>Desse modo, a <strong>lógica transcendental</strong> opera a partir das representações, dos conceitos e não das coisas em si. Trata-se de uma investigação sobre as representações a priori, as categorias, os conceitos puros em relação aos objetos, enquanto a Lógica geral se volta para a forma lógica do pensamento.<br>Kant distingue <strong>Conhecimento Empírico</strong> e<strong> Conhecimento Puro</strong>. <br><br>O <strong>Conhecimento Empírico</strong> ou conhecimento a posteriori está relacionado ao que é obtido por meio de nossos sentidos, à observação, à experimentação, com base na presença real de determinado objeto.<br>Já o <strong>Conhecimento Puro</strong>, também chamado de conhecimento a priori, é relativo à representação que não se mescla com a sensação, é puramente racional, não depende de nenhuma informação vinda de nossos sentidos.<br> <br>então para toda e qualquer questão apresentada sobre oque é a<strong> logica</strong> sobre todas as coisa, estas são as ferramentas básicas necessárias para a construção seja la de uma conversação falada ou escrita que provem de algo bem simplório regido pelo ser humano ate ao desenvolvimento de seus sistemas desde sociológico, filosófico e computacional (software).<br><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 05:40:49 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Proposição?</title>
         <author>leonardopenilloborges</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopenilloborges/37eyy0irmqrkzbiy/wish/2265206288</link>
         <description><![CDATA[<div>Proposição é um termo usado em lógica para descrever o conteúdo de asserções. Uma asserção é um conteúdo que pode ser tomado como verdade é altamente controversa entre filósofos, muitos dos quais são céticos sobre a existência de proposições.<br><br>Esses são alguns exemplos de proposições:<br><br></div><ul><li>o gato tem pelos;</li><li>o carro é veloz;</li><li>o Brasil tem mais de quinhentos anos e uma bandeira verde, amarela e azul;</li><li>todas as pessoas são mortais.</li></ul><div>O que você deve estar se perguntando é porque uma palavra a mais (proposição) que indica basicamente o mesmo que “sentença declarativa”?<br><br></div><div><strong><br>O que é uma proposição?<br></strong><br></div><div>A lógica preza por clareza e distinções conceituais são fundamentais para isso. Considere a mesma sentença declarativa dita por duas pessoas diferentes, uma gorda e outra magra:<br><br></div><ul><li>eu sou gordo.</li></ul><div>Essa sentença é verdadeira ou falsa? Se pensamos que sentenças são verdadeiras ou falsas, teremos que concluir que a frase “eu sou gordo” é verdadeira e falsa ao mesmo tempo: quando dita pela pessoa magra, falsa; pela pessoa gorda, verdadeira. O que seria uma contradição. Então, há algo expresso pela sentença, seu conteúdo, que não é equivalente à sentença, que é verdadeiro ou falso.<br><br></div><div>Então, por motivos de clareza, existe essa distinção:<br><br></div><ul><li>Sentenças declarativas são frases em uma determinada língua, gramaticalmente corretas, com um sentido.</li><li>Proposições são o conteúdo expresso por sentenças declarativas e que pode ser verdadeiro ou falso.</li></ul><div>Assim, diferentes sentenças podem expressar a mesma proposição:<br><br></div><ul><li>o carro é vermelho;</li><li>the car is red;</li><li>el coche es rojo;</li></ul><div>embora sejam sentenças diferentes, inclusive em outra língua, exprimem a mesma proposição – se uma é verdadeira, todas são.<br><br></div><div>E a mesma sentença declarativa pode expressar diferentes proposições:<br><br></div><ul><li>Eu vivo em uma casa longe do centro da cidade.</li></ul><div>Quando afirmado por pessoas diferentes, essa mesma sentença expressa proposições diferentes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 05:58:12 UTC</pubDate>
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         <title>O que são Premissas?</title>
         <author>leonardopenilloborges</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopenilloborges/37eyy0irmqrkzbiy/wish/2265210509</link>
         <description><![CDATA[<div>As <strong>premissas</strong> são sentenças consideradas como verdades que não podemos necessariamente comprovar, pois elas dependem de fatores externos. Podemos, por <strong>exemplo</strong>, considerar como <strong>premissa</strong> do projeto Construção de um prédio a seguinte frase: “Não irá faltar operário durante a obra”.<br><strong><br>Para ilustrar, seguem outros exemplos de premissas, em diferentes tipos de projeto:<br></strong><br></div><ul><li>Em projetos de desenvolvimento de software (caso o gerente tenha a opção), escolher determinada linguagem de programação, mesmo sabendo que não é padrão de mercado.</li><li>Em projetos de engenharia civil, determinar um tipo específico de revestimento, caso o cliente não tenha imposto alguma <a href="https://netproject.com.br/blog/o-que-sao-restricoes-em-projetos/">restrição</a>.</li><li>Ao planejar uma festa de confraternização, optar por uma área ao ar livre mesmo sabendo que, para o mês do evento, as chances de chuva são grandes.</li><li>Ao planejar a próxima viagem de final de ano da família, definir a região Nordeste como alvo, já que a esposa não definiu preferências.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 06:04:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leonardopenilloborges/37eyy0irmqrkzbiy/wish/2265210509</guid>
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         <title>O que são Argumentos?</title>
         <author>leonardopenilloborges</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopenilloborges/37eyy0irmqrkzbiy/wish/2265210956</link>
         <description><![CDATA[<div>Um <strong>argumento</strong> é um conjunto de proposições que utilizamos para justificar (provar, dar razão, suportar) algo. A proposição que queremos justificar tem o nome de conclusão; as proposições que pretendem apoiar a conclusão ou a justificam têm o nome de premissas.&nbsp;<br><br>Será que essa afirmação é verdadeira? Vejamos algumas proposições importantes para chegarmos a uma conclusão:<br><br></div><ul><li><strong>P</strong><strong><sub>1</sub></strong><strong>:</strong> A região Sudeste é uma região do território brasileiro;<br><br></li><li><strong>P</strong><strong><sub>2</sub></strong><strong>: </strong>O estado de São Paulo pertence à região Sudeste;<br><br></li><li><strong>P</strong><strong><sub>3</sub></strong><strong>: </strong>A cidade de São Paulo está dentro do estado de São Paulo.<br><br></li></ul><div>Se a cidade de São Paulo está dentro do estado de São Paulo, então ela pertence à região Sudeste e, por consequência, está no território brasileiro. Logo a cidade de São Paulo pertence ao Brasil.<br><br></div><div>Após analisarmos todas as afirmações, é possível confirmar que a cidade de São Paulo realmente pertence ao Brasil. Mas só foi possível constatarmos a veracidade dessa afirmação após a análise das proposições <em>P</em><em><sub>1</sub></em>, <em>P</em><em><sub>2</sub></em> e <em>P</em><em><sub>3</sub></em>. No estudo da lógica matemática, essas proposições são conhecidas como <strong>premissas</strong>. A partir dessas premissas, chegamos a uma <strong>conclusão</strong>, que pode ser identificada como <em>Q</em>. Podemos agora definir <em>“argumento”. Uma sequência de premissas que levam a uma conclusão é conhecida como </em><strong><em>argumento</em></strong>.<br><br></div><div>Um argumento constituído por premissas <em>P</em><em><sub>1</sub></em>, <em>P</em><em><sub>2</sub></em>,..., <em>P</em><em><sub>n</sub></em><em> </em>e com uma conclusão <em>Q<br></em><br></div><div>Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)<br><br></div><div>pode ser representado da seguinte forma:<br><br></div><div><strong><em>P</em></strong><strong><em><sub>1</sub></em></strong><strong>, </strong><strong><em>P</em></strong><strong><em><sub>2</sub></em></strong><strong>,..., </strong><strong><em>P</em></strong><strong><em><sub>n</sub></em></strong><strong><em> </em></strong><strong>? Q<br></strong><br></div><div>Um argumento só será considerado <strong>válido</strong> se todas as premissas tiverem o valor lógico V, o mesmo da conclusão. Portanto, podemos afirmar que um argumento será válido se todas as premissas forem verdadeiras e levarem a uma conclusão também verdadeira. Um argumento não válido é conhecido como <strong>sofisma</strong> ou <strong>falácia</strong>.<br><br></div><div>Vejamos alguns exemplos:<br><br></div><ol><li>Toda leão é um felino;<br><br></li><li>Nenhum felino nasce do ovo;<br><br></li><li>Nenhum leão nasce do ovo;<br><br></li></ol><div>Temos então composto um argumento, em que as afirmações 1 e 2 são as premissas e a afirmativa 3 é a conclusão. Podemos concluir que esse é um argumento válido. Vamos analisar outro exemplo:<br><br></div><ol><li>Em minha escola há meninos e meninas;<br><br></li><li>Existem meninos que não gostam de estudar;<br><br></li><li>Existem meninos da minha escola que não gostam de estudar.<br><br></li></ol><div>Temos um argumento em que as afirmações 1 e 2 são as premissas e a afirmativa 3 é a conclusão. Mas a conclusão não é verdadeira, pois não temos premissas que validem a conclusão. Portanto, esse argumento não é válido e trata-se de um sofisma, ainda que o conteúdo seja verdadeiro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 06:05:26 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Silogismo?</title>
         <author>leonardopenilloborges</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopenilloborges/37eyy0irmqrkzbiy/wish/2265212764</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Silogismo</strong>, que tem origem na palavra grega syllogismos (“conclusão” ou “inferência”), é uma forma de raciocínio baseada na dedução. Esta linha de pensamento, criada pelo filósofo Aristóteles, utiliza duas preposições iniciais para se chegar a uma terceira, que no caso é a conclusão.<br><br>O silogismo é uma forma de raciocínio dedutivo, vai do geral para o particular, isto é, a partir de uma totalidade portadora de atributos, tira-se uma verdade que é aplicada a todos os seus componentes, para se afirmar ou negar que a outra parte possui ou não as mesmas características inerentes ao todo.<br><br>É constituído de três termos que compõem 3 proposições distintas: uma premissa maior, uma menor e uma conclusão – essencial para estabelecer a relação lógica entre as premissas anteriores. Avaliando esse raciocínio lógico (silogismo categórico), temos como exemplo:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; “Todos os homens são mortais.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Sócrates é homem,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Logo, Sócrates é mortal.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 06:08:20 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Falácia?</title>
         <author>leonardopenilloborges</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopenilloborges/37eyy0irmqrkzbiy/wish/2265213287</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Falácia é a</strong> construção de uma ideia que aparenta uma lógica <strong>e</strong> veracidade, mas possui um ponto que o torna falso <strong>e</strong> falho. Em termos aristotélicos, <strong>são</strong> enunciados falsos que simulam a verdade – também podem ser chamados de sofismas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 06:09:06 UTC</pubDate>
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         <title>O que é inferência? quais seus tipos?</title>
         <author>leonardopenilloborges</author>
         <link>https://padlet.com/leonardopenilloborges/37eyy0irmqrkzbiy/wish/2265216917</link>
         <description><![CDATA[<div>Sabemos que argumentos são raciocínios lógicos, que podem ser corretos ou incorretos. Todo raciocínio dedutivo envolve pelo menos uma premissa e uma conclusão. <br><br>Há argumentos formados por apenas uma premissa e uma conclusão. São as inferências. <strong>Inferência</strong> é um processo pelo qual, através de determinados dados, chega-se a alguma conclusão. Outros <strong>sinônimos</strong> de inferência são <strong>conclusão</strong>, <strong>implicação, ilação e consequência</strong>. Certas inferências são imediatas, são diretas. Inferência imediata é aquela na qual a conclusão surge como consequência necessária da premissa. Por exemplo, vamos considerar o seguinte enunciado:&nbsp;<br><br>Todo mamífero é vertebrado,<br><br>Vamos admitir, então, que este enunciado seja verdadeiro (e é, claro!).<br>Portanto, concluímos imediatamente que o enunciado abaixo é falso. Alguns mamíferos não são vertebrados. No caso dos mamíferos, não seria preciso estudar lógica para chegar a esta conclusão. Mas imagine uma situação em que não dominamos o conteúdo da proposição.&nbsp;<br>Por exemplo, se a proposição abaixo é verdadeira:&nbsp;<br><br>Todo S é P.&nbsp;<br><br>Então a proposição abaixo é falsa: Alguns S não são P. Isto acontece porque sempre que uma proposição do tipo A é verdadeira, uma proposição do tipo O é falsa.&nbsp;<br>Fizemos uma inferência válida. Nosso raciocínio está correto. Em outras palavras: se admitimos que a primeira proposição é verdadeira temos certeza de que a segunda é falsa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-19 06:15:44 UTC</pubDate>
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