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      <title>A Guerra Fria by </title>
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      <description>Uma tentativa de entender o conflito ideológico que dividiu o mundo. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-27 21:16:29 UTC</pubDate>
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         <title>A Corrida Espacial</title>
         <author>victoria12rosa</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772482436</link>
         <description><![CDATA[<div>A corrida espacial foi uma importante etapa na batalha ideológica que aconteceu entre EUA e URSS, onde as tentativas de aumentar suas zonas de influência chegaram até o espaço.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:24:36 UTC</pubDate>
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         <title>A Guerra Fria e a divisão do mundo</title>
         <author>julianafhoppe</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772489963</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>No pós segunda guerra, a hegemonia europeia de outrora deu lugar a uma ordem bipolar. Duas grandes potências passaram a rivalizar pela hegemonia mundial: de um lado, os Estados Unidos, do outro, a União Soviética. As duas tinham lutado juntas contra o nazifascismo, mas uma vez derrotado o inimigo em comum, as divergências de ambas ficaram latentes. Cada uma dessas potências defendia um modelo político, econômico e ideológico que deveria ser padrão para o mundo.</div><div>O planeta ficou então dividido em dois blocos: os aliados dos EUA e apoiadores do capitalismo, e os aliados da URSS adeptos ao socialismo. Para ambas potências, conquistar zonas de influência era imprescindível para garantir força e demonstrar superioridade. Por um lado, os EUA receavam o futuro incerto do capitalismo liberal e temiam que a Europa Ocidental, que terminara a segunda guerra em crise, pudesse se inclinar ao socialismo. Por isso, os EUA lançaram o Plano Marshall para reerguer as economias europeias. Assim, a potência capitalista conquistava a Europa Ocidental como aliada.</div><div>Por outro lado, a URSS também se esforçava para aumentar seus aliados e fazer frente aos EUA. O Leste Europeu ficou sob domínio soivético e recebeu ajuda econômica do Comecon (Conselho de Assistência Econômica Mútua). A Revolução Chinesa de 1949 significou um avanço do comunismo no mundo, e a recém proclamada República Popular da China recebeu ajuda técnica, científica e financeira da URSS. No entanto, é válido lembrar que a morte de Stálin e o desejo de Mao Tse Tung de criar um comunismo especificamente chinês tensionaram a relação entre os dois países, levando a um posterior rompimento. Em 1959, a Revolução Cubana associou Cuba ao regime soviético, que agora conquistava um aliado na América.&nbsp;</div><div>Mais tarde, nos anos 70, a URSS apoiou alguns movimentos de independência na África e a construção dos novos estados africanos. A derrota na guerra do Vietnã em 1975 tinha enfraquecido os EUA, ao mesmo tempo que a URSS conseguiu atrair vários regimes da África e Ásia, instalando bases militares e navais nessas regiões. Na imagem, vemos um urso com um colar com o símbolo comunista, representando a URSS. O urso está rugindo e avançando pelo globo, onde estão escritos nomes de áreas de influência soviética: Cuba, Leste Europeu, China, África, Vietnã, Afeganistão... O pequenino Tio Sam, representando os EUA, levanta as mãos amedrontado pelo avanço do comunismo e da interferência soviética.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:29:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Laika</title>
         <author>victoria12rosa</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772491284</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma etapa importante na Corrida Espacial entre EUA e URSS foi o lançamento de seres humanos para o espaço, e a União Soviética foi a pioneira nesse quesito. O primeiro ser vivo que foi lançado ao espaço foi cachorrinha Laika, em 3 de novembro de 1957. Mesmo não sendo uma missão bem-sucedida, a história desta cachorra rodou o mundo, e até hoje é lembra, seja por vídeos e fotos, seja por histórias em quadrinhos, como o exemplo acima, feito em 2007 por Nick Abadzis.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:30:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>victoria12rosa</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772492840</link>
         <description><![CDATA[<div>“-<em>Por que não tem nenhuma mulher nesta missão?<br></em><br></div><div><em>-A sua roupa é branca por que você é racista?<br></em><br></div><div><em>-Por que você diz “mankind” ?(humanidade em inglês, fazendo uma brincadeira por conta de a palavra começar com “man”, homem em inglês).<br></em><br></div><div><em>-Há algum banheiro transgênero no módulo lunar?</em>”&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>As charges têm um papel importante na hora de ilustrar críticas sobre determinado assunto, podendo ser usados tanto pela oposição quanto por aqueles que apoiam algo, e essa charge é uma amostra disso. Nela há uma crítica ao New York Times, onde um repórter do jornal questiona o astronauta sobre alguns tópicos. Obviamente essa charge é uma crítica ao jornal, talvez uma crítica militâncias atuais. Provavelmente o chargista não sabia de fato sobre o que era militância e pelo que ela luta, apenas a usou para mostrar que é um assunto “chato que problematiza tudo”, quando sabemos que não é verdade.&nbsp; &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:31:10 UTC</pubDate>
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         <title>Capitão América e o macarthismo </title>
         <author>julianafhoppe</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772494593</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1947, o presidente norte-americano Harry Truman definiu que a política externa e interna dos Estados Unidos seria organizada de modo a conter o avanço do comunismo. A partir daí, alastrou-se dentro do país uma histeria ideológica. Por meio da mídia e dos discursos políticos, o pavor da "ameaça vermelha" tomou conta da nação. Na década de 50, o senador Joseph McCarthy era o mais inflamado opositor do comunismo dentro do Congresso. O parlamentar proferiu discursos, elaborou projetos de lei e organizou comitês para perseguir comunistas, ou acusados de comunismo. Essa campanha ficou conhecida como <em>macarthismo</em>.&nbsp;</div><div>Na perspectiva do macarthismo, o comunismo era uma ação anti americana e seus adeptos eram traidores da nação. Neste contexto, vários intelectuais, artistas, políticos e cidadãos comuns foram perseguidos sob acusação de serem comunistas, embora o comunismo de fato tivesse pouca força política dentro dos EUA. &nbsp;</div><div>Na imagem, vemos a capa de uma HQ do Capitão América, publicada em 1954, época do macarthismo. O personagem tinha sido criado uma década antes, durante a Segunda Guerra Mundial. Vestindo as cores da bandeira americana e portando um escudo para defender sua pátria, o Capitão América sempre luta contra antagonistas que representam uma inversão dos valores americanos.&nbsp;</div><div>Na época de sua criação, o personagem lutava contra Hitler e o nazismo. Já durante a Guerra Fria, era o comunismo o grande vilão que ameaçava a democracia americana, pela possibilidade de “sovietizar” o estilo de vida e os ideais estadunidenses. Diante do perigo iminente, era preciso então estimular que os americanos se apegassem aos seus valores mais caros (liberdade, democracia, justiça), encarnados na figura do Capitão América, e tomassem uma posição no combate à aterrorizante conspiração comunista mundial.</div><div>Na capa da HQ, o título "Veja o Capitão América derrotar as hordas comunistas!!" convida o leitor para embarcar na aventura. Além de um soldado vestindo uniforme com a foice e o martelo, o herói americano também luta contra um monstro verde e peludo com o símbolo do comunismo. Tal representação serve para corroborar a ideia dos comunistas como seres aterrorizantes, monstruosos e perigosos, contribuindo para acirrar a neurose anticomunista dos EUA.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:32:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>É verdade?</title>
         <author>victoria12rosa</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772495587</link>
         <description><![CDATA[<div>Até hoje a ida do homem a lua é motivo de debate: será que de fato o homem pisou na lua? Realmente, a razão de nunca mais uma pessoa ter ido a lua nos leva a questionar se a viagem de fato foi verdadeira ou não, mas fica a critério de cada um acreditar se foi este evento foi verídico ou não.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:32:56 UTC</pubDate>
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         <title>O Muro de Berlim</title>
         <author>mariananduarte</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772497562</link>
         <description><![CDATA[<div>O muro de Berlim foi um dos principais símbolos da Guerra Fria – o conflito que polarizou o mundo em dois modelos econômicos: o capitalista, liderado pelos EUA, e o comunista, pela URSS.&nbsp;<br><br></div><div>A construção do muro ocorreu da noite para o dia, em 1961, e dividiu a cidade de Berlim nessas ideologias. Famílias e amigos foram separados, e seu reencontro só pôde ocorrer trinta anos depois, nos anos 1990, com a derrubada do muro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:34:10 UTC</pubDate>
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         <title>“É um pequeno passo para um homem, um grande salto para a Humanidade”</title>
         <author>victoria12rosa</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772497997</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro homem a pisar na lua aconteceu em 1969, onde a famosa Apolo 11 pousou na lua e marcou o fim da Corrida Espacial.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:34:27 UTC</pubDate>
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         <title>A corrida armamentista</title>
         <author>julianafhoppe</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772499008</link>
         <description><![CDATA[<div>A corrida armamentista foi uma das facetas da Guerra Fria. Tanto os EUA quanto a URSS passaram a investir pesadamente na produção de armas nucleares de destruição de massa, com o intuito de demonstrar poder e superioridade. É válido lembrar que nessa "corrida", os EUA deram a largada primeiro, pois já tinham usado bombas atômicas no final da segunda guerra mundial para destruir Hiroshima e Nagasaki. A URSS só conseguiu adquirir bombas atômicas quatro anos depois. Porém, ela foi a primeira a produzir um míssil balístico intercontinental, em 1957.</div><div>Segundo Hobsbawm, a possibilidade de uma guerra nuclear que devastasse a humanidade gerava grande pavor na população. Mas, apesar da "retórica apocalíptica", o historiador afirma que EUA e URSS não desejavam um confronto real e confiavam na moderação um do outro, exatamente por causa da potência destrutiva dos armamentos. No entanto, essa confiança não impedia que ambas as potências usassem os ataques nucleares como formas de ameaça e negociação. A crise dos mísseis de Cuba, por exemplo, assustou o mundo por quatorze dias, obrigando os chefes de Estado das superpotências a negociarem diretamente.&nbsp;</div><div>Na figura acima, uma charge de 1962, vemos o presidente soviético Nikita Kruschev e o presidente americano John F. Kennedy fazendo uma "queda de braço". Ambos estão sentados em bombas atômicas e prontos para acioná-las. Um olhar mais atento à imagem nos faz perceber que Kruschev está sentado sobre um míssil americano e Kennedy, sobre um míssil soviético, mostrando que uma guerra nuclear destruiria ambos os Estados.&nbsp;</div><div>Reforçamos então a ideia de Hobsbawm de que o uso das armas nucleares "equivalia a um pacto suicida" e que, portanto, apesar das ameaças retóricas, "em termos objetivos, não existia perigo iminente de guerra mundial." (HOBSBAWM, 1995)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:35:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A queda do Muro de Berlim</title>
         <author>mariananduarte</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772499021</link>
         <description><![CDATA[<div>Como dito anteriormente, o muro de Berlim foi um dos principais símbolos da Guerra Fria. Como símbolo, ele não cumpria apenas uma função descritiva, mas ideológica. Acabar com o muro era acabar com a guerra, ou, pelo menos, desafiá-la. Assim, um dos grandes marcos estabelecidos para delimitar o fim do conflito foi a queda do muro.<br><br></div><div>Contudo, termos e nomenclaturas também podem ser simbólicos e utilizados para manter ou desarticular pensamentos. Por isso, podemos nos questionar: por que dizer que o muro “caiu" ao invés de dizer que foi derrubado?<br><br></div><div>Chamar a derrubada de queda implica em apagar agentes históricos e processos populares que influenciaram sobremaneira o acontecimento, como pode ser ilustrado na imagem acima.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:35:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Laika</title>
         <author>victoria12rosa</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772499369</link>
         <description><![CDATA[<div>Ouvir o relato dos tripulantes em uma nave no espaço é ao mesmo tempo tranquilizador e inacreditável, e a charge acima tenta demonstrar isso ao mostrar como seria uma conversa entre a torre de comando com a cachorrinha Laika de uma forma divertida.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:35:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Guerra do Vietnã</title>
         <author>julianafhoppe</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772500080</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a Guerra Fria, EUA e URSS se envolveram em guerras fora dos seus territórios. Um desses confrontos foi a Guerra do Vietnã, que durou dezesseis anos (1959 - 1975).</div><div>	Em 1954, a Conferência de Genebra oficializou a independência do Vientã perante a França, dividindo-o em dois: o Vietnã do norte, comunista, aliado à URSS, e o Vietnã do Sul, capitalista, apoiado pelos EUA. A relação entre os dois países era tensa, e eles não conseguiram entrar em um acordo para levar adiante eleições livres. O Vietnã do Norte começou a enviar guerrilheiros infiltrados ao Vietnã do Sul, os chamados vietcongues, dando início a uma guerra civil.&nbsp;</div><div>	Temeroso do avanço do comunismo, os EUA ofereciam armamentos para as tropas sul-vietnamitas, e em 1964, o presidente Lyndon Johnson passou a enviar soldados americanos para lutar no conflito. A participação dos EUA na Guerra do Vietnã foi extremamente violenta, o que começou a mobilizar a opinião pública contra a guerra.&nbsp;</div><div>As atrocidades da Guerra do Vietnã foram registradas por fotografias, e o fotojornalismo se tornou muito popular na época. Quando analisamos esses registros, devemos sempre lembrar que eles não são neutros. No caso do fotojornalismo, a intenção é construir uma fotografia que tenha credibilidade, convencendo o espectador de que o acontecimento fotografado é real e verdadeiro.</div><div>	A fotografia acima foi tirada em 1972 pelo fotógrafo Nick Ut e veiculada no The Associated Press, uma agência de notícias americana. A imagem registra quatro crianças fugindo da área onde aviões americanos haviam jogado napalm. A menina nua e desesperada prende o olhar do espectador, transmitindo uma imagem de abandono e sofrimento. Ao denunciar a brutalidade do conflito, a fotografia endossou campanhas contrárias à guerra, e naquele ano, os EUA retiraram suas tropas do Vietnã. O apelo emocional da foto fez com ela se tornasse um símbolo da guerra do Vietnã até os dias de hoje. Percebemos então que embora o fotojornalismo tenha a intenção de retratar o real, ele também é capaz de emocionar e, assim, sensibilizar a opinião pública.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:35:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Crise dos Mísseis</title>
         <author>mariananduarte</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772500653</link>
         <description><![CDATA[<div>A Crise dos Mísseis foi um conflito entre a URSS e os EUA durante a Guerra Fria. A URSS colocou mísseis nucleares em território cubano voltados para os Estados Unidos, enquanto os Estados Unidos fizeram o mesmo em território turco e italiano, em 1962. Contudo, através de um acordo eles resolveram retirar os mísseis de ambos os locais.<br><br></div><div>Assim, na foto (cuja autoria é atribuída à CIA) vemos o míssil soviético R-12 em Moscou, União Soviética.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:36:07 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra da Coreia</title>
         <author>julianafhoppe</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772501537</link>
         <description><![CDATA[<div>A rivalidade entre EUA e URSS também culminou na Guerra da Coreia (1950-1953). Com o fim da Segunda Guerra Mundial, a Península da Coreia, antes colonizada pelos japoneses, foi dividida em duas, tendo como marco divisório o Paralelo 38º, escolhido arbitrariamente. O paralelo cortava a península ao meio: a área ao sul do paralelo seria zona de influência dos EUA, enquanto a área ao norte seria de domínio soviético. &nbsp;</div><div>O estopim do conflito foi uma invasão da Coreia do Norte à Coreia do Sul, entendida como uma violação da paz, levando os EUA a declarar guerra ao lado soviético. A União Soviética apoiou prontamente a Coreia do Norte, e depois, a República Popular da China passou a enviar soldados para o lado comunista. Já a Coreia do Sul contou com um maior número de apoiadores. Os EUA conseguiu que os Estados Membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas se unissem para lutar do lado capitalista, e assim, foram criadas as Forças das Nações Unidas na Coreia. As tropas da ONU conseguiram recuperar os territórios que tinham sido tomados pela Coreia do Norte, mas sua tentativa de unificar o território coreano fracassou. Em 1953, foi assinado um armistício que representou uma trégua na guerra, mas não a finalização completa do conflito.&nbsp;</div><div>A imagem que escolhemos para representar esse conflito é uma fotografia do brasileiro Luciano Carneiro, contratado pelo jornal <em>O Cruzeiro</em> para cobrir a Guerra da Coreia. Sob a perspectiva do fotojornalismo e com a intenção de retratar o real de maneira mais fiel possível, Carneiro fotografou confrontos, fugas, pessoas feridas e cidades destruídas. Esta foto de 1951 retrata paraquedistas americanos durante a Operação Tomahawk, que visava impedir a fuga do exército norte-coreano. O próprio Carneiro, então com 25 anos, participou da Operação e saltou com os paraquedistas para registrar o momento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:36:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As ditaduras latino americanas e os EUA</title>
         <author>mariananduarte</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772502268</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a Guerra Fria, ao redor de todo o mundo ocidental foi difundido o temor da ameaça comunista. No caso da América Latina, esse discurso legitimou a ação de diversos governos golpistas, patrocinados pelos Estados Unidos.<br><br></div><div>A imagem retrata a destruição do Palácio La Moneda, em 11 de setembro de 1973, que tinha como finalidade assassinar o presidente em exercício, Salvador Allende, que possuía um projeto de desenvolvimento autônomo para o Chile, a fim de colocar o general Pinochet no poder.<br><br></div><div>O movimento é bem-sucedido e Pinochet instaura uma ditadura, que durará até o ano de 1990.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:37:14 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra do Afeganistão</title>
         <author>julianafhoppe</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772503833</link>
         <description><![CDATA[<div>A Guerra Fria também teve como desdobramento um conflito no Afeganistão, uma área estratégica na geopolítica do Oriente Médio. Na década de 70, o Afeganistão passou por três golpes de Estado, sendo que o último colocou Hafizullah Amin no poder. O presidente Amin começou a dar sinais de um possível alinhamento com os Estados Unidos, o que prejudicaria a URSS, que apoiava o governo e tinha muitos investimentos na região. Em 1979, o Exército Vermelho invadiu o Afeganistão, temendo que o país pudesse se tornar uma zona de influência americana. Além disso, a invasão tinha o intuito de combater grupos rebeldes chamados de <em>mujahedins,</em> que eram contra o Estado socialista e defendiam as tradições islâmicas.&nbsp;</div><div>A invasão soviética no Afeganistão foi condenada pela ONU e levou os EUA a intervir, ainda que indiretamente, no conflito. Os EUA deram início a “Operação Ciclone”, uma operação sigilosa da CIA que financiava os mujahedins e lhes fornecia armamentos para que eles combatessem os soviéticos. O apoio estadunidense às milícias islâmicas atingiu seu ápice no governo de Ronald Reagan (1981-1989). Na imagem, vemos o presidente recebendo líderes mujahedins na Casa Branca. Reagan também aprovou a entrega de unidades Stinger de lançamentos de mísseis aos guerrilheiros, o que possibilitou aos mujahedins derrubar helicópteros soviéticos. Tal ação acabou enfraquecendo a URSS, que além de não conseguir arcar com os custos cada vez mais altos da ocupação, também passava por um vexame internacional. Em 1988, as tropas da URSS foram retiradas do território afegão. Sem o apoio soviético, o governo afegão caiu, gerando uma guerra civil entre inúmeras facções desejosas de assumir o poder.&nbsp;</div><div>O caso da Guerra do Afeganistão é um exemplo de como os desdobramentos da Guerra Fria reverberam ainda hoje. Em 1996, ascendeu ao poder do Afeganistão o Talebã, grupo fundamentalitsa islâmico criado por líderes mujahedins que tinham recebido ajuda dos EUA durante a Guerra Fria. Com os atentado de 11 de setembro de 2001, os EUA invadiram o Afeganistão com a justificativa de caçar Bin Laden. Se durante a Guerra Fria, os mujahedins eram chamados pelos americanos de “combatentes da liberdade”, agora, a jihad é vista como o grande inimigo a ser combatido pelos EUA. Após vinte anos de ocupação militar, os EUA retiraram suas tropas do Afeganistão, e em pouquíssimo tempo, o Talebã conquistou Cabul e assumiu o poder novamente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:38:16 UTC</pubDate>
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         <title>Independência da Argélia</title>
         <author>mariananduarte</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772503979</link>
         <description><![CDATA[<div>Pouco antes da Segunda Guerra Mundial, as grandes potências europeias se reuniram na Conferência de Berlim, em que, motivados por interesses imperialistas que visavam a conquista de matérias primas e mercado consumidor para suas indústrias e produtos, os países dividiram o continente africano entre si para melhor explorá-los.<br><br></div><div>Foi só durante a Guerra Fria que as colônias africanas viram brechas para iniciarem processos de luta por independência, através da Conferência de Bandung (1955) e da Carta das Nações da ONU (1945), que estabelecia o direito de auto determinação dos povos.<br><br></div><div>Na imagem, vemos o início do movimento do povo argelino pela sua emancipação, que teve início em 1954 e fim em 1962, com a França reconhecendo a independência do território e retirando suas tropas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:38:22 UTC</pubDate>
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         <title>Revolução Chinesa</title>
         <author>mariananduarte</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772506257</link>
         <description><![CDATA[<div>A imagem acima retrata os eventos da Revolução Chinesa de 1949, que foi o processo no qual a China adotou o modelo comunista como sistema de governo.<br><br></div><div>Como consequência de uma série de derrotas em eventos ocorridos no século XIX, como a Guerra do Ópio, a Guerra dos Boxers e a Guerra Sino-Japonesa — conflitos que refletiam intenções imperialistas de potências estrangeiras, como o Japão e a Inglaterra — a China passou por uma crise, de caráter moral, político e econômico, que permitiu que se desenvolvesse, ainda mais intensamente, o descontentamento e o sentimento antiocidental na população chinesa.<br><br></div><div>Além disso, já no século XX, alguns acontecimentos influenciarão sobremaneira as visões de mundo da população, como a Revolução Russa. Assim, como fruto de conflitos nacionais e mundiais, a China, um país agrário e com uma quantidade enorme de habitantes, se tornará comunista sob a liderança de Mao Tse Tung, em 1949. Algumas características principais desse modelo são a planificação da economia, a intervenção do Estado, o culto ao líder e a abolição da religião.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:39:49 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>julianafhoppe</author>
         <link>https://padlet.com/victoria12rosa/36vz8ulvwjtisikb/wish/1772515377</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;HOBSBAWM, Eric. <strong>Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991.</strong> São Paulo: Companhia das Letras, 1995<br><br>VIANA, Julia Ribas. <strong>Capitão América na Guerra Fria: A Construção do Anticomunismo como Estratégia de Política Externa Estadunidense. </strong>2020. 53 f. Trabalho de Conclusão de Curso - Unisul. Florianópolis, 2020. Disponível em: <a href="https://repositorio.animaeducacao.com.br/handle/ANIMA/16778">https://repositorio.animaeducacao.com.br/handle/ANIMA/16778</a> Acesso em 22/09/2021.</div><div><br>BARCELOS, Janaína. De que lado você está? Análise da dimensão argumentativa em fotografias jornalísticas da guerra do Vietnã. <strong>EID&amp;A - Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação</strong>, Ilhéus, n.3, p. 82-92, nov. 2012. Disponível em: <a href="http://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/view/408">http://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/view/408</a> Acesso em 25/09/2021.</div><div><br>GUERRA do Vietnã: o conflito mais emblemático da guerra fria. <strong>Politize</strong>, 2019. Disponível em: <a href="https://www.politize.com.br/guerra-do-vietna/">https://www.politize.com.br/guerra-do-vietna/</a>&nbsp; Acesso em 25/09/2021.<br><br> COREIA, 1951. <strong>Instituto Moreira Salles</strong>, 2016. Disponível em: <a href="https://ims.com.br/por-dentro-acervos/coreia-1951/">https://ims.com.br/por-dentro-acervos/coreia-1951/</a> Acesso em 25/09/2021.<br><br></div><div>BORTOLOTI, Marcelo. O fotojornalismo destemido de Luciano Carneiro em cartaz em São Paulo.<strong> Época</strong>, 2016. Disponível em:&nbsp; <a href="https://epoca.oglobo.globo.com/vida/noticia/2016/02/o-fotojornalismo-destemido-de-luciano-carneiro-em-cartaz-em-sao-paulo1.html">https://epoca.oglobo.globo.com/vida/noticia/2016/02/o-fotojornalismo-destemido-de-luciano-carneiro-em-cartaz-em-sao-paulo1.html</a> Acesso em 25/09/2021.<br><br></div><div>FELIPPE, Fabricia. <strong>Repensando a Guerra da Coreia: o papel das grandes potências na criação e perpetuação do conflito na península coreana.</strong> 2019. 48 f. Centro Universitário IBMEC - Faculdade de Relações Internacionais. Rio de Janeiro, 2019. Disponível em: <a href="https://d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net/61583033/FELIPPE_-_REPENSANDO_A_GUERRA_DA_COREIA20191222-4869-1d0pub6-with-cover-page-v2.pdf?Expires=1632582073&amp;Signature=W-JC6QCtErs9fIVWfwu5PjJDWD02DHwpEjaTVEHXRnBYUjXo8NzUWivOqzE6LuKrY5vVSzSzYWw9LH4~XhpCf0hBniS7CXXE90UYU8cGHn34vaRX5RjBSwkkVbNo1X~~g25CndW4fpZYKTy9mXecJi9wLcAuijn9~rCZyQ8F02egIpf7Y~gpIYc~guvSQvFmtyiw6EqR-Kbkve7h5wnzcEel2G3X3CXQkTp3EkhDqS3S3MShWcKYQccmKHN3~z6H2SkQDu696~TY3fvG6tTf5vK6Qk45NSzUsizEaFhgQ1ht70sfBCojpG8XFYaknM0BUUljENtOgbpGrgFlFOTIjw__&amp;Key-Pair-Id=APKAJLOHF5GGSLRBV4ZA">https://d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net/61583033/FELIPPE_-_REPENSANDO_A_GUERRA_DA_COREIA20191222-4869-1d0pub6-with-cover-page-v2.pdf?Expires=1632582073&amp;Signature=W-JC6QCtErs9fIVWfwu5PjJDWD02DHwpEjaTVEHXRnBYUjXo8NzUWivOqzE6LuKrY5vVSzSzYWw9LH4~XhpCf0hBniS7CXXE90UYU8cGHn34vaRX5RjBSwkkVbNo1X~~g25CndW4fpZYKTy9mXecJi9wLcAuijn9~rCZyQ8F02egIpf7Y~gpIYc~guvSQvFmtyiw6EqR-Kbkve7h5wnzcEel2G3X3CXQkTp3EkhDqS3S3MShWcKYQccmKHN3~z6H2SkQDu696~TY3fvG6tTf5vK6Qk45NSzUsizEaFhgQ1ht70sfBCojpG8XFYaknM0BUUljENtOgbpGrgFlFOTIjw__&amp;Key-Pair-Id=APKAJLOHF5GGSLRBV4ZA</a> Acesso em 25/09/2021.</div><div><br></div><div>OLMO, Guillermo D. Operação Ciclone: o papel dos EUA na criação do Talebã. <strong>BBC News Brasil</strong>, 2021. Disponível em: <a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-58377632">https://www.bbc.com/portuguese/internacional-58377632</a> Acesso em 25/09/2021.&nbsp;<br><br></div><div>RIEGER, Fernando; TEIXEIRA Yves. A invasão soviética ao Afeganistão e suas consequências para a Guerra Fria. <strong>Revista Perspectiva - Reflexões sobre a temática internacional.</strong> Porto Alegre, ano 6, n.10, p.27-41, fev/mar. 2013. Disponível em:&nbsp;</div><div><a href="https://www.seer.ufrgs.br/RevistaPerspectiva/issue/download/2608/157#page=27">https://www.seer.ufrgs.br/RevistaPerspectiva/issue/download/2608/157#page=27</a> Acesso em 25/09/2021.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:45:52 UTC</pubDate>
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