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      <title>Observatório da Imprensa - Semana 4 by FB-Prof. Marcelo Ferro</title>
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      <pubDate>2021-03-09 19:33:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marceloferro</author>
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         <pubDate>2021-04-17 22:54:16 UTC</pubDate>
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         <author>marceloferro</author>
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         <pubDate>2021-04-18 14:06:43 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-04-18 14:10:07 UTC</pubDate>
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         <author>marceloferro</author>
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         <pubDate>2021-04-18 14:20:10 UTC</pubDate>
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         <author>marceloferro</author>
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         <pubDate>2021-04-18 14:27:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marceloferro</author>
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         <pubDate>2021-04-18 14:43:57 UTC</pubDate>
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         <title>Análise</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marceloferro/36j7k8boj2iqlcko/wish/1446827937</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a ascensão de políticos envolvidos em negócios, como Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, a pauta da mistura entre política e negócios é cada vez mais repercutida. The Economist acredita que empresários apenas pensam e agem de acordo com seus propósitos e fazem de tudo para se beneficiar, e quando cada vez mais perto do governo mais danos causam na política e na economia. Intervenções na política e monopolização do poder por parte de empresários é um perigo para a democracia e a livre-concorrência. Ao terem laços diretos com o governo, empresas são diretamente beneficiadas, e também influenciam em decisões políticas.<br><br>Ao analisar a capa, podemos ver um homem de terno que representa os empresários estadunidenses, com um megafone no lugar de sua cabeça. O aparelho representa a influência massiva que essas entidades privadas recebem da política, os colocando em lugar de destaque. O poder proveniente da presidência traz a esses grandes administradores benefícios e vantagens, que sem a repercussão da política americana, não seriam alcançadas facilmente. Enquanto a população 🤬 cada vez mais pobre, aqueles já pertencentes a classes superiores ficam cada vez mais ricos, no governo de Trump, por exemplo, bilionários ficaram US$1 trilhão mais ricos, entretanto a pobreza aumentou 0,001 por cento, o que equivale aproximadamente a 400 mil pessoas.<br><br>De acordo com a revista, atualmente, a população demonstra cada vez mais&nbsp; interesse no consumo mais humanitário e durável. Se aproveitando disso, empresas deixam de comprar produtos de lugares com acusações de trabalho antiético, porém, não é uma questão moral ou ética e sim política, já que afetam economicamente o lugar de onde compravam (eliminação de concorrência) e ainda melhora a reputação da empresa, assim ganhando mais consumidores. De certa forma, é positivo já que será deixado de lado o trabalho antiético e desumano, mas ainda sim é preocupante pois testa até onde uma empresa pode chegar para alcançar lucros, e também prova sua tremenda influência tanto em negócios quanto na política. É importante lembrar que empresas, corporações ou qualquer entidade privada não devem substituir o governo e nem qualquer entidade pública.<br><br>Outrossim, mostra-se perigosa a ilusão por parte da população em termos de que uma empresa seria melhor ao liderar um país do que políticos reais. A mesma hipocrisia e comportamento tendencioso que pode ser encontrado em políticos que nos deixam insatisfeitos está presente nos ceos que desejam governar a nação. Além disso, uma nação não pode ser administrada como uma empresa, que é o que se espera que os ceos façam se forem promovidos a uma posição governamental. É comum uma empresa priorizar o lucro às pessoas, mas isso não pode acontecer em um governo. Por exemplo, uma empresa pode economizar dinheiro fechando uma pequena filial subutilizada, mas o governo não pode fechar instalações que afetam os cidadãos, como bombeiros, departamentos de polícia e postos de serviço social, apenas por causa do saldo positivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-22 12:21:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>0012111830</author>
         <link>https://padlet.com/marceloferro/36j7k8boj2iqlcko/wish/1449931197</link>
         <description><![CDATA[<div>A capa da revista mostra a foto de uma família aparentemente feliz e saudável com um pai, uma mãe e um filho. Todos os aspectos da imagem entram no conceito da família tradicional brasileira, entretanto o percurso dessa história de tradicional nada tem. No centro da capa podemos ver o pequeno Henry Borel de 4 anos, vítima de um assassinato dentro da própria casa supostamente cometido por sua mãe, Monique Medeiros (na direita da capa), e seu padrasto, Dr. Jairinho (na esquerda da capa). No dia 8 de março, Henry foi encontrado morto em seu quarto por sua mãe na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. De acordo com Jairinho e Monique, a causa da morte do menino foi um acidente doméstico, mas exames feitos no IML apontam lesões graves pelo corpo inteiro do menino. Uma das principais teorias dos peritos seria que Henry foi morto vítima de agressões.&nbsp;</div><div>	Monique Medeiros foi presa provisoriamente pelo suposto envolvimento no assasinato de seu filho. Mensagens de um aplicativo que foram anteriormente apagadas, provam que ela já tinha conhecimento das agressões feitas por seu namorado contra o seu filho. Em mensagens trocadas com a babá do menino pode-se perceber de uma forma clara que ele antecedecimente ao assasinato, já era agredido pelo padrasto. Após sua prisão, Monique decidiu mudar a sua defesa. Antes, ela e Jairinho possuíam o mesmo advogado, mas ela decidiu mudar de defensor.</div><div>	Jairo Souza Santos Júnior, popularmente conhecido como Dr. Jairinho, é um médico e vereador na cidade do Rio de Janeiro. Jairinho atualmente é o principal suspeito do caso de seu enteado. As alegações de agressões contra crianças e suas mães não são recentes. Jairinho foi acusado por uma ex-namorada de bater em sua filha e nela, a mulher chegou a ir na polícia, mas acabou não levando o caso a frente. Após o caso de Henry ir ao público, outras ex-namoradas acusam Jairinho de tê-las agredido e seus filhos. Uma dessas mães alega que sua filha, que hoje em dia já tem 13 anos, chorava e vomitava muito ao ver Jairinho, tendo os mesmo sintomas que Henry apresentava antes de ir para a casa da mãe.&nbsp;</div><div>	Em menos de dois meses desde a morte do menino o caso já teve algumas reviravoltas. Antes, Monique se demonstrava ao lado de seu namorado na inocência por meio de depoimentos e vídeos dos dois juntos saindo da delegacia de mãos dadas, entretanto atualmente o cenário é outro. Ela alega que foi&nbsp; agredida pelo vereador, além de dizer que não foi ela quem achou o menino em seu quarto. Monique quer depor novamente mas até agora não obteve resposta da justiça.&nbsp;</div><div>	Ambos os acusados foram presos sendo que Jairinho está no Complexo de Gericinó, em Bangu, e Monique está Instituto Penal Ismael Silvério, em Niterói, mas existem alegações que ambos estão recebendo “regalias” na prisão. A mãe do menino atualmente foi diagnosticada com Covid19 então no momento ela está em isolamento. Mesmo tendo pouco tempo da morte já se tem muita informação sobre o caso, além dele ser apresentado com novas ou antigas informações em praticamente todos os jornais da televisão brasileira do dia. Provavelmente ainda há muita informação a serem relevadas.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 00:56:10 UTC</pubDate>
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         <title>Análise </title>
         <author>0011111593</author>
         <link>https://padlet.com/marceloferro/36j7k8boj2iqlcko/wish/1454470184</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao analisarmos a capa da revista L’Obs do dia 14/04/21, podemos observar manchetes referentes a pesquisas que buscavam a possível causa para o surgimento do Covid-19, uma matéria sobre a Naomi Klein, uma canadense intelectual esquerdista e, por fim, esta também traz um conteúdo que aborda a realidade dos entregadores de delivery, durante a pandemia.&nbsp;</div><div>Com a aparição do coronavírus no cenário atual, muitas pessoas começaram a criar teorias referente ao seu possível surgimento. Dentre uma destas, acredita-se que o primeiro contágio com o vírus, no ano de 2019, foi após um homem se alimentar de um morcego em uma feira na China. Na cidade onde tudo começou, Wuhan, alguns especialistas da Organização Mundial da Saúde, a OMS, foram para o local com o objetivo de descobrir a possível origem deste vírus. Após a inspeção, esses especialistas constataram que a teoria do vírus ter surgido em um laboratório era extremamente baixa. Entretanto, meses depois, o chefe da OMS pediu uma nova investigação, por não concordar com a afirmação dos seus colegas de trabalho. Além disso, existem algumas “teorias da conspiração”, que dizem que, na verdade, a China manipulou esses pesquisadores para não contarem a verdade, visto que estes encontravam-se sob supervisão constante da polícia e tinham acesso limitado aos mercados e laboratórios.</div><div>&nbsp;Naomi Klein é uma intelectual da esquerda radical que acredita que o sistema econômico está em guerra contra o planeta. Ela, a qual é idolatrada por muitos, admite que seus livros servem como incentivos para os ativistas. Segundo Naomi, a necessidade de cuidar do planeta é a maior de todas. Em 1999, a autora publicou o livro “Sem logo”, em que ela expressa sua frustração com relação ao sistema econômico que “obriga” muitas pessoas a explorarem o planeta para obter uma renda. Recentemente, Naomi publicou um novo livro, que alega ser para o público jovem. Neste lançamento, a autora ensina maneiras nas quais os jovens podem ajudar nessa missão difícil, que é salvar o planeta, afirmando que os jovens são o nosso futuro.</div><div>&nbsp;Com o início da pandemia, houve um grande impulso nas vendas nos aplicativos de delivery. Nessa perspectiva, com o aumento das taxas de desemprego e, em contrapartida, a ampliação de vendas nesses aplicativos, muitos viram a entrega por delivery como uma nova opção de trabalho. Assim, foi feita uma matéria pelo escritor Julien Blanc-Gras, em que este pedalou por uma semana ao redor de Paris, com uma bolsa térmica de 70 litros nas costas, para que dessa forma, conseguisse descobrir a realidade de um entregador, durante o período de pandemia. Em seu trabalho, ele obteve um saldo diário de 49 euros.</div><div>Ao observarmos a capa, aparece em destaque uma das grandes ícones da esquerda radical, Naomi Klein. Na foto ela aparenta ter um olhar crítico e sério, por esta sempre criticar a falta de políticas públicas para combater importantes temas, como os relacionados ao desmatamento do planeta e&nbsp; o aquecimento global. Além disso, ela acaba de lançar um livro que tem como objetivo conscientizar uma geração inteira, sobre tais problemas.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 10:59:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marceloferro/36j7k8boj2iqlcko/wish/1455347826</link>
         <description><![CDATA[<div>Para analisar a capa da revista IstoÉ desta semana, vamos primeiro contextualizar o assunto tratado na mesma. Luís Roberto Barroso, um ministro do Supremo Tribunal Federal, enviou um pedido de criação de uma CPI para Rodrigo Pacheco, presidente do senado, na quinta-feira retrasada (08/04). Comissão Parlamentar de Inquérito, ou CPI, é uma comissão temporária com um objetivo central, e é uma forma do Poder Legislativo de investigar a administração pública e o Poder Executivo (sendo o Presidente da República representante a nível federal do Poder Executivo). Perante o artigo 35 do Regimento da Câmara Federal, uma CPI tem o objetivo de: “investigar um fato que seja muito importante para a vida pública e para a ordem constitucional, legal, econômica ou social do País”. Esta CPI teria como objetivo investigar erros cometidos pelo governo federal no combate à COVID-19, corrigindo ações e não-ações por parte do Presidente da República.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Agora vamos relacionar o assunto da capa com sua manchete. A manchete "CPI do fim do mundo", disposta no centro na capa e em vermelho, com seu complemento logo a baixo, "Deixa transtornado Bolsonaro e sacode a política", faz referência a já citada CPI. Esta, ao receber a característica de "fim do mundo", se relaciona com o objetivo da mesma, investigar falhas cometidas pelo governo no combate a COVID-19, falhas essas que, se fossem impedidas à tempos, evitariam o catastrófico número de mortes que temos hoje.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Agora vamos relacionar o assunto da capa com suas imagens. O sistema imagético da capa mostra o atual presidente Jair Messias Bolsonaro, no canto inferior direito da capa, em preto e branco e relativamente pequeno. A letra “O” da palavra “mundo” da manchete se posiciona no nariz do presidente, lembrando um nariz de palhaço. Essa representação do presidente é uma crítica implícita, porém significativa, ao seu mandato no governo.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ao colocar o nariz de palhaço no rosto do presidente estabelece-se uma relação entre o político e o personagem. O palhaço entra na categoria de atores, e tem como principais características a ingenuidade, o humor e a falta de seriedade. O presidente Jair Bolsonaro é constantemente criticado por seu descomprometimento e suas posições políticas, muitas vezes comparando seus pronunciamentos e ações (ou a falta delas) a piadas e palhaçadas, como se não pudessem ser levadas a sério. E quando assistimos a apresentação de um palhaço, a ideia principal é a de não levar as coisas que o palhaço fala e faz a sério, e sim como piadas. E é dessa forma que o povo brasileiro leva as coisas que o presidente fala e faz atualmente durante seu mandato.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Agora vamos relacionar o assunto da capa com seu texto introdutório, que se dispõe logo abaixo do título da revista, em azul. O início do fragmento faz menção aos crimes de Bolsonaro com relação a pandemia, como por exemplo o seu negacionismo em relação à gravidade do vírus e seu incentivo às pessoas a descumprir medidas básicas de segurança e higiene, como o uso da máscara e o isolamento social. Tais crimes ocasionaram um grande e rápido aumento nas taxas de contaminação e de mortalidade por COVID-19. Pressionado por opositores que pedem recorrentemente por seu afastamento, o presidente se vê em uma posição de ameaças. Temendo perder seu cargo e sofrer as consequências de seus crimes, faz de tudo para intimidar seus opositores e os demais poderes da república, como sabotar operações contra seu governo, como por exemplo o Impeachment, com o intuito de se manter na cadeira presidencial a qualquer custo. Ao longo do decorrer da pandemia, o governo se omitiu em ajudar os Estados que necessitavam de insumos, assim como recusou milhões de doses de vacinas em agosto de 2020, o que poderia ter salvado milhares de vidas. Além disso, Bolsonaro disse no meio da pandemia que não podia fazer nada por seu país pois, segundo ele, “O Brasil tá quebrado”. Entretanto, o mesmo gastou 2,3 milhões de reais durante suas férias nos meses de dezembro e janeiro, dinheiro que poderia ter sido usado no combate à pandemia, além de ter causado aglomerações nos lugares que esteve e ter ameaçado gastar ainda mais no futuro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 00:01:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2020500212</author>
         <link>https://padlet.com/marceloferro/36j7k8boj2iqlcko/wish/1455474947</link>
         <description><![CDATA[<div>Na edição número 1153 a preocupação com a Amazônia foi a notícia principal da revista. Com sua expressão ridicularizada ilustrada na maior parte da capa, Hamilton Mourão recebe da Carta o título de protetor do garimpo.Tal Titulação deve-se a postura do general em relação a Amazônia e os garimpos ilegais na região, sendo apenas um dos muitos outros casos sobre o meio ambiente repercutidos desde 2019. Em contexto, Ricardo Salles, era ex ministro do Meio Ambiente e responsável por inúmeros atos contra a proteção da Amazônia, dentre eles: dificultar operações de fiscalização na região, fazer aliança com madeireiros e garimpeiros ilegais, propor revisar unidades de conservação para extingui-las e não conter o derramamento de óleo no litoral do Nordeste. Com todos esses feitos, a imagem do Brasil na questão ambiental estava bem comprometida, sendo pressionado internacionalmente pelos Estados Unidos e outros países. Para melhorar a reputação do governo após as "boiadas" de Salles, Mourão assumiu o comando do Conselho Nacional da Amazônia Legal. Entretanto, a omissão de dados e ações prejudiciais ao bioma permaneceu constante mesmo após a mudança. Um exemplo disso é o avanço do garimpo ilegal em terras indígenas, em que foram registradas diversos encontros do ministro com os garimpeiros e pouca repressão contra estes, o que levou a Procuradoria Regional denunciar o governo federal por prevaricação, e o Conselho da Amazônia é enquadrado por não se preocupar em combater o garimpo ilegal. Além da prática contra os limites das terras indígenas, um levantamento feito pela Fiocruz mostra que, por conta disso, todos os moradores da região foram infectados com mercúrio, elemento usado no garimpo. Outros dados, dessa vez divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de todo o garimpo feito na Amazônia, 72% ocorreu em áreas de (suposta) proteção ambiental. O agravamento também foi significativo: entre janeiro e abril de 2021 e o mesmo período no ano passado, a destruição em unidades de conservação aumentou cerca de 80,62%, passando de 487,12 para 879,8 hectares. Analisando o contexto e os dados apresentados, temos por conclusão que a intensificação das práticas de exploração se deve a falta de fiscalização administrada por Mourão, a despreocupação com as áreas protegidas e terras de posse indígena e a clara aliança com os garimpeiros — assim podendo presumir que a situação da floresta Amazônica só tem tendência a piorar. A análise do julgamento do ex-presidente Lula, efetuada pelo juiz Sérgio Moro, persiste como uma problemática no tribunal de justiça. A decisão de suspeição feita pelo Supremo Tribunal Federal retira diversas acusações contra Lula, tornando-o um possível candidato nas eleições presidenciais de 2022. Enquanto ainda há uma discussão sobre o estado no qual o julgamento deve proceder, a segunda turma declarou que o julgamento do juiz foi parcial, permitindo o uso de provas e depoimentos que facilitaram a prisão de Luiz Inácio Lula. Edson Fachin, ministro do STF, falou que o relator da Lava Jato usou de estratégia errada no caso. Sérgio Moro foi complacente aos interesses dos EUA desde a participação do mesmo no Programa de Visitantes Internacionais do Departamento de Estado, durante o mandato de George Bush, no qual teve contato com diversos especialistas em combate à corrupçao e terrorismo. A interferência estadunidense tornou-se mais presente com a vinda de palestrantes que, supostamente, ensinaram métodos dos mesmos no combate à corrupção. Logo, é possível especular a participação dos EUA na própria construção da operação Lava Jato, podendo ser a principal rede de manipulação da superpotência em território nacional.&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-25 03:03:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Análise</title>
         <author>2021500196</author>
         <link>https://padlet.com/marceloferro/36j7k8boj2iqlcko/wish/1474312631</link>
         <description><![CDATA[<div>A imagem da capa pode ser considerada o ponto mais atrativo das revistas, tendo a função de capturar a atenção do leitor e incitar sua curiosidade, para que este se sinta intrigado suficientemente para comprar ou ler a revista. Portanto, a função da imagem é de complementar a mensagem-- nesse caso, a matéria principal se refere ao envolvimento dos EUA em diversos conflitos/guerras pelo mundo, e sua dificuldade de encerrá-los, assim, usaram a imagem de um soldado para representar o exército e as guerras.&nbsp;</div><div><br></div><div>No centro da imagem, há uma pessoa vestindo uniforme militar e segurando uma arma, o que faz com que seja a parte mais chamativa na capa. Logo ao lado esquerdo, há uma frase escrita, metade em branco e metade vermelho--ela foi coloca nesta posição para ser a segunda coisa que focamos ao olhar a capa e, abaixo, há subtítulo em preto. Além disso, há uma frase preta e com letras finas em cima do título, o que faz com que seja a coisa menos chamativa na capa, se olharmos num primeiro momento, ela é colocada assim para ser a última coisa para se ler na capa. A imagem apresenta tudo necessário para a conexão entre imagem e texto-verbal, o texto está em uma boa posição e sua fonte e cor chamam atenção, com isso a diagramação está perfeita.</div><div><br></div><div>Na capa desta revista podem ser percebidas 2 técnicas visuais de comunicação: a Opacidade e a Difusão.</div><div>Opacidade: "consiste no bloqueio total dos elementos que são visualmente substituídos pelo que se encontra a sua frente". O fundo desfocado realça a imagem do soldado na sua roupa camuflada.</div><div>Difusão: "criação de uma atmosfera de sentimento e calor”. Mesmo estando o fundo desfocado as explosões atrás do soldado transportam o leitor para a situação, transparecendo a tensão do momento</div><div><br></div><div>É destinada aos cidadãos estadunidenses que possuem algum interesse em políticas militares ou algum vínculo com o exército, como homens que logo entrarão como soldados ou parentes de soldados já combatentes. Existe também interesse global na reportagem considerando a grande potência armamentista que os EUA representam. Portanto, , a revista é adequada ao público. Passando as informações ao público leitor, a primeira matéria fala sobre a “guerra infinita” e o que o governo atual está fazendo para mudar isso, satisfazendo o interesse do leitor</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-29 15:24:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>0029109426</author>
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         <description><![CDATA[<div>A capa da&nbsp; revista ’’Isto é’’ dessa semana menciona o pedido de Luís Roberto Barroso, Ministro do Supremo Tribunal Federal, que solicitou uma Comissão Parlamentar de Inquérito, uma investigação conduzida pelo poder legislativo, para Rodrigo Pacheco, presidente do senado. O objetivo desta CPI é de investigar os erros do governo federal no combate à pandemia, retificando condutas e não condutas por parte do presidente da república. O ‘’FIM DO MUNDO’’ na manchete da revista se refere aos erros do governo federal e do presidente da república Jair Messias Bolsonaro.<br>Já a capa da revista ‘’Veja’’ aborda a rotina de violência no Brasil, que teve como resultado a morte de Henry Borel de 4 anos. Um mês após a tragédia, a mãe dele e o namorado, o vereador Dr. Jairinho, foram presos. Ele espancava o menino, e mãe que tinha conhecimento da situação não tomou providências contra as agressões. Médico e Vereador Jairinho é o atual e principal suspeito do caso Henry, que chocou todo o país e foi manchete de também de vários telejornais.<br>A preocupação com a Amazônia foi a principal notícia da revista ‘’Carta Capital’’. O vice-presidente da república, Hamilton Mourão recebe o título de ‘’’protetor do garimpo''',&nbsp; graças a postura do general em relação à Amazônia e os garimpos ilegais na região. Nos últimos dois anos, o bioma experimentou um recrudescimento da violência e da destruição com o avanço do garimpo ilegal sobre terras indígenas. O resultado disso tudo foram terras invadidas, 100% da população munduruku contaminada, índios pró-garimpo ostentando armas em redes sociais e um aparelhamento cada vez maior dos garimpeiros, com helicópteros e maquinário milionário.<br>As capas das revistas brasileiras, com exceção da Veja, têm seu tema relacionado a politica em geral. A francesa “Le Nouvel Observateur” mostra uma ativista politica de esquerda que luta em prol de uma política ambiental melhor (tema relacionado ao abordado pela Carta Capital). A americana “Newsweek”, por sua vez, trata das políticas americanas sobre as guerras que os Estados Unidos se envolve e não consegue terminá-las, considerando-as como "infinitas" e na “The Economist” é falado sobre o envolvimento de CEOs de empresas privadas em cargos governamentais, o que pode ser prejudicial ao governo e toda a população.<br>É notória a tendência das produções jornalísticas em abordar temas não tão relacionados a pandemia, como vinha acontecendo no ano passado. Nas últimas semanas, observou-se uma tendência, principalmente das revistas estrangeiras, em se desvencilhar do tema do coronavírus, o que pode ser relacionado a melhora da crise nesses países. Já a imprensa brasileira essa semana, no atual estado crítico e relativamente estável da pandemia, com o lento avanço da imunização, passa também a adotar temas mais diversos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-02 20:10:37 UTC</pubDate>
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