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      <title>De Musas a Autoras by Eduardo Lustosa</title>
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      <description>As mulheres na Arte</description>
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      <pubDate>2020-06-02 12:14:51 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Laura Cabral Vicário Nº14 </div><div>Mulheres na Arte </div><div>Atualmente as mulheres vêm crescendo na arte, mas ainda hoje as obras masculinas vêm sendo a maioria, apenas 6% das obras é de autoria feminina e 60% são obras femininas, mas nuas. Vimos que as mulheres ainda sofrem desafios ou barreiras por causa do preconceito de gênero e isso inclui dificuldades da mulher em estudar arte ou até mesmo vender suas obras. <br><br></div><div>Mesmo com esses preconceitos, existem varias artistas famosas por suas obras, como o caso da Frida Kahlo. Seu nome completo é Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón, ela foi uma pintora mexicana que criou varias obras como auto-retrato e pinturas inspirada na natureza e artefatos do México. Seu trabalho era desconhecido ate o final da década de 70 e por volta de 1990 suas obras foram descobertas por ativistas políticos e ficou então conhecida não só na arte, mas também virou ícone do movimento feminista e movimento LGBT. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 20:16:18 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>SOPHIA PAVAN,N°31                                                                                                                                                           Antigamente as mulheres não tinham voz nenhuma na arte por conta do preconceito de gênero ,eram muito julgadas , muitas publicavam suas artes em nome de homens para serem reconhecidas e conseguirem vender suas obras. Mesmo assim muitas ficaram reconhecidas e fizeram historua na arte ,um grande exemplo foi a Anita Malfatti ,ela era filha de imigrantes e começou a pintar e desenhar após ser influenciada por sua mãe que não imaginou que a filha se tornaria uma das mais importantes pintoras brasileiras.Anita fez historia no movimento modernista brasileiro após publicar em SãoPaulo  53 de suas obras com fortes tendencias exprecionistas gerando assim a semna da arte moderna .uma obra que marcou muito sua carreira foi a pintura "O homen amarelo"</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-10 18:57:14 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>    É importante começarmos afirmando que a arte não foi concebida apenas por homens. Durante muitos anos a divisão de gênero dentro comunidade dado entre homens e mulheres foi questionado nas diversas épocas. Na pré-história a mulher ficava em locais mais seguros e cuidavam dos mais vulneráveis, enquanto os homens empenhavam o papel de cuidar da família, através da caça. Nos tempos antigos as mulheres foram consideradas musas na vivencia artística dos homens, pois eram elas que os inspirava, através da dança, do canto, do contar das historias, e de suas descobertas. De tempos recentes mulheres fazem parte vividamente do mundo artístico, da dança, do teatro, da musica e nas artes contemporâneas.</div><div>   Um dos exemplos é a dançarina Pina Bausch, que representou seu trabalho sendo coreografa, dançarina, pedagoga de dança e diretora de balé alemã. Suas danças eram baseadas nas historias de vida dos bailarinos, e retratava as diversas cidades de todo o mundo. Representava em suas obras a interação entre o masculino e o feminino. Suas coreografias iam dos gêneros eruditos até os gêneros mais populares. Pina nasceu na Alemanha (Solingen), onde com apenas 15 anos se interessou pela dança, e estudou na Folkwang School em Essen a oitava maior cidade da Alemanha, aonde se formou três anos depois. Dançou tanto em seu país, como em Nova York em escolas superiores de dança e em óperas. Diferenciava-se dos costumes da época, com 36 anos usou de contraposições estéticas, repetições propositais, e uma linguagem corporal peculiar das utilizadas em sua época. Realizou mais de 40 peças teatrais. Foi homenageada com o prêmio Kyoto em 2007 (prêmio Nobel japonês), e o prêmio Goethe em 2008 (Alemanha). Foi também homenageada com o filme “Pina” (documentário). Faleceu de câncer, mas continua sendo como uma fonte de inspiração a outros artistas.                                                                         <strong>  Felipe Bernardes Souza; N°03; 1A EM.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-11 12:20:51 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Sabrina Bianchini Dias Silva N°30 1° Ano E.M  </div><div>Lugar de mulher <br><br></div><div>Não é necessário que se tenha um ótimo entendimento da história das lutas dos direitos das mulheres, para que se saiba que eles nunca foram realmente conquistados. Ainda atualmente percebesse que mesmo com os processos por uma equidade, não temos a quantidade esperada de mulheres em cargos respeitáveis, isso ocorre porque ainda vivemos em uma sociedade machista. Um dos exemplos de profissões onde se via uma menor frequência de mulheres, eram as profissões mais artísticas. Mas será que elas realmente estavam ausentes? <br><br></div><div>Algumas artistas tiverem suas artes publicadas em nomes de homens com o intuído de se evitar ideias pré-concebidas, dentre elas a brasileira <strong>Nair de Tefé mais conhecida como Rian  que foi </strong>pintora, pianista, cantora, atriz e caricaturista. Além de ser conhecida pela sua vocação, também é lembrada por ser uma das primeiras mulheres a usar calças compridas no Brasil, e por ter se tornado a primeira-dama do país entre os anos de 1913-1914. <br><br></div><div>Apesar de Nair ser uma mulher considerada a frente de seu tempo, suas obras eram publicadas em jornais pelo nome Rian, que nada mais é do que Nair de trás para frente.  <br><br></div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-11 13:04:53 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Murilo Monteiro, N°22 </div><div>Mulheres na Arte <br><br></div><div>A nossa sociedade, atualmente, não conhece, ou sequer lembra, de artistas femininas. Nós só lembramos das grandes lendas (todos homens): Leonardo Da Vinci, Vincent Van Gogh, Pablo Picasso..., mas nenhuma mulher. Para se dizer que ninguém conhece sequer uma artista mulher, as pessoas começam a lembrar automaticamente de Tarsila do Amaral. Mas fora essa? Nenhuma outra é sequer reconhecida. Mas podemos ver o porquê desse fato triste. Segundo textos e registros, as mulheres antigamente eram vistas como somente donas de casa. Eram poucas as corajosas que levantavam a voz, e tinham a atitude de ser uma artista. Mas a sociedade não aceitava isso. Por que alguém sequer enalteceria uma mulher como uma artista? Não fazia sentido nenhum. Acredito que isso tenha mudado de uma certa maneira nos dias de hoje. Apesar de não lembrarmos de muitas artistas femininas clássicas, hoje em dia temos várias reconhecidas e exaltadas, como a Beyoncé e a Madonna. Mas as pintoras clássicas merecem ser reconhecidas. <br><br></div><div>Acredito que uma das principais seja a pintora renascentista italiana: Sofonisba Anguissola. A primeira artista a adquirir fama internacional (que se tem notícia). Era extremamente admirada por Michelangelo e Anthony van Dyck, ambos artistas reconhecíveis e famosos. Anguissola nasceu no seio de uma família nobre, mas relativamente pobre. Ela recebeu uma educação boa e completa, que incluiu as belas artes, a sua aprendizagem com pintores locais estabeleceu um precedente para que as mulheres pudessem ser aceitas como estudantes de arte. Enquanto jovem mulher, Anguissola viajou para Roma, onde foi apresentada a Michelangelo, que imediatamente reconheceu o seu talento, e para Milão, onde pintou o Duque de Alba e Isabel de Valois, mulher de Filipe II de Espanha, que era pintora amadora. Posteriormente em 1569, Anguissola foi convidada para ir para Madrid e ser tutora de Isabel, com o posto de dama de companhia. Mais tarde, ela tornou-se pintora oficial da corte do rei e adaptou o seu estilo às exigências mais formais de retratos oficiais para a corte espanhola. Após a morte da rainha, Filipe ajudou a organizar-lhe um casamento aristocrático. Mudou-se para Palermo e, posteriormente, Pisa e Génova, onde continuou a atividade como pintora principal de retratos, aparentemente com o apoio dos seus dois maridos, vivendo até a idade de noventa e três anos. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 10:52:18 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Nicolas de Albuquerque, N° 24                                                                                                                                                   Mulheres na arte                                                                                                                                                                          </div><div>Sempre existiram diversas barreiras que impediram a ascensão das mulheres na arte, as mulheres sempre realizaram obras artísticas, mas ao irmos ao museu, a maioria dos artistas são homens, isto não significa que as obras femininas não são boas o bastante. Este ato é explicado pela discriminação que as mulheres sempre sofreram no meio artístico. <br><br></div><div>Camille Fascinada por pedra e terra quando criança, já moça Camille estudou na Académie Colarossi, um dos poucos lugares abertos a estudantes mulheres. Em 1983 aprendeu a esculpir com Auguste Rodin, e se envolveu com ele, Devido ao machismo e preconceito pelo fato de ser mulher, Camille não conseguia financiar muitas de suas ideias e por vezes dependeu de Rodin para realizar algumas delas em colaboração ou deixando-o levar o crédito pela obra, em 1992 ela rompeu a sua ligação com ele, assim, ela começou a produzir seus trabalhos mais pessoais e revolucionários. A força e a grandiosidade de seu talento estavam na verdade em um lugar muito incômodo: entre a figura legendária de Rodin e a de seu irmão que se tornou um dos maiores expoentes da literatura de sua geração. E não é difícil ler que as questões de gênero permeiam esse lugar menor dedicado a Camille. uma artista esmagada pela sociedade de seu tempo – deixou a sua marca na história da arte, impressa à custa de um imenso sacrifício pessoal <br><br></div><div>Em 1905 camille ficou doente mentalmente, ela faleceu no dia 19 de outubro de 1943, depois de ter vivido 30 anos no asilo em Montfavet. <br><br></div><div>“SÓ A ARTE E A POESIA CONTAM NA VIDA. TODAS AS CONVENÇÕES DA FAMÍLIA, DA SOCIEDADE E DA RELIGIÃO NÃO SÃO MAIS QUE ENGANOS” <br><br></div><div>(CAMILLE CLAUDEL, AOS 18 ANOS) <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 11:09:43 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Rafael Pimenta Rossi N°27<br> </div><div><strong>Montserrat Caballé</strong> </div><div>Atualmente as mulheres tem uma presença muito maior na arte, porem no passado não era assim, estudar e se tornar um artista era privilégio para poucos e apenas homens poderiam fazer, por mais que existissem mulheres talentosas elas não tinham oportunidade. Isso vale para todas as áreas da arte. </div><div>Montserrat Caballé, foi uma cantora espanhola de grande sucesso, nasceu em 1933 e morreu com 85 anos em 2018, entrou para o "Conservatori Superior de Música del Liceu", em Barcelona aos 11 anos de idade. Lá ela estudou técnica de canto e se formou em 1954 com medalha de ouro. O início de sua carreira foi muito modesto, até que na noite de 20 de abril de 1965, quando teve que substituir, imprevisivelmente, Marilyn Horne na ópera Lucrezia Borgia de Donizetti sua atuação lhe rendeu 25 minutos de aplausos. A partir desse momento, Caballé ficou conhecida como uma das grandes divas da ópera mundial e a fama lhe gerou vários anos de teatros lotados para assistir às suas apresentações. </div><div>Hoje tem em discos uma variedade enorme em estilo e repertório que estão em mais de 130 gravações, abrangendo papéis tão díspares quanto a Salome de Richard Strauss, Fiordiligi da ópera Così fan tutte de Mozart, e em 1988, junto com Freddie Mercury, do Queen, grava o álbum Barcelona, considerado um mito na união de uma cantora de ópera com um cantor de rock, sendo considerado um dos melhores trabalhos de ambos, logo após, saíram numa pequena turnê que foi registrada em vídeo em Ibiza e em 1992 cantou na abertura dos jogos olímpicos de Barcelona.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 14:40:59 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Layne Levi Cassimiro de Souza, n° 16 </div><div>           Desde sempre as mulheres enfrentam muitos preconceitos em seus trabalhos, inclusive na arte, de acordo com estatísticas do MASP em 2017, revelam a desigualdade de gênero ainda presente nos espaços dedicados à arte nos dias de hoje, apenas 6% das obras em uma exposição são de mulheres, mas 60% das exposições são de mulheres nuas. Podemos perceber que as mulheres ainda sofrem preconceitos em qualquer trabalho.<br>           Um ótimo exemplo de mulher que sofreu preconceitos, mas não desistiu é a Tarsila do Amaral, uma brasileira cujo o nome completo é Tarsila de Aguiar do Amaral, nascida em 1 de setembro de 1886, Capivari, Brasil foi uma pintora, desenhista e tradutora brasileira e uma das figuras centrais da pintura e da primeira fase do movimento modernista no Brasil ao lado de Anita Malfatti.</div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 16:07:07 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div> </div><div> Lais Amanda Alonso N° 13                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                            É nítido vermos como as mulheres não são reconhecidas no campo da arte. Podemos reparar essa desvalorização nos museus e exposições de arte, onde são pouquíssimas as obras nas quais  os donos são artistas femininas. Com base em um documentário feito apenas por mulheres e dirigido por vitoria ferreira podemos adquirir o conhecimento de que 6% dos artistas famosos em exposição são mulheres, por outro lado os corpos nus femininos é quem fazem parte de 60% das obras. Ou seja a mulher muitas vezes não é valorizada  pela sua obra e nem mesmo reconhecida pela mensagem que tenta passar. Diferentemente de um homem que “expõe” a beleza feminina e é enaltecido. Mas mesmo elas não tendo tanto reconhecimento pelo seu trabalho, suas obras não só tinham como ainda tem como objetivo dar voz a elas, ate mesmo quando a sociedade decide “cala-las”    Foi a partir dos anos 70 que Artemísia Gentileschi, uma esplêndida artista,  teve uma ótima repercussão pois resgatou  artistas e mulheres que foram esquecidas pela própria historia. esquecidas pela própria historia. Esta mulher tem uma historia por trás de suas obras, na qual, para poder “se livrar” deste grande problema, ela resolveu expor o acontecimento através de suas pinturas. Seu pai tinha um amigo que o visitava frequentemente, ate que um certo dia esse amigo se aproveitou da garota e a estuprou. Um tempo depois ela decidiu fazer uma denuncia, mas claramente  não deram ouvidos a ela. Foi assim que ela resolveu se expressar através de duas grandes obras suas mais relevantes: Judite decapitando Holofernes e Suzana e os anciãos.Uma grande artista que sempre será reconhecida pela sua coragem de expandir seus sentimentos ao mundo artístico. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 16:23:17 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Layla Viana Canassa  N15<br><br>Desde a antiguidade até os dias atuais as mulheres enfrentam vários tipos de preconceitos em seus trabalho, principalmente na arte, por conta do preconceito de gênero. A desigualdade de gênero presente nos espaços dedicados à arte é muito ampla, apenas 6% das obras em uma exposição são de mulheres.<br>Mesmo com os preconceitos, as mulheres vem crescendo ainda mais na arte, existe várias mulheres conhecidas por suas obras, exemplo disso é a Anita Malfatti, vítima de uma atrofia congênita na mão direita, ela aprendeu a escrever, desenhar e pintar com a mão esquerda. Malfatti se tornou uma das mais importantes pintoras brasileiras. A exposição de Anita foi a primeira exposição de arte Moderna no Brasil, dando assim início ao Modernismo. Nesta exposição, ela conheceu Mário de Andrade, no entanto, não foi um dos mais amigáveis, já que o escritor gargalhou diante da obra O Homem Amarelo, uma das obras de Malfatti. Anos mais tarde a mesma obra foi adquirida por ele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 17:48:01 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Thomas  Belisario R.  A. de Moraes N32                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             </div><div>Infelizmente durante boa história as mulheres não tiveram o direito de fazer arte ou ate mesmo a acesso a elas, optando muitas vezes em utilizar pseudônimos masculinos, porem essa realidade vem mudando e ao longo da história muitas mulheres se destacaram por seu trabalho na arte.<br> Uma dessas grandes mulheres foi Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga, (1847-1935), ela foi uma grande compositora, instrumentista e maestrina brasileira, além de ser a primeira pianista chorona, autora da primeira marcha carnavalesca com letra e também a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. E são mulheres como essa que mostra o quão talentosas e merecedoras as mulheres são. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 18:58:04 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Heloisa Cais da Silva n°06 1°EM                                                                                                                                                                                                                                           </div><div> Vivemos em um mundo, onde podemos ver claramente as consequências da grande desigualdade de gêneros, incluído no meio artístico, que tinha no passado, atualmente ainda encontramos esse problema, porém observamos um grande avanço, na qual cada vez mais, nos deparamos com as mulheres conquistando seu espaço na arte. <br><br></div><div>    Uma grande artista, que conseguiu revolucionar o mundo da dança, foi a estadunidense Isadora Duncan (1877-1927), ela não gostava da rigidez do balé clássico e com isso aderiu a um estilo mais livre onde dançava descalça, com roupa confortável e principalmente uma dança mais leve. Ela tinha como intuito, que a dança deixasse de ser algo só para entretenimento e passasse a ser algo onde as pessoas expressassem suas emoções. Duncan teve que lutar muito para conseguir o que queria, foi rejeitava nos Estados Unidos por causa dos seus princípios, e teve que se mudar para Londres, onde brilhou muito. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 20:09:45 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2020-06-12 21:02:43 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2020-06-12 21:02:46 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Penélope Ribeiro Bianchi, número 26                                                                                                                                   Com o passar do tempo, as mulheres vêm ingressando no meio artístico cada vez mais. Porém, como em muitas situações não é tão fácil assim. Sempre foi evidente a desigualdade de gênero no mundo da arte e como os homens são favorecidos e mais aclamados pelos seus trabalhos. As mulheres encontram dificuldades para vender suas obras e obter o devido reconhecimento. Mas felizmente a maioria delas estão dispostas a lutar pelos seus direitos e crescer na indústria artística. Como a grande artista Beyoncé vem fazendo há anos.<br>Beyoncé Giselle Knowles-Carter é uma cantora, compositora, dançarina, empresária e atriz norte-americana. Natural de Houston, no Texas, nasceu no dia 4 de setembro de 1981 e tem 38 anos. Ja vendeu mais de 100 milhões de discos atingindo recordes globais, e conta com 22 prêmios Grammy. <br>Beyoncé usa a sua visibilidade para tratar assuntos decorrentes da atualidade como o racismo e o machismo. Utiliza seus shows e redes sociais para se posiocinar contra qualquer preconceito, e por ser alguém de extrema influência, consegue passar suas mensagens para milhões de pessoas. A cantora foi a primeira mulher negra a ser a principal atração do festival de música "Coachella", onde tal apresentação é considerada uma das melhores e mais bem produzidas de todos os tempos. Muitos de seus dançarinos e músicos eram negros, causando um grande impacto de representatividade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 21:31:54 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Julia da Silva Honorio N°10                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                            Não é mentira pra ninguém quando falamos que as mulheres sempre foram excluídas da sociedade, isso não foi diferente na arte, na antiguidade pouquíssimas mulheres foram renomadas, isso acontecerá pelo preconceito de gênero, mas as coisas começaram a mudar após o século XX e as garotas começaram a se destacar na arte, isso não mudou até hoje.<br><br>Escolhi a atriz Octavia Spencer para apreciar. Octavia Lenora Spencer, nasceu em 1972 (48 anos), vem de uma família de 6 filhos, se formou em artes na faculdade Auburn. Ela atuou filmes renomados como “ Histórias cruzadas” “estrelas além do tempo” “a cabana” e mais diversos filmes. Essa atriz para mim é especial, por toda representatividade que ela traz, uma negra que se formou na faculdade a tantos anos atrás e sabemos o quanto isso não é comum, ainda mais pelo racismo, a nossa heroína foi além e se tornou uma atriz renomada.                                                                                                                                                                                                                                </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 22:38:29 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Julia Sass N°11  </div><div>As mulheres na arte, foram muito importantes para descontruírem a ideia em que só homens podem atuar nas áreas da pintura, escultura, cinema, teatro, dança, música... E colaborou para que hoje em dia sejamos mais “livre” para atuar nessas áreas, ainda sim vivemos em uma sociedade machista mas não podemos nunca desistir de continuar em prol da igualdade e direitos, assim como a essas mulheres.</div><div>Camille Claudel (1864-1943) ousou entrar no ramo das artes visuais onde a tradição era somente masculina, a escultura. Na época, a famosa École des Beaux-Arts barrava a matrícula de mulheres, fazendo com que as moças da época não desistissem de seus sonhos e procurassem ateliês particulares para terem aulas, assim como Camille.</div><div>A artista foi reconhecida pelo seu mentor sendo encaminhada para continuar a sua formação com Auguste Rodin, onde acabaram se relacionando, mas seu relacionamento tornou-se insustentável. Sendo tomada por uma depressão, por tantos problemas com sua família, profissionais, pessoais, Claudel destruíra parte de suas obras, e começou a demonstrar comportamentos poucos aceitos na época conservadora e rígida.</div><div>Mas ninguém notava e dava a devida importância pelo o que ela passava, onde devido ao machismo e preconceito pelo fato de ser mulher, Camille não conseguia financiar muitas de suas ideias e por vezes dependeu de Rodin para realizar algumas delas em colaboração ou deixando-o levar o crédito pelas suas obras e vários problemas sérios acabaram se tornando bobagem, e é claro por ela estar tão à frente de sua época tendo um talento incrível e invejável, sua família optou interna-la em um hospital psiquiátrico, onde passou o resto de sus vidas.</div><div>Suas esculturas eram uma arte suprema e infinitamente bela, forte e brilhante, no qual expressava tudo o que ela passava e uma delas que diz bastante como a sociedade explora as mulheres e não tinha seu devido reconhecimento é a obra Shakuntala seria uma expressão de sua solitária existência, de uma busca pessoal e fruto de sua longa busca pela identidade artística. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-13 00:05:57 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Maria Eduarda Amadeu   N°21   1°EM  </strong></div><div><br></div><div><strong>O feminismo no meio artístico </strong></div><div><br></div><div>Atualmente, no ano de 2020, nós mulheres ainda lutamos contra o preconceito enraizado na sociedade, ele se camufla, vem do berço e passa despercebido, hoje, por conta de nossas ancestrais, temos privilégios que foram reconquistados. As primeiras formações de sociedade nasceram baseadas nas primeiras divisões de trabalho, um processo de distinção de gêneros que continua se perpetuando, e mesmo com as conquistas, a diferença de gêneros e a superioridade masculina é perceptível em vários aspectos, o feminismo foi ganhando espaço na sociedade mas é uma luta que vai perdurar por um longo período, e ainda é necessário muito aprendizado, muitas pessoas nem sabem da existência de outra vertente da luta feminina, o feminismo negro e como ele é diferente do feminismo branco. <br><br></div><div>Ao decorrer do tempo as mulheres foram retomando sua liberdade em espaços apossados pelos homens, um deles é o meio artístico, em que as mulheres eram proibidas de atuar, elas recuperaram sua voz e passaram “de musas a autoras”. A visibilidade feminina no meio artístico ainda não é muito reconhecida, se pensarmos artistas, dificilmente vamos nos lembrar de mulheres. <br><br></div><div>Artemisia Gentileschi nasceu em Roma, 8 de julho de 1593 e faleceu na cidade de Nápoles em 1656, suas pinturas tinham características barrocas italianas com forte influência do Caravagismo, Artemisia começou a pintar pelo incentivo de seu pai Orazio Gentileschi, um famoso pintor de sua cidade. A artista e feminista é considerada uma das melhores pintoras de sua época, ela foi a primeira mulher aceita na academia de pintura de Florença, em suas obras, podemos identificar características do estilo de Caravaggio como o realismo e o uso dramático do chiaroscuro, técnica de pintura caracterizada pelo jogo de contrastes estabelecidos pela utilização de cores claras e escuras. <br><br></div><div>A obra de Artemisia Gentileschi que eu escolhi foi Susana e os Anciãos da Coleção Schönborn, essa obra foi feita em 1610, ela representa a história de Susana, que faz parte do livro bíblico de Daniel, a artista traz a mesma história para o quadro, mas com uma interpretação diferente da que era comumente utilizada para representar essa história nas pinturas daquela época, a obra de Artemisa mostra a pressão dos homens mais velhos em Susana, mostrando a dimensão psicológica dessa história e como eles coagem a moça. <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-13 00:49:39 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Isabeli Pezzato N°8 </div><div>MULHERES NA ARTE: </div><div>Nem sempre as mulheres conseguiam um papel de artista por duvidarem de sua capacidade. As mulheres participavam de um certa forma de modo indiretamente posando para que os homens a pintassem. </div><div>Artemisia Getileschi foi a primeira mulher aceita na Academia de Belas Artes de Florença, onde foi respeitada por seu trabalho. A artista pintava obras do período barroco que foi uma grande referência nos movimentos femininos por trazer outros focos. </div><div>A partir do século XIX as mulheres começaram a aparecer ainda mais em outros meios como: cantoras, pintoras, compositoras, artistas, e em outras profissões onde o papel da mulher não era reconhecido. </div><div>Tomie Ohtake foi uma artista plástica japonesa naturalizada brasileira. Suas obras sempre foram muito grandes e existem varias delas espalhadas ao redor do Brasil.Ela recebeu o prêmio Nacional de Artes plásticas do Ministério da Cultura em Brasília. E logo depois construiu o seu Instituto Tomie Ohtake em São Paulo. </div><div> </div><div>Escultura de Tomie Ohtake localizada em Santos- SP </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-13 19:39:26 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Yasmin de Oliveira Bonet N°34</strong><br>          As mulheres desde sempre participaram da indústria da arte, mas poucas vezes sendo as autoras das obras e quando são, encontram várias barreiras ao longo da vida, enfrentando desafios em consequência ao preconceito de gêneros, que por conta disso não conseguem erguer suas carreiras e tem dificuldades para obter reconhecimentos, não conseguindo viver as custas da arte, o que para um homem é bem mais fácil. Por isso devemos apoiar as mulheres na arte atual e contar histórias daquelas que foram esquecidas.<br>          Sophie de Bouteiller (16 de junho de 1829 – 1901) foi uma pintora francesa, que assumiu um pseudônimo de Henriette Browne para separar sua vida pessoal da profissional, já que na época era impróprio uma mulher ser artista. Foi reconhecida internacionalmente durante sua vida por sua abordagem não tradicional do orientalismo, se especializou em cenas de gênero, de uma maneira com poucos escândalos, mas não ausente do exótico. Muitos de seus trabalhos foram perdidos ao longo do tempo, mas os que permaneceram mostram suas habilidades e empenho nas obras que foram ignorados ou substituídos por pintores homens na história.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 12:05:42 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div> </div><div>A mulher sempre esteve presente na arte, comumente na forma de um objeto, retratado nu e com as formas do corpo hipervalorizadas. Não era comum a presença feminina na criação de obras, tendo em vista que, infelizmente, até hoje muitas implicações ideológicas impedem a participação feminina em diversas atividades. Porém após muita luta, muitas mulheres conseguiram se expressar, quebrando essa barreira e criando obras reconhecidas mundialmente. <br><br></div><div>Uma artista que marcou o surrealismo, com pinturas em um universo único, foi a pintora Leonora Carrington, considerada uma artista rebelde. Nasceu na Inglaterra e passou quase toda a sua vida no México. Leonora frequentemente questionava o papel da mulher na arte, acreditando que não deveriam ser musas, mas sim as pintoras. Suas obras normalmente eram abstratas e retratavam um mundo conturbado e cheio de estruturas em transformação. A artista também produzia esculturas e obras literárias, sendo que diversas vezes retratou os acontecimentos de sua vida, como a epilepsia, crises de ansiedade e problemas amorosos. <br>Luigi n-19 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 13:02:30 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Malala Yousafzai<br><br>É uma ativista, feminista paquistanesa de 22 anos que nasceu numa época muito<br>caótica na sua terra natal, aonde quando uma menina nasce é sinônimo de tristeza para a<br>família e se um menino nasce é sinônimo de muita festa e felicidade. Mas a família de Malala<br>não pensava assim e abominava esse tipo de crença dando assim muito suporte, apoio e<br>coragem para a filha que cresceu com um enorme interesse por política, luta de direitos das<br>mulheres e defesa da educação para as mesmas.<br><br>A ativista vivia onde o domínio do lugar é do talibã, uma milícia nacionalista islâmica<br>que possui uma interpretação muito rígida dos textos da religião tendo a intenção de acabar<br>com a cultura ocidental e obrigar o uso da burka em todas as mulheres, apesar de alguns<br>ideais distintos o talibã é um aliado da al qeada.<br><br>Entre seus 11 e 12 anos Malala escreveu para a BBC contando sobre o seu dia a dia<br>na aldeia com a ocupação do talibã, quando a corporação viu o seu depoimento logo o publicou<br>além de no verão seguinte ter um documentário publicado pelo The New York Times. Sua<br>popularidade cresceu muito e começou a participar de diversas entrevistas e foi nomeada pelo<br>ativista sul-africano Desmond Tutu para o prêmio internacional da criança.<br><br>As meninas paquistanesas acabaram perdendo o direito de estudar e se quisessem ir<br>a escola tinha que esconder seus materiais e não usar o uniforme para poderem passar pelas<br>ruas e pegarem os ônibus sem que os talibãs pulassem na frente e jogassem ácido em seus<br>rostos. No dia 9 de outubro Malala foi baleada por um homem do talibã dentro de uma van<br>escolar que a deixou em estado grave, nos dias seguintes ficou inconsciente e foi transferida<br>ao um outro hospital quando teve uma melhora. Teve alta dia 4 de janeiro de 2013 e perdeu<br>audição de um dos ouvidos por conta do ataque.<br><br>A tentativa de assassinato pelo talibã gerou um movimento de apoio nacional e<br>internacional a Malala, Gordon Brown lançou uma petição da ONU em homenagem a Malala<br>com o slogan “I am Malala” exigindo que todas as crianças do mundo estivessem inscritas em<br>escolas até o fim do ano de 2015. Que impulsionou a retificação da primeira lei de direito a<br>educação no Paquistão.<br><br>Em 2013 ela comemorou seu aniversário de 16 anos discursando na Assembleia da<br>Juventude na Organização das Nações Unidas em Nova Iorque, Estados Unidos uma das falas<br>dela foi " Vamos pegar nossos livros e canetas. Eles são nossas armas mais poderosas. Uma<br>criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o mundo. A educação é a única<br>solução " logo depois em 3 de setembro Malala inaugurou a maior biblioteca pública da Europa.<br>Malala também é a mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel da Paz símbolo da luta<br>pelo direito da educação de meninas, venceu com apenas 17 anos. Tem 3 livros publicados e<br>ao todo mais de 14 premiações e honrarias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 20:24:56 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Gabrielly Fossaluza  N°05<br> </div><div>Com o passar dos tempos as mulheres tem cada vez um papel mais importante no mundo da arte. Mas não foi sempre assim, elas enfrentam muitos desafios por conta do seu gênero, como por exemplo, vender suas obras e ter seu merecido reconhecimento. Mas hoje em dia as coisas mudaram, as mulheres levantaram suas bandeiras, e estão com a voz mais forte e marcante na historia da arte. <br><br></div><div>   A artista que eu escolhi foi a Rihanna, é uma cantora, compositora, atriz e empresária. Uma cantora muito reconhecida nos dias de hoje e se tornou defensora das mulheres nas redes sociais, Rihanna é uma artista que uniu todas as tribos, mas a importância dela para nós mulheres vai muito, além disso. Há alguns videoclipes da cantora faz vingança com as próprias mãos e virou até meme na internet. <br><br></div><div>  A cantora acompanhou o movimento das mulheres para incentiva-las a se unir a favor de si mesma, um fato de que ficou evidente na sua carreira. Rihanna preencheu uma lacuna na indústria musical e passou a ser uma imagem que representa a força da mulher. Tirou o papel de vítima em que muitas delas foram colocadas por muito tempo para torná-las protagonistas de suas próprias ações. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 10:47:56 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Letycia Valença N° 17   </div><div>   É um fato que as mulheres desde a antiguidade não tinham tantos direitos e nem tanto respeito da sociedade, e na arte, não foi diferente. Muitas mulheres que queriam conquistar seus lugares no meio artístico tinham que se passar por homens para que suas obras fossem aceitas, e atualmente são extremamente reconhecidas e amadas por muitas outras pessoas, inclusive as mulheres que se sentem até inspiradas pelas artes e por suas histórias de como cresceram, ignoraram o que a sociedade padronizava como o correto e revolucionavam o mundo artístico! <br><br></div><div>Uma dessas incríveis mulheres foi Patrícia Rehder Galvão, conhecida como Pagu. Nascida em 1910, foi uma escritora, poetisa, diretora, tradutora, desenhista, cartunista, jornalista, e militante da política brasileira. Já era uma mulher avançada para os padrões da época, com seu comportamento considerado extravagante e defendendo as causas feministas. Em 1925, com quinze anos, mudou-se com a família para São Paulo, onde conseguiu o primeiro emprego, como redatora e passou a escrever críticas contra o governo e contra as injustiças sociais em uma coluna de notícias do Brás Jornal, assinando como Patsy. <br><br></div><div>Com 18 anos, pouco depois de completar o curso na Escola Normal da capital paulista, entrou para o movimento antropofágico, sob a influência de Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral. O apelido Pagu surgiu de um erro do poeta modernista Raul Bopp, ao dedicar a ela, em 1928, o poema "Coco de Pagu”! <br><br></div><div><br>No livro Parque Industrial de 1933, escreve sobre as mazelas e hipocrisias da sociedade, defendendo, sobretudo, as mulheres, exploradas por sua condição de gênero social ou como trabalhadoras. No romance A Famosa Revista de 1945 ela faz críticas contra o partido que destrói valores éticos. <br><br></div><div><br>A história de Pagu também chegou aos palcos do teatro. No ano do centenário de seu nascimento entrou em cartaz o espetáculo <em>Dos Escombros de Pagu</em>, baseado no livro homônimo de Tereza Freire! <br><br></div><div><br> <br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 19:27:24 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>                                                                             João Vitor Santos n°9</div><div>Através dos séculos, as mulheres têm se envolvido no fazer artístico, seja como criadoras e inovadoras de novas formas de expressão artística, patrocinadoras, colecionadoras, fontes de inspiração ou com contribuições significativas como historiadoras e críticas de arte.</div><div>As mulheres têm sido e continuam a ser parte indispensável da indústria artística, mas apesar de estarem engajadas com o mundo das artes de todas as maneiras, muitas mulheres artistas encontraram barreiras na narrativa tradicional da história da arte. Elas têm enfrentado desafios devido a preconceitos de gênero, de ter dificuldade em estudar, vender suas obras a obter reconhecimento.                                                                             Anita Malfatti<strong>,</strong> 1889-1964, São Paulo, São Paulo.Filha de imigrantes (pai italiano e mãe norte-americana), Anita Malfatti foi fortemente influenciada pela mãe, que pintava e desenhava, e provavelmente nem sonhava que a filha se tornaria uma das mais importantes pintoras brasileiras. Vítima de uma atrofia congênita na mão direita, Anita aprendeu a escrever, desenhar e pintar com a mão esquerda. O primeiro contato com a arte expressionista alemã em 1910, quando foi para Berlim e frequentou a Academia Real de Belas Artes. A primeira exposição individual aconteceu em 1914, em São Paulo. Uma exposição sua, Primeira Exposição de Arte Moderna no Brasil, 1917-1918, inaugurada em dezembro de 1917, deu início ao Modernismo, que tem o seu ápice na Semana de Arte Moderna de 1922. Nesta exposição, ela conheceu Mário de Andrade, que tornaria seu grande amigo. O primeiro contato, no entanto, não foi dos mais amigáveis, já que o escritor gargalhou diante de obras da artista. O Homem Amarelo, uma das obras que foi alvo da ironia de Mário de Andrade, foi adquirida por ele anos mais tarde.   </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-18 11:40:12 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Rebecca Agnus N°29 </div><div>         Mulheres na arte <br><br></div><div>Na arte há várias maneiras de se expressar. Na dança usamos nosso corpo, no teatro a insinuação e na música usamos a voz na qual pensamos alto e criticamos a sociedade que vivemos, dando destaque para as mulheres na música escolhi uma artista na qual muitos conhecem e podem até mesmo admira-la. <br><br></div><div>Cherilyn Sarkisian La Pierre mais conhecida como Cher, nasceu no dia 20 de maio de 1946 na Califórnia tendo atualmente 74 anos (2020) é uma cantora, atriz e apresentadora de televisão estadunidense que iniciou sua carreira com meros 16 anos após abandonar a escola. Uma característica de sua carreira é ter sido cheia de altos e baixos, que ia desde seu sucesso e fracasso como cantora e atriz até os recordes e os diversos prêmios recebidos. E para todos que a admiram o que fica marcado é sua personalidade forte durante sua carreira que já dura seis décadas. Cher já estrelou ao lado de seu ex e falecido marido Sonny Bono no começo de sua carreira, ao lado de Christina Aguillera também cantora no filme de 2010 “Burlesque” (N/A: assistam Burlesque) e é também muito próxima da atriz Meryl Streep. Cherilyn além de tudo isso também é conhecida como “ídola” da comunidade LGBTQ+, dando destaque para as Drag Queens (sendo Cher próxima de RuPaul Charles, Drag Queen conhecida pelo seu reality show “RuPaul’s Drag Race”) que a admiram e a artista apoia os mesmos e sua comunidade sendo memorável por todos. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-18 13:46:01 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Julia Gabriel Frensch                                                                                                                                                                As mulheres também tiveram  momentos de protagonismo na arte, mesmo em períodos socialmente conservadores e mais rígidos.  Porém,  muitas mulheres artistas encontraram barreiras na narrativa tradicional da história da arte. Elas têm enfrentado desafios devido a preconceitos de gênero, de ter dificuldade em estudar, vender suas obras a obter reconhecimento. Mulheres sempre foram artistas, e sempre há vislumbres da arte das mulheres em sociedades patriarcais.                                                                                                                O brasil teve grandes exemplos de mulheres na arte, podemos citar Cacilda Beker. Foi uma das grandes atrizes da historia do teatro brasileiro, sendo considerada por alguns a maior atriz brasileira. Cresceu na pobreza, mas mesmo diante de todas suas dificuldade, conseguiu praticar o Ballet (seu primeiro contato com a arte). Com 20 anos, iniciou sua carreira de atriz.                                                                                                                No teatro protagonizou muitos espetáculos do Teatro, interpretando personagens antagônicos. Em 1957 fundou o Teatro Cacilda Beker, no qual desempenha sua carreira por 22 anos. No dia 6 de maio de 1969 foi diagnosticada com derrame cerebral e falece 38 dias depois.   </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-19 18:06:09 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Ian Lucas Ferreira n7 1-EM<br><br>Mulheres na arte<br><br>As mulheres têm sido e continuam a ser parte indispensável da indústria artística, mas apesar de estarem engajadas com o mundo das artes de todas as maneiras, muitas mulheres artistas encontraram barreiras na narrativa tradicional da história da arte. Elas têm enfrentado desafios devido a preconceitos de gênero, de ter dificuldade em estudar, vender suas obras a obter reconhecimento.<br>As mulheres sempre tiveram importância na arte brasileira, um exemplo disso é a Djanira Motta e Silva, 1914 – 1979, Avaré, São Paulo. Pintora, desenhista, ilustradora e cenógrafa, Djanira Motta e Silva começou a desenhar quando se tratava de uma tuberculose, em São Paulo, nos anos 30. O contato com a arte torna-se mais estreito quando ela se muda para o bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro.<br>No ano de 1943, Djanira expõe pela primeira vez, na Associação Brasileira de Imprensa. Morando em Nova York de 1945 a 1947, sofre influência de Pieter Brueghel. De volta ao Brasil, pintou o mural Candomblé, na casa do escritor Jorge Amado. No Rio de Janeiro, foi uma das participantes mais engajadas do Movimento pelo Salão Preto e Branco, um protesto de artistas contra os altos preços do material para pintura. Uma de suas obras públicas mais importantes foi feita em 1963: o painel de azulejos Santa Bárbara, com 160 m2, no túnel Catumbi, Laranjeiras, Rio de Janeiro. Profundamente religiosa, Djanira ingressou a Ordem Terceira Carmelita e foi a primeira artista latino-americana a ter obras no Museu do Vaticano: o quadro Santana de Pé, doada ao acervo do museu, foi pintada com o braço esquerdo, pois ela havia fraturado a clavícula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-19 18:31:28 UTC</pubDate>
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         <author>kaioextremegames</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mulheres na arte.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                Sabemos que cada vez mais as mulheres tem dificuldades para entrar nesse ramo da arte, tanto pelo preconceito, cor, genero, raca, etc. porem uma das pessoas que fez mais sucesso foi anne frank, ao qual virou mais tarde simbolo de resistencia, anne frank foi uma judia que ficou escondida durante muito tempo em um abrigo pois estava na guerra, ao passar dos dias escreveu um diario e de vez em quando pintava algo, o diario ao qual mais tarde se transformou em livro tinha arquivos da guerra, os relatos, as datas, tudo sobre o que ela viveu e afins, que mais tarde foi considerado uma ``arte`` a escrita dela, contando os fatos e tudo mais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-19 20:22:09 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Wesley H Blattner N°33 1°EM<br>A mulher nas artes<br> As mulheres antigamente sofriam muito preconceito, não deixando fazer as suas artes ou tendo que mudar seu nome para um  masculino para não saber que ela é uma mulher, isso vem tendo uma raridade maior mas continua tendo esse preconceito, o que é uma grande evolução para que no futuro isso acabe e as mulheres tenham e qualquer lugar onde queiram.<br>A Tarcila foi umas das grandes pintoras do mundo onde tem varias obras muito famosas uma delas é o abaporu, suas obras valem muito. mas que antigamente não valia, um desses motivo é por ser mulher. Tarcila como as outras mulheres sofreu tambem para ser artisata um dos preconceitos que ela sofria era xenofobia por ter pintado uma obra em que as pessoas falavam que a obra trazia o preconceito com o nordeste.<br> <br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 19:26:00 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Rafael Sanches Rosolen N:28 </div><div>Arte <br><br></div><div> <br><br></div><div>  As mulheres na arte, foram muito importantes, pois elas em diferentes épocas mudaram o jeito de ver e revolucionaram a arte. Mesmo que elas sofreram preconceito ou algo relacionado, conseguiram ter seu espaço e serem valorizadas. <br><br></div><div>  Isadora Duncan, nasceu na Califórnia, viveu a partir dos 22 anos até sua morte na Europa, sua carreira como bailarina e coreografa começou muito cedo, ainda criança, ensinando os colegas da vizinhança, desde nova tinha uma visão sobre a dança diferente em suas primeiras aulas, logo mais tarde apresentou uma proposta revolucionário que rompia as regras rígidas do balé clássico e trabalhava uma dança mais livre e verdadeiramente expressiva, com pés descalços e vestimentas confortáveis. Ela ignorava tanto na vida profissional como na vida pessoal, a moral tradicional, era ateia e comunista, tendo declarado abertamente suas ideias comunistas no palco. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 12:02:45 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Livia Lopes Libório Nº 18                                                                                                                 Mulheres na Arte<br><br>Ao decorrer dos anos, cada vez mais as mulheres vem ganhando mais poder<br>no meio artístico, porém sabemos que elas tiveram que enfrentar diversas<br>barreiras e diversos desafios ao longo de sua trajetória, por exemplo<br>dificuldades em vender suas obras e adquirir reconhecimentos.<br>A artista que eu escolhi foi a Carmem Miranda, era cantora, atriz e dançarina<br>brasileira. Com todo o seu talento conquistou diversos países, como os<br>Estados Unidos, tanto que foi a primeira sul- americana com uma estrela na<br>Calçada da fama. Seu trabalho começou quanto ela veio para o Brasil e foi<br>apresentada para um compositor, chamado Josué de Barros, onde a colocou<br>nos teatros.<br>Ao longo do tempo foi aprimorando cada vez mais seus talentos, participou de<br>rádios, fez turnês, participou de diversos filmes. Seu estilo ficou conhecido<br>como fantasia de baiana, por conta do filme em que ela participou “Banana da<br>Terra”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-24 20:57:24 UTC</pubDate>
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         <author>brunocorpastrevisani</author>
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         <description><![CDATA[PUBLICAR]]></description>
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         <pubDate>2020-07-03 16:06:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Júlio Konstantinovas Simões N°12<br><br>Whitney Houston <br><br>As mulheres não tinham muita visibilidade no mundo das arte, mas a partir do séc. XIX isso começou a mudar drasticamente em exemplo a Whitney Houston, uma das maiores artistas do mundo por ser atriz, empresária, mas se destacou realmente pelas suas músicas.<br>Nascida em 1963 até 2012 Whitney Houston é considera como uma das maiores cantoras pela sua voz incrível e potente, tendo mais de 400 prêmios e 300 milhões álbuns vendidos pelo mundo. Suas obras falavam sobre espiritualidade, poder feminino, força, superação e amor. E fazia músicas de estilo R&amp;B, Gospel, Soul e Pop, e com toques de eletrônica. Inclusive em seu álbum I'm your Baby Tonight ela mistura o pop com R&amp;B contemporânea. E nos anos 80 até fez até um remix de suas músicas mais antigas e famosas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-03 16:09:20 UTC</pubDate>
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         <author>brunocorpastrevisani</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bruno Corpas de Matos Trevisani N°1 </div><div>Através dos séculos, as mulheres têm se envolvido no fazer artístico, seja como criadoras e inovadoras de novas formas de expressão artística, patrocinadoras, colecionadoras, fontes de inspiração ou com contribuições significativas como historiadoras e críticas de arte. <br><br></div><div>As mulheres têm sido e continuam a ser parte indispensável da indústria artística, mas apesar de estarem engajadas com o mundo das artes de todas as maneiras, muitas mulheres artistas encontraram barreiras na narrativa tradicional da história da arte. Elas têm enfrentado desafios devido a preconceitos de gênero, de ter dificuldade em estudar, vender suas obras a obter reconhecimento. <br><br></div><div>A artista que eu escolhi foi a Tarsila de Aguiar do Amaral. Uma pintora, desenhista e tradutora brasileira e uma das figuras centrais da pintura e da primeira fase do movimento modernista no Brasil, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro Abaporu, de 1928, inaugurou o movimento antropofágico nas artes plásticas. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-03 16:26:19 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Flávia Lima Lopes  Nº03</div><div>Por muito tempo as mulheres foram excluídas na arte em geral e na sua importância para a história da arte, mais conforme o tempo grupos pequenos de mulheres conseguiram reconhecimento por serem grandes artistas. Mesmo assim, elas eram frequentemente descritas como mulheres extraordinariamente talentosas que superaram as limitações do seu gênero para se tornarem bem sucedidas no que era conhecido como um campo masculino. <br><br></div><div><br></div><div>Uma das grandes artistas mulheres foi a Tomie Ohtake (1936-2015)  uma artista plástica japonesa naturalizada brasileira e uma das principais representantes do abstracionismo informal. Suas obras abrangem pinturas, gravuras e esculturas. Pela sua carreira grande carreira Tomie Ohtake é considerada a “dama das artes plásticas brasileira”. Ela foi premiada no Salão Nacional de Arte Moderna, em 1960 e em 1988, foi abençoada com a Ordem do Rio Branco pela escultura pública comemorativa dos 80 anos da imigração japonesa, em São Paulo. Pela sua carreira Tomie Ohtake é considerada a “dama das artes plásticas brasileira”.<br><br></div><div><br></div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-03 17:40:06 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Manuela  Helena da Silva n• 20<br>Malala Yousafzai</div><div><br></div><div>É uma ativista, feminista paquistanesa de 22 anos que nasceu numa época muito</div><div>caótica na sua terra natal, aonde quando uma menina nasce é sinônimo de tristeza para a</div><div>família e se um menino nasce é sinônimo de muita festa e felicidade. Mas a família de Malala</div><div>não pensava assim e abominava esse tipo de crença dando assim muito suporte, apoio e</div><div>coragem para a filha que cresceu com um enorme interesse por política, luta de direitos das</div><div>mulheres e defesa da educação para as mesmas.</div><div><br></div><div>A ativista vivia onde o domínio do lugar é do talibã, uma milícia nacionalista islâmica</div><div>que possui uma interpretação muito rígida dos textos da religião tendo a intenção de acabar</div><div>com a cultura ocidental e obrigar o uso da burka em todas as mulheres, apesar de alguns</div><div>ideais distintos o talibã é um aliado da al qeada.</div><div><br></div><div>Entre seus 11 e 12 anos Malala escreveu para a BBC contando sobre o seu dia a dia</div><div>na aldeia com a ocupação do talibã, quando a corporação viu o seu depoimento logo o publicou</div><div>além de no verão seguinte ter um documentário publicado pelo The New York Times. Sua</div><div>popularidade cresceu muito e começou a participar de diversas entrevistas e foi nomeada pelo</div><div>ativista sul-africano Desmond Tutu para o prêmio internacional da criança.</div><div><br></div><div>As meninas paquistanesas acabaram perdendo o direito de estudar e se quisessem ir</div><div>a escola tinha que esconder seus materiais e não usar o uniforme para poderem passar pelas</div><div>ruas e pegarem os ônibus sem que os talibãs pulassem na frente e jogassem ácido em seus</div><div>rostos. No dia 9 de outubro Malala foi baleada por um homem do talibã dentro de uma van</div><div>escolar que a deixou em estado grave, nos dias seguintes ficou inconsciente e foi transferida</div><div>ao um outro hospital quando teve uma melhora. Teve alta dia 4 de janeiro de 2013 e perdeu</div><div>audição de um dos ouvidos por conta do ataque.</div><div><br></div><div>A tentativa de assassinato pelo talibã gerou um movimento de apoio nacional e</div><div>internacional a Malala, Gordon Brown lançou uma petição da ONU em homenagem a Malala</div><div>com o slogan “I am Malala” exigindo que todas as crianças do mundo estivessem inscritas em</div><div>escolas até o fim do ano de 2015. Que impulsionou a retificação da primeira lei de direito a</div><div>educação no Paquistão.</div><div><br></div><div>Em 2013 ela comemorou seu aniversário de 16 anos discursando na Assembleia da</div><div>Juventude na Organização das Nações Unidas em Nova Iorque, Estados Unidos uma das falas</div><div>dela foi " Vamos pegar nossos livros e canetas. Eles são nossas armas mais poderosas. Uma</div><div>criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o mundo. A educação é a única</div><div>solução " logo depois em 3 de setembro Malala inaugurou a maior biblioteca pública da Europa.</div><div>Malala também é a mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel da Paz símbolo da luta</div><div>pelo direito da educação de meninas, venceu com apenas 17 anos. Tem 3 livros publicados e ao todo mais de 14 premiações e honrarias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-03 17:53:29 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>NATHYELI R. M. NICOLUZIO, N° 23</div><div>   As mulheres na arte não eram muito valorizadas, por não terem voz nenhuma e acabam não sendo tão reconhecida neste meio, mas com o tempo isso foi mudando e elas começaram ser mais valorizadas por suas artes.</div><div>   Eu escolhi a artista Tomie Ohtake, ela é considerada a “dama das artes plástica brasileira” e uma das principais representantes do abstracionismo informal. Sua obra abrange pinturas, gravuras e esculturas. Foi premiada no Salão Nacional de Arte Moderna, em 1960; e em 1988, foi abençoada com a Ordem do Rio Branco pela escultura pública comemorativa dos 80 anos da imigração japonesa, em São Paulo. Desde criança, como acontece em sua terra, tomou contato com a arte da caligrafia, indispensável para se expressar com clareza usando caracteres e ideogramas orientais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-06 02:40:50 UTC</pubDate>
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De Musas a Autoras
As mulheres na Arte
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Eduardo Lustosa
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4h
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         <pubDate>2020-07-20 21:16:56 UTC</pubDate>
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