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      <title>Portfólio final by Maysa Cazita</title>
      <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup</link>
      <description>Maysa e Lucas Faria</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-23 12:49:03 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-29 13:44:20 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Conhecimento prévio:</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2601715870</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com o filósofo John Locke o ser humano é como uma “tábula rasa” e é por meio de experiências que se vai construindo e adquirindo conhecimento e que não há um conhecimento inato.&nbsp; Dessa forma, presumo que o ambiente familiar se torna um fator de relevância ao se tratar da delinquência juvenil, ou seja, o ambiente familiar e as pessoas com quem a criança convive no seu primeiro momento serão determinantes para a formação de sua personalidade, sendo assim se a criança e o jovem estão em contato com um ambiente que é popularmente conhecido como “família desestruturada”, esse por sua vez será determinante para que essa criança venha a cometer delinquências em algum momento de sua vida por não ter um ambiente estável e pôr ao longo de sua infância não ter encontrado boas referências.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 13:22:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tema escolhido + percurso</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2601717127</link>
         <description><![CDATA[<div>O tema escolhido tem por objetivo a pesquisa de artigos da área da psicologia e a investigação e análise de dados a fim de chegar a resultados concretos se o ambiente familiar tem relação com a delinquência juvenil. O percurso que será adotado para esse trabalho será analise de pesquisas no âmbito jurídico como a análise de lei e pesquisas na área da psicologia, o percurso será analisar artigos que tenham comparativos e dados numéricos de jovens em situação de delinquência, e associar com base na Teoria da Vinculação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 13:23:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2601717127</guid>
      </item>
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         <title>Desenvolvimento</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2601718471</link>
         <description><![CDATA[<div>Os atos infracionais&nbsp; cometido pelos jovens delinquentes pode ser definido como descrito no artigo 103 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) como condutas descritas como crime ou contravenção penal. É um dever da família e do estado zelar pela criança e pelo adolescente, por isso o ECA garante muitos direitos como forma de zelar juntamente com a família por esses direitos, mas quando se trata do jovem delinquente, aquele que comete atos infracionais, esse por sua vez ameaça a vida de outros indivíduos, e uma forma coercitiva que o estado oferece são as medidas socioeducativas como forma de o reinserir na sociedade.&nbsp; A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12594.htm">lei 12.594</a> institui o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE),&nbsp; é responsável por regulamentar as execução das medidas socioeducativas como, a responsabilização do adolescente incentivando a sua reparação;integração social garantindo seus direitos sociais e individuais; desaprovação de conduta infracional, efetivando as disposições da sentença como parâmetro máximo de privação de liberdade ou restrição de direitos, observados os limites previstos na lei. (BRASIL, 2012). Dessa forma, essas medidas são aplicadas para que esses jovens não voltem a cometer atos ilícitos, essas tem como objetivo proteger o jovem e o incentivar a mudar de vida.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Analisando um estudo exploratório realizado por Oliveira e Assis (1999), onde foi analisado jovens que estavam em situações de cumprimento de medidas socioeducativas percebeu que a maioria não possuía os pais em suas casas, além da falta da presença paterna, as mães eram consideradas chefes de família, a maioria relatava que seus pais eram separados, além disso, os internos não recebiam visitas de seus familiares no período de reclusão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 13:24:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2601718471</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Resultados </title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2601719729</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante do exposto, e das análises de pesquisas de profissionais da área, e o entendimento com base na Mary Ainsworth (1963), pode se concluir que os resultados com base nas pesquisas que o ambiente familiar contribui para a delinquência juvenil, como pode se observar os jovens delinquentes possuíam famílias que apresentava alguma disfuncionalidade que variava desde pais separados até os mesmo crimes cometidos por familiares, ao se analisar com outros jovens, percebe-se que a diferença nas relações familiares, contribui para a delinquência cometida. Relacionando com os tipos de apego, observa-se que nos jovens que possuíam algum tipo de relação conflituosa com os familiares como no apego desorganizado, preocupado e evitativo, esses por sua vez apresentavam características de distanciamento familiar, dificuldades de se relatar a sua infância; sendo assim pode se concluir que a falta de apego em relação a criança e adolescente pode a afetar significativamente levando alguns jovens a cometerem atos infracionários pois em virtude do ambiente familiar ocorre o distanciamento emocional com o jovem, e em um ambiente onde ele vivencia momento de tristeza e desamparo dificilmente ele irá conseguir seguir uma vida estável, devido a vários traumas vivenciados por eles, ou seja, quando ocorre esse distanciamento com a família ele irá procurar outro grupo social que o acolha, e na maioria das vezes é no meio delinquente que ele irá se sentir acolhido.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 13:25:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2601719729</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Autoavaliação</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2601720401</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esse trabalho, aprendemos que muitos jovens delinquentes possuem, em grande parte, pais separados, violência dentro de casa, uso de drogas, além da falta de apoio da família quando estes cumprem medidas socioeducativas. Desenvolvemos ideias que nos auxiliaram a entender que os diversos tipos de apego influenciam a criança e o adolescente, de forma positiva ou negativa, adquirindo uma nova forma de agir com base no apego que lhe foi oferecido. Dessa maneira, a família causa influência direta na formação da personalidade desse jovem, levando a ele, escolher seguir um caminho de delinquências, pois não se foi apresentado dentro de casa uma vida saudável e estável, entendi que as medidas socioeducativas buscam amenizar e o problema para reinserir na sociedade, mas por falta de apoio familiar muitos desses jovens acabam voltando para o mesmo caminho, diante das pesquisas foi observado como o ambiente interfere nos jovens, uma vez que eles possuíam contato com delinquências dentro de seus próprios lares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 13:26:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2601720401</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Referências.</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2601720945</link>
         <description><![CDATA[<div>PAULA, Maria de Lourdes Bersogli; ASSUMPCAO JR., Francisco B.. Delinquência juvenil e família.<strong> Rev. psicopedag.</strong> São Paulo ,&nbsp; v. 30, n. 91, p. 43-51, 2013.<br><br></div><div>Oliveira, M. B., &amp; Assis, S. G. (1999). Os adolescentes infratores do Rio de Janeiro e as instituições que os "ressocializam". A perpetuação do descaso. <strong>Cadernos</strong><strong><em> de </em></strong><strong>Saúde</strong><strong><em> </em></strong><strong>Pública</strong>, 15(4), 831-844.<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>Feijó, M. C., &amp; Assis, S. G. (2004). O contexto de exclusão social e de &nbsp; vulnerabilidades de jovens infratores e de suas famílias. <strong>Estudos de Psicologia</strong>, 9(1), 157-166.</div><div><br><br></div><div>MENDES, L. S. T.; ROCHA, N. S. DA. Teoria do Apego: conceitos básicos e implicações para a psicoterapia de orientação analítica. <strong>Rev. Bras. Psicoter. (Online)</strong>, p. 1–15, 2016.<br><br></div><div>BRASIL. Lei 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. <strong>Diário Oficial da União</strong>, Brasília, 16 jul. 1990.<br><br>Lei nº 12.594, de 18 de janeiro de 2012. Dispõe Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase). <strong>Diário Oficial da União</strong>, Brasília, 18 jan, 2012.<br><br>ATKINSON, L. (1997) Attachment and psychopathology: From laboratory to clinic. In: ATKINSON, L. &amp; ZUCKER, K. J. (Orgs.). Attachment and psychopathology. New York: <strong>The Guildford Press</strong>. pp. 3-16.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 13:26:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento - Segunda parte:</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637166093</link>
         <description><![CDATA[<div>Em outra pesquisa realizada&nbsp; por Paula e&nbsp; Assumpção Jr (2013)&nbsp; foi analisado sessenta adolescentes do sexo masculino entre 14 e 17 anos, sendo que trinta adolescentes estavam cumprindo medida educativa de internação na Fundação Estadual do Bem Estar do Menor de São Paulo, os adolescentes responderem um questionário contendo 17 questões para assim descobrir como era a estrutura familiar desses jovens, como o tipo de delito, uso de drogas, se os pais eram divorciados ou não, se os familiares usavam drogas, familiares com passagem pela FEBEM, pessoa a quem se recorre quando ocorre algum problema e a pretensão pós saída da FEBEM e para os outros alunos, a pretensão com a saída escola. Fazendo uma síntese da pesquisa pode se observar que o maior tipo de infração foi furto cerca de 50%, que o uso de drogas&nbsp; como o álcool foi se observado na mesma quase na mesma porcentagem tanto pelos alunos tanto pela população da FEBEM, sendo 50% na população da FEBEM e 53,3% na população escolar, já a maconha foi se observado uma porcentagem maior na população da FEBEM&nbsp; sendo 76,7% e os outros alunos com 3,3%; o índice de pais separados foi de 56,7% nos jovens da FEBEM e 33,3% na população escolar; com passagens anteriores na mesma instituição socioeducativa ou em regime de detenção, na população da FEBEM&nbsp; possui 50% de familiares por roubo e na população escolar 3,3%; em ambas as populações estudadas, a mãe constitui a pessoa a quem o adolescente recorre com maior frequência quando em momentos de&nbsp; dificuldades.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:25:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento - terceira parte</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637175025</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentro dessa perspectiva da relação familiar e a delinquência, vale ressaltar a teoria do apego que foi desenvolvida incialmente por Jhon Bowlby (1907-1990) e Mary Ainsworth (1913-1999), Bowlby (1907-1990) fez suas pesquisas voltadas para os mecanismos de adaptação ao mundo real, levando em consideração o seu ambiente, Mary Ainsworth (1963), fez suas pesquisas com base no comportamento de interação de crianças com sua mãe, pode ser entendida como alguém importante que a criança procura em uma situação de sofrimento, e essa pessoa para ela é a mais apta para lidar com essas situações, a criança pode desenvolver um modelo de self que se configura como um modelo&nbsp; de apego em que quando a criança solicitava ela era sempre atendida e assim ela crescerá sabendo que é digna de amor, por outro lado tem a crença de modo oposto onde a criança não era atendida, ela crescerá acreditando que não possui valor. Analisando os padrões de apego na adolescência seguindo a perspectiva de (ATKINSON, 1997) , no apego seguro/autônomo, os adolescentes se sentem confiantes pois as relações familiares são coesas, esses por sua vez possuem boas lembranças da infância e possuem um bom controle emocional; no apego evitativo ou desapegado, esses adolescentes possuem dificuldades de confiar em outras pessoas e possuem sentimentos negativos com a família, além de dificuldades em retratar sua infância e dificuldades de se lembrar com clareza da sua infância; no apego preocupado/ansioso, são os adolescentes que passaram por situações frustrantes e conflitantes e por isso possuem dificuldades de entender a origem das emoções; já no apego desorganizado/desorientado, são os adolescentes que possuem um maior número de conflitos familiares, além da falta de compreensão familiar, eles evitam conflitos, e possuem dificuldades de relatar sobre os traumas sofridos. Observa-se que nesses tipos de apego onde são retratados uma difícil convivência familiar, além dos traumas sofridos, são determinantes&nbsp; para esse mude sua perspectiva sobre família e seu modo de pensar e agir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:41:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os traumas causados na memória de mulheres que sofreram violência doméstica.</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637177666</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.canva.com/design/DAFe9WfTIL0/T3YEeDoxE7fQ5_OPY-NJOQ/edit?analyticsCorrelationId=1bfe422b-7023-4277-a6da-ca430fc43e98</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:46:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A influência do ambiente familiar na delinquência juvenil</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637179088</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:49:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O impacto da prisão na saúde mental dos presidiários</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637179430</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:49:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conhecimento prévio</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637179668</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de não saber detalhadamente sobre o assunto, os programas de jornais retratam um pouco da vida de quem cumpre pena nos presídios e, com isso, sabe-se que eles vivem em condições insalubres, não possuem condições mínimas adequadas para banho e suas necessidades, além de viverem em celas muito menores do que se é permitido, as visitas são poucas e com horas determinas, e a maioria dos presos volta a ser reincidente nos crimes que cometeram. Em relação a saúde mental dos presos, presumo que por viverem nessas condições são altas as chances de se obter uma piora na saúde mental. Além disso, como foi apresentado em sala, o experimento da Prisão de Stanford, por mais que foi um experimento em que os detentos não eram verdadeiros infratores, pode-se observar como a prisão afetou&nbsp; a saúde mental deles, desencadeando vários transtornos e os colocando em uma conformidade social, que no fim do experimento observou-se que eles já não se reconheciam mais. Em uma matéria publicada no site da BBC, constatou que de fato há um reconhecimento disseminado por psicólogos e criminalistas de que presidiários se adaptam ao ambiente, o que eles chamam de "prisionização". Isso contribui para uma espécie de "síndrome pós-encarceramento" quando eles são libertados. É difícil se desligar de algo que é feito por períodos longos e isso reflete no exemplo acima, que afeta drasticamente a mente dos presos. Dessa forma, houve-se o interesse de pesquisar mais a fundo sobre os impactos da prisão na saúde mental dos presos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:50:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tema + percurso</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637180458</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de não saber detalhadamente sobre o assunto, os programas de jornais retratam um pouco da vida de quem cumpre pena nos presídios e, com isso, sabe-se que eles vivem em condições insalubres, não possuem condições mínimas adequadas para banho e suas necessidades, além de viverem em celas muito menores do que se é permitido, as visitas são poucas e com horas determinas, e a maioria dos presos volta a ser reincidente nos crimes que cometeram. Em relação a saúde mental dos presos, presumo que por viverem nessas condições são altas as chances de se obter uma piora na saúde mental. Além disso, como foi apresentado em sala, o experimento da Prisão de Stanford, por mais que foi um experimento em que os detentos não eram verdadeiros infratores, pode-se observar como a prisão afetou&nbsp; a saúde mental deles, desencadeando vários transtornos e os colocando em uma conformidade social, que no fim do experimento observou-se que eles já não se reconheciam mais. Em uma matéria publicada no site da BBC, constatou que de fato há um reconhecimento disseminado por psicólogos e criminalistas de que presidiários se adaptam ao ambiente, o que eles chamam de "prisionização". Isso contribui para uma espécie de "síndrome pós-encarceramento" quando eles são libertados. É difícil se desligar de algo que é feito por períodos longos e isso reflete no exemplo acima, que afeta drasticamente a mente dos presos. Dessa forma, houve-se o interesse de pesquisar mais a fundo sobre os impactos da prisão na saúde mental dos presos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:51:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637180458</guid>
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      <item>
         <title>Desenvolvimento - primeira parte</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637180842</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com um estudo publicado em 2016, no Brasil, dados do Estado de São Paulo em 2006 indicam prevalência significativa de transtornos mentais na população prisional, especialmente entre as mulheres. O estudo aponta que 61,7% dos presos tiveram ao menos uma ocorrência de transtorno mental ao longo da vida e cerca de 25% daqueles que estavam em regime fechado preenchiam critérios diagnósticos para pelo menos um transtorno mental no ano anterior ao estudo. Cerca de 11,2% dos detentos homens e 25,5% das mulheres apresentavam transtornos mentais graves. Os autores fizeram uma projeção desses números para o Brasil, calculando em cerca de 60 mil os prisioneiros com transtornos mentais graves.<br><br></div><div>Sintomas depressivos entre pessoas presas é tema frequentemente investigado. Refere-se ao humor persistentemente deprimido, à perda de interesse e alegria e reduzida energia, que levam ao aumento da fadiga e à atividade diminuída. Um estudo aponta que 22,9% dos homens e 33,1% das mulheres presas na Paraíba, utilizando escala de rastreamento, apresentam depressão de moderada a grave; em estágio grave estão 10,5% dos homens e 17,2% das mulheres. Os autores encontraram percentuais mais elevados de novatos nas prisões com graus moderado e grave de depressão e muito mais pessoas com grau leve entre apenados antigos, sugerindo a adaptação ao meio, a partir da diminuição de sintomas relatados pelos que estão há mais tempo na prisão. Mulheres presas do Sul do Brasil, avaliadas para depressão, evidenciaram a prevalência de 48,7% de depressão grave.<br><br></div><div>Uma pesquisa realizada com a população prisional de Santa Catarina vincula os sintomas de depressão não a transtornos mentais específicos e sim ao ambiente insalubre; à superlotação que obriga os presos a dormirem juntos numa mesma cama ou no chão; às celas escuras, com pouca ventilação e odor fétido; à má alimentação; ao sedentarismo; à convivência com pessoas violentas e agressivas, dentre as quais se destacam os agentes penitenciários; o confinamento em “solitárias” em que o espaço físico é mínimo; a restrição à luz solar e aos contatos humanos.<br><br></div><div>O estresse é um problema de saúde mental que se encontra associado a diversos outros transtornos físicos e mentais, dentre eles a depressão. É uma resposta orgânica não específica para situações estressoras ao organismo; sua presença de forma moderada significa uma normal adaptação às demandas do dia a dia, porém quando excessivo, é uma manifestação de sofrimento psíquico com reações físicas e emocionais e os sintomas variam dependendo da fase em que se encontra. A vivência de estresse no ambiente prisional - agudo ou prolongado - é especialmente relacionada a sintomas depressivos, sendo mais comum entre os novos presos e estando relacionado ao maior risco de suicídio na prisão.<br><br></div><div>As pesquisas que tratam da saúde dos detentos são relativamente recentes em todo o mundo, influenciadas pelo “Projeto de Saúde no Sistema Prisional” iniciado pela Organização Mundial de Saúde, em 1995, do qual faz parte o documento “Guia de Saúde nas Prisões”. Normas internacionais, a partir de então, passaram a definir a qualidade dos cuidados a serem dedicados aos reclusos. Dentre elas, ressalta-se o princípio segundo o qual os presos não devem sair da prisão em pior situação de saúde do que quando nela entraram. Esse princípio foi adotado e reforçado por Recomendação do Comitê de Ministros do Conselho da Europa, em 1998, e pelo Comitê Europeu, que segue a Convenção das Nações Unidas sobre a “Prevenção da Tortura e Penas ou Tratamentos Cruéis, Desumanos ou Degradantes”.</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:52:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637180842</guid>
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         <title>Desenvolvimento - segunda parte</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637181681</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A definição de saúde mental de Silva (2004) como o estado de equilíbrio psíquico originado pela relação entre elementos individuais e ambientais, através de um pleno exercício das capacidades mentais e de uma interação saudável com o ambiente, corrobora a ideia segundo a qual um ambiente insalubre é perturbador da saúde mental. A não adaptação às normas legais que disciplinam o cotidiano prisional e aos códigos e regras de convivência da cultura institucional também pode colaborar para o surgimento de um transtorno mental. (SOUZA, 2010).<br>Em um estudo feito na Penitenciária Federal de Catanduvas/PR em 2014, constatou-se que dos cinquenta e dois presos inseridos nas atividades de estudo ou trabalho, vinte e seis fazem uso de psicotrópicos. Ou seja, neste quesito não foi encontrado diferença entre os presos que estão inseridos nas atividades e aqueles que não participam de nenhuma atividade. No entanto, de acordo com o relato da psicóloga quando os internos são inseridos nas atividades diminui as solicitações de atendimento. Um estudo realizado por SACHUK e NETO (2009) sobre as atividades de trabalho remuneradas desenvolvidas por detentos da penitenciária estadual de Maringá descreve que o fato dos presos exercerem um ofício enquanto estão detidos lhes propicia benefícios, tais como facilidade no convívio com os companheiros, aprendizado e valorização do dinheiro, fruto de seu trabalho. Enfim, melhoria da qualidade de vida.&nbsp; Os Enfermeiros também relatam a diminuição da demanda de atendimentos e das queixas dos presos inseridos nas atividades e atribuíram a continuação do uso da medicação devido a falta de acompanhamento regular por um médico psiquiatra. Dessa forma, foi possível perceber através dos relatos dos profissionais que as atividades desenvolvidas na unidade possuem um impacto na diminuição das queixas e solicitações de atendimentos, no entanto não diminuiu o uso de medicamentos psicotrópicos.&nbsp; Já no Rio de Janeiro, a depressão e tristeza profunda foi um dos 5 sintomas mais reportados pelos indivíduos em estudo, com incidência de 56,6%. Segundo outro estudo realizado numa prisão suíça, 44,3% dos reclusos apresentaram insónias persistentes, dos quais 49% não tinham sido utilizadores de substâncias (e, portanto, a insónia não podia ser atribuída a fenómenos de privação), tendo frequentemente as insónias sido um problema permanente e não apenas de adaptação no período inicial. A principal causa apontada para as insónias pelos indivíduos estudados foi a ansiedade relacionada com o encarceramento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:53:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento - terceira parte</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637181983</link>
         <description><![CDATA[<div>Já no Rio de Janeiro, verifica-se que mais da metade dos presos possui até 29 anos e cor de pele preta/parda. Aproximadamente 80% dos detentos praticam uma religião, seja frequentemente ou às vezes. Em relação à situação conjugal, verificou-se que as categorias <em>solteiro</em> e <em>casado</em> são as mais usuais, perfazendo, respectivamente, 47,2% e 43,7%. No grupo das mulheres, contudo, o percentual de solteiras se destaca, totalizando 58,8% das detentas.<br><br></div><div>A manutenção de um bom vínculo com a família foi relatado por 77,4% dos presos, sendo o percentual entre as mulheres um pouco inferior (68,7%). Verificou-se que 73,9% dos homens relataram receber visitas no presídio, enquanto que entre as mulheres este percentual foi de 58,6%. Com relação ao tempo de prisão, chama a atenção o fato de que cerca de 42% dos homens e 47% das mulheres têm menos de um ano reclusos. Apenas 3,2% dos detentos têm tempos de prisão iguais ou superiores a 10 anos. Quanto à realização de trabalho na prisão, este foi mencionado por apenas 22,9% dos presos.<br><br></div><div>Observa-se que 7,5% das mulheres apresentaram sintomas depressivos grave, contra 6,3% dos homens. Ainda com relação à depressão, chama a atenção o elevado percentual de detentos com sintomas depressivos moderados (24,8% entre os homens e 39,6% entre as mulheres). Contudo, estes dados devem ser analisados com cautela, visto que esta variável possui grande quantidade de dados faltosos, o que impossibilitou o cálculo do escore para 48% dos homens e 46,1% das mulheres. Este problema não foi observado para a escala que aferiu estresse, para a qual o percentual de perdas foi de apenas 1,5%.<br><br></div><div>O perfil mais comum do preso do Rio de Janeiro é jovem, com a cor de pele preta ou parda, que pratica alguma religião, <em>solteiro</em> (especialmente mulheres) ou <em>casado</em> e com bom vínculo familiar (especialmente homens). A maioria está há pouco tempo na prisão e poucos (22,9%) realizam trabalhos nela. Minayo, descrevendo mais detalhadamente esta população, argumenta que são pessoas pobres, com baixa escolaridade, que tinham mais empregos informais que formais antes de serem detidos e que correspondem ao estrato comumente denominado “classes populares”. Dados do Departamento Penitenciário Nacional sobre o total de presos no Brasil indicam que: 75,2% dos encarcerados têm penas que vão até no máximo oito anos; 93,8% são homens; 67% são pardos e negros; 55,3% dos detentos têm entre 18 e 29 anos de idade; e 57% são solteiros. Estes dados comprovam o perfil jovem, masculino, pardo ou negro e com menos tempo prisional no país. Como descreve Wacquant, as prisões brasileiras são “campos de concentração para pobres” que mais se assemelham a empresas públicas de “depósito industrial de dejetos sociais” do que instituições que servem para alguma função penológica (como reinserção), conforme dados da pesquisa feita as condições de saúde mental dos presos e custodiados do estado do Rio de Janeiro e sua relação com o aprisionamento, através da análise de escala de depressão e do Inventário de Sintomas de Estresse.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:53:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Resultados</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637182511</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante das análises das pesquisas percebemos que existem problemas relacionados à saúde mental dos detentos advindos de vários fatores que podem ser determinantes, como a superlotação, condições das celas, ociosidade, alimentação inadequada, ansiedade, entre outros. Dessa forma, conclui-se que o próprio sistema penitenciário precisa ser repensado, pois são muitos os elementos desse universo que se configuram como fatores de risco ao adoecimento, a forma como está constituído o sistema prisional frequentemente contribui para o aprofundamento das múltiplas exclusões vivenciadas pelos reclusos antes do encarceramento, além disso, o sistema prisional não possui tratamento adequado para os mais diversos transtornos, fazendo com que o detento volte para a sociedade com diversos problemas psicológicos. A atenção à saúde das pessoas privadas de liberdade é um direito a ser garantido. No entanto, percebe-se que o Estado falha ao garantir esse direito vez que ocorre presos com problemas mentais e ainda sim não possuem tratamento adequando com profissionais especializados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:54:28 UTC</pubDate>
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         <title>Autoavaliação</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637182766</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante o desenvolvimento do trabalho aprendemos que ocorre um descaso com&nbsp; os seres humanos que transgrediram a lei, tratamentos desumanos e degradantes a que são expostos todos os dias nos presídios do Brasil. Passam a ser tutelados pelo Estado dentro do sistema prisional. Entendemos que possui um alto índice de transtornos mentais e o vazio assistencial nesse sentido dentro das penitenciárias, demonstrada de forma concreta que existe uma demanda urgente para criação de programas com profissionais em saúde mental capacitados, visando à identificação e diagnóstico precoce dos problemas da população carcerária. Essa medida poderia diminuir os casos de suicídios e de depressão. Desse modo, é possível concluir que um transtorno psicológico, sem o devido acompanhamento, provoca seu agravamento com consequências físicas e mentais. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:54:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Referências</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637183832</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.youtube.com/watch?v=KND_bBDE8RQ&amp;ab_channel=Vsauce<br><br>SILVA, Letícia Isabel Ferreira et al.. <strong>O adoecimento mental em pessoas privadas de liberdade: revisão integrativa</strong>. Anais do XVII Congresso Paulista de Saúde Pública... Campina Grande: Realize Editora, 2021. Disponível em: &lt;https://www.editorarealize.com.br/index.php/artigo/visualizar/76689&gt;<br><br>Andreoli SB, Ribeiro SW, Quintana MIS, Higashi MK, Dintof AM. <em>Estudo da prevalência de transtornos mentais na população prisional do estado de São Paulo</em> [relatório científico final]. Brasília: CNPq; 2008.<br><br>Andreoli SB, Abdalla-Filho E, Santos MM, Marques CM, Taborda JGV. Transtorno Mental e Prisão. In: Taborda JGV, Abdalla-Filho E, Chalub M, organizadores. <em>Psiquiatria Forense.</em> 2ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2012. p. 585-597.<br><br>Araújo FAFM, Nakano TC, Gouveia MLA. Prevalência de depressão e ansiedade em detentos. <em>Avaliação Psicológica</em> 2009; 8(3):381-390.<br><br>Canazaro D, Argimon I. Características, sintomas depressivos e fatores associados em mulheres encarceradas no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. <em>Cad Saude Publica</em> 2010; 26(7):1323-1333.<br><br>Damas FB, Oliveira WF. A saúde mental nas prisões de Santa Catarina, Brasil. <em>Cadernos Brasileiros de Saúde Mental</em> 2013; 5(12):1984-2147.<br><br>Lipp MEN. <em>Mecanismos neuropsicológicos do stress: teoria e aplicações clínicas</em> São Paulo: Casa do Psicólogo; 2003.<br><br>World Health Organization (WHO). <em>Health in prisons</em>: <em>a WHO guide to the essentials in prison health</em> Copenhagen: Organization Regional Office for Europe; 2007.<br><br>VENANCIO, D. S.; SOARES, I. C. DE O.; VIEIRA, A. DOS S. A SUPERLOTAÇÃO E OS TRANSTORNOS MENTAIS NO CÁRCERE: DO CONFINAMENTO DESUMANO À LOUCURA. <strong>Ciência Atual – Revista Científica Multidisciplinar do Centro Universitário São José</strong>, v. 11, n. 1, 20 fev. 2018.<br><br>Sachuk M I, Neto, A L C M. Estudo das atividades de trabalho remuneradas desenvolvidas por detentos: o caso da penitenciária estadual de Maringá. SERV. SOC. REV., LONDRINA, V. 12, N.1, P. 157‐178, JUL/DEZ. 2009. <br><br>SILVA, M.L. Racismo e seus efeitos na saúde mental. In: ANAIS DO SEMINÁRIO SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA, 1., 2004, São Paulo. Anais... São Paulo: Editora, 2004. <br><br>SOUZA, C.A.C. Doentes Mentais em Prisões e em Casas de Custódia e Tratamento: um Grande e Permanente Desafio à Psiquiatria e à Lei. Disponível em &lt;http://www.hospitaldepsiquiatria.com.br/menu_03/artigos/ art_007.htm&gt;. Acesso em: 28 mar. 2010.<br><br>PINTO, Liana Wernersbach e tall,Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli, Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro&nbsp; RJ, http://ippesbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/artigo-8.pdf, Jul. 2012.<br><br>Minayo MC. <em>Estudo das Condições de Saúde e Qualidade de Vida dos Presos e Custodiados e das Condições Ambientais do Sistema Prisional do Rio de Janeiro</em> Relatório de Pesquisa: FAPERJ; 2014.<br><br>Moura TW, Ribeiro MR. <em>Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias.</em> Brasília: DEPEN; 2015.<br><br>Wacquant L. <em>As Prisões da Miséria</em> Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.; 2001.<br><br>Como a prisão muda a personalidade de detentos. <strong>BBC News Brasil</strong>. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-44282247</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 12:56:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637183832</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637191429</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Percebe-se portanto que os jovens buscam criar uma personalidade e se identificarem com algum grupo social e em alguns casos se relacionam com movimentos delituosos em busca de uma aceitação, em outra pesquisa, essa realizada por Feijó e Assis (2004), constatou que entre os jovens que cometeram atos infracionais graves, são jovens provenientes de famílias de pais separados e possuem condição de pobreza, além do desemprego, baixa escolaridade e da violência física e psicológica sofrida dentro de seus lares. Ou seja, o ambiente que esses jovens viviam, demonstram que eles já sofriam dentro de suas casas alguns pela falta paterna e em casos mais graves sofriam violência dentro de seus lares, e quando esses jovens iam para o período de reclusão, não recebiam nenhum suporte emocional por parte da família. Dessa forma, constatando que o ambiente familiar exerce influência para a formação deste, vez que, dentro de seus lares não possuíam nenhum suporte e acolhimento, dificultando assim o desenvolvimento do jovem.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-03 13:08:03 UTC</pubDate>
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         <title>Portfólio final</title>
         <author>maysacazita</author>
         <link>https://padlet.com/maysacazita/3629y5r2llwnspup/wish/2637592240</link>
         <description><![CDATA[<div>Para o desenvolvimento dos trabalhos a proposta sempre foi relacionar a saúde mental com o problema que era estudado em sala, não definimos um público especifico para estudar, como pode ser notado nos trabalhos, começamos analisando as mulheres, depois fomos para o público juvenil e por fim finalizamos estudando os presidiários. Para todos os trabalhos analisamos vários artigos sobre os temas e depois disso tentamos fazer uma analogia com o que era ensinado em sala de aula, percebemos o quanto é complexo analisar detalhadamente cada assunto e de como é difícil analisar os públicos estudados pois não se pode afirmar e sim fazer correlações. Além disso, as únicas correlações que percebemos nesses três trabalho foi que sempre relacionamos os problemas na saúde mental com o público alvo que era o objeto de estudo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-04 02:48:10 UTC</pubDate>
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