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      <title>Portifólio  de Taís Santana VII Semestre UESB experiências e atividades desenvolvidas no semestre remoto 2019.2 by TAIS SANTANA DOS SANTOS</title>
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Trago neste padlet momentos vivenciados durante meu percurso acadêmico, o amor em ensinar e estar sempre em busca de conhecimentos move os meus dias. Faço pedagogia porque amo, sempre foi minha escolha.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 22:30:26 UTC</pubDate>
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         <title>FELICIDADE  Marcelo Jeneci</title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[<div>Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz<br>Sentirá o ar sem se mexer<br>Sem desejar como antes sempre quis<br>Você vai rir, sem perceber<br>Felicidade é só questão de ser<br>Quando chover, deixar molhar<br>Pra receber o sol quando voltar<br>Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz<br>Se chorar, chorar é vão<br>Porque os dias vão pra nunca mais<br>Melhor viver, meu bem pois há um lugar em que o sol brilha pra você<br>Chorar, sorrir também e depois dançar<br>Na chuva quando a chuva vem<br>Melhor viver, meu bem pois há um lugar em que o sol brilha pra você<br>Chorar, sorrir também e dançar<br>Dançar na chuva quando a chuva vem<br>Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar<br>Nessa hora fique firme pois tudo isso logo vai passar<br>Você vai rir, sem perceber…</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 14:39:04 UTC</pubDate>
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         <title>RESENHA: ESTÁGIO E DOCÊNCIA</title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>LIMA, m.;PIMENTA,s.Estagio e docência: diferentes concepções. Poíesis pedagógica,v.3n.3e4p.5-24,25 out 2006<br><br>Para compreender o conceito de estágio e docência, e ter uma visão mais abrangente, as autoras desenhou e estruturou o conteúdo com a ajuda de diversos escritores bem recebidos, que discutiram e revelaram inúmeras maneiras de resolver os problemas do estágio. Conhecimentos relacionados à teoria e à prática podem ser questionados no programa de estágio, que realizará formação qualificada com os professores. Pimenta passou a discutir a prática, tentando provar que o período de estágio não pode ser definido como um período em que prática e teoria se separam. <br>Estágio e docência são compostos por três partes. A primeira apresenta o estágio como campo de conhecimento, visão recente para a pesquisa sobre formação docente no Brasil. A segunda parte da obra analisa o estágio, a formação inicial e a formação continuada dos professores. E, finalmente, a terceira parte apresenta os planos e projetos de estágios em forma de sugestões para os interessados.<br><strong>Na primeira parte as autoras  colabora com a Didática para pesquisa docente em disciplinas específicas, com o objetivo de focar nas necessidades dos formadores e dos seus alunos por caminhos metodológicos reflexivos e investigativos nas atividades.<br></strong>Na segunda parte mostra que a finalidade da prática é refletir ou aprimorar a meditação sobre a sala de aula e seus diversos aspectos, tais como: cultura pessoal, cultura coletiva, relação professor - aluno, avaliação e vivência. <br>Na terceira e ultima parte do artigo elas discorrem sobre  planos e projetos de estágio. Essa parte mais uma vez  proporciona a reflexão sobre o valor do estágio no método de formação de professores. Não se trata de fazer melhores planos e aprimorar os projetos a serem adotados, mas de trocar conhecimentos que já foram e estão sendo implantados. O plano é aceito pela autoras  compartilhado com outros pensadores da educação como um direito que tem o professor  como autor, e o sujeito do método de ensino- aprendizagem tem autonomia para realizar a idealização<br>do seu trabalho.<br>Enfim é evidente que a leitura desse artigo propicie a reflexão aos estudantes e profissionais da educação acerca da importância do estágio para as práticas e vivências em sala de aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 10:32:25 UTC</pubDate>
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         <title>A ESCOLA  E  CULTURA</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/991432368</link>
         <description><![CDATA[<div><br><em>“a escola se constitui de um conjunto de tempos e espaços ritualizados. Em cada situação, há uma dimensão simbólica, que se expressa nos gestos e posturas acompanhados de sentimentos. Cada um dos seus rituais possui uma dimensão pedagógica, na maioria das vezes implícita, independente da intencionalidade ou dos objetivos explícitos da escola.”</em> (Daryrell, 1996)<br><br>Durante o curto período que participamos de alguns encontros na escola João Calmon, percebemos como as crianças se comportam desde a chegada ao horário da saída. <br>A escola é um espaço sociocultural educativo, no qual as crianças estão sempre em constante aprendizado, seja em sala de aula, seja na refeição, ou no brincar.<br> A escola é responsável por propiciar experiências que estimulem as relações sociais, possibilitando o convívio com a diferença. Na maioria das vezes, a escola como instituição, acaba reproduzindo as velhas práticas, contribuindo para  criação e recriação das estruturas sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 12:16:18 UTC</pubDate>
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         <title>A PESQUISA COMO EIXO DE FORMAÇÃO  MARTUCCI, Elisabeth Márcia. Estudo de caso Etnográfico. Revista de Biblioteconomia de Brasília. V. 25, n2,p. 167-180, 2001. </title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/991463761</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Elisabeth Márcia Martucci possui graduação em Biblioteconomia pela Escola de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos(1972), mestrado em Ciência da Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas(1980) e doutorado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos(1999). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Formação de Professores e de Outros Agentes Educativos. <br>   No artigo “Estudo de caso etnográfico” a autora apresenta princípios, concepções e técnicas do estudo de caso etnográfico, na abordagem qualitativa ou interpretativa da pesquisa. Então, o artigo é dividido em três tópicos de discussão: <br>1.    Alguns princípios da pesquisa interpretativa;<br>2.    As microcultura e as pesquisa etnográfica;<br>3.     O estudo de caso etnográfico.<br><br><br>Na primeira parte, alguns princípios explicativos de pesquisa utilizam conceitos desenvolvidos por pesquisadores para resolver os princípios básicos do paradigma explicativo de pesquisa. Segundo Bogdan; Biklen (1994, p 54-55), nos métodos qualitativos, a experiência humana é mediada pela interpretação e por diferentes formas que podem ser desenvolvidas. Para Erickson, as pessoas constroem significados simbólicos para determinados comportamentos e agem de acordo com as interpretações que estabelecem.<br>    Por meio da análise de diferentes pensadores, Matucci chegou à conclusão da pesquisa qualitativa:<br>· Naturalistas ou trabalhadores de campo que consideram o meio ambiente como o lugar onde ocorrem as ações e comportamentos humanos;<br>· Descritivo, devido aos métodos detalhados de coleta de dados;<br>· Indução, que é desenvolvida com base em uma grande quantidade de informações;<br>· Significativas  porque tenta entender como as pessoas buscam sentido na vida<br>No segundo tópico a autora discorre sobre microculturas e a pesquisas etnográfica, Martucci destaca que a microcultura não é estática, pois o processo de interpretação é formado por condições que mudam a cada dia. A sociedade se organiza por meio da interação humana e, portanto, se produz a construção de normas culturais. O benefício fundamental da pesquisa explicativa é a particularidade, ou o significado em ação. O estudo de caso etnográfico envolve um trabalho de longo prazo neste campo  os pesquisadores são a principal ferramenta de coleta de dados. A coleta de dados é realizada por meio da observação dos participantes e tem como objetivo obter informações sobre os valores, hábitos, crenças e comportamentos sociais do grupo. No último tema, o autor apresenta os estudos de caso como tradição da pesquisa científica para resolver situações-problema. O estudo de caso apresenta sete características que se sobrepõem às características gerais da pesquisa qualitativa: A pesquisas qualitativas  descobertas buscam Retratar a realidade de forma completa. Interpretação com ênfase no contexto; Várias fontes de informação; Generalização naturalística; Eles representam diferentes pontos de vista. Eles usam uma linguagem científica fácil de usar. O estudo de caso etnográfico consiste em três etapas: a primeira etapa é o planejamento, a segunda etapa é a investigação de campo ou coleta, e a última etapa é a sistematização e elaboração do relatório final da pesquisa. Para a coleta de dados, é necessário utilizar três técnicas: em primeiro lugar, observação participante e, em segundo lugar, entrevista e tirar conclusões no texto escrito sobre o assunto. Por fim, por reconhecer as vantagens dos estudos de caso etnográficos para a realização de pesquisas, como a ampla gama de perspectivas que permite e a capacidade de descrever situações sociais, eles são extremamente relevantes para o desenvolvimento de novas teorias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 12:44:05 UTC</pubDate>
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         <title>JORNADA PEDAGÓGICA DA REDE MUNICIPAL (Jequié-Ba)</title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A jornada pedagógica deu início no dia 02 de março de 2020 tendo como tema: Currículo escolar e suas interfaces com a aprendizagem: Diálogos no contexto das políticas públicas educacionais e contou coma participação da Professora Alda Pepe que trouxe discursões muito relevantes acerca da BNCC, e a importância da escola como espaço sociocultural.<br>No entanto a noite foi marcada pela manifestação das professoras da rede, que adentraram o centro de cultura Antônio Carlos Magalhães com <br>faixas, cartazes e gritando palavras de ordem como: - DEVOLVA A NOSSA REGÊNCIA, PAGUE O PISO entre outras, elas estão lutando para ter novamente os  direitos que  foram-lhes tirados pelo ao atual prefeito Sergio Suzarte Almeida, vulgo Sergio da Gameleira ou biscoitão.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 12:57:21 UTC</pubDate>
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         <title>JORNADA PEDAGÓGICA  COLÉGIO JOÃO CALMON.</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/991538864</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Participamos da jornada pedagógica na escola João Calmon, que aconteceu na sala de AEE (Atendimento Educacional Especializado). As professoras que estavam presentes, foram muito receptivas, e nos acolheram carinhosamente. Pudemos, participar, explanar nossas opiniões, contribuindo para o momento da tomada de decisões.<br>As professoras optaram por trabalhar o projeto “O maior pintor do mundo” dando início a primeira unidade com o tema “Identidade”.<br>Esse momento foi bastante enriquecedor, nos momentos livres, algumas professoras contavam suas experiências e situações dificultosas que enfrentaram no período de estágio, nos estimularam sempre a persistir, apesar dos pesares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 13:45:13 UTC</pubDate>
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         <title>PROJETO DE ESTÁGIO.</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/991545017</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Este presente projeto faz parte do processo de formação, como solicitado pelo componente curricular de Estágio nos anos iniciais do ensino fundamental, do curso de licenciatura em Pedagogia, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB.<br><br></div><div>O  estágio  supervisionado  tem  fundamental  importância  para  a  vida acadêmica pela convivência fora da teoria e dos livros. A prática é totalmente diferente, é através dela que o acadêmico realmente saberá se seu dom é ser professor. <br><br></div><div>Durante a  participação na jornada pedagógica do município, que foi promovida pelo município, e que em seguida partimos para as observações e entrevistas direcionadas as professora e coordenadora pedagógicas no Centro Educacional Senador João Calmon, em uma turma de 1º ano com na faixa etária de 06  a 07 anos , cuja a temática anual será “O maior pintor do mundo” e o da unidade será a “Identidade”.</div><div><br>Diante disso surgiu a proposta do  tema <strong>“Identidade ( quem sou eu?)” </strong> Sabemos que a construção da identidade se dá por meio das interações da criança com o meio social. A escola é um universo social diferente do da família, favorecendo novas interações, ampliando desta maneira seus conhecimentos a respeito de si e dos outros. A autoimagem também é construída a partir das relações estabelecidas nos grupos em que a criança convive. Um ambiente farto em interações, que acolha as particularidades de cada indivíduo, promova o reconhecimento das diversidades, aceitando-as e respeitando-as, ao mesmo tempo que contribui, para a construção da unidade coletiva, favorece a estruturação da identidade, bem como de uma imagem positiva.<br><br></div><div>Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, a identidade “é um conceito do qual faz parte a ideia de distinção, de uma marca de diferença entre as pessoas, a começar pelo nome. Seguido de todas as características físicas, de modo de agir e de pensar e da história pessoal”. Propiciar atividades que possibilitem aos alunos o conhecimento de si mesmo, levando-os a descobri-los, sentir que possuem um nome, uma identidade e que fazem parte de um conjunto de pessoas em casa, na escola e na comunidade e que acima de tudo são muito importantes.<br><br></div><div>Tendo em vista que o método sociolinguística  será a base das atividades a serem realizadas  nesse projeto de estágio certo então, que   as palavras geradoras estarão voltadas para o contexto de vida , da auto identificação e aceitação.<br><br></div><div>Os gêneros textuais escolhidos para a intervenção serão: receita, convite, poema, história em quadrinho e bula.<br>Cientes que a família é peça importante na construção da identidade do indivíduo,  cientes disso, nosso  projeto busca  a junção da  família com a escola, uma vez que ambas têm  a  função de  auxiliar na construção do Ser e  de sua identidade .<br><br></div><div>Devido o atual cenário pandêmico que estamos enfrentando, foi necessário nos afastarmos das atividades proposta de estágio presencial. Sabemos que o contato pessoal é fundamental para as devidas análises e interferências no ambiente escolar. Fomos pegos de surpresa, e o que pensávamos que duraria apenas um, ou dois meses, está perdurando o ano inteiro. É frustrante pensarmos em alfabetização, quanto ao ensino a distância . Ser um alfabetizador, se tornou uma tarefa ainda mais complexa, o fato dos alunos não frequentarem as escolas, tornou  para nós educadores uma verdadeira batalha, tivemos que nos reinventar. Os celulares que eram proibidos nas salas de aula hoje se tornou um aliado essencial para o acompanhamento dos conteúdos escolares. No entanto não supre a presença do professor. A pandemia reforçou a importância da escola.<br><br><br><strong>Objetivos(geral e específico)</strong></div><div><br><strong>Geral</strong>: Compreender como o processo de construção da identidade contribui para o processo de alfabetização.<br><br></div><div><strong>Específicos:<br></strong><br></div><ul><li><br>Conhecer a história de seu nome e seu significado;</li><li>Conhecer e respeitar os diferentes costumes das famílias, grupos e povos;</li><li>Reconhecer o sistema de escrita alfabética como representação dos sons da fala;</li><li>Segmentar oralmente palavras em sílabas.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 13:49:43 UTC</pubDate>
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         <title>INTERVENÇÃO DIDÁTICA -Palavra geradora - P.G. Gênero: Música Objetivos: Propiciar à criança a reflexão de sua estrutura familiar e o conhecimento da estrutura  de outras famílias, e o relacionamento entre as pessoas de sua família e com as demais pessoas que a rodeiam, oportunizando  atividade  que despertem o respeito e o interesse pelos diferentes  grupos familiares.ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:I- Momento:  Discorrer sobre o tema família durante a rodinha, em seguida, ouviremos uma música do Mundo Bita, “Nossa família”, que trata sobre os diferentes tipos de família. Pedir aos alunos que desenhem as pessoas de sua família, falando seus nomes. Começar a discussão fazendo os seguintes questionamentos: O que mostra o desenho? Como é formada sua família?Vocês costumam passear com a família? onde? Vocês conhecem alguém que possui uma família diferente? II- Momento: Fazer a leitura novamente da palavra geradora ”FAMÍLIA”, e partir das discussões que surgir, conversar com cuidado para não discriminar as famílias apresentadas pelos alunos. Em seguida, ler a história “ UMA FAMÍLIA PARECIDA COM A DA GENTE”. Logo após, confeccionar um cartaz juntamente com os alunos em que terão figuras que representam diferentes grupos familiares. Começar a discussão fazendo os seguintes questionamentos:       Todas as famílias são iguais? Os membros de uma família brincam? Os irmãos e primos brigam? Vocês preferem brigar ou viver em paz? Uma mãe e um filho podem ser considerados uma família? III- Momento:- Apresentar a Palavra geradora FAMÍLIA em letra de imprensa, ressaltando que esse tipo de letra é encontrado nos jornais, revistas e livros, e pedir que a leiam juntos, naturalmente, sem pausa de marcação das sílabas: FAMÍLIA.- Em seguida, pedir que leiam a palavra, acentuando as paradas. FA-MÍ-LIA mostrar que a palavra inteira foi de dividida em três partes.- Revisão  da análise e síntese do 3º passo através da leitura da ficha de descoberta da palavra geradora. Rever com os alunos o quadro da ficha de descoberta, lendo coletiva e individualmente as sílabas que compõem as famílias silábicas da palavra geradora FAMÍLIA.- Ler  as famílias, silábicas, na sequência, na horizontal (começo ao fim e vice-versa), vertical(de cima para baixo) e vice- versa) e salteada mente.- Verificar se os alunos dominam as famílias silábicas, escrevendo-as na lousa, quebrando a sequência vocálica tradicional, A,E,I,O,U,ÃO:IV- Momento: - Leitura coletiva do alfabeto, apresentar aos alunos os 4 tipos de letras: Bastão de imprensa, cursiva maiúscula e minúscula. Distribuir as cartelas para dar início ao bingo do alfabeto. Serão três rodadas de bingo, e no final a premiação com pirulitos. Pausa para o intervalo.- Após o intervalo, aplicação das atividades por níveis.A</title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>http://pedagogiccos.blogspot.com/2010/07/uma-familia-parecida-com-gente.html?m=1<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 14:06:35 UTC</pubDate>
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         <title>INTERVENÇÃO DIDÁTICA Palavra geradora - P.G. CABELO Gênero: Música Objetivo: Levar a criança a valorizar sua origem e conhecer sua história e a si mesma, além de aprender a respeitar os demais ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:I- Momento: Discorrer sobre o tema “quem sou eu” durante a rodinha, em seguida, ouviremos uma música de Marcelo Janeci , “ Só eu sou eu”, e os alunos irão acompanhar a letra no cartaz, que trata sobre a singularidade de cada um. Pedir aos alunos que se deitem no chão e, com a ajuda dos colegas, façam o contorno de seu corpo juntamente com seu nome. Começar a discussão fazendo os seguintes questionamentos: Quem é você? Como você se vê? Qual a diferença entre você e seus colegas de turma : na altura? na cor? no gênero?II- Momento: Apresentar a Palavra geradora CABELO em letra de imprensa, ressaltando que esse tipo de letra é encontrado nos jornais, revistas e livros, e pedir que a leiam juntos, naturalmente, sem pausa de marcação das sílabas: CABELO. Em seguida, pedir que leiam a palavra, acentuando as paradas. CA-BE-LO. mostrar que a palavra inteira foi de dividida em três partes. III- Momento:-  Leitura coletiva do alfabeto, apresentar aos alunos os 4 tipos de letras: Bastão de imprensa, cursiva maiúscula e minúscula. Rever com os alunos a ficha de descoberta, lendo coletivamente e individualmente as palavras que compõe as sílabas da palavra geradora CABELO. Ler as famílias silábicas, na sequência, na horizontal, na vertical e salteada mente.- Revisão  da análise e síntese do 3º passo através da leitura da ficha de descoberta da palavra geradora. Rever com os alunos o quadro da ficha de descoberta, lendo coletiva e individualmente as sílabas que compõem as famílias silábicas da palavra geradora CABELO.- Ler  as famílias, silábicas, na sequência, na horizontal (começo ao fim e vice-versa), vertical(de cima para baixo) e vice- versa) e salteada mente.- Verificar se os alunos dominam as famílias silábicas, escrevendo-as na lousa, quebrando a sequência vocálica tradicional, A,E,I,O,U,ÃO:IV- Momento: - Após o intervalo, aplicação das atividades por níveis.</title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 14:16:21 UTC</pubDate>
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         <title>RECURSOS DIDÁTICOS DO PROJETO.</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/991707984</link>
         <description><![CDATA[<div>MÁSICA UTILIZADA PARA O PLANO DE AULA II DO PROJETO.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 15:46:29 UTC</pubDate>
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         <title>RECURSOS DIDÁTICOS DO PROJETO.</title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[<div>MÚSICA UTILIZADA NO PLANO DE AULA I DO PROJETO.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/s48phnrkZ5w" />
         <pubDate>2020-12-06 16:09:07 UTC</pubDate>
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         <title>RECURSOS PEDAGÓGICOS DO PROJETO</title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Sussurrofone trata-se de um instrumento que permite a captação individual da voz, amplificação e retorno.<br>Com isso, o aluno que o utiliza essa ferramenta, escuta a própria voz com nitidez e consegue identificar seu erro de pronúncia, por exemplo.<br>O aparelho faz com que a criança ouça a própria voz em forma de sussurro, favorecendo o reconhecimento fonológico de letras e palavras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 16:22:26 UTC</pubDate>
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         <title>RECURSOS PEDAGÓGICOS DO PROJETO.</title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bingo alfabético.<br>desenvolve a leitura, escrita e soletração, além de associarem às palavras as iniciais e figuras representadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 16:30:40 UTC</pubDate>
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         <title>RECURSOS PEDAGÓGICOS DO PROJETO.</title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cartazes com as letras das musicas a serem trabalhadas e com figuras de diferentes grupos familiar e de diferentes etnias.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/841517258/81d05f48de59625888fe758a8e1eaca4/WhatsApp_Image_2020_12_06_at_12_39_24__1_.jpeg" />
         <pubDate>2020-12-06 16:48:06 UTC</pubDate>
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         <title>RECURSOS PEDAGÓGICOS DO PROJETO.</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/991808932</link>
         <description><![CDATA[<div>Crachás para identificação dos alunos e o texto. " UMA FAMÍLIA PARECIDA COM A GENTE".<br>Para trabalhar com o tema família do plano de aula I.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/841517258/38145a9fc4c5399776854a5561279172/WhatsApp_Image_2020_12_06_at_12_39_24__3_.jpeg" />
         <pubDate>2020-12-06 16:52:16 UTC</pubDate>
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         <title>REFLEXÕES SOBRE O MÉTODO SOCIO LINGUÍSTICO. </title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nós do curso de pedagogia, acreditamos o quão pertinente é debatermos sobre os métodos de alfabetização existentes no nosso país. E sabendo do contexto histórico do Brasil referente a educação, é preocupante vermos que mesmo depois de tanto tempo, muitas questões educacionais permanecem estagnadas sem mudança alguma.</div><div><br> </div><div><br>O fracasso da alfabetização no Brasil, ainda tem sido um assunto pouco discutido, mesmo com alguns avanços no que se refere ao índice de alunos alfabetizados. Para tal conquista, devemos direcionar a atenção ao método que possibilitou crianças a lerem e escreverem significativamente, desenvolvendo assim uma criticidade sobre o mundo a sua volta.</div><div><br>Entender o método sociolinguístico, é compreender que o obstáculo a ser enfrentado não é o aluno, mas sim a falta de estrutura das escolas, com materiais didáticos que deem conta de inserir as crianças num mundo literário, é a falta de formação dos professores, e que em muitas das vezes se anulam do papel desafiador de um alfabetizador, é a falta de políticas públicas, que garantam a merecida alfabetização para todos, independente da sua classe social.</div><div><br> </div><div><br>De acordo com Mendonça e Mendonça, para realizar o trabalho da alfabetização infantil, se faz necessário antes de tudo, reinventá-la, e o método sociolinguístico, possibilita tal atividade, ou seja, para que as crianças tenham um domínio do sistema escrito alfabético, da oralidade, é fundamental a organização do trabalho do professor, que vai desde introduzir o social dos alunos ao processo de alfabetização, até o trabalho dos conteúdos específicos de acordo com os níveis de cada criança.</div><div><br> </div><div>Em se tratando de alfabetização, sempre que se ouve a palavra método, ocorre uma certa rejeição em função dos séculos de domínio dos métodos (soletração, fônico, silábico, palavração, sentenciação, eclético ou global) através dos quais, principalmente, crianças foram submetidas a processos incoerentes, desgastantes e desvinculados de suas realidades com o intuito de receberem o ensino da leitura. (MENDONÇA, 2009, p.74).</div><div><br> </div><div><br>Entretanto, ao trabalhar o método que foi criado por Paulo Freire e reinventado por Mendonça, o professor consegue oferecer ao aluno uma alfabetização mais conscientizadora, que foge do tradicionalismo, e garante uma visão reflexiva e crítica do aluno, usando a mesma no seu contexto social.</div><div><br>De acordo com Ferreiro e Teberosky (2008), o processo de alfabetização engloba quatro níveis até que a criança esteja devidamente alfabetizada. São eles: Silábico, pré-silábico, silábico e alfabético.</div><div><br> </div><div><br>Após a identificação dos níveis, o método é dividido em quatro passos sociolinguísticos de grande significado para a criança: codificação, descodificação, análise e síntese e fixação da leitura e escrita.  A codificação e a descodificação são extremamente importantes, por relacionar o ato de ler e escrever com os conhecimentos prévios do aluno. Todo o material de trabalho do professor, devem estar de acordo com a realidade no qual a criança está inserida, para que a mesma se sinta mais confortável para expor suas ideias.</div><div><br> </div><div><br> </div><div>O ler e o escrever têm como base o domínio das correspondências entre grafemas e fonemas, para a exercitação da consciência silábica e alfabética, indispensável para a aprendizagem da leitura e da escrita, mas deve ter como proposta levar o sujeito para além de sua realidade. A alfabetização, ao integrar os fundamentos sociológicos a partir da análise discursiva, dos aspectos dialógicos e da interação verbal, o encaminha para uma leitura do mundo, transformando sua consciência ingênua em consciência crítica (BATISTA E FORTE, 2016, p.131).</div><div><br> </div><div><br>Devemos levar em consideração a importância dos princípios linguísticos básicos da fala, da escrita e da leitura como base para uma alfabetização de fato. É necessário aliarmos as teorias linguísticas e psicológicas para que possamos explicar as condições sociais e ambientais para o aprendizado das habilidades específicas de ler e escrever.</div><div><br> </div><div><br>Em contrapartida, vemos que as cartilhas tradicionais e outros métodos não atendiam aos aspectos fundamentais da alfabetização, trabalhando apenas de forma mecanicista.</div><div><br> </div><div>O princípio do ensino que está contido nas cartilhas é o ato de repetir. O aluno tem de fazer tudo do jeito que o professor copiar, se o fizer assim, quer dizer que ele “aprendeu” tudo direitinho. Esse método não leva em conta se o aluno realmente assimilou determinado conteúdo, ou seja, se ele realmente é capaz de realizar tal atividade sem está olhando para um modelo já pronto. Aqui o aluno não é levado a pensar, a racionar e nem a refletir sobre determinada atividade, basta copiar do jeito que está exposto e pronto, sua “aprendizagem” já está realizada e o conteúdo por ele “assimilado”. (SANTOS, SANTOS E MACEDO, p.2, 2012).</div><div><br> </div><div><br>Concluímos que, a alfabetização é um momento de descobertas para professor, e aluno. Nessa fase, as crianças estão abertas a novos desafios, e devem ser estimuladas a participarem em sala de aula. O professor deve adotar a sua prática pedagógica tal metodologia que seja natural e dinâmica. O método sociolinguístico tem contribuído muito para a alfabetização de crianças e de adultos também, pois o mesmo se preocupa com o aprendizado ou não do sujeito.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 17:15:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CONTRIBUIÇÕES DA PSICOGÊNESES DA LÍNGUA ESCRITA PARA ALFABETIZAÇÃO INTERPRETAÇÃO E CONSEQUÊNCIAS.</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/991857290</link>
         <description><![CDATA[<div><br>À medida que examinamos o texto de Onaide mais profundamente, entendemos a importância de todo professor de alfabetização conhecer e abraçar o conceito de psicogênese da linguagem escrita de forma tão clara que mal-entendidos deixem de se transformar em consequências negativas.<br><br></div><div><br>Em meados do século 21, no auge de 2017 é possível perceber uma grande semelhança ou realidade da alfabetização com o texto de Ferreiro há mais de 30 anos, e o mais curioso é o quanto a humanidade evoluiu naquela época, e mesmo assim os professores não conseguem se adaptar e implementar um processo de alfabetização que foi idealizado décadas atrás, ou mesmo compreender as etapas de alfabetização e não conseguem mediar da melhor forma possível.<br><br></div><div><br>Todavia, enquanto professor em formação, o indivíduo estude os níveis de alfabetização, há ainda uma forte tendência ao tradicionalismo, ou seja, a grande maioria dos professores, dizem compreender a Psicogênese da Língua Escrita, o conceito do construtivismo, mas ainda se pegam alfabetizando por meio de silabação e/ou decoração das famílias silábicas. O grande equívoco do professor é esquecer que, como disse Paulo Freire, a “leitura de mundo, precede a leitura da palavra", sendo assim, ao chegar na escola, a criança ou adulto em processo de alfabetização, não vem como uma folha em branco, trazem consigo experiências anteriores, vivências, valores e cultura peculiares, de grande relevância no processo educacional. Talvez, a grande confusão que a maioria dos professores faça quanto ao que é o construtivismo seja o grande problema que impeça o processo educacional de ser mais eficiente e, consequentemente, o aluno não aprende efetivamente. Entretanto um dos grandes equívocos é considerar o construtivismo e a Psicogênese da Língua Escrita como métodos, uma das consequências desse equívoco é não saber diferenciar alfabetização de letramento, o é de suma importância para o professor saber a diferenciar esses processos, pois da sua compreensão dependerão os resultados da alfabetização em sala de aula. Dentre os equívocos provenientes da interpretação errônea ou da falta de conhecimento do real conceito da Psicogênese da Escrita e do construtivismo, alguns podem acarretar consequências gravíssimas para todo o processo educacional, dentre eles, "Não precisa ensinar, a criança aprende sozinha" , é um dos mais graves, pois se o professor limitar-se a responder questionamentos dos alunos, a aprendizagem da leitura e da escrita estarão comprometidas, uma vez que alfabetizar exige um trabalho sistemático com objetivos determinados, concentração,persistência e determinação.Todas as "lendas" que envolvem a teoria construtivista, levaram a educação brasileira aos níveis em que se apresentam atualmente. A grande maioria dos professores desconhecem o real significado do construtivismo, se valendo do fato de ser um mero "mediador" do conhecimento, da ideia errônea de não poder corrigir os erros dos alunos, de não poder utilizar as sílabas na alfabetização, de deixar o aluno escrever do seu jeito.<br><br></div><div>Esses mal-entendidos nos fizeram ser conhecidos e criticados por toda a sociedade brasileira. Todos os anos, vemos esses alunos como alunos do ensino médio, que mal sabem ler, escrever e / ou interpretar os textos, levando as pessoas a questionarem o construtivismo. No processo de obtenção da escrita, o professor não deve esquecer a importância da compreensão profunda das causas psicológicas da escrita e da busca de métodos engenhosos para que os alunos aprendam e compreendam de forma eficaz, buscando a integração com o ambiente real. Ao inserir os alunos nele, devemos lembrar sempre que o significado é muito importante para uma aprendizagem eficaz.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 17:22:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REFLEXÕES SOBRE O ENSINO REMOTO.</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/991874399</link>
         <description><![CDATA[<div>No momento em que fomos comunicados de que as aulas as  retornaria de forma remota foi um impacto muito grande. A quarentena trouxe situações bastantes complicadas para minha vida, quase perdi meu Pai meu querido Pai. a minha vida mudou, as tarefas se multiplicaram, me vi mergulhada no mar de ansiedade, medo, incertezas e muito sofrimento. Então quando foi sugerido a proposta de um estágio remoto. A primeira coisa que veio na mente foi: como eu vou conseguir da conta disso? como fazer um estágio sem está na sala de aula? muitas foram as interrogações até acontecer nosso primeiro encontro remoto onde eu pude perceber que não só eu, mas que todos tinham seus medos incertezas, aflições e que da sim para fazer acontecer.<br>Tem sido difícil não podemos negar, são muitas coisas para dá conta, as exigências não são poucas, mas com determinação  força de vontade e uma mediação assídua como a da Professora Rejane que me atendeu sempre que eu a chamava tanto no grupo, quanto no privado. Obrigada Pró por me aturar, e por  sua paciência comigo (rsrs). Enfim deu certo né? chegamos até aqui.<br>Gratidão!!! <br><br>A pandemia nos privou de estarmos juntos no dia a dia. Mas não de termos nas nossas memórias e nos registros os bons momentos vividos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 17:34:42 UTC</pubDate>
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         <title>RODA DE CONVERSA COM ONAIDE MENDONÇA</title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 05/11/2020 aconteceu a roda de conversa promovida pelo PROALFA (Formação de Professores(as)Alfabetizadores(as) e Aspectos Epistemológicos da Aprendizagem Inicial da Língua escrita grupo de pesquisa o qual eu tenho o prazer de fazer parte. A roda contou com a ilustre presença da Professora Onaide Mendonça criadora do método sociolinguístico de alfabetização. Presenciar fala dela nesta noite foi como ver seus livros  personificados. Ela nos mostrou todos os passos para  aplicação do método relatou o porquê do nome sociolinguístico; este nome foi dado porque o método prioriza o dialogo em sala de aula, respeitando o cenário social aos quais os alunos estão inseridos. Foi uma noite memorável e repleta de aprendizados. Onaide é uma pessoa maravilhosa de uma sutileza sem igual, e suas contribuições é de extrema relevância para nossa formação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 20:16:15 UTC</pubDate>
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         <title>UMA LIÇÃO DE VIDA   (The First Grader)</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/992183418</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme mostra uma emocionante narrativa de superação baseada em uma história real. Um africano de 84 anos chamado Maruge  luta    para receber educação básica e se alfabetizar. Ele é admitido em uma escola de anos pré-escolares, entre crianças de seis anos. Com a ajuda da dedicada  professora Jane, Maruge ultrapassa os limites de um passado colonial e violento e consegue ler.<br><br>Depois desse filme eu não sou mais a mesma, o filme me tocou de uma forma tão profunda que eu me emocionei do começo ao fim. Uma lição de vida me motivou a alfabetizar a minha mãe que assim como Maruge teve seu direito a educação negado mostrou, aprendi que nunca é tarde para lutar pelos nossos sonhos. <br><br>Ps: <strong>O poder está na caneta! </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 21:15:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>RODA DE CONVERSA ( A EDUCAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL)</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/992235065</link>
         <description><![CDATA[<div>A roda de conversa do dia 02-12-2020. Também promovida pelo PROALFA que teve como convidada a Professora Sirlei Oliveira que foi gestora da escola em que o método sociolinguístico foi desenvolvido com asessoria Onaide Mendonça.<br>Sirlei conta que durante a implantação do método na escola elas tiveram que reagrupar as turmas, porque 45% das crianças do 3ºao 5ºano  não estavam alfabetizadas, então, elas juntaram todas essas crianças. Não havia mais serie e ano, eram grupos de aprendizagens divididos por cores porque as crianças já eram familiarizadas com as cores por conta tempo  integral da escola em que as turmas eram divididas por cores. <br>Os professores por sua vez também já não tinham mais as suas salas de atribuições recebida no inicio do ano letivo eram os grupos de aprendizagens que foram escolhidos entre eles por afinidade e voluntariamente  eles escolheram qual grupo de aprendizagem  se identificavam. <br>Então os grupos foram divididos.<br>Por exemplo: o vermelho era um grupo de  3º a 5º ano com crianças pré -silábicas.<br>Esse relato de experiência da PRÓ Sirlei é de extrema relevância para nós que acreditamos nesse modelo de educação. Podemos ver que quando se é firmado um compromisso coletivamente mudamos a história de qualquer escola. <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 21:58:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>IV WEBNÁRIO DO VII SEMESTRE. TEMA DISLEXIA.</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/992311091</link>
         <description><![CDATA[<div>O webnário ocorreu no dia 03-12-2020, e foi ministrado pelo Professor Gesivaldo que abordou o tema dislexia de uma forma bem interessante. Mostrando-nos como ocorre a aprendizagem  dentro do cérebro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 23:15:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>REGISTROS DA JORNADA PEDAGÓGICA MUNICIPAL (2020)</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/992461340</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 01:05:25 UTC</pubDate>
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         <title>SOBRE SER PROFESSOR.</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/994683809</link>
         <description><![CDATA[<div>Ser professor é professar a fé<br>e a certeza de que tudo terá valido a pena<br>se o aluno se sentir feliz pelo que aprendeu<br>com você e pelo que ele lhe ensinou...<br><br>Ser professor é consumir horas e horas<br>pensando em cada detalhe daquela aula,<br>que mesmo ocorrendo todos os dias,<br>é sempre única e original...<br><br>Ser professor é entrar cansado numa<br>sala de aula e, diante da reação da turma,<br>transformar o cansaço numa aventura<br>maravilhosa de ensinar e aprender...<br><br>Ser professor é importar-se com o outro<br>numa dimensão de quem cultiva<br>uma planta muito rara que necessita<br>de atenção, amor e cuidado.<br><br>Ser professor é ter a capacidade de<br>"sair de cena, sem sair do espetáculo".<br>Ser professor é apontar caminhos,<br>mas deixar que o aluno caminhe<br>com seus próprios pés...<br>https://www.mundodasmensagens.com/mensagem/comemorativa-ser-professor-e.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 16:15:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>📹Sobre ser Professor(a)</title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 16:23:56 UTC</pubDate>
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         <title>IDEOLOGIA:</title>
         <author>201620115</author>
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         <description><![CDATA[<div>Depois de tudo que vimos e estudamos sobre ideologia nesse semestre, não devemos permanecer vendados ao ponto de não enxergarmos a manipulação por trás das redes, do capitalismo, e a ditadura disfarçada  de "democracia".<br>“A força material da ideologia não me deixa ver o que realmente como.” Essa frase de (ZIZEK)descreve o consumo e a reprodução capitalista, ou seja, consumir algo por meio de determinado conceito, como fazer compras a preços altos só por está relacionado ao ambiente e a marcas. Outro problema é como reproduzir a ideia de que parar a violência é apenas parar o roubo, legitimando assim a criminalização do racismo, que extingue negros e pobres nas favelas e nos faz ignorar a questão da violência aplicada pelo capitalismo.<br> A ideologia é o nível que devemos investigar para atingir as camadas inconsciente dos discursos que corroboram com o capitalismo  no âmbito das subjetividades, mesmo que por vezes tais discursos pretendem eliminar os efeitos abomináveis do modelo liberal. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 17:10:55 UTC</pubDate>
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         <title>ETNICIDADE:</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/994979108</link>
         <description><![CDATA[<div>Etnicidade é um conjunto de características compartilhadas por um grupo de pessoas que os distinguem de outro grupo de pessoas. Normalmente, essas características incluem idioma, cultura e conceitos de origem comum. Segundo Riesman, etinicidade é a autoconsciência das peculiaridades culturais e sociais de um determinado grupo, ou seja, o fato de pertencer a um grupo culturalmente conectado. Segundo ele, essa definição nos remete às principais considerações relacionadas à raça, portanto, será uma definição da natureza das relações raciais, uma compreensão do papel social do indivíduo em seu próprio grupo e fora dele.<br>Segundo Weber têm significado  de cunho político, porque o sentimento de uma origem comum é a base para a ação coletiva e converte-se em elemento de solidariedade dos membros do grupo, que pode tornar manifesta ou permanecer latente.<br>Na prática, os laços de identificação permanecem latentes nas tradições e só costumam se manifestar de forma organizada se os membros do grupo constituírem um movimento em prol dos interesses comuns compartilhados.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 17:11:11 UTC</pubDate>
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         <title>CULTURA NA CONCPÇÃO DE THOMPSON E WOLF:</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/994980205</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Thompson busca compreender a cultura por meio da dimensão dialética dos costumes formados por pessoas ou grupos quando surgem suas necessidades cotidianas e conflitantes. Sua cultura é constantemente atualizada e inventada. Para Wolf, a cultura tem a função de estabelecer vínculos, incluindo vínculos ecológicos e econômicos, podendo também gerar conflitos e tensões entre diferentes grupos étnicos.<br>A cultura, sobretudo, diz respeito ao conjunto de ações concretas e simbólicas responsável<br>pela mediatização das interações sociais e construção dos novos arranjos entre povos implicados<br>em situações de tensão e interesses inconciliáveis, assim como os Tupinambá de Olivença e as<br>diversas frentes de expansão da sociedade nacional.(SANTANA,2005:3)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 17:11:24 UTC</pubDate>
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         <title>TERRITORIALIDADE:</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/994999857</link>
         <description><![CDATA[<div>"TERRITÓRIO NÃO É APENAS ANTERIOR À TERRA E TERRA NÃO É TÃO SOMENTE UMA PARTE DE UM TERRITÓRIO.SÃO DUAS NOÇÕES ABSOLUTAMENTE DISTINTAS"(DOMINIQUE TILKIN GALLOIS)<br>A terra para os povos indígenas significa a vida, sem a terra não tem como garantir, a continuidade e a reprodução do modo de vida do povo indígena. Essa diversidade de povos precisa ser utilizada pelo estado brasileiro como estratégia de enriquecimento e preservação das culturas e diversidades de povos diferentes que têm no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 17:15:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>EDUCAÇÃO DIFERENCIADA INTERCULTURAL E BILÍNGUE INDÍGENA:</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/995004795</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A educação indígena é uma forma de preservação da identidade indígena. A sapiência indígena é diferenciada e um dos princípios é o bilinguismo onde a língua materna é a língua primeira, ou seja a indígena e a portuguesa é a segunda língua. Todas as escolas precisam ter um professor bilíngue, infelizmente os esforços governamentais não são o suficiente para a preservação da língua indígena.<br> Muitas línguas são enfraquecidas por serem falada por poucos, e esse pouco são no geral idosos. por isso é importante que aja um plano de ação para o fortalecimento dessas línguas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 17:16:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EDUCAÇÃO ÉTINICO-RACIAS:</title>
         <author>201620115</author>
         <link>https://padlet.com/201620115/35vrzvx7iht5utu2/wish/995008674</link>
         <description><![CDATA[<div>[...]oportunizar ao aluno e a aluna as<br>condições para aprender. Aprender a pensar sobre si mesmo, sobre a realidade<br>em que estão inseridos e sobre as situações culturais, econômicas, sociais em<br>que estamos envolvidos.(AMORIM 2007,P 222) Segundo Roseane Amorim é importante que desde a educação infantil as crianças sejam ensinadas a conviver e respeitar as diferenças. Esse é o primeiro passo para combater a desigualdade.<br>Discutir questões étnico-raciais é um dos principais desafios de educadores na atualidade.<br>Mesmo em um país plural como o Brasil, o sistema de ensino tem dificuldade em lidar com preconceitos e discriminação na escola. para evitar conflitos muitos professores preferem não discutir ou se posicionar sobre racismo e intolerância.<br>Sem debate e mediação, as escolas acabam naturalizando práticas discriminatórias. Por outro lado, crescem no brasil movimentos para fortalecer o ensino de história e de cultura afro-brasileira e indígena.<br>Para especialistas, a implantação dessas questões no currículo escolar é fundamental para promover uma sociedade igualitária.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 17:16:52 UTC</pubDate>
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