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      <title>REGISTRO - PIBID (2023) by </title>
      <link>https://padlet.com/ariellycaminha/35djftscvzo6kdna</link>
      <description>Portfólio criado para registrar as reuniões e as experiências escolares proporcionadas pelo PIBID</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-25 17:20:58 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-03-11 21:51:51 UTC</lastBuildDate>
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         <title>28/02/2023</title>
         <author>ariellycaminha</author>
         <link>https://padlet.com/ariellycaminha/35djftscvzo6kdna/wish/2531399769</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Momento 01</strong>: nós discutimos sobre o funcionamento do PIBID a partir do dia 28/02, entre professores e alunos.<br>Glaucia realiza uma apresentação sobre seu ensaio: a importância de mudanças na educação escolar para a melhoria da aprendizagem<br>1. Apresentação de Glaucia: escola enquanto manutenção de privilégios culturais, o que se mostra excludente visto que as bagagens são diferentes. Ela traz também outro autor que o contrapõe e coloca a escola enquanto lugar de convivência e subversão <br>2. Como chegamos nesse ponto? Escola das certezas e a escola das promessas; início do século XX e meados do século XX. Escola enquanto modelo industrial. <br>3. Características dessa escola em seu modelo industrial: não utiliza as bagagens culturias trazidas pelos alunos. Ela diz que precisa desenvolver caminhos para que a educação seja mais prazeroso <br>Soluções: explorar os espaços disponíveis para a educação; educação interdisciplinar; <br><br><strong>Momento 02</strong>: <br>Apresentação de Milena<br>1. Inicia-se com o questionamento: O que é a escola? Escola enquanto sentindo polissêmico. Milena diz que o foco atual da escola é preparar o aluno para o mercado de trabalho. <br>2. Milena diz que o professor não é completamente culpado dentro da falha educacional, pois são subvertidos a leis maiores<br>A apresentação se desenrola numa análise crítica<br><br><strong>Momento 03</strong><br>Debate&nbsp;<br>Lucas e Arielly são escolhidos para "polemizar" a discussão e a apresentação das meninas a partir de uma análise que gerasse perguntas&nbsp;<br>1. Lucas realiza uma pergunta relacionada a "efetividade da universidade em gerar docentes que não reforçassem a dinâmica de opressões sitêmicas presentes no ambiente escolar"<br>2. Arielly (eu) realiza uma pergunta para Glaucia: É possível criar uma escola sem o modelo industrial dentro do capitalismo?<br>Pergunta para Milene: É possível que a escola consiga realizar avaliações sem o uso de artifícios de dominação e regularização, como provas, agendas, e outras?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-25 17:48:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>07/03/2023</title>
         <author>ariellycaminha</author>
         <link>https://padlet.com/ariellycaminha/35djftscvzo6kdna/wish/2542901908</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Momento 01</strong> - Camile inicia citando o autor Dayrell e correlacionando o espaço do Ferreira Pinto com o texto proposto por ele, trazendo suas percepções sobre a apropriação dos alunos por parte  da escola. Ela ressalta a individualidade dos alunos e como isso interfere na apropriação particular que cada estudante realiza desse espaço, para além da relação professor-aluno, aluno-aluno. Camille segue falando da estrutura espacial do colégio e traz conexões entre as imagens tiradas da escola e a tese dela.&nbsp; Uma coisa que me chama atenção é a separação da sala do ensino médio do restante da escola, marcado por grades, e chamado pelos estudantes como “cadeia”/prisão, me remetendo ao estudo de Foucault sobre as estruturas e as formas de poder que o espaço pode exercer em sua construção. <br><br><strong>Momento 02</strong>: Discussões entre supervisores, coordenador e alunos surgem a partir das análises trazidas por Camile. O debate caminha para a docialização dos corpos, a ideia do que é um bom aluno x mal aluno e como a escola atua nesses sentidos. <br><br><strong>Momento 03: </strong>Professores e alunos compartilham seus relatos pessoais dentro da escola e um novo debate surge: a necessidade, por vezes, de proteger a escola/ os alunos de perigos externos e internos e a necessidade de adaptar o espaço escolar para isso.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 00:31:09 UTC</pubDate>
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         <title>08/03/2023</title>
         <author>ariellycaminha</author>
         <link>https://padlet.com/ariellycaminha/35djftscvzo6kdna/wish/2542941580</link>
         <description><![CDATA[<div>Reunião com o supervisor Leandro sobre o projeto do Livro didático e o livro didático ideal de Husen <br><br><strong>Momento 01</strong>: Leandro inicia perguntando nossas impressões sobre o livro didático. <br>A gente também debateu inicialmente o que seria consciência histórica, uma vez que esse conceito guia o trabalho completo de Husen. Um consenso entre nós é que o livro didático precisa abarcar o aluno em sua consciência história pré-existente, construído em situações extra-escolares. <br>Leandro nos indaga: "E nós? Quais os níveis dessa consciência?"<br>O professor então relata sobre seu processo de construção da consciência história, ao reconhecer em si práticas incoerentes com seu discurso. O professor ressalta sobre as reflexões e as mudanças de posturas que a consciência histórica o permitiu tomar, guiando-o na vida prática. A gente debate também sobre a consciência histórica construída partir de elementos como internet, animes, e acessos a conceitos substantivos através da internet. A essa pergunta também me chama a atenção o desdobramento que as meninas trazem em seus processos pessoais, relacionado principalmente com suas questões identitárias. Neste caso, me atentei ao relato de uma colega cuja consciência história aprimorada na univerisidade agiu na sua identificação enquanto uma mulher preta, coisa que não ocorreu na escola. <br><br><br><strong>Momento 02</strong>: Leandro entra no texto - O prof pede pra gente discutir o tópico 03: aspectos da utilidade para o ensino <br>"O que pra gente é um formato claro?" - Questiona o supervisor&nbsp; <br>Ele relaciona sua pergunta com uma análise&nbsp; rápida que fizemos no livro didático&nbsp; ano passado, cuja percepção geral é que o livro se mostra confuso na disposição dos conteúdos. Nesse sentido, ele pergunta se a gente sente que a nossa crítica tem relação com a estrutura didática ou com o formato claro que foi trazido no texto. Concluímos que o problema que identificamos nos livros didáticos na verdade tem conexão com a estrutura didática. <br><br><strong>Momento 03</strong>: O professor abre o tópico: Relação com o aluno <br>O prof ressalta que a gente não pode abrir mão do livro e este precisa ser usado em aula: o livro enquanto um ofertador de conhecimento e uma ferramenta de uso pelo&nbsp; docente; por isto, o livro precisa ser prático para o aluno e para o professor<br><br><strong>Momento 04: </strong>Valter entra na discussão e nos aprofunda mais na explicação de Husen. <br>Ele diz que nós humanos desenvolvemos três habilidades: a de experimentar, a de interpretar e, a partir disto, se orientar no tempo. <br><br><strong>Momento 05</strong>: Leandro traz o livro como ferramenta para a percepção histórica - Debate da pluriperspectividade da história; <br>Valter fala da ciência histórica e da importância da didática do ensino de história ancorado a isto. O campo da história enquanto multi-perspectivado, precisa ser contemplado nos livros didáticos<strong><br>&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 01:03:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dia 10/03/2023</title>
         <author>ariellycaminha</author>
         <link>https://padlet.com/ariellycaminha/35djftscvzo6kdna/wish/2542950126</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Momento 01:</strong> Valter explica sobre como fazer o relatório. Ajustamos também alguns horários e decidimos em grupo algumas burocracias, como a reunião da próxima semana;<br><br><strong>Momento 02</strong>: Valter explica os critérios para a gente produzir o relatório e o portfólio - nos mostra uma rubrica deste. Ele traz como esqueleto do trabalho:<br>1. Autoria<br>2. Qualidade e criatividade nos registros de experiência <br>3. Atitude crítico-reflexiva <br>4. Síntese <br>Pergunta guia: Como pensar a escola num espaço socio-cultural? <br>Como ensina história numa perspectiva multicultural? Qual o olhar para as identidades?<br><br><strong>Momento 03 </strong>- Avaliação do texto<br>Ele explica um subcampo do ensino da história: educação histórica - que tem por objetivo principal formar a consciência histórica&nbsp;<br>Debatemos posteriormente sobre a diferença entre passado histórico e passado prático&nbsp;<br>Passado prático: vida cotidiana, narrativas práticas, memórias, filmes, músicas&nbsp;<br>Passado histórico: investiga os vestígios, evidência e sistematiza uma narrativa. Essa construção do historiador se chama passado histórico - a ciência&nbsp;<br>Peter Lee diz: Precismos pegar o Princípio organizador e transformar isso em didática da história;&nbsp;<br>&nbsp;História é "como o sujeito se utiliza do passado pra para orientar o presente"</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 01:10:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dia 14/03/2023</title>
         <author>ariellycaminha</author>
         <link>https://padlet.com/ariellycaminha/35djftscvzo6kdna/wish/2542965518</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Momento 01: </strong>Valter inicia a discussão falando de maneira geral sobre eurocentrismo, humanidade e renascimento. <br>Valter indaga a gente: "ainda somos iluministas? como o Iluminismo aparece no nosso do a dia?". O coordenador traz a reflexão que a característica iluminista que nós mantemos é a fé que a ciência traz segurança sobre uma informação; exemplo: confiar que o avião está a 11.000 pés do chão e não vai cair porque é cientificamente comprovado.&nbsp; <br>Valter indaga mais uma vez a gente, dessa vez a partir da atividade que ele mandou: com base na fonte ele mandou, da década de 30, quais conceitos substantivos podemos trabalhar.<br>Nossas respostas variam entre: miscigenação, Brasil colônia, racismo<br>- Valter defende que a escola é um lugar de&nbsp; produção ciência, racionalizado; <br>- Trabalhar a formação do pensamento histórico <br>O questionamento do nosso colega me chama atenção:<br>Marcos pergunta a Valter se tem quem ache que a escola não é um local de ciência?<br>O coordenador traz os mais variados discursos dos quais negam a cientificidade&nbsp; da história.<br>*Valter questiona também se o historiador tem o mesmo papel de um detective? E responde que não - o historiador consegue através da microhistoria construir/inferir um contexto; <br><br><strong>Momento 02:</strong> Valter explica que a questão que ele mandou é um levantamento de carência ao qual os alunos expressam seu nível de consciência histórica <br><br><strong>Momento 03</strong>: Valter ajusta com a gente alguns detalhes dos projetos e explica as demandas do semestre&nbsp;<br>Demandas:<br>1 - Relatório semanal&nbsp;<br>2 - Relatório semestral&nbsp;<br>3 - Projeto do livro didático (CEB)<br>4 - Sequência Didática&nbsp;<br>5 - Projeto fotoetnografico&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 01:21:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dia 21/03/2023</title>
         <author>ariellycaminha</author>
         <link>https://padlet.com/ariellycaminha/35djftscvzo6kdna/wish/2542977937</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Momento 01</strong> - Valter explica como fazer o relatório e quais dimensões devemos priorizar <br>Obs: Para quem não conseguiu vivenciar a observação das aulas ainda, expor no relatório à fio, sem problemas <br><br><strong>Momento 02</strong><br>- Valter apresenta o modelo prático do relatório <br>- Aqui ele fala sobre a importância da gente colocar a realidade: explicar, por exemplo, o momento de recesso e o que produzimos nele, como o ensaio entregue no mês de janeiro<br><br><strong>Momento 03</strong><br>- Leandro reúne a gente para discutir o trabalho do CEB e os consertos que precisamos fazer com relação ao roteiro que desenvolvemos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 01:30:37 UTC</pubDate>
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         <title>Dia 24/03/2023</title>
         <author>ariellycaminha</author>
         <link>https://padlet.com/ariellycaminha/35djftscvzo6kdna/wish/2547739164</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Momento 01: </strong><br>- Valter inicia com o conceito de fonte e evidência. Reafirma também a importância do levantamento de carência e sondagem como primeira etapa da aula <br>- A segunda etapa já é analisar as interpretações e as associações realizadas pelos alunos e entender quais carências de orientação aquela turma demonstra.<br>- Valter segue falando sobre a necessidade de levar uma fonte e fazer perguntas a partir desta. Ele fala da importância de ler os conceitos e dominá-los para poder trabalhar com uma pesquisa histórica a fim de selecionar fontes confiáveis para montar a sondagem <br>- O coordenador fala também que uma vez realizado esse processo, o próximo passo&nbsp; é a articulação do conceito substantivo com o de segunda ordem nas aulas posteriores <br><br><strong>Momento 02:</strong><br>- Valter analisa as respostas da atividade que ele mandou em coletivo e nos mostra as carências que ele identificou a partir das nossas respostas.<br>- Uma das coisas que ele mais ressalta é a falta de empatia histórica de uma maneira geral nas respostas - a capacidade de entender esse homem em seu tempo, sem necessariamente concordar com ele. Também ressalta a necessidade de datarmos a fonte (o que&nbsp; também foi entendido como uma carência geral das respostas)<br>- Valter avalia também a outra atividade (das três perguntas) ao qual ele ressaltada a necessidade da gente ser um pouco mais crítico nas avaliações das respostas e não ter medo de avaliar um colega.<br>- Ele traz também a relevância do valor formativo: como tal conteúdo pode contribuir para orientar o aluno temporalmente em sua vida prática? Valter me faz refletir ao trazer a crítica quanto a forma como a história tem sido ensinada, usando este como um depósito de conteúdo desconexos de sua realidade e esvaziado de sentido para aquele aluno. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-08 21:14:36 UTC</pubDate>
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         <title>Dia 28/03/2023</title>
         <author>ariellycaminha</author>
         <link>https://padlet.com/ariellycaminha/35djftscvzo6kdna/wish/2547740526</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Momento 01<br></strong>- Jean e Amanda trazem uma apresentação da escola enquanto espaço sociocultural, neste caso, o Ferreira Pinto; <br>- Amanda traz a experiência de uma aluna chamada dandara, a qual sofre preconceito diretamente por conta da sua religião de matriz africana <br>- A dupla traz também a importância de entender as estruturas de poder e a escola enquanto reprodução dos preconceitos externos - superação da matriz eurocêntrica <br>- Jean traz Dayrell e realiza uma análise sobre a chegada dos alunos na escola pela manhã, e seu rendimento se comparado com outros horários. <br>- Jean traz a seguinte reflexão: como se ensina a um aluno que tem resistência em ser ensinado? Ele aborda a necessidade de realizar negociações com a turma<br>- O ID nos apresenta também a diversidade cultural que ele presenciou na escola e diz: "do que adianta a história se não para guiar o sujeito em sua existência?" <br><br><strong>Momento 02</strong><br>- O professor Manuel traz rapidamente a relação entre o clube de leitura e a educação histórica, relação importante para o PIBID<br>- Ele mostra os conceitos substantivos e as fontes literárias que vai usar para cada conteúdo <br><br><strong>Momento 03</strong><br>Valter coloca suas pontuações sobre a apresentação de Emanuel&nbsp;<br>- Valter ressalta a importância da leitura e da formação teórica</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-08 21:21:07 UTC</pubDate>
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         <title>Dia 03/04/2023</title>
         <author>ariellycaminha</author>
         <link>https://padlet.com/ariellycaminha/35djftscvzo6kdna/wish/2547746821</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Primeira vez acompanhando uma turma</em><br><strong>Momento 01<br></strong>Chegamos às 9:00 horas e conversamos um pouco com o professor; Logo depois o professor foi pra sua aula de identidade e cultura e eu e minha parceira ficamos esperando a aula começar. Nesse período, uma coisa da qual me chamou atenção foi um aluno autista no pátio, fora de aula, acompanhado de uma moça que o prestava assistência - e que mais tarde soube que é uma moça que o acompanha enviada pela família. O aluno estava fora de aula pois, segundo o professor Leandro, ainda está no processo de adaptação. <br><br><strong>Momento 02</strong><br>Recreio: Começa 9:50 e termina 10:10. Os alunos aproveitam o espaço do pátio, alguns correm, outros sentam, brincam, aproveitam o espaço de maneira bem dinâmica. O cardápio do dia é macarrão com frango desfiado. Percebi no recreio no mínimo três crianças com deficiência: uma com síndrome de down, outro com uma deficiência física e um outro com autismo, mencionado no momento 01. <br><br><strong>Momento 03 </strong><br>Acompanhamento da primeira aula: <br>professor Léo pede que nos apresentemos para os alunos que nos recebem afetivamente e com certa curiosidade. O professor inicia a aula depois da nossa apresentação, às 10:18, com uma dinâmica onde os alunos falam seu nome, e o que gostam. Neste exercício, eu e Dany também fomos incluídas, o que pessoalmente me fez sentir integrada a sala e membro daquele espaço. A ideia é repetir tudo que os anteriores falaram e acrescentar o seu, semelhante ao jogo “fui à feira”. Avalio a dinâmica como uma boa jogada, uma vez que os alunos precisam prestar antenção no que os outros alunos falam para poder repetir e acrescentar o seu. <strong>Uma observação instigante</strong> é a disposição dos alunos na sala: meninos nitidamente unidos em um lado da sala e as meninas no outro lado, com uma única fila mista no meio entre os dois, quase como uma parede. Observo uma aluna que se destaca, apresentou uma postura mais tímida e resistente pra participar da dinâmica, ressaltando no seu momento de participar que gosta de ficar só. Já no final da dinâmica os alunos se dispersam mais e o professor tem mais dificuldade de concluir a dinâmica. Fim da dinâmica: 10:43<br>- Léo usa a dinâmica pra mostrar para os alunos a importância da memória. “A memória para a história é fundamental, não só pra quem tá estudando história mas para o historiador” - Léo apresenta a importância das fontes enquanto instrumento do historiador. Ele fala sobre a importância de ter empatia com os sujeitos, sejam eles do presentes ou do passado, precisando ter respeito com a memória dos que foram.<br>- Léo realiza uma linha do tempo com os alunos, perguntando quando começa a história? Ou quando começam os conteúdos relevantes pra história? Alguns alunos respondem, curiosamente, "com a descoberta do Brasil" ou "com os indígenas". Léo traz a indagação: toda fonte escrita é verdadeira? E se ela for feita por um órgão público, necessariamente é verdadeira? Ele ressalta que não necessariamente. Ele fala que quando surge a escrita, se convencionou o estudo dahistória, tendo seu marco inicial período antigo.Trouxe também a convenção que o que vem antes disso, é pré-história. Léo traz também o quanto a repartição dos períodos históricos tem um caráter eurocêntrico e traz para as crianças a importância de pensar os continentes sem juízo de valor; “as pessoas vivem os contextos pelas quais estão dispostos”<br><strong><br>Momento 04</strong><br>- Segunda aula (11-11:50) Léo fala sobre a perspectiva atual de história ser qualquer vestígio de interferência humana. Léo então ressalta que, baseado nisso, a história não começa com o início da escrita, mas quando surge os seres humanos. Ressalta que o termo pré-história, enquanto conceito, está errado, mas que usa-se enquanto convenção.<br>- O professor leva os alunos pra fora da aula e os mostra um mapa mundi, apresentando para os alunos a compreensão fundamental em história que é a disposição geográfica dos continentes e países. O professor tem que interromper sua explicação porque dois alunos de outra turma começam a brigar, se agredindo fisicamente. O professor prontamente vai separar a briga. <br><br><strong>Momento 05</strong>&nbsp;<br>- Dinâmica final: O professor divide a turma em trios e passa uma atividade de revisão do que foi apresentado: eles precisam associar os continentes as cores e a disposição no mapa mundi. O professor corrige a atividade com a turma.<br>Por um último, ele traz imagens de vários continentes e pede para os alunos dizerem da onde é cada imagem. Achei essa dinâmica interessante pois ele traz pluraridades dos espaços, como uma espécie de castelo na Àfrica que contribui para a quebra da História única (o orgulho de Chimamanda rs)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-08 21:48:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Dia 04/04/2023</title>
         <author>ariellycaminha</author>
         <link>https://padlet.com/ariellycaminha/35djftscvzo6kdna/wish/2547748496</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Momento 01 <br>- </strong>&nbsp;Os IDs do Assis falam sobre a origem da escola, começando pelo personagem que dá o nome da escola <br>- Os meninos falam sobre a influência do novo ensino médio nas suas percepções do Assis. Eles trazem um preâmbulo de como surge a ideia da reforma, com o PT em 2013. Eles dizem que ainda não conseguirem precisar a consequências dessa implantação pois a escola ainda está em transição. Em seguida, eles explicam as mudanças estruturais que a reforma traz e dos planos futuros pro Assis<br>- Os meninos se debruçam sobre os problemas estruturais da escola, como alagamento, espaços inutilizados, degradados e outros. Ele também fala dos pontos positivos do Assis, como espaços de convivência, áreas verdes, muros com desenhos dos alunos. A escola também está passando por reformas que prometem otimizar o espaço, criar auditório e outros. A reforma começou em 2022.<br><br><strong>Momento 02:</strong> <br>- O grupo termina e o coordenador abre para discussão <br>O professor Emanuel traz alguns pontos que o chama atenção. Um dele é o superfaturamento e a corrupção que pode ocorrer ao redor dessa escola <br>Ivana questiona as proibições que os alunos do fundamental tem de sair por uma questão de prevenção aos perigos da rua, como drogas. Ivana pergunta se essa é uma situação recorrente para que ocorra tal medida<br>Professora Edicarla ressalta os pavilhões em desuso no Assis, e a quantidade de grades que possui na escola.<br>Eu questiono: quais os prejuízos pedagógicas que o revezamento que a escola tem feito traz? <br>Valter questiona: como faz com o currículo de historia? <br><br><strong>Momento 03</strong> - Valter traz as considerações finais e elogia a equipe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-08 21:55:15 UTC</pubDate>
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         <title>Dia 10/04/2023</title>
         <author>ariellycaminha</author>
         <link>https://padlet.com/ariellycaminha/35djftscvzo6kdna/wish/2648775546</link>
         <description><![CDATA[<div>Momento 01:<br>- Eu e Dany chegamos e hoje nos acomodamos na sala dos professores. Observo o mesmo aluno PCD&nbsp; da semana passada ainda fora de aula. Dessa vez, algumas alunas também estão. A sala dos professores é bastante aconchegante, embora pequena para a quantidade de professores.&nbsp;<br><br>Momento 02:<br>- Recreio: hoje a fila tá bem maior em relação a semana passada, o cardápio do dia é cuscuz com frango. Hoje eles sentaram mais para comer e correram menos.&nbsp;&nbsp;<br><br>Momento 03:<br>&nbsp;- Início da primeira aula: 10:17 (até todos se acomodarem)<br>- O professor quer fazer um mapa mental com a turma. Ele começa explicando qual a função de um mapa mental e como se faz. Uma coisa que me chama atenção é Leandro usar como exemplo o futebol, que é bastante familiar para os alunos. Na explicação, ele traz as características do futebol e traz a problemática de gênero no futebol, o que pessoalmente me chama bastante atenção, embora seja uma abordagem mais rápida.<br>- O professor divide a sala em trios e pede um mapa conceitual sobre o Império romano- ele divide em trios pois senão não haveria livros suficientes para tod os. O professor nos explica que normalmente essa aula seria expositiva, mas comprai-me não chegou o material didático ele prefere que os alunos relembrem antes para que ele possa destrinchar o conteúdo depois&nbsp;<br><br>Momento 04:&nbsp;<br>- Segunda aula: 11:00-11:50<br>Os alunos seguem realizando o mapa conceitual e o professor Léo os atendendo nas suas demandas. As 11:37 o professor conversa com os alunos sobre a dificuldade de se realizar um mapa e na importância deste. Nesse momento ele já recolheu os mapas. O prof então faz uma análise geral e um mapa geral no quadro baseado nas respostas dos alunos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-20 20:32:02 UTC</pubDate>
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         <title>Ary, atualize seus diários, urgentemente.</title>
         <author>vgsoares1</author>
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         <pubDate>2023-11-20 13:59:25 UTC</pubDate>
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