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      <title>Combahee River by Angélica Scariot</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-30 16:55:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi um grupo de feministas negras, fundado em Boston, em 1974, por Barbara Smith, Demita Frazier e Beverly Smith. O coletivo se destacou por seu trabalho na interseção de opressões raciais, sexuais, heterossexuais e de classe.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 17:15:38 UTC</pubDate>
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         <title>Luta Contra a Esterilização Forçada e Abusiva</title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Muitas mulheres negras, especialmente nos Estados Unidos, foram vítimas de esterilização forçada ou coercitiva, frequentemente sem seu conhecimento ou consentimento. O coletivo buscava tanto a conscientização sobre esses abusos quanto a defesa de políticas que protejam os direitos reprodutivos das mulheres.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 23:02:03 UTC</pubDate>
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         <title>Direito ao Aborto</title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Defendemos o direito ao aborto seguro e acessível para todas as mulheres, reconhecendo que as restrições ao aborto afetam desproporcionalmente as mulheres negras e de baixa renda. Trabalhar para remover barreiras ao acesso ao aborto e educar as mulheres sobre seus direitos reprodutivos é uma parte importante do nosso ativismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 23:03:20 UTC</pubDate>
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         <title>Apoio a Mulheres Agredidas</title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Muitas mulheres negras enfrentam violência doméstica e precisam de apoio para sair de situações abusivas. A criação de abrigos e redes de apoio, bem como a advocacia por políticas que protejam as vítimas e punam os agressores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 23:05:49 UTC</pubDate>
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         <title>Cuidados de Saúde</title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>A disparidade no acesso e na qualidade dos cuidados de saúde para mulheres negras é um problema crítico. Organizamos piquetes e protestos contra cortes em serviços de saúde, lutamos por políticas de saúde mais equitativas e trabalhamos para garantir que as necessidades específicas de saúde das mulheres negras sejam atendidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 23:08:49 UTC</pubDate>
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         <title>Políticas de Bem-Estar e Creches</title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Muitas mulheres negras dependem de políticas de bem-estar social e serviços de creche para poderem trabalhar e sustentar suas famílias. Defendemos a expansão e a melhoria desses serviços, reconhecendo que são cruciais para a autonomia econômica das mulheres negras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 23:11:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Coletivo Combahee River foi fundado em 1974 em Boston por feministas negras como Barbara Smith, Beverly Smith e Demita Frazier. Inspiradas por um encontro da <em>National Black Feminist Organization</em> (NBFO) em 1973, elas formaram um grupo focado nas interseções de raça, gênero, classe e sexualidade. Nomeado em homenagem a uma incursão liderada por Harriet Tubman no Rio Combahee, o coletivo buscava combater múltiplas opressões sofridas pelas mulheres negras. Apesar de dificuldades iniciais, como falta de estrutura e necessidade de equilibrar ativismo e sobrevivência material, o grupo promoveu workshops, palestras e atividades educativas, abordando temas como racismo no movimento feminista branco, direitos reprodutivos e violência sexual.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 23:23:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>O coletivo começou com reuniões de "tomadas de consciência", discutindo experiências pessoais e desenvolvendo uma compreensão coletiva das opressões interseccionais. Isso ajudou a formar uma identidade política e a articular uma agenda específica para o feminismo negro. </p><p>Em 1977, o coletivo publicou seu manifesto, detalhando suas crenças e objetivos, tornando-se um documento seminal na história do feminismo interseccional. Além do manifesto, o coletivo também produziu diversos artigos e participou de publicações acadêmicas e ativistas que ampliaram o debate.</p><p>O Coletivo Combahee River teve um impacto duradouro ao abordar simultaneamente as opressões de raça, gênero, sexual e de classe. </p><p>Seu trabalho influenciou profundamente a teoria feminista e os movimentos sociais, ampliando a compreensão das múltiplas opressões enfrentadas por mulheres negras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 23:39:00 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo no Movimento Feminista Branco </title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>O movimento feminista muitas vezes desconsiderava ou minimizava as experiências e necessidades específicas das mulheres negras, as feministas brancas frequentemente não reconheciam e não combatiam seu próprio racismo. Esse ambiente dificultava a colaboração e a inclusão das mulheres negras, que se viam marginalizadas dentro do movimento feminista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-30 23:51:20 UTC</pubDate>
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         <title>Patriarcado Negro</title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Assim como no movimento feminista, as mulheres negras também não tinham suas pautas atendidas dentro do movimento negro. Apesar de lutarem contra a opressão racial ao lado dos homens negros, as mulheres negras se depararam com uma falta de reconhecimento por suas contribuições dentro desses movimentos. </p><p>Isso exigiu que elas articulassem uma política que abordasse simultaneamente o racismo e o sexismo, diferenciando-se das perspectivas predominantes tanto dos homens negros quanto das feministas brancas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 00:01:59 UTC</pubDate>
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         <title>Equilíbrio Entre Ativismo e Sobrevivência Material</title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>As integrantes precisavam equilibrar o tempo e energia entre o ativismo político e a necessidade de garantir sua sobrevivência material cotidiana, enfrentando barreiras estruturais que limitam seu acesso a recursos financeiros, emprego digno e moradia segura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 00:02:31 UTC</pubDate>
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         <title>Múltiplas Opressões </title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>A luta contra opressões interseccionais, como racismo, sexismo, heterossexualidade compulsória e opressão de classe,<strong> </strong>resulta em impactos profundos na saúde física e mental, além de barreiras significativas para a igualdade e justiça social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 00:02:47 UTC</pubDate>
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         <title>Vera Daisy Barcellos</title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Vera Daisy integra a diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS e é presidente da Comissão Nacional de Ética da Federação Nacional dos Jornalistas.</p><p>&nbsp;</p><p>Entre os trabalhos desenvolvidos por Vera Daisy, destaca-se sua parceria com a organização feminista Coletivo Feminino Plural na campanha Ponto Final à Violência Contra as Mulheres, pela descriminalização do aborto e no curso de Gênero, Raça e Etnia. Sua atuação vai além do jornalismo, abrangendo conselhos e comissões que promovem a igualdade racial e de gênero, como o Conselho Municipal de Políticas para o Povo Negro, o Conselho Estadual de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra (CODENE) e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (COMDIM/Porto Alegre).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 15:12:37 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Noelci Homero</title>
         <author>angelicascariot2</author>
         <link>https://padlet.com/angelicascariot2/35b6z59sipi6tc2i/wish/3014511662</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2005, ela se juntou a outras mulheres negras para fundar a Rede de Mulheres Negras para a Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (REDESSAN). A REDESSAN é articula-se com organizações da sociedade civil para propor políticas públicas que garantam o direito à alimentação adequada e à soberania e segurança alimentar e nutricional da população negra, especialmente das mulheres negras.</p><p>&nbsp;</p><p>Maria Noelci tem trabalhado incansavelmente na avaliação dos efeitos das políticas públicas de soberania e segurança alimentar, e na garantia dos direitos das populações mais vulneráveis, fortalecendo a luta por igualdade e justiça social. Sua atuação se estende tanto no Brasil quanto em países de língua portuguesa do continente africano, demonstrando seu compromisso com a luta global pela justiça alimentar. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 15:13:28 UTC</pubDate>
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         <title>Reginete Bispo</title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Reginete Bispo é uma socióloga cuja trajetória é marcada pela defesa dos direitos das comunidades remanescentes de quilombos e dos refugiados no Rio Grande do Sul. Sua militância se destaca pela intervenção institucional em prol dos direitos humanos e da igualdade racial. &nbsp;</p><p>Ela integrou a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul de 2011 a 2014 e atualmente é deputada federal pelo Partido do Trabalhadores do estado. Reginete também atua como consulesa honorária do Senegal e dirige a AKANI - Instituto de Pesquisa e Assessoria em Direitos Humanos Gênero, Raça e Etnias. </p><p>&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 15:13:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>angelicascariot2</author>
         <link>https://padlet.com/angelicascariot2/35b6z59sipi6tc2i/wish/3014521642</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar de ter sido um movimento do final do século XX, seu discurso e reinvindicações permanecem atuais em várias partes do mundo, influenciando profundamente a teoria feminista e os movimentos sociais. A <strong>introdução da interseccionalidade</strong>, destacou a importância de entender e combater as múltiplas opressões simultâneas. Também a <strong>ampliação da agenda feminista</strong>, enfatizaram questões específicas das mulheres negras, como racismo no feminismo branco e violência racializada. As integrantes do Combahee River também defendiam a <strong>criação de espaços inclusivos</strong> onde todas as vozes fossem ouvidas e respeitadas, estabelecendo um modelo para movimentos inclusivos e interseccionais no mundo inteiro. </p><p>Sua influência continua a moldar teorias e práticas feministas contemporâneas, enfatizando a necessidade de uma luta unificada contra todas as formas de desigualdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 15:26:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Referências Bibliográficas</title>
         <author>angelicascariot2</author>
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         <description><![CDATA[<p>FALQUET, Jules. <strong>História do Coletivo Combahee River</strong>. <em>Lutas Sociais</em>, v. 22, n. 40, 2018. Disponível em: [PUC-SP](<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistas.pucsp.br/index.php/ls/article/view/46660">https://revistas.pucsp.br/index.php/ls/article/view/46660</a>) Acesso em 25 de maio de 2024.</p><p><br/></p><p>Combahee River, C., Pereira, S., &amp; Gomes, L. S. (2019). Tradução: <strong>Manifesto do Coletivo Combahee River</strong>. <em>Plural</em>, 26(1), 197-207. Disponível em: [USP](<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.revistas.usp.br/plural/article/view/159864/154434">https://www.revistas.usp.br/plural/article/view/159864/154434</a>) Acesso em 27 de maio de 2024.</p><p><br/></p><p>SILVA, Vanessa Rodrigues da. <strong>Mulheres negras contando suas próprias histórias: trajetórias de ativistas negras no Rio Grande do Sul</strong>. <em>Revista Diversidade e Educação</em>, v. 7, n. 1, p. 229-241, 2019. Disponível em (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.14295/de.v7iEspecial.9499">https://doi.org/10.14295/de.v7iEspecial.9499</a>) Acesso em 29 de maio de 2024.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 15:32:33 UTC</pubDate>
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