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      <title>Vestígios Romanos no Concelho de Montalegre by Maria João Campos</title>
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      <description>Post anywhere in the world</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-14 10:15:39 UTC</pubDate>
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         <title>Via Romana, Penedones</title>
         <author>lmprocha08</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esta via romana emerge da albufeira a cerca de um quilómetro a sudoeste da Capela de Santo Aleixo, em Penedones, junto às sepulturas. Deste local até Travassos, a antiga EN 103 adotou o traçado da Via romana, passando a oeste do castro de São Vicente, aldeia da Chã, Peirezes, ponte de Peirezes e Gralhós. Foi mandada construir no tempo do primeiro imperador romano César Augusto, como atesta o miliário anepígrafo. É parte integrante do percurso da Via romana XVII, entre Braga e Astorga.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-14 10:22:43 UTC</pubDate>
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         <title>Marcos miliários de Montalegre, Cortiço </title>
         <author>a53722</author>
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         <description><![CDATA[<p>Marco miliário pertencente à Via XVII do Itinerário de Antonino, que ligava Bracara Augusta (Braga) a Asturica Augusta (Astorga), passando por Aquae Flaviae (Chaves).<br>Trata-se de um cilindro em granito de grão médio a grosseiro, bem talhado, com cerca de 1,20 metros de altura por um metro de diâmetro máximo, apresentando algumas cruzes gravadas e um L. Atualmente, encontra-se a suportar a varanda de uma casa no centro da aldeia, existindo na parede da mesma casa um fragmento de miliário que possivelmente faria parte do anterior.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-14 10:25:58 UTC</pubDate>
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         <title>Ponte Romana , Frades do Rio </title>
         <author>a53691</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Próxima da localidade de Frades, no concelho de Montalegre, esta estrutura em pedra de origens ancestrais encontra-se inserida numa paisagem bucólica de grande beleza e ambiente pleno de paz de espírito.<br><br>Não se sabe com certeza a origem desta ponte, no entanto, é apelidada de “Romana” pelo facto de obedecer a alguns padrões arquitetónicos da época e por aqui passarem algumas vias construídas na altura.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-15 16:36:40 UTC</pubDate>
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         <title>Cidade Romana de Grou</title>
         <author>a5321_</author>
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         <description><![CDATA[<p>É uma fortificação que se destaca pela morfologia, num pequeno planalto, que tendo em conta as características do terreno levou a que o sistema defensivo fosse constituído por fossos, do lado Sul, Oeste e Norte e por uma espessa muralha que circunda a circunda. A muralha foi feita de terra e pedra e os blocos das faces exteriores da muralha bem aparelhadas. No interior verificam-se escassos vestígios de construções.<br>Povoado fortificado de época pré romana e romana. Será de colocar a hipótese de em época romana este local ter servido como ponto de controle da passagem de metais preciosos que eram explorados bem próximos (entre Gralhas, Solveira e Santo André) deste local. O caminho usado para o escoamento dos metais coincidia sensivelmente com o caminho da Xironda.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-15 21:31:29 UTC</pubDate>
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         <title>Ponte Romana de Peirezes </title>
         <author>a53722</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pequena ponte em pedra com um só arco, rodeada de vegetação e construída sobre o rio Rabagão. Acredita-se que foi erigida na Idade Moderna, tal como se apresenta, o que não invalida que não tenha existido outra em época romana. É um local confirmado da passagem da via romana, no entanto não tem características suficientes para que se possa confirmar a sua romanidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-15 22:07:38 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte romana de arcos, Cervos</title>
         <author>a53722</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Aproveitando a formação rochosa existente, esta fonte de mergulho surge através de duas pequenas grutas escavadas na mesma, uma das quais em arco quebrado (com uma profundidade de 2,92 metros), criando consequentemente uma abóbada de berço quebrado com caixa murária constituída pela própria rocha. Diante das duas aberturas existe um pátio ao qual, a partir da rua, se acede por dois degraus de cota inferior. O pátio está ladeado por dois lavadouros de forma trapezoidal, e colmatado pela fonte. Um dos tanques adquire a função de lavadouro pelo murete rematado. A forma exterior é rectangular e possui cornija de desenho diferenciado com profundidade de meio metro, onde estão colocados, em cada canto, dois pináculos e, no centro, uma cruz latina. São visíveis preocupações decorativas, apresentando a superfície pariental rematada por fris e dois pináculos no coroamento e uma cruz simples, central.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-15 22:14:28 UTC</pubDate>
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         <title>Viade de Baixo, Marco Miliário.</title>
         <author>a53591</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na Roma Antiga estes pequenos marcos eram utilizados para marcar as distâncias nas estradas principais do império, geralmente construídos com as rochas locais assumindo uma forma cilíndrica,  eles eram marcados à milha ou seja a 1000 paços romanos, dai o termo miliar. Hoje em dia eles permitem-nos recriar as antigas vias romanas.</p><p><br/></p><p>Este marco miliar pertence à via XVII do itinerário de António, continuando originalmente o seu itinerário desde a Cantina do Leiranque / Cruz do Leiranque, local atualmente submerso pela albufeira do Alto de Rabagão, foi levado para junto da estrada nº 103, e finalmente terminou no largo desta aldeia.</p><p><br/></p><p>Este trata-se de um marco cilíndrico, de granito de grão grosseiro a médio, com um pequeno nicho escavado no centro por ter servido de base de uma cruz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:23:29 UTC</pubDate>
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         <title>Marco Miliário Venda Nova</title>
         <author>a5321_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Marco miliário pertencente à Via XVII do Itinerário de Antonino, que ligava Bracara Augusta (Braga) a Asturica Augusta (Astorga), passando por Aquae Flaviae (Chaves). Trata-se de um cilindro em granito de grão médio a grosseiro, bem talhado, com cerca de 1,20 metros de altura e um metro de diâmetro máximo. Apresenta duas cruzes gravadas, indício de reaproveitamento em época posterior.<br>Foi encontrado junto à ponte do Arco, aquando das obras da barragem da Venda Nova, e colocado no jardim contíguo à barragem, no Cambedo. Há alguns anos foi retirado deste local e levado para o jardim da Venda Nova.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:28:59 UTC</pubDate>
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         <title>Ara Romana em homenagem ao Deus Larouco, Vilar de Perdizes</title>
         <author>a5321_</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Ara romana encontrada em outubro de 1969, aquando da abertura da estrada 508, em pleno eixo da via. Dedicada ao Deus Larouco, é em quase tudo idêntica à ara dedicada a Júpiter, ambas encontradas no mesmo local e nas mesmas circunstâncias. Encontrava-se soterrada, a cerca de 1,5 metros de profundidade, no mesmo local onde foram encontrados vários fragmentos de “tegullae”. Junto às duas aras foi ainda encontrada uma pia circular, com orifício na parte inferior. Atualmente, encontra-se no armazém da Câmara Municipal de Montalegre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:32:36 UTC</pubDate>
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         <title>Tourém, Acampamento Militar</title>
         <author>a53591</author>
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         <description><![CDATA[<p> Trata-se de um recinto fortificado de cerca de três hectares de superfície localizado entre Tourém (Montalegre, Portugal) e Calvos de Randín (Ourense, Espanha). </p><p>Na escavação lá realizada foram encontradas series de estruturas de combustão no recinto estas estruturas permitiram os arqueólogos datar que este acampamento militar romano foi ocupado entre finais do século I a.C. e inícios do I d.C.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:35:17 UTC</pubDate>
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         <title> Achado Romano em Sezelhe</title>
         <author>a53722</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um terreno particular agrícola da aldeia de Sezelhe , concelho de Montalegre, escondia até há poucos anos um conjunto de vestígios romanos. O povo há muito que dizia que no lugar da "horta do padre" havia mais que terra. De quando em vez, apareciam telhas diferentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:38:00 UTC</pubDate>
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         <title>Via Romana em Cortiço </title>
         <author>a5321_</author>
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         <description><![CDATA[Via construída durante a dinastia Júlio Claudiana, considerado um dos troços mais importantes e com mais espólio da Via XVII do Itinerário de Antonino. Partindo de Gralhós, esta via segue por Avessó, Ribeira do Cargual, Porto da Geia e Suavila, até entrar na aldeia de Cortiço, já na freguesia de Cervos. Acredita-se que neste local a via poderia ter dois traçados; o primeiro por baixo da aldeia, mais a direito, entre uma veiga, actualmente ladeado de muros, que possivelmente no Inverno ficaria encharcado e outro traçado pelo topo da aldeia. Estes dois percursos encontram-se depois junto às alminhas, para continuar num só em direcção à ponte de Cortiço, sobre o rio Beça. Segue posteriormente em direcção à Breia, Outeiro dos Meninos e lugar de Arcos. Em Arcos continua em direcção ao Pindo, onde termina o seu traçado no concelho de Montalegre e se encontra com o de Boticas. Na descida para o Pindo podem-se vislumbrar sulcos na rocha que comprovam o desgaste da mesma pela passagem dos rodados durante séculos.

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         <pubDate>2023-11-16 09:42:15 UTC</pubDate>
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         <title>Via Romana em Currais, Montalegre</title>
         <author>a53722</author>
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         <description><![CDATA[<p>Troço de caminho que correspondia à antiga via romana XVII, obra monumental, construída no século I d. C, que ligava as cidades de Bracara Augusta (Braga) e Asturica Augusta (Astorga), passando por Chaves. Para Oeste de Currais, actualmente liga a aldeia a campos agrícolas, passando pela Lama do Carvalhal, Borrageiro e desemboca na albufeira. Para Este conduz também a campos agrícolas e Ladrugães. Ao longo dos séculos serviu para circulação de pessoas e bens e, principalmente, para o escoamento de metais preciosos, explorados em várias zonas de Trás-os-Montes, e levados para Roma.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:43:13 UTC</pubDate>
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         <title>Ponte romana da Vila da Ponte</title>
         <author>a41822</author>
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         <description><![CDATA[<p>A ponte de Vila da Ponte é uma das pontes na Via Romana que atravessa o concelho de Montalegre. A Ponte que dá nome à terra, em granito, terá sido a primeira ponte a ser construída sobre a ribeira de Cabril. Atravesse-a e demore-se pela via romana, um percurso pedestre que proporciona um passeio prolongado e tranquilo pela história e património da aldeia, como os diversos monumentos funerários, entre castros e cistas, que atestam a presença de população há muitos séculos.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:44:11 UTC</pubDate>
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         <title>Ponte Romana do Cortiço, Montalegre</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ponte em pedra com dois arcos, rodeada de vegetação e construída sobre o rio Rabagão. Acredita-se que foi erigida na Idade Moderna, tal como se apresenta, o que não invalida que não tenha existido outra em época romana. É um local confirmado da passagem da via romana, no entanto não tem características suficientes para que se possa confirmar a sua romanidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:49:14 UTC</pubDate>
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         <title>Ponte Romana Rio de Cabril</title>
         <author>a63862</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ponte hoje submersa pela barragem de Salamonde, sólida construção em alvergaria de granito que data no período medieval. A maior parte do ano esta encontra-se submersa.</p><p><br></p>]]></description>
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         <title>Via Romana de Peirezes</title>
         <author>lmprocha08</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2792198515</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta via romana emerge da albufeira a cerca de um quilómetro a sudoeste da Capela de Santo Aleixo, em Penedones, junto às sepulturas. Deste local até Travassos, a antiga EN 103 adotou o traçado da Via romana, passando a oeste do castro de São Vicente, aldeia da Chã, Peirezes, ponte de Peirezes e Gralhós. Foi mandada construir no tempo do primeiro imperador romano César Augusto, como atesta o miliário anepígrafo. É parte integrante do percurso da Via romana XVII, entre Braga e Astorga.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:55:29 UTC</pubDate>
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         <title>Gralhas, Povoado de Ciada</title>
         <author>a53591</author>
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         <description><![CDATA[<p>Não se detetam estruturas à superfície, no entanto abundam os materiais de cronologia romana. </p><p>O povoado foi parcialmente cortado pela EM 508. </p><p>Numa vasta área encontram-se fragmentos de “tegullae” e cerâmica comum romana, assim como blocos graníticos provenientes de construções antigas.<br>Alguns arqueólogos associam este povoado à exploração mineira próxima dali, assim como a uma via secundária de escoamento dos materiais preciosos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:56:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Moedas Imperiais Romanas,Salto</title>
         <author>a5321_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:57:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Calçada romana em Mourilhe</title>
         <author>a41822</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Calçada de Mourilhe é uma das estruturas viárias bem conservadas da viação romana existente no território de Mangualde, a par do troço da Roda, do troço dos Barreiros, em Pinheiro de Baixo, e da calçada da Fonte do Vau, entre Santa Luzia e Santo Amaro de Azurara.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:57:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Calçada Santa Marinha</title>
         <author>a63862</author>
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         <description><![CDATA[<p>Troço de trilho empedrado, que integrava o antigo caminho de Santa Marinha. O tramo tem cerca de 250 metros de extensão por três metros de largura média e encontra-se parcialmente intransitável, devido à vegetação. Conserva-se pavimentado com lajes graníticas, sendo nalguns pontos bem visível os sulcos paralelos, provocados pela passagem continuada dos rodados de carros. As lajes que compõe a calçada, são por vezes interrompidas por afloramentos graníticos que lhe reforçam a estabilidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 10:02:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ponte Velha de Montalegre </title>
         <author>a63862</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2792210689</link>
         <description><![CDATA[<p>Situada bem próxima do maravilhoso castelo de Montalegre, esta antiga Ponte é muitas vezes apelidada de “Ponte Velha”.<br>Montalegre é uma vila plena de história, denotando ocupação humana desde tempos remotos e habitados por diversos povos e culturas, pelo que se pensa que a ponte poderá mesmo ter sido construída por alturas de ocupação Romana do território, ou mesmo posteriormente, mas seguindo o estilo arquitectónico Romano e provavelmente utilizando materiais de anteriores construções.<br>A ponte é constituída por um só arco bem aparelhado e um tabuleiro já muito alterado ao longo dos séculos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 10:06:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Incrições romanas- Ponte de rameseiros </title>
         <author>a41822</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2792212615</link>
         <description><![CDATA[<p>Penedo granítico com 2 metros de largura por 2,30 metros e cerca de 1,20 metros de altura. Possui uma inscrição numa face, na qual é notório o cuidado, por parte do feitor, em polir apenas a zona do campo epigráfico, que preencheu na totalidade, não havendo o cuidado de facear as arestas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 10:08:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Marco Miliário em Travassos da Chã, Montalegre</title>
         <author>a53722</author>
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         <description><![CDATA[<p>Marco miliário anepigrafado da Via XVII do Itenerário de Antonino. Procede das imediações da aldeia de Travassos da Chã. É um marco semi-cilindrico, de granito de grão grosseiro, posteriormente reutilizado como cruzeiro. Tem sido interpretado pela mais diversa bibliografia como miliário, embora seja muito tosco e com diâmetro inferior aos restantes conhecidos no concelho. Possivelmente devido às reutilizações que sofreu ao longo dos tempos. A população associa este marco à estrada romana, que passava muito perto deste local.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 10:15:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Marco Miliário em Reigoso</title>
         <author>a63862</author>
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         <description><![CDATA[<p>Este marco miliário romano, na aldeia de Currais, freguesia de Reigoso, é um monolítico cilíndrico do séc. I a.C., e como outros que são considerados como Monumentos Nacionais desde 1910<strong>.</strong>Com efeito, como passava por aqui uma estrada romana que ligava Braga a Chaves.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 10:28:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Brandim, Montalegre, Povoado Romano</title>
         <author>a53591</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2792236430</link>
         <description><![CDATA[<p>Num monte sobranceiro à aldeia de Brandim, do lado Noroeste, designado pela população local como Vale do Antigo ou Monte do Grito. É visível numa área alargada diversos fragmentos de cerâmica de construção de tipologia romana. Segundo a população local aquando dos trabalhos agrícolas aqui se encontram vários fragmentos cerâmicos e restos de mós, alguns recolheram mesmo peças cerâmicas inteiras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 10:29:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Altar de Penascrita, Vilar de Perdizes</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794828794</link>
         <description><![CDATA[<p>Afloramento granítico, trabalhado para altar rupestre, composto por três degraus encimados por mais três entalhes na rocha, em forma de “E” deitado. Na superfície sobressai uma cavidade retangular, e rasgos lineares. Esta cavidade é, interpretada por alguns autores como sendo o “foculus”.</p><p>Numa das faces do altar existe uma inscrição consagrada a Deus Larouco, companheiro de Júpiter, atribuída pelos soldados da Legião VII Gemina. De referir a semelhança a outros dois altares aparecidos nas imediações, um deles consagrado ao Deus Larouco e outro a Júpiter.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 15:18:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Veiga de Vilar de Perdizes</title>
         <author>a5321_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nos campos agricultados, que se situam a Sul e Este da Estrada</p><p>Nacional 508, entre a capela da senhora da Saúde e a aldeia de Vilar de Perdizes,</p><p>sobranceiro à margem direita do Assureira num raio de cerca de 1000 metros,</p><p>encontram-se com bastante frequência fragmentos de “tegullae”, cerâmica doméstica romana e pedras afeiçoadas. Em alguns pontos verificamos também alinhamentos de muros. Considerando os vestígios e as informações recolhidas, admite-se a possibilidade de aqui ter existido um povoado de época romana. Este povoado explicará assim a existência de duas aras, do altar de Penascrita e de uma possível necrópole.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 15:25:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estalagem, Vila da Ponte</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794844155</link>
         <description><![CDATA[<p>Junto ao sítio de Cangosto, a cerca de 50 metros da saída da Ponte Velha da Vila da Ponte, encostado ao caminho que segue em direcção Norte e se chamou Estrada Régia ou Caminho Régio, em terrenos agrícolas designados de “Além da Ponte” e “Forno”, existia uma construção, cujo assentamento era visível ainda há poucas dezenas de anos. Segundo informações orais “tratava-se de uma estalagem da Via Romana, que passava ali perto”. A população local recorda com bastante clareza a construção existente; a zona da frente da casa era mais alta que o caminho e exibia duas grandes pias para bebedouros de animais. No atual terreno designado por “Forno” existia o forno da habitação. Junto à entrada da construção estavam duas pias que foram destruídas pelos enormes Euclides da EDP que procediam ao alargamento do caminho para a construção do túnel que por ali passa ligando as duas barragens, Pisões e Venda Nova. Este local era ainda habitado em 1710. Segundo informação conseguida na aldeia da Vila da Ponte, a última moradora morreu em 1725, como consta do Livro de Defuntos da freguesia dessa data.<br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 15:49:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Miliário de Adriano, Padrões</title>
         <author>a5321_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Miliário dedicado ao imperador Adriano, encontrado na Venda dos</p><p>Padrões, está exposto no jardim do castelo de Chaves. É um marco bastante alto, com 2,30 metros de altura e 0,58 metros de diâmetro (parte dele encontra-se enterrado, pelo que não sabemos ao certo a altura).</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 15:55:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Miliário de Trajano, Padrões</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794847609</link>
         <description><![CDATA[<p>Miliário do Imperador Trajano, construído em granito de grão grosso,</p><p>quebrado na parte superior, o que impede a leitura da epígrafe na totalidade. Martins</p><p>Capella atribuiu-o à milha 42 desde Aquae Flaviae. Mede 1,92 metros de altura, por 0,59 metros de diâmetro máximo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 15:57:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Miliário de Claudio, desaparecido, Codeçoso</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794848443</link>
         <description><![CDATA[<p>Desaparecido, foi referido por Martins Capela que o situou na encosta</p><p>do castro de Codeçoso, na margem esquerda do rio Rabagão. Segundo o autor tinha o letreiro perfeitamente conservado, pertencia à milha 38 desde Bracara Augusta e</p><p>tinha 2,4 metros de altura 0,57 metros de diâmetro. Este marco foi posto a descoberto depois de uma derrocada e parece ter sido partido para postes pelos habitantes de Pondras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:00:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Miliário de Tibério, Padrões</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794849640</link>
         <description><![CDATA[<p>Miliário do Imperador Tibério: coluna em granito, de grão fino, com</p><p>algumas cruzes gravadas, tem cerca de 2,5 metros de altura, por 1,67 metros de</p><p>diâmetro.</p><p>Martins Capella localizou-o em Vilarinho dos Padrões, onde estava a suportar uma</p><p>varanda, com a epígrafe voltada para fora e muito danificada. Após este autor mais</p><p>nenhum o localizou no mesmo sítio. Informações recentes (Colmenero 2004)</p><p>localizam-no no Museu Nacional de Arqueologia, com o número 5224. De acordo</p><p>com as informações deverá corresponder à milha 34 desde Bracara Augusta (Braga).</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:02:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Miliário de Vilarinho dos Padrões, imperador indeterminado</title>
         <author>a5321_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Trata-se de parte de um miliário, bem esculpido, embora com a base </p><p>semi- quadrada. Está depositado no Museu da Região Flaviense, com o número 8.2.5.</p><p>É em granito de grão médio a grosso, foi cortado e reaproveitado em época posterior,</p><p>altura em que perdeu parte da epígrafe, assim o comprovam as oito cruzes gravadas</p><p>na parte superior. M(ília) P(asum) XLII.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:05:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Telheira/Lombos/Antas, Solveira</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794852886</link>
         <description><![CDATA[<p>O local foi sumariamente referido por Braga Barreiros, em 1920, “...No</p><p>sítio das Antas, aro de Solveira houve antigamente povoação, junto e a Sul fica o sítio</p><p>de Lombos onde viram fragmentos de tijolo de rebordo e barro vermelho.</p><p>No “O Domingo Ilustrado” 110; Setembro de 2008, pp. 4 refere-se que: “.... Muitos</p><p>minerais ha n´este soberbo concelho. A SE de Gralhas, nos chamados Fornos</p><p>Telheiros próximo da estrada entre Montalegre e Chaves veem-se umas escavações</p><p>bastante fundas, que uns consideram minas, esgotadas de ouro, outros querem que</p><p>fossem fornos de telha...”</p><p>O local situa-se junto à entrada Este de Solveira. Nos campos agricultados em ambos</p><p>os lados da estrada encontra-se fragmentos de cerâmica de construção romana</p><p>“tegullae”</p><p>A população local associa o sitio a fornos de telha, sendo que alguns ainda se</p><p>recordam do local exato dos fornos, os quais foram destruídos para a construção de</p><p>uma habitação.</p><p>Existe mesmo quem tenha tegulas inteiras, retiradas do local ou imediações. Segundo</p><p>testemunhos de agricultores, a lavra daqueles campos tornava-se uma atividade</p><p>difícil de concretizar, pois os arados quando lavravam um pouco mais fundo</p><p>encravavam os fragmentos de telha que iam aflorando á superfície</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:11:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mantela /Pai Mantela, Solveira</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794853947</link>
         <description><![CDATA[<p>Em terrenos pouco acidentados, na margem direita do Rio Assureira,</p><p>entre a Chã de Casteleira e o Alto do Rodrigo, em terrenos baldios e campos</p><p>agricultados, encontram-se com bastante frequência fragmentos de “tegullae”,</p><p>cerâmica doméstica romana e pedras afeiçoadas, em sintonia com alinhamentos de</p><p>muros.</p><p>Soubemos que ali foi encontrada por um particular uma moeda de Faustina e uma</p><p>pedra com inscrição, a qual foi levada por um habitante de Soveira.</p><p>Faustina, filha de Antonino Pio foi esposa de Marco Aurélio, casou-se em 145 d. C. e</p><p>teve 13 filhos, entre os quais o imperador Cómodo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:14:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alto da Carvalha, Torgueda</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794856189</link>
         <description><![CDATA[<p>A Leste da aldeia da Chã, na margem esquerda da estrada que liga à aldeia de Torgueda, num planalto designado por Carvalha, encontram-se materiais</p><p>cerâmicos de cronologia romana.</p><p>Nos terrenos envolventes ao posto de transformação eléctrica, numa vasta área,</p><p>encontramos diversos fragmentos de tegullae, dos quais recolhemos alguns.</p><p>Poderá tratar-se de um povoado, bem localizado na paisagem, com o Rabagão</p><p>relativamente perto e marginado por outras linhas de água.</p><p>Muito perto deste local passava a Via romana XVII, junto à qual</p><p>foram encontradas uma ara e uma inscrição a Júpiter. Estes fatores comprovam bem o intenso povoamento nesta área do Alto Rabagão. Pressupomos que este povoado</p><p>terá ligação à Via XVII, bem assim como aos monumentos epigráficos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:19:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ara Anepígrafa, Penedones</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794857154</link>
         <description><![CDATA[<p>Em Junho de 2005, identificamos uma ara anepígrafa, junto a um</p><p>armazém agrícola. Ao que tudo indica deverá ter sido recolhida perto de uma</p><p>habitação, na aldeia de Penedones, durante obras de recuperação.</p><p>Não apresenta vestígios de inscrição, ou porque nunca foi gravada ou porque foi</p><p>apagada em reutilizações posteriores. De facto parte do fuste encontra-se escavado:</p><p>quiçá nessa altura se tenha perdido a eventual epígrafe.</p><p>São visíveis os restos de cal branca em todo o monumento e a ausência de toros e</p><p>fóculo na parte superior (porventura preexistentes), o que parece confirmar a sua</p><p>reutilização. Impressiona contudo a sua imponência, com avantajado capitel e uma</p><p>base bem volumosa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:21:51 UTC</pubDate>
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         <title>Inscrição a Júpiter, S. Vicente Chã</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794859502</link>
         <description><![CDATA[<p>Bloco granítico de formato rectangular, rudemente trabalhado. Foi</p><p>apenas afeiçoado na face que ostenta a inscrição, não tendo havido o cuidado de</p><p>facetar as restantes arestas.</p><p>Tendencialmente – e atendendo ao que reza o texto – estaríamos perante uma ara; de facto é bem possível que o tivesse sido e que os sucessivos tratos de polé que sofreu, designadamente para a reutilização, a tenham por completo desfigurado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:27:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Leiras dos Padrões. Penedones</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794861495</link>
         <description><![CDATA[<p>Entre Penedones e Parafita, na bordadura da barragem, junto à antiga</p><p>estrada nacional encontram-se abundantes fragmentos cerâmicos de cronologia</p><p>romana.</p><p>Os materiais cerâmicos estão dispersos por uma vasta área, que envolve um conjunto</p><p>de sepulturas antropomórficas perto de terrenos agrícolas mais a Norte.</p><p>Trata-se muito provavelmente do local mencionado por Argote (Memorias para a</p><p>história eclesiástica de Braga, Tomo II, Lisboa, 1732-47), onde refere uma Villa de</p><p>Mel arruinada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:32:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sepulturas antropomórficas, Cortiço</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794862988</link>
         <description><![CDATA[<p>Sepulturas rupestres, localizadas em afloramentos graníticos na zona</p><p>envolvente ao santuário da Sra. da Natividade.</p><p>O primeiro conjunto é formado por duas sepulturas antropomórficas, situadas a cerca de 50 metros a Oeste da capela. Estão orientadas sensivelmente Este/Oeste, são de tipologia sub - retangular, com a curva dos ombros bem salientes, a cabeceira é em arco e os pés não estão destacados. A primeira tem uma largura máxima de 0,43 metros e comprimento de 1,83 metros. A segunda apresenta cerca de 0,52 metros de largura e está parcialmente cortada, pelo que não se identifica com precisão o comprimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:36:18 UTC</pubDate>
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         <title>Miliário anepígrafo, Cervos</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794864108</link>
         <description><![CDATA[<p>Cilindro em granito de grão médio a grosseiro, bem talhado, com cerca</p><p>de um metros de altura. Foi fracturado na parte superior onde parecem existir</p><p>vestígios de letras. Está colocado no jardim da escola de Cervos à cerca de uma</p><p>década e procede do Pindo (Arcos).</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:39:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Miliário de Claúdio, Arcos</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794865335</link>
         <description><![CDATA[<p>Miliário de Cláudio, referido pela primeira vez por Argote que o localiza na aldeia de Arcos a suportar uma varanda. Daqui foi levado para a aldeia de Antigo de Sarraquinhos e posteriormente para o Museu da Região Flaviense, onde</p><p>atualmente se encontra em exposição com o nº 8.2.3.. Apresenta uma fissura que</p><p>impede a sua leitura na totalidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:42:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Miliário de Tibério, Arcos,</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794866257</link>
         <description><![CDATA[<p>Miliário do imperador Tibério, da dinastia Júlio-Claudiana, é originário</p><p>do Pindo (serra do Leiranco) onde marcava a Milha 59 desde Bracara Augusta.</p><p>É referido na bibliografia desde 1746 (CIL, II). Foi levado para o Museu da Região</p><p>Flaviense onde actualmente se encontra em exposição com o nº 8.2.1. Está em bom</p><p>estado de conservação e apresenta a epígrafe bem legível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:44:39 UTC</pubDate>
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         <title>Pedregal, Cortiço</title>
         <author>a5321_</author>
         <link>https://padlet.com/mjncampos/346dhh3aa7achoho/wish/2794866986</link>
         <description><![CDATA[<p>O local foi sumariamente referido por Braga Barreiros, em 1920, a</p><p>partir de então mais nenhum autor identificou o local, pelo que todas as restantes</p><p>informações que constam neste trabalho são inéditas.</p><p>Situa-se a Norte da aldeia do Cortiço, junto ao caminho de acesso à Sra. dos Galegos, numa veiga cultivada. Nos terrenos do lado Este do caminho encontramos bastante cerâmica de construção romana (tegullae), restos de cerâmica doméstica e alguma pedra bem aparelhada. O Sr. António Rodrigues do Cortiço, conserva em sua posse duas mós dormentes e uma movente, que podem ser observadas nas fotografias em anexo. As mós foram encontradas quando se lavravam os terrenos e levadas para casa do achador.</p><p>Deverá tratar-se de um povoado de época romana, tipo “casal”, bem perto passava</p><p>também a via romana XVII, da qual ainda se conservam alguns fragmentos de</p><p>miliários, espalhados pela aldeia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 16:46:37 UTC</pubDate>
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