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      <title> Diário de estágio by Joana Geller</title>
      <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks</link>
      <description>O diário é composto pelos estudos realizados na disciplina de seminário - que estão registrados aqui para eventual consulta - e pela experiências do estágio!!!!!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-12 12:40:30 UTC</pubDate>
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         <title>Educação e diferença - 28.01</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2115097438</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta aula trabalhamos com o texto <strong>&nbsp;"A educação e a pergunta pelos Outros: diferença, alteridade, diversidade e os outros 'outros'."&nbsp; de Carlos Skliar.&nbsp; </strong>A seguir, apresentarei as questões que mais&nbsp; chamaram a atenção .<br><br>Através do estudo do texto, percebemos que há três questões que parecem traçar as linhas divisórias nos discursos pedagógicos atuais:&nbsp;<br><br></div><div>1) trata-se, por acaso de um outro que nunca esteve aqui?<br><br></div><div>2) trata-se, de um outro que volta somente para nos contar as suas histórias de discriminação e exclusão? ou;&nbsp;<br><br></div><div>3) trata-se, talvez, de um "eu escolar" que, simplesmente, se dispõe a hospedar e/ou se inquieta somente pela estética da sua própria hospedagem, mas que não se interessa pelo outro?<br><br><br></div><ul><li><strong>A pergunta pela educação: </strong>não estamos perguntando pela educação, mas nos perguntamos talvez para adiar, segurar e capturar aquilo que pensamos que é a educação.</li><li>A pedagogia das supostas diferenças em meio a um terrorismo indiferente; chamar ao outro para uma relação escolar sem considerar as relações do outro com outros; a mudança educativa como uma reforma do mesmo, como uma reforma para nós mesmos.</li><li>Ocorre apenas a reprodução infinita de leis, de textos, de currículos e de didáticas. Mas nenhuma palavra sobre as representações como olhares ao redor do outro. Nenhuma palavra sobre a necessidade de uma metamorfose nas nossas identidades. As mudanças têm sido quase sempre sobre a burocratização do outro, sua inclusão curricular.</li><li>O outro tem deixado de ser um objeto de paixão para se converter num objeto de produção.&nbsp;</li><li>É possível que, ao pensar nas diferenças, seja necessário, ao mesmo tempo, afirmar a multiplicidade e a singularidade das valorações de um sujeito; como sugere Hopenhayn (1999, p. 129):</li></ul><div>&nbsp;</div><div><em>"A diferenciação, pensada como diferença operando ou acontecendo é ato de deslocamento plural entre muitas alternativas de interpretação, mas também é ato de posicionamento singular frente a essa luta de interpretações possíveis"</em></div><div>&nbsp;</div><ul><li>Não é uma questão que se resolve enunciando a diversidade e ocultando, ao mesmo tempo, a mesmice que a produz, define, administra, governa e contém.</li><li>As conclusões, já conhecidas, sobre a relação entre modernidade, educação e escola são evidentes: o tempo da modernidade e o tempo da escolarização insistem em ser, como decalques, temporalidades que só desejam a ordem, que teimam em classificar, em produzir mesmices homogêneas, íntegras, sem fissuras, a salvo de toda contaminação do outro; A mesmice da escola proíbe a diferença do outro.</li><li>Uma pedagogia que, no presente, poderia instalar-se, mas não se acomodar, entre a memória e o porvir. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 20:50:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva - 04.02</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2115102416</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação política, cultural, social e pedagógica, desencadeada em defesa do direito de todos os estudantes de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>A educação inclusiva constitui um paradigma educacional fundamentado na concepção de direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis, e que avança em relação à ideia de equidade formal ao contextualizar as circunstâncias históricas da produção da exclusão dentro e fora da escola.</li><li>O Ministério da Educação/Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão apresenta a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, que acompanha os avanços do conhecimento e das lutas sociais, visando constituir políticas públicas promotoras de uma educação de qualidade para todos os estudantes.</li><li>A escola historicamente se caracterizou pela visão da educação que delimita a escolarização como privilégio de um grupo, uma exclusão que foi legitimada nas políticas e práticas educacionais reprodutoras da ordem social.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 21:02:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Não está mal ser o que és&quot;, mas também: &quot;Não está mal ser outras coisas além do que já és&quot; (SKLIAR, 2002). </title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2115104212</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 21:07:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Política Nacional de Humanização - 11.02</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2115153798</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma política pública no SUS voltada para ativação de dispositivos que favoreçam ações de humanização no âmbito da atenção e da gestão da saúde no Brasil<br><br><strong>Princípios:<br></strong><br></div><div>Transversalidade; Indissociabilidade entre atenção e gestão; Protagonismo, corresponsabilidade e autonomia dos sujeitos e coletivos.<br><br></div><div><strong>Propósitos:<br></strong><br></div><div>§ Contagiar trabalhadores, gestores e usuários do SUS com os princípios e as diretrizes da humanização;<br><br></div><div>§ Fortalecer iniciativas de humanização existentes;<br><br></div><div>§ Desenvolver tecnologias relacionais e de compartilhamento das práticas de gestão e de atenção;<br><br></div><div>§ Aprimorar, ofertar e divulgar estratégias e metodologias de apoio a mudanças sustentáveis dos modelos de atenção e de gestão;<br><br></div><div>§ Implementar processos de acompanhamento e avaliação, ressaltando saberes gerados no SUS e experiências coletivas bem-sucedidas.<br><br></div><div><strong>Três macro-objetivos:<br></strong><br></div><div>§ Ampliar as ofertas da Política Nacional de Humanização aos gestores e aos conselhos de saúde,priorizando a atenção básica/fundamental e hospitalar, com ênfase nos hospitais de urgência euniversitários;<br><br></div><div>§ Incentivar a inserção da valorização dos trabalhadores do SUS na agenda dos gestores, dos conselhos de saúde e das organizações da sociedade civil;<br><br></div><div>§ Divulgar a Política Nacional de Humanização e ampliar os processos de formação e produção de conhecimento em articulação com movimentos sociais e instituições.<br><br></div><div><strong>Os resultados que a Política Nacional de Humanização busca são:<br></strong><br></div><div>§ Redução de filas e do tempo de espera, com ampliação do acesso;<br><br></div><div>§ Atendimento acolhedor e resolutivo baseado em critérios de risco;<br><br></div><div>§ Implantação de modelo de atenção com responsabilização e vínculo;<br><br></div><div>§ Garantia dos direitos dos usuários;<br><br></div><div>§ Valorização do trabalho na saúde;<br><br></div><div>§ Gestão participativa nos serviços.<br><br></div><div><strong>Método:<br></strong><br></div><ul><li>O HumanizaSUS, aposta na INCLUSÃO de trabalhadores, usuários e gestores na produção e gestão do cuidado e dos processos de trabalho. A comunicação entre esses três atores do SUS provoca movimentos de perturbação e inquietação que a PNH considera o “motor” de mudanças e que também precisam ser incluídos como recursos para a produção de saúde.</li><li>Humanizar se traduz, então, como inclusão das diferenças nos processos de gestão e de cuidado.&nbsp;</li></ul><div><strong>Diretrizes e dispositivos:<br></strong><br></div><ul><li>Acolhimento<br><br></li><li>Gestão Participativa e cogestão<br><br></li><li>Ambiência<br><br></li><li>Clínica ampliada e compartilhada<br><br></li><li>Valorização do Trabalhador<br><br></li><li>Defesa dos Direitos dos Usuários<br><br></li><li>Formação e intervenção<br><br></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 23:31:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Política Nacional de Promoção da Saúde - 11.02</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2115155014</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Historicamente, a atenção à saúde no Brasil tem investido na formulação, implementação e concretização de políticas de promoção, proteção e recuperação da saúde. Há, pois, um grande esforço na construção de um modelo de atenção à saúde que priorize ações de melhoria da qualidade de vida dos sujeitos e coletivos. O Ministério da Saúde, em setembro de 2005, definiu a Agenda de Compromisso pela Saúde que agrega três eixos: O Pacto em Defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), o Pacto em Defesa da Vida e o Pacto de Gestão.&nbsp;</li><li>Propor uma política transversal, integrada e intersetorial, que faça dialogar as diversas áreas do setor sanitário, os outros setores do Governo, os setores privados e não-governamental e a sociedade, compondo redes de compromisso e corresponsabilidade quanto à qualidade de vida da população em que todos sejam partícipes no cuidado com a saúde.</li><li>No Brasil, pensar outros caminhos para garantir a saúde da população significou pensar a redemocratização do País e a constituição de um sistema de saúde inclusivo.</li><li>Na base do processo de criação do SUS encontram-se: o conceito ampliado de saúde, a necessidade de criar políticas públicas para promovê-la, o imperativo da participação social na construção do sistema e das políticas de saúde e a impossibilidade do setor sanitário responder sozinho à transformação dos determinantes e condicionantes para garantir opções saudáveis para a população. Nesse sentido, o SUS, como política do estado brasileiro pela melhoria da qualidade de vida e pela afirmação do direito à vida e à saúde, dialoga com as reflexões e os movimentos no âmbito da promoção da saúde.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><strong>Objetivo geral&nbsp;<br></strong><br></div><div>Promover a qualidade de vida e reduzir vulnerabilidade e riscos à saúde relacionados aos seus determinantes e condicionantes – modos de viver, condições de trabalho, habitação, ambiente, educação, lazer, cultura, acesso a bens e serviços essenciais.<br><br></div><div><strong>Objetivos específicos</strong>&nbsp;<br><br></div><div>I – Incorporar e implementar ações de promoção da saúde, com ênfase na atenção básica;&nbsp;<br><br></div><div>II – Ampliar a autonomia e a co-responsabilidade de sujeitos e coletividades, inclusive o poder público, no cuidado integral à saúde e minimizar e/ou extinguir as desigualdades de toda e qualquer ordem (étnica, racial, social, regional, de gênero, de orientação/opção sexual, entre outras);&nbsp;<br><br></div><div>III– Promover o entendimento da concepção ampliada de saúde, entre os trabalhadores de saúde, tanto das atividades-meio, como os da atividades-fim;&nbsp;<br><br></div><div>IV – Contribuir para o aumento da resolubilidade do Sistema, garantindo qualidade, eficácia, eficiência e segurança das ações de promoção da saúde;&nbsp;<br><br></div><div>V – Estimular alternativas inovadoras e socialmente inclusivas/contributivas no âmbito das ações de promoção da saúde;&nbsp;<br><br></div><div>VI – Valorizar e otimizar o uso dos espaços públicos de convivência e de produção de saúde para o desenvolvimento das ações de promoção da saúde;&nbsp;<br><br></div><div>VII – Favorecer a preservação do meio ambiente e a promoção de ambientes mais seguros e saudáveis;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Diretrizes</strong>&nbsp;<br><br></div><div>I – Reconhecer na promoção da saúde uma parte fundamental da busca da eqüidade, da melhoria da qualidade de vida e de saúde;&nbsp;<br><br></div><div>II – Estimular as ações intersetoriais, buscando parcerias que propiciem o desenvolvimento integral das ações de promoção da saúde;&nbsp;<br><br></div><div>III – Fortalecer a participação social como fundamental na consecução de resultados de promoção da saúde, em especial a eqüidade e o empoderamento individual e comunitário;&nbsp;<br><br></div><div>IV – Promover mudanças na cultura organizacional, com vistas à adoção de práticas horizontais de gestão e estabelecimento de redes de cooperação intersetoriais;&nbsp;<br><br></div><div>V – Incentivar a pesquisa em promoção da saúde, avaliando eficiência, eficácia, efetividade e segurança das ações prestadas; &nbsp;<br><br></div><div>VI – Divulgar e informar das iniciativas voltadas para a promoção da saúde para profissionais de saúde, gestores e usuários do SUS, considerando metodologias participativas e o saber popular e tradicional.<br><br></div><div><strong>Ações específicas:<br></strong><br></div><ul><li>Divulgação e implementação da Política Nacional de Promoção da Saúde<br><br></li><li>Alimentação saudável<br><br></li><li>Prática corporal/atividade física<br><br></li><li>Prevenção e controle do tabagismo<br><br></li><li>Redução da morbimortalidade em decorrência do uso abusivo de álcool e outras drogas<br><br></li><li>Redução da morbimortalidade por acidentes de trânsito<br><br></li><li>Prevenção da violência e estímulo à cultura de paz<br><br></li><li>Promoção do desenvolvimento sustentável<br><br></li></ul><div>&nbsp;<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 23:35:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Política nacional de atenção integral  a saúde da criança </title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2115156591</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Artigos a serem destacados:</strong><br><br></div><div>Art. 1º Fica instituída a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).</div><div><br></div><div>Art. 2º A PNAISC tem por objetivo promover e proteger a saúde da criança e o aleitamento materno, mediante a atenção e cuidados integrais e integrados da gestação aos 9 (nove) anos de vida, com especial atenção à primeira infância e às populações de maior vulnerabilidade, visando à redução da morbimortalidade e um ambiente facilitador à vida com condições dignas de existência e pleno desenvolvimento.<br><br></div><div>Art. 3º Para fins da PNAISC, considera-se:<br><br></div><div>I - criança: pessoa na faixa etária de 0 (zero) a 9 (nove) anos, ou seja, de 0 (zero) a 120 (cento e vinte) meses; e<br><br></div><div>II - primeira infância: pessoa na faixa etária de 0 (zero) a 5 (cinco) anos, ou seja, de 0 (zero) a 72 (setenta e dois) meses.<br><br></div><div>Paragrafo único. Para fins de atendimento em serviços de pediatria no SUS, a PNAISC contemplará crianças e adolescentes até a idade de 15 (quinze) anos, ou seja, 192 (cento e noventa e dois) meses, sendo este limite etário passível de alteração de acordo com as normas e rotinas do estabelecimento de saúde responsável pelo atendimento.<br><br></div><div>Art. 6º A PNAISC se estrutura em 7 (sete) eixos estratégicos, com a finalidade de orientar e qualificar as ações e serviços de saúde da criança no território nacional, considerando os determinantes sociais e condicionantes para garantir o direito à vida e à saúde, visando à efetivação de medidas que permitam o nascimento e o pleno desenvolvimento na infância, de forma saudável e harmoniosa, bem como a redução das vulnerabilidades e riscos para o adoecimento e outros agravos, a prevenção das doenças crônicas na vida adulta e da morte prematura de crianças, a seguir relacionados:<br><br></div><div>I - atenção humanizada e qualificada à gestação, ao parto, ao nascimento e ao recém-nascido: consiste na melhoria do acesso, cobertura, qualidade e humanização da atenção obstétrica e neonatal, integrando as ações do pré-natal e acompanhamento da criança na atenção básica com aquelas desenvolvidas nas maternidades, conformando-se uma rede articulada de atenção;<br><br></div><div>II - aleitamento materno e alimentação complementar saudável:<br><br></div><div>estratégia ancorada na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, iniciando na gestação, considerando-se as vantagens da amamentação para a criança, a mãe, a família e a sociedade, bem como a importância de estabelecimento de hábitos alimentares saudáveis;<br><br></div><div>III - promoção e acompanhamento do crescimento e do desenvolvimento integral: consiste na vigilância e estímulo do pleno crescimento e desenvolvimento da criança, em especial do "Desenvolvimento na Primeira Infância (DPI)", pela atenção básica à saúde, conforme as orientações da "Caderneta de Saúde da Criança", incluindo ações de apoio às famílias para o fortalecimento de vínculos familiares;<br><br></div><div>IV - atenção integral a crianças com agravos prevalentes na infância e com doenças crônicas: consiste em estratégia para o diagnóstico precoce e a qualificação do manejo de doenças prevalentes na infância e ações de prevenção de doenças crônicas e de cuidado dos casos diagnosticados, com o fomento da atenção e internação domiciliar sempre que possível;<br><br></div><div>V - atenção integral à criança em situação de violências, prevenção de acidentes e promoção da cultura de paz: consiste em articular um conjunto de ações e estratégias da rede de saúde para a prevenção de violências, acidentes e promoção da cultura de paz, além de organizar metodologias de apoio aos serviços especializados e processos formativos para a qualificação da atenção à criança em situação de violência de natureza sexual, física e psicológica, negligência e/ou abandono, visando à implementação de linhas de cuidado na Rede de Atenção à Saúde e na rede de proteção social no território;<br><br></div><div>VI - atenção à saúde de crianças com deficiência ou em situações específicas e de vulnerabilidade: consiste na articulação de um conjunto de estratégias intrassetoriais e intersetoriais, para inclusão dessas crianças nas redes temáticas de atenção à saúde, mediante a identificação de situação de vulnerabilidade e risco de agravos e adoecimento, reconhecendo as especificidades deste público para uma atenção resolutiva; e<br><br></div><div>VII - vigilância e prevenção do óbito infantil, fetal e materno:</div><div>consiste na contribuição para o monitoramento e investigação da mortalidade infantil e fetal e possibilita a avaliação das medidas necessárias para a prevenção de óbitos evitáveis.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 23:41:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conselhos de direito, LBI e politica de educação especial - 18.02</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2115157215</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015.<br></strong><br></div><ul><li>Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).<br><br></li></ul><div><strong>DECRETO Nº 10.502, DE 30 DE SETEMBRO DE 2020<br></strong><br></div><ul><li>Institui a Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida.<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 23:43:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Classe Hospitalar: a escola ajuda a humanizar o tratamento!</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2115159305</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-26 23:50:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Planejamento e Prática- 11.03</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127528647</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensando no AEE, sabemos que:</div><ul><li>Os documentos legais, dentre eles, a Resolução nº 4 de 2009 e o decreto nº 7.611 de 2011 sustentam a prática de Atendimento Educacional Especializado (AEE).&nbsp;</li><li>Para esse Atendimento é desenvolvida a organização de um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI). Organizado considerando um processo avaliativo sobre aspectos gerais do aluno, ou seja, são consideradas as limitações, competências, dificuldades e habilidades que cada aluno apresenta para que assim, seja prevista a organização curricular.</li><li>São avaliativo aspectos sobre a saúde, as necessidades educacionais e os recursos pedagógicos necessários para a efetivação da acessibilidade curricular são destacados.</li><li>&nbsp;A partir da avaliação dos aspectos gerais, ou seja, as limitações, competências, dificuldades e habilidades que cada aluno apresenta, é prevista a organização de um planejamento pedagógico que será desenvolvido na Sala de Recursos Multifuncionais.&nbsp;</li><li>&nbsp;São três eixos que compõem o Plano Pedagógico voltado aos estudantes com deficiência. Temos assim, a organização de práticas fundamentais às necessidades educacionais especiais do aluno, organização do Atendimento Educacional Especializado e Sala de Recursos Multifuncional.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 21:25:14 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde Mental - 18.03</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127564436</link>
         <description><![CDATA[<div>Inaugurado em 20 de maio de 1952, o Museu de Imagens do Inconsciente é uma criação da psiquiatra Nise da Silveira (1906 - 1999), fruto de seu trabalho no Centro Psiquiátrico Pedro II (atual Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira), no bairro do Engenho de Dentro, Rio de Janeiro, no qual passa a trabalhar em 1944. Um "centro vivo de estudo e pesquisa", na definição da médica, que reúne acervo das pinturas, desenhos e esculturas dos freqüentadores do Setor de Terapia Ocupacional e Reabilitação - STOR, por ela dirigido entre 1946 e 1974. Recusando os tratamentos psiquiátricos tradicionais, Nise da Silveira lança mão das teorias da antipsiquiatria, da psicologia de Carl Gustav Jung (1875-1961) e dos desenvolvimentos na área específica da teoria ocupacional para a recuperação dos doentes mentais. Enfatizando a importância do contato afetivo e da expressão criativa no processo de cura, ela abre uma série de ateliês no interior do STOR - encadernação, música, modelagem, pintura, teatro etc. -, orientando os monitores a não interferirem na produção dos pacientes. Em 9 de setembro de 1946, precisamente, começa a funcionar o ateliê de pintura - embrião do museu - supervisionado pela própria médica e pelo pintor Almir Mavignier (1925). O Museu de Imagens do Inconsciente continua existindo até hoje graças à "Sociedade dos Amigos do Museu do Inconsciente", à sua fama internacional e ao sucesso artístico de muitas obras e artistas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 22:28:50 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre o autismo - 25.03</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127583968</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;“Até agora, os sistemas de ensino têm lidado com a questão por meio de medidas facilitadoras, como cuidadores e professoras de reforço que não resolvem, muito menos atendem o desafio da inclusão. Pois qualificar uma escola para receber todas as crianças implica medidas de outra natureza, que visam reestruturar o ensino e suas práticas usuais e excludentes. Na inclusão, não é a criança que se adapta à escola, mas a escola que para recebê-la deve se transformar”&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 23:03:38 UTC</pubDate>
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         <title>EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO - PRIMEIRO ENCONTRO</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127584485</link>
         <description><![CDATA[<div>18 DE FEVEREIRO<br>A nossa primeira visita ao Hospital de Clinicas de Porto Alegre ocorreu no dia 18 de fevereiro de 2022, às 10h30, na sala C6144 do bloco C. Foi muito bom poder rever as colegas do e conhecer as professoras pessoalmente, tivemos ótimas trocas antes da reunião. Neste primeiro encontro, tivemos algumas orientações relacionadas as normas do hospital, orientações relacionadas a ética e as as condutas&nbsp; que se devem assumir nesse local, principalmente neste período pandêmico que estamos vivendo. Além disso, fomos apresentadas as responsáveis da área dos serviços de educação física e terapia ocupacional que nos explicaram o surgimento do setor no HCPA e quais os serviços prestados por ele e como ocorre o enquadramento da pedagogia ao setor.&nbsp; Também tivemos a oportunidade de tirar algumas dúvidas, expressar sentimentos e expectativas em relação ao início do estágio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 23:04:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO - 08 DE MARÇO</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127604709</link>
         <description><![CDATA[<div>08 DE MARÇO<br>No meu primeiro dia de estágio, encontrei a supervisora Giseli no 4º norte, ala da internação psiquiátrica, e fui convidada a participar do Round - momento em que as equipes que acompanham os pacientes compartilham informações sobre o dia anterior deles e trazem informações sobre novas internações e altas previstas para o dia/semana. No<br>Round, pude conhecer alguns integrantes de algumas equipes (principalmente, da equipe de enfermagem). Em seguida, tive uma reunião (acolhida) com a supervisora para saber do funcionamento, troca de expectativas e relatar o meu interesse ao optar pelo estágio na internação psiquiátrica adulta. Fui orientada a acompanhar os estagiários da educação física na academia. Nesse momento, pude acompanhá-los durante a chamada para a academia e me apresentar a alguns dos 31 pacientes. Na sala de recreação, me juntei a alguns pacientes, que estavam colorindo desenhos, e me apresentei. Pude conhecer um pouco a Márcia, a Luana, o Patrick, o Everaldo e o Gabriel. Alguns me contaram um pouco da sua história - fazendo menção as profissões, aos cônjuges e a suas histórias de vida - e outros limitaram-se a contar sobre seu&nbsp; dia e como estavam. Em seguida, tive a oportunidade de participar da assembléia, uma espécies de "reunião de condomínio". Ao chegar estava muito ansiosa e insegura com essa nova experiência, com o passar do tempo pude abstrair e transformar esse senrimento em expectativa para os próximos encontros!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 23:32:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO - 10 DE MARÇO</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127605274</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 10 de março, participei novamente do Round das equipes e acompanhei o horário da academia, convidando os pacientes a irem até ela no pra praticar atividades físicas. Na recreação, me juntei a algumas pacientes para conhecer-las e auxiliá-las na prática do auto-cuidado ao pintar as unhas.&nbsp; Neste dia, havia 30 pacientes internados, e pude conhecer a Laureci, a Ana Paula, a Denise e a Carol - que me contou que era o seu último dia, pois teria alta. As duas primeiras demosntraram ser mais fechadas,&nbsp; fazendo mais comentários apenas sobre as cores de esmaltes e as suas preferências. Já a Denise e a Carol me contaram sobre a amizade que construíram ali e também aproveitaram pra mostrar as pulseiras da amizade que confeccionaram no dia anterior. A Denise demostrou estar melancólica com a partida da sua melhor amiga, apesar de a Carol ter manifestado interesse em encontrá-la fora do HCPA. Além dessas pacientes, pude conhecer a Dona Eliana que estava restrita e tinha passado para o atendimento terapeutico, sendo acompanhada por seu enfermeiro na recreação; ela permaneceu por pouco tempo, pois ainda estava em processo de se organizar e apresentou alguns episódios de grito. Auxiliamos e acompanhamos ela no retorno ao seu quarto; assim, pude conversar um pouco com ela e ao falar sobre as pinturas das paredes do hospital&nbsp; percebi que ela gostava bastante da Marília mendonça, pois sitou que as pinturas de parreira eram da casa da Marília.<br>Essas situaçõe vividas me comoveram&nbsp; por ter&nbsp; percebido todo o carinho envolvido e que é necessário para o atendimento dos pacientes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 23:32:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO - 12 DE MARÇO </title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127605684</link>
         <description><![CDATA[<div>No sábado, pude acompanhar a rotina dos pacientes e percebi que o Round acontece um pouco mais tarde do que o normal da semana (30 minutos). Convidei e acompanhei os pacientes na academia, porém eles estavam sonolentos e poucos aceitaram o convite. Na recreação, não tivemos muitos pacientes presentes na sala, convidamos as pacientes que estavam ali para confeccionar saches (almofadinhas) perfumados, visto que elas adoram passar perfume e se sentir cheirosas. Elas gostaram da ideia e de confeccionar, principalmente de escolher a essência que colocariam na almofadinha. Depois de confeccionar, todas levaram&nbsp; para pôr em seus armários. A dona Eliana, esteve presente e aparentou estar bem melhor, conversou bastante durante a recreação e apesar de não ter confeccionado a almofadinha, quis passar perfume e levou uma para pôr em seu armário! Fiquei feliz em vê-la bem!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 23:33:25 UTC</pubDate>
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         <title>EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO - 15 DE MARÇO </title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127605886</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 15 de março, tivemos a entrada de novos pacientes. Após o Round, levamos os pacientes para conhecer a unidade e academia, aproveitando para me apresentar a eles. Após o horário daacademia, levamos os pacientes para a recreação e aproveitamos para apresentar o espaço aos novos. Ao chegar na recreação, uma das pacientes se interessou pelas cartas e, ao perceber isso, convidei-a para jogar. Jogamos diversos jogos com o baralho, a paciente até me ensinou a jogar pontinho. Em seguida, houve a assembléia onde são faladas e&nbsp; trazidas as regras de convivência para conversa, além disso há a escolha de voluntários pra auxiliar ao longo da semana (na recepção dos novos pacientes, na organização do refeitório do SUS e na devolução dos materiais da recreação usados no final de semana). Repassaram, ainda, os protocos necessários para este momento de pandemia e também houve um espaço para que os pacientes pudessem trazer algumas situações ocorridas - sem&nbsp; citar o nome dos pacientes envolvidos- para que conversassem sobre as atitudes e as melhores formas de resolver as situações. Foi uma conversa muito interessante, pois foi possível observar, conversar e auxiliar a mediação dos conflitos! Ainda, ao final da assembléia, realizamos (eu e mais um estagiário) junto a supervisora um seminário sobre o ECT (eletroconvulsoterapia) para que pudessemos nos informar antes de acompanhar o procedimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 23:33:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO - 17 DE MARÇO </title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127606072</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 17, após o round e a academia, sugeri que as pacientes que estavam na mesa fizessem um trabalho utilizando a pintura e poderia ser realizada da forma que mais chamasse atenção delas. Poderiam pintar com tinta, aquarela ou até mesmo lápis. A intenção foi pensar que há sempre mais de uma possibilidade para realizar as atividades, fazendo com que a experiência fosse prazerosa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 23:34:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO - 23 DE MARÇO </title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127606257</link>
         <description><![CDATA[<div>Acompanhamento do procedimento de eletroconvulsoterapia! <br><br>Ao chegar a sala, fui recepcionada pelos dois residentes que estavam presentes, Thiago e Henrique. Ambos foram muito solicitos e me explicaram sobre o procedimento para tirar eventuais duvidas que pudessem surgir. O médico anestesista nem chegou a conversar conosco e o médico responsável pelos residêntes levou algum tempo para notar a minha presença. Pude acompanhar o procedimento em vários pacientes da internação, houve também a aplicação do procedimento aos pacientes do convênio, que têm a opção de fazer sem que haja a internação sendo um procedimento ambulatorial. É interessante perceber que, apesar de ser um procedimento um pouco agressivo - mais vizualmente, por ter me remetido aquela antiga ideia manicomial de "choque na cabeça" - alguns pacientes só melhoram através dele (combinado com o uso das medicações) e os pacientes do SUS só o fazem quando chegam ao ponto de estarem &nbsp; internados (já que é um procedimento pago pelos convênios para os pacientes do SUS). <br><br>Aprendi muito sobre o procedimento, os riscos e os benêficios! Citarei alguns deles a fim de ter como registro no futuro.<br><br><strong>ECT (</strong>eletroconvulsoterapia)&nbsp;</div><ul><li>É uma estimulação nervosa causa uma convulsão unilateral ou bilateral. Funciona como um "reset" para reconectar os neurônios.</li><li>É feito em jejum e com anestesia geral.</li><li>5 a 12 sessões, a partir da 5° sessão que se percebe a melhora.</li></ul><div><br>RISCOS (varia)</div><ul><li>&nbsp;Esquecimento (perda de memória recente, podendo ser aguda e podendo voltar em até 6 meses).</li><li>Cefaléia</li><li>Sonolência&nbsp;</li><li>Cansaço e letargia</li><li>Delirium tremis (condição psiquiátrica transitória; 15 dias, quando ocorre há a perda de neurônios).</li></ul><div>INDICAÇÕES</div><ul><li>Quadros refratários - pacientes que não tiver sucesso com medicação.</li><li>Depressão profunda<br>Estados psicóticos - esquizofrenia; bipolaridade com psicose (eixo 1).</li></ul><div><br>Foi muito interessante acompanhar o procedimento e os aprendizados!&nbsp; Pude desconstruir a ideia retrógrada que eu tinha sobre o procedimento e perceber os benefícios que ele traz para os pacientes.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 23:34:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO - 24 DE MARÇO </title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127606505</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 24, após o round do dia e a academia, alguns pacientes se dirigiram a sala de recreação e deixaram-se levar pela ideia de recorte e colagem. Alguns produziram as colagens no papel, outros em lâminas de isopor ou até em cadernos próprios que tinham trazido para a sala de recreação. Uma das pacientes produziu cartões para enfeitar o quarto e oÉrefeitório. É interessante observar que são poucas as interações entre os pacientes,a troca maior ocorre com a equipe. Pude conversar com uma das pacientes, a Luana, que quis compartilhar algumas situações que estavam incomodando-a. Foram situações relacionadas as colegas de quarto, a paciente relatou que estava se sentindo perseguida com as atitudes delas. Nesse dia, houveram manejos e algumas das pacientes envolvidas foram restringidas. Pude conversar bastante com a paciente e acalentala, pensando que a situação melhoraria e&nbsp; que se houvesse alguma situação ela poderia trazer para a equipe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 23:34:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO - 29 DE MARÇO </title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127606983</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 29, participamos do round e no horário da academia, eu e o outro estagiário, participamos do seminário sobre bipolaridade. Que ficará registrado aqui para eventual consulta.<br><br><strong>BIPOLARIDADE</strong> (<strong>THB</strong> ou <strong>TAB</strong>)</div><ul><li>EIXO 1 - Precisa de medicação (psicoses, esquizofrenia, TOC e depressão)</li><li>Eixo 2 - Precisa de psicoterapia (transtorno de personalidade)</li></ul><div>------------------------------------------<br>Polos da bipolaridade:&nbsp;<br><br></div><div><strong>Mania</strong> - pode observar a redução da necessidade de sono, gastos excessivos, transtornos sexuais.<br><br><strong>HIPOMANIA<br><br>Depressivo</strong> - nega episódios e há a redução de sono, porém nega.<br><br>(Antigamente a nomenclatura era maníaco-depressivo)<br>------------------------------------------<br>Depressão:&nbsp;</div><ul><li>Unipolar - transtorno depressivo maior: apresenta apenas o humor deprimido, o que é chamado de polo negativo do humor.&nbsp;</li><li>Bipolar: Já o transtorno bipolar apresenta descompensações nos dois polos: negativo e positivo (humor eufórico).</li></ul><div>------------------------------------------<br>Importância da medicação:&nbsp;</div><ul><li>No surto, há perda neurocognitiva (queima de neurônios) que pode gerar alzheimer/esquizofrenia.</li><li>Crianças hiperatividade tem 30% de chances de se tornar bipolar.</li><li>Medicação- estabilizador de humor:</li><li><pre>Ácido valpróico</pre></li><li><pre>Carbonato de lítio (ouro)- é necessário o controle de absorção para que não haja intoxicação.</pre></li></ul><div>------------------------------------------</div><div>Em seguida, recebemos os pacientes na sala de recreação, poucos compareceram, eles manifestaram o desejo de continuar o quebra cabeça de 1000 peças que tinha sido iniciado no dia anterior. Me juntei a eles durante o processo de montagem e tivemos a oportunidade de ter ótimas trocas! Em seguida, houve a assembléia que foi mais rápida do que de costume, por ter poucos participantes no dia, e com menos trocas também.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 23:35:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO - 31 DE MARÇO </title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2127607365</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 31, após o Round e a academia, alguns pacientes foram até a recreação e se juntaram a mim no exercício de fazer origamis. Pude perceber que um dos pacientes, que não tinha o costume de frequentar a recreação,&nbsp; gostava muito de fazer origamis e tivemos a oportunidade de conversar bastante sobre a origem e a história do origami. Foi muito interessante fazer essa atividade com eles!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 23:35:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO - 5 abril </title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2130919344</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste dia, o âmbito hospitalar estava&nbsp; inquieto, pois havia chegado muitos pacientes novos no quarto, que antes estava bloqueado por problemas estruturais e que foi liberado. Então houveram simultaneamente 6 baixas, o que conturbou o ambiente e desorganizou alguns pacientes. Muitos desses novos pacientes, mas já conhecidos, denotaram risco de RM (Risco Moral) e RA (Risco Agressão). Inclusive, pude presenciar sinais desses riscos em alguns momentos no horário da academia, onde um dos pacientes novos se aborreceu e não aceitou manejos fazendo com que as equipes o restringissem ao quarto. Nesse momento, pude perceber a importância de se trabalhar em equipe e que dentro do ambiente hospitalar é fundamental ter uma equipe de apoio, principalmente na internação psiquiátrica.<br>Neste dia, pude perceber que havia um paciente muito inquieto na  sala da recreação e me aproximei dele ao realizar a mesma atividade que ele. Lixamos e passamos base na unha, iniciamos a conversa falando sobre a aderência da base e ele me disse que quanto mais eu lixasse maior seria a aderência; em seguida, ele me contou que sabia disso porque era engenheiro metalúrgico e apoiado nisso ele me contou alguma das suas angústias e conseguimos conversar sobre. Logo em seguida, demos início ao seminário com os pacientes que estavam presentes na sala.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 15:31:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO - 7 de abril</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2136341734</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste dia, na sala de recreação, tive a oportunidade de realizar uma leitura partilhada com um paciente que raramente frequentava a sala de recreação. Normalmente, esse paciente só ficava no leito, por conta da depressão, e nesse dia foi convocado, pela minha supervisora, a ir até a sala de recreação. Separei um livro de contos, que gosto muito por falar da vida de forma simples e leve,  para ele - da Martha Medeiros, Doidas e santas - me sentei ao lado e me convidei para realizar a leitura com ele. No início percebi certa resistência, mas em seguida o paciente se soltou um pouco e foi possível realizarmos algumas trocas (em uma delas, ele até riu). Penso que a leitura partilhada é aquela em que os sujeitos compartilham a leitura dos textos e suas impressões. Ela não é proporcionada somente pela leitura em voz alta, ela pressupõe o compartilhamento das impressões, críticas e conexões entre o texto e a vida. A experiência da leitura oral difere da&nbsp; silenciosa justamente por envolver a relação com o outro e não apenas a absorção do conteúdo do livro, ampliando os aspectos emocionais envolvidos.&nbsp;<br>O que eu mais gosto nessa troca é poder conhecer o ponto de vista de outras pessoas sobre o que eu li, perceber quantas nuances pode haver. Penso que o livro é vivo e se constrói não só quando o autor o escreve, mas muito a partir de seus leitores e leitoras.&nbsp; Nas interações e trocas aprendemos muito. Por isso, estar aberto a ouvir outras opiniões tem apenas a acrescentar nessa experiência literária e nessa prática como forma de aproximação e integração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-08 13:33:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO - 14 abril </title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2155419660</link>
         <description><![CDATA[<div>Para esse dia, pensamos em convidar os pacientes na recreação para trabalhar com argila, visto que a argila é neutra, maleável, plástica e antiga. Vejo ela como o material primitivo da criação. Através das experiências com o tato, a argila pode ativar um largo espectro das funções cerebrais; percepção de si mesmo através do toque, percepção de si mesmo no espaço, emoção, sentimento, percepção, cognição e entendimento simbólico. Nos conecta a arquétipos, a nossa história pessoal e ao nosso aprendizado social. Nos conecta a memórias do corpo também. O contato com a argila produz sinestesia, a experiência de sentido primário – neste caso, o toque – como fonte de todos os sentidos: cheiro, toque, audição, visão e degustação.</div><div>Através do toque na argila, tocamos em nós mesmos. A argila reflete. Ela dá retorno efetivo para todos os impulsos do contato. E este retorno é absolutamente neutro. A argila não comenta, não julga, não ri, nem menospreza ou ridiculariza. Ela está simplesmente ali. Então toda percepção que acontece através do toque na argila é apenas a própria percepção. Ela convida a um processo através do qual podemos achar, entender e reconhecer a si mesmo. Não somente podemos moldar algo com ela como ela também pode nos ajudar a moldar  a si mesmo. Ela pode nos conectar com o nosso eu profundo e imutável.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-24 17:37:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO -  12 de abril</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2155419895</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste dia, pude conhecer e recepcionar alguns pacientes que tinham dado entrada no hospital recentemente. Na sala de recreação, conforme esses pacientes iam chegando, fomos convidando-os para jogar stop com os demais visando promover a interação. Em seguida, tivemos a assembleia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-24 17:37:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO - 19 de abril</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2155425206</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 19 de abril, logo que chegamos a sala de recreação, um paciente buscava uma dupla pra jogar sinuca e me ofereci para jogar com ele. Deu para jogar três partidas e trocar muitas ideias antes do início da assembleia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-24 17:46:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO - 22 de abril</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2155425292</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideia para esse dia era "Transformar as emoções em arte". Onde criaríamos&nbsp; um gráfico de pizza com 8 seções e o paciente poderia escolher 8 emoções para cada seção; em seguida, eles deveriam colorir e preencher cada uma com uma cor ou imagem correspondente ao que à ideia daquela&nbsp; emoção signifique para ele. Podendo no final conversar com cada paciente para saber o que o levou a escolher a cor ou explicar o que a imagem significa, e se for seguro e confortável para eles, falar&nbsp;onde em sua vida ele está experimentando essa emoção/sentimento. Entretanto, nesse dia recebemos poucos pacientes na sala de recreação, os que foram acabaram querendo jogar sinuca, videogame e caça palavras. Aproveitei para conversar e conhecer um pouco mais eles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-24 17:46:21 UTC</pubDate>
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         <title>EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO - 10 de maio</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2155427860</link>
         <description><![CDATA[<div>A atividade "roda das emoções" foi proposta&nbsp; para outros pacientes que se interessaram na realização da atividade. Foi possível conversar sobre sentimentos e o que as diversas cores utilizadas representavam para eles. Foi muito interessante!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-24 17:50:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mandala de deus - 12 de maio</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2155560365</link>
         <description><![CDATA[<div>Ainda pensando nas cores e emoções, foi proposto a confecção da mandala de deus. Foi comentado sobre a história e  o significado das cores. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-24 21:55:12 UTC</pubDate>
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         <title>origami borboleta - 5 de maio</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2155560946</link>
         <description><![CDATA[<div>Convidei alguns dos pacientes que estavam ali para fazer um origami de borboleta. Contei a eles que essa dobradura tinha como significado a mudança, a transformação.  Perguntei a quais transformações eles  aspiravam em suas vidas. Foi um momento muito legal de trocas! Penduramos na sala junto a frases e mudanças que eles almejavam. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-24 21:56:24 UTC</pubDate>
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         <title>Estágio de docência - Educação especial, Processos e Práticas</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2165976444</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>“O que cura é a alegria, o que cura é a falta de preconceito.” Nise da Silveira<br><br></strong>Inicio com essa frase Nise&nbsp; da Silveira para pensarmos sobre o estigma da saúde mental. Visto que&nbsp; ao traçarmos a história da loucura, constatamos que, em grande parte, é uma história de exclusão como forma de controle sobre cada um destes que passaram a não se encaixar em padrões estéticos, filosóficos, comportamentais e de compreensão sobre uma realidade imposta a todos por meio do uso ideológico da ciência ou por meio da moral religiosa. <br>As modificações na assistência aos pacientes psiquiátricos têm ocorrido desde o fim da 2ª Guerra Mundial, com a chamada reforma psiquiátrica, perdurando até os dias de hoje, no qual estratégias terapêuticas&nbsp; estão sendo constantemente aprimoradas com o objetivo de uma melhora de qualidade de vida do paciente.<br>Um nome marcante nessa luta antimanicomial é Nise da Silveira, uma grande personalidade da psiquiatria brasileira, também considerada uma das pioneiras da psicologia no Brasil. É reconhecida como uma das precursoras do movimento da antipsiquiatria por sua postura diferenciada frente aos seus pacientes, tendo como propósito central encerrar as atividades abusivas e de controle dos manicômios promovendo meios humanitários de cuidado para com os sujeitos e o respeito à sua autonomia. Ela revolucionou ao usar a arte como terapia ocupacional no Hospital Psiquiátrico Pedro II, no Rio de Janeiro, na segunda metade da década de 40. Com base na arte e na psicologia fundou o Museu das Imagens do Inconsciente, onde as obras de arte criadas por pacientes eram expostas, encontrando&nbsp; na arte um canal de comunicação com os pacientes. Seu trabalho terapêutico se tornou base para ações dentro da atenção humanizada aos usuários do sistema de saúde mental, enfatizando que o cuidado não está no controle da doença, mas sim nos afetos que vão se produzindo nos sujeitos e em como eles e elas usam de sua autonomia para se libertar do sofrimento que lhes acorrenta.<br><br>Percebo que essa conduta, e forma de enxergar os pacientes já muito estigmatizados dentro da sociedade, pautou a&nbsp; minha atuação e vivência durante o estágio. Vejo a arte como uma forma de expressão, mas também como um meio de conexão entre: o eu, o outro, as subjetividades, os materiais, os artistas. Trata-se de atuar pautando a educação como relação, uma pedagogia diferenciada que respeita e valoriza cada ser em sua inteireza e potência, com suas diferenças e singularidades. É aplicar uma educação da vida, para a vida e com a vida. Educação que permite a criação, que cria, media e provoca pensamento criador e criativo. E que, por ser criadora, produz espaços de cuidado em Educação e Saúde.<br><br>A atuação do pedagogo dentro dos espaços de saúde representa o<em> </em><strong><em>Conhecer.&nbsp; o Conversar. a Escuta. o Apoiar. o Organizar .&nbsp; o Acompanhar . Oficinas de arte-educação . Planejamentos . a Mediação .&nbsp; as Relações . os Espaços . os Vínculos e afetos .&nbsp; o Jogar . a Escrita . as Palavras, Sílabas, Letras, Números . a Músicas . a Poesia . as Leituras . Histórias .&nbsp; o Refletir .&nbsp; o Discutir . o Perguntar . o Promover saúde. </em></strong><strong>&nbsp;</strong>De forma a:&nbsp;<br><br></div><blockquote>C<em>ontribuir com o desenvolvimento intelectual e com o crescimento dos indivíduos que ali estão inseridos no tocante à realidade de vida de cada um, fazendo com que os mesmos possam desenvolver melhor domínio de si, de suas habilidades, de sua autonomia e de suas emoções, como também lhes despertando o interesse em aprender, buscar novos conhecimentos e resgatar os que ficaram esquecidos, garantindo assim uma aprendizagem significativa, dinâmica e prazerosa, aliando saberes e vontades (VALE, 2017, p.33)</em></blockquote><div><br></div><div>Assim, percebe-se a importância do pedagogo dentro das equipes multiprofissionais que têm o papel de abordar as diversas peculiares do indivíduo, visando acolher e&nbsp; trata-lo conforme sua demanda. Durante o meu estágio, percebi a importância&nbsp; dessa equipe e da rede de apoio, ambas fazem toda a diferença no fortalecimento da saúde mental e nas vivências diárias do pacientes e dos profissionais que atuam nesse espaço de saúde.</div><div><strong><br></strong>Tendo isso em vista e<strong> </strong>de<strong> </strong>acordo com a Constituição Brasileira:&nbsp;<br><br></div><blockquote>“saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.</blockquote><div><br></div><div>Ou seja, todos têm direito a receber do Estado cuidado para a saúde de forma integral. Sendo assim, ter acesso a essa equipe multidisciplinar durante o tratamento é direito de todos.<br><br>Penso que essa experiência foi fundamental para a minha trajetória, pois o que nos atravessa nos transforma, mas também é transformado.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-01 20:02:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Experiência de estágio - 3 de maio</title>
         <author>joanawgeller</author>
         <link>https://padlet.com/joanawgeller/Bookmarks/wish/2184740112</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste dia tivemos assembléia, na qual muitos pacientes participaram. Conheci muitos dos novos pacientes que tinham dado entrada na última semana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 20:20:44 UTC</pubDate>
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