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      <title>história, educação, arte, cultura e relações étnico-raciais by Henrique Rocha Bedetti</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-06 19:44:04 UTC</pubDate>
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         <title>Nerer 2025</title>
         <author>henriquebedetti</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Olá! Professor Henrique aqui!</strong> </p><p>Sou professor de História e represento nossa escola no NERER - SMED/PBH. Neste mural vou compartilhar os principais aspectos e trocas de ideias dos encontros do NERER que acontecem no MAO - Museu de Artes de Ofícios, localizado em Belo Horizonte/MG. O espaço é pequeno e os conteúdos são objetivos; um convite a todas as pessoas que, de alguma forma, interessam-se pela educação para as relações étnico-raciais. Por isso, muitos “QR-Codes” vão aparecer por aqui e, acessando-os você poderá se inteirar mais sobre os assuntos. Se quiser trocar ideias sobre o NERER, pode acessar os conteúdos completos no meu <strong><em>padlet</em></strong> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://padlet.com/henriquebedettime">padlet.com/henriquebedetti</a>) via qr-code ou me chamar aqui <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="mailto:henrique.bedetti@edu.pbh.gov.br">henrique.bedetti@edu.pbh.gov.br</a> .</p><p><br></p><p><strong>Mas, “péra aí”! Afinal, o que é o NERER?</strong></p><p><br></p><p>É a sigla para “Núcleo de Estudos das Relações Étnico-Raciais”. O primeiro encontro deste ano aconteceu em março e marca os 20 anos de existências dos núcleos, dividido pelas regionais e que respondem à GERER: Gerência das Relações Étnico-Raciais da SMED-PBH. Trata-se de uma experiência formativa que reafirma o compromisso da Rede Municipal de Educação com a construção de uma educação antirracista, comprometida com a promoção da igualdade racial e com a consolidação das Leis Federais nº 10.639/03 e nº 11.645/08 e suas respectivas normativas. </p><p>Trata-se de um espaço de diálogo, pesquisa, resistência e ação. Cada integrante representa o Núcleo em suas escolas, creches e comunidades, ampliando o debate e fortalecendo práticas pedagógicas que combatem o racismo e valorizam as identidades afro-brasileiras e indígenas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 20:23:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>henriquebedetti</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>ACESSO, PERMANÊNCIA E A</strong></p><p><strong>MELHORIA DA APRENDIZAGEM</strong></p><p><strong>COM EQUIDADE ÉTNICO-RACIAL</strong></p><p><br></p><p>Este é o foco do NERER para 2025. Nossa meta é contribuir com os diálogos e construção de estratégias na Rede. É de suma importância garantir que todos/as os/as estudantes tenham assegurado o direito a uma educação justa, inclusiva, representativa que contribua para trajetórias escolares exitosas.</p><p><br></p><p>Aqui você encontra o documento de apresentação na íntegra, bem como a descrição e propostas do núcleo e o planejamento para 2025, que segue em construção. </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://goo.su/Dxxoe">https://goo.su/Dxxoe</a></p><p><br></p><p>Contamos com a sua participação! </p><p><br></p><p>Acesse aqui o drive exclusivo do NERER LESTE!</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://goo.su/znn5F">https://goo.su/znn5F</a></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 20:57:51 UTC</pubDate>
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         <title>MARÇO DE MEMÓRIAS 
E LUTAS!</title>
         <author>henriquebedetti</author>
         <link>https://padlet.com/henriquebedetti/33emuhmje8cebppy/wish/3438714839</link>
         <description><![CDATA[<p>O mês de março é marcado por datas muito importantes. O NERER destaca, igualmente, o dia 21, “Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial”. Essa data foi escolhida pela ONU em memória de um triste episódio que aconteceu na África do Sul, em 1960, quando dezenas de pessoas foram mortas ao protestar contra leis racistas. Esse dia nos lembra da importância de combater qualquer tipo de preconceito e de promover a igualdade entre todas as pessoas, independente da cor da pele.</p><p><br></p><p>Com o intuito de reforçar essa luta e comemorar os 20 anos do NERER, a GERER/ SMED-PBH promoveu, em 21 de março deste ano, o webinário “Melhoria da Aprendizagem com Equidade Étnico-racial”. O evento contou com a participação da Profa. Me. Benilda Brito, ativista de relevância nacional e internacional para as lutas do movimento negro.</p><p>A gravação do webinário está disponível no YouTube da “Assessoria de Comunicação - SMED” e você pode acessá-lo na aba “Ao Vivo” clicando na imagem título.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 22:35:13 UTC</pubDate>
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         <title>ABRIL E “O TAL DESCOBRIMENTO?”</title>
         <author>henriquebedetti</author>
         <link>https://padlet.com/henriquebedetti/33emuhmje8cebppy/wish/3438718870</link>
         <description><![CDATA[<p>O dia 22 de abril é um dos mais marcantes do calendário brasileiro. Passamos a maior parte da nossa vida estudantil ouvindo e repetindo que em 22 de abril de 1500, Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil”.</p><p>No entanto esse discurso mudou, foi atualizado e precisa ser destacado nas abordagens em sala de aula. Após longas pesquisas, leituras de documentações, estudos atentos dos contextos sócio-culturais de toda nossa trajetória, produção de conhecimento histórico (desde os anos 1970), bem como o ajuste do olhar e escuta sensível aos povos originários pindorâmicos e africanos em diáspora, falar em “descobrimento” não é coerente ao que de fato aconteceu. Uma invasão agressiva que apagou culturas, dizimou centenas de etnias. Promoveu sim, trocas culturais, porém deixou cicatrizes que ainda hoje impactam as vidas dos povos indígenas e afro-brasileiros. Relegando milhares de pessoas aos efeitos danosos do racismo estrutural e ao epistemicídio.</p><p><br/></p><p>Não se descobre algo ou lugar que já possui seus verdadeiros donos. Falar em descobrimento é ir contra a legislação que ampara (e determina) o ensino de cultura e histórica afro-brasileira e indígena no nosso país em todos os níveis de ensino. São elas as leis 10.639/2003 e 11.645/2008, marcos legais que servem de bússola para o trabalho docente no tocante às relações étnico-raciais para a educação. E também guiam os trabalhos do NERER / SMED-PBH, que esse ano tem foco no acesso, permanência e melhoria da aprendizagem com equidade racial.</p><p>O assunto é longo e deve ser abordado durante todo o ano escolar. Saiba mais sobre a aplicação das leis junto à BNCC neste artigo de John Land Carth, acessível através neste link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://goo.su/OrqXry">https://goo.su/OrqXry</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 22:42:40 UTC</pubDate>
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         <title>“PEGA A VISÃO”!</title>
         <author>henriquebedetti</author>
         <link>https://padlet.com/henriquebedetti/33emuhmje8cebppy/wish/3438727524</link>
         <description><![CDATA[<p>Você já deve ter visto o encontro das cores verde, amarela e vermelha por aí, certo? Seja nas bandeiras de diversos países do continente africano, nos uniformes da seleção de futebol de Gana ou na arte, identidade e diversidade visual que permeia a cultura jamaicana. Essas cores não aparecem combinadas por acaso e vão além de uma apresentação estética.</p><p>A combinação tem origem na bandeira da Etiópia, um dos poucos países africanos que resistiu à colonização. Essa representação ganhou força em 1895 quando os etíopes expulsaram o exército italiano, que numa frustrada investida de colonização atacou o país africano.</p><p>Essa combinação de cores se tornou, então, símbolo de memória, identidade e resistência, qual o verde remete à mata e à esperança dos povos africanos, o amarelo representa as riquezas e o ouro que pertence ao continente, enquanto o vermelho homenageia os guerreiros que derramaram sangue e os que perderam a vida durante a batalha. Saiba mais <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://almapreta.com.br/sessao/africa-diaspora/por-que-as-bandeiras-de-diversos-paises-da-africa-sao-parecidas/">aqui.</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 22:56:58 UTC</pubDate>
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