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      <title>Representatividade dos Bonecos by THALES ANTONIO GONCALVES DE MELLO</title>
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      <description>Brinquedos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-22 10:55:28 UTC</pubDate>
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         <title>Identificação</title>
         <author>mateusffontana</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nomes:Mateus Flores Fontana, Thales Antônio Gonçalves de Mello, Luiza Conoratto Frohlich, Maria Francisca Dos Santos Golsaves Da Silva, Miguel Gomes de Mellos e Felipe Henrique da Silva.</p><p>Profe: Iara Fleck</p><p>Turma: 22B</p><p>Escola: Adolfina</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 17:41:53 UTC</pubDate>
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         <title>Justificativa</title>
         <author>mariafdsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/2975712398</link>
         <description><![CDATA[<p>A gente quer mudar a convivência de bonecas brancas e bonecas negras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 17:41:57 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivos Específicos</title>
         <author>mateusffontana</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Colaborar com crianças para se identificar com bonecas(o)</p></li><li><p>Saber por que os pais só procuram bonecas(o) brancas</p></li><li><p>Acabar com o racismo entre bonecas(o) negras</p></li><li><p>Saber porque existe mais bonecas(o) brancas do que bonecas negras</p></li><li><p>Saber o porquê tem mais bonecas brancas do que negras(o) nas lojas.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 17:43:13 UTC</pubDate>
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         <title>Objtivos gerais</title>
         <author>mariafdsilva</author>
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         <description><![CDATA[<p>Analisar porque os pais compram mais bonecas(o) brancas</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 17:43:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Problema</title>
         <author>thalesamello</author>
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         <description><![CDATA[<p>Porque os pais compram bonecas brancas e não negras?</p><p><br></p><p>Algumas lojas não possuem bonecas negras para vender</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 17:43:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Metodologia</title>
         <author>thalesamello</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/2975715297</link>
         <description><![CDATA[<p>Pesquisar em sites, entrevistar pessoas etc…</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 17:44:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>thalesamello</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/2975715679</link>
         <description><![CDATA[<p>https://www.terra.com.RioOnWatch</p><p>https://rioonwatch.org.br › ..</p><p>.httpss://lunetas.com.br</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 17:44:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hipóteses </title>
         <author>luizacfrohlich</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/2975715794</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>mais bonecas brancas do que negras.</p></li><li><p>Algumas lojas são racistas porque não possuem bonecas negras.</p></li><li><p>As bonecas(o) brancas são mais conhecidas(o) do que as bonecas negras.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 17:44:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Existem 6% de bonecas negras no mundo</title>
         <author>felipehsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/2975827040</link>
         <description><![CDATA[<p>https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-10/bonecas-negras-representam-6-dos-modelos-disponiveis-no-mercado</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 19:32:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>qual e o significado das bonecas negras</title>
         <author>thalesamello</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/2975827043</link>
         <description><![CDATA[<p>A boneca abayomi foi criada para as crianças,jovens,adultos na época da escravidão. As mulheres negras as confeccionavam com pedaços de suas saias,único pano encontrado nós navios negreiros,para acalmar e trazer alegria a todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 19:32:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>o racismo é um crime?</title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/2975839477</link>
         <description><![CDATA[<p>O racismo e um assunto de preconceito com as pessoas negras e com bonecas no mundo todo, existem 6% de bonecas negras e as crianças negras quando vê bonecas branca devem se sentir desconfortáveis quando vê bonecas de outra cor a não ser da cor e as lojas que vendem bonecas brancas e não negras são au mesmo tempo tão sendo racistas por que eles não compram bonecas das duas cores e isso acaba sendo racismo e preconceito </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 19:47:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bonecas brancas são mais conhecidas do Brasil</title>
         <author>felipehsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3011983519</link>
         <description><![CDATA[<p>Dentre as empresas analisadas, apenas oito possuíam bonecas negras nos respectivos inventários. Em todos eles, segundo o estudo, a proporção de modelos de bonecas negras em relação às bonecas brancas é inferior a 20%.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 17:23:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3011985206</link>
         <description><![CDATA[<p>Portal Lunetas</p><p>https://lunetas.com.br › a-represent...</p><p>Bonecas negras trazem mais representatividade à brincadeira</p><p><br></p><p>Bonecas negras e diversas</p><p>No entanto, nesse processo de buscar mais representatividade, é preciso ter o cuidado de não reproduzir estereótipos negativos. A pedagoga, palestrante e escritora Josy Asca recomenda verificar se os bonecos foram criados com respeito e autenticidade à cultura representada. Isso porque “eles precisam ser naturalmente lindos para que as crianças sintam vontade e orgulho de pertencer às suas raízes”.</p><p><br></p><p>Asca, que é pós-graduada em gestão escolar, africanidades e cultura afro-brasileira, além de autora dos livros “O amor não tem cor” e “Akin e sua cor preciosa”, também sugere incluir as crianças nesta escolha. “Ao explicar a importância da diversidade, contribuímos para um ambiente mais inclusivo e representativo para elas brincarem e aprenderem sobre o mundo ao seu redor.”</p><p><br></p><p>Já a pedagoga Rosa lembra que as mãos negras foram pioneiras na confecção dessas bonecas. Especialmente as mãos de mães, tias e avós das crianças negras, que não viam suas filhas, seus sobrinhos e seus netos representados. Por isso, para ela, é importante valorizar os pequenos negócios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 17:25:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A  boneca mais vendida do Brasil.</title>
         <author>mariafdsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3011990255</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente a boneca mais vendida do Brasil é uma boneca Branca do olho azul  loira.</p><p>Sim  você não está se confodindo isso é um ato racismo </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 17:31:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>https://rioonwatch.org.br</title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3011993334</link>
         <description><![CDATA[<p>A participação da minha mãe no início era financiando e incentivando o projeto, mas com o tempo e a demanda de produção ela passou a me ajudar também na parte de fotografia e filmagem das coisas que faço e, em alguns casos, me ajuda na produção do cenário. Eu faço tudo com relação às bonecas: tenho a ideia, pesquiso sobre o assunto que vou postar, produzo as bonecas, suas roupas, acessórios, os cenários e a fotografia dos ensaios fotográficos, edito as fotos e vídeos e faço as postagens.</p><p><br></p><p>O meu intuito inicial era postar fotos de bonecas com mensagens e os signos do ativismo antirracista, porém em 2019 entraram em contato comigo, através do perfil no Instagram, e assim veio a minha primeira venda de uma boneca. Foi aí que percebi que podia vender se alguém me procurasse interessado em comprar. Até então, eu só postava fotos de coisas que eu já queria falar e não sabia como.</p><p><br></p><p>Para além do brinquedo, Boneca Pretta existe para falar sobre raça, racismo, negritude, branquitude e outros temas tão caros ao povo preto. De forma lúdica para crianças, mas também para o povo adulto, através de posts e textos escritos por mim e por parceiros no perfil do projeto no Instagram.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 17:35:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quando você entra em uma loja de brinquedos, quantas bonecas negras consegue encontrar?</title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3011998431</link>
         <description><![CDATA[<p>Pensando em promover a representatividade entre as crianças por meio dos brinquedos, um grupo de amigas de Porto Alegre se reuniu para aprender a confeccionar bonecas de pano negras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 17:42:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Por que a diversidade das bonecas importa</title>
         <author>mateusffontana</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3012000589</link>
         <description><![CDATA[<p>No mercado brasileiro, ainda predomina a normalização do padrão loira, branca e magra desde a infância, o que reforça preconceitos e gera impacto na autoestima e na construção da identidade das crianças.A Barbie anunciou para 2019 a expansão do seu portfólio com a inclusão de duas bonecas com deficiência física, uma cadeirante e outra com prótese na perna, como parte da comemoração de seus 60 anos. Para a fabricante, essa é uma oportunidade para que mais meninas se sintam representadas. Neste mês, o Brasil também ganhou sua primeira loja física de bonecas negras, no Rio de Janeiro. As novidades representam algumas das mudanças do mercado de brinquedos em direção à representativida... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2019/02/20/por-que-a-diversidade-das-bonecas-importa.htm?cmpid=copiaecola</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 17:44:45 UTC</pubDate>
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         <title>A popularidade  de bonecas  negras</title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3012005755</link>
         <description><![CDATA[<p>A popularização das bonecas negras reforça a importância de evidenciar a diversidade cultural desde os primeiros anos da infância. Diversas marcas vêm abrindo mão dos estereótipos e proporcionando que as crianças encontrem traços em seus brinquedos com os quais possam se identificar.</p><p><br></p><p>https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/autocuidado/bonecas-negras-mostram-que-visibilidade-importa,64a777643adbc501ff21f140d3378ab6m6u8pa5u.html?utm_source=clipboard</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 17:50:34 UTC</pubDate>
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         <title>Caso de racismo </title>
         <author>mariafdsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3012007391</link>
         <description><![CDATA[<p>RIO - A loja virtual de brinquedos Argos, da Inglaterra, foi acusada de racismo depois de vender uma boneca branca por £10 (cerca de R$ 40) a mais do que as equivalentes negras e asiáticas.</p><p><br></p><p>A companhia vende os brinquedos que são fabricados pela empresa francesa Corelle em seu site. Enquanto a boneca branca, chamada de Maria, custava £ 34,99 (aproximadamente R$ 137), a asiática, chamada Yang, e a negra, nomeada de Naima, eram vendidas por £ 24,99 (cerca de R$ 99</p><p>).</p><p>).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-29 17:52:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Por que a diversidade das bonecas importa</title>
         <author>mateusffontana</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3019406803</link>
         <description><![CDATA[<p>No mercado brasileiro, ainda predomina a normalização do padrão loira, branca e magra desde a infância, o que&nbsp;reforça preconceitos e gera impacto na autoestima e na construção da identidade das crianças.A Barbie anunciou para 2019 a expansão do seu portfólio com a inclusão de duas bonecas com deficiência física, uma cadeirante e outra com prótese na perna, como parte da comemoração de seus 60 anos. Para a fabricante, essa é uma oportunidade para que mais meninas se sintam representadas.</p><p><br></p><p>Neste mês, o Brasil também ganhou sua primeira loja física de bonecas negras, no Rio de Janeiro. As novidades representam algumas das mudanças do mercado de brinquedos em direção à representatividade, mas o setor ainda está longe de refletir a diversidade de crianças.</p><p><br></p><p>Um levantamento de 2018 realizado pela Cadê nossa boneca?, campanha da ONG Avante sobre padrões estéticos e representatividade na infância, mostrou que os modelos de bonecas negras representam apenas 7% do total. Dos 762 tipos analisados, 53 eram negras. </p><p>Veja mais em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2019/02/20/por-que-a-diversidade-das-bonecas-importa.htm?cmpid=copiaecola">https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2019/02/20/por-que-a-diversidade-das-bonecas-importa.htm?cmpid=copiaecola</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 16:45:08 UTC</pubDate>
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         <title>Bonecas asiáticas</title>
         <author>mariafdsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3019416686</link>
         <description><![CDATA[<p>Existem pelo menos 12 estilos oficiais de <strong>kokeshi</strong>, cada qual recebendo o nome de um lugar e tendo um conjunto de regras de forma, cor e motivos. Os 12 tipos principais são Hijiori, Kijiyama, Nakanosawa, Nanbu, Naruko, Sakunami, Togatta, Tsuchiyu, Tsugaru, Yajiro, Yamagata e Zao.14 de fev. de 2023</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 16:55:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>por que as bonecas negras são menos vendida no mundo</title>
         <author>felipehsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3019423462</link>
         <description><![CDATA[<p>Porque hoje, por mais que existam empresas que produzem bonecas negras, a gente sabe que isso acontece, mas quando vamos nas lojas não conseguimos achar", relata. Mylene aponta como <strong>a ausência desses modelos se reflete na construção do imaginário e do preconceito</strong>. "Hoje não há escolha.20 de out. de 2020</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 17:04:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Professor denuncia que loja de brinquedos em shopping da Zona Sul do Rio montou vitrine racista</title>
         <author>mateusffontana</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3019435956</link>
         <description><![CDATA[<p>Em nossa sociedade, o racismo não é velado, é escancarado! Esse mal precisa ser combatido! Exigimos uma atitude quanto a esse crime!”, completou.</p><p>A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) abriu inquérito para investigar o caso.</p><p>Carlos Minc, presidente Comissão de Representação para Acompanhar o Cumprimento das Leis (Cumpra-se!), da Alerj, disse que vai entrar com uma representação no Ministério Público para multar a loja.</p><p><br></p><p>Após a repercussão do caso, o shopping enviou uma resposta ao professor.</p><p>“Já acionamos o lojista, responsável pela vitrine, e o brinquedo já foi retirado do berço com os outros bonecos. Vale ressaltar que não temos gerência sobre as vitrines das lojas, mas reforçamos nosso compromisso com o respeito, a pluralidade e a diversidade.”</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/video/professor-denuncia-loja-de-shopping-da-zona-sul-do-rio-por-montagem-de-vitrine-racista-12388062.ghtml">https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/video/professor-denuncia-loja-de-shopping-da-zona-sul-do-rio-por-montagem-de-vitrine-racista-12388062.ghtml</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2024/02/26/professor-denuncia-que-loja-de-brinquedos-em-shopping-da-zona-sul-do-rio-fez-vitrine-racista.ghtml">https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2024/02/26/professor-denuncia-que-loja-de-brinquedos-em-shopping-da-zona-sul-do-rio-fez-vitrine-racista.ghtml</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 17:20:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3019440310</link>
         <description><![CDATA[<p>om nome e roupinhas próprias, as bonecas são figuras de afeto importantes no imaginário infantil. Mais do que o estímulo à imaginação e à criatividade, quando brincam com suas “filhas” e “filhos”, as crianças aprendem sobre cuidado e a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lunetas.com.br/serie/como-sentir-e-escutar-as-criancas/"><strong>expressar emoções</strong></a>.Apesar disso, durante muito tempo, apenas parte delas se via representada nessa brincadeira. Agora, além de serem um símbolo de representatividade, as bonecas negras impulsionam o debate sobre por que <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lunetas.com.br/educadora-distribui-bonecas-negras-em-escolas-publicas-do-rio/"><strong>oferecer brinquedos mais diversos</strong></a> desde cedo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 17:27:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>bonecas com vitiligo</title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3019442846</link>
         <description><![CDATA[<p>pensando nisso.a artista plástica norte-americana kay black criou bonecas negras com vitiligo</p><p>como forma de melhorar a autoestima de crianças com a doença. as bonecas são personalizadas</p><p>e podem levar o padrão de manchas da pele da pessoa que a encomendou.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 17:30:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Empresária cria bonecas negras para vender e enfrenta o racismo no mercado de brinquedos infantis</title>
         <author>mateusffontana</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3019446582</link>
         <description><![CDATA[<p>Era uma vez uma mãe de uma criança que não conseguia encontrar, para o filho recém-nascido, brinquedos em que o bebê pudesse se identificar. Nas lojas, só encontrava bonecos e personagens brancos. Não havia brinquedos em que as crianças negras pudessem se ver. “Eu senti falta de produtos no mercado que me atendessem desde quando eu estava esperando meu filho”, conta. A partir daí, com o auxílio do marido, ela começou a produzir os próprios brinquedos e itens decorativos para o pequeno Matias. De casa, passou a usar no trabalho até que decidiu criar sua própria empresa para vender os produtos e, assim, nasceria a “Era uma vez o mundo”.</p><p>O caso que pode se aplicar à história de diversas mães negras do país foi a forma que a empresária carioca Jaciana Melquiades, 35 anos, encontrou de modificar o mundo para o próprio filho. “Eu comecei a fazer algumas coisas, já tinha algumas habilidades manuais e comecei a fazer coisas decorativas para o quarto dele. Fiz bonequinhos e várias outras coisas ao longo da vida dele, desde quando era bebê. Eu e o pai dele fizemos isto para compor o universo infantil dele”.</p><p>Do quarto do menino, a ideia se expandiu. “Daí veio um start para a gente começar a usar esses produtinhos nas nossas oficinas que a gente fazia em escola. Meu ex-marido, que hoje é meu sócio, era professor. Ele trabalhava em escola de educação infantil e eu fazia atividades com o coletivo do qual faço parte que é o ‘Meninas Black Power’. E aí eu comecei a usar esses produtos que a gente fazia para o meu filho nas oficinas com as crianças”, lembra.</p><p>Das oficinas, professores e amigos passaram a fazer encomendas. “Comecei a achar que talvez desse para ganhar uma grana, sem muitas pretensões. Em 2013, eu abri uma e-commerce para vender as coisas que eu fazia e compartilhava com outros professores e acabou dando certo”.</p><p>Antes de ter o filho, quando ainda estava na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) cursando História, Jaciana havia decidido contar sua experiência enquanto jovem negra no Ensino Superior em um blog, intitulado “Era uma vez o mundo”. Na nova empreitada comercial, decidiu carregar o nome do blog.</p><p>“Era uma vez o mundo foi criada em 2013. Só que os nossos objetivos começaram a ser perseguidos a partir de 2017. Foi quando eu comecei a me dedicar exclusivamente a este trabalho e desenvolver a marca como uma empresa mesmo. Comecei a estudar negócios. Fiz um MBA em gestão de negócios. Começamos a nos inscrever em processos de aceleração também”, acrescenta a empresária.</p><p><strong>“Brinquedos afirmativos”</strong> – Em entrevista para o Portal Mídia 4P, ela afirma que o objetivo foi se firmar no mercado como uma empresa referência em brinquedos afirmativos. “É a nossa proposta. Ser reconhecidos em território nacional como uma empresa que cria representatividade a partir dos brinquedos para crianças”.</p><p>Na trajetória, no entanto, houve percalços. Jaciana conta que, ao botar as bonecas negras nas ruas, o racismo reagiu. Muitas pessoas não conseguiam e ainda não conseguem enxergar os produtos da empresa como mais um a disputar o mercado. “O principal obstáculo hoje para colocar a empresa para funcionar tem a ver com o racismo. À medida que a gente consegue aumentar nossa cartela de clientes, a gente também recebe, em contrapartida, certa resistência de outro grupo que não consegue entender a necessidade, por exemplo, de uma loja que venda bonecas negras”.</p><p>Ela cita uma pesquisa da ONG Avante em que ficou evidenciado que atualmente no mercado apenas 7% das bonecas são negras. “É obvio que a gente está falando de uma sociedade racista, que não consegue ver o porquê da pessoa negra querer existir e querer ser representada. Então, a gente acaba sofrendo algumas represálias, alguns ataques por conta desse nosso posicionamento de tentar balancear o mercado”, acrescenta. A falta de dinheiro para investir no projeto também dificultou, no início. “O dinheiro acaba não sendo o problema maior quando a gente tem que administrar o racismo no qual a gente está inserido”.</p><p><strong>Diversificado</strong> – Há alguns anos, a empresária passou a realizar atividades educativas em oficinas para crianças e professores, além de palestras em universidades e ambientes corporativos, falando de infância, educação e racismo. Na loja física, no centro do Rio de Janeiro, ela vende bonecas, bonecos e livros de panos. Até o final de 2020, outros produtos serão lançados como jogos, cabanas para crianças e o EBAA – Espaço de Brincadeiras Artesanais Afroreferenciadas.</p><p>“O EBAA é uma série de atividades referenciadas em brincadeiras africanas. A gente leva para a escola e, dentro dessa brincadeira, a gente desenvolve conceitos filosóficos africanos de uma forma lúdica e cooperativa. São conceitos importantes para a gente trabalhar uma sociedade menos desigual”, adianta a empresária para o Mídia 4P.</p><p>Na empresa, ela conseguiu desenvolver uma linha de produção. Há quatro pessoas trabalhando na produção dos itens: A boneca Dandara, o boneco Zambi e o Pequeno Príncipe Preto. Até o final deste ano, outras três bonecas serão lançadas: as amigas da Dandara. Os produtos são vendidos também no site e em seis lojas colaborativas – cinco no Rio e uma em São Paulo. No total, são produzidas 400 bonecas por mês.</p><p><strong>Educação</strong> – Para ela, os produtos, assim como peças teatrais com negros, livros com personagens negros, contribuem para a educação de crianças negras e brancas. “Tudo isso cria um universo possível para uma criança, seja negra ou branca. Uma criança branca tem acesso a personagens negros nos diversos formatos começa a entender que pessoas negras estão em diversos lugares da sociedade. Ela começa a entender que a pessoa negra não necessariamente vai ser a empregada dela. Vai ser outras coisas também”, pontua.</p><p>Já para as negras faz com que as crianças se vejam com referências positivas. “Eu cresci me vendo de um jeito muito negativo. Tudo que aparecia sobre uma pessoa negra era ruim. Ou eu era a escrava na novela ou era a empregada maltratada. As crianças, quando brincávamos de casinha, não queriam entender que eu também tinha uma casa. Queriam que eu fosse a empregada. Ninguém queria ser o pai comigo”. Ela diz que o brinquedo, o livro, o personagem negros servem para romper com esse imaginário e permite ampliar o lugar do negro. “Nosso lugar é em qualquer lugar”.</p><p>Jaciana conta, ainda, que, na infância, não tinha noção da falta de representatividade da população negra. “Quando criança, eu queria ganhar a Barbie porque era o que tinha. Eu não vim de família de pessoas militantes. Eu sabia que era uma menina negra e sabia que eu era bonita. Isso era repetido dentro da minha casa, mas o meu entorno não dizia isso. Meus brinquedos não me diziam isso. A TV não me dizia isso”.</p><p>Diante da falta de referências negras, ela cresceu se achando feia. Mas a maternidade mudou sua trajetória. “Tive vários encontros incríveis. Entrei para o coletivo Black Power e comecei a entender que as minhas referências é que estavam equivocadas. E criar um mundo onde meu filho coubesse me abriu os olhos de um jeito muito positivo”. Hoje, ela quer que mais crianças, além do próprio filho, acessem “essa liberdade de poder ser e se ver nos espaços e se achar bonito e potente”.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalistaslivres.org/empresaria-cria-bonecas-negras-para-vender-e-enfrenta-o-racismo-no-mercado-de-brinquedos-infantis/">https://jornalistaslivres.org/empresaria-cria-bonecas-negras-para-vender-e-enfrenta-o-racismo-no-mercado-de-brinquedos-infantis/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 17:35:20 UTC</pubDate>
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         <title>BONECAS ASIÀTICAS</title>
         <author>mariafdsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3019447849</link>
         <description><![CDATA[<p>estas bonecas  são rraras para os colecionadores por que so existe 12  originais.</p><p>mais para crianças é muito difisio comsiquir por que não se acha em nem uma nas lojas e isso é muito triste</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 17:37:02 UTC</pubDate>
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         <title>Bonecas negras ensinam crianças a combater o racismo brincando
</title>
         <author>thalesamello</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3019449932</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Artesã fornece novas armas para enfrentar o preconceito</em></p><p>O racismo e a vontade de se ver representada levaram Ana Júlia dos Santos a usar sua arte como forma de expressar as especificidades da população negra brasileira. Há 15 anos, a artesã faz bonecas negras, que subvertem o estereótipo “nega maluca” e fornecem novas armas para o combate ao preconceito.</p><p>Ana Fulô, como é conhecida, conta que foram poucos os brinquedos durante sua infância, mas lembra de “nunca ter tido uma boneca negra”. Talvez, mais marcante do que a falta de referências ainda quando pequena tenha sido o relato de uma de suas netas sobre um trabalho de escola em que deveria montar uma “bonequinha”.</p><p>“A professora disse ‘Agora quando você fizer a boneca negra, você põe um pedaço de Bombril [esponja de aço] para imitar o cabelo dela’. Ouvi esse relato da minha neta. A minha filha ficou mal, se dirigiu à professora e questionou isso. Foi retirado o trabalho. Não foi feito mais.”</p><p>Coincidentemente, com a experiência de racismo vivida pela neta, Fulô explica que procurou uma feira para expor seu artesanato, mas não havia mais vagas. Então, a coordenadora do espaço sugeriu que ela fizesse bonecas negras, pois a artesã que desenvolvia esse trabalho havia falecido. Neste encontro de situações, Fulô deparou-se com a oportunidade de expressar sua identidade e combater o racismo.</p><p>“Eu notei que as meninas negras brincam com as bonecas brancas, mas nem sempre as meninas brancas brincam com as bonecas negras. Então, eu quis tirar aquela maneira da pessoa tratar a boneca negra como a ‘nega maluca’. Eu quis fazer as meninas bonitas. Então, eu comecei a trabalhar nesse sentido até para elevar a autoestima das nossas crianças e mostrar para elas que os brinquedos delas podem ser tão ou mais bonitos que os outros.”</p><p><strong>Olhos claros, pele escura</strong></p><p>No circuito das grandes lojas de brinquedos são raras as bonecas negras. E quando estão presentes, geralmente trazem traços característicos de pessoas brancas, alterando apenas a cor da pele. Dessa forma, fabricantes de brinquedos não se intimidam em apresentar bonecas negras com olhos verdes ou, ainda, reforçar preconceitos com a reprodução de estereótipos.</p><p>Artesã e professora do Ensino Fundamental, Lúcia Makena faz bonecas negras há mais de dez anos. Ela avalia que o mercado formal de brinquedos não demonstra interesse em conhecer e representar a população negra.</p><p>“A indústria, eu acredito que quando ela faz uma boneca negra, ela não está muito preocupada com a questão da identidade e da cultura. Eu acho que eles só colocam tinta marrom e pronto, né. E a preocupação que eu acho que as empresas deveriam ter é de pensar quem é esse povo negro, qual é essa cultura, qual o seu modo de ver a vida, o que é importante para eles, e eles [as empresas] não se preocupam com isso.”</p><p>Arte-educadora, Lúcia ainda destaca a importância do trabalho para a educação das crianças na questão da diversidade étnico-racial. “Eu acredito que os brinquedos fazem parte desse processo de formação das crianças. Então, você tem que fazer bonecas contemplando as etnias. Não pode a criança passar a vida inteira comprando bonequinhas loiras, loiras, loiras, se muitas vezes elas não são loiras e muitas vezes elas não vão se identificar com aquilo. Vai trazer uma impressão de que a sua referência de beleza é outra.”</p><p><strong>Brincadeira séria</strong></p><p>Assim como Makena, Fulô considera fundamental a função educacional dos brinquedos. “Nenhuma criança nasce preconceituosa. Isso é coisa que vão colocando na cabecinha dela. Eu acho que a partir do momento que ela começa a brincar, ela tem um entendimento da diversidade de raça. Coloca as duas para a criança brincar, se a gente percebe que ela não integra a boneca negra nas brincadeiras, então, ali tem algum problema. Aí é que se começa a trabalhar a cabecinha da criança.”</p><p>Para Fulô, mais do que bonecas, suas criações são personagens que possuem histórias próprias. Juntamente com a arte do desenvolvimento de cada novo molde, roupas e outros adereços que acompanham suas meninas, ela pensa também na identificação de cada boneca. Assim, costuma presentear quem compra seu trabalho com textos sobre o que ela imagina para cada menina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 17:40:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>crianças presisão se indentificar</title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3019450342</link>
         <description><![CDATA[<p>A representatividade de pessoas pretas em várias áreas é escassa e não é diferente quando se trata de brinquedos. Bonecas pretas são raras, seja nas linhas de produção ou em lojas. É o que diz a terceira edição do levantamento “Cadê Nossa Boneca?”, realizado em agosto pela ONG Avante, da Bahia, que atua com direitos das crianças, com base nos sites de fabricantes e lojas de brinquedos, e divulgado pelo Uol.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 17:40:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Racismo Entre Bonecas</title>
         <author>mateusffontana</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3019450977</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com os principais resultados da pesquisa realizada por <sup>Clark</sup> <sup>e</sup> <sup>Clark</sup> <sup>(1947</sup>), 67% preferiam a <strong>boneca</strong> branca para brincar; 59% diziam que as <strong>bonecas</strong> brancas eram as bonitas; 60% diziam que as <strong>bonecas</strong> brancas tinham uma cor bonita; e, por outro lado, 50% das crianças diziam que as <strong>bonecas</strong> negras pareciam más.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 17:41:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>boneca dos tempos antigos</title>
         <author>luizacfrohlich</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3019451896</link>
         <description><![CDATA[<p>rever a história das boneca abayomi é uma</p><p>forma de combate a dominação do colonialismo</p><p>acondicionada em discursos único</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 17:42:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>um poco da nossa pesquisa</title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3026061209</link>
         <description><![CDATA[<p>A pesquisa apresenta uma discussão sobre o repertório infantil, com a possibilidade de contribuir na construção de identidades positivas das crianças. Assim, objetivamos por meio da metodologia das bonecas negras e contação de história auxiliar na construção da identidade das crianças, possibilitando uma representação positiva da estética negra na formação da criança desde tenra idade. Sendo assim, questionamos: qual o lugar das bonecas negras na instituição da educação infantil? A partir das vivências como professora da educação infantil, busquei investigar os brinquedos, bem como os livros infantis com personagens negros/negras que compõem o acervo de um Centro Municipal de Educação Infantil no munícipio da Serra no Espírito Santo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-12 17:04:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Brincar de boneca ajuda no desenvolvimento emocional da criança </title>
         <author>mateusffontana</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3026067014</link>
         <description><![CDATA[<p>“Brincar de boneca é brincar de se relacionar, pois as crianças falam das necessidades que as bonecas têm, projetando naquilo situações que estão vivendo”, afirma a psicóloga Blenda de Oliveira, de São Paulo. </p><p>“Isso enriquece o repertório de representações internas. E assim as crianças se abrem mais para novas possibilidades”, conclui a terapeuta. </p><p>Os garotos também aprendem e podem se divertir ao interagir com bonecas e bichos de pelúcia, e, do outro lado, garotas também têm a ganhar brincando com carrinhos. </p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://saude.abril.com.br/familia/brincar-de-boneca-ajuda-no-desenvolvimento-emocional-da-crianca" />
         <pubDate>2024-06-12 17:14:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>a questão de  não existirem BONECOS  negros</title>
         <author>mariafdsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3026069403</link>
         <description><![CDATA[<p>eu acho muito importante os meninos se sentirem identificados na infância.</p><p>estamos falando bastante de representatividade das meninas mais achamos muito importante falar sobre isso </p><p><br></p><p><br></p><p>eu nunca vi um boneco negro e olha que eu tenho 10 anos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-12 17:18:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que faz crianças colocarem características morais em bonecas?</title>
         <author>mateusffontana</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3026079826</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A criança se torna mais empática porque enxerga além das suas próprias necessidades, focando no outro</strong>. Quando está frio, por exemplo, agasalha a boneca para que fique quentinha, e tende a reproduzir esses comportamentos empáticos com as pessoas. Entre os benefícios de brincar com boneca, também está a imaginação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-12 17:33:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Primeira loja de bonecas negras do Brasil precisa de ajuda para manter as portas abertas no RJ
</title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3031353879</link>
         <description><![CDATA[<p>“Brincar é poder”. Esse é um dos lemas da <strong>Era uma Vez o Mundo</strong>, a primeira loja exclusiva de bonecas negras do país. Após quase 10 anos de funcionamento, a fábrica de bonecas precisou ser fechada e agora precisa de ajuda financeira para retomar os trabalhos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 16:42:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Crianças negras, bonecas brancas: por que se ver nos brinquedos importa?</title>
         <author>mateusffontana</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3031355371</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>"É no brinquedo que a criança externaliza suas questões e expõe seus pensamentos. Como uma criança negra vai externalizar suas questões se ela nem existe ou nem se vê na prateleira de brinquedos?"</strong></p><p><strong>Essa foi a frase que enviei a um amigo durante uma conversa de WhatsApp, ao constatar que na prateleira da brinquedoteca de um serviço havia 29 bonecas brancas de olhos azuis e apenas uma boneca negra. O serviço em questão é um espaço de acolhimento institucional de crianças e adolescentes, onde moram 14 crianças, sendo 13 negras e apenas 1 branca.</strong></p><p><br></p><p><strong>Amar a própria existência é um passo fundamental para o autocuidado. Eu me cuido porque me amo e é por isso que o autoamor é tão importante. Amar-se não é só enxergar beleza física em si, mas saber que existe e que sua existência é valorizada socialmente.</strong></p><p><br></p><p><strong>Crianças brancas aprendem que sua existência é valorizada socialmente quando cotidianamente veem sua cor representada na pessoa que apresenta a maioria dos programas, vendo pessoas brancas como ela sendo influencers ou administrando grandes negócios. Ao adentrar num espaço de brincadeiras, a criança branca se vê estampada nas caixas de jogos e percebe sua presença em bonecas bebês.</strong></p><p><br></p><p><strong>Obviamente não estou sugerindo que crianças brancas não sejam representadas em brinquedos, mas estou propondo que olhemos para as crianças negras e a ausência de representação de sua existência nos espaços de brincadeiras e os efeitos disso.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 16:44:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bonecas negras representam apenas 6% dos modelos fabricados no Brasil</title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3031357052</link>
         <description><![CDATA[<p>As bonecas negras representam apenas 6% dos modelos fabricados pelas principais marcas no Brasil. O percentual é ainda menor do que o registrado há dois anos, apesar de mais de 56,1% da população brasileira ser formada por pessoas negras, segundo o IBGE.</p><p>As informações são do projeto "Cadê nossa Boneca" realizado pela organização "Avante-Educação e Mobilização Social". Eles refletem as informações coletadas no mês de agosto, em sites de comércio virtual de 14 dos 22 fabricantes ligados à Abrinq-Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos. Dentre as empresas analisadas, apenas oito possuíam bonecas negras em seus catálogos. Em todas elas, a proporção de bonecas negras em relação às brancas é inferior a 20%.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 16:46:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>
MINHA HISTÓRIA
&quot;Passei a fabricar bonecos negros para que meu filho se identificasse&quot;</title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3031363263</link>
         <description><![CDATA[<p>Na casa da historiadora Jaciana Melquiades, de 34 anos, no Rio de Janeiro, menino brinca de boneca sim. E bonecas negras, da cor da pele da família. Mas nem sempre foi assim. Quando Jaciana engravidou, não encontrou itens relacionados a crianças negras para montar o quarto do filho Matias. Transformou a demanda em negócio e criou uma fábrica de bonecos e bonecas negras. Batizada de “Era uma Vez o Mundo” a empresa transforma em brinquedos celebridades negras que buscam combater o racismo e já chamou a atenção até de um ator britânico da saga Star Wars. Agora, Jaciana prepara o estoque para o Dia das Crianças e Natal paralelamente ao trabalho voluntário de combate ao racismo nas esc...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 16:57:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>por que bonecas negras são menos vendidas do mundo todo</title>
         <author>felipehsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3031368043</link>
         <description><![CDATA[<p>Outro ponto de importante discussão, segundo Ana Marcílio, é o acesso a essas bonecas pretas que, geralmente, <strong>são mais caras que as bonecas brancas</strong>. Isso dificulta o acesso da população de renda mais baixa: “Bonecos de bebês, geralmente, têm o mesmo valor.11 de nov.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 17:05:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>quando que foi criada a primeira boneca negra no mundo</title>
         <author>felipehsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3031369730</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1980</strong> - Primeira Barbie negraÉ criada a primeira barbie negra, a Black Barbie, desenhada pela designer Kitty Black Perkins.14 de jul. de 2023</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 17:09:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>qual foi a primeira boneca a ser criada</title>
         <author>felipehsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3031372302</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>No Antigo Egito, já foram encontradas bonecas em túmulos de crianças, do período situado entre 3 mil e 2 mil a.C., feitas de madeira e banhadas em argila, com cabelos de verdade</strong>. Segundo os arqueólogos, as bonecas eram colocadas no túmulo para a criança brincar no mundo do “além”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 17:13:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>
“Era Uma Vez o Mundo” ensina crianças a produzirem bonecos negros em oficina no RJ</title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3031372671</link>
         <description><![CDATA[<p>O fortalecimento da autoestima de crianças por meio da brincadeira com bonecas negras é um ponto importante para muitas famílias negras. Agora, elas têm também a oportunidade de aprender a confeccionar estes brinquedos. A iniciativa é o Ateliê Aberto da Era Uma Vez O Mundo. “É importante que todas as crianças negras tenham essas bonecas porque este elemento lúdico humaniza corpos negros. As crianças se veem, sentem-se representadas, criam uma noção de existência e percebem que existe um lugar no mundo para elas”, ressaltou a historiadora, professora e CEO da “Era Uma Vez o Mundo”, primeira loja especializada em confecções de bonecas negras do Brasil, <strong>Jaciana Melquiades</strong>, sobre o ‘Ateliê aberto’, evento que acontece no dia 9 de julho, em Santo Cristo, Rio de Janeiro,</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 17:14:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>por que as bonecas negras são menos representatividade</title>
         <author>felipehsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3031374542</link>
         <description><![CDATA[<p>“<strong>Historicamente, as crianças negras brincavam de cuidar dos corpos brancos e o contrário raramente acontecia</strong>”, analisa a pedagoga e mestre em educação, Clelia Rosa. “Em uma sociedade majoritariamente constituída por uma população negra, isso é chocante, violento, diz muito sobre quem cuida e sobre quem é cuidado.”11 de abr. de 2024</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 17:17:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>qual o ano que a boneca negra chegou no brasil</title>
         <author>felipehsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3031376662</link>
         <description><![CDATA[<p>Criada em 2013 em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, a loja se tornou referência na representatividade negra entre crianças. Em 2022, foi colocado em prática o projeto “Dandara nas Escolas”, que doava bonecas para escolas da rede municipal do Rio. Cerca de 15 mil crianças foram impactadas em 35 escolas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 17:21:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>bonecas negras são apenas 6% das fabricas e 9% das vendidas do pais</title>
         <author>felipehsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3031391216</link>
         <description><![CDATA[<p>Com base em sites de e-commerce de 22 fabricantes de brinquedos filiados à Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedo, as bonecas negras representavam apenas 6% do total das fabricadas e 9%, das comercializadas em lojas on-line.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 17:47:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>qual o ano que a boneca negra chegou no brasil</title>
         <author>thalesamello</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3038853248</link>
         <description><![CDATA[<p>Criada em 2013 em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, a loja se tornou referência na representatividade negra entre crianças. Em 2022, foi colocado em prática o projeto “Dandara nas Escolas”, que doava bonecas para escolas da rede municipal do Rio. Cerca de 15 mil crianças foram impactadas em 35 escolas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 16:45:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Em que ano as bonecas brancas chegaram no Brasil</title>
         <author>felipehsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3038856056</link>
         <description><![CDATA[<p>As bonecas chegaram ao Brasil <strong>por volta de 1806</strong>, durante o período colonial. Elas foram trazidas por artesãs portuguesas que já tinham uma tradição de fabricação de bonecas em Portugal.18 de set. de 2023</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 16:50:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3038857038</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Barbies humanas falam sobre glamour como recurso para representatividade</p><p>Barbie é criada por Ruth Handler, cofundadora da fábrica de brinquedos Mattel. Seu nome é inspirado em uma de suas filhas, Barbara. Tinha cabelos de tons claros e escuros, pele muito branca e usava um inesquecível maiô listrado preto e branco. </p><p>Sua aparência foi inspirada na boneca erótica alemã Bild Lilli. O sucesso foi quase imediato: no primeiro ano, foram mais de 300 mil unidades vendidas, ao preço de US$ 3 cada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 16:52:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Qual objetivo de brincar com bonecas negras?</title>
         <author>mateusffontana</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3038857712</link>
         <description><![CDATA[<p>O Lunetas ouviu especialistas para saber como promover mais representatividade nas brincadeiras e de que forma as bonecas negras ajudam as crianças a aprenderem desde cedo valores como justiça, diversidade e respeito. Com nome e roupinhas próprias, as bonecas são figuras de afeto importantes no imaginário infantil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 16:53:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3038860766</link>
         <description><![CDATA[<p>Barbie é uma boneca e personagem fictícia fabricada pela empresa estadunidense de brinquedos Mattel, Inc. e lançada em 9 de março de 1959. A empresária Ruth Handler é creditada como a criadora da boneca usando uma boneca alemã chamada Bild Lilli como sua inspiração.[1] Barbie é a figura principal de uma marca de bonecas e acessórios da Mattel, incluindo outros membros da família e bonecas colecionáveis. A Barbie tem sido uma parte importante do mercado de bonecas por mais de seis décadas e tem sido objeto de inúmeras controvérsias e ações judiciais, muitas vezes envolvendo paródias da boneca e seu estilo de vida. A Mattel vendeu mais de um bilhão de bonecas Barbie, tornando-se a maior e mais lucrativa linha da empresa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 16:59:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3038864145</link>
         <description><![CDATA[<p>No fim de uma das exibições de “Black Barbie” no festival South by Southwest (SXSW), com a presença da diretora Lagueria Davis, uma mulher da plateia pediu a palavra. Negra como a protagonista do documentário e como a cineasta, ela contou que cortava os cabelos louros e compridos de suas Barbies para que elas se parecessem mais consigo mesma. Lagueria acenou positivamente com a cabeça: era uma história conhecida, comum entre quem durante décadas não teve o direito de se sentir representada nem mesmo num brinquedo.</p><p><br></p><p>O filme, que acaba de ter sua estreia mundial na mostra realizada anualmente em Austin (EUA), é centrado na história de quando a mais famosa boneca do planeta enfim ganhou uma versão de pele negra com seu próprio nome, em 1980. Mas, para se compreender como um pedaço de plástico colabora com arquétipos raciais e tem um impacto negativo na autoestima de jovens em todo o mundo há décadas, foi preciso começar falando sobre a Barbie branca.</p><p><br></p><p>“Eu quis examinar o passado, o presente e o futuro. Não era apenas para contar o que aconteceu, mas para dizer se a Barbie negra realmente trouxe alguma mudança”, disse Lagueria.</p><p><br></p><p>A primeira Barbie foi lançada em março de 1959, criação da americana Ruth Handler (1916-2002), cofundadora ao lado do marido da empresa de brinquedos Mattel. A boneca ostentava cabelo comprido com rabo de cavalo, tinha pele e olhos claros e se apresentava com uma cintura fina que certamente exigiria muita academia ou uma genética bastante rara para se alcançar. Mas não havia a menor importância que aquela silhueta fosse diferente da maioria das mães de crianças que se apaixonaram pela boneca. A Barbie rapidamente virou um fenômeno.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 17:07:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3038866374</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Envolta em um mundo de beleza, riqueza e aventura, a boneca Barbie está imersa em uma pedagogia cultural, com o intuito de ensinar a supremacia de um tipo de corpo, etnia e comportamento. Este artigo tem como objetivo discutir as representações da boneca Barbie na cultura lúdica e o modo como tem afetado a construção das identidades infantis, especialmente em relação à identidade de gênero e à diversidade cultural. Analisa-se o que estudos específicos têm revelado sobre as representações culturais da boneca. Para tanto, foram tomados como referencial os Estudos Culturais, tendo como marco teórico a abordagem Pós-Estruturalista de análise, tratando a boneca como um artefato cultural. Destacam-se seus efeitos produzidos pela mídia e pela configuração discursiva da infância.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 17:10:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3042505005</link>
         <description><![CDATA[<p>om nome e roupinhas próprias, as bonecas são figuras de afeto importantes no imaginário infantil. Mais do que o estímulo à imaginação e à criatividade, quando brincam com suas “filhas” e “filhos”, as crianças aprendem sobre cuidado e a expressar emoções.Apesar disso, durante muito tempo, apenas parte delas se via representada nessa brincadeira. Agora, além de serem um símbolo de representatividade, as bonecas negras impulsionam o debate sobre por que oferecer brinquedos mais diversos desde cedo.</p><p><br></p><p>“Historicamente, as crianças negras brincavam de cuidar dos corpos brancos e o contrário raramente acontecia”, analisa a pedagoga e mestre em educação, Clelia Rosa. “Em uma sociedade majoritariamente constituída por uma população negra, isso é chocante, violento, diz muito sobre quem cuida e sobre quem é cuidado.”</p><p><br></p><p>Rosa, que é também orientadora educacional da Educação Infantil do Colégio Santa Cruz, comenta que “ao brincarem com bonecas ‘diversas’, as crianças simbolicamente estendem essa atenção e cuidado para todas e todos”. Ou seja, elas vão aprendendo que todo mundo merece o mesmo tratamento</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 16:36:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bonecas de pano de diferentes etnias promovem representatividade em CEI</title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3042506058</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois de iniciarem os estudos sobre as relações étnico-raciais, professores e gestores do CEI Ninho Alegre, da DRE São Miguel Paulista, resolveram aproveitar os horários de estudo do Projeto Especial de Ação (PEA), de uma forma diferente: participando de uma oficina de bonecas de pano de várias etnias. A ação colaborativa proporcionou representatividade e a ampliação no acervo de materiais do CEI.</p><p><br></p><p>O objetivo da oficina foi ampliar o acervo de materiais da unidade escolar e garantir representatividades étnicas com as bonecas disponibilizadas às crianças, favorecendo o trabalho relacionado à construção da identidade. A princípio, a ideia seria comprar bonecas negras mas, a fim de garantir maior afetividade com o brinquedo, os funcionários resolveram confeccionar.  A gestão escolar, com a verba do PTRF, comprou os materiais e alguns funcionários levaram máquinas de costura. </p><p><br></p><p>A produção foi realizada de forma colaborativa, cada funcionário contribuía com uma habilidade. Foram confeccionadas cerca de 30 bonecas em um período de uma semana. “A ideia de termos essas bonecas surgiu para contribuir no nosso trabalho com as crianças sobre representatividade, tendo bonecas de outras etnias, já que a maioria das nossas bonecas eram brancas. A gente vem estudando para estimular a auto estima delas, é gratificante ver elas brincando”, disse Magna Travassos, coordenadora do CEI.</p><p><br></p><p>Quando ficaram prontas, foram guardadas juntas com os outros brinquedos da unidade e, nas aulas previamente contextualizadas, as professoras oferecem as bonecas para as crianças. Elas são ofertadas juntas a outros brinquedos, incluindo bonecas brancas. Cada criança escolhe qual se identifica mais para brincar.  </p><p><br></p><p>“Nosso objetivo não é destacar o negro e sim naturalizar. A criança não faz distinção, ela vê o brinquedo. Nossas crianças negras precisam de bonecas negras, ler livros e ver filmes com personagens negros”, concluiu a coordenadora. </p><p><br></p><p>Desde o início do ano nos horários do PEA, a equipe está estudando sobre etnias, identidade, respeito à diversidade e representatividade, dividindo cada período em um povo. Nesta etapa, antes de partirem para a etapa de confecção das bonecas, os funcionários do CEI fizeram uma visita ao Museu Afro Brasil, onde puderam ampliar seus conhecimentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 16:39:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Por que bonecas negras são menos vendidas?</title>
         <author>felipehsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3050157775</link>
         <description><![CDATA[<p>Apenas 6% das bonecas disponíveis para as vendas em sites de fabricantes brasileiras são negras, segundo o levantamento bianual realizado pela Avante – Educação e Mobilização Social no contexto da campanha “Cadê Nossa Boneca?”. Esta é a terceira edição do estudo, que analisa o universo de modelos contabilizados nos sites de fabricantes associados à Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos (Abrinq).</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-10 16:42:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>bonecas negras representam 6%</title>
         <author>mateusffontana</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3050220552</link>
         <description><![CDATA[<p>O primeiro levantamento realizado junto aos fabricantes afiliados à Associação Brasileira da Indústria de Brinquedos (ABRINQ), em 2016, revelou que a quantidade de modelos de bonecas pretas presentes em seus portfólios representava apenas 6% do total das fabricadas.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>As bonecas negras representam apenas 6% dos modelos fabricados pelas principais marcas no Brasil. O percentual é ainda menor do que o registrado há dois anos, apesar de mais de 56,1% da população brasileira ser formada por pessoas negras, segundo o IBGE.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-10 19:24:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariafdsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3054879110</link>
         <description><![CDATA[<p>Para se ter ideia do quanto a diversidade étnica e racial brasileira é pouco representada no universo infantil vale dar uma conferida nas bonecas vendidas nas lojas de brinquedos. A maioria é branca. Pesquisa feita em sites de comércio virtual de 22 fabricantes ligados à Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos) mostrou que bonecas negras representam 6% dos modelos fabricados (pesquisa Cadê Nossa Boneca, da organização Avante, 2021). Uma assimetria e tanto se olharmos para o Censo 2022, cujos dados mostram que negros e pardos são 56% da população brasileira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 18:44:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
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         <description><![CDATA[<p>A indígena brasileira Maira Gomez, da etnia Tatuyo, no Amazonas, foi reproduzida em uma Barbie. Maira é criadora de conteúdo digital sobre cultura indígena onde mostra hábitos familiares, e nas redes sociais é conhecida como @cunhaporangaoficial. Somente na conta do aplicativo TikTok, Maira tem mais de 6,6 milhões de seguidores.</p><p><br></p><p>O lançamento da boneca foi anunciado na rede social da Barbie, nessa quarta-feira (6), para comemorar os 65 anos da boneca, em 9 de março. “Em todo o mundo, as mulheres sempre se elevaram acima do status quo [estado das coisas] para imaginar maiores possibilidades para si mesmas e para as gerações futuras”, diz a publicação.  O lançamento marca também o Dia Internacional da Mulher, em 2024, neste 8 de março. </p><p><br></p><p>Criada pela empresa Mattel em 1959, o brinquedo que virou ícone mundial representa diferentes profissões e estilos. A indústria já havia criado bonecas de indígenas nativas norte-americanas, mas é a primeira vez que homenageia uma indígena do Brasil.</p><p><br></p><p>E, ao invés do universo cor-de-rosa, bastante retratado no filme Barbie, de 2023, e estereótipo da boneca fashion com cabelos loiros da personagem principal, a nova versão do brinquedo retrata pinturas gráficas no rosto com os frutos urucum e jenipapo, adornos ancestrais feitos de penas e sementes, como colares, brincos e tiaras e roupas que simulam palhas de tradição indígena do Brasil.</p><p><br></p><p>Em sua conta do Instagram, a jovem indígena pergunta aos internautas se ela estaria vivendo um sonho. "Essa semana estivemos em São Paulo para receber essa bela homenagem da Mattel, representando o Brasil em Barbie Role Model, em comemoração aos 65 anos da Barbie e o Dia Internacional da Mulher. Obrigado, Mattel, por essa homenagem. É uma honra representar nosso país. Afinal, você pode ser o que quiser!", agradeceu.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 18:52:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipehsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3054881964</link>
         <description><![CDATA[<p>A Mattel, na verdade, já tinha criado sua primeira boneca negra em 1967. Com um nome pejorativo, Colored Francie, ela era considerada prima da Barbie e já existia em sua versão branca, lançada no ano</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 18:53:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3054883540</link>
         <description><![CDATA[<p>Bonecas negras representam apenas 6% dos modelos fabricados pelas principais marcas que comercializam esses brinquedos no Brasil, de acordo com o levantamento Cadê Nossa Boneca, feito pela organização Avante – Educação e Mobilização Social. O percentual é inferior aos 7% registrados no levantamento feito em 2018. </p><p><br></p><p>O levantamento foi feito em agosto deste ano, em sites de comércio virtual de 14 dos 22 fabricantes de brinquedos associados a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq). Segundo a pesquisa, oito sites estavam em manutenção. Dentre as empresas analisadas, apenas oito possuíam bonecas negras nos respectivos inventários. Em todos eles, segundo o estudo, a proporção de modelos de bonecas negras em relação às bonecas brancas é inferior a 20%.</p><p><br></p><p>“Se sair na rua e olhar o comércio, você vai saber”, diz, a psicóloga, consultora associada da Avante e uma das idealizadoras da campanha Ana Marcílio. “Você conta as bonecas na vitrine, conta as lojas com vitrine com bonecas pretas e depois conta o número de bonecas em cada loja, você vai ver que é irrisório”, acrescenta. </p><p><br></p><p>O movimento Cadê Nossa Boneca nasceu do sonho de Ana Marcilio, Mylene Alves e Raquel Rocha, de verem vitrines mais diversas e brinquedos que de fato representassem a sociedade brasileira, que de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem 56,1% da população formada por pessoas negras. O levantamento foi feito em 2016, 2018 e agora, em 2020 e a porcentagem de modelos disponíveis no mercado pouco mudou. Em 2016 era 6,3, passando para 7% e, agora, para 6%. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 18:59:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é representatividade negra?</title>
         <author>mariafdsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3054883545</link>
         <description><![CDATA[<p>Representatividade negra, também conhecida como representatividade racial, refere-se à importância de incluir e destacar indivíduos e vozes da comunidade negra em diversos setores da sociedade, como mídia, política, cultura, educação, negócios e outras áreas. O termo destaca a necessidade de garantir que pessoas de ascendência africana sejam visíveis, ouvidas e respeitadas em espaços onde historicamente foram marginalizadas ou sub-representadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 18:59:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão </title>
         <author>mariafdsilva</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3059777336</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Persebemos que muitas pessoas tem bonecas negras  mais na 2 tem muitas pessoas com bonecas brancas</p><p><br></p><p>Na 3 muitas pessoas acham importante crianças terem representatividade na infância.</p><p><br></p><p>Na 4 poucas pessoas compraram bonecas negra para alguma criança</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-23 18:38:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3059777336</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3061378788</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Esta matéria faz parte da </em><a rel="noopener" href="https://bit.ly/SerieAntirracista"><em>série antirracista</em></a><em> do RioOnWatch e também de </em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://bit.ly/ROWeNECLES"><em>uma parceria</em></a><em> com o </em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://bit.ly/33EFNGY"><em>Núcleo de Estudos Críticos em Linguagem, Educação e Sociedade (NECLES)</em></a><em>, da UFF, para que seja utilizada como um recurso pedagógico em escolas públicas de Niterói. Especialmente neste mês, que celebramos a </em><a rel="noopener noreferrer" href="http://bit.ly/2XCc5is"><em>Consciência Negra</em></a><em>, convidamos você a conhecer o nosso projeto que traz conteúdos midiáticos semanais ao longo de 2021—</em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://bit.ly/SerieAntirracista"><em>Enraizando o Antirracismo nas Favelas: Desconstruindo Narrativas Sociais sobre Racismo no Rio de Janeiro</em></a>.</p><p><em>Nesta matéria o estudante universitário, </em><a rel="noopener" href="https://bit.ly/3aHcHdH"><em>Luan Nascimento</em></a><em>, reflete sobre como a falta de representatividade nos brinquedos afeta as crianças negras e traz seu relato pessoal sobre como essa violência simbólica gerou nele um desejo de mudança, que se materializou no projeto </em><a rel="noopener" href="https://bit.ly/3vaW3Ni"><em>Boneca Pretta</em></a><em>—fundado a partir das inquietações de sua mãe, Adriana da Silva Bezerra.</em></p><p><br></p><p>Você ainda se lembra quais eram seus brinquedos favoritos na infância? Sendo preto, como eu, quantas daquelas bonecas e bonecos se pareciam com você? <a rel="noopener" href="https://bit.ly/3lYgMy8">No Brasil, mais da metade da população é negra, 54%</a>, mas para encontrar referências de pessoas pretas na TV ou em lojas de brinquedos, é preciso muito esforço.</p><p>Há dez ou quinze anos, desenvolver bonecas pretas<em>—</em>como um instrumento capaz de fortalecer a autoestima das crianças e ensiná-las sobre a diversidade existente no mundo<em>—</em>não era relevante para o mercado nacional de brinquedos. Mas o tempo passou e, apesar de haver um caminho muito longo pela frente, as coisas estão mudando. Hoje mais do que nunca, bonecas e brinquedos pretos importam e fazem toda a diferença na vida de pessoas pretas, sobretudo durante a primeira fase da vida.</p><p>Muito se fala sobre <a rel="noopener" href="https://bit.ly/3kSeliW">representatividade negra</a>, mas poucos conhecem o real significado e efeito que ela tem no processo de construção da subjetividade de uma pessoa preta. Representatividade é indiscutivelmente muito importante na formação de identidade dos indivíduos, no entanto, quando se é mulher, pessoa com deficiência, LGBTQIA+ e/ou negro, esse direito de se ver representado no mundo é constantemente negado. A representatividade não é importante apenas para a organização de grupos que lutam por direitos, mas também faz parte da formação social e intelectual do indivíduo que, desde cedo, é apresentado às normas, papéis e espaços sociais reproduzidos em brinquedos e brincadeiras.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-25 19:34:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3061379335</link>
         <description><![CDATA[<p>Na casa da historiadora Jaciana Melquiades, de 34 anos, no Rio de Janeiro, menino brinca de boneca sim. E bonecas negras, da cor da pele da família. Mas nem sempre foi assim. Quando Jaciana engravidou, não encontrou itens relacionados a crianças negras para montar o quarto do filho Matias. Transformou a demanda em negócio e criou uma fábrica de bonecos e bonecas negras. Batizada de “Era uma Vez o Mundo” a empresa transforma em brinquedos celebridades negras que buscam combater o racismo e já chamou a atenção até de um ator britânico da saga Star Wars. Agora, Jaciana prepara o estoque para o Dia das Crianças e Natal paralelamente ao trabalho voluntário de combate ao racismo nas esc... - Veja mais em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2018/09/16/passei-a-fabricar-bonecos-negros-para-que-meu-filho-se-identificasse.htm?cmpid=copiaecola">https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2018/09/16/passei-a-fabricar-bonecos-negros-para-que-meu-filho-se-identificasse.htm?cmpid=copiaecola</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-25 19:35:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3061379734</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Principais vantagens dos bonecos negros</strong></p><p>Pra começar, presentear a meninada com <a rel="noopener" href="https://www.magazineluiza.com.br/bonecos-inclusivos/brinquedos/s/br/boic/">bonecos</a> de diferentes cores de pele, como <a rel="noopener" href="https://www.magazineluiza.com.br/bonecas/brinquedos/s/br/BCNG/">boneca</a> e <a rel="noopener" href="https://www.magazineluiza.com.br/boneco-negro/brinquedos/s/br/bogr/">boneco negro</a>, é um jeito leve de mostrar que as diversidades fazem parte do mundo, são naturais e incríveis, e que todos são lindos e especiais à sua maneira.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Além disso, é muito importante que as crianças se sintam valorizadas e representadas, ou seja, encontrem bonecos parecidos com elas. Assim conseguem se identificar e ter mais autoconfiança. Amei!</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Bonecos que ensinam sobre respeito e diversidade</strong></p><p>As vantagens não param por aí! Com as bonecas negras, dá pra ensinar a olhar pro outro com empatia e afeto, desde pequenos. Afinal, todos são diferentes e únicos e merecem respeito!</p><p>&nbsp;</p><p>E mais: é um jeito divertido dos pais ou responsáveis contarem pras crianças sobre culturas, histórias, tradições e origens. E aí estimula a conversa sobre temas essenciais, como igualdade, tolerância e amor ao próximo, e ainda curtem um momento juntos!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-25 19:37:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>miguelgmellos</author>
         <link>https://padlet.com/thalesamello/Bookmarks/wish/3061381043</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais da metade da população brasileira se declara negra, mas 97% das bonecas vendidas na internet são brancas. Pensando nisso, um ateliê no Rio de Janeiro de brinquedos educativos faz bonecas que reproduzem o perfil da maioria do povo brasileiro. Os bonecos têm a pele negra e os cabelos crespos, tudo pra conquistar um consumidor até então esquecido: os afro-brasileiros.</p><p>Jaciana Melquiades e o marido Leandro Melquiades começaram a fazer bonecas e bonecos informalmente em 2011. Ano passado, pegaram R$ 22 mil em um financiamento coletivo e investiram na compra de equipamentos, matéria-prima e na certificação junto ao Inmetro.</p><p>Os potenciais consumidores dessas bonecas, a população negra no Brasil, tem baixo poder aquisitivo, por isso elas não podem ter preço muito alto. O desafio é baixar custos. Para isso há um aproveitamento total do tecido, com um metro é possível fazer entre 60 e 70 bonecas.</p><p>A boneca almofada custa R$ 25 e o modelo que fica em pé, R$ 60. “O cabelo é de lã, dá ideia do cacho, de cabelo mais volumoso. Ela também desmonta e a criança consegue contemplar pessoas que tenham alguma deficiência, que é demanda também que chegou pra gente”, conta Jaciana.</p><p>Em 2017, a empresa mudou de status e passou de MEI para microempresa, com faturamento de R$ 90 mil, 60% a mais do que em 2016. O crescimento que exigiu treinamento dos funcionários. A mão de obra é o maior desafio. Por isso, foi preciso pensar em toda linha de produção, todas as etapas de fabricação, para conseguir encontrar pessoas e qualificá-las.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-25 19:41:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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