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      <title>Trancestralidade - resistências ancestrais e atuais LGBTQIAP+ by lucas dantas</title>
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      <description>Esse padlet foi construído como uma atividade colaborativa pelos alunes da Pós-Graduação em Inclusão Escolar e Diversidade, dentro da disciplina Identidade, Gênero e Sexualidade ministrado pela Profa. Ma. Lucas Dantas, no Instituto Singularidades.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-10 21:05:07 UTC</pubDate>
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         <title>Madame Satã (1.900 - 1976)</title>
         <author>4121lucas</author>
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         <description><![CDATA[<div>João Francisco dos Santos, mais conhecido como Madame Satã, foi um transformista brasileiro, uma figura emblemática e um dos personagens mais representativos da vida noturna e marginal da Lapa carioca na primeira metade do século XX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 21:17:37 UTC</pubDate>
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         <title>Anderson Herzer (1962 - 1982)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Anderson Herzer foi um escritor e poeta transexual.  Nasceu no Paraná em 10 de junho de 1962.  Ficou órfão ainda na primeira infância.&nbsp; Em conflito com sua identidade de gênero, primeiro se revelou homossexual, depois se afirmou como transexual.&nbsp; Logo cedo, segundo indicações de registros escolares, envolveu-se em brigas na escola e também passou a consumir álcool. Subsequentemente, viciou-se em drogas, o que o fez entrar para a antiga FEBEM – onde adotou o nome "Anderson <em>Bigode</em> Herzer", aos 14 anos. Lá ficou como interno até os 17, quando o deputado estadual Eduardo Suplicy, sensibilizado com seus poemas e sua história, lhe deu uma oportunidade de trabalho em seu gabinete.&nbsp; Entretanto, ainda sofrendo profundos traumas,&nbsp; Anderson Herzer se suicidou em 10 de agosto de 1982.&nbsp; Teve sua vida publicada no livro "A Queda para o Alto" cujo conteúdo serviu de inspiração para o filme "Vera".</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 13:37:12 UTC</pubDate>
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         <title>Marielle Franco (1979 - 2018)</title>
         <author>4121lucas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Marielle Franco, foi uma socióloga e política brasileira. Filiada ao Partido Socialismo e Liberdade, elegeu-se vereadora do Rio de Janeiro para a Legislatura 2017-2020, durante a eleição municipal de 2016, com a quinta maior votação.&nbsp; Se identificava como <strong>bissexual</strong>. Em 2017, mudou-se para o bairro carioca da Tijuca com sua companheira, Mônica Tereza Benício, e sua filha Luyara Santos, então com 18 anos de idade. Foi assassinada em 2018 e seu assassinato ainda permanece sem resolução. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 17:51:18 UTC</pubDate>
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         <title>Neon Cunha (1980 - atual)</title>
         <author>4121lucas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nasceu em 24 de janeiro de 1980, em Belo Horizonte. Mulher, negra, ameríndia e transgênera questionadora da branquitude e cisgeneridade tóxicas. Publicitária e diretora de arte. Primeira mulher trans a mudar de nome sem diagnóstico de patologia. Ao pedir direito à morte assistida, caso o Estado não mudasse seu nome, entrou para história e mudou a vida das pessoas trans do Brasil. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 18:01:16 UTC</pubDate>
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         <title>Keila Simpson (1965 - atual)</title>
         <author>4121lucas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Travesti, ativista do Movimento LGBT desde 1990. Líder da principal rede nacional que atua na defesa dos direitos humanos da população trans, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA). Foi vice-presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT). Foi presidente do Conselho Nacional de Combate à Discriminação de LGBT em 2013, ano em que recebeu da então presidenta Dilma Rousseff o Prêmio Nacional de Direitos Humanos pelos relevantes serviços prestados à população LGBT do Brasil. Nos últimos anos, coordenou o Centro de Promoção e Defesa dos Direitos de LGBT (CPDD LGBT), espaço que recebe denúncias de violações de direitos da população LGBT da Bahia</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 18:05:33 UTC</pubDate>
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         <title>Jovanna Baby (1960 - atual)</title>
         <author>4121lucas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fundadora da primeira entidade travesti brasileira e latino-americana, a ASTRAL. Da prostituição aos cargos públicos, a mulher negra e travesti liderou os primeiros movimentos transexuais no Brasil e hoje representa o Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros. É autora do livro "Bajubá: memórias e diálogos das travestis”.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 18:12:51 UTC</pubDate>
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         <title>Eloína dos Leopardos - 1937 (85 anos)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Pioneira na representação trans e travesti nas artes, ela foi a primeira rainha de bateria do Carnaval pela Beija-Flor/RJ, e inaugurando a função célebre na Marquês de Sapucaí. Comandou um movimentado salão de beleza na zona sul carioca. Depois de tudo isso, mudou-se de mala e cuia para São Paulo, onde tornou-se estrela da noite e da gastronomia paulistana e atualmente é a grande diva do Bar da Dona Onça, no Copan. Foi uma das personalidades trans que receberam o <strong>Prêmio Claudia Wonder. </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 10:40:02 UTC</pubDate>
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         <title>Cintura Fina (1933 - 1995)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cintura Fina nasceu no Ceará e viveu em Belo Horizonte por quase 30 anos, nas décadas de 50, 60 e 70. Durante esse tempo, fez um pouco de tudo: foi cozinheira, faxineira, profissional do sexo, gari. Mas se destacou na mídia por sua personalidade combativa e pelo uso da navalha para se defender de agressões. Apesar de ser retratada como violenta pela imprensa, Cintura Fina era conhecida nas ruas por sua personalidade amigável e por defender as populações mais vulneráveis, principalmente as prostitutas. A travesti viveu seus últimos anos de vida em Uberaba e morreu em 1995, aos 62 anos. Apenas três anos depois, Cintura Fina se tornou conhecida nacionalmente ao ser interpretada por Matheus Nachtergaele na minissérie Hilda Furacão, da TV Globo. Neste ano, sua vida virou livro: uma biografia intitulada <em>Enverga, Mas Não Quebra: Cintura Fina em Belo Horizonte</em>, de autoria do pesquisador sobre memórias LGBTQIA+ Luiz Morando.&nbsp;<br><br>Fonte: ufmg.br atualizado em 21 de dezembro de 2021 e com acesso em 15 de maio de 2022 às 19h40<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 22:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Luma Nogueira de Andrade - 1969 - atualmente </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Luma é a primeira travesti a ser nomeada Doutora no Brasil, Luma obteve o titulo pelo&nbsp; estado Ceará em 2012.&nbsp; Ela também é a primeira travesti a fazer parte do quadro efetivo de docentes em uma universidade federal.<br><br>Em 2010, Luma conseguiu o direito de ratificar seus documentos para seu nome social, como é conhecida hoje.<br><br>Luma atua nas seguintes áreas: Direitos Humanos, Diversidade cultural, Etnicorracialidade, gênero e sexualidade, Educação, Políticas públicas e Movimentos Sociais<br><br><br>Fontes: wikipedia, escavador e curriculo lattes</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 18:02:58 UTC</pubDate>
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         <title>Tibira do Maranhão - (Condenado em 1613/14)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tibira foi um índio da tribo tupinambá executado com armas de artilharia entre 1613/14 por conta de sua orientação sexual em São Luis - MA. O caso de Tibira foi considerado o primeiro caso de morte por homofobia na história do país.&nbsp;<br><br>Tibira é um termo indígena para se referir a homossexuais. De acordo com registros, o sociólogo e antropólogo Luiz Mott vem tentando trazer mais luz ao caso de Tibira para que seja reconhecido como mártir e fazem campanhas para que sua história seja divulgada trazendo mais visibilidade e evidencias sobre os casos de homofobia no país.<br><br><br><br>Fontes: BBC; Wikipedia <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 19:28:47 UTC</pubDate>
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         <title>Symmy Larrat (1978-atual)</title>
         <author>ai_wakamoto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Symmy Larrat nasceu em 25 de fevereiro de 1978 em Belém/Pará. Iniciou sua atuação militante no início na década de 1990, no Norte do país, por meio das Comunidades Eclesiais de Bases na região e no movimento estudantil. Ingressou na Faculdade de Jornalismo no contexto do Massacre dos Sem-Terra no Pará, conhecido como Massacre de Eldorado dos Carajás, quando 19 militantes do MST foram assassinados, em 1996. Então, na universidade, integra os movimentos sociais de enfrentamento ao governo FHC (1994-2002) e participa de várias marchas e ocupações, chegando a atuar em Eldorado. Seu envolvimento com esses temas ajuda Larrat a compreender a importância dos movimentos sociais. No entanto, afastou-se da universidade ao envolver-se também com o universo drag e iniciar suas apresentações nas noites de Belém. Enfrentando o preconceito, deixou a graduação e atuou como prostituta. Atualmente se reconhece como travesti, feminista e milita nas causas LGBT e pela Transcidadania. É a atual presidenta da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT) – a organização LGBTQIA+ mais antiga do país.<br><br>(Fonte: <a href="http://memorialdaresistenciasp.org.br/pessoas/symmy-larrat/">http://memorialdaresistenciasp.org.br/pessoas/symmy-larrat/ </a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 00:15:20 UTC</pubDate>
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         <title>Victor di Marco (1995 - atual)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Victor di Marco (1998-atual)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 12:44:58 UTC</pubDate>
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         <title>Xica Manicongo - (Denunciada em 1591) </title>
         <author>fernandapetrachin</author>
         <link>https://padlet.com/4121lucas/3268bayjff1zy1g3/wish/2189920000</link>
         <description><![CDATA[<div>Africana escravizada que viveu em Salvador durante o final do século XVI e afirmou identidade feminina. Manicongo é título utilizado pelos governantes no Reino do Congo para se referir aos seus senhores e às suas divindades. Vestia-se com um pano amarrado com nó para frente, similar às vestimentas dos quimbanda (termo bantu que significa tanto “invertido” como “curador”).<br>&nbsp;<br>Foi denunciada para o Tribunal do Santo Ofício em 1591 e acusada de sodomia, cuja penalidade era a morte. Para sobreviver, Xica Manicongo precisou negar sua identidade e viver sob a vigilância da Igreja.<br><br>Sua história foi redescoberta pelo antropólogo Luiz Mott a partir da pesquisa nos arquivos inquisitoriais. Xica Manicongo é considerada a primeira travesti da história do Brasil.<br><br>Fonte: https://buzzfeed.com.br/post/voce-conhece-a-historia-de-xica-manicongo</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 17:39:58 UTC</pubDate>
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         <title>Katú Mirim (1986 - atual)</title>
         <author>fernandapetrachin</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rapper, ativista, lésbica, indígena urbana da periferia de São Paulo.<br>Ainda bebê foi adotada por uma família não-indígena e, adolescente, descobriu que sua família biológica era composta por indígenas e negros. Afirma-se como indígena Boe Bororo e foi batizada pelos Guarani Mbya.<br><br>Indígena do povo Boe Bororo, suas letras discutem pela óptica indígena a demarcação de terras, o resgate da ancestralidade, o indígena no contexto urbano, o uso indiscriminado de sua cultura e a forma como é tratado no Brasil, em especial o grupo indígena LGBTQI+.<br><br>Fonte: https://www.katumirim.com/<br>https://diversos22.sescsp.org.br/programacao/94000003957670/katu-mirim-lancamento-do-primeiro-album-revolta<br><br><mark>Spotify:</mark> https://open.spotify.com/artist/0yWiR1yDhEOBiiYDwwuZEN<br><br><mark>Instagram:<br></mark>https://www.instagram.com/katumirim/<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 18:00:41 UTC</pubDate>
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         <title>Brenda Lee (1948 - 1996)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A ativista Brenda Lee nasceu Cícero Caetano Leonardo, na cidade de Bodocó, em Pernambuco, no dia 10 de janeiro de 1948. Bastante discriminada na sua cidade natal, Brenda decidiu partir rumo ao sudeste.</div><div>Quando mudou para São Paulo, aos 14 anos, se estabeleceu no bairro do Bixiga e adotou o nome Brenda Lee. Já nessa primeira casa que comprou, Brenda acolheu um rapaz soropositivo, numa época em que pouco ou nada se sabia sobre a doença.</div><div>A partir de então, passou a receber em sua casa quem não tinha condições para se tratar e precisava de atendimento. Se no princípio o foco eram portadores do HIV, logo Brenda começou a acolher, de maneira geral, pessoas da comunidade LGBT que precisavam de apoio.&nbsp;</div><div>Brenda era carinhosamente chamada de "<em>o anjo da guarda das travestis</em>".</div><div>A Casa de Apoio Brenda Lee (conhecida carinhosamente como "o Palácio das Princesas"), situada no centro de São Paulo, foi fundada no ano de 1986 para acolher e prestar atendimento médico, psicológico, jurídico e social aos soropositivos e pessoas da comunidade LGBT.</div><div>Após a sua morte, a casa foi vendida e tornou-se uma ONG voltada única e exclusivamente para o oferecimento de cursos. Esse período durou entre 2011 e 2015.</div><div>Em 2016, o espaço foi reaberto e voltou a atender pacientes soropositivos e membros da comunidade LGBT que precisassem de auxílio, assim como no projeto inicialmente idealizado por Brenda.</div><div>Quando tinha apenas 48 anos, Brenda foi assassinada com dois tiros (um na boca e outro no peito) e encontrada no interior de uma Kombi no dia 28 de maio de 1996.</div><div>O crime teria motivações financeiras e foi levado a cabo por dois irmãos (Gilmar Dantas Felismino e o ex-policial militar José Rogério de Araújo). O primeiro deles foi antigo funcionário de Brenda.</div><div><em>Fonte: www.ebiografia.com</em></div>]]></description>
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         <title>Filipa de Sousa (1556 - 1600)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Portuguesa acusada de lesbianismo. Aos 35 anos de idade, em 18 de Dezembro de 1591 foi condenada por manter relacionamento lésbico pelo Tribunal do Santo Ofício, levada ao Pelourinho, onde foi presa e açoitada diante de todos.&nbsp; Este é o primeiro registro de relacionamentos lésbicos ocorridos no Brasil, já que acabou documentado por meio do Tribunal do Santo Ofício, sendo também reconhecido como o primeiro caso de perseguição sexual.&nbsp; Filipa ficou conhecida como "a mais ousada, persistente e castigada de todas as lésbicas das colônias da América", razão pela qual seu nome foi atribuído desde 1994 ao principal prêmio internacional de direitos humanos dos homossexuais, o "Prêmio Felipa de Souza".</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 18:34:06 UTC</pubDate>
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         <title>Roberta Close 1964 - vivíssima!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Roberta Close é uma das primeiras artistas brasileiras trans a ganhar visibilidade internacional. Seu principal trabalho é como modelo, onde ganhou diversos títulos e posou pra diversas revistas e sites. Já foi, inclusive, cotada como mulher mais bonita do Brasil.<br>Por acessar tamanha visibilidade, viveu situações&nbsp;abusivas em relação à imprensa e a maneira como o mundo recebia (e recebe) uma mulher trans que não podem esconder.<br>É uma referência importante de resistência e prosperidade. Nos ajuda a construir outros imaginários em relação à pessoas trans, um imaginário mais digno e humanizado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 20:29:43 UTC</pubDate>
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         <title>Bielo Pereira (1987 - atual)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Referência em amor próprio e luta contra gordofobia, Bielo Pereira apresenta-se no LinkedIN da seguinte forma: "Eu sou plural, preta, gorda maior, trans, bigênere e eu amo dar voz à todas minorias. Sou apresentadora, embaixatriz e crio conteúdo para mais de 200 mil seguidores que buscam pautas de gordoativismo, empoderamento de pessoas negras, luta contra a discriminação da população LGBTQ+. Sou palestrante e consultora em diversidade e inclusão corporativa, atuo com planejamento e criação de políticas e práticas inclusivas, treinamentos e webinar educativos."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 20:38:44 UTC</pubDate>
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         <title>Dep. Erica Malunguinho (1981 - atual)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 2018, foi eleita deputada estadual por São Paulo, sendo a primeira mulher trans da Assembleia Legislativa de São Paulo. Erica é mestra em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo (USP) e criadora do Aparelha Luzia, um espaço para fomentar produções artísticas e intelectuais na capital paulista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 20:44:11 UTC</pubDate>
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         <title>Kátia Tapety- ( 1949)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Kátia Nogueira Tapety</strong> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oeiras_(Piau%C3%AD)">Oeiras</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/24_de_abril">24 de abril</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1949">1949</a>) é uma política <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Transexual">transexual</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileira</a>. Foi a primeira transexual a se eleger para um cargo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica">político</a> no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>. Foi eleita <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vereador">vereadora</a> em 1992, 1996 e 2000 (sempre em primeiro lugar</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 17:36:39 UTC</pubDate>
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         <title>Ruddy Pinho (1945 - 2021)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ela nasceu em Sabinópolis, no interior de Minas, e começou a trabalhar com cortes de cabelos aos 16 anos. Chegou ao Rio em 1965.&nbsp; Famosa travesti que fez cabelos de muitas&nbsp; famosas, estrelas globais, como Susana vieira e Marília pêra. Conhecida como "A maravilhosa", durante décadas, Ruddy teve um dos salões mais disputados do Rio de Janeiro, localizado no número 302 da rua Visconde de Pirajá, no coração do bairro de Ipanema, na zona sul do Rio. O lugar chegou a ter 40 funcionários e receber mais de 100 clientes nos tempos de auge. Ruddy atuou em três filmes, entre eles “Navalha na carne”, de Neville de Almeida, ao lado de Vera Fischer. Seu último trabalho como atriz foi “Divinas Divas”, com Jane di Castro e Rogéria. Ruddy também era escritora, chegando a ser premiada em concurso literário da Biblioteca Nacional.Ruddy fez a transição de gênero tardiamente, aos 40 anos, quando foi passar uns tempos na Europa, após vivenciar uma espécie de inferno astral. Faleceu em 04/02/2021 aos 76 anos no Rio de Janeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 21:20:16 UTC</pubDate>
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         <title>Leandrinha Duart (1995 - atual)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Leandrinha DuArt é&nbsp; <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2020-12-02/conheca-cacai-bauer-influenciadora-com-sindrome-de-down-que-brilha-nas-redes.html"><strong>ativista</strong></a> pelos direitos das pessoas trans e com <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2020-09-01/fotografa-narra-em-blog-e-canal-diagnostico-de-autismo-ja-na-fase-adulta.html#:~:text=Transtorno%20camuflado,indiv%C3%ADduos%20ao%20longo%20da%20vida."><strong>deficiência.</strong></a>&nbsp; Ela tem 25 anos e começou a ganhar destaque nas redes sociais em 2017, quando passou a publicar sua rotina e falar sobre a própria&nbsp; <a href="https://queer.ig.com.br/2021-01-02/mulher-trans-cria-web-novela-e-faz-sucesso-na-internet.html"><strong>sexualidade</strong></a> .</div><div>Leandrinha nasceu em Passos, no interior de Minas Gerais, com Síndrome de Larsen,&nbsp; que é uma rara desordem de origem genética que afeta o desenvolvimento dos ossos e caracteriza-se pela ocorrência de luxações e deslocamentos ainda no útero materno.</div><div>“A síndrome causa malformações ósseas. Então, algumas pessoas usam cadeiras; outras, não”, explica. A relação com o corpo sempre era um problema, ela conta, já que se sentia diferente e não tinha referências de outras mulheres com deficiência. “Foi um período ruim, pois eu olhava para os lados e não via corpos com os quais eu pudesse me identificar.”</div><div>Vinda de uma família religiosa, Leandrinha sempre frequentou a igreja. Aos 17 anos, ela decidiu romper com a religião, pois considerava que os conceitos passados naquele ambiente eram machistas. Leandrinha, que é mulher trans, havia percebido que sentia atração por homens e queria descobrir mais sobre sua sexualidade.<br><br></div><div>Coisas que descobri em seu instagram:<br><br></div><div>Leandrinha é Midialivrista, artivista, fotógrafa, produtora, blogueira, comunicadora, militante nas causas de Pcd's e LGBT's.<br><br></div><div>O movimento midialivrista vale-se do uso das novas tecnologias de informação e comunicação e da estrutura rizomática das redes digitais para comunicar-se diretamente com “a massa”, evitando hierarquias que reproduzam a velha lógica um-todos que dominou a comunicação da grande indústria da informação no século XX.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 22:56:57 UTC</pubDate>
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         <title>João W. Nery (1950-2018)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nery foi um ativista transmasculino e o primeiro homem trans a se submeter a uma cirurgia de readequação sexual no Brasil, em 77, quando havia pouquíssima informação sobre o procedimento. Foi, também, o primeiro a publicar essa história, em 2 livros lançados um ano após sua morte.&nbsp;</div><div>“Havia a sensação de estarmos ilhados. Não podíamos comunicar a ninguém onde estávamos” - escreveu Nery sobre sua cirurgia, realizada às escondidas, em plena ditadura militar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 13:28:14 UTC</pubDate>
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         <title>George Lafond (1952 - 2022)</title>
         <author>escritorsemhistoria</author>
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         <description><![CDATA[<div>De origem brasileira, abertamente homossexual, Lafond nasceu em 1952 na cidade de Nilópolis: um dos treze municípios da Baixada Fluminense (no RJ). Se formou em teatro pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, tendo consolidado sua carreira por meio da atuação,&nbsp; da comédia, da dança e da performance Drag Queen no Brasil, levantando pautas sobre gênero e sexualidade pelos espaços em que esteve presente. Além disso, conduziu sua profissão de modo internacional, trabalhando em uma companhia de dança folclórica que se apresentava pela Europa e América do Norte. Sua principal personagem foi Vera Verão, e alcançou diversos espaços com suas apresentações: Desde os muitos cabarés do Rio de Janeiro até as Emissoras de TV aberta mais famosas do país. Faleceu aos 50 anos, vítima de uma parada cardiorrespiratória. Hoje é reconhecido como uma importante figura da comunidade LGBT e negra do nosso país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-22 17:39:47 UTC</pubDate>
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         <title>Alessandra Ramos Makkeda (1982 - 2022)</title>
         <author>4121lucas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alessandra Ramos Makkeda foi uma defensora dos direitos humanos brasileira e uma ativista proeminente em questões LGBTI. Alessandra nasceu em 1982 em Brasília e morava no Rio de Janeiro. Ela foi uma mulher trans e ativista LGBTI, intérprete de LIBRAS, que lutava incansavelmente pelas pautas trans e raciais no Brasil! Faleceu em 2022 no dia 15/05, dia do Orgulho de Ser Trans e Travesti. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-22 20:04:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aoi Berriel (1996 - atual)</title>
         <author>4121lucas</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Aoi Berriel</strong>, de 24 anos, que se identifica como não-binária, foi a primeira pessoa no Brasil a conseguir, na Justiça do Rio de Janeiro, a autorização para ter em sua certidão de nascimento “sexo não especificado”. A defensora pública Letícia Furtado, coordenadora do Núcleo de Defesa dos Direitos Homoafetivos (Nudversis) afirma não ter conhecimento de uma decisão como essa no país e ressalta que servirá como precedente para que outras pessoas não-binárias recorram ao Judiciário.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-22 20:13:31 UTC</pubDate>
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         <title>Jonas Maria</title>
         <author>4121lucas</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Jonas Maria</em></strong> é escritor, educador e produtor de conteúdo online sobre transexualidade, gênero e estudos e afins.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-22 20:15:26 UTC</pubDate>
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         <title>Linn da Quebrada (1990 - atual)</title>
         <author>4121lucas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lina Pereira dos Santos, mais conhecida como Linn da Quebrada, é atriz e cantora. Nasceu na capital de São Paulo, mas cresceu no interior do estado. Iniciou a carreira artística como performer, e, na adolescência, também foi auxiliar de cabeleireira. Sua primeira música autoral foi lançada em 2016, com o título Enviadescer, e logo após vieram outros singles de sucesso. Em 2019, estreou como atriz na série Segunda Chamada, da Globo, interpretando Natasha e é apresentadora do programa TransMissão, do Canal Brasil. No cinema, protagonizou o premiado documentário Bixa Travesty, em que relata sua trajetória de enfrentamento ao machismo e diversas formas de transfobia. Com este projeto, conquistou o Teddy Awards de Melhor Documentário Estrangeiro, em Berlim. No trabalho e na vida, também é conhecida pelo ativismo LGBTQIAP+.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-22 20:18:33 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Torniero (atual)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Jornalista, ativista pelos direitos das pessoas com deficiência e consultor em acessibilidade. Faz produção de conteúdo para empresas e agências, além de reportagens para portais de conteúdo, revistas e jornais. Publicou matérias em veículos de comunicação como BBC Brasil e HuffPost. https://torniero.com.br/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 17:13:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Erika Hilton (1992 - atual)</title>
         <author>pasante3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Erika Santos Silva, conocida como Erika Hilton es una activista por los derechos de las personas negras y del colectivo LGBT y política brasileña.​ Erika Hilton é a primeira Deputada Federal negra e trans eleita na história do Brasil. Em SP, teve 256.903 votos. Veradora mais votada do país em 2020, por 2 anos foi a presidenta da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de São Paulo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-26 21:14:40 UTC</pubDate>
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