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      <title>Padlet astronomia nas diferentes culturas by </title>
      <link>https://padlet.com/matheusnepoto/31agatdx0ta7odtn</link>
      <description>Criado pelo Matheus Nepomuceno</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-13 20:04:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-11-13 20:53:56 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Os egípcios </title>
         <author>matheusnepoto</author>
         <link>https://padlet.com/matheusnepoto/31agatdx0ta7odtn/wish/2787987289</link>
         <description><![CDATA[<p>Por volta de 3000 a.C.,&nbsp;os egípcios criaram um calendário lunar sincronizado com a prática da agricultura. Esse calendário era composto de 12&nbsp;<strong>ciclos lunares</strong>, que somavam 354&nbsp;dias. A cada 2&nbsp;ou 3 anos, um ciclo lunar era intercalado.O primeiro aparecimento da estrela Sirius antes do pôr do Sol de cada ano coincidia com a cheia anual do rio Nilo, um evento muito importante para a agricultura, pois deixava as terras férteis. Enquanto Sirius não aparecia no céu antes do pôr do Sol, um mês era adicionado, fazendo com que voltassem a ser sincronizadas as fases da Lua com os demais acontecimentos do ano.Os egípcios deixaram desenhos de muitas de suas constelações, porém não há consenso hoje em dia de quais estrelas fariam parte delas. Aparentemente, uma de suas constelações, a do homem olhando por cima de seu ombro, contemplava as estrelas que hoje conhecemos como&nbsp;<strong>cinturão de Órion</strong>. Também é possível inferir que a constelação egípcia da Perna Dianteira faria parte da constelação que hoje chamamos de <strong>Ursa Maior</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 20:34:45 UTC</pubDate>
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         <title>Os babilônios</title>
         <author>matheusnepoto</author>
         <link>https://padlet.com/matheusnepoto/31agatdx0ta7odtn/wish/2787993856</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Mesopotâmia, uma cultura rica floresceu, cerca de 2 a 5 mil anos atrás, entre os povos babilônios. Nessa civilização, o meio natural era tido como a principal forma de comunicação entre os seres humanos e as divindades. Assim, alguns fenômenos naturais podiam ser vistos como tentativas de os(as) deuses(as) comunicarem suas intenções ou instruções para a humanidade. Uma dessas formas de comunicação poderia ser buscada no céu, na leitura dos astros.Alguns exemplos de leitura eram: um meteoro surgindo do leste rumo ao oeste podia ser um indício de que as tropas inimigas perderiam a batalha; Saturno visível na constelação de Leão quando esta estivesse encoberta sugeria que leões e lobos matariam as pessoas durante três anos; e o comércio com o Oriente seria interrompido.Em torno de 1800 a.C.,&nbsp;os babilônios estabeleceram um sistema que agrupava 36&nbsp;estrelas em 3&nbsp;caminhos diferentes no céu, possuindo cada um 12&nbsp;estrelas. Esses caminhos estavam relacionados aos 3&nbsp;deuses criadores: Anu, Ea e Enlil.</p><p>Paralelamente, esse sistema de 36&nbsp;estrelas evoluiu para uma diferenciação em 18&nbsp;constelações localizadas no mesmo caminho em que a Lua percorre o céu. Dentre essas constelações, estavam as que fazem parte da faixa do zodíaco solar (aquele com os 12&nbsp;signos que você já deve ter ouvido falar: Áries, Touro, Peixes, Capricórnio, Sagitário, Gêmeos, Escorpião, Aquário, Libra, Câncer, Virgem e Leão), que ocorre no caminho que o Sol percorre o céu. Isso mostra uma tentativa de fazer um zodíaco lunar, mas como este deu origem ao zodíaco solar não está claro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 20:41:39 UTC</pubDate>
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         <title>O céu para os gregos</title>
         <author>matheusnepoto</author>
         <link>https://padlet.com/matheusnepoto/31agatdx0ta7odtn/wish/2787996484</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo escritos de Aristóteles, um filósofo grego do século IV a.C.&nbsp;os gregos de sua época acreditavam que a Terra era redonda por meio de dados obtidos de suas observações astronômicas. No entanto, muitos pensavam que a Terra era o centro do Universo, e isso se devia, aparentemente, a razões religiosas. Pouco depois de Aristóteles, houve um matemático e astrônomo grego, Aristarco de Samos, que sugeriu que a Terra, assim como os demais planetas, girava em torno do Sol e que este deveria ter um tamanho muito superior ao da Terra. Apesar de hoje sabermos que a Terra e os demais planetas do Sistema Solar giram ao redor do Sol de fato, os homens de sua época não acreditaram em suas ideias.Os gregos herdaram dos babilônios várias constelações e outros conhecimentos astronômicos. Das mais importantes constelações, estão as da faixa zodiacal. Essa é uma região no céu atravessada pela eclíptica.A <strong>eclíptica</strong> é o caminho aparente que o Sol faz no céu ao longo de um ano. Ao longo deste, o Sol atravessa as constelações do zodíaco. Quando dizemos, por exemplo, que "o Sol está em Áries" significa que, naquela época do ano, o Sol acompanha a constelação de Áries no céu. Na astrologia, isso determina o signo solar das pessoas.&nbsp;A astrologia, entretanto, não possui reconhecimento científico. Embora tenha uma importância histórica e cultural, essa área não deve ser confundida com a Astronomia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 20:44:34 UTC</pubDate>
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         <title>Os tupi-guaranis na astronomia</title>
         <author>matheusnepoto</author>
         <link>https://padlet.com/matheusnepoto/31agatdx0ta7odtn/wish/2788001843</link>
         <description><![CDATA[<p>A Astronomia tupi-guarani é rica em conhecimentos acerca do clima, das estações do ano, das épocas de chuva, entre outros. Eles utilizam, por exemplo, as fases da Lua na caça, no plantio e no corte de madeira, sendo a melhor época para essas atividades no período em que a Lua está minguando. Também vinculam as fases da Lua com as marés e as estações do ano, associando essas informações com a melhor época para a pesca.Diferentemente dos demais povos que vimos até aqui, cujas constelações mais importantes se localizam na eclíptica, os tupis-guaranis dão maior importância às que se localizam sobre a Via Láctea – chamada por eles de <strong>Caminho da Anta</strong> –, a faixa no céu que possui a maior quantidade de estrelas e colorações diferentes por conta de suas nebulosas. As figuras de suas constelações não são constituídas apenas pela ligação imaginária entre as estrelas, mas também pelas manchas vistas nessa área do céu. Algumas das mais importantes são:</p><p><br/></p><p>A Ema:</p><p>Essa constelação aparece em várias outras culturas indígenas, inclusive em algumas culturas aborígenes australianas. A cabeça da ema é formada pela nebulosa do saco de carvão. Perto de seu bico, estão as estrelas Alfa e Beta da constelação ocidental da Mosca, que, para os tupis-guaranis, representam os ovos que a ave quer comer. Seu pescoço é formado pelas estrelas Alfa e Beta da constelação ocidental do Centauro –&nbsp;representando os ovos que a Ema já engoliu – e por uma mancha escura da Via Láctea. Sua cauda e um de seus pés são formados por algumas estrelas da constelação ocidental do Escorpião, como Antares e Al Niyatan.</p><p>Quando a Ema surge em sua totalidade, ao anoitecer, indica o início do inverno, para os indígenas do sul, e o início da estação de seca, para os do norte. O mito guarani conta que a constelação do Cruzeiro do Sul segura a cabeça da Ema e que, caso ela se solte, beberá toda a água da Terra.</p><p><br/></p><p>O homem Velho:</p><p>Essa constelação tem o formato de um homem segurando um bastão. Ela é formada por estrelas que fazem parte das constelações ocidentais de Touro e de Órion. Acima da cabeça do Homem Velho, está o aglomerado de estrelas chamado, no Ocidente, de<strong> Plêiades</strong>, representando um penacho amarrado à sua cabeça.</p><p>Na segunda quinzena de dezembro, essa constelação surge por completo, ao anoitecer, ao leste, indicando o início do verão, para os indígenas do sul, e da estação chuvosa, para os do norte. A lenda guarani conta que havia um homem velho cuja esposa queria matá-lo para se unir ao seu irmão. Para tanto, eles cortam uma de suas pernas, razão pela qual a constelação tem uma perna mais curta que a outra. Os deuses teriam ficado com pena do homem e o transformaram em uma constelação no céu.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 20:50:33 UTC</pubDate>
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