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      <title>Biologia e Geologia by Sara Oliveira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-29 09:37:16 UTC</pubDate>
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         <title>Subsistemas terrestres</title>
         <author>saramargarida210</author>
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         <description><![CDATA[<div>       A Terra é formada por vários subsistemas que interagem entre si:</div><ul><li><strong><em>Geosfera- </em></strong>Parte sólida da Terra (formada pelas grandes massas continentais pelos fundos oceânicos), bem como os restantes materiais que se encontram no seu interior.</li><li><strong><em>Hidrosfera- </em></strong>É toda a água no estado líquido e sólido existente na Terra (oceanos, rios, lagos, glaciares e águas subterrâneas)</li><li><strong><em>Atmosfera- </em></strong>É a camada gasosa da Terra, sendo atualmente, constituída por azoto, oxigénio, dióxido de carbono, árgon e vapor de água.</li><li><strong><em>Biosfera- </em></strong>É constituída por todos os seres vivos que habitam a Terra.</li></ul><div>       <br>       Apesar da Terra ser um sistema fechado (existe troca de energia mas não existe troca de matéria), os seus subsistemas são sistemas abertos (existe troca de energia e de matéria) pois interagem entre si.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 09:41:02 UTC</pubDate>
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         <title>Interação entre subsistemas terrestres </title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/309193779</link>
         <description><![CDATA[<div>       Os subsistemas da Terra interagem entre si de forma dinâmica e complexa influenciando-se mutuamente através de cíclicas continuas.<br><br><br>Imagem:<a href="https://www.google.pt/search?q=intera%C3%A7%C3%A3o+entre+subsistemas&amp;rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwi46ZzuvpzfAhWiUxUIHQBiD00Q_AUIDigB&amp;biw=1242&amp;bih=597#imgdii=SEjNTNL6sMjmNM:&amp;imgrc=wEpHhPQxzem_FM:">https://www.google.pt/search?q=intera%C3%A7%C3%A3o+entre+subsistemas&amp;rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwi46ZzuvpzfAhWiUxUIHQBiD00Q_AUIDigB&amp;biw=1242&amp;bih=597#imgdii=SEjNTNL6sMjmNM:&amp;imgrc=wEpHhPQxzem_FM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 10:04:16 UTC</pubDate>
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         <title>Rochas</title>
         <author>saramargarida210</author>
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         <description><![CDATA[<div>       As rochas são agregados naturais de partículas sólidas e são constituídas por minerais. As rochas podem ser classificadas quanto á sua génese:</div><ul><li><strong><em>Rochas sedimentares: </em></strong>São rochas formadas por partículas sedimentares e de matéria orgânica que foram compactadas ao longo do tempo</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 10:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>Relação Geosfera- Atmosfera</title>
         <author>saramargarida210</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>As erupções vulcânicas são muito violentas e ocorre a libertação de grande quantidade de gases e poeiras para a atmosfera. Essas substâncias podem influenciar a quantidade de radiação solar que atinge o planeta e, assim alterar os mecanismos de evaporação e evapotranspiração com a consequente alteração dos regimes das chuvas, que por sua vez, pode provocar alterações nos mecanismos de meteorização e erosão das rochas.</li></ul><div><br><br>Imagem:<a href="https://www.google.pt/search?rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;biw=1242&amp;bih=597&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=LyYSXIqOCaCR1fAPxbasqAU&amp;q=vulcoes&amp;oq=vulcoes&amp;gs_l=img.3..0l10.57980.60387..60709...0.0..1.235.1087.1j4j2......2....1..gws-wiz-img.....0..35i39.WWdCR7kWeQA#imgrc=uOowZmjRG-X6uM:">https://www.google.pt/search?rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;biw=1242&amp;bih=597&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=LyYSXIqOCaCR1fAPxbasqAU&amp;q=vulcoes&amp;oq=vulcoes&amp;gs_l=img.3..0l10.57980.60387..60709...0.0..1.235.1087.1j4j2......2....1..gws-wiz-img.....0..35i39.WWdCR7kWeQA#imgrc=uOowZmjRG-X6uM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 18:47:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/309492479</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>Rochas metamórficas: </em></strong>São rochas que resultam de um conjunto de processos que levam á transformação ou metamorfose de uma rocha pré-existente, devido á ação de uma série de fatores como a temperatura e a pressão (gnaisse).</li><li><strong><em>Rochas magmáticas:</em></strong> São rochas que se formam devido ao arrefecimento do magma. Existem dois tipos de rochas magmáticas:</li></ul><ol><li><strong>Rochas magmáticas extrusivas ou vulcânicas- </strong>Resultam do arrefecimento do magma á superfície (basalto).</li><li><strong><em>Rochas magmáticas intrusivas ou plutónicas-  </em></strong>Resultam do arrefecimento do magma em profundidade (granito).</li></ol><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 19:02:47 UTC</pubDate>
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         <title>Tectónica de placas</title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/309506049</link>
         <description><![CDATA[<div>       Tectónica de placas é uma teoria da geologia que descreve os movimentos de grande escala que ocorrem na litosfera terrestre.<br>       Segundo a teoria da tectônica de placas, as placas tectônicas são criadas nas zonas de divergência, ou zonas de rifte, e são consumidas em zonas de subducção.<br>       Existem três tipos principais de limites entre as placas tectónicas: convergentes, divergentes e transformantes.</div><ul><li><strong><em>Limites convergentes: </em></strong>São zonas de subducção, onde as placas se colidem fazendo com que a placa mais densa e fria mergulhe para  debaixo da outra.</li><li><strong><em>Limites divergentes: </em></strong>Ocorre devido ao afastamento de placas tectónicas que se movem em sentidos opostos, sendo assim, há adição de material magmático à crosta terrestre, o magma ascende por um espaço que existe entra as placas, denominado por rifte.</li><li><strong><em>Limites transformantes: </em></strong>é um tipo de limite entre placas tectónicas em que elas deslizam uma pela outra ao longo de uma falha transformante. Neste tipo de limite não há criação nem destruição da crosta terrestre.</li></ul><div><br><br>Imagem:<a href="https://www.google.pt/search?q=limite+convergente+e+divergente&amp;rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjB393N2ZzfAhVkQxUIHWCaC9QQ_AUIDigB&amp;biw=1242&amp;bih=553#imgrc=7y-rb-pNjk4hQM:">https://www.google.pt/search?q=limite+convergente+e+divergente&amp;rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjB393N2ZzfAhVkQxUIHWCaC9QQ_AUIDigB&amp;biw=1242&amp;bih=553#imgrc=7y-rb-pNjk4hQM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 19:25:26 UTC</pubDate>
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         <title>Vale do Rift</title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/309530359</link>
         <description><![CDATA[<div>       O Vale do Rift<strong>,</strong> também conhecido como Vale da Grande Fenda, é um complexo de falhas tectónica criado há cerca de 35 milhões de anos com a separação das placas tectónicas africana e arábica. Como podemos observar no video abaixo apresentado, a existência do rifte dividiu a África em duas placas menores devido á existência de um limite divergente. Ao longo do vale do rift podemos encontrar principalmente vulcões de tipo efusivo podendo afirmar que é libertada lava com baixo teor de sílica (45%- 50%)e com alta percentagem de ferro/magnésio (Exemplo: vulcão Nyiragongo).<br><br><br><strong>Video:</strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=HZykGpE5RIo">https://www.youtube.com/watch?v=HZykGpE5RIo</a><br><br><br>Imagem:<a href="https://www.google.pt/search?q=vale+do+rift&amp;rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwin0Ja7wJzfAhXirHEKHdXGCEwQ_AUIDigB&amp;biw=1242&amp;bih=597&amp;dpr=1.1#imgrc=9tl1cl382NgHjM:">https://www.google.pt/search?q=vale+do+rift&amp;rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwin0Ja7wJzfAhXirHEKHdXGCEwQ_AUIDigB&amp;biw=1242&amp;bih=597&amp;dpr=1.1#imgrc=9tl1cl382NgHjM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 20:05:30 UTC</pubDate>
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         <title>Vulcanismo</title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/313085867</link>
         <description><![CDATA[<div>       O vulcanismo é o conjunto dos processos através dos quais se dá o derrame de lava, gases e outros materiais (piroclastos) à superfície, provenientes do interior da Terra.   <br>       Consoante a quantidade e intensidade da lava expelida, podemos classificar os tipos de erupção vulcânica em efusiva, explosiva ou mista.</div><ol><li><strong><em>Erupção efusiva: </em></strong>envolve lavas básicas muito fluídas capazes de formar escoadas ou mantos de lava com quilómetros de extensão. Este tipo de lava contém uma percentagem de sílica entre os 45% e 50% e uma maior quantidade de ferro/magnésio e apresenta uma temperatura de 1200Cº.</li><li><strong><em>Erupção explosiva: </em></strong>envolve lavas ácidas, muito viscosas e com capacidade de retenção de gases. As erupções são muito violentas com projecção de materiais vulcânicos (piroclastros) e formação de nuvens ardentes. Este tipo de lava contém uma percentagem de sílica superior a 70% e uma menor quantidade de ferro/magnésio e apresenta uma temperatura de entre 1000Cº- 800Cº.</li><li><strong><em>Erupção mista:</em></strong> envolve a emissão alternada de lavas básicas e ácidas. É constituída por períodos de erupções explosivas com períodos efusivos mais calmos. Este tipo de lava contém uma percentagem de sílica entre os 50%  70% e um valor intermédio de  ferro/magnésio e apresenta uma temperatura entre 1200Cº- 1000Cº.</li></ol><div><br><br>Imagem:<a href="https://www.google.pt/search?rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;biw=1242&amp;bih=597&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=ASgSXOqVE8-gacPdpoAL&amp;q=tipos+de+atividade+vulcanica&amp;oq=tipos+de+atividade+&amp;gs_l=img.3.0.0l2j0i30j0i8i30l7.49346.55385..56424...0.0..1.140.2201.2j17......2....1..gws-wiz-img.....0..35i39j0i67.e9rE_0hqCWk#imgrc=w6KdYGVnID0amM:">https://www.google.pt/search?rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;biw=1242&amp;bih=597&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=ASgSXOqVE8-gacPdpoAL&amp;q=tipos+de+atividade+vulcanica&amp;oq=tipos+de+atividade+&amp;gs_l=img.3.0.0l2j0i30j0i8i30l7.49346.55385..56424...0.0..1.140.2201.2j17......2....1..gws-wiz-img.....0..35i39j0i67.e9rE_0hqCWk#imgrc=w6KdYGVnID0amM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 18:19:25 UTC</pubDate>
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         <title>Relação entre a tectónica de placas e o vulcanismo</title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/313093095</link>
         <description><![CDATA[<div>Exemplo:<br>       Com a existência de um limite convergente entre duas placas tectónicas existe o afundamento da placa mais densa e fria havendo assim acumulação de energia fazendo com que o magma ascenda tendo como consequência abalos sísmicos e a formação de vulcões.<br><br><br><strong>Video: </strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=P3FhtxeDaz4">https://www.youtube.com/watch?v=P3FhtxeDaz4</a><br><br><br>Imagem:<a href="https://www.google.pt/search?q=relacao+entre+tectonica+de+placas+e+o+vulcanismo&amp;rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwikt7PWwJzfAhWFSxUIHVbED7IQ_AUIDigB&amp;biw=1242&amp;bih=597#imgrc=zr8pKi9uAKrJUM:">https://www.google.pt/search?q=relacao+entre+tectonica+de+placas+e+o+vulcanismo&amp;rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwikt7PWwJzfAhWFSxUIHVbED7IQ_AUIDigB&amp;biw=1242&amp;bih=597#imgrc=zr8pKi9uAKrJUM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 18:31:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/313177092</link>
         <description><![CDATA[<div>       No video a baixo apresentado podemos observar uma erupção explosiva. Podemos concluir tal, devido ao facto da existência de uma nuvem ardente e a emissão de piroclastros para o ar. Com isso podemos afirmar que se trata de uma lava ácida com um teor de sílica superior a 70% e uma quantidade de ferro/magnésio reduzida. A sua temperatura varia entre 1000Cº-800Cº e apresenta pouca fluidez e muita viscosidade.<br><br><br></div><div><strong>Video:</strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=HgHWbo8JIzc">https://www.youtube.com/watch?v=HgHWbo8JIzc</a><br><br><br><br>Imagem:<a href="https://www.google.pt/search?q=monte+tavurvur+papua+nova+guin%C3%A9+(oceania)+tipo+de+erup%C3%A7%C3%A3o&amp;rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwj07p_VwZzfAhVPdhoKHVTbCMMQ_AUIDigB&amp;biw=1242&amp;bih=597#imgrc=luyY_LV12StjTM:">https://www.google.pt/search?q=monte+tavurvur+papua+nova+guin%C3%A9+(oceania)+tipo+de+erup%C3%A7%C3%A3o&amp;rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwj07p_VwZzfAhVPdhoKHVTbCMMQ_AUIDigB&amp;biw=1242&amp;bih=597#imgrc=luyY_LV12StjTM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 21:10:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/314178701</link>
         <description><![CDATA[<div>       Em Portugal existe uma enorme variedade de rochas distribuídas irregularmente pelo país. <br><br><br>Imagem:<a href="https://www.google.pt/search?q=distribui%C3%A7%C3%A3o+das+rochas+em+portugal&amp;rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;tbm=isch&amp;source=iu&amp;ictx=1&amp;fir=I-J9u6ehdbWNTM%253A%252CJ3B2BoGMvhJv6M%252C_&amp;usg=AI4_-kTgOvLkVJvpe55cayz9aV6cyXf1SA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiKk73uzpzfAhWVSxUIHQRlAUcQ9QEwAXoECAUQBg#imgrc=I-J9u6ehdbWNTM:">https://www.google.pt/search?q=distribui%C3%A7%C3%A3o+das+rochas+em+portugal&amp;rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;tbm=isch&amp;source=iu&amp;ictx=1&amp;fir=I-J9u6ehdbWNTM%253A%252CJ3B2BoGMvhJv6M%252C_&amp;usg=AI4_-kTgOvLkVJvpe55cayz9aV6cyXf1SA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiKk73uzpzfAhWVSxUIHQRlAUcQ9QEwAXoECAUQBg#imgrc=I-J9u6ehdbWNTM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-13 10:11:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Granito</title>
         <author>saramargarida210</author>
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         <description><![CDATA[<div>       Em Fafe a rocha mais abundante é o granito.<br>       O granito é uma rocha magmática intrusiva ou plutónica, isto é, resultou do arrefecimento do magma em profundidade. O granito ao sofrer elevadas temperaturas e elevadas pressão transforma-se numa rocha metamórfica denominada por gnaisse que apresenta uma composição química igual ao granito. <br><br><br>Imagem:<a href="https://www.google.pt/search?rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;biw=1242&amp;bih=553&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=dzsSXLTKOe6flwTetLLoDw&amp;q=granito+e+gnaisse&amp;oq=granito+e+g&amp;gs_l=img.3.0.0i30j0i8i30j0i24l2.327646.331937..333416...0.0..0.185.1514.0j11......1....1..gws-wiz-img.....0..0j35i39j0i67.VyneSmal_3U#imgdii=eEa5h3ilemLCBM:&amp;imgrc=sqz42nCvVUJumM:">https://www.google.pt/search?rlz=1C1GGRV_enPT751PT752&amp;biw=1242&amp;bih=553&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=dzsSXLTKOe6flwTetLLoDw&amp;q=granito+e+gnaisse&amp;oq=granito+e+g&amp;gs_l=img.3.0.0i30j0i8i30j0i24l2.327646.331937..333416...0.0..0.185.1514.0j11......1....1..gws-wiz-img.....0..0j35i39j0i67.VyneSmal_3U#imgdii=eEa5h3ilemLCBM:&amp;imgrc=sqz42nCvVUJumM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-13 10:41:18 UTC</pubDate>
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         <title>Biologia</title>
         <author>saramargarida210</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 08:23:37 UTC</pubDate>
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         <title>Lobo Ibérico</title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/346019703</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 08:24:15 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade Laboratorial: Observação de células eucarióticas </title>
         <author>saramargarida210</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>Célula eucariótica vegetal: Células da epiderme da cebola</em></strong></li></ul><div>    Para a observação das células da cebola foi utilizado corantes (azul-metileno; vermelho neutro; água iodada) podendo ver que cada um deles atua de forma diferente na célula. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 08:27:13 UTC</pubDate>
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         <title>Azul metileno </title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/346026733</link>
         <description><![CDATA[<div>       Com a utilização do corante azul metileno podemos observar que este pinta o núcleo tornando-o mais evidente sendo facilmente identificado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 08:50:00 UTC</pubDate>
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         <title>Vermelho neutro</title>
         <author>saramargarida210</author>
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         <description><![CDATA[<div>       Com a utilização do corante vermelho neutro os vacúolos tornaram-se visíveis, porém os organelos e o citoplasma permanecem incolores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 09:05:09 UTC</pubDate>
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         <title>Água iodada </title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/346032112</link>
         <description><![CDATA[<div>       Com a utilização da água iodada foi possível observar a parede celular e o núcleo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 09:09:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>saramargarida210</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>Célula eucariótica animal: Células do epitélio bucal </em></strong></li></ul><div>   </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 09:19:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>saramargarida210</author>
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         <description><![CDATA[<div>       Observamos as células do epitélio bucal podendo ver o núcleo, o citoplasma e a membrana celular e comparando com as células vegetais observadas podemos concluir que estas não têm os mesmos constituintes.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 09:30:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade Laboratorial: Osmose</title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/346038876</link>
         <description><![CDATA[<div>       Nesta atividade laboratorial foram observadas 3 preparações:</div><ul><li>Água destilada 0%</li><li>Solução de cloreto de sódio 15%</li><li>Soro fisiológico 9%</li></ul><div><strong><em>Variável independente:<br></em></strong>Solução/tonicidade.<br><strong><em>Variável dependente:<br></em></strong>Cor/ forma do vacúolo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 09:32:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Água destilada 0%</title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/346064957</link>
         <description><![CDATA[<div>       Nesta preparação é colocado no microscópio um fragmento da epiderme da pétala de camélia juntamente com água destilada.<br>       É possível observar que a concentração de água no exterior é menor do que a concentração de água no interior (meio hipotónico).<br>       Como a água se desloca para o interior da célula, o vacúolo aumenta o seu volume, comprimindo assim o citoplasma e o núcleo contra a parede celular.<br>       Quando o vacúolo ocupa a totalidade da célula diz-se que é uma célula túrgida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 11:06:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Solução de cloreto de sódio 15%</title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/346068935</link>
         <description><![CDATA[<div>     Nesta preparação é colocado no microscópio um fragmento da epiderme da pétala de camélia juntamente com uma solução aquosa de cloreto de sódio.<br>       Neste caso a concentração de água no exterior é maior do que a concentra de água no interior (meio hipertónico).<br>       Devido á saída de água da célula o volume do vacúolo diminui, com o sucedido diz-se que a célula encontra-se plasmolisada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 11:22:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Soro fisiológico 9%</title>
         <author>saramargarida210</author>
         <link>https://padlet.com/saramargarida210/30ekp9pndp2q/wish/346089711</link>
         <description><![CDATA[<div>       Nesta preparação é colocado no microscópio um fragmento da epiderme da pétala de camélia juntamente com o soro fisiológico.<br>       Nesta preparação podemos observar que a água no interior da célula e no exterior se encontram em equilíbrio (meio isotónico). Como se trata de um meio isotónico podemos afirmar que a quantidade de água que sai é igual á quantidade de água que entra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-28 12:19:35 UTC</pubDate>
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