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      <title>Falando de Gestão Estratégica da  Inovação by Lucas Parra</title>
      <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce</link>
      <description>Este é o Logbook onde vou discutir sobre diversos temas relacionados com a disciplina Strategic Management of Innovation do mestrado de Engenharia de Gestão e Inovação</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-19 22:55:49 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-04-16 19:31:41 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Transformar ou ambiente Transacionar aos poucos, será que ainda da tempo de salvar o planeta? </title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2888642521</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde o final da Guerra Fria, muitos países e organizações começaram a virar seus olhos não mais para o risco de uma catástrofe nuclear causada por países em guerra, mas sim para os impactos climáticos associados à industrialização acelerada e ao consumo de recursos naturais do planeta.</p><p><br></p><p>Nesse contexto, surge a necessidade  de compreender e abordar as mudanças climáticas e suas consequências para a sustentabilidade global. Para isso, a inovação desempenha um papel crucial, pois pode oferecer soluções criativas e eficazes para enfrentar esses desafios urgentes. No entanto, é fundamental considerar não apenas a inovação tecnológica, mas também a necessidade de mudanças estruturais mais profundas nos sistemas sociais, econômicos e ambientais, visto que as mudanças propostas e aplicadas até o momento não foram efetivas o suficiente para nem retroceder e nem retardar os efeitos do aquecimento global, que hoje já são tratados como irreversíveis e considerados como ebulição global, visto que a tendência de aumento de temperatura do planeta Terra está superando as previsões feitas no século XX. Neste sentido, a distinção conceitual entre os conceitos de transição e transformação dentro do contexto de mudanças para o futuro de sistemas de energia renováveis, como discutido no artigo de Michael Child e Christian Breyer, torna-se relevante.</p><p><br></p><p>A transição e a transformação representam duas abordagens distintas para lidar com mudanças significativas em sistemas complexos, como o sistema global de energia e o clima. Enquanto a transição se refere a mudanças graduais e contínuas dentro de um sistema existente para um sistema desejado ou algo perto disso, transformação implica em uma reconfiguração fundamental desse sistema, muitas vezes resultando em novas estruturas e dinâmicas (muitas vezes, de forma quase revolucionária). </p><p>No contexto das mudanças climáticas, a transição pode envolver a adoção gradual de tecnologias de energia limpa e políticas de mitigação de carbono, enquanto a transformação poderia significar uma mudança radical para uma economia totalmente baseada em energias renováveis e práticas sustentáveis de consumo e produção. </p><p><br></p><p><br></p><p>No entanto, é importante reconhecer que a inovação por si só pode não ser suficiente para enfrentar os desafios das mudanças climáticas e da sustentabilidade. É necessário um compromisso coletivo e coordenado de governos, empresas, sociedade civil e outros atores para implementar políticas e práticas que promovam uma transição justa e equitativa para um futuro mais sustentável. Isso pode envolver mudanças nas estruturas econômicas e sociais (nas relações de consumo, demanda e distribuição de recursos), bem como uma revisão dos valores e prioridades que orientam o desenvolvimento humano e a prosperidade.</p><p>Portanto, a inovação deve evoluir para atender às demandas urgentes causadas pelas mudanças climáticas e necessidades de sustentabilidade, mas deve ser acompanhada por transformações mais amplas e profundas nos sistemas e padrões de comportamento existentes, ajudando a direcionar os esforços de inovação (recursos financeiros e intelectuais) para onde são mais necessários e garantindo que as mudanças sejam perenes e sustentáveis  para todos os envolvidos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-20 00:17:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Se os recursos do planeta são limitados, porque ainda existe um estimulo para um crescimento contínuo? Esta unidade critica o modelo atual de crescimento econômico, questionando sua viabilidade em frente aos recursos ambientais limitados e a desafios socio-ecologicos</title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2896662338</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 22:37:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Agenda ESG na transformação</title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2896663153</link>
         <description><![CDATA[<p>Visto que mesmo com a comunidade científica apontando para como será o futuro se essas mudanças não forem feitas o mais rápido possível, é muito difícil modificar o Status Quo atual e as relações de poder entre Estado e Corporações para que, o <em>rollout</em> destas novas práticas seja acelerado e incentivado. Como um tentativa de melhorarmos este cenário e agirmos de forma organizada, em 2005 como resultado de uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) e Banco mundial, surgiu o conceito de ESG. Na ocasião, 20 instituições financeiras de 9 países – inclusive o Brasil – se uniram para buscar uma forma de incluir questões ambientais, sociais e de governança no mercado de capitais. A sigla ESG vem do inglês e significa <em>Environmental, Social and Governance</em> (Ambiental, Social e Governança) e, especialmente a ESG 2030, desempenha um papel significativo na promoção dessas mudanças. Ao integrar considerações ambientais, sociais e de governança nas decisões de investimento e práticas empresariais, a ESG pode impulsionar a inovação em direção a soluções mais sustentáveis e resilientes. </p><p>Por exemplo, empresas que priorizam a sustentabilidade em suas operações podem desenvolver tecnologias mais limpas e eficientes, reduzir o desperdício de recursos e promover práticas de gestão responsáveis. Além disso, investimentos orientados pela ESG podem direcionar o capital para projetos e iniciativas que tenham um impacto positivo no clima e na sociedade, contribuindo para a mudança necessária.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 22:39:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2896666263</link>
         <description><![CDATA[<p>Referências:</p><p><br></p><p>Raizen; Descomplicando o significado de ESG, publicado em 20/08/2021; acessado em 19/02/2024 pelo endereço <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.raizen.com.br/blog/esg-significado#:~:text=A%20sigla%20ESG%20vem%20do,externamente%2C%20para%20analis%C3%A1-la">https://www.raizen.com.br/blog/esg-significado#:~:text=A%20sigla%20ESG%20vem%20do,externamente%2C%20para%20analisá-la</a>.</p><p><br></p><p>Michal Child; Christian Breyer,<strong> Transition and transformation: A review of the concept of change in the progress towards future sustainable energy systems, 2017.</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-02-26 22:42:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A leitura base para esta discussão será - Perspectivas teóricas em organizações e organização em uma era pós crescimento</title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2896683355</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1245648550/c1e8a3fd472483acc52f529c0add13b1/banerjee_et_al_2020_theoretical_perspectives_on_organizations_and_organizing_in_a_post_growth_era.pdf" />
         <pubDate>2024-02-26 23:07:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O mito do crescimento infinito e a teoria do decrescimento</title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2901280878</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste vídeo muito legal é abordada de forma clara o que é a teoria do decrescimento econômico e porque ela seria necessária para acabar com os problemas ambientais causados pela exploração de recursos naturais e poluição</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 23:30:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Decrescimento econômico: solução pratica ou delírio ecossocialista?</title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2901281051</link>
         <description><![CDATA[<p>Não estou dizendo que o artigo, escrito por Subhabrata Bobby Banerjee John M. Jermier, Ana Maria Peredo , Robert Perey e André Reichel, em anexo nesta seção está errado em assumir estes pontos referentes à pandemia, no momento em que ele foi escrito ainda não era possível ver com clareza os impactos econômicos que aconteceriam por conta dela, ainda assim, na continuidade do artigo, ele defende que não será possível "salvar o Planeta" apenas com buscando caminhos mais sustentáveis na produção tais como crescimento verde, ou crescimento estável, nem com desenvolvimento tecnológico, mas sim que a única forma de conseguir parar uma futura catástrofe climática seria por meio quase que de um processo revolucionário global acontecendo de forma simultânea em que além de decrescimento também mudássemos toda a forma em que estruturamos e focamos as empresas e políticas publicas, mas será mesmo que este é o caminho?</p><p>Em um trecho do artigo é economista ecológico Herman Daly diz que "o crescimento econômico que diminui a saúde e o bem-estar é um 'crescimento não econômico' (Daly, 2014: 19), porque os custos ambientais e sociais negativos do crescimento superam quaisquer benefícios econômicos da alta produção." o que é um ponto interessante, no entanto, quando olhamos outros autores como mostra Katja Mally em "Linking socio-economic developmet and environmental pressures"  além de existir uma interação muito forte entre aspectos econômicos, sociais e ecológicos, ao compararmos o PIB per capita dos países com o IDH vimos que existe uma correlação direta entre um e o outro  ou seja, crescimento e qualidade de vida, isto é, riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros  está relacionado com o crescimento econômico. Da mesma forma, voltando para a revolução industrial, o economista Clark Nardinelli em "Industrial Revolution and the Standard of Living" tenta entender se a revolução industrial deve impacto na melhora do padrão de vida das pessoas ou não, ele argumenta que "a expectativa de vida subiu de 35 anos para 45, um aumento de 15%. Embora esse aumento tenha sido modesto em comparação com o que estava por vir, não deixou de ser substancial" o que vai de encontro também aos dados de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/38455-em-2022-expectativa-de-vida-era-de-75-5-anos#:~:text=Uma%20pessoa%20nascida%20no%20Brasil,72%2C8%20anos%20em%202021.">aumento de 30 anos expectativa de vida no Brasil ao longo das décadas .</a></p><p>Mas será que o decrescimento radical das produções e consumo faria com que nós chegássemos a um equilíbrio ambiental global ou será que só faria todo mundo ficar mais pobre? </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 23:30:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comece por aqui - Quem sou eu e como foi a minha vida até a pandemia</title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2915805902</link>
         <description><![CDATA[<p>Bom, vamos lá! No primeiro artigo eu havia sido um pouco mais impessoal, mas neste resolvi compartilhar um pouco mais da minha vivencia e como isso leva à minha forma de ver o mundo, em especial com um artigo que que trás uma ideia que, quando lida de forma isolada ou apenas com alguns recortes históricos daquele momento (meados da pandemia de COVID-19) parece bem intencionado quanto a identificação de problemas e proposta de soluções, mas vamos aprofundar um pouco em diversos pontos quanto a isso e tentar entender se as soluções apresentadas são factíveis e quais seriam os impactos se aplicássemos decrescimento em escala global.</p><p>Eu sou Lucas, quase 30 anos, engenheiro aeroespacial e tutor de 2 gatos, mas muito antes disso, sou neto do Sr. Espedito e da Sra. Cecília, que vieram do sertão do Piauí para São Paulo no começo dos anos 70 para fugir da miséria e ter uma vida melhor. Ela tinha até a quarta série e para a região de Picos no Piauí era considerada quase uma pessoa rica só pelo fato do meu bisavô ter algumas cabeças de gato e algumas cabras. Lá eles não tinham água encanada, nem esgoto, nem energia elétrica e muito menos uma casa segura, embora hoje em dia seja elogiada e vista como um "símbolo de criatividade e sustentabilidade" as agora chamadas de bioconstruções, AKA, casas de pau a pique, foram as responsáveis pela morte do meu avô anos depois como resultado do Mal de Chagas, adquirido justamente por morar em uma região miserável e em uma casa assim.</p><p>Em São Bernardo do Campo a vida deles também não seria tão simples, ela era dona de casa e ele graças ao CRESCIMENTO da indústria local deram a ele um emprego na Volkswagen, onde ele trabalhou até se aposentar em virtude de complicações cardíacas, ainda assim, construiu sua casa e pode viver para ver seus 4 filhos se formarem na faculdade e por poucos meses quase pode ver seu primeiro neto ser aprovado na Universidade Federal do ABC.</p><p>Hoje tenho primos que são netos dos irmãos dos meus avós, mas com a diferença de que seus avós não tiveram o mesmo acesso ao crescimento que o Brasil teve durante este período que os meus avós viveram e hoje infelizmente continuam com muito menos acesso que boa parte das pessoas, mesmo as mais pobres, no Sudeste do Brasil.</p><p><br></p><p>Avançando muitos anos, em 2020 quando começou a pandemia, assim como no artigo é comentado, foi "lindo" ver como as emissões de poluentes pelo diminuíram com boa parte do mundo em casa, embora mesmo no Brasil e em tantos outros países emergentes isso não tendo sido verdade para grande parte da população que teve que continuar indo para as ruas para se manter. Embora tenha tido um tio que ficou internado por uma semana, mas depois se recuperou normalmente, tive a minha mãe que teve seu salario cortado pela metade, meu pai que perdeu o emprego e diversos outros conhecidos que foram impactados radicalmente pelo lockdown. Não me entenda mal, era algo necessário para controlarmos os casos até o desenvolvimento da vacina, mas não era algo sustentável nem no médio prazo. </p><p>Quantas pessoas foram morar na rua ou perderam seus empregos para que o céu ficasse azul por 2 meses na China até eles voltarem a operar quase normalmente, visto que boa parte dos materiais e equipamentos usados durante a pandemia vinham de lá?</p><p><br></p><p>Por sorte, no inicio da pandemia eu havia mudado para um emprego em uma seguradora que não fez nenhum corte de salario e se manteve 100% home office por quase 1 ano, mas ainda assim, mês após mês, fui vendo os preços dos produtos aumentando, visto que a redução na produção causou uma escassez de diversos produtos, principalmente de origem animal como ovos e carnes.</p><p><br></p><p>Mesmo com auxílios estatais para as pessoas mais necessitadas, no médio prazo vimos que isso não resolveu o problema e junto com outros toda a parada que houve na economia, tivemos uma inflação de mais de 10% ao ano e uma propagação de déficit que mesmo em 2024, continua sendo um péssimo indicador não do crescimento econômico, pois o PIB aumentou de 2023 para 2024,visto que parte do aumento está relacionada a apenas mais gasto estatal, mas da saúde das financeira e contábil do Brasil, ou seja, ainda estamos mundialmente pagando a conta do decrescimento forçado que ocorreu durante a pandemia.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 15:14:36 UTC</pubDate>
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         <title>E se aplicassemos o Degrowth agora?</title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2916057367</link>
         <description><![CDATA[<p>Para pensarmos nisso de forma racional temos sim que admitir que existe sim um descontrole no consumo, os bens não são mais feitos para durar, não há nenhum incentivo estatal, muito pelo contrário, para que as pessoas busquem um caminho mais sustentável, visto que por exemplo, carros mais antigos e que poluem mais não pagam mais impostos, enquanto a taxa para carros elétricos e híbridos os torna inacessíveis para a maior parte da população, assim como temos que admitir que o poder de lobby de grandes industrias e corporações como indústria do petróleo vão continuar forçando o mundo em uma direção, a menos que haja algum incentivo para que as pessoas mudem de caminho.</p><p><br/></p><p>Dito isso, tendo a achar que existem alguns problemas reais que precisam ser combatidos, mas que o decrescimento não trás alternativas tão viáveis na prática. Entendo que na visão dos autores, que são acadêmicos de países desenvolvidos como EUA e Alemanha e Canadá, que já possuem um alto nível de desenvolvimento tecnológico, industrial e estrutural de seus países, mas que também estão entre os maiores geradores de poluição, é natural que eles entendam o degrowth como o único caminho, mas quando olhamos para os países em desenvolvimento, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.worldometers.info/co2-emissions/co2-emissions-by-country/">eles ainda correspondem a mais da metade das emissões de CO2 do planeta</a>, justamente por ainda estarem se estruturando e sendo ineficientes, com menos saneamento e etc. Se o degrowth acontecesse agora, todas as nações que são pobres hoje continuariam assim, sem chance de crescer, se estruturar e sair da faixa da pobreza. Para isso teríamos que fazer uma redistribuição de renda entre países ricos e pobres, sendo que mesmo os países ricos ainda não conseguiram resolver todos os seus problemas sociais internos, ou então, os países ricos teriam que frear sua produção de todos seus bens e serviços, reduzindo a oferta destes produtos e a menos que alguma mudança repentina de mentalidade a nível global para que menos pessoas também procurassem estes produtos e também alguma mudança em todo o mecanismo macroeconômico mundial para que isso não causasse aumento nos preços ou escassez de produtos, recessão econômica ou piorasse a pobreza de forma geral.</p><p><br/></p><blockquote><p>Uma visão aparentemente um pouco mais sensata e ponderada é a do economista e antropologista Jason Hickel de que <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnbc.com/2021/02/19/degrowth-pushing-social-wellbeing-and-climate-over-economic-growth.html"><em>"ultimately, this is the core insight of degrowth. Right now, we assume that every sector of the economy must grow, all the time, regardless of whether or not we actually need it. A more rational approach would be to think about what sextors we actually need to grow, like public transportation and renewable energy, and what sectors are clearly too big and should be scaled down: like SUV production, private cars, the arms industry, advertising, and so on."</em></a></p></blockquote><p><br/></p><p>Indo nesta linha, conseguimos manter o que é necessário e desacelerar aquilo que não é tão necessário, buscar eficiência nas formas de gerar energia como solar, eólica e núclear, substituir o uso de materiais escassos por materiais mais abundantes, mudar processos de manufatura para que sejam mais sustentáveis (ex: toda a industria do aço é baseada em queima de carvão, mas já existem outras formas de produzir aço), buscar criação de negócios e economias circulares, buscar o crescimento através de bens intangíveis tais como serviços, produção de software e outras formas de gerar riqueza sem ou quase sem consumo de recursos e poluição, indo por este caminho, me parece muito mais provável que conseguíssemos apoio tanto político quanto quanto das pessoas e chegar em algo realmente perene, sem falar em estudos que estão sendo feitos para entender como podemos alterar artificialmente alguns destes parâmetros ambientais para evitar o que chama hoje de ebulição global e "salvar o planeta" sem condenar o mundo à volta do período neo-neolitico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 18:18:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2916152654</link>
         <description><![CDATA[<p>Linking socio-economic developmet and environmental pressures - Scientific Figure on ResearchGate. Available from: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.researchgate.net/figure/Relationship-between-GDP-per-capita-and-human-development-index-2002_fig1_290848699">https://www.researchgate.net/figure/Relationship-between-GDP-per-capita-and-human-development-index-2002_fig1_290848699</a> [accessed 12 Mar, 2024]</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 19:47:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Enfrentamos uma questão crítica: &quot;Estamos conscientes da crise, mas e agora? Posso pessoalmente fazer a diferença? Como podemos integrar críticas aos modelos de gestão tradicionais em estratégias viáveis?&quot; </title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2934389658</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta unidade foi concebida para capacitar indivíduos e organizações não só para reconhecerem a profundidade da atual crise socioecológica, mas também para compreenderem o seu papel na implementação de mudanças significativas. Explora caminhos para incorporar perspectivas críticas sobre modelos de gestão desatualizados em práticas inovadoras e sustentáveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-26 18:54:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Vamos ter que cuidar bem deste país, ainda dá tempo?</title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2934390945</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu lembro quando eu estava na pré escola, em pleno ano 2000 e tivemos que ensaiar esta música para cantar em alguma comemoração, na época eu só achei bonitinha e interessante<em> "Vamos ter que cuidar bem deste país"</em> já deixa bem claro que as mudanças vão depender de <strong>forma ativa </strong>da gente e trazia uma preocupação que hoje se tornou uma realidade...</p><p>Eu não sou otimista com relação a ação dos governos e instituições para evitar as próximas catástrofes climáticas, quantos desastres não poderiam ter sido evitados se um grupo de deputados não tivesse cedido à pressão de algum lobby especifico, se algum contrato de privatização não tivesse sido feito de forma inadequada (ex. Brumadinho), se algum processo ou parâmetro de segurança tivesse sido bem seguido (ex. Chernobyl) e tantos outros. Por mais que eu entenda que estas instituições são necessárias, a falta de resultados contundentes me faz pensar que realmente precisamos de uma mudança de paradigmas tanto nelas quanto nos indivíduos se organizando para cobrar das instituições, mas também se organizando para criar iniciativas INDEPENDENTE das organizações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-26 18:56:12 UTC</pubDate>
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         <title>Nós tentamos, o que faltou?</title>
         <author>inovaparratodos</author>
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         <title>O jeito vai ser remediar já que não prevenimos?</title>
         <author>inovaparratodos</author>
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         <title>De epistemologias gerenciais para epistemologias críticas

</title>
         <author>inovaparratodos</author>
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         <title>De ontologias realistas para ontologias relacionais

</title>
         <author>inovaparratodos</author>
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      <item>
         <title>Das pesquisas focadas em uma disciplina para colaborações interdisciplinares com as ciências naturais

</title>
         <author>inovaparratodos</author>
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      <item>
         <title>Da posição neutra em relação aos valores para a pesquisa engajada

</title>
         <author>inovaparratodos</author>
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      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2934449237</link>
         <description><![CDATA[<p>Ergene, S., Banerjee, S. B., &amp; Hoffman, A. J. (2021). (Un)Sustainability and Organization Studies: Towards a Radical Engagement. Organization Studies, 42(8), 1319–1335. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1177/0170840620937892">https://doi.org/10.1177/0170840620937892</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-26 20:13:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como podemos integrar os papeis das pessoas, tecnologia e governança para tocar novas estratégias na gestão estratégica da inovação?</title>
         <author>inovaparratodos</author>
         <link>https://padlet.com/inovaparratodos/inovaparravoce/wish/2957353585</link>
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