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      <title>Os discursos -representações dos personagens negros no romance Fogo Morto, de José Lins do Rego by </title>
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      <description> As construções discursivas no fazer literário... Rasurando visões homogênicas e únicas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-02 17:38:36 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto de Abordagem Didático- Discursiva a Textos Literários</title>
         <author>marcelofe629</author>
         <link>https://padlet.com/marcelofe629/Bookmarks/wish/1608515064</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 21:20:01 UTC</pubDate>
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         <title>Justificando </title>
         <author>marcelofe629</author>
         <link>https://padlet.com/marcelofe629/Bookmarks/wish/1608519882</link>
         <description><![CDATA[<div>Marcelo Oliveira <strong><br>Compreender a eficácia de sistemas e regimes de representações no processo de construção romanesca do romancista, ou seja, analisar as estratégias discursivas e/ou como de seu deu o processo de construção de poder e saber na escrita da historiografia literária de José Lins do Rego no que concerne ao elogio à dominação patriarcalista e seus respectivos senhores de engenho, família patriarcal, escravos/escravidão, casa-grande e senzala, “patriarcado de saias”.</strong></div><div><strong><br>Contemporaneamente, fundante pensar no processo de construção de uma verdade científica, filosófica, literária, sociológica e histórica para o modo como o negro foi colocado na situação de “coisa”, de animal, nesse sentido, o pensamento do filósofo Michel Foucault (2005) nos ajuda a melhor compreender a noção de verdade, de um “discurso verdadeiro” no século dezenove no que concerne a animalização dos personagens negros perante a produção acadêmica da época em discussão.</strong></div><div><strong><br>A historiadora Leudjane Michelle Viegas Diniz, em sua dissertação de mestrado em História, intitulada “Nas linhas da literatura: um estudo sobre a escravidão no romance O mulato, de Aluísio de Azevedo”, ao discutir sobre o processo de construção de “verdade” fala-nos do papel das instituições científicas no processo de inscrição dos lugares de produção e de recepção nos discursos produzidos por uma sociedade.</strong></div><div><strong><br>“Pela atuação dos personagens naturalistas, vê-se agir o homem moderno amante das ciências, das artes e da literatura, observam-se também homens e mulheres atuando segundo características biológicas. A escrita, em todo e qualquer âmbito deveria apoiar-se num discurso de verdade para ser aceita e legitimada socialmente, inclusive no meio literário”. (DINIZ, 2008, p. 37.).</strong></div><div><strong><br>Nesse aspecto, ao buscarmos analisar que o negro não foi simplesmente uma mercadoria, animal no contexto do sistema escravocrata brasileiro e que houve resistência por parte da população negra, ou seja, criaram-se estratégias de resistência rumo à liberdade. Por isso, a necessidade de compreendermos o lugar de onde fala José Lins ao escrever sobre os personagens negros no romance Fogo Morto.</strong></div><div><strong><br>As palavras da historiadora Leudjane Michelle Viegas Diniz (2008), nos auxiliam na compreensão do olhar do romancista, do homem branco ao escrever sobre a escravidão no Brasil. Na verdade, ao escrever sobre os personagens negros no romance Fogo Morto, José Lins do Rego, segundo Eni P. Orlandi (2013), olha a realidade social-histórica de um determinado lugar social e é desse lugar que ele fala, interroga, narra, interpreta. Desse modo, torna-se vital desvelarmos como o naturalismo enquanto “construção do discurso, mudando de acordo com as variações culturais e ideológicas, em diversos momentos históricos” (FOUCAULT, 1996, p. 239-251).&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 21:23:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>......</title>
         <author>marcelofe629</author>
         <link>https://padlet.com/marcelofe629/Bookmarks/wish/1608526213</link>
         <description><![CDATA[<div>Marcelo Oliveira<br>Segundo Sevcenko (1986), a literatura é, antes de tudo, um produto artístico, porém com raízes no social.&nbsp;</div><div><br>Nesse sentido, a literatura pode falar ao historiador sobre a história que não ocorreu, sobre as possibilidades não vingaram, sobre os planos que não se concretizaram.&nbsp;</div><div><br>Assim, o historiador é atraído não pela realidade e sim pela possibilidade, pois, a obra literária não tem o compromisso, nem a preocupação de explicar o real, nem tão pouco de comprovar os fatos.</div><div><br>&nbsp;<strong>É preciso lembrar que, a literatura, como formação discursiva própria, “não concede foros de verdade àquilo que declara” (Costa Lima, 1986). Trata-se de uma criação, “teatro mental”, como diz Costa Lima (1986), o que, por definição, implica o afastamento do real.</strong></div><div>O romancista José Lins do Rego ao escrever os romances do “ciclo da cana-de-açúcar” dos constantes elogios à dominação patriarcal dos senhores de engenho e retratar sobre a escravidão, o pensamento racial e social sobre os negros revela em seu discurso literário as noções de hierarquia social dos senhores de engenho e a preocupação em tentar preservar as reminiscências históricas de um mundo em ruínas. Em sua tese de doutorado Bianca Ribeiro Manfrini (2012, p. 85), assinala “quem vê a decadência em Fogo Morto é o narrador, não as personagens; estes simplesmente atuam. […] ação flui, embora pareça mais guiada pela natureza do que pelos homens […]”.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 21:29:42 UTC</pubDate>
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         <title>Plano de Aula</title>
         <author>marcelofe629</author>
         <link>https://padlet.com/marcelofe629/Bookmarks/wish/1608529738</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><strong>PLANO DE AULA/ Projeto de Abordagem Didático- discursiva de Textos Literários<br></strong><br></div><div><strong>Literatura, discursos e identidades: construções discursivas hegemônicas e diversidade &nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Docentes: Adriano Dantas de Oliveira e Viviane Ramos de Freitas<br></strong><br></div><div><strong>Discente- Marcelo Oliveira Ferreira<br></strong><br></div><div><strong>Previsão de 12 aulas- de 50 minutos cada<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 21:32:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tema</title>
         <author>marcelofe629</author>
         <link>https://padlet.com/marcelofe629/Bookmarks/wish/1608532215</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong><br></div><div>Os discursos- representações dos personagens negros no romance Fogo Morto, de José Lins do Rego, bem como de outras produções artístico-literárias que rompem com a perspectiva eurocêntrica que animaliza, inferiorizam os sujeitos étnico-raciais negros.<br><strong>Objetivos<br></strong><br></div><div><strong>Geral:<br></strong><br></div><div>-Analisar os discursos- representações dos personagens negros no romance Fogo Morto, de José Lins do Rego, bem como de outras produções artístico-literárias que rompem com a perspectiva eurocêntrica que animaliza, inferiorizam os sujeitos étnico-raciais negros.<br><br></div><div><strong>Específicos:<br></strong><br></div><div>-Identificar na escrita e na produção discursiva de José Lins do Rego como o romancista concebe as relações de força marcada pelo “lugar de poder” que o sujeito ocupa de onde fala.</div><div>-Analisar os deslocamentos discursivos em torno da noção de sujeito- escravo, da coisificação dos negros e o emergir da noção de povo, cultura e identidade na ótica do romancista, José Lins do Rego numa perspectiva da historiografia da literatura e da escrita da História.</div><div>-Compreender discursivamente como o romancista Lins do Rego se apropria das memórias discursivas, (Debret) do já dito para garantir um dado regime de verdade.</div><div>-Reconhecer a importância das escritas de produções litarias que rompem com o viés discriminatório e racista acerca dos sujeitos negros, bem como rasuram os racismos institucionais e estruturais na realidade sociocultural, sociopolítica, social e econômica existente no fazer literário e historiográfico brasileiro.&nbsp;</div><div>-Compreender a literatura como um artefato político-cultural e produtor de discursos étnico- raciais e culturais.</div><div>-Analisar a Lei 10. 639/2003 e a Lei 11. 645/ 2008 e suas conexões com as práticas literárias preocupadas na elaboração de produções discursivas pautadas nas heterogeneidades no/ do fazer literário e nas múltiplas identidades étnico- raciais e identitárias na formação das identidades do&nbsp; povo brasileiro.&nbsp;</div><div>-As Leis 10. 639/2003 e a 11. 645/2008 e sua (s) respectiva (s) importância(s) nos estudos das relações étnico-raciais e no combate aos racismos estruturais e institucionais.</div><div>-A Literatura de Conceição Evaristo, um exemplo dentre muitos escritores negros e não negros que escrevem romances, contos, canções musicais, artes visuais a partir de uma perspectiva que ampliam os múltiplos sujeitos negros e negros em suas ações diárias e singularidades e existência humana.</div><div><strong>Conteúdo programático</strong></div><div>-Os discursos-representações dos personagens negros no romance Fogo Morto, de José Lins do Rego e suas conexões com as pinturas, Jean-Baptiste Debret, O Conto Negrinha de Monteiro Lobato e Olhos d’ Água, de Conceição Evaristo.<br><br></div><div>-A escrita romanesca de José Lins do Rego, produção discursiva e as relações de saber-poder, memória discursiva, o já dito, as vozes do discurso homogêneo no processo de construção da narrativa literária.<br><br></div><div>-Noções de escravo, animalização dos personagens negros no romance Fogo Morto, as construções ideológicas, as produções dos discursos centrados numa visão de mundo, de uma dada época histórica e pautados em um dado discurso científico, historiográfico, literário, artístico, dentre outras possibilidades.<br><br></div><div>-Ampliação da noção de negros como sujeitos históricos que resistiam, negociavam, lutavam e em prol de singularidade humana, o surgir da concepção de povo no processo de escrita romanesca de José Lins, ou seja, a multiplicidades de vozes discursivas (senhores de engenho, escravos, seleiro (s), mulheres, coronéis, povo (s) trovadores, etc.).<br>Metodologia&nbsp;<br><br></div><div>I, II, III e IV- Momentos: Levantamentos de Conhecimentos Prévios relacionados aos modos que negras e negras são tratados nas novelas, nos filmes, nas músicas, nas notícias e reportagens de jornais e/ou mídias digitais no dia a dia da realidade brasileira. Os alunos serão divididos em 4 (quatro) grupos, pois, serão orientados para realizar suas impressões/ escritas iniciais criando Padlet, visando retratar os modos, os estereótipos, os preconceitos, discriminação racial, racismo,&nbsp; as visão de negros e negras que a grande maioria da população ainda têm quando o assunto, a pauta são os “negros”. Em seguida, cada grupo fará a socialização de suas escritas e seus respectivos comentários em torno da questão.<br><br></div><div>Após as apresentações dos conhecimentos prévios pelos alunos,<br><br></div><div>Exibição de slides (via Meet, Zoom) realização de notícias, reportagens, novelas, filmes, os personagens que são “dados” aos negros na teledramaturgia e na cinematografia brasileira.<br><br></div><div>V- Momento- Exibição e Análise discursiva de algumas pinturas de Debret e sua visão com relação aos negros, escravos, suas posturas ideológicas, para quem a sua arte estava serviço, como ele enquanto pintor conseguiu retratar o cotidiano dos escravos.<br><br></div><div>VI- Momento- Exibição de alguns excertos da Segunda Parte do romance Fogo , de José Lins do Rego: O engenho de Seu&nbsp; Lula, bem analisar de onde fala o narrador, o personagem, Seu Lula e o romancista Lins do Rego.<br><br></div><div>VII- Momento- Confrontar os excertos do romance Fogo Morto, de José Lins do Rego com o Conto: “Negrinha”, de Monteiro Lobato. Esse Conto também é um produto literário carregado de construções discursivas, regimes de verdades, relações de saber-poder e que acaba fundindo e emergindo estatutos literários, científicos, históricos, culturais e sociais.<br><br></div><div>VIII- Momento- Leitura em voz alta pelo professor e alunos da Segunda Parte do romance, de Lins do Rego: O Engenho de Seu Lula. Visando a compreensão do lugar de fala do narrador, dos personagens, do romancista, bem como realizar análises em torno dos racismos estruturais e institucionais, da discriminação racial, a narrativa única, homogênea do narrador/ do romancista, em seguida, o deslizamento, o plasmar de uma heterogeneidade de vozes discursivas, onde os negros e personagens secundários até então, aparecem como uma nova categoria discursiva: O povo.&nbsp;<br><br></div><div>IX Análise das Leis 10. 639/2003 e a 11. 645/ 2008, a literatura negra e as relações étnico-raciais: rasuras das discriminações raciais, do racismo estrutural e institucional no fazer literário e artístico-cultural da cena brasileira.<br><br></div><div>X – Momento- A importância da Literatura “Afro-brasileira”, negra de Conceição Evaristo no processo de construção de discursos e representações discursivas que ampliam a ideia do ser negro na realidade cotidiana brasileira.<br><br></div><div>XI- Momento- Leituras grupais/ formação de 4 grupos, visando ler e, em seguida, propor como produto final das leituras dos contos escolhidos pelos grupos- fazer indicação literária do conto lido via Tik tok, instagram, facebook, leitura dramatizada pelos grupos, café de uma mesa de debate em torno do conto lido ( gravado, realização de chamada de Google Meet, Zoom), produção de Análise do Conto escolhido e utilizar o Word do Gmail para realização da escrita colaborativa,&nbsp; utilização do Google Sala de Aula para após as apresentações dos trabalhos- fazer a postagem nesse espaço digital.<br><br></div><div><strong>XII- </strong>Momento de Avaliação das Atividades, discussões, apresentações das literárias, debates, contextualizações, dentre outras possibilidades.<br><br><strong>Referências<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong>ALBUQUERQUE Júnior, Durval Muniz de. <strong>A Invenção do Nordeste e outras Artes</strong>. 2ed. Recife: FJN, ED. Massangana; SP: Cortez, 2001.<br><br></div><div>BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. <strong>Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996</strong>, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências. Brasília, DF: 10 jan. 2003. Disponível em: http://www.planalto.gov. br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm. Acesso em: 15 ago. 2018.<br><br></div><div>______. Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008. <strong>Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996</strong>, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Brasília, DF: 11 mar. 2008. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/ l11645.htm. Acesso em: 07 jun. 2018.<br>BRANDÃO, Helena H. Nagamine. <strong>Introdução à análise do discurso</strong>. Campinas: Ed. Da UNICAMP, 1993.<br><br></div><div>CANDAU, V. M. <strong>Somo tod@s iguais? Escola, discriminação e educação em direitos humanos</strong>. Rio de Janeiro: DP&amp;A, 2003.<br>CARDOSO, Sílvia Helena Barbi. <strong>Discurso e ensino</strong>. 2ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.<br><br></div><div>CORDEIRO, Carla de Fátima. <strong>Pelos olhos do menino de engenho:</strong> os personagens negros na obra de José Lins do Rego. Marília, 2010.<br><br></div><div>COSTA, Emilia Viotti da. <strong>Da senzala à colônia</strong>. São Paulo, 1986.</div><div>CHALHOUB, Sidney e PEREIRA, Leonardo Afonso de Miranda. <strong>A História Contada:</strong> capítulos de historia social da literatura no Brasil. RJ: Nova Fronteira, 1998.<br><br></div><div>CHALHOUB, Sidney. <strong>Visões da liberdade:</strong> uma história das últimas décadas da escravidão na corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.</div><div>CULLER, Jonathan. <strong>Teoria Literária:</strong> uma introdução. [trad. Sandra Vasconcelos]. SP: Beca, 1999.<br><br></div><div>FOUCAULT, Michel. “Genealogia e poder”.<strong> In: Microfísica do poder</strong>. 16.<sup> </sup>ed. RJ: Graal, 2001.</div><div><sup>__________________________. </sup><strong>Vigiar e Punir: nascimento da prisão</strong>. 26.ed. Petrópolis: Vozes, 2002.</div><div>_________________. <strong>A Ordem do Discurso. </strong>9 ed. SP: Loyola, 2003. (Tradução Laura Fraga de Almeida Sampaio).</div><div>LAVAGEM cerebral [compositor e intérprete]: Gabriel o Pensador In: Gabriel o Pensador. Rio de Janeiro: Rádio Atividade 1992, Estúdios Mega 1993. (43m15s). 1 CD, faixa 5.<br>LIMA, Luiz Costa. <strong>“Documentação e ficção”. </strong>Sociedade e discurso ficcional. RJ: Guanabara, pp.187-242.<br><br></div><div>MUNANGA, Kabengele. As facetas de um racismo silenciado. In: SCHWARCZ, Lília Moritz; QUEIROZ, Renato da Silva da (Orgs.) <strong>Raça e Diversidade</strong>. SP: Estação Ciência/ Edusp, 1996, p. 220-21.<br><br></div><div>NUNES, S. S. Racismo no Brasil: tentativas de disfarce de uma violência explícita. <strong>Revista Psicologia USP</strong>, [online] v. 17, n. 1, p. 89-98, 2006. Disponível em: http://www.scielo.br/ scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-65642006000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso. Acesso em: 18 jun. 2020.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 21:35:24 UTC</pubDate>
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