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      <title>A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL ***PÓS GRADUAÇÃO UNIFAAT.  EDUCAÇÃO INFANTIL E ALFABETIZAÇÃO. by Priscila zanotto</title>
      <link>https://padlet.com/pzanotto10/2zenrmxls4ws0gmt</link>
      <description>O objetivo deste trabalho é compreender a importância da avaliação na Educação Infantil tanto para o professor, quanto para ao aluno, pois é sabido que ao avaliar se o aluno aprendeu algo, avalia-se também se o professor conseguiu ensinar.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-14 21:31:54 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-06-03 22:27:54 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>O ATO DE AVALIAR.</title>
         <author>pzanotto10</author>
         <link>https://padlet.com/pzanotto10/2zenrmxls4ws0gmt/wish/1418700728</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>O ato de avaliar é algo que está presente na vida das pessoas desde muito cedo. Em pequenas ações do cotidiano, é necessário tomar decisões, fazer escolhas por meio de avaliações. Por que então a prática de avaliar é tão questionada quando se fala em Educação Infantil?</div><div>Este trabalho tem como por objetivo ampliar a visão sobre a avaliação na Educação Infantil para uma discussão mais ampla e aprofundada, através de uma pesquisa bibliográfica sobre os diversos tipos de avaliação existentes, e uma análise pormenorizada de qual das tipologias avaliativas seria, então, a ideal para a faixa etária que inclui a educação infantil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 22:36:24 UTC</pubDate>
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         <title>	INTRODUÇÃO DA AVALIAÇÃO.</title>
         <author>pzanotto10</author>
         <link>https://padlet.com/pzanotto10/2zenrmxls4ws0gmt/wish/1418710459</link>
         <description><![CDATA[<div>Os seres humanos, em geral, estão constantemente sendo levados a distinguir situações rotineiras para fazer escolhas. Esse comportamento nada mais é do que uma maneira de se avaliar ou até mesmo avaliar outras situações.</div><div>No âmbito escolar, educadores também se veem nessa difícil missão de avaliar crianças e jovens dentro de um sistema educativo.</div><div>A avaliação é uma tarefa complexa em qualquer fase de aprendizagem, mas quando se trata de educação infantil, deve-se ter um olhar mais atento às individualidades. Esse olhar atento é o ponto forte da importância de avaliar uma criança em período pré-escolar.</div><div>Muitas pessoas, até mesmo dentro da própria área da educação, têm uma visão equivocada, que pode gerar desentendimentos sobre o significado da palavra ‘avaliação’.&nbsp;</div><div>O senso comum acredita que o ato de avaliar está somente ligado à promoção e/ou classificação de alunos para anos letivos seguintes. E isso é, de fato, fortalecido nos Ensinos Fundamentais e Médio através da avaliação somativa.<br>Entretanto, além do conhecimento geral das pessoas&nbsp; sobre a avaliação, o significado dela é muito mais vasto quando se trata de ensino infantil, o que leva algumas pessoas a acharem que não é possível fazer avaliar dentro dessa faixa etária, o que é um ledo engano, primeiro porque avaliar não se resume a classificar, e segundo, porque a avaliação está intrinsecamente dentro de todos os seres humanos. <br>&nbsp;Além disso, é válido salientar aqui, que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)<a href="#_ftn1"><sup>[1]</sup></a> aprovou em 1996 uma lei que determina que a avaliação seja contínua e cumulativa e que os aspectos qualitativos prevaleçam sobre os quantitativos.</div><div>O que a LDB diz é que os educadores tenham um olhar mais generoso para a avaliação e que levem em consideração o desenvolvimento global do aluno e não só aspectos numéricos e classificatórios.</div><div>Este trabalho visa justamente ampliar o olhar sobre a avaliação dentro da educação infantil e mostrar a importância dela, que muitas vezes é esquecida ou pormenorizada até mesmo por profissionais da área da educação.</div><div>Portanto, é necessário explicar e reforçar, através de bibliografia especializada, o quão vasto e importante pode ser o processo de avaliação, que na fase pré-escolar se inicia desde o planejamento de aulas do professor, quanto à ação de acompanhar e auxiliar na construção do conhecimento.</div><div><br><br><a href="#_ftnref1"><sup>[1]</sup></a>&nbsp; Disponível em: http://www.dca.fee.unicamp.br/~leopini/consu/reformauniversitaria/ldb.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 22:41:41 UTC</pubDate>
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         <title>O PROBLEMA ????????????????</title>
         <author>pzanotto10</author>
         <link>https://padlet.com/pzanotto10/2zenrmxls4ws0gmt/wish/1418715297</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos maiores problemas quando se fala em avaliação infantil, é como já dito aqui, a falsa impressão de que o ato de avaliar está ligado somente como um teste que classificará essa criança de modo comparativo e decidirá se a criança deve ou não ir para o ano letivo seguinte, o que é um tanto quanto equivocado.</div><div>Em um documento produzido pelo Ministério da Educação (MEC), intitulado <a href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&amp;view=download&amp;alias=11990-educacao-infantil-sitematica-avaliacao-pdf&amp;Itemid=30192">"Educação Infantil: Subsídios para a construção de uma sistemática de avaliação"</a> discute-se essa problemática de uma forma mais ampla como se pode observar na afirmação a seguir:&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>A avaliação será sempre da criança em relação a si mesma e não comparativamente com as outras crianças. O olhar que busca captar o desenvolvimento, as expressões, a construção do pensamento e do conhecimento (etc.) deve identificar, também, seus potenciais, interesses, necessidades, pois, esses elementos serão cruciais para a professora planejar atividades ajustadas ao momento que a criança vive. A avaliação ocorre permanentemente e nunca como ato formal de teste, comprovação, atribuição de notas e atitudes que sinalizem punição (MEC, 2012, p.14)<a href="#_ftn1"><sup>[1]</sup></a>.</div><div>&nbsp;</div><div>O trecho acima fortalece a ideia de que a avaliação não pode ser utilizada somente com um ato de teste com objetivos quantitativos. Muito pelo contrário, a educação deve ser um olhar cauteloso para a criança, que seja capaz de captar sua evolução e aprendizagem.</div><div>Uma grande problemática quando se fala de avaliação, é a dificuldade do educador e do ser humano em entender a criança como um indivíduo social e histórico com a sua subjetividade. Nota-se isso quando, em sala de aula, o professor foca no que o aluno é capaz ou não de fazer e acaba por deixar de lado a percepção da evolução e o desenvolvimento do processo de aprendizagem.</div><div>É necessário perceber a avaliação como um objeto norteador dos caminhos a ser seguido no processo de aprendizagem da criança e avaliar o ‘todo’ e não somente o pontual, levando em conta também que uma das funções do educador é criar oportunidades de aprendizagem para todo aluno.</div><div>Há discussões sobre a necessidade de adotar mecanismos de avaliação e acompanhamento de trabalho no ensino infantil desde 2010, onde as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (DCNEI), elaborada pelo MEC e pela Secretaria de Educação Básica (SEB), já apontavam a questão e também a avaliação.&nbsp;</div><div>As diretrizes apontam que</div><div>&nbsp;</div><div>As instituições de Educação Infantil devem criar procedimentos para acompanhamento do trabalho pedagógico e para avaliação do desenvolvimento das crianças, sem objetivo de seleção, promoção ou classificação, garantindo:&nbsp; A observação crítica e criativa das atividades, das brincadeiras e interações das crianças no cotidiano; Utilização de múltiplos registros realizados por adultos e crianças (relatórios, fotografias, desenhos, álbuns etc.);&nbsp; A continuidade dos processos de aprendizagens por meio da criação de estratégias adequadas aos diferentes momentos de transição vividos pela criança (transição casa/instituição de Educação Infantil, transições no interior da instituição, transição creche/pré-escola e transição pré-escola/Ensino Fundamental);&nbsp; Documentação específica que permita às famílias conhecer o trabalho da instituição junto às crianças e os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança na Educação Infantil;&nbsp; A não retenção das crianças na Educação Infantil (BRASIL, 2010, p. 29).</div><div>&nbsp;</div><div>Por isso, através da problemática levantada aqui dar-se-á uma investigação mais completa sobre os tipos de avaliação e nortes a serem seguidos quando se trata de avaliação na educação infantil.</div><div>&nbsp;</div><div><br><br><a href="#_ftnref1"><sup>[1]</sup></a> O grupo de trabalho para produção deste documento foi instituído à partir da Portaria nº 1.147/2011 do MEC.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 22:44:26 UTC</pubDate>
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         <title>CRIANÇAS TEM QUE BRINCAR !!!! SER FELIZ !!!!</title>
         <author>pzanotto10</author>
         <link>https://padlet.com/pzanotto10/2zenrmxls4ws0gmt/wish/1418719372</link>
         <description><![CDATA[<div>O ATO DE AVALIAR NÃO PODE SER UM TRAUMA PARA AS CRIANÇAS !!!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 22:46:15 UTC</pubDate>
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         <title>ANALISAR OS OBJETIVOS ALCANÇADOS !!!!</title>
         <author>pzanotto10</author>
         <link>https://padlet.com/pzanotto10/2zenrmxls4ws0gmt/wish/1418729888</link>
         <description><![CDATA[<div>A avaliação dentro da educação infantil proporciona ao educador a oportunidade de analisar se as técnicas, métodos e atividades estão conseguindo chegar a criança de maneira eficaz com os objetivos propostos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 22:52:26 UTC</pubDate>
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         <title>AVALIAR IMPLICA!!!!!!!</title>
         <author>pzanotto10</author>
         <link>https://padlet.com/pzanotto10/2zenrmxls4ws0gmt/wish/1418733443</link>
         <description><![CDATA[<div>A atividade de avaliar implica um julgamento de valor em relação ao processo educacional. A avaliação está presente em todo o desenvolvimento desse processo.&nbsp;</div><div>Sendo assim, o desafio da Educação Infantil é substituir a função classificatória e sentenciosa da avaliação, por um processo de investigação e acompanhamento da aprendizagem mais condizente com a realidade desse segmento.</div><div>Os moldes de avaliação classificatória, que vem do ensino regular e se faz presente nas instituições de Educação Infantil, é caracterizado por listagens de comportamentos, classificados por escalas como: atingiu, não atingiu, atingiu parcialmente, bom, regular, entre outras.</div><div>Tal prática avaliativa possui pareceres comparativos que fazem um julgamento sobre a criança sem contribuir para o seu desenvolvimento.</div><div>Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998), a avaliação nessa etapa deve ser processual e considerada como um conjunto de ações que levem o professor a refletir sobre o processo de aprendizagem, procurando melhorá-lo, ajustando assim sua prática às necessidades das crianças.</div><div>O Referencial Curricular Nacional considera que deve haver um retorno para as crianças, ou seja, a avaliação deve propiciar que elas também acompanhem seus avanços e suas dificuldades.&nbsp;</div><div>Para que isso ocorra, é função do professor partilhar com elas observações que sinalizem suas conquistas e possibilidades de superação, sempre visando ao seu desenvolvimento. Apontar habilidades que a criança ainda não desenvolveu só por apontar, sem o objetivo de incentivá-la a superar as dificuldades, não tem sentido algum.</div><div>Sempre, em cada final de bimestres, trimestres ou semestres letivos (períodos em que normalmente ocorrem as avaliações), é comum notar a ansiedade e angústia de professores que se veem com a tarefa árdua de formalizar e comprovar o trabalho realizado por meio de fichas e relatórios de percurso.</div><div>A avaliação parece ser apenas uma descrição do trabalho realizado e a constatação dos comportamentos que a criança apresentou naquele período de tempo, a fim de “prestar contas” com as famílias e com a própria escola.</div><div>Essa prática revela que avaliar torna-se um ato estagnado e não um processo, pois, muitas vezes se reprime a um mero preenchimento de fichas comportamentais, relatórios de percursos ou à escrita de pareceres descritivos padronizados pela escola, que não levam em conta o cotidiano da criança e seu desenvolvimento, nem a postura pedagógica do professor.</div><div>&nbsp;</div><div>O processo avaliativo não deve estar centrado no entendimento imediato pelo aluno das noções em estudo, ou no entendimento de todos em tempos equivalentes. Essencialmente, por que não há paradas ou retrocessos nos caminhos da aprendizagem. Todos os aprendizes estão sempre evoluindo, mas em diferentes ritmos e por caminhos singulares e únicos. O olhar do professor precisará abranger a diversidade de traçados, provocando-os a progredir sempre (HOFFMANN, 2001, p. 47)</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 22:54:34 UTC</pubDate>
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         <title>O PROFESSOR PRECISA COMPREENDER O CAMINHO DA APRENDIZAGEM!!!!</title>
         <author>pzanotto10</author>
         <link>https://padlet.com/pzanotto10/2zenrmxls4ws0gmt/wish/1418736585</link>
         <description><![CDATA[<div>O professor precisa compreender o caminho da aprendizagem que o aluno está percorrendo em determinado momento e, em função disso, propiciar o avanço do conhecimento. Segundo Vygotsky (1997), citado por Oliveira (2005), o professor tem o papel de fazer a criança avançar em sua compreensão de mundo a partir do seu desenvolvimento já conquistado, tendo como objetivos as etapas posteriores, ainda não alcançadas.&nbsp;</div><div>Essas etapas ainda não alcançadas, são observadas a partir de uma avaliação que dá espaço para no futuro conseguir dar continuidade do desenvolvimento.</div><div>&nbsp;</div><div>Portanto, o professor deve avaliar para “delinear a continuidade da ação pedagógica, respeitando a criança em seu desenvolvimento, em sua espontaneidade na descoberta de mundo &nbsp; e oferecendo-lhe um ambiente de afeto e segurança para suas tentativas (HOFFMANN, 1996, p.39).</div><div>&nbsp;</div><div>Um dos aspectos fundamentais da avaliação é justamente o que o professor deve avaliar.&nbsp;</div><div>Partindo da concepção de avaliação como um instrumento de investigação sobre o desenvolvimento dos alunos, através do qual se permite intervir na ação educativa, o educador deve avaliar a criança em sua plenitude, ou seja, avaliar tudo aquilo que faz parte de seu cotidiano e atua em seu desenvolvimento, focando os aspectos mais importantes.</div><div>Os processos que o educador deve observar fazem parte do seu projeto educativo. No entanto, analisar o desenvolvimento integral da criança em alguns de seus aspectos mais&nbsp; relevantes é de suma importância: sua adaptação à escola; as conquistas em termos cognitivos, afetivos e sociais; as condutas atitudinais da criança em relação às diferentes atividades, ao ambiente, às pessoas; relações sociais e afetivas com outras crianças e com os adultos; hábitos pessoais; motricidade (trabalho com o corpo, orientação espacial); expressão (oral, artística, etc.); aspectos emocionais como ansiedade, tensão, impulsividade, irritabilidade, etc.</div><div>Avaliar na Educação Infantil, devido às peculiaridades da etapa, é um processo muito delicado. A avaliação, como já foi dito, não é neutra, até porque existe uma subjetividade inerente ao processo. Portanto, pensar como fazê-la exige do educador muita reflexão sobre sua ação e conscientização sobre a subjetividade que há em sua prática.</div><div>&nbsp;</div><div>Alguns aspectos importantes devem ser considerados na hora de avaliar, seja qual for o instrumento utilizado: conscientizar-se de que é avaliado um estado da criança, não uma característica permanente; evitar dar relevância a comportamentos isolados, não Inter-&nbsp; relacionados e sem significado; conscientizar-se das diferenças entre as crianças, levando em&nbsp; conta que cada um tem o seu tempo; proporcionar diferentes vivências para que possa&nbsp; ser&nbsp; avaliada a reação da criança frente a situações variadas; respeitar as crianças em seu&nbsp; temperamento próprio, suas características individuais. (HOFFMANN, 1996)</div><div>&nbsp;</div><div>Na Educação Infantil, o principal instrumento de avaliação é a observação, sendo que, observar é mais do que apenas olhar.&nbsp;</div><div>A observação, fundamentada no conhecimento sobre a criança e seu processo de aprendizagem, possibilita a investigação e a coleta de informações que retratem da melhor forma o aluno avaliado.</div><div>O professor precisa ter clara a concepção de que o que ele está descrevendo não é estático, é apenas um estado temporário da criança, um movimento. Segundo Hoffmann (1996, p.63) “o processo avaliativo precisa ensaiar o movimento do “ainda não é”, ou ‘ainda é’, enunciando o princípio de linguagem do conhecimento: toda a descoberta da criança está relacionada a conquistas anteriores e são prenúncio de novas conquistas”.</div><div>Fica claro na fala das professoras que a avaliação tem como objetivos, além do acompanhamento, propiciar o desenvolvimento a partir da prática educativa. É a partir do que já foi conquistado, ou não, que o professor vai planejar suas ações, por isso deve saber em que etapa o educando se encontra para seguir em direção às próximas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 22:56:35 UTC</pubDate>
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         <title>AVALIAÇÃO SOMATIVA !!!!!</title>
         <author>pzanotto10</author>
         <link>https://padlet.com/pzanotto10/2zenrmxls4ws0gmt/wish/1418742552</link>
         <description><![CDATA[<div>A avaliação somativa tem como objetivo classificar o que um aluno aprendeu ou não, isto é, pretende avaliar de maneira quantitativa se os objetivos propostos pelo educador foram alcançados e classificar esses resultados.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>A avaliação somativa com função classificatória realiza-se ao final do curso, período letivo ou unidade de ensino, e consiste em classificar os alunos de acordo com os níveis de aproveitamento previamente estabelecidos, geralmente tendo em vista sua promoção de uma série para outra, ou de um grau para outro. (HAYDT, 1997, p.18)</div><div><em>&nbsp;</em></div><div>Essa é uma das avaliações mais utilizadas em processos seletivos e também vestibulares. Muitos professores optam por ela, principalmente nos ensinos fundamentais e médio.&nbsp;</div><div>Vale salientar que, todos os tipos de avaliação podem ser usados em momentos diferentes dentro de um processo educacional.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 23:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>AVALIAÇÃO FORMATIVA!!!</title>
         <author>pzanotto10</author>
         <link>https://padlet.com/pzanotto10/2zenrmxls4ws0gmt/wish/1418745091</link>
         <description><![CDATA[<div>A avaliação formativa é um tipo de avaliação que é realizada em praticamente todo o processo de ensino-aprendizagem, pois ela é contínua, isto é, ocorre durante todo ano letivo.&nbsp;</div><div>Através dessa maneira de avaliar é possível que o educador estabeleça objetivos e aos poucos, consiga acompanhar se eles foram alcançados. Através dessa análise, o professor pode, e deve, modificar o que não está funcionando, e conseguir estabelecer estratégias eficazes que sejam capazes de fazer o aluno desenvolver suas habilidades.</div><div>Para essas mudanças que a avaliação formativa sugere ao longo do processo, é preciso estabelecer um vínculo entre professor e aluno, para que o desenvolvimento educacional ocorra de maneira benéfica. Para isso, Hoffman (2009) sugere um modelo de avaliação mediadora, que se enquadra bem dentro da tipologia formativa.</div><div>&nbsp;</div><div>Podemos pensar na avaliação mediadora como um processo de permanente troca de mensagens e de significados, um processo interativo, dialógico, espaço de encontro e de confronto de ideias entre educador e educando em busca de patamares qualitativamente superiores de saber”. (HOFFMANN, 2009, p. 76).</div><div>&nbsp;</div><div>Ou seja, através desse modelo sugerido por Hoffman, busca-se uma melhora contínua no processo de aprendizagem. Embora o conceito desenvolvido por Hoffmann dialogue muito de perto com o conceito de avaliação formativa, há pontos que as diferenciam.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 23:01:45 UTC</pubDate>
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         <title>SEM PROVAS SURPRESAS !!!</title>
         <author>pzanotto10</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 23:04:42 UTC</pubDate>
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         <title>NÃO ESQUEÇA ! VOCÊ TAMBÉM COMO ALUNO JÁ TEVE MEDO DE PROVAS !!!</title>
         <author>pzanotto10</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vamos retirar esses traumas das crianças ...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 23:08:39 UTC</pubDate>
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         <title>NOTAMOS QUE ?????????????????</title>
         <author>pzanotto10</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para a educação infantil, é possível notar que, a avaliação somativa não faz efeito, pois tem o ato de classificar, e o objetivo da educação infantil não é classificatório, muito pelo contrário, tem o foco na formação do indivíduo, na evolução das habilidades, somando o cuidar com o aprender. Portanto, nessa faixa etária, esse tipo de avaliação não é o mais indicado e nem mais o eficaz.</div><div>O professor na fase da educação infantil começa seu trabalho avaliativo logo no início do ano ao planejar as atividades que serão feitas.</div><div>Muitas vezes, no início do ano letivo, o educador faz uma avaliação diagnóstica para tentar entender como os alunos se comportam, quais habilidades estão mais latentes, onde pode ser melhorado. Essa avaliação serve como norteadora para que assim o profissional saiba qual caminho deve trilhar.</div><div>A avaliação diagnóstica vem para dar início na avaliação formativa, que far-se-á presente durante o tempo todo na educação infantil. O professor, no dia a dia na escola, consegue notar em qual momento o aluno está e assim, consegue também decidir quais estratégias usar para conseguir atingir seus objetivos de ensino-aprendizagem com aquele aluno e sua turma.&nbsp;</div><div>Portanto, este trabalho fortalece a ideia da importância de avaliar uma criança na faixa etária do zero aos cinco anos, na chamada educação infantil. Essa avaliação é mais do que necessária, pois é através dela que o professor conseguirá trilhar o melhor caminho de aprendizagem para o aluno, respeitando a evolução individual, o que facilitará para os outros ciclos educacionais.</div><div>&nbsp;Viu-se também que, há muitas maneiras diferentes de avaliar e que essa avaliação servirá como um indicador de aspecto geral, que mostrará gradativamente o desenvolvimento, principalmente através de registros.&nbsp;</div><div>Registros estes que, também foram explicitados no presente trabalho e que quando se trata de avaliação mediadora, além deles, faz-se necessário, também, um diálogo permanente entre professor e aluno, e que é através dessa avaliação que o professor conseguirá regular a aprendizagem.</div><div>Vale salientar aqui, mais uma vez que, o objetivo deste trabalho não é escolher uma tipologia avaliativa melhor e uma pior, porque isso seria reduzir os métodos avaliativos a uma visão única.&nbsp;</div><div>Fica claro que, por se tratar de um trabalho que visa olhar a importância da avaliação na educação infantil, alguns métodos avaliativos para essa faixa etária não se fazem muito eficazes, como é o caso da avaliação somativa, porém, essa conclusão não reduz a importância dela em outras faixas etárias e/ou em outras provas cujo objetivo é a classificação.</div><div>&nbsp;Exemplos de provas classificatórias são os vestibulares, concursos e até o próprio ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) que além de verificar as estatísticas do Ensino Médio em todo o Brasil, serve também como nota de classificação para o ingresso de alunos à universidades e que&nbsp; também&nbsp; pode servir como método para distribuição de bolsas, como por exemplo o PROUNI.</div><div>Em casos como esses citados acima, a avaliação somativa se torna eficaz, porque o avaliador das respectivas provas não tem relação ou vínculo com os candidatos, isto é, faz com que esse processo avaliativo seja único e classificatório. Nesses casos o avaliador não tem como objetivo analisar os erros do candidato para enxergar um caminho melhor para a aprendizagem dele e orientá-lo, como é o caso das avaliações feitas em sala de aula.&nbsp;</div><div>Por isso, nos casos de provas classificatórias, uma avaliação somativa é eficaz, porque o único objetivo delas é criar um mecanismo para classificar os candidatos.</div><div>Além do que se foi concluído aqui sobre avaliação, vale salientar que, para que a avaliação na educação infantil passe a surtir efeito, é necessário que, o professor consiga superar a prática tradicional e redirecionar seu olhar.&nbsp;</div><div>Dentro desse “novo olhar” deve-se, então, não enxergar a avaliação como única e exclusivamente um objeto medidor de conhecimento&nbsp; e sim como um objeto de reconstrução pedagógica, para que assim, desde o início da vida escolar, na educação infantil, o aluno tenha a percepção de que, o professor não é o ‘detentor de conhecimento’ e que eles estão ali, ambos, para construí-lo e que o encontro entre os três pilares da educação: professor, aluno e conhecimento, acontece dentro da sala de aula, no dia a dia, e que esse conhecimento não é estático, muito pelo contrário, ele se modifica através da interação entre educador e aluno.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 23:12:13 UTC</pubDate>
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