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      <title>ARTE CRISTÃ E MEDIEVAL by Carlos Alberto Bosque Junior</title>
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      <description>d.C e Séculos V e XV</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-14 04:29:31 UTC</pubDate>
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         <title>ARTE PALEOCRISTÃ</title>
         <author>carlosbosque</author>
         <link>https://padlet.com/carlosbosque/2zd5yy904ymoikn1/wish/1425808767</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante o Império Romano, coexistindo com o esplendor da cultura pagã, inicia-se e desenvolve-se o cristianismo, que assenta nos primeiros séculos os fundamentos da sua evolução. Não se pode compreender a arte medieval sem ter presente as formas e critérios que ora se estabelecem por consequência da nova fé. A arte paleocristã não representa a dissolução da arte romana, mas a implantação de novos critérios que fundamentam um novo período histórico.<br><br></div><div>A arte paleocristã seleciona e toma do mundo romano, tanto ocidental quanto oriental, múltiplos elementos para criar uma nova linguagem que se adapte e corresponda às exigências da crença cristã.<br><br></div><div>Cronologicamente, no desenvolvimento da arte paleocristã distingue-se duas etapas, separadas pelo Edito de Tolerância do ano 313. Deve-se notar, porém, que a segunda não termina com a destruição do Império Romano do Ocidente em 476, pois, tanto no Oriente, que se funde com as formas iniciais do mundo bizantino, como no Ocidente, onde coexiste com a arte dos povos bárbaros, a arte paleocristã persiste como tal até o início do século VII.<br><br></div><div>Os romanos testemunharam o nascimento de Jesus Cristo, o qual marcou uma nova era e uma nova filosofia. Com o surgimento de um “novo reino” espiritual, o poder romano viu-se extremamente abalado e teve início um período de perseguição não só a Jesus, mas também a todos aqueles que aceitaram sua condição de profeta e acreditaram nos seus princípios.<br><br></div><div>Esta perseguição marcou a primeira fase da arte paleocristã: a fase catacumbária, que recebe este nome devido às catacumbas, cemitérios subterrâneos em Roma, onde os primeiros cristãos secretamente celebravam seus cultos. Ainda hoje, podemos visitar as catacumbas de Santa Priscila e Santa Domitila, nos arredores de Roma.<br><br></div><div>Os cristãos foram perseguidos por três séculos, até que em 313 o imperador Constantino legaliza o Cristianismo, dando início à segunda fase da arte paleocristã: a fase basilical.<br><br></div><div>Em 395, o imperador Teodósio dividiu o Império Romano entre seus dois filhos: Honório e Arcádio. Honório ficou com o Império Romano do Ocidente, tendo Roma como sua capital, e Arcádio ficou com o Império Romano do Oriente, com a capital Constantinopla (antiga Bizâncio e atual Istambul).<br><br></div><div>O império Romano do Ocidente sofreu várias invasões, principalmente de povos bárbaros, até que, em 476 foi completamente dominado. Já o Império Romano do Oriente (onde se desenvolveu a arte bizantina), apesar das dificuldades financeiras, dos ataques bárbaros e das pestes, conseguiu manter-se até 1453, quando a sua capital Constantinopla foi totalmente dominada pelos muçulmanos.<br><br><strong>ARQUITETURA<br></strong><br></div><div>O preceito de que o cadáver do cristão devia ser inumado e não incinerado, assim como a ideia de que a terra onde recebia a sepultura era sagrada, por abençoar e receber em depósito um corpo destinado à ressurreição fez aparecerem os cemitérios cristãos.<br><br></div><div>A partir do século II, a catacumba ou cemitério subterrâneo apresenta a seguinte disposição: uma série de galerias subterrâneas ou corredores (<em>ambulacri</em>), extremamente estreitos para aproveitar o terreno ao máximo, cujas paredes se destinam a abrir várias filas de nichos em sentido longitudinal. Estes corredores alargam-se de vez em quando formando uma pequena câmara (<em>cubiculum</em> ou cripta) para nela reunir algumas sepulturas. Em alguns casos, o <em>cubiculum</em> encontra-se no final de uma galeria, com um banco comprido, como presidência, o assento para o bispo, o que indica que realizavam reuniões comunitárias. Nas galerias superiores situam-se os lucernários abertos para o exterior, que proporcionam a luz e ventilação de que carecem as inferiores.<br><br></div><div>As primeiras basílicas tiveram influência da casa romana e dos templos de culto oriental. Tinha uma planta estruturada em três partes: parte pública, semi-pública e privada.&nbsp; A parte pública consta de um grande pátio com fonte no centro. O pátio tem galerias à sua volta que dão para o corpo do templo.&nbsp; A parte semi-pública da basílica é constituída pelo corpo da igreja, que pode constar de uma, três ou cinco naves, separadas por filas de colunas que suportam as arcadas. Como o templo está orientado, ou seja, com a cabeceira ou presbitério para Leste, uma nave encontra-se ao Norte – e destina-se às mulheres e a outra ao Sul, onde se situam os homens, denominando-se , respectivamente, nave do evangelho e da epístola, porque na sua direção se dirigiam as correspondentes&nbsp; leituras da missa. Na nave central situa-se o coro menor, para cantores e clérigos menores.&nbsp; Toda essa parte semi-pública está separada da parte privada mediante uma parede com portas que é o <em>septum</em>: daí que a nave transversal que está atrás (nave do cruzeiro) receba o nome de <em>transeptum</em> ou transepto.<br><br></div><div>A parte privada da basílica é complexa, evoca nas suas formas o edifício funerário, visto que tudo se relacionava com a câmara subterrânea onde se encontrava a relíquia, corpo ou lugar venerado que justificava a construção da basílica nesse local.<br><br></div><div>No século V aparecem as variantes fundamentais das primeiras basílicas, que são as seguintes: é frequente um segundo piso sobre as naves laterais ou pela parte central, o problema da iluminação do interior do edifício está resolvido pela maior altura da nave central, que permite abrir amplas janelas por cima das naves laterais.<br><br></div><div>Ao período inicial do reinado de Constantino pertencem basílicas importantes como em Roma, a desaparecida São Pedro, Santa Inês, San Lorenzo Extramuros e São João de Latrão, hoje em boa parte reconstruídas.<br><br></div><div>Depois desse período representado por Constantino, as comunidades cristãs do Oriente e do Ocidente empenham-se paralelamente na busca e desenvolvimento de um tipo de templo cristão. Nesta etapa, que vai de 350 a 550, concretizam-se dois tipos diferentes de igreja: a de planta de cruz latina, derivado do tradicional tipo basilical, e a de planta de cruz grega ou de plano central. O fato fundamental é o triunfo da abóboda, especialmente nos edifícios de plano central em que a cúpula virá a ser elemento essencial.<br><br><br><strong>PINTURA<br></strong><br></div><div>Surgidas no meio cultural romano, as primeiras decorações pictóricas cristãs assumem as características formais da arte de seu tempo. Basta comparar a decoração do cubículo do Bom Pastor das catacumbas de Domitila ou as da cripta de Lucina nas de São Calisto, ambas do início do século III, com as obras não cristãs desses momentos para sentir a identidade das técnicas: paredes e abóbodas, recobertas de cor branca cremosa, aparecem compartimentadas por uma decoração linear em vermelho e verde muito esquemática, que define espaços regulares em cujo centro aparecem representadas pequenas figuras com uma técnica nervosa. Salvo pela sua imperícia e pela natureza tosca (só a partir do Edito da Tolerância de 313 puderam ser obras de artistas notáveis), as primitivas pinturas cristãs não se diferenciam, pois, estilisticamente, das outras romanas do seu tempo e unicamente a partir do século V se poderá falar de um código formal próprio e plenamente adaptado à sua própria religiosidade.<br><br></div><div>Além das características pictóricas parecidas com as da pintura romana dos séculos III e IV, os temas, talvez por precaução perante as perseguições, talvez como meio mais adequado para penetrar nas consciências, os primeiros cristãos utilizaram motivos correntes na arte pagã os quais, depois de esvaziar de conteúdo, dotaram uma nova simbologia, e assim o tema das estações passou a ser considerado símbolo da renovação da vida, Orfeu com os animais converteu-se em reflexo de Cristo como pastor de almas e este foi figurado com os tributos de Apolo como “luz do mundo”.<br><br></div><div>Foi provavelmente em finais do século II e início do III (e talvez em conexão com relativa tolerância que se produz durante o reinado dos Severos e com o desenvolvimento de uma arte figurativa judaica, um pouco anterior, e que também encontrou campo de ação nas catacumbas romanas e nas sinagogas), quando se começou a definir o universo de formas cristãs, abrangendo não só imagens simbólicas (Cristo como Bom Pastor, o monograma, o lábaro e o peixe, o Cordeiro eucarístico, o cálice ou os pássaros picando a videira), mas também ciclos narrativos com cenas alusivas à salvação, tanto extraídas do Velho Testamento como do Novo, e para algumas das quais talvez pudessem utilizar como modelos as cenas da Bíblia ilustrada que, ao parecer, se realizavam em Alexandria já no século I.<br><br></div><div>Ao longo do século IV, o cristianismo deixou de ser perseguido e converteu-se em religião oficial do Estado. Lógico que a aprovação oficial teve consequências importantes no campo das artes, começando pela edificação de um grande número de templos – os mais significativos pagos pelo imperador -, mas embora na arquitetura as consequências tenham sido imediatas e claras, quanto concerne à escultura ou à pintura as mudanças deveriam ter sido bastante mais calmas, e parece clara uma certa continuidade com os modelos do século III.<br><br></div><div>Nos finais do século IV, e coincidindo com novo período de energia que o reinado de Teodósio supôs a Igreja, as decorações dos templos aparecem já bem definidas. Primeiro, há um evidente afã de riqueza, que leva a preferir o mosaico à pintura mural para recobrir as paredes dos templos. Depois, um incremento de valores narrativos. Finalmente, constata-se agora um evidente aumento da qualidade formal das representações. Quanto ao aspecto temático, deve-se recordar, à margem de que agora começam a estenderem-se as representações de santos e mártires.<br><br><strong>MOSAICO<br></strong><br></div><div>O mosaico, muito utilizado pelos gregos e romanos, foi o material escolhido para o revestimento interno das basílicas, utilizando imagens do Velho e do Novo Testamento. Esse tratamento artístico também foi dado aos mausoléus e os sarcófagos feitos para os fiéis mais ricos e eram decorados com relevos usando imagens de passagens bíblicas.<br><br></div><div>Jesus Cristo poderia estar simbolizado por um círculo ou por um peixe, pois a palavra peixe, em grego <em>ichtus</em>, forma as iniciais da frase: “Jesus Cristo de Deus Filho Salvador”. Outra forma de simboliza-lo é o desenho do pastor com ovelhas “Jesus Cristo é o Bom Pastor” e também, o cordeiro “Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus”.<br>FONTE: https://www.historiadasartes.com/nomundo/arte-na-antiguidade/arte-paleocrista/<br><br>PERSEGUIÇÃO DOS PRIMEIROS CRISTÃOS NO IMPÉRIO ROMANO - MODO DIFERENTE DE RITUAL E CERIMONIAL DOS MORTOS PELA IDEIA DE RESSUREIÇÃO E ARTE FEITA NAS CATACUMBAS, CEMITÉRIOS SUBTERRÂNEOS ESCONDIDOS PARA CULTO TAMBÉM DA NOVA RELIGIÃO QUE CONFRONTAVA AS PERSEGUIÇÕES E OS PRIMEIROS MÁRTIRES DA IGREJA.<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Persegui%C3%A7%C3%A3o_aos_crist%C3%A3os</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 15:08:45 UTC</pubDate>
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         <title>BASILICAS ROMANAS DO IMPÉRIO CONVERTIDAS A TEMPLOS CRISTÃOS</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <pubDate>2021-04-16 15:14:36 UTC</pubDate>
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         <title>IMPERADOR CONSTANTINO</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Essa é uma arte profundamente relacionada ao <strong>cristianismo</strong>, que passou a ser considerado a religião oficial do Estado em 311 d.C.<br><br></div><div>O Imperador Constantino foi o responsável por essa transição, sendo também o fundador de Constantinopla, a capital desse Império.</div><div><br>Tal fato ocorreu em 330 d.C. em uma região onde se localizava uma antiga colônia grega chamada Bizâncio. Daí deriva a denominação "arte bizantina", que disseminou-se além das fronteiras do Império Bizantino.</div><div><br>Assim, aos poucos a Igreja passa a ter total controle sobre a produção cultural daquela sociedade e via na arte um maneira de "instruir" o povo e publicizar a fé cristã.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 15:18:37 UTC</pubDate>
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         <title>IMPÉRIO ROMANO DIVIDIDO - O OCIDENTE COM A CAPITAL ROMA E O ORIENTE COM A CAPITAL EM BIZANCIO, DEPOIS CONSTANTINOPLA E HOJE CONHECIDA COMO ISTAMBUL NA TURQUIA.</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <pubDate>2021-04-16 15:23:48 UTC</pubDate>
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         <title>ARTE BIZANTINA</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O mosaico foi a linguagem que mais se destacou na arte bizantina. Ele é feito através de um técnica em que as imagens são formadas a partir de pequenos pedaços de pedras com cores variadas, dispostos lado a lado.<br><br></div><div>Assim, os fragmentos são fixados em uma argamassa e posteriormente recebem uma mistura de cal, areia e óleo para preencher os espaços entre eles.<br><br><br>O &nbsp;mosaico foi utilizado por diversos povos e culturas, tendo destaque nas Thermas e palácios dos antigos romanos, mas foi no Império Bizantino, na Idade Média que essa manifestação atingiu seu ápice.<br><br></div><div><br>Ele era aplicado nas paredes e abóbodas das igrejas a fim de representar personagens e passagens bíblicas, além dos próprios imperadores.<br><br></div><div><br>Tais obras, minuciosamente construídas, proporcionam um colorido intenso dentro das basílicas, transmitindo uma aura suntuosa de solene esplendor.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 15:25:58 UTC</pubDate>
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         <title>BASÍLICA DE SANTA SOPHIA</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Assim como nas outras artes, a arquitetura bizantina também se desenvolveu de forma majestosa, expressando-se nas construções sagradas.<br><br></div><div>Anteriormente, os fiéis cristãos costumavam praticar sua devoção em templos humildes e discretos, dada a perseguição que sofriam, inclusive.</div><div><br>Mas assim que a Igreja Católica tornou-se poderosa e instrumento de dominação, os locais de culto também sofreram enormes transformações.<br><br>Portanto, começaram a ser erguidas basílicas monumentais que deveriam dar conta de demonstrar todo o poderio divino aliado ao poder político.</div><div><br>Interessante destacar que o termo "basílica" era antes utilizado para designar um "salão real". Em dado momento, a mãe do Imperador Constantino determinou a construção de um desses salões com finalidade religiosa e assim passou-se a identificar esses grandes edifícios católicos como basílicas.<br><br></div><div>A parte das igrejas onde se localizava o altar foi chamada de "coro". Já a parte principal, onde ficavam os fiéis, era designada "nave" e as divisões laterais receberam o nome de "alas".</div><div><br>As primeiras construções sofreram alterações ao longo dos anos, entretanto ainda é possível se ter a percepção de como eram. Um exemplo é a Basílica de São Apolinário, em Ravena, Itália.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 15:26:33 UTC</pubDate>
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         <title>ARTE ROMANICA</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div>FORTALEZA DE DEUS - BÍBLIA DE PEDRA - ARCOS REDONDOS DE VOLTA PERFEITA - PAREDES GROSSAS - POUCAS JANELAS - MAIS HORIZONTAIS.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 15:27:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div>PLANTA BAIXA DE UMA IGREJA&nbsp;ROMANICA</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 16:50:36 UTC</pubDate>
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         <title>BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DE APARECIDA NO BRASIL É NEOROMÂNICA NO ESTILO. ABÓBODA, UMA TORRE SÓ DE OBSERVAÇÃO, JANELAS E PORTAIS EM ARCO DE 180º, EM GERAL AS IGREJAS NÃO SÃO PINTADAS PARA DAR APARÊNCIA DA PEDRA QUE É DURA E PROTEGE (IMPENETRÁVEL) </title>
         <author>carlosbosque</author>
         <link>https://padlet.com/carlosbosque/2zd5yy904ymoikn1/wish/1427104723</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:15:49 UTC</pubDate>
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         <title>A MAIS FAMOSA ARQUITETURA ROMÂNICA É A FAMOSA BASÍLICA COM A TORRE DE PIZZA - Arcos romanos, pilares gregos, poucas janelas, bastante janela e porta bloqueada, são espaços fictícios.</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <pubDate>2021-04-16 20:18:50 UTC</pubDate>
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         <title>Escultura romanica</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A escultura assumE uma íntima relação com a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitectura">arquitetura</a>, inserindo-se no seu espaço como um elemento complementar, e dedicando-se, principalmente, ao ensinamento de cenas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/B%C3%ADblia">bíblicas</a> através de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Relevo">relevos</a> em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedra">pedra</a> compreensíveis ao crente leigo.<br><br> (lEMBRANDO QUE A MAIORIA DA POPULAÇÃO NA IDADE MÉDIA NA EUROPA ERA DE AGRICULTORES E PASTOREIROS NOS FEUDOS, A MAIORIA ANALFABETA)<br><br></div><div><br>É no românico, a partir do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XI">século XI</a>, que iremos conhecer as primeiras obras de escultura monumental, grandes, que surgiam no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_V">século V</a>,&nbsp; observando uma maior produção de pequenas estatuárias e trabalhos em metal, desenvolvidos durante o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_pr%C3%A9-rom%C3%A2nica">período pré-românico</a>.<br><br></div><div><br>O fator de impulso da nova produção escultórica vai ser o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Caminhos_de_Santiago">caminho de peregrinação</a> em direcção a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Santiago_de_Compostela"><strong>Santiago de Compostela</strong></a>, ao longo do qual vão ser erigidas novas igrejas, sob organização da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_de_Cluny">Ordem de Cluny</a>. Estes templos, construídos em locais de passagem neste período de fervor religioso, são virados para o acolhimento espiritual do peregrino e para a exposição de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rel%C3%ADquia">relíquias</a>. A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a">França</a> e o norte de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Espanha">Espanha</a> são assim os locais onde se podem observar os primeiros exemplos da produção escultórica românica aplicados à arquitectura.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:21:30 UTC</pubDate>
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         <title>PINTURA ROMANICA</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>A pintura do românico é identificada por alguns traços mais constantes, embora haja uma enorme diversidade de abordagens:</strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pintura_do_rom%C3%A2nico#cite_note-Charles-4"><strong><br></strong></a><br></div><ul><li><strong>A prevalência do </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Desenho"><strong>desenho</strong></a><strong> sobre a mancha. Os contornos são fortemente delineados e as cores são aplicadas geralmente a cheio. Efeitos de volume são obtidos principalmente através de grafismos (linhas).</strong></li><li><strong>Ênfase na representação da figura humana, embora animais e plantas reais ou fantásticos sejam aparições comuns.</strong></li><li><strong>Não há interesse na verossimilhança com a natureza. O desenho das figuras é estilizado e esquemático, tende à rigidez, e há pobre variedade nas expressões faciais e na gestualidade, embora em geral haja muita inventividade na concepção dos tipos e na composição geral. Tampouco se encontram retratos fiéis, todas as figuras têm feições convencionais semelhantes. A expressividade está mais na composição do que na figura. As figuras geralmente têm um tamanho proporcional à importância do personagem.</strong></li><li><strong>Não há interesse pela pintura da paisagem, que quando aparece é representada muito sumariamente. Os cenários são abstratos ou semi-abstratos, podem receber pouca atenção em relação às figuras, ou podem ser muito trabalhados em termos decorativos, com padrões gráficos e cromáticos intrincados. Muitas vezes as imagens são enquadradas em molduras arquiteturais ou encaixadas em esquemas geométricos.</strong></li><li><strong>Não se representam sombras nem perspectiva espacial.</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:31:55 UTC</pubDate>
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         <title>PERSEGUIÇÃO MARTIRES CRISTÃOS</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:34:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CATACUMBAS PALEOCRISTÃ</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div>NÃO QUEIMAVAM SEUS CORPOS COMO OS PAGÃOS ROMANOS, ESCONDIAM EM CEMITÉRIO SUBTERRÂNEOS PARA A VOLTA DE CRISTO COM SEUS CORPOS ENTERRADOS.<br>&nbsp;( ARTE ERA BEM SUTIL, PRIMITIVA E SIMPLES, SEM SOFISTICAÇÃO PARA NÃO DENUNCIAR OS MOVIMENTOS DE ALGUMA CASA QUE SERVIA DE PASSAGEM AO CULTO E ENTERRO)<br>ARTE SIMBÓLICA</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:35:50 UTC</pubDate>
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         <title>SIMBOLOS CRISTÃOS NAS CATACUMBAS</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:39:01 UTC</pubDate>
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         <title>ARTE BIZANTINA - MÁXIMA NOS MOSAICOS.</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div>REIS E RAINHAS COLOCADOS NA ALTURA E DENTRO DE IGREJAS PARA SE TORNAREM SAGRADAS E RESPEITADAS.<br>A AURÉOLA É UMA FUSÃO SÍNCRONA DO DEUS SOL INVÍCTO DOS ROMANOS POLITEISTAS COM AS FIGURAS NA FRENTE DELE MOSTRANDO QUE SÃO SAGRADAS COMO OS DEUSES.<br>NO RENASCIMENTO, PERÍODO HUMANÍSTA, AS FIGURAS SANTAS IRÃO FICAR NAS REPRESENTAÇÕES DE PINTURAS MAIS HUMANIZADAS, SÓ COM UM DISCO OU ANEL AMARELINHO NA CABEÇA ATÉ SUMIR NO BARROCO.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:41:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PINTURA BIZANTINA</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A pintura bizantina se deu de maneira menos intensa.<br><br></div><div><br>Essa linguagem tem nos <strong>ícones </strong>uma nova maneira de se expressar. A palavra ícone vem do grego e significa "imagem". Nesse contexto, eles constituíam figuras de santos, profetas, mártires e outras personalidades sacras, como Jesus, Virgem Maria e os apóstolos.<br><br></div><div><br>Possuem características suntuosas e eram feitos utilizando o método da <strong>têmpera</strong>. Nela, a tinta era preparada com pigmentos e uma base de ovos ou outra substância orgânica. Assim, as cores se fixavam melhor e a durabilidade da pintura era maior, gerando um efeito brilhante.<br><br></div><div><br>Uma característica comum nessas pinturas era o uso da cor dourada. Também era habitual aplicarem joias nas obras, o que conferia ainda mais grandiosidade para as imagens, veneradas tanto em igrejas quanto em oratórios particulares<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:50:30 UTC</pubDate>
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         <title>CATACUMBAS ROMANAS ARTE</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 20:56:40 UTC</pubDate>
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         <title>ARTE GÓTICA</title>
         <author>carlosbosque</author>
         <link>https://padlet.com/carlosbosque/2zd5yy904ymoikn1/wish/1427287541</link>
         <description><![CDATA[<div>O termo Gótico é o adjetivo que designa <strong>o que é proveniente, relativo, criado ou usado pelos Godos</strong>, o povo germânico.&nbsp;<br><br></div><div>O termo ganhou também a conotação de duro ou <strong>bárbaro</strong>, e desde o século XVIII também é usada para se referir a coisas diferentes, distintas e excêntricas.<br><br></div><div>O estilo gótico foi uma <strong>fase da história da arte</strong>, que possuía características muito próprias com valores estéticos e filosóficos e que surgiu como resposta ao estilo românico.<br>A arte gótica é marcada pela <strong>notável arquitetura de catedrais, arcos e abóbadas ogivais, formas esguias e grades vitrais</strong>.<br><br>A arte gótica desenvolveu-se na Europa na última fase da Idade Média (séculos XII e XIV), num período de profundas transformações em que se assistiu à superação da sociedade feudal e à formação de novos centros de poder: as primeiras monarquias, as grandes cidades, o clero, as classes novas e ricas dos comerciantes e dos banqueiros. Tem início uma economia fundamentada no comércio, fazendo com que o centro da vida social se desloque do campo para a cidade e apareça a burguesia urbana.<br><br></div><div>Nascida no coração da França (tornada reino sob a dinastia dos Capetos), precisamente na Ïle-de-France, a fértil e próspera região a Norte de Paris, onde ainda hoje se pode encontrar um ótimo tipo de rocha calcária, resistente e fácil de trabalhar.<br><br>A solução óbvia era aumentar a igreja. Durante a reforma, no entanto, Surger teve uma visão. Queria demolir as pesadas paredes, aumentar as janelas diminutas e dispersar a escuridão geral das abadias românicas. O abade imaginou um interior onde fluiria livremente pelo espaço, sem divisões, onde as paredes seriam extremamente delgadas e onde, principalmente, a luz de Deus preencheria a igreja de maneira figurada e literal. Quando Suger reconstruiu o coro, em Saint Denis (1135-44), segundo essa linha, inventou o estilo gótico.<br><br></div><div>A partir desse momento, as cidades francesas pareceram competir entre si na construção ou reconstrução de suas próprias igrejas no estilo gótico: a fachada da catedral de Chartres, Notre-Dame de Paris, a catedral de Reims, Notre-Dame de Amiens e a catedral de Beauvais assinalam o apogeu do gótico francês.<br><br>FONTES:<br>&nbsp;https://www.historiadasartes.com/nomundo/arte-medieval/arte-gotica/<br>https://www.significados.com.br/gotico/<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 21:44:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ARQUITETURA GÓTICA</title>
         <author>carlosbosque</author>
         <link>https://padlet.com/carlosbosque/2zd5yy904ymoikn1/wish/1427300643</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A catedral gótica representava o interesse prioritário da Idade Média: a fé religiosa. A magnificência de uma catedral simbolizava a Cidadela Celestial, onde as almas virtuosas residiriam depois da morte. O seu esplendor mostrava o quanto a imortalidade transcendia as limitações terrenas.<br></strong><br></div><div><strong>Depois que a primeira Cruzada retornou de Constantinopla, impressionados com o esplendor da basílica de Santa Sofia, os cavaleiros espalharam a notícia sobre as maravilhas da arquitetura do Oriente. Trouxeram com eles a tecnologia, como guindastes para içar pedras pesadas. O Ocidente aprendeu a ciência da geometria numa nova tradução dos Elementos, de Euclides.<br></strong><br></div><div><strong>O que tornou a leveza da arquitetura gótica possível foram os elementos estruturais e estéticos: a abóboda de cruzaria ou nervurada e o arco ogival ou agudo.<br></strong><br></div><div><strong>Basicamente, a abóboda de cruzaria é formada por dois arcos que se cruzam no espaço e sobre os quais se apoia o casco da abóboda. Com esse sistema de empuxos de peso da abóboda concentram-se nos ângulos, isto é, nos arranques dos referidos arcos e nos pilares que os sustentam pelo que a parede deixa de desempenhar uma função de sustentação da abóboda, de forma que é possível aligeirá-lo, abrir grandes vãos nele, inclusive suprimi-lo. Em contrapartida tornam-se precisos e poderosos os contrafortes que absorvam os empuxos a que estão submetidos aqueles pilares e que exercem obliquamente, tendendo a deslocá-los para fora.<br></strong><br></div><div><strong>As estruturas que suportam o peso da abóboda e que se intersectam em forma de X, dividindo-a em quatro lados, tomam o nome de arestas (ou nervuras) e convergem no ponto mais alto da abóboda, chamado chave da abóboda. Para resistir a pressão exterior dos arcos foram arquitetados suportes externos chamados de arcobotantes. Os pilares apoiam as paredes da nave através de meios arcos curvados, que sustentam as abóbodas as abóbodas de arestas. Antes de os arcobotantes terem sido inventados na igreja do Notre-Dame, em Paris, as paredes tinham 1,5m de espessura; mas com a nova tecnologia usada em Mantes, as paredes encolheram para 40 cm.<br></strong><br></div><div><strong>A extremidade pontiaguda do arco ogival tem uma leveza que aumenta a impressão de elevação e o sentido de verticalidade. Nasce assim no fiel uma sensação de distância evocativa da transcendência celeste, acentuada pelo fato de, no interior da catedral, não se estar à altura de compreender a lei que rege o conjunto; efetivamente, o sistema técnico de sustentação da abóboda – arcobotantes e contrafortes –&nbsp; não é visível do interior e só saindo para o exterior e fazendo correr o olhar ao longo do perímetro da catedral é que nos podemos perceber como isso funciona. Dentro da igreja, tem-se a ilusão de um milagre. E é provável que se trate mesmo de um milagre, se pensarmos nas dificuldades e sacrifícios que as populações de Reims, Chartres, Paris, Beuvais, Amiens e tantas outras cidades da França e de toda Europa enfretaram para construir estes esplêndidos “hinos a Deus”: os donativos de milhares de anônimos burgueses, as jornadas de trabalho voluntário de todos os seus habitantes ( é famoso o caso dos cidadãos de Chartres, que se substituíram aos cavalos exaustos para empurrarem, através de estreitas ruas da cidade, os carros com os materiais para a construção até o estaleiro, e a mesma coisa em sentido contrário, são apenas um aspecto do empenho que a coletividade inteira punha na construção de semelhantes edificações.<br></strong><br></div><div><strong>O interior é em forma de cruz latina: a parte longitudinal, que, por motivos de simbologia religiosa, se dirigia, de preferência, no sentido Leste-Oeste, de maneira a que o altar-mor ficasse situado onde nasce o sol, é dividida em três naves, das quais a central é maior em altura e largura, relativamente às outras; é muito rara subdivisão em cinco naves. Entre a nave e o coro (parte da igreja atrás da capela-mor), cruza o braço mais curto da cruz, o transepto, geralmente dividido, por sua vez a toda a volta em três naves e pouco saliente em relação ao corpo longitudinal da catedral.<br></strong><br></div><div><strong>Uma das características das igrejas góticas é a presença, no exterior do transepto, de monumentais fachadas, frequentemente ladeadas por torres, como na fachada principal, e enriquecidas com grandes portais: a catedral de Chartres, por exemplo, ostenta nove portais, três na fachada principal e outros três, semiocultos por esplêndidos arcos esculpidos nas duas fachadas do transepto.<br></strong><br></div><div><strong>Uma vez que o sistema de construção gótico permite fazer com que o peso vertical da abóboda incida sobre os pilares e a pressão lateral sobre os arcobotantes e seus contrafortes, as paredes não têm funções estáticas e&nbsp; podem ser substituídas sem qualquer problema por uma série de arcadas e de grandes janelas ao princípio das paredes francamente rasgadas, invenção exclusiva da arquitetura gótica, estas perdem toda a materialidade, transformando-a num como que leve diafragma de vidro multicolorido.<br></strong><br></div><div><strong>Na zona alta da igreja e em toda a capela-mor, abrem-se grandes janelas de lancetas, com vitrais coloridos e figurativos. Os vitrais têm coloridos brilhantes e intensos: predominando o vermelho púrpuro, o violeta e a verde esmeralda. Filtrada pelos vitrais, a luz que se difunde no interior da catedral não parece provir de uma fonte natural e cria uma atmosfera cálida e luminosa que transmite ao fiel um sentimento de êxtase.<br></strong><br></div><div><strong>Os vitrais figurativos, no entanto, não surgiram apenas devido a uma necessidade de dar luminosidade ao interior; eles também mostram às pessoas simples que não conheciam às Escrituras aquilo em que deveriam crer. Os episódios de história sacra ensinavam às populações analfabetas a doutrina cristã e a verdade da fé. E a transparência do vidro colorido também acabava por dar um poder sugestivo aos episódios sacros representados, pois para os cristãos da Idade Média a luz, como todos os outros dons da natureza provinha diretamente de Deus.</strong><br><br></div><div><strong>O exterior da catedral gótica apresenta uma série de aberturas, portais, janelas rosáceas, arcos, estátuas, interrompendo a espessura das paredes exteriores por forma a que os vazios prevaleçam sobre os cheios e deem à construção o efeito aéreo desejado. As torres construídas de ambos os lados das fachadas são elementos essenciais para sublinhar o lançamento vertical. Essas torres apresentam grandes aberturas, correspondentes ao plano de sinos e são, habilmente rematadas por agulhas cônicas ou piramidais que com seu perfil estreito e aguçado, parecem agarrar e lançar para o alto todas as linhas do edifício.<br></strong><br></div><div><strong>A fachada também apresenta três portais que dão acesso a três naves do interior da igreja: a nave central e as duas naves laterais. A zona superior da fachada é dominada pela grande rosácea que possui forma circular, dividida em finos raios de pedra semelhantes aos de uma roda, tinha, para o cristão da época, um significado duplamente simbólico: alude, simultaneamente, ao sol, símbolo de Cristo, e à rosa, símbolo de Maria. A sua função também é dupla: por um lado constitui uma nova fonte de luz (ao entardecer, pode acontecer que os raios do sol, filtrados e tornados multicolores atravessem a rosácea até a zona do altar-mor, dando um grande efeito cênico); por outro lado, aligeira a espessura da parede com uma abertura recortada e fina como uma renda.<br></strong><br></div><div><strong>O último elemento peculiar das grandes igrejas góticas é a estreitíssima ligação existente entre a estrutura arquitetônica e a escultura, as grandes estátuas, os baixos-relevos, os floreados das agulhas, das pilastras e dos contrafortes.<br></strong><br></div><div><strong>Os arquitetos góticos, embora pusessem o melhor de si mesmos nas grandes igrejas, não tinham, no entanto, como clientes, apenas os bispos e grandes cidades que pretendessem erguer templos à majestade de Deus. Muitas vezes tiveram que se empenhar também em contentar as ordens monásticas, em particular as de Cluny, de Cister e os Beneditinos, todas bastante poderosas naquela época, e bem assim os laicos, soberanos e nobres, par quem edificaram palácios e fortalezas.<br></strong><br></div><div><strong>A técnica da arquitetura religiosa também serve de modelo e incentivo para o desenvolvimento da civil e profana: castelos, casas, pontes, palácios comunais, amiúde flanqueados por uma alta torre, hospitais construídos por conta de confrarias e instituições de caridade. Nas cidades fortificadas por muralhas poderosas, o traçado urbano apresenta-se variado e irregular, com ruas estreitas e tortuosas que seguem os acidentes naturais do terreno. As casas, em que a pedra substitui cada vez mais a madeira, preparadas para se transformarem, em caso de necessidade, em verdadeiras fortalezas em miniatura.<br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 21:52:18 UTC</pubDate>
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         <title>VITRAIS GÓTICOS - AS IGREJAS ERAM CHAMADAS DE GAIOLAS DE VIDRO.</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>GÓTICO NÃO É ESCURO COMO VIMOS EM PESSOAS QUE SE DIZEM GÓTICAS, O CONTRÁRIO, CHEIO DE LUZ, CORES, ESPERANÇA PELO PURGATÓRIO SURGE COMO ALTERNATIVA E AS INVASÕES COM POVOS BÁRBAROS SE ESTABILIZAM E ELES SE CONVERTEM, POR ISSO PAREDES FINAS E VITRAIS, NÃO CORRIA MAIS O RISCO DE INVASÕES.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 21:56:15 UTC</pubDate>
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         <title>GAIOLAS DE VIDRO</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>ESTES VITRAIS TAMBÉM SERVIAM PARA EVANGELIZAR, EDUCAR ALÉM DE DECORAR.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 21:59:35 UTC</pubDate>
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         <title>ROSÁCEA VITRAL GÓTICO</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>rosácea</strong> é um ornamental usado no seu auge em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral">catedrais</a> durante o período <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estilo_g%C3%B3tico">gótico</a>. Dentro do eixo condutor deste período artístico, a rosácea transmite, através da luz e da cor, o contato com a espiritualidade e a ascensão ao sagrado</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:01:25 UTC</pubDate>
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         <title>CATEDRAL EXTERNA COM ROSÁCEA</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:08:44 UTC</pubDate>
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         <title>ARCO DE OGIVA É A CARACTERÍSTICA PRINCIPAL DA GÓTICA</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:09:39 UTC</pubDate>
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         <title>PINTURA GÓTICA</title>
         <author>carlosbosque</author>
         <link>https://padlet.com/carlosbosque/2zd5yy904ymoikn1/wish/1427332051</link>
         <description><![CDATA[<div>Em geral, durante o período gótico, a pintura não se reveste do papel fundamental desempenhado em outras épocas da história da arte. A catedral gótica, devido a preponderância de espaços vazios sobre os cheios e a falta de paredes compactas, não interrompidas por aberturas não serve à presença de decoração pictórica, assim desaparece os grandes ciclos narrativos pintados a fresco sobre as paredes das igrejas. Exceção feita à Itália, onde se não alcançou o nível de movimento vertical e de leveza das igrejas francesas, inglesas e alemãs e onde, por isso mesmo, sobreviveu o gosto pela pintura mural em ciclos do tema religioso. Pelo contrário, existe certa preponderância da pintura profana no adorno das salas dos castelos, das residências senhoriais e dos edifícios públicos. O motivo de seu sucesso é, em grande parte, econômico: os frescos representavam um elemento decorativo menos dispendioso, em relação à preciosas tapeçarias com que recobriam as paredes. Os assuntos preferidos são histórias romanescas ou cenas da vida da corte.<br><br></div><div>Na pintura religiosa assiste-se à difusão das pinturas sobre madeira. Nobres e ricos burgueses encomendavam, para a prática das suas devoções, pequenos retábulos ou altares portáteis, enquanto que o clero mandava fazer, para os altares das igrejas, grandes pinturas que podem surgir como um ou mais painéis (retábulo), ou serem dobradas em várias partes (políptico).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:12:16 UTC</pubDate>
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         <title>OBRAS DE GIOTTO</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ele tinha o nome de Ambrogiotto Bondone, mas ficou conhecido como Giotto (1267-1337). Viveu sua infância entre os campos e as ovelhas de seu pai. A maior parte das suas obras foram afrescos que decoraram igrejas. A principal característica da sua pintura foi a identificação da figura dos santos com seres humanos de aparência bem comum. E esses santos com ar de homem comum eram o ser mais importante das cenas que pintava, ocupando sempre posição de destaque na pintura. Assim, a pintura de Giotto vem ao encontro de uma visão humanista do mundo, que vai cada vez mais se firmando até ganhar plenitude no Renascimento.<br>Conhecido como escultor da pintura pelas formas e volumes tridimensionais, rostos começam a ter identidade e dramatização, jogo de luz e sombra e perspectiva para dar profundidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:12:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pinturas de Van Eyck - Surgimento da tinta a óleo em trípticos e telas.</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Na pintura O Casal Arnoufini, realizado segundo os princípios de um evidente realismo, Jan Van Eyck mostra com riqueza de detalhes como eram os aposentos e as vestes de um rico comerciante do século XV. A representação dos personagens e do ambiente é detalhista, que o espelho convexo que se encontra na parede do fundo reflete todo o quarto, dando-nos uma visão completa do ambiente. Assim, o casal aparece de costas refletindo no espelho e pode-se ver aí a porta de entrada dos aposentos e até mesmo uma pessoa que se encontra nela, olhando para o interior do quarto.<br></strong><br></div><div><strong>Outra obra de Jan Van Eyck qe reflete a preocupação e o registro precioso dos detalhes, o artista costumava conceder </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Profundidade"><strong>profundidade</strong></a><strong> e diversas </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sombra"><strong>sombras</strong></a><strong>, mesmo nas zonas onde mais incidia a </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luz"><strong>luz</strong></a><strong>. Tal facto, pode ser considerado como uma iniciação ao </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Realismo"><strong>realismo</strong></a><strong>..<br><br>Foi ele o inventor da </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pintura_a_%C3%B3leo"><strong>pintura a óleo</strong></a><strong>. Existe muita discussão em torno do significado exato e da veracidade dessa asserção, mas os detalhes importam comparativamente pouco. A descoberta dele foi algo como a da perspectiva, que constituiu um evento inteiramente novo. O que ele realizou foi uma receita para a preparação de tintas, antes delas serem espalhadas no papel. Os pintores daquela época não compravam cores prontas em tubos ou outros recipientes. Tinham que preparar seus próprios pigmentos, sobretudo extraídos de plantas e minerais. Depois os pulverizavam, triturando-os entre duas pedras – ou mandando seus aprendizes triturarem-nos –, e antes de os usarem, adicionavam algum líquido como óleo de linhaça aos pigmentos, a fim de converterem o pó numa espécie de pasta.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:15:32 UTC</pubDate>
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         <title>Obra de Cimabue</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Cimabue parece ter sido um artista muito reconhecido no seu tempo. Enquanto trabalhava em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Floren%C3%A7a">Florença</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Duccio">Duccio</a> foi o seu principal rival em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Siena">Siena</a>. Cimabue pintou dois grandes afrescos na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bas%C3%ADlica_de_S%C3%A3o_Francisco_de_Assis">Basílica de São Francisco de Assis</a>, na parede do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Transepto">transepto</a>: a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Crucifica%C3%A7%C3%A3o_de_Jesus"><em>Crucificação</em></a> e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Descida_da_Cruz"><em>Descida da Cruz</em></a>.<br><br></div><div><br>Outra obra danificada é o grande <em>Crucifixo</em> da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bas%C3%ADlica_da_Santa_Cruz">Basílica da Santa Cruz</a>, em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Floren%C3%A7a">Florença</a>. Foi a maior obra de arte perdida na enchente de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Floren%C3%A7a">Florença</a> , em 1966.<br><br></div><div><br>Outra obra que sobreviveu foi a <em>Madonna da Santa Trinita</em>, que estava na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_da_Santa_Trindade_(Floren%C3%A7a)">Igreja da Santa Trindade</a>, e que agora se encontra na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Galeria_Uffizi">Galeria Uffizi</a>.<br><br></div><div><br>Na Basílica inferior da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bas%C3%ADlica_de_S%C3%A3o_Francisco_de_Assis">Basílica de São Francisco de Assis</a>, existe um importantíssimo afresco de Cimabue: <em>A Virgem com São Francisco, Anjos e Santos</em>, considerada uma obra já de sua fase adulta.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:22:20 UTC</pubDate>
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         <title>ESCULTURA GÓTICA</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div>As esculturas estão ligadas à arquitetura e se alongam para o alto, demonstrando verticalidade, alongamento exagerado das formas, e as feições são caracterizadas de formas a que o fiel possa reconhecer facilmente a personagem representada, exercendo a função de ilustrar os ensinamentos propostos pela igreja.<br><br></div><div>A escultura monumental gótica surge concentrada no exterior das catedrais, enquanto o interior apresenta-se recolhidas em nichos limitados por pequenas colunas e cobertas por baldaquinos. As feições são feitas de forma que o fiel possa reconhecer facilmente a personagem representada: São Firmino é um bispo hierático e pouco resignado, Santa Isabel uma senhora anciã com um ar um pouco resignado, Maria tem uma expressão juvenil e fresca beleza. As estátuas da Virgem e, em geral, de todas as figuras femininas, têm proporções mais alongadas e são, muitas vezes, dispostas numa posição curvilínea, de maneira a desenharem um S.<br><br></div><div>Para uma melhor compreensão de escultura gótica, deve ter-se presente qu, originalmente, as estátuas eram pintadas: o rosto e as mãos tinham cor natural; os cabelos eram de um louro dourado; as vestes tinham cores vivas, as joias, as fivelas, as orlas dos mantos tinham incrustados vidros coloridos ou pedras decorativas.<br><br>Mais realistas e longas, cumpridas para acompanhar a arquitetura na sua verticalidade de estilo gótico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:24:56 UTC</pubDate>
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         <title>EXEMPLO DE ESCULTURA GÓTICA</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:27:34 UTC</pubDate>
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         <title>GÁRGULAS</title>
         <author>carlosbosque</author>
         <link>https://padlet.com/carlosbosque/2zd5yy904ymoikn1/wish/1427355409</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>As gárgulas, na </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura"><strong>arquitetura</strong></a><strong>, são desaguadouros, ou seja, são a parte saliente das calhas de </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Telhado"><strong>telhados</strong></a><strong> que se destina a escoar </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81gua"><strong>águas</strong></a><strong> pluviais a certa distância da </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Parede_(arquitetura)"><strong>parede</strong></a><strong> e que, especialmente na </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia"><strong>Idade Média</strong></a><strong>, eram ornadas com figuras monstruosas, humanas ou animalescas, comumente presentes na </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_g%C3%B3tica"><strong>arquitetura gótica</strong></a><strong>. O termo se origina do </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_francesa"><strong>francês</strong></a><strong> </strong><strong><em>gargouille,</em></strong><strong> originado de gargalo ou garganta, em </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Latim"><strong>Latim</strong></a><strong> </strong><strong><em>gurgulio, gula</em></strong><strong>. Palavras similares derivam da raiz </strong><strong><em>gar,</em></strong><strong> engolir, a palavra representando o gorgulhante som da água; em italiano: </strong><strong><em>doccione;</em></strong><strong> alemão: </strong><strong><em>Ausguss</em></strong><strong>, </strong><strong><em>Wasserspeier</em></strong><strong>.<br></strong><br></div><div><strong>Acredita-se que as gárgulas eram colocadas nas Catedrais Medievais para indicar que o demônio nunca dormia, exigindo a vigilância contínua das pessoas, mesmo nos locais sagrados.<br></strong><br></div><div><strong>Uma </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Quimera"><strong>quimera</strong></a><strong>, ou uma figura grotesca, é um tipo de escultura similar que não funciona como desaguadouros e serve apenas para funções artísticas e ornamentais. Elas também são popularmente conhecidas como gárgulas.<br><br>Fonte:<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1rgula</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:28:20 UTC</pubDate>
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         <title>CRISTO PANTOCRATOR</title>
         <author>carlosbosque</author>
         <link>https://padlet.com/carlosbosque/2zd5yy904ymoikn1/wish/1427367912</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>SIMBOLOGIA DE UM PANTOCRATOR<br><br>Traços de um cristo de características de seu povo natural do Oriente Médio e não da Europa como fizeram os artistas italianos no Renascimento com olhos claros e cabelos e barbas claras.<br></strong><br>Em um ícone, assim como em um painel mural de um Cristo Pantocrator, se coloca o nome do representado, visto ao lado do esplendor de ouro. (IC XC), com um til em cima, símbolo da abreviação tradicional de Iesus Cristus.<br>O alfa e o ômega, primeira e última letra do alfabeto grego são uma alusão à frase do evangelho que descreve que Cristo é o início e o fim de tudo.<br><br>As cores possuem, cada uma, sua simbologia. Na iconografia tradicional, o iconógrafo recusa a utilização de efeitos de ilusão de ótica (<em>trompe l´oeil</em>), assim como evita a representação com modelagem tridimensional, pois o que se procura representar não está sob as leis da perspectiva deste mundo, nem é iluminado pela luz deste mundo.&nbsp;<br><br>A mão direita, que desponta sob o manto, geralmente está erguida fazendo o gesto de bênção «à maneira grega». A mão esquerda segura um rolo, mas com maior freqüência um livro: o dos Evangelhos que contêm a Palavra do Verbo. O livro pode estar fechado ou aberto. Neste último caso nele estão escritas citações escolhidas pelo iconógrafo ou pelo comitente.</div><div>O corpo de Cristo se destaca no fundo dourado, chamado na iconografia grega «céu», para indicar que a pessoa representada se encontra agora na glória do céu. A auréola, chamada «coroa» e também «glória», desenhada com traço fino sobre o mesmo fundo dourado, é sinal da santidade do personagem. Em todas as imagens de Cristo, na auréola estão desenhados três braços de uma cruz; esta, que se tornou comum no decurso do séc. VI desde o tempo de Justiniano, é uma clara alusão à dimensão salvífica da personagem representada.</div><div><br><br><br>&nbsp;<strong>O FUNDO DOURADO</strong><br><br>O fundo em ouro, material mais nobre da natureza, representa a luz pura, ao contrário dos pigmentos que refletem a luz do ambiente, o ouro rebate a luz de maneira única, representando o imutável, o ambiente divino onde se desenvolve a cena. O ouro é o tom da luz solar na iconografia, a luz mais forte de todas.<br><br><strong>O AZUL<br><br></strong>O azul do fundo, frequentemente profundo, serve como pano de fundo para as estrelas do universo, sobre o qual o Cristo aparece como luz reveladora. Cor celeste por excelência, sua profundidade lembra a interiorização espiritual, sobre a qual paira a luz. O azul tem um caráter introvertido e discreto, sugerindo a humildade silenciosa.&nbsp;<br>Cor espiritual, era utilizada como símbolo da imortalidade pelos chineses, e da verdade pelos Egípcios, quando o grande sacerdote utilizava uma safira e celebrava ofícios vestido de azul, cor com ligação divina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:37:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ILUMINURAS OU MANUSCRITOS</title>
         <author>carlosbosque</author>
         <link>https://padlet.com/carlosbosque/2zd5yy904ymoikn1/wish/1427413132</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O termo iluminura aplica-se tanto à pintura dos manuscritos (também chamada de miniatura) quanto à pintura em pequenas dimensões sobre qualquer suporte, com destaque para os retratos que, mais frequentes e com grande desenvolvimento no Ocidente entre os séculos 16 e 17, são realizados com extraordinária precisão. Nos dois casos, o tamanho minúsculo das representações contrasta com a especial precisão dos detalhes.<br><br></div><div>A importância da pintura de manuscritos, mais comuns sobre pergaminho e realizada por diferentes técnicas, foi muito grande na Idade Média, especialmente durante os séculos 13 e 15. Pode-se falar em autêntica “idade de ouro da iluminura”, com obras de excepcional refinamento. Tais iluminuras têm sempre relação com um texto. Aparecem a princípio inseridas entre as frases ou intercaladas.<br><br></div><div>Na Idade Média os livros que ais utilizaram iluminuras foram a Bíblia (ou fragmentos de algumas de suas partes), os saltérios (livros de coro ou de devoção com salmos), ou os Livros das horas, que eram livros de devoções para distintas “horas”, relacionadas com a vida de Cristo ou da Virgem Maria, e as atividades ligadas aos mortos ou de orações a santos.<br><br></div><div>Não obstante, os Livros das horas, continham variantes ao incorporar calendários com atividades atribuídas ao longo dos meses do ano, o que permitiu a representação de cenas diversas.<br><br>Fonte: https://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/tecnicas-artisticas-a-iluminura/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 23:12:49 UTC</pubDate>
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         <title>MONGES COPISTAS</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Na Idade Média</strong>, antes da invenção da prensa, o processo de <strong>escrever e publicar livros</strong> era lento e trabalhoso.<br><br></div><div>As <strong>bibliotecas</strong> do mosteiro abrigavam a maioria dos livros e todos os livros eram copiados à mão<br><br></div><div>Esse processo era feito pelos<strong> Monges Copiadores (ou copistas)</strong>, que <strong>reescreviam os livros a mão</strong>, palavra por palavra, incluindo desenhos e gravuras.<br><br></div><div>Esse processo de copiar e disseminar livros foi essencial para a <strong>preservação do conhecimento.<br></strong><br></div><div>Alguns monges viajavam para mosteiros distantes para ver e copiar livros e trazer de volta à biblioteca do seu próprio mosteiro.<br><br></div><div>Um livro interessante para conhecer mais sobre o assunto é O nome da rosa,&nbsp; de Umberto Eco. Existem também uma versão cinematográfica.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 23:16:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div>Filmes sobre épocas medievais</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 01:01:10 UTC</pubDate>
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         <title>Filmes Medievais As Cruzadas</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 01:02:28 UTC</pubDate>
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         <title>Filmes Medievais</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sherk</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 01:05:36 UTC</pubDate>
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         <title>Filmes Medievais</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div>O nome da Rosa, vale a pena.<br>https://youtu.be/knfpWWgQQ_U</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 01:10:43 UTC</pubDate>
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         <title>Filmes Medievais</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vikings na NETFLIX<br><br>Embora fossem extremamente dedicados à guerra, os vikings produziram arte. Faziam pinturas, principalmente nos cascos das embarcações e nos escudos. Costumam desenhar elementos da natureza, animais ou temas ligados ao deuses e mitologia. Faziam também joias e pequenas esculturas, principalmente usando o ouro e o bronze.<br>Durante a época antiga e medieval eles estabeleceram vários contatos comerciais com a Europa. Porém, entre os séculos VIII e XI, começaram a fazer várias incursões no continente europeu com o objetivo de saquear riquezas e conquistar terras. As pesquisas arqueológicas e os relatos históricos indicam que, através dos rios, penetraram em território europeu com seus barcos (drakars), levando o medo e a morte em regiões da França, Alemanha, Inglaterra, Irlanda e Rússia. A instabilidade, causada pelas invasões, fizeram com que os europeus construíssem castelos e reforçassem a segurança nos portos, mas de nada adiantou em função do grande poderio bélico dos “povos do norte”.<br><br></div><div>Além de terem favorecido a construção de castelos e fortalezas de pedras que antes eram realizados com madeira, as incursões estimularam a descentralização política durante o feudalismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 01:14:55 UTC</pubDate>
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         <title>Triquetra e as formas da Arte Barbará que inspirou os Arcos em Ogiva</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Triquetra, por vezes chamada de triqueta, é um símbolo celta formado por três arcos interligados. Esse desenho pagão simboliza a <strong>trindade</strong>, a <strong>eternidade</strong> e a <strong>unidade.</strong><br>O motivo para escolher esse símbolo para tatuagem resulta mais do fato de se tratar de um <strong>símbolo celta</strong>, cuja forma além de simples é bonita, e também por ele representar a <strong>eternidade</strong>.</div><div>tas acreditavam que havia alma em tudo o que existe, um conceito conhecido como animismo.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 01:29:16 UTC</pubDate>
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         <title>FEUDALISMO</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Feudalismo</strong> é o nome dado à forma de organização econômica e social vivenciada na Europa Centro-Ocidental durante o período histórico conhecido como <strong>Idade Média</strong>, entre os séculos V e XV. O nome é derivado dos feudos (ou vilas), as unidades de habitação e produção que eram características do período.<br>O feudalismo seria o resultado da fusão de elementos de organização social derivados tanto dos séculos finais do Império Romano do Ocidente quanto das populações bárbaras.<br><br></div><div>Por exemplo, havia a clientela, a relação de dependência social entre os indivíduos em Roma, base da relação entre senhor e servo; e o <strong>colonato</strong>, que em Roma significava a fixação do homem na terra, dificultando a mobilidade da população servil durante sua passagem para o feudalismo.<br><br></div><div>Outro elemento romano que serviu para a constituição do feudalismo foi o <strong><em>precarium</em></strong>, a entrega de terras a um senhor em troca de proteção. Colonato e <em>precarium</em> formaram as bases da instituição da servidão durante o feudalismo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 01:58:11 UTC</pubDate>
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         <title>Música Medieval</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Notas Musicais criada por Guido D’Arezzo, ele recebeu este nome como uma referência a cidade de Arezzo na Itália, onde se estabeleceu e desenvolveu grande parte do seu trabalho.<br><br></div><div>Guido foi um monge nascido por volta de 991 ou 992, sua carreira inicial foi passada no mosteiro de Pomposa, na costa adriática, perto de Ferrara. Enquanto lá, ele notou a dificuldade que os cantores tinham em se lembrar de cantos gregorianos.<br><br></div><div>Ele veio com um método para ensinar os cantores a aprender cantos em pouco tempo, e rapidamente se tornou famoso em todo o norte da Itália. No entanto, ele atraiu a hostilidade dos outros monges na abadia, levando-o a se mudar para Arezzo, uma cidade que não tinha abadia, mas que tinha um grande grupo de cantores da catedral, cujo treinamento o bispo Tedald o convidou a conduzir.<br><br></div><div>A Origem do Nome das Notas<br><br></div><div>Com o intuito de utilizar novas técnicas musicais para um ensino mais qualificado, Guido se inspirou no hino a São João Batista, composto por outro monge, Paolo Diacono, três séculos antes.<br><br></div><div>Guido retirou a primeira sílaba da primeira palavra de cada verso do hino e as utilizou para representar as notas musicais, que depois de sofrerem pequenas alterações se transformaram nas notas que conhecemos e cantamos nos dias de hoje: dó, ré, mi, fá, sol, lá e si.<br><br></div><div>A nota Si (última da escala) foi o resultado de uma adaptação, a junção das primeiras duas letras das palavras Sancte e Iohannes, presentes no último verso do poema.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 02:15:35 UTC</pubDate>
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         <title>Canto Gregoriano
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         <author>carlosbosque</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>PorPor volta do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_VI">século VI</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papa_Greg%C3%B3rio_I">Gregório Magno</a> selecionou, compilou e sistematizou os cânticos eclesiásticos e diferentes liturgias ocidentais espalhados pela Europa com o objetivo de unifica-los para serem utilizados nas celebrações religiosas da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3lica">Igreja Católica</a>. É de seu nome que deriva o termo <em>gregoriano. <br><br></em>O <strong>canto gregoriano</strong>, também chamado de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cantoch%C3%A3o">cantochão</a>, é um gênero de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica_vocal">música vocal</a> monofônica, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Monodia_(m%C3%BAsica)">monódica</a> (só uma melodia), não acompanhada, ou acompanhada apenas pela repetição da voz principal com o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%93rganon">órganon</a>, com o ritmo livre e não medido, utilizada pelo ritual da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Liturgia">liturgia</a> <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3lica">católica romana.</a> <br><br>As características foram herdadas dos <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Livro_de_Salmos">salmos</a> judaicos, cantados nas antigas Sinagogas, em conjunto com costumes locais, como das Igrejas Orientais,<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Canto_gregoriano#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a> assim como dos chamados <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Modo_musical">modos</a> gregos.<br><br></div><div>mente este tipo de prática musical podia ser utilizada na liturgia ou outros ofícios católicos. Só nos finais da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia">Idade Média</a> é que a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Polifonia">polifonia</a> (harmonia obtida com mais de uma linha melódica em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Contraponto_(m%C3%BAsica)">contraponto</a>) começou a ser introduzida nos ofícios da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cristandade">cristandade</a> de então, e a coexistir com a prática do canto gregoriano.<br><br>Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Canto_gregoriano<br>Vídeo pra assistir um canto Gregoriano:&nbsp;<br>https://youtu.be/4cmIwJUrTyg</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 02:24:34 UTC</pubDate>
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         <title>Astérix</title>
         <author>carlosbosque</author>
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         <pubDate>2021-04-17 18:17:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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