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      <title>As grandes navegações (século XV) by Cláudia Goldberger</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-11 02:29:09 UTC</pubDate>
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         <title>O contexto europeu e as navegações</title>
         <author>claudia_goldberger</author>
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         <description><![CDATA[<div><em><br>- </em>Baixa Idade Média (séc. X ao XV)<br>- Até meados do século XIII, a sociedade europeia era rural, cristã e descentralizada; <br>- Foi neste século que conflitos entre proprietários de terra (senhores) provocaram a formação de novas regiões de fronteira, constituindo os primeiros Estados como França, Espanha e Inglaterra;<br>- Esses novos Estados desenvolveram governos centralizados na figura do príncipe e em regimes burocráticos. Conflitos entre famílias nobres pelo poder na segunda metade do século XIV, provocaram a ascensão da figura do rei absolutista.<br>- O mundo cristão desde as Cruzadas, expandiu seu poderio não somente pelo ocidente, mas pelo oriente;<br>- A Península Ibérica tomada pelos mouros (árabes) reconquista seu território, retomando também as rotas marítimas do Mar Mediterrâneo;<br>- Porém, as mudanças também vieram acompanhadas de profundas crises sociais, com rebeliões camponesas e o avanço de epidemias como a Peste Negra, que matou mais de 1/3 da população do continente;<br>- Variações climáticas e as mudanças nas condições do solo europeu também intensificaram a crise;<br>- Portanto, a busca pela resolução da crise por meio da exploração de novas terras e populações, provavelmente, impulsionou as navegações do século XV.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 18:35:19 UTC</pubDate>
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         <title>Por que o pioneirismo português?</title>
         <author>claudia_goldberger</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Portugal no contexto do século XIV, apresentava-se como um país autônomo com grande experiência no comércio de longa distância;<br>- Sua localização geográfica privilegiada, pois estava próximo a Ilhas do Atlântico e a costa africana;<br>- A relação comercial com os árabes no Mediterrâneo e a utilização crescente de moedas comerciais;<br>- A Revolução de Avis;<br>- Portanto, no início do século XV, a expansão portuguesa interessava ao comerciante que garantiria novas rotas e mercados; ao rei que garantiria novas fontes de riqueza e poder; aos nobres conquistar cargos e privilégios; ao clero a "catequização" de novos fiéis e ao povo a possibilidade de emigração para territórios que ofereceriam uma vida melhor. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-13 18:32:17 UTC</pubDate>
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         <title>O que motivava os portugueses a se aventurarem pelos oceanos?</title>
         <author>claudia_goldberger</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Ouro e especiarias;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-13 19:10:46 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento das técnicas de navegação</title>
         <author>claudia_goldberger</author>
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         <description><![CDATA[<div>- As cartas de navegação (mapas) não possuíam longitude e latitude, mas rumos e distâncias;<br>- Uso do quadrante e do astrolábio, que permitiam a localização pelos astros;<br>- Constrição das caravelas: embarcações grandes, leves e que pela arquitetura dificilmente encalhavam ao aportar; </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-13 19:22:23 UTC</pubDate>
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         <title>Quadrante</title>
         <author>claudia_goldberger</author>
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         <pubDate>2019-04-13 19:30:15 UTC</pubDate>
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         <title>Astrolábio</title>
         <author>claudia_goldberger</author>
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         <pubDate>2019-04-13 19:30:51 UTC</pubDate>
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         <title>Ocupação da Costa Africana e as feitorias</title>
         <author>claudia_goldberger</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Ceuta: primeira conquista portuguesa no norte da África em 1415.<br>- Ocupação da costa ocidental africana levou 53 anos: <br>1. Cabo Bojador por Gil Eanes (1434) até Cabo da Boa Esperança por Bartolomeu Dias (1487);<br>2.   Entrada pelo Oceano Índico até a chegada de Vasco da Gama na Índia (1540 a 1630);  <br>- Construção de feitorias (postos fortificados de comércio) pela costa africana, em que o feitor era responsável pelo comércio com os africanos, além de assegurar os produtos estocados que seriam levados para a Europa;<br>- Casa da Moeda: local de cunhagem do ouro comercializado ou explorado; <br>- Casa de Mina ou Casa de Guiné: local alfandegário do comércio português - africano;<br>- Comércio de ouro em pó ou marfim com árabes que também circulavam pela África;<br>- Em 1441 inicia o comércio de escravos que a princípios foram levados para a Europa para serviços domésticos e ocupações urbanas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-13 19:38:55 UTC</pubDate>
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         <title>Ocupação das Ilhas do Atlântico e chegada ao Brasil</title>
         <author>claudia_goldberger</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Ilhas da Madeira, Açores, Cabo Verde e São Tomé;<br>- Plantação em grande escala com escravidão;<br>- Trigo e Cana-de-açúcar (engenhos);<br>- Brasil:<br>1.Pedro Alvares Cabral saiu de Portugal em 09 de março de 1500, com destino às Índias;<br>2. Ao  chegar em Cabo Verde, afastou-se da costa africana para o oeste, chegando em terras brasileiras em 21 de abril (Porto Seguro, Bahia).<br><br></div>]]></description>
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