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      <title>ECS Semi Intensiva (T) by Nicolas Juliao</title>
      <link>https://padlet.com/nicolasjuliao/2w1s0jnonwvyv1di</link>
      <description>Nicolas Julião - 4° ano EPE/UNIFESP (163.636)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-07 09:52:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolasjuliao</author>
         <link>https://padlet.com/nicolasjuliao/2w1s0jnonwvyv1di/wish/3439717990</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Reconhecimento do Campo e Familiarização com a Equipe</strong></p><p><br/></p><p>Aproveitei meus primeiros dois dias para me familiarizar com a unidade, seu espaço físico, sua rotina, conhecer melhor a equipe e os pacientes.</p><p>A unidade conta com: 8 leitos (sendo 2 desses destinados para pacientes psiquiátricos - encaminhamento CAISM), uma copa, um expurgo, posto de enfermagem (que também é utilizado para preparação de medicação), uma sala de descanso para a equipe médica, uma sala de uso do escriturário, dois banheiros unissex para os funcionários e um banheiro para os pacientes (localizado no quarto com os leitos 121 e 122).</p><p>Percebo que a unidade possui uma questão importante com a parte estrutural (problemas com odor dos banheiros e quartos, telefone da unidade quebrado, pia do posto do enfermagem com vazamento, banheiro destinado para os pacientes exclusivo para paciente colonizada com KPC...) e com a escala de profissionais também (a unidade tem à disposição, no período da tarde, 3 técnicos de enfermagem e 2 enfermeiras, conforme escala) que, por vezes, sofrem alterações de última hora, por conta da demanda APH. Inclusive, em meu segundo dia de estágio, a enfermeira responsável pela unidade foi realocada para a CMFeminina, meu enfermeiro foi o mesmo da Reta Mista. Percebi em pouco tempo como o esgotamento que o ambiente e a questão de personal se reflete no humor da equipe e na qualidade da assistência.</p><p>Dito isso, me senti muito acolhido pela equipe nesses primeiros dias, todos muito dispostos a ensinar e preocupados em prestar uma assistência de qualidade e humanizada, mesmo com os impecilhos que citei. Já me deram autonomia para fazer as práticas do escopo do enfermeiro, tanto na parte gerencial (conferências da unidade, organização da escala de técnicos para o plantão, condução da visita de enfermagem...), quanto da parte assistencial (curativos em LPP, punções de CVP, banho de leito...).</p><p>Por enquanto, fico muito feliz com a escolha de unidade que fiz e acredito que será de grande aprendizado pra minha evolução profissional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 10:02:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolasjuliao</author>
         <link>https://padlet.com/nicolasjuliao/2w1s0jnonwvyv1di/wish/3440174015</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Transfusão de Plaquetas e Hemácias </strong></p><p><br></p><p>Durante a graduação, pude realizar diversos procedimentos de enfermagem. No entando, alguns não tive a oportunidade de realizar ainda. Prévio ao estágio atual eu nunca tinha feito, ou visto fazerem, transfusão de plaquetas/hemácias em qualquer paciente.</p><p>Agora que já tive a oportunidade de realizar o procedimento algumas vezes, eu entendo o quão simples é toda a parte técnica, mas foi algo que me rendeu bastante aprendizado da parte gerencial do cuidado. Todo o processo é bastante burocrático, e com razão! Afinal é a segurança do paciente que é prioridade.</p><p>Todo o processo demanda uma discussão com a equipe médica sobre a conduta terapêutica e solicitação do pool, existe uma parte que requer solicitação no sistema e retirada no banco de sangue com a conferência inicial, é seguido o protocolo de dupla conferência com outro enfermeiro, instalação do equipo e acompanhamento. Entendo que, por si só, a enfermagem já é continuidade do cuidado, mas é muito bonito ver o desempenho de toda a equipe multiprofissional em buscar atender as demandas do paciente com agilidade e eficiência para garantir um prognóstico ideal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 15:35:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolasjuliao</author>
         <link>https://padlet.com/nicolasjuliao/2w1s0jnonwvyv1di/wish/3448786038</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>SBAR</strong></p><p><br></p><p>Hoje tive uma dinâmica com minha professora preceptora de estágio, em que eu escolheria dois pacientes internados na unidade para realizar uma passagem de plantão em modelo SBAR para ela.</p><p>Ao longo do meu estágio, na UI Semi Intensiva, a equipe dividiu comigo que a unidade costumava ter alta rotatividade de leitos e diversidade de casos. Porém, durante o tempo em que estive lá, os pacientes eram sempre os mesmos. Eu já dominava bem o histórico de cada um e conseguia compreender qual o propósito de cada intervenção realizada pela equipe multiprofissional. No entando, prévio à atividade proposta pela professora, houve um feriado prolongado e muita coisa mudou na unidade, no que diz respeito ao perfil dos pacientes. Aproveitei a oportunidade para me aprofundar no caso de dois pacientes que ainda não conhecia.</p><p>Por conta do curto espaço de tempo durante os plantões da semana, não consegui tirar o tempo que pretendia para ler, de fato, todo o histórico dos pacientes que iria compartilhar as informações. Mas, mesmo com o curto espaço de tempo, percebi que com as visitas de enfermagem e os procedimentos que realizei no pacientes, pude discutir um pouco mais sobre seu histórico de internação, sua patologia, seu enfrentamento, entre outras questões que exploramos. E isso foi fundamental para que eu não precisasse depender exclusivamente dos registros da equipe para entender mais sobre suas condições. Sem descredibilizar a importância dos registros da equipe multiprofissional, claro! Apenas pensando em uma otimização do tempo em campo.</p><p>Além de ter me proporcionado um panorama geral quanto ao quadro dos pacientes, a visita me possibilitou identificar os pontos em que seria imprescindível a leitura do prontuário e pesquisa das fisiopatologias. Foi justamente esse estudo que me permitiu realizar uma analogia mais complexa entre os medicamentos em uso do paciente, sua condição congênita de anemia falciforme, a suspeita diagnóstica de uma síndrome vaso-oclusiva hepática associada ao seu quadro de icterícia e hematomegalia, entre mais condições. Somente através desse aprofundamento que aprendi a relação entre o formato em foice das hemácias, na anemia falciforme, e a maior propensão de obstrução vascular hepática e, portanto, desenvolvimento de condições subsequentes...</p><p>Pude montar um panorama completinho no modelo SBAR para apresentar, de forma sucinta, o paciente para a professora, que elogiou a complexidade da "passagem de plantão".</p><p>Já é do meu conhecimento a importância desses processos de enfermagem, mas é sempre impressionante acompanhar o quão diferencial para a assistência individualizada do paciente é a integração de todos eles, quando aplicados de maneira correta e com propósito.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-13 15:36:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nicolasjuliao</author>
         <link>https://padlet.com/nicolasjuliao/2w1s0jnonwvyv1di/wish/3476673376</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Saúde Mental e Tolerância</strong></p><p>Foi uma semana complicada para mim na unidade.</p><p>Na quarta-feira transferimos, para a UTI G1, um paciente que havia rebaixado nível de consciência e iniciou um episódio de perda de saturação de O2. O paciente estava acompanhado da esposa e as duas filhas adolescentes. As três chorando copiosamente. Tive que consolar, junto com a técnica de enfermagem que me acompanhou no plantão, uma das filhas. Além de explicar e reexplicar a conduta a ser tomada e o motivo da transferência de unidade, já que na intensidade do momento as 3 já não assimilavam mais a informação. O que ficava era a angustia e a impotência no semblante delas.</p><p>Além desse caso, na quinta-feira, uma paciente idosa, com quem me apeguei ao longo das semanas e que recebia poucas visitas, foi transferida para a UI Clínica Médica Feminina. Desenvolvi uma relação de respeito, confiança e amizade com ela. Já que ela não recebia muitas visitas, eu me tornei uma.</p><p>Na quarta-feira, antes da passagem de plantão, comuniquei a equipe médica sobre o quadro de tosse, dispneia e queixa de falta de ar da paciente, que já permanecia inalterado há dias e nenhuma conduta havia sido tomada. Disse que era necessário fazer um painel viral da paciente e analisar a causa. Isso fez com que a equipe mudasse a conduta e encontrasse um novo quadro cardíaco e pulmonar que ainda não tinham abordado e estava fragilizado. Sexta-feira visitei a paciente na CMF, ela perguntou por mim para a equipe por dois dias e eu senti falta dela durante esses dois dias também.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 23:02:06 UTC</pubDate>
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