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      <title>Concepção e Avaliação de Projectos e de Instituições Educativas by David Gil Conceição</title>
      <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0</link>
      <description>Portfólio Digital da CAPIE, MEAV 2020/21</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-11 18:03:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-11-20 21:28:06 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Reflexão</title>
         <author>davidgilcapie</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A Escola está a matar a criatividade?<br><br></div><ul><li>A criatividade está hoje presente em várias áreas e de diversas formas, apesar de ser ainda discutida como uma possível característica intrínseca, em maior ou menor grau, em cada um de nós. Consideramos que a escola não tem um papel castrador ao nível da criatividade, mas parece-nos que também não tem vindo a estimulá-la da melhor forma. Aparenta existir uma certa desregulação dos programas e conteúdos, com metas e tempos definidos que acabam por não permitir a promoção de práticas mais criativas. Mesmo assim, a escola continua a ser um espaço de vivências e partilha em comunidade que promove o desenvolvimento pessoal e individual.</li><li>A nosso ver, consideramos que a Escola não estará a “matar” a criatividade de uma forma explícita e intencional; No entanto, dado que o processo educativo não se esgota nas estruturas institucionais da Escola e dado que a Escola contemporânea visa formar os sujeitos através de uma lógica enquadrada na visão educativa do Poder vigente e nas expectativas da sociedade e do mercado laboral, consideramos que a criatividade, em particular a criatividade artística, poderá estar a ser relativizada e marginalizada.</li><li>Se, por um lado, a criatividade não é um fenómeno exclusivo da área das Artes, por outro lado, constata-se que a criatividade que actualmente é mais valorizada e cuja aprendizagem está a ser implicitamente estimulada na Escola é uma forma de criatividade abstracta e transdisciplinar, que reflecte as exigências de uma sociedade que centrou na Ciência e na Tecnologia um papel fundamental de Inovação. A nossa reserva com esta perspectiva é que ela tende a excluir formas alternativas de criatividade cujos aspectos essenciais não são tão facilmente passíveis de serem aferidos e quantificados pelos instrumentos de um Ensino convencional e normativo, nem tampouco estas formas de criatividade alternativa resultam sempre em “produtos” ou “contributos” que sejam directamente reconhecidos e valorizados pela lógica tecnicista do mercado e da sociedade.</li><li>Uma outra dimensão relacionada com esta problemática poderá dever-se também, a nosso ver, a uma concepção rígida e redutora da criatividade por parte da sociedade e da cultura escolar. Talvez se reconhecermos todos, enquanto sociedade ocidental, que a criatividade artística não se deve limitar a um mero adorno cultural, nem tampouco deve esta ser “instrumentalizada” para corresponder às expectativas mercantis e tecnocráticas da sociedade, mas antes assumirmos que a criatividade artística proporciona uma diversidade de modos de pensar, reflectir e agir equiparáveis aos modos de criatividade técnica e científica e por este motivo, igualmente legítimos, poderemos assim fornecer as condições e os contextos educativos mais adequados para fomentar e consolidar essas inclinações criativas latentes nos indivíduos, conforme ilustrou Sir Kenneth Robinson com o seu exemplo da jovem dançarina. Na nossa óptica, reconhecemos que a criatividade depende necessariamente de contextos escolares e de uma adequação pedagógica que permita consolidar a sua formação. A Escola poderá estar a “matar” a criatividade no sentido desta não valorizar ou reconhecer a singularidade criativa, o pensamento divergente da criatividade artística como uma dimensão epistemológica válida e legítima.<br><br></li><li>Ken Robinson acredita que existe uma relação muito próxima entre o <em>errar&nbsp; </em>e o ser <em>criativo. </em>Contudo, é possível concluir que este ainda é visto como algo a temer dentro das salas de aula - é nesta visão do erro que a criatividade fica comprometida (não apenas no ato de errar mas sim na desvalorização do erro enquanto processo construtivo de ensino-aprendizagem). É a incompletude e a necessidade de flexibilidade que leva a que o Pensamento Complexo interrompa o modelo mental Linear-Cartesiano (que sempre defendeu as únicas verdades e que deve haver um entendimento igual por parte de todos). Assim, quando punimos o erro em vez de o integrar no progresso do aluno, corremos o risco de suprimir gradualmente o seu potencial criativo pois, quando erra, percebe o erro, aprende com ele e, ao crescer, vai aprimorando as suas capacidades. Segundo o autor e palestrante, “<em>We don’t grow into creativity, we grow out of it. Or rather we get educated out of it.</em>” e é no sistema educacional que ela é moldada e limitada sob a forma da padronização na resolução de problemas e dos processos criativos.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-15 12:50:38 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do Projeto Educativo de uma Escola (Actividade de grupo da aula de 1/03/21)</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1277071692</link>
         <description><![CDATA[<div>Caso de estudo: Escola Secundária Infanta D. Maria<br><strong>1 - Caracterização do Projeto Educativo: </strong></div><div>Período de vigência: 2019 a 2022;</div><div>Extensão: 40 páginas;</div><div>Local: Coimbra;<br>Objetivo do Projeto Educativo: criar um plano de ação para melhorar o sucesso escolar e a inclusão;<br>As suas componentes: a visão, missão, metas, valores e princípios orientadores articulam a pretensão de uma escola orientada para promover uma educação bem sucedida (a sua medição realizada através de metas concretas e percentuais por disciplina e anos de escolaridade), a criação de espírito de cidadania (mencionando  autonomia, inclusão, respeito) e a comunicação com a comunidade.</div><div><strong>1.2. </strong>Tem uma bibliografia extensa que enquadra legal e teoricamente o PE.<br>Menção a projetos europeus (Erasmus+), a parcerias com associações, faculdades e câmara municipal, entre outros. <br>Menciona o Plano Anual de <br>Atividades da Escola e o Projeto Curricular da escola.<br><strong>1.3. </strong>As estratégias apresentam-se por domínios (autoavaliação, liderança e gestão, prestação do serviço educativo, formação). Essas estratégias aparecem resumidas num esquema operacional e incluem: autoavaliações frequentes, promover os líderes intermédios, projetos nacionais e internacionais de ação comunitária e cívica e diversificar a avaliação.</div><div><strong><br>2-Avaliação do projeto educativo <br></strong>Realizada por uma comissão de acompanhamento de autoavaliação do Conselho Geral, a par com a equipa que elaborou este Projeto Educativo.</div><div>Objetivos de avaliação/ monitorização: melhoria  da  qualidade  da escola e  da  sua  organização; assegurar  a  qualidade  do  sucesso  educativo; estimular a participação e envolvimento comunitário; manter a credibilidade do desempenho e da qualidade.</div><div>A avaliação deve ser apresentada aos conselhos pedagógico e geral.<br><br></div><div><strong>3- Divulgação</strong></div><div>O Projeto Educativo deve ser colocado na página <em>web </em>oficial da Escola. Deve existir uma versão impressa na BE, na sala de pausa dos professores e na sala dos diretores de turma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-06 18:47:52 UTC</pubDate>
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         <title>Construção de um Mapa Conceptual sobre Processos de Avaliação de um Projecto (Actividade de grupo da aula de 15/03/21) </title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1332803693</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-20 17:09:42 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de Planeamento e Avaliação de Projectos. Guião Prático, de Luís Manuel Antunes Capucha:</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1428663965</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Dimensões a contemplar num projecto de avaliação:<br></strong><br></div><div>Capucha categoriza quatro dimensões num projecto de avaliação;<br><br></div><div>1 – <em>A Avaliação de Impactos, </em>focada nas implicações e consequências expectáveis no projecto. O autor refere que esta dimensão depende não só da comparação entre os contextos iniciais e finais do projecto, mas também da consciência de que nem todos os impactos produzem efeitos imediatos;<br><br></div><div>2 – <em>A Avaliação da Realização, </em>que mede e quantifica os resultados imediatos e a qualidade da realização das actividades que constituem o projecto;<br><br></div><div>3 – <em>A Operacionalização e a Gestão</em>, que de acordo com o autor visa monitorizar os efeitos dos processos ligados à execução das actividades do projecto e à concretização dos objectivos;<br><br></div><div>4 – <em>E a Dimensão da Avaliação da Concepção do Projecto</em>, que, segundo Capucha, incide sobre a pertinência e o rigor da sua construção e contextualização teórica<br><br></div><div><em>No projecto em si:<br></em><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;As finalidades e orientações do projecto, a coerência entre os problemas identificados e as finalidades do projecto;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A avaliação dos recursos a mobilizar, a nível da Comunidade, da Escola, das Instituições, dos Programas e Políticas de Enquadramento e dos Destinatários e o grau de Eficiência entre estes meios e os resultados do projecto;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Capucha refere que a eficiência é condicionada pela pertinência das prioridades definidas;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Questão: Existirá uma hierarquização das prioridades definidas num dado projecto?&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Considero estas dimensões relevantes, pois permitem assegurar a estruturação coerente da avaliação de um projecto.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A forma como Capucha segmenta os elementos “internos” da avaliação permitiram-me compreender assim que a avaliação não é uma “lista de tarefas a completar” superficial, mas é um elemento preponderante e plural na implementação e execução de projectos (educativos, no caso concreto da minha reflexão para esta U.C.).&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Concordo também com o autor quando este frisa também a importância de identificar, de verificar o grau de exequibilidade, de “conhecer com rigor as situações de partida”, porque por mais sistemática e exaustiva que seja a concepção inicial do projecto e por mais pertinentes que sejam as finalidades que este se propõe a atingir, nenhum projecto pode ser passível de ser implementando de forma realista, a meu ver, sem ser realizada a devida contextualização das realidades em que este projecto irá operar e as necessidades que este visa suprir. Um projecto não pode ser uma medida impositiva e “destrutiva”, tem de ser implementado de uma forma consistentemente holística. Estas dimensões da avaliação, ao permitirem indagar aprofundadamente e especificamente as causas subjacentes às evidências e necessidades mais imediatas, permitem assim realizar um retrato “em tempo real” da situação onde o projecto irá intervir e que é, a meu ver, fundamental para garantir (ou pelo menos potenciar!) o seu sucesso.<br><br></div><div><strong>Importância do Diagnóstico:<br></strong><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Segundo Capucha, o diagnóstico é fulcral pois permite aferir de modo rigoroso os contextos que enquadram o projecto e permite identificar as potencialidades e condicionantes que irão afectar a sua execução.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Permite também, na óptica do autor, obter informação essencial para a elaboração de estratégias e actividades a implementar e permite aos intervenientes do projecto a oportunidade de participarem no processo através das técnicas que permitem dar voz às suas inquietações e necessidades;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O diagnóstico engloba, segundo Capucha, uma panóplia de metodologias quantitativas e qualitativas, implementadas de acordo com o enquadramento específico de um dado projecto;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estas metodologias podem envolver técnicas mais focadas em colectividades generalizadas (estatística) ou em técnicas ligadas à participação dos agentes na produção de diagnósticos (investigação-acção)</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Segundo o autor, o diagnóstico também é fulcral pois permite obter uma noção clara dos problemas e condicionantes que um projecto se propõe resolver e à catalogação dos recursos disponíveis e passíveis de integrar no processo.<br><br></div><div><strong>Definição dos Objectivos:<br></strong><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Segundo Capucha, os objectivos de um projecto devem obedecer ao critério da Pertinência;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O critério de pertinência permite compreender de que modo os objectivos do projecto visam colmatar os problemas identificados na fase do diagnóstico;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O autor refere também que na análise da coerência dos objectivos do projecto se deve também observar a sua imparcialidade, pois como este refere, é <em>“muito frequente fazerem-se escolhas que não se enquadram na contextualização da área de acção de um projecto, mas em função de ideologias, políticas ou prioridades de programas financiadores e de instituições”;&nbsp;</em></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Este aspecto parece-me particularmente importante no contexto educativo, pois dada a preponderância social da Escola, muitas iniciativas que lá são desenvolvidas reflectem as pressões de forças externas e por vezes, dissociadas da missão da Escola. Concordo que um projecto deve ser uma iniciativa imparcial, tal como o espaço da Escola enquanto campo de formação e conhecimento deve ser. A imparcialidade, é para mim, essencial para assegurar o carácter culturalmente democrático dos projectos educativos a serem implementados nas escolas.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Este aspecto é comparável a dois conjuntos de padrões de qualidade descritos por Alcides Monteiro, nomeadamente a ética e a exactidão (que se subdivide em imparcialidade e objectividade);</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;As finalidades nem sempre se organizam de uma forma rigidamente linear e hierarquizada, mas a sua preponderância e relevância são construídas organicamente por via do cálculo de prioridades (matrizes)</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;As matrizes recordam-me as tabelas sociológicas elaboradas por Bourdieu e Passeron, por exemplo. São como formas de apurar a causalidade e a correlação das várias condicionantes identificadas no quadro de um projecto;<br><br></div><div><strong>Recursos:<br></strong><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É interessante que o autor refira na pág. 26 que <em>“os recursos são sempre escassos”</em>! A realidade educativa portuguesa parece estar constantemente marcada por esta condicionante;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O autor caracteriza os recursos de uma forma muito lata e diversa, deixando bem claro que os recursos não são somente materiais e financeiros, mas sobretudo humanos e relacionais;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Questão: Que distinção podemos estabelecer entre um <em>“recurso humano”</em> e um agente/interveniente social de um projecto? Quais são os critérios para esta categorização?</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O autor considera que uma maior pluralidade de pontos de origem dos recursos permitem tornar um projecto mais dinâmico;&nbsp;<br><br></div><div><strong>Definição de Indicadores de Avaliação:<br></strong><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Indicador tem para Capucha 4 atributos: Designação, Significado, Método de Cálculo, Identificação das Fontes e Norma de Referência</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Segmentam-se nas categorias de:</div><div>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Realização (física/financeira)</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Resultados</div><div>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Impactos</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O indicador é que torna viável o critério de avaliação, sendo um instrumento que o permite aferir.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Indicador é para Santandré, um instrumento de medida;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O Indicador advém da necessidade de identificar um objecto a medir;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Para que a existência de um Indicador seja possível, é necessário que o objecto a medir possa ser alvo de mensuração;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A medição directa de um indicador advém de uma mensuração quantificada imediata de um objecto;<br><br></div><div>Podem existir duas variedades de indicadores:<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Indicadores elementares;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Indicadores compósitos (que podem ser elaborados a partir de indicadores elementares);</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Medição indirecta é utilizada quando a medição não é possível – depende de outras variáveis, passíveis de quantificação;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Questão 1: Será que em todos os momentos é possível extrair indicadores de avaliação? Serão todos os processos internos do projecto passíveis de serem avaliados/medidos directa ou indirectamente?</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Questão 2: A definição e sistematização dos indicadores será sempre um processo objectivo e neutro? Será que a subjectividade do avaliador não terá o potencial para condicionar também o próprio processo de escolha dos indicadores?</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Qual a lógica mais rigorosa para a definição e sistematização dos indicadores? Será que a omissão de algum indicador, ainda que de forma não-intencional, poderá condicionar a validade do sistema?&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>Definição das Técnicas/Instrumentos de Avaliação:<br></strong><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Questão: Quando no texto se fala de dados descritivos e avaliativos, estamos a falar de dados quantitativos e qualitativos respectivamente?</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Dados Descritivos: </em>Relatam o que aconteceu e como aconteceu</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Dados Avaliativos: </em>Questionam o como e porque aconteceu de determinada forma.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Dados Quantitativos: </em>Principais técnicas utilizadas para esta recolha – questionário, análise de dados, estatísticas;</div><div>&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Dados Qualitativos: </em>Ligados à investigação-acção, principais técnicas utilizadas para esta recolha – entrevista, a análise do conteúdo, a observação, as escalas de atitudes, as actas de reuniões, registos de ocorrências, <em>focus-groups</em>, painéis de actores;</div><div>&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Questão 1: Os painéis de actores são o mesmo que a constituição de <em>personas</em>?</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No projecto de investigação do meu outro mestrado que realizei em Belas Artes, recorri frequentemente à recolha de dados de pendor mais qualitativo. Ao reflectir sobre estas questões, compreendo agora como estava a utilizar uma estratégia de investigação-acção. Como o projecto se propunha a criar uma personagem que representasse a instituição onde desenvolvi a iniciativa (INESC TEC), bem como uma imagem pública que recorresse à linguagem visual da banda desenhada e reflectisse a investigação e desenvolvimento levados a cabo nesta instituição ligada à Engenharia, Ciência de Computadores e Tecnologia, recordo-me de ter recorrido à análise de conteúdo (o conteúdo comunicacional e institucional que circulava na organização) a observação directa (no método de etnografia visual) e o <em>focus-group </em>(envolvendo um membro do gabinete de comunicação e vários engenheiros e investigadores dos vários ramos de acção do INESC, para construir um diálogo representativo das várias perspectivas, identidades e visões das pessoas que integravam o Centro de Investigação); Estes parecem-me, na minha opinião, serem os dados mais interessantes pois permitem ao investigador/avaliador ter uma noção clara da individualidade dos sujeitos e as especificidades dos contextos em que estão inseridos;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Relação: No exercício da nuvem de conceitos, é interessante como os dados reflectem uma grande diversidade de formas de conhecimento produzido, muito embora as palavras reflectissem no seu todo padrões comuns de sentido.<br><br></div><div><strong>Que produtos queremos alcançar?<br></strong><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O autor caracteriza como produtos de avaliação os relatórios, textos publicados, bases de dados, lista de tópicos para discussão em reuniões de avaliação, modelos de boas práticas e produtos inovadores;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Questão 1: E os impactos do projecto? Não será a sua catalogação também um produto da avaliação?<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 19:06:08 UTC</pubDate>
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         <title>Diagrama de Ishikawa do Projecto &quot;Multiliteracias&quot;:</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1482799424</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-02 17:42:14 UTC</pubDate>
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         <title>Podcast de &quot;Sketchnote Army&quot; com Nick Sousanis</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1482828894</link>
         <description><![CDATA[<div>Entrevista sobre a aposta na literacia visual /cultura visual com Nick Sousanis, investigador americano famoso por publicar a primeira tese de doutoramento em formato de Banda Desenhada (mais tarde publicada como a novela gráfica <em>"Unflattening"</em>) na qual Sousanis defende um desdobramento (unflattening) e polifonia de perspectivas conceptuais, epistemológicas e simbólicas, potenciadas pelo visual.&nbsp;<br>Já conheço o trabalho de Nick Sousanis há algum tempo, principalmente a sua famosa tese de doutoramento em formato de Banda Desenhada e as questões lançadas pelo autor parecem-me oportunas de enquadrar no âmbito das Multiliteracias e da aposta em modalidades e canais de aprendizagem alternativos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://sketchnote-army-podcast.simplecast.com/episodes/nick-sousanis-se06-ep05" />
         <pubDate>2021-05-02 18:00:39 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação de Cindy Foley, Teaching Art or Teaching to Think Like an Artist?</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1547783091</link>
         <description><![CDATA[<div>Ted Talk dinamizada por Cindy Foley, Directora do Departamento de Aprendizagem e Experiência do Museu de Arte de Columbus, Estado de Ohio, E.U,A.<br>A oradora defende a pertinência da Educação Artística promover uma aprendizagem reflexiva e crítica, assente naqueles hábitos fundamentais dos artistas que Foley considera os mais pertinentes: 1. Conforto com a Ambiguidade; 2. Geração de Ideias; 3. Investigação Transdisciplinar.<br>A autora parece-me muito influenciada por um pensamento de cariz Construtivista, pela forma como defende a preponderância da criatividade, da curiosidade e da crítica nas experiências de aprendizagem dos alunos.<br>No entanto não concordo com a sua tese da criatividade não ser exclusiva do campo das Artes (uma noção de criatividade no Ocidente, que deriva sempre das práticas artísticas, mas&nbsp; é "desenraizada" e "descontextualizada" das mesmas e tornada abstracta e aplicável a qualquer campo intelectual e educativo, noção essa que tive oportunidade de descobrir&nbsp; no artigo de Nadine M. Kalin, <em>"We're all Creatives Now: Democratized Creativity and Art Education" </em>e que na óptica da autora, tem influenciado muitos processos de reformas educativas e que é definida como "<em>Criativismo"</em> por esta autora, no seu texto.)<br>Também não concordo com a sua posição relativa à pertinência da Arte nas Escolas e no Currículo dever-se sobretudo pelos benefícios que esta providencia às restantes aprendizagens dos alunos - o estilo e linguagem da argumentação de Cindy Foley aproxima-se muito daqueles discursos definidos por Gaztambide-Fernandéz como <em>"A Retórica dos Efeitos".<br></em>No que concerne as actividades desenvolvidas ao longo desta U.C. e o Projecto de Grupo no qual tive oportunidade de participar, parece-me que os elementos mais relevantes desta TedTalk é são as valências artísticas descritas por esta autora, que poderão permitir aos alunos potenciar novos conhecimentos de cariz cultural e artístico por via das suas práticas artísticas. Esta tem sido uma preocupação constante no nosso projecto, que visa ampliar os campos de experimentação e reflexão artística dos jovens alunos e fomentar um contacto mais aprofundado e antecipado com a prática artística e afirmar o pensar e o fazer artístico como vias de conhecimento legítimas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/ZcFRfJb2ONk" />
         <pubDate>2021-05-21 14:07:37 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação de Michael Bingham, &quot;How Art unlocks Students&#39; Diverse Abilities&quot;</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1547884043</link>
         <description><![CDATA[<div>TedTalk dinamizada por Michael Bingham, Porta-Voz Estatal dos Professores de Artes Visuais no Ensino Secundário da Associação de Educadores Artísticos de Utah, E.U.A.<br>Nesta apresentação, este autor fundamenta um posicionamento um pouco contrário ao posicionamento defendido por Cindy Foley no conteúdo anterior - este Professor assume que existem valências intrínsecas da Arte que a tornam uma via de conhecimento muito específica e enriquecedora, defendendo assim a inclusão da Arte nas escolas pelas suas próprias potencialidades e não pelos "efeitos colaterais" que ela poderá produzir na restante actividade pedagógica dos alunos.<br>De particular interesse para mim é a enfâse do orador na Imaginação e na Diversidade na Educação Artística. Bingham explica como a prática artística é essencial, flexível e acessível a todos, inclusive a indivíduos com necessidades educativas especiais, com quem Bingham trabalha frequentemente na sua actividade docente.<br>Considerei muito interessante a solução que o Professor desenvolveu com a sua equipa, que permitiu à sua aluna poder criar e trabalhar com a sua cadeira de rodas.<br>Embora no nosso projecto não nos tenhamos focado exclusivamente nas crianças com necessidades educativas especiais, este conteúdo relaciona-se a meu ver com as dinâmicas do nosso projecto, no sentido em que demonstra, a partir de um ponto de vista ligeiramente diferente, a importância da Imaginação e da Diversidade na Aprendizagem Artística. O nosso projecto foi concebido de modo a acomodar a diversidade do grupo local dos alunos do Sabugal bem como do contexto em que estão inseridos e a Imaginação surge aqui como uma competência fundamental que o nosso projecto visa estimular ao máximo nos alunos, de modo a que estes consigam produzir novos artefactos artísticos, novos conhecimentos e aprendizagens, por via da investigação-acção e, em última análise, potenciar um "novo olhar/visualidade" sobre o que lhes é familiar.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/EkSeG8wBacA" />
         <pubDate>2021-05-21 14:32:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1547884043</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bolsa Artística para a Itinerância Cultural, integrada no âmbito do Festival Cultural das Beiras</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1547968008</link>
         <description><![CDATA[<div>Um exemplo actual das iniciativas culturais e artísticas locais no contexto do nosso projecto educativo (Sabugal).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://cm-belmonte.pt/bolsa-artistica-para-a-itinerancia-cultural/" />
         <pubDate>2021-05-21 14:52:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1547968008</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projecto &quot;Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela&quot;</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1547975713</link>
         <description><![CDATA[<div>Um exemplo recente (2020?) das iniciativas culturais e artísticas locais no contexto do nosso projecto educativo (Sabugal).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cm-sabugal.pt/cultura-rede-das-beiras-serra-da-estrela/" />
         <pubDate>2021-05-21 14:54:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1547975713</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projecto &quot;Entre Serras - Rede de Arte Contemporânea entre Agricultura e Biodiversidade&quot;</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1547996467</link>
         <description><![CDATA[<div>Projecto de Arte Contemporânea promovida pela Câmara Municipal do Sabugal e restantes organismos e instituições da região.<br><br>Partilho este conteúdo como um exemplo ilustrativo das dinâmicas artísticas desenvolvidas no contexto em que o nosso projecto educativo pretende intervir, bem como o paralelo interessante entre as actividades artísticas desenvolvidas nas sucessivas edições desta Iniciativa e os Objectivos e Estratégias do nosso Projecto - tal como no nosso Projecto, as dinâmicas desenvolvidas no Projecto Entre Serras constroem diálogos e reflexões em torno da ligação da Arte à própria Terra, quer num contexto de cultura humana, quer no contexto da ligação das pessoas à Natureza, conjugando também questões ligadas à biodiversidade e sustentabilidade.<br>Um outro aspecto interessante são as parcerias que o PES estabelece com museus, organizações e produtores locais.<br>No entanto, considero que o nosso projecto dá um passo em frente relativamente a estas questões, por dois motivos:<br>Ao consultar a lista de artistas convidados a realizarem intervenções no âmbito do projecto, verifico que muitos poucos artistas portugueses integram a iniciativa; Por outro lado, as parcerias estabelecidas processam-se a nível institucional.<br>No nosso projecto, uma das questões mais fortes que surgiu no decurso da nossa reflexão de grupo e que nos motivou a conceber o nosso projecto foi de privilegiar a experimentação e reflexão artística nos alunos da Escola local do Sabugal, no sentido de fomentar as suas próprias "vozes" autorais e artísticas, numa perspectiva de pedagogia emancipatória, potenciando assim uma expansão e dinamização dos espaços locais para uma actividade artística efeverscente.<br>Um outro aspecto que considero muito pertinente no nosso projecto é o facto de este contemplar não só parcerias a nível organizacional (a nível da divulgação do projecto e da sua apresentação final), mas também o estabelecimento de parcerias e sinergias a nível individual (particularmente quando os alunos realizam as suas actividades de etnografia visual e contactam com os artesãos e produtores locais). </div>]]></description>
         <enclosure url="https://projetoentreserras.wordpress.com/" />
         <pubDate>2021-05-21 14:59:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1547996467</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Projecto &quot;Entre Serras - Rede Arte Contemporânea entre Agricultura e Biodiversidade&quot; - Jornadas e Exposições</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1548063412</link>
         <description><![CDATA[<div>Informações relativas às Jornadas e Exposições Artísticas realizadas em Fundão e no Sabugal, em Novembro/Dezembro de 2017, na primeira edição deste projecto.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://projetoentreserras.wordpress.com/jornadas/" />
         <pubDate>2021-05-21 15:15:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1548063412</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1548071539</link>
         <description><![CDATA[<div>O presente padlet constitui o portefólio individual que cataloga toda a actividade desenvolvida por mim no âmbito da Unidade Curricular "Concepção e Avaliação de Projectos e de Instituições Educativas", ministrada pela Prof.ª Dr.ª Angélica Monteiro,&nbsp; ao longo do 2º Semestre d do MEAV, no ano lectivo 2020/21.<br>A estrutura deste portefólio subdivide-se em 4 secções: Conteúdos, Colaboração, Reflexão e Reflexão Final da U.C.<br>Na primeira, são reunidos conteúdos seleccionados por mim, que considero serem pertinentes no quadro das actividades desenvolvidas no plano pedagógico desta U.C. e no plano do projecto desenvolvido em grupo com os colegas, o projecto <em>"Terra a Terra"</em>, que se foca no contexto escolar de duas turmas do 7º e 8º ano da Escola Básica do Sabugal e que visa potenciar os campos existentes de experimentação e reflexão artística por via de um plano de acção estratégico inspirado simultaneamente por alguns princípios do <em>Learning by Design</em> e do <em>Project-Based Learning</em>.<br>Na segunda secção estão catalogados todos os artefactos relativos à colaboração com a Professora e os Colegas nas dinâmicas desenvolvidas ao longo das aulas.<br>Na secção da Reflexão estão disponíveis para leitura alguns apontamentos, estudos e ilações desenvolvidas por mim na sequência da actividade nesta U.C.<br>Na última secção figura a minha reflexão final em torno de todos os processos ligados à U.C.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-21 15:17:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1548071539</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alguns referentes de &quot;Land Art&quot; de autoria portuguesa e implementados em contexto português</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1548145678</link>
         <description><![CDATA[<div>Projectos realizados no âmbito do "landArtCascais 2020", promovido pela Fundação D. Luís.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.fundacaodomluis.pt/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=897&amp;catid=92" />
         <pubDate>2021-05-21 15:35:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1548145678</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Entrevista de Jean Van&#39;t Hul ao artista inglês Richard Shilling</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1548161506</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre a relevância e potencialidades que a aprendizagem da Land Art proporciona às crianças. Entrevista disponível no site&nbsp;<em>"The Artful Parent"</em>.<br>Considero esta entrevista elucidativa pela forma como o artista frisa o carácter exploratório desta abordagem, a ligação à terra e a natureza e a capacidade de adequar os meios, isto é, de aproveitar ao máximo as condicionantes e potencialidades dos materiais e superfícies do próprio local. Refere também os restantes benefícios (contacto com a natureza, exercício físico, bem-estar mental e emocional, valorização da Natureza).<br>No que concerne o nosso projecto educativo, a meu ver corrobora a nossa perspectiva da prática artística da Land Art como potenciando uma outra forma de "estar no Mundo" e uma outra ligação mais profunda do ser humano à Terra.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://artfulparent.com/richard-shilling-on-land-art-for-kids/" />
         <pubDate>2021-05-21 15:38:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1548161506</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tertúlia com Joseph Beuys, no &quot;Club 2&quot;, em 27 de Janeiro de 1983</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1548206029</link>
         <description><![CDATA[<div>Documentário que contém um excerto da performance <em>"Como Explicar Imagens a uma Lebre Morta"</em> realizada por Beuys na Galeria Schmela em Düsseldorf, a 26 de Novembro de 1965 e um excerto de uma tertúlia realizada posteriormente, onde o artista reflecte conjuntamente com os seus colegas e amigos sobre problemáticas relacionadas com esta sua acção artística.<br>Partilho este documentário e esta conversa pois considero que existe um aspecto importante que se relaciona com a principal problemática do nosso projecto, nomeadamente, os espaços e oportunidades para o aluno potenciar as suas capacidades de experimentação e reflexividade artísticas.<br>A propósito da sua performance, Beuys refere-se à lebre como representando um "sujeito que percepciona", um "orgão do eu" que se vai desenvolvendo ao longo do tempo e da experiência, tornando-se progressivamente "mais potente, mais sensível, mais expandido" e potenciando um conhecimento do mundo mais profundo, indo além do conhecimento "lógico, racionalista e intelectualizado"&nbsp; que se processa na zona frontal do cérebro. Anos mais tarde, o autor Gert Biesta, na sua obra "Letting Art Teach", utiliza esta acção de Beuys como metáfora da relação pedagógica e do acto de ensino-aprendizagem, no qual a lebre representa, para Biesta, o aluno. No sexto capítulo deste livro, Biesta raciocina em paralelo com Beuys, afirmando que uma aprendizagem artística não se pode circunscrever, de modo algum, aquilo que é imediatamente e superficialmente racionalizável e mensurável. Uma verdadeira experiência de aprendizagem artística, para Biesta, tem de contemplar estas outras dimensões mais profundas do saber e do fazer artísticos.<br>Considero que estes conceitos se relacionam com o nosso projecto para esta U.C., pois as próprias directrizes das "Multiliteracias" enfatizam esta forte aposta em outros canais alternativos de conhecimento para os alunos, para além da dimensão do texto escrito.<br>No nosso projecto, uma preocupação constante no nosso planeamento foi precisamente o de assegurar em todas as suas fases de implementação um processo de reflexão contínua e um contacto constante com espaços, pessoas, artefactos e recursos que permitam aos alunos desenvolver, à imagem do pensamento de Hal Foster, um "impulso arquivista", que os conscientize para a relevância e potencialidades que uma experiência diversificada e plurívoca com os elementos que compõem a sua realidade poderão proporcionar para a aprendizagem e experimentação das suas práticas artísticas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Mo47lqk_QH0" />
         <pubDate>2021-05-21 15:49:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1548206029</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Final da U.C.</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1550005556</link>
         <description><![CDATA[<div>De um modo geral, constato que ao longo deste semestre esta Unidade Curricular revelou-se particularmente pertinente e proveitosa para mim, pois a um nível mais imediato e geral, considero que a docente nos providenciou oportunidades de contacto diversificado com os desenvolvimentos mais recentes a nível de recursos tecnológicos e estratégias processuais ligadas com a ideação e implementação dos projectos educativos.<br>Um aspecto que gostaria de destacar em particular foi o facto de nas actividades propostas em aula se privilegiar a criação de experiências imersivas e envolventes com todos os intervenientes - neste sentido, infiro que esta dimensão foi particularmente determinante para o enriquecimento das minhas experiências de aprendizagem colectivas.<br>Muito embora algumas das ferramentas apresentadas não me fossem inicialmente familiares, reconheço agora, ao terminar este percurso colaborativo com a docente e os colegas, a relevância e utilidade das mesmas na minha actividade futura como docente e, reflectindo agora sobre estas experiências recentes, compreendo agora como poderão vir a existir posteriormente amplas oportunidades para empregar as mesmas para reforçar a minha docência e o meu trabalho colaborativo com os meus futuros discentes.<br>Nos processos de avaliação desta U.C., devo admitir que, não estando habituado ao longo do meu percurso académico a estas modalidades mais interventivas e dialógicas na estruturação dos processos e critérios de avaliação, compreendo agora a pertinência e o sentido desta metodologia sociocrática e, tendo tido oportunidade de participar na mesma quer num nível inicial em grande grupo, quer mais tarde, na qualidade de porta-voz do meu grupo em estreito diálogo com o meu grupo, os restantes porta-vozes e a docente, verifiquei como é valioso e imprescindível para as dinâmicas processuais dos projectos educativos existirem espaços e momentos para o diálogo e a reflexão conjunta, ao longo das várias etapas de formação destas dinâmicas.<br>Retorno à diversidade dos conteúdos e experiências providenciadas nesta U.C., para frisar a pertinência desta dimensão, que considero que foi excelentemente assegurada pela docente, por via da multiplicidade de referências e instrumentos apresentados e a oportunidade de contactar com um especialista da área, bem como pelos colegas, por via dos diálogos e partilha de experiências que tivemos oportunidade de efectivar e de integrar nos nossos projectos de grupo.<br>No que concerne o nosso projecto de grupo, apesar de numa fase inicial da sua concepção nós termos sentido alguma dificuldade em conformar a sua estrutura dentro dos limites do PBL, o que nos levou a querer explorar uma configuração mais personalizada, considero no entanto que este se adequou às expectativas e finalidades estabelecidas neste U.C., e neste sentido, a flexibilidade e disponibilidade da docente em proporcionar um acompanhamento e feedback contínuo foi essencial, a meu ver, para nos confrontarmos com o complexo desafio de pensar uma estrutura híbrida do nosso projecto que conjugasse, na nossa óptica de grupo, quer as valências que consideramos mais relevantes no <em>Learning by Design</em>, quer no&nbsp;<em>Project-Based Learning</em>.<br>Penso que é importante ressalvar também que o processo de actividade deste trabalho de grupo não foi de todo um processo mecânico e linear, mas sobretudo um percurso irregular e orgânico, marcado, como em qualquer projecto educativo, por avanços e recuos.&nbsp;<br>No entanto, a realização do projecto permitiu, a meu ver, que os intervenientes se conhecem através do trabalho e através dos desafios lançados pela professora, fomos tomando consciência quer da relevância das problemáticas que estávamos a explorara, quer das competências especiais e pontos fortes dos nossos perfis individuais que poderiam ser traduzidos para o esforço conjunto do desenvolvimento deste projecto e assim, infiro que ao longo das actividades colectivas no projecto de grupo desta U.C. senti que a minha perspectiva foi sempre ouvida, que tivemos possibilidade de conciliar e conjugar as nossas diferentes "especialidades" e que em vários níveis da preparação da proposta as minhas colegas confrontaram-me com questões que "sacudiram" as concepções que tinha inicialmente sobre as finalidades, contextos,&nbsp;recursos e estratégias do projecto e assim, providenciaram-me tempo e espaço para meditar e obter um novo olhar sobre todas estas dinâmicas.<br>A um nível mais pessoal, considero que foi gratificante para mim poder trabalhar num projecto educativo que integrou todas as minhas dimensões predilectas numa iniciativa educativa: a investigação-acção, a cultura visual, as multiliteracias, o amor e a ligação à terra e à natureza e o convívio com a comunidade.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-22 12:27:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1550005556</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão posterior sobre uma questão que surgiu durante a concepção do projecto (21/05/21)</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1550202383</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"Making art, doing, art, performing art thus teaches us in a quite direct manner what it means to come into dialogue, to be in dialogue, and to remain in dialogue. In this regard, art is closely connected to the work of the hands - it needs time, it needs material - and is anything but an idea. But the arts also 'work' in the domain of the heart - art, doing art, encountering art, can also touch us, can enthuse us, can move us, and we can come to care for art, can come to love art, and through this can come to care for and love the world. In these ways art has the potential to deepen and broaden the ways in which we are 'in touch' with the world beyond the thoughts we think about the world." - Gert Biesta, "Letting Art Teach", 2017: 81.</blockquote><div><br>Ao longo da nossa reflexão e colaboração em torno da concepção do nosso projecto educativo, foi surgindo uma questão pertinente relacionada com o público-alvo da nossa intervenção e relacionada com as interações que se poderiam estabelecer entre os alunos, que irei explorar um pouco nesta reflexão.<br>Numa fase inicial do nosso projecto, as nossas intencionalidades estavam orientadas para o desenvolvimento de uma acção pedagógica que capacitasse ou habilitasse os alunos para problemáticas que o jovem contemporâneo enfrenta actualmente. Na mesa da discussão estavam várias possibilidades - conceber dispositivos educativos para consciencializar os alunos para os perigos do <em>cyber-bullying</em>, para promover a Educação para os Valores e a Cidadania, na óptica de educar para a Ecologia, para o combate ao Racismo, a Homofobia e outras formas de ódio, ou ainda apostar na literacia digital, que no nosso contexto português, nem sempre tem sido assegurada de modo a reunir as condições mínimas a nível de recursos e de formação que permitissem assegurar a sua aprendizagem.<br>Eventualmente, ao longo da nossa discussão sobressaiu a questão dos jovens serem "pressionados" a tomar opções muito decisivas muito cedo no seu percurso curricular, nomeadamente a escolha do ramo de actividade que pretendem seguir, no 9º ano. Dado que no final do 12º ano, volta a suceder-se um novo período de escolhas decisivas, ligadas com a escolha da Faculdade/Universidade onde o aluno pretende seguir os seus estudos e observando também uma tendência na Escola contemporânea para uma actividade curricular centrada em resultados e produtos ao invés do foco na exploração, apropriação e experimentação, o nosso grupo propôs no nosso projecto um leque de actividades que permitissem aos alunos expandir os seus campos de aprendizagem reflexiva, ao mesmo tempo que por via de um contacto antecipado com as áreas artísticas, produziriam novos conhecimentos através da prática artística enquadrada na lógica das multiliteracias.<br>Eventualmente decidimos que seria pertinente e desafiador trabalhar sobre um contexto escolar rural e "periférico", com dificuldades de acesso às novas tecnologias e de algum modo conceber uma estratégia que potenciasse aos sujeitos que habitam essa realidade a possibilidade de desenvolverem essas aprendizagens alternativas.<br>A configuração inicial das dinâmicas que estávamos a pensar contemplavam a possibilidade de duas turmas de uma escola artística especializada poderem inscrever-se na realidade do Sabugal e trabalharem e interagirem com as turmas locais de modo a potenciar em ambos os grupos de jovens um encontro com um desconhecido e a construção de um trabalho colaborativo e dialógico com "o Outro" - os alunos do Sabugal teriam contacto com as práticas e vivências dos alunos da Hipotética Escola Artística e estes explorariam o novo contexto "estranho" para eles.<br>No entanto, após mais algumas conversas dentro do grupo, ficou claro para todos que esta configuração corria o risco de ficar reduzida a uma intervenção paternalista, numa lógica de "prestação de serviços", ou seja, como se os alunos do Sabugal não fossem capazes de desenvolverem por eles próprios as suas experiências de aprendizagem ou não possuíssem legitimidade para tal.<br>Uma outra variável importante referida nestas discussões foi a questão de os alunos externos à comunidade do Sabugal não possuírem uma ligação tão profunda ao local e à sua cultura local tal como as crianças da região e portanto não possuírem uma base pré-existente de experiências, memórias e vivências familiares e anteriores que servisse de alicerces para novos conhecimentos e aprendizagens.<br>Esta foi uma questão interessante que ficou "a pairar" na minha consciência ao longo das aulas e na minha óptica, foi uma ressalva importante pois remeteu-me novamente para a leitura de <em>"A Pedagogy of Multiliteracies: Learning by Design" </em>de Bill Cope e Mary Kalantzis e ajudou o grupo todo a refinar o foco do projecto, com base na realidade do contexto local que escolhemos.<br>O desafio de centrar nos alunos do Sabugal as aprendizagens reflexivas e experimentais e fazer deles os protagonistas das suas intervenções artísticas, com o ónus de desenvolverem o seu trabalho a partir do conjunto de referenciais que definem a sua realidade e a sua existência como sujeitos foi, a meu ver, uma opção importante, pois permitiu enquadrar mais rigorosamente o projecto em algumas especificidades das Multiliteracias. Concretamente, a aposta na reflexão activa e apropriação das experiências prévias ligadas à realidade dos alunos relaciona-se, a meu ver, com a dinâmica de <em>Experienciar o Conhecido</em>, pelo facto de todos estes elementos se constituírem como uma base para as novas aprendizagens dos alunos. Como Cope e Kalantzis explicam, <em>"Human cognition is situated. It is contextual. Meanings are grounded in the real-world of patterns of experience, action, and subjective interest. Learners bring their own, invariably diverse knowledge, experiences and interests into the learning context" </em>(Cope e Kalantzis, 2015 :18).<br>Ao mesmo tempo, o nosso projecto pretendeu também "agitar" e "perturbar" as consciências dos alunos, no sentido de estimular um sentido crítico e curioso que os levasse a explorar, através das dinâmicas da "Land Art", a sua experiência e relação com a sua terra e deste modo, produzir novo conhecimento que possibilitasse a construção de um novo olhar (ou visualidade) sobre a sua realidade. Tal permitiria, a meu ver, que o projecto se movesse da esfera da experiência do conhecido, para a experiência do novo, pois como os autores clarificam, o conhecimento e a aprendizagem humana são associativas e contextualizadas, não surgem <em>"ex nihilo",</em> mas estruturam-se a partir do que nos é familiar e acessível:<br><em>"Learners encounter new information or experiences, but only within a zone of intelligibility and safety, of what Vygotsky calls a 'zone of proximal development', sufficiently close to the learners' own lifeworlds to be half-familiar, but sufficiently new to require new learning (Vygotsky 1962 (1978): 86)" </em>(Ibid.: 19)<br>Na nossa exploração do contexto do Sabugal, identificámos algumas iniciativas e manifestações culturais que, ainda que um pouco incipientes, revelam que no nosso projecto poderia existir grande potencial para construir pontes entre o património cultural local, as actividades escolares e as práticas artísticas dos alunos, construindo assim, a meu ver, uma rede que recuperasse ofícios e práticas em vias de extinção e combatesse uma certa tendência para a marginalização das artes no currículo. <br>Assim, para além das valências descritas acima, o nosso projecto permitiria educar para a <em>Análise Crítica</em> e sobretudo para a <em>Aplicação Criativa</em> que, embora focando-se no pensamento divergente, contempla também a possibilidade de se produzir artefactos e conhecimentos inovadores a partir de um referencial de interesses, vivências e experiências pré-existente e familiar, tal como se sucede no nosso projecto:<br><em>"Applying creatively involves making an intervention in the world which is truly innovative and creative. It may also bring to bear the learner's interests, experiences and aspirations It is a process of making the world anew with fresh and creative forms of action and perception." </em>(Ibid.: 22)<br>Neste sentido, a utilização dos diários de bordo como instrumentos de aprendizagem reflexiva e autocrítica, bem como elemento de uma avaliação formativa, aliada a estratégias de trabalho de campo derivadas da etnografia visual e a métodos de investigação sociológica de pendor qualitativo (entrevistas) são alguns elementos do nosso projecto que destaco como valências importantes para potenciar a <em>aplicação criativa</em> dos alunos, nas esferas da pesquisa, da criatividade e da conscientização. Deste modo, a sua aprendizagem e prática artística poderiam expandir o seu contacto com o Mundo, para<em> "lá dos pensamentos que estes pensam sobre o Mundo"</em>, como refere Biesta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 15:43:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1550202383</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Apresentação Final do nosso Grupo 2</title>
         <author>davidgilcapie</author>
         <link>https://padlet.com/davidgilcapie/2vumij74m2td51v0/wish/1553152906</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Projecto Educativo&nbsp;</strong><strong><em>"Terra a Terra: A Anamnese do Espaço"</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 09:28:05 UTC</pubDate>
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