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      <title>Psicologia e processos de ensino e aprendizagem    by Magda Cristina Alencar</title>
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      <description>Compreensão do grupo sobre o conceito de mediação  - Atividade coletiva referente a 3ª semana da disciplina Psicologia e processos de ensino e aprendizagem 
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-18 21:54:45 UTC</pubDate>
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         <title>2° Relato de Experiência</title>
         <author>jumdina</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em outra U.E., no ano de 2018 e 2019, deparei-me com alguns alunos nos 4º e 5º anos de escolaridade não alfabetizados, sem ler palavras simples. Então, propus às professoras desses alunos uma estratégia que, durante duas vezes por semana eu ficaria com a turma, tomando conta e explicando e corrigindo as atividades passadas pela professora regente durante duas horas, e a professora levaria esses alunos para a sala da orientação, onde iniciaria a alfabetização com eles. Com atividades simples, porém específicas e de caráter prioritário para desenvolver as habilidades iniciais da alfabetização. Essa estratégia também apresentou bons efeitos. Alguns alunos, só precisavam de uma atenção especial e logo avançaram na leitura e escrita, outros tiveram mais dificuldade e avançaram um pouco menos, mas conseguiram sair do nível silábico em que estavam para o nível alfabético da escrita.<br><strong>Juliana Medina de Paula Santos</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 14:46:58 UTC</pubDate>
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         <title>1°Relato de Experiência -Mediação em parceria com o Programa Mais Educação</title>
         <author>jumdina</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aproveitando o Programa Federal Mais educação, que disponibilizava monitores para reforço escolar, resolvi melhorar a alfabetização nas turmas do 2º e 3º ano de escolaridade do En. Fundamental da U.E. em que trabalho pois o número de alunos não alfabetizados era muito grande. A proposta do programa era que, no contraturno, os alunos frequentassem as aulas de reforço de Língua Portuguesa e Matemática com os monitores do programa. Acompanhando de perto as aulas de reforço nos dois turnos, verifiquei que as salas estavam muito vazias pois, os alunos não voltavam no contraturno para as aulas, mesmo conversando com a família sobre a importância para o desenvolvimento do aluno. Diante do quadro apresentado, conversei com a gestora e professoras desses alunos sobre fazermos com que eles frequentassem o reforço dentro do próprio turno. Com base nos testes de leitura que tinha feito&nbsp; com as turmas no início do ano letivo, dividi os alunos&nbsp; em grupos segundo os níveis de escrita de Emília Ferreiro, a saber, pré-silábico, silábico e alfabético. Durante duas vezes por semana, que eram os dias do atendimento dos monitores do programa Mais educação, os alunos bons, no nível ortográfico, eram retirados das turmas e iam para as salas dos monitores receber atendimento com jogos pedagógicos, vídeos, atividades lúdicas e variadas com livros de histórias, entre outras. Nessas turmas eram sempre proporcionadas atividades atraentes envolvendo a leitura, a escrita e matemática para consolidar ainda mais essas habilidades. Os alunos pré-silábicos tanto do 2º como do 3º ano, ficavam na mesma sala com a professora de perfil mais indicado e assim os alunos dos demais níveis ficavam agrupados numa mesma sala. Nessa aula de recuperação, eram utilizadas atividades específicas e favoráveis a mudança do nível de hipótese da escrita do aluno. Sempre defendi que, quem tinha que recuperar o aluno, era o professor da rede, da escola, e não o professor do programa. Até porque os monitores do programa eram muito mal pagos e não podíamos transferir para eles a responsabilidade de recuperar nossos alunos. As professoras abraçaram a “causa”. Elas reclamavam da dificuldade de se ter diferentes níveis na sala de aula. Então se dedicaram nos dias que tinham todos com o mesmo nível em classe.&nbsp; Após um semestre utilizando essa estratégia de recuperação, nossas turmas de 2º e 3º anos apresentaram um ótimo avanço na aquisição da leitura e da escrita. Foi tão bom o desenvolvimento que repetimos no ano seguinte.&nbsp;</div><div><strong>Juliana Medina de Paula Santos</strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 14:49:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jumdina</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 14:49:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jumdina</author>
         <link>https://padlet.com/febf2016/2vrgvjqp2q10jyfy/wish/2225847654</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 14:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>Mediação</title>
         <author>jumdina</author>
         <link>https://padlet.com/febf2016/2vrgvjqp2q10jyfy/wish/2225848815</link>
         <description><![CDATA[<div>"A inclusão escolar surgiu como um desafio e exigiu que as escolas revissem sua estrutura e criassem novas formas de ensinar. O mediador escolar acompanha o estudante durante seu dia letivo, buscando intervir, potencializando seu processo de aprendizagem, socialização e desenvolvimento". (VARGAS,2018; RODRIGUES, 2018, p.1).&nbsp; <br>Nessa perspectiva, o conceito de mediação apresentado pela Profª Drª Flávia Miller Naethe Motta (UFRRJ) durante a aula síncrona nos convida para uma reflexão sobre os aspectos que envolvem a <strong>mediação simbólica.</strong> Dessa forma, enquanto professores, entendemos que no contexto escolar, a mediação ultrapassa as intervenções realizadas pelo "mediador/agente de inclusão". Sendo assim, a construção de significações a partir da linguagem, torna-se mais eficaz quando o próprio processo pedagógico é realizado pelo professor nas relações de ensino.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 14:51:59 UTC</pubDate>
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         <title>O papel do Mediador</title>
         <author>jumdina</author>
         <link>https://padlet.com/febf2016/2vrgvjqp2q10jyfy/wish/2225849550</link>
         <description><![CDATA[<div>A importância do papel de um mediador e sua expansão nos vários campos de atuação está relacionada ao bem-estar do aluno, desenvolvendo várias funções voltadas para a transformação social que compõem o ambiente educacional, incluindo o apoio aos direitos do cidadão.<br>O mediador tem, desde o seu princípio, mesmo que dentro da escola, o seu papel relacionado a questão social.&nbsp; Por meio desse processo, caracterizado pelo conjunto de expressões das desigualdades sociais é que foram introduzidos os problemas relativos a este, e sociais em um determinado contexto histórico, e estes permanecem até hoje. É partindo desses pressupostos que as questões sociais assumem grande relevância para a atuação de um mediador nas escolas, pois este profissional intervém diretamente no tema e nas suas diversas manifestações (IAMAMOTO, 2010). <br><strong>Juliana Medina de Paula Santos</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 14:52:54 UTC</pubDate>
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         <title>3º Relato de Experiência: sentidos e significados</title>
         <author>febf2016</author>
         <link>https://padlet.com/febf2016/2vrgvjqp2q10jyfy/wish/2228223399</link>
         <description><![CDATA[<div>Criando sentidos e significados...<br>De repente, viu-se perdido em um espaço. Corria de um lado para o outro. Em um papel, "oficial", acreditam ser D11.<strong> D11?</strong> <strong>Mas não era F84</strong>? <br>A corrida permanecia. <br>Corria criança, corria adulto... aluno x professor x "mediadora". <strong>Quem ganha a corrida? <br>E tem que ter vencedor? </strong><br>Os espaços pareciam sem valor algum. <br>Era nítido o desespero. <strong>De quem?</strong> Dos dois - professor e aluno. <br>Uma possibilidade nascia:<br>a busca da significação. <strong>"E pode? E será que ele consegue? Mas, pra quê?"</strong><br>Nesse emaranhado de <strong><em><del>questionamentos</del></em></strong>, o pequeno lá estava. Na verdade, quase não estava. Sua regularidade no espaço escolar não era comum. "Não havia recorrência." dizia a Professora do AEE. <br><strong>E na sala de aula?</strong> Uma intensidade total. <br>Corre mais um pouco. Quem? Ah sim, a criança e o adulto = o professor e o aluno. <br>Foi na sequência de lógicas, ideias, metodologias que se deu a possibilidade concreta. "É Didática o nome." Sussurra baixinho para os temerosos não se assustarem. Até parece que Didática é para temer. Pelo contrário: abrace-a. <br>Voltando...<br>Pós isolamento de algo que o Mundo não esperava passar, o aluno chegava e retornava para então, ampliar os olhares. Mas novamente:<strong> que olhares? </strong><br>Na Sequência, logo se pensou: "<strong>por que não fazer a experimentação dos espaços e a partir de sua funcionalidade e deixá-lo criar?"</strong> Criar o que sentia ao ter o contato com os Espaços. E lá foi ele... Era prato com colher descartável para o Refeitório, Computador para&nbsp; a Informática, massinha de personagem para a sala de aula, Cor para a Sala de Recursos... Ufa. Respira. Ainda tem Corrida. Corre Criança, Anda o adulto. <strong>Andar? </strong>É. Tem horas que a caminhada começa a fazer parte... diminui-se o ritmo e após uma corrida, a caminhada. É necessário parar. <strong>Certo? </strong>SIM. <br>Apresento-lhes os sentidos e significados. A mediação consciente. O elo proposto pelo elo: o Professor Regente. <strong>Tem parceria? </strong>É claro que tem: Sala de Recursos e "Agente de Inclusão" (nome oficial, <strong>ok?</strong> Não assusta não). <br>E lá vai ele... em seus momentos de Criação. <strong>Magda Cristina Dias de Lucena<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-22 22:43:46 UTC</pubDate>
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         <title>4º Relato de experiência: criando vínculos. </title>
         <author>kassiaoliveira45</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Este relato tem como foco central um aluno matriculado na rede municipal do Rio de Janeiro na turma do 6º ano e para manter a privacidade do mesmo irei chamá-lo por um nome fictício que será João. <br>João é um aluno com transtorno do espectro autista que teve o diagnóstico fechado a pouco tempo, logo sua mãe apresenta muita resistência e devido a esse fato ele não faz nenhum acompanhamento fora da escola (terapia ocupacional, psicóloga, fonoaudióloga, etc). <br>Sou agente de apoio à educação especial responsável pela mediação dos alunos incluídos e de imediato João recusou meu auxílio, ele tinha dificuldade para socializar com os professores, alunos de turmas e comigo, além de não conseguir copiar as atividades do quadro.<br>Como estratégia comecei a observá-lo durante as aulas e percebi que ele gostava de desenhar no caderno, ele desenhava bob esponja, sonic, emojis, então comecei a assistir tais desenhos e puxar assunto com ele sobre isso, logo fomos criando um vínculo. Depois de conseguir essa aproximação, conversei com ele sobre a questão das atividades, questionando-o sobre o porquê ele não fazia, e foi assim que ele me relatou que não entendia a letra dos professores e que só conseguia fazer letra cursiva. Pude perceber também que quando ele fazia o movimento de olhar para o quadro e copiar no caderno ele acabava se perdendo. Depois de ouvi-lo, disse que eu tinha uma forma de ajudá-lo e se ele gostaria de receber essa ajuda? Ele disse que sim. A partir de então comecei a copiar em uma folha separada e em parágrafos as atividades do quadro e ele ia copiando dessa folha para o caderno, fui explicando como funciona a margem do caderno, a pontuação e os espaços. <br>Atualmente, conseguimos uma evolução, já estamos fazendo o movimento contrário, os professores que passam as atividades com letra cursiva ele está copiando direto do quadro para o caderno aos poucos: ele copia um parágrafo, eu copio outro e vou auxiliando nesse movimento (quadro x caderno). Hoje, ele já consegue copiar a atividade de alguns professores direto do quadro sem se perder, exceto daqueles professores que tem a letra em bastão, pois ele ainda não consegue copiar por não saber passar para a letra cursiva, que irá ser trabalhada no próximo semestre.<br><br><strong>Kássia Oliveira dos Santos</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 23:11:11 UTC</pubDate>
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         <title>5º Relato de Experiência: &quot; As crianças não brincam de brincar, brincam de verdade.&quot;  Mario Quintana.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/febf2016/2vrgvjqp2q10jyfy/wish/2229272714</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"Brincadeira de criança, como é bom."</strong>&nbsp;<br>Neste relato, exponho uma estratégia de mediação utilizada com uma criança espectro autista, em uma creche municipal do município de Duque de Caxias.&nbsp;<br><br></div><div>Como agente de apoio a inclusão, assumi o cargo na unidade. Lá encontrei o Luiz <strong>(nome fictício)</strong>, um menino autista, de cabelo curto, liso, olhos grandes, pele morena, com apenas 2 anos de idade, com hábitos, manias, costumes, relações, rotinas que para mim, eram completamente desconhecidas, mas que a partir daquele momento, eu precisaria&nbsp; mergulhar e me dedicar a entender, conhecer e compreender quem de fato era o Luiz. E foi o que fiz. Conheci sua família, suas manias, seus hábitos, do que ele gostava e do que ele não gostava.&nbsp;<br><br></div><div>Nesse tempo pude perceber a pouca interação do Luiz com o restante da turma dentro de sala, no ambiente fechado, com cadeiras limitando-o e sua inquietação quando disposto muito tempo aquele local. Desta forma eu saía um pouco com ele da sala e deixava-o correr no quintal da creche, ele corria aquele quintal inteiro, milhões de vezes, eu ficava cansada só de olhar, e correr atrás dele também,rsrs...&nbsp;<br><br></div><div>Pensando em uma estratégia para socialização do Luiz com as outras crianças, e integrando a proposta do brincar na educação infantil, tendo em vista que as <strong>brincadeiras</strong> têm papel fundamental no processo de aprendizagem, por meio delas que a criança desenvolve sua criatividade, autonomia e capacidade de reflexão, sua contribuição para uma formação completa, englobando os âmbitos sociais, afetivos, culturais, cognitivos, emocionais e físicos.&nbsp;<br><br></div><div>Em conjunto com a professora regente e as demais colegas fizemos um planejamento, envolvendo o momento do brincar livre mediado, todos os dias. O que antes não era feito, nem todos os dias as crianças saíam para brincar do lado de fora. Planejamos brincadeiras como pique pega, onde as crianças podiam socializar, bola no lençol, onde cada criança segurava em uma ponta do lençol e a bola ficava pulando em cima, futebol, corrida, banho de mangueira, esconde esconde, entre outras.&nbsp;<br><br></div><div>Luiz nesse tempo, obteve uma melhora incrível, aos poucos se socializava com os amigos, tanto dentro quanto fora da sala, hábitos que antes tinha quando ficava inquieto, aos poucos foram&nbsp; acabando. Ele abraçava, sorria, corria, se sentia livre quando estava lá fora.&nbsp;<br><br></div><div>Entendemos com essa estratégia que Luiz precisava desse momento para explorar suas emoções com liberdade, sem nenhuma barreira. Através disso a socialização, adaptação, a interação com as outras crianças, nas demais atividades propostas foram sem dúvidas, essenciais para o seu desenvolvimento em diversos âmbitos.&nbsp; <strong>Juliana Vailant Alcantara de Sá</strong><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 00:26:56 UTC</pubDate>
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         <title>Para ampliação dos olhares...</title>
         <author>febf2016</author>
         <link>https://padlet.com/febf2016/2vrgvjqp2q10jyfy/wish/2229643441</link>
         <description><![CDATA[<div>🔵 Aula pública do Curso de Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica, fruto de uma parceria público-público desenvolvida pela Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI) e a Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/UfyuMmY1EiE" />
         <pubDate>2022-06-24 08:34:02 UTC</pubDate>
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         <title> A Contribuição da rotina no processo de mediação por um aluno Autista</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/febf2016/2vrgvjqp2q10jyfy/wish/2229930878</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>A rotina é um elemento importante no dia de todos pois seu uso nos dar sentimentos de estabilidade e segurança. Também proporciona maior facilidade de organização espaço- temporal e a liberta do sentimento de estresse e ansiedade, que uma rotina desestruturada pode causar.</strong></blockquote><div><strong><br></strong><em>Relato de Experiência</em><strong><em><br></em></strong><strong><br>Em uma determinada escola tive um caso de um aluno X com autismo, estava matriculado na turma regular da pré escola, muito agitado,agressivo,com estereotipias e dificuldade de socialização. <br>Como estratégia de mediação em conversa com família e escola foi percebido que ele estava sem terapias e as mudanças de ações e de espaços do cotidiano deixava ele muito desconfortável. Agindo com gritos e apresentando estereotipias. Orientamos a família e a escola sobre a importância da rotina para o desenvolvimento e para a busca da melhor socialização do aluno. A família e escola se empenharam em fazer o quadro para o aluno. E todos os dias em casa e na escola passou a ser trabalhado previamente as ações que o aluno precisava fazer. <br><br>Segundo Vigotsky "</strong>A criança internaliza as interações com o ambiente e assim ocorre o desenvolvimento, que acontece de fora para dentro. A <strong>cultura</strong> é uma das principais influências para que ocorra o desenvolvimento mental, ela indica os caminhos e também as peculiaridades da sua conexão com o mundo."<br><strong>Com o passar do tempo foi percebido que antecipar o planejamento das ações no quadro da rotina ajudou muito no desenvolvimento do aluno e ajudou na ampliação de socialização.</strong></div><div><em>Segundo o blog Clube maternoFonte: </em><a href="https://psicologiaacessivel.net/2016/11/23/o-autismo-e-a-importancia-da-rotina/#:~:text=Fonte%3A%20Clube%20Materno%C2%A0"><em>https://psicologiaacessivel.net/2016/11/23/o-autismo-e-a-importancia-da-rotina/#:~:text=Fonte%3A%20Clube%20Materno%C2%A0</em></a></div><div><strong>“A rotina precisa ser utilizada em casa, na escola em todas as atividades do seu dia a dia. Quando a criança com o autismo não está preparada para algum acontecimento, se desorganiza emocionalmente, podendo ficar frustrada, desconfortável, irritada, etc.”<br></strong><br></div><div>"<strong>Ter uma ideia do que vai acontecer , é algo bastante confortável para quem não possui capacidade de questionar"</strong></div><div><strong>Juliana dos Santos Lima</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 16:16:03 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade Proposta      3ª Semana </title>
         <author>febf2016</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-28 21:37:27 UTC</pubDate>
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         <title>Confecção em grupos de 5 participantes de um Padlet apresentando a compreensão do grupo sobre o conceito de mediação, ilustrado com relatos de experiências de sala de aula</title>
         <author>febf2016</author>
         <link>https://padlet.com/febf2016/2vrgvjqp2q10jyfy/wish/2232778139</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-28 21:38:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>febf2016</author>
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         <description><![CDATA[<div>🔵 Aula pública do Curso de Especialização em Educação Especial e Inovação Tecnológica, fruto de uma parceria público-público desenvolvida pela Escola de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI) e a Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Fundação CECIERJ).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-28 21:53:12 UTC</pubDate>
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         <title>Material Teórico</title>
         <author>febf2016</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-28 21:57:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>febf2016</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-28 21:58:50 UTC</pubDate>
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         <title>Aula ensaioi</title>
         <author>febf2016</author>
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         <description><![CDATA[<div>Verificação da propsota</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-13 11:57:31 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Ensino Colaborativo, Planejamento Educacional Especializado(PEI) e propostas intersetoriais. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/febf2016/2vrgvjqp2q10jyfy/wish/2521793057</link>
         <description><![CDATA[<div>Conforme pedido na atividade da semana 5, tarefa 4 da disciplina de “Ensino Colaborativo, Planejamento Educacional Individualizado e Propostas Intersetoriais” e a partir do texto “Ensino colaborativo para o apoio à inclusão escolar: práticas colaborativas entre os professores” das autoras Carla Ariela Rios Vilaronga e Enicéia Gonçalves Mendes, segue abaixo os pontos&nbsp; congruentes e paralelos entre o Cap da UERJ e da UFRJ.<br><br>Pontos Congruentes:&nbsp;<br>👉 Constroem recursos a partir das necessidades que vão observando em cada criança na vivência do dia a dia.<br><br>👉 Trabalham na perspectiva do AEE (Atendimento Educacional Especializado), numa proposta de ensino colaborativo onde há o compartilhamento numa sala de aula regular de estratégias, avaliações, aprendizagem, orientações, etc.&nbsp;<br><br>👉 São norteadas pelo PEI (Plano de ensino individualizado), onde estão os movimentos de planejamento colaborativo, avaliação&nbsp;<br>colaborativa, recursos de acessibilidade. O PEI é o um instrumento articulado&nbsp; construído em parceria.<br><br><br>Pontos Paralelos:&nbsp;<br><br>👉 O CAP UERJ possui um suporte educacional especializado que traz como estratégia a Tecnologia Assistiva com o recurso de comunicação alternativa. Já o CAP UFRJ se baseia no DUA (Desenho Universal para Aprendizagem).<br><br>👉 Além do PEI ( Plano Educacional Individualizado), um instrumento pedagógico norteador construído em parceria, o CAP UFRJ possui o PAP(Plano de ação pedagógica) que sugere estratégias para os estudantes com deficiência, dando sugestões de como realizar um trabalho pedagógico com essas crianças, como organizar a sala, ideias de recursos, etc.<br><br>👉 O CAP UFRJ possui um Núcleo de Educação Especial e Inclusiva, um espaço pedagógico que tem como princípios, fomentar, articular e construir a política de Educação Especial e Inclusiva, atuando em consonância com as políticas públicas voltadas para educação especial na perspectiva inclusiva. Este núcleo trabalha com as crianças com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação e vai movimentar, orientar, discutir, pensar junto com os professores do ensino comum também como criar estratégias para inclusão de estudantes que tenham alguma necessidade específica.<br><br>👉 A UERJ possui alguns projetos complementares&nbsp; dentro do CAP que juntos, estagiários, alunos de graduação, pesquisadores, professores trabalham elaborando, pensando em recursos, estratégias, produtos, diferenciações para garantir mediação pedagógica de qualidade.<br><br><br>Concluindo, podemos dizer que as propostas de ambos os CAP’s são legítimas e seguem priorizando o bem estar, autonomia e desenvolvimento do aluno público alvo da educação especial. Apesar disso vale ressaltar que ainda é necessário mais estudos sobre a colaboração entre professor regular e o professor especializado para que seja ofertado um suporte maior ao aluno. Além de ser necessário cursos de formação continuada para os professores regulares, onde os preparem efetivamente para atuar de forma inclusiva fortalecendo os processos educacionais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-18 17:17:58 UTC</pubDate>
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