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      <title>Reflexões sobre a live &quot;VIVÊNCIAS ANTIRRACISTAS&quot; by GILVANA DOS SANTOS FONSECA</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-18 12:04:56 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Vanessa Branco de Araújo Santos </div>]]></description>
         <pubDate>2020-06-18 18:20:47 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Fernanda Santos </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 12:31:48 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Maria do Socorro dos Santos <br>A live traz pontos essenciais como a importância de tratar a Educação étnico racial em uma perspectiva ampla , com oferta de representatividade gráficas e históricas de outras raças,  necessidade de formação para os professores,  pensar formas de enfrentamento contra o racismo estrutural,  o compromisso do currículo da cidade de trazer educação de qualidade com igualdade e equidade. <br>A live trouxe,  ainda,  informações que eu, particularmente,  não conhecia,  como o fato da rede ter 6000 alunos estrangeiros e das ações para evitar que sejam excluídos,  neste momento de pandemia. <br>Portanto,  penso que faz-se necessário tornar o debate sobre a Educação étnico racial uma constante , com mais formação para os professores e com práticas que dialoguem com a realidade social de cada criança. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 00:23:46 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Josiane Ap. P. Sousa<br>Cuidado com os espaços escolares. A forma como eu enfeito ou arranjo a sala de aula, por exemplo, uso somente bonequinhos de eva  com a cútis rosa, ou tomo cuidado de utilizar de cores diversificadas, assegurando aos alunos negros a visualização de modo que ele se identifique naquele ambiente?<br><br></div><div>Já na eja, temos um estereótipo da constituição anterior a 1932  visto que ela dizia que os negros poderiam ir a escola somente em períodos noturnos; entretanto temos dificuldade de entender o porque de alunos de 15 anos ainda estão entrando na eja? Quais situações levaram os alunos negros a abandonarem o período escolar em suas idades corretas e a buscarem depois? Na maioria vezes, ao efetuar o levantamento dos motivos, grande parte ocorre devido a atos preconceituosos que fizeram com que estes estudantes desistissem de acompanhar os estudos.<br><br></div><div>Os educadores tem que atentar-se ao “o que é a educação antirracista?”, não é aquela que contempla somente o negro, ou aquela que informa sobre o racismo para os alunos; mas sim aquela que amplia o debate, é aquela que inclui o aluno negro dentro de toda a sociedade; é aquela que apresenta ao aluno a riqueza da cultura negra, demonstrando em filmes (como por exemplo “pantera negra” que apresenta toda uma sociedade negra). É apresentar aos alunos toda a cultura negra africana, suas raízes e seus  traços no Brasil.<br><br></div><div>O cuidado na educação infantil passa pelos detalhes, “o lápis cor de pele”, é apresentar a criança toda paleta de cores de pele que existem para que ela conheça a cor rosada como “salmão”. Entretanto é importante salientar que as crianças, na educação infantil são muito mais receptivas. Trabalhar com as etnias como um todo, apresentando não somente o tom de pele, mas as variedades corporais e capilares.<br><br></div><div>Nós como educadores temos como dever (orientado pela legislação) debater essas questões étnico raciais dentro da sala de aula, ainda assim, como educadora eu não tenho o direito de nomear o aluno, ele tem que se entender como tal. Faço isso apresentando ao mesmo todas das ferramentas para que ele se identifique nessa cultura. Da mesma força não posso nomear sua família, ela também terá que se identificar com a etnia para poder se encontrar e se orgulhar dela. O dever do educador é apresentar essa gama de pessoas históricas e todos os seus feitos para que os alunos possam conhecer e se orgulhar de suas raízes, identificando-se como pertencente a essa comunidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 16:38:21 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Fernanda Santos <br>Devemos pensar a educação numa perspectiva ampla desde a educação infantil até a modalidade de jovens e adultos. A ideia de ser Antirracista: ser muito mais que não ser racista. Valorização da identidade da população negra,negro africana,a emancipação desse sujeito que tem voz,tem cultura. Mas os direitos não são postos a todas as pessoas e não devemos tratar as crianças negras como coitadinha,para que elas possam entender todo o seu valor,elas precisam entender que existem diversos tons de pele (A melanina,os diversos tipos de cabelos). A questão racial precisa ser trabalhada durante todo o ano letivo e a família precisa participar dessas questões, sendo um trabalho de formiguinha,mas onde vemos os resultados. Trabalhar os territórios de aprendizagens: sala de aula,refeitório, sala do brincar (dar autonomia para a organização dos espaços). Quando uma das palestrantes falou sobre o lápis " cor da pele" - na minha época de estudante do ensino fundamental, haviam poucas crianças negras em minha sala de aula,por vezes,nenhuma e o lápis cor salmão, era o chamado " cor da pele" .</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 13:56:57 UTC</pubDate>
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         <title>Kátia Silva da Costa</title>
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         <description><![CDATA[<div>Acredito que vai além da questão racial, prefiro o termo etnia que considero englobar conceitos e ideias que nos identifica de maneira mais ampla. Tenho pesquisado muito acerca dessa temática, por "n" questões... O Cuidado e o respeito ao outro vai desde à forma como interagimos como em nossos comportamentos e brincadeiras. Sou branca de origem africana e holandesa (invasão dos holandenses que houve no nordeste, deu origem a parte do que sou, etnicamente). Sou de uma família que brinca "desrespeitosamente" com os integrantes da família que tem a pele mais escura e até eu mesmo já me vi em situações de propagar ações e comportamentos que hoje, tenho noção de serem , ou terem sido nocivos. Todos precisam re-ver os conceitos e as práticas, seja no dia a dia em nossas relações interpessoais, seja na sala de aula como professor, e como tal, formador de opiniões. <br>Dica d leitura: <a href="https://www.almapreta.com/editorias/realidade/preto-pardo-negro-branco-indigena-quem-e-o-que-no-brasil">https://www.almapreta.com/editorias/realidade/preto-pardo-negro-branco-indigena-quem-e-o-que-no-brasil</a> Acesso em 23/06/20 às 12hs.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 14:41:49 UTC</pubDate>
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         <title>Vanessa B Araujo Santos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A live foi uma ótima  reflexão sobre as nossas vivências...precisamos rever o nosso currículo, para que os nossos estudantes se sintam representados no ambiente escolar. O nosso compromisso é com a equidade, com a educação de qualidade, afinal ser antirracista, é ser muito mais do que não  ser racista, o negro tem que ser valorizado para deixar de ser oprimidos. Pois temos todos os direitos iguais, temos que deixá-los de ver como coitadinhos e sim valorizar a cultura negra, para a criança negra se sentir valorizada e para a criança branca respeitá-la.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 15:39:12 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Eliane Domingos dos Santos </strong><br>As palestrantes apresentaram na live reflexões importantes não só na Educação em todas suas faixas etárias, mas também na vida, pois lembrei de várias situações vividas na infância que foram mencionadas e se na minha infância foi cruel e inesquecível, então hoje em 2020 como educadoras e com conhecimentos da lei não devemos deixar que continue acontecendo situações de racismo em nossa sala, escola, vida e sociedade.<br>Temos como professoras cuidar dos espaços para que a criança se sinta representada e validar essa estética, vendo com as crianças, quais são essas diferenças e mediar ações para que todas e todos sejam respeitados dentro dessas diferenças. Trazer histórias de contos de fadas mais também precisamos cumprir a função social da escola apresentar os povos indígenas e africanos na cultura brasileira. <br>Elas falaram que  historicamente o termo preto foi empregado no pejorativo e que negro é a postura que incluí pretos e pardos e respeitar a auto declaração do sujeito.<br>Abordar a questão das cores o " tal lápis cor da pele" uma estratégia mencionada pela palestrante pegar todos os lápis e ofertar para as crianças se identificar. Pois essa cor da pele é uma ruptura importante para a criança se vê como sujeito e que cada um carrega sua individualidade. <br>Precisamos rever e refletir sempre sobre o currículo, para descolonizar e parecer um Brasil de fato com todos sendo representados. <br>Pensando na perspectiva do currículo com equidade, integral e inclusivo buscar então uma educação antirracista, valorizar a população negra e africana, pois todos temos direitos iguais, mas que não são postos iguais na sociedade. Apresentar na Educação infantil a cultura da criança negra e não negra.  Trazer no repertório que representa a beleza, a melanina que traz a cor da pele e o tipo de cabelo.<br>Por fim a live com a Solange Miranda, Cibelle de Paula, Sirlene Barbosa e Jussara Santos, mulheres negras na Educação com tema muito importante para nossa rotina escolar e na vida nos trás reflexões positivas para a nossa individualidade e competências profissional, um grande orgulho telas como educadoras. <br>Ampliar nossos repertórios de leituras sobre o tema e não ficar só com 1 ou 2 livros de referência, pois existem muitos autores e autoras que vai nos possibilitar muitas e muitas reflexões. <br>O desafio é tornar a escola um espaço adequado de convivência igualitária. </div>]]></description>
         <pubDate>2020-06-23 16:30:12 UTC</pubDate>
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         <title>Luciane Gonçalves Loyola</title>
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         <description><![CDATA[<div>A live nos traz questões importantes nos fazendo repensar nossas práticas em sala de aula, em como estamos tratando questões étnicos raciais na escola, por exemplo, será que com pequenos projetos são suficientes em um país composto em sua maioria por negros? A escola deve sim pensar em um currículo integrador que supere o racismo e as desigualdades causadas por tal e a criança deve se ver representada nele. A temática racial deve ser discutida nas escolas e ser trabalhado durante todo o ano letivo através de estudos, dos ambientes em que as crianças estão inseridas levando em conta o quão representadas, valorizadas e respeitadas elas estão, seja em um mural no corredor como na literatura apresentada a elas, destacando a necessidade de ampliarmos nosso repertório literário que temos a oferecer nas escolas, entre outros. Assim, percebemos a importância da escola para uma educação antirracista e integradora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 17:21:16 UTC</pubDate>
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         <title>Claudete Aparecida da Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Live  nos mostra a importância de discutir o assunto, o combate contra o racismo não é um legado de professores negros e sim de todos nós desde a direção a todos os funcionários da escola. </div><div>Tudo que acontece dentro da escola precisa ter sentido para as crianças fora dela.</div><div>A prefeitura de São Paulo tem trabalhado para combater o racismo com boas práticas oferecendo cursos para professores como a mancala por exemplo, assim os professores poderão trabalhar com as crianças.  Precisamos descolonizar o currículo, trazer príncipes e princesas negras, brincadeiras africanas para a criança negra se sentir representada e a criança branca aprender com novas culturas, todos só tem a ganhar com essas práticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-24 18:44:55 UTC</pubDate>
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         <title>Liliane Aparecida Bezerra de Lima</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta live nos ajuda a fazer uma enorme reflexão sobre nossa prática, me faz pensar em o quanto é importante estas discussões entre todos os profissionais que trabalham na escola. Sabemos que algumas falas estão muito enraizadas em algumas pessoas, que acabam falando até mesmo sem perceber que estão cometendo um ato racista ou preconceituoso. Não, não estou falando que devemos deixar que passe sem ser percebido, mas devemos sim, não hesitar em orientar e  para que isso aconteça precisamos ter propriedade do que estamos argumentando, por isto é tão importante que tenhamos momentos de formação. Hoje em dia tem se falado muito sobre as questões de gênero e de cor e ainda assim assistimos todos os dias episódios de agressões, de morte e de preconceito contra negros, índios, mulheres, homossexuais, transgêneros, travestis, lésbicas, enfim, todos os dias estas pessoas são tratadas como se fossem a escória da sociedade e isso precisa mudar. <br>Em uma parte da entrevista e se não me engano foi a Jussara Santos quem disse que, tomara um dia a gente não precise tratar estes assuntos como algo ainda à ser conquistado. Ser conquistado direito de ir e vir sem ser parado pela polícia para ser revistado, ser conquistado o direito de usar seu cabelo da maneira que preferir sem ser zombado ou criticado, ser conquistado o direito de se relacionar com quem quiser sem ter de ficar presa ou preso a convenções, ou seja,  ser conquistado o direito de ser gente simplesmente. <br>Outro ponto da live que pensei ser muito pertinente foi quando elas falaram sobre desconstruir estigmas e construir novas histórias, boas histórias e sobre não nomear as crianças, tentando ser agradável ou mostrar ausência de preconceito, deixar com que cada uma delas se percebam como são. Tudo isso faz parte do processo de ensino e aprendizagem e a escola é um lugar importante para estas conversas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-24 20:13:18 UTC</pubDate>
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