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      <title>Relatos sobre minha pessoa (Bruno) by CÉDI BRuno</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-07 23:20:49 UTC</pubDate>
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         <title>Cicatrizes nas pálpebras</title>
         <author>brunors452</author>
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         <description><![CDATA[<p>Vou contar como consegui cicatrizes em ambas as pálpebras. Tudo começou quando eu tinha apenas um ano de idade. Estava na casa da minha tia, que teve a ideia de reunir a filha dela e o filho da irmã dela, no caso eu. No começo, tudo estava normal. Ela tirou algumas fotos para registrar o momento e tudo mais, mas, na hora de descer a escada, ela conseguiu descer a minha prima, mas, no instante seguinte, eu comecei a cair para o lado. Foi aí que meu olho bateu na quina de uma mesa. Depois disso, foi uma correria para o hospital, onde costuraram a parte machucada. Levei três pontos e, depois de uns três meses, tudo estava cicatrizado. Essa foi a história da cicatriz do meu olho esquerdo, que é quase imperceptível.</p><p>Agora vou contar como aconteceu no olho direito. Estava em uma escada, no consultório de um dentista, e isso foi depois dos meus dois anos de idade. Eu estava me divertindo, brincando por ali, até que, de repente, caí feio na escada, machucando a pálpebra. A área ficou extremamente roxa, e lá fomos nós mais uma vez correndo para o hospital. Dessa vez, levei cinco pontos na pálpebra direita.</p><p>Agora, tenho essas duas cicatrizes, que carregam uma história tão curiosa quanto sangrenta. :)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 19:01:39 UTC</pubDate>
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         <title>A cicatriz de 8 pontos na cabeça </title>
         <author>brunors452</author>
         <link>https://padlet.com/brunors452/2v1z41f7hb9dfnsd/wish/3208758703</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta história vou contar como consegui abrir a minha cabeça. Quando eu tinha 8 anos, ganhei um skate longboard de presente de Natal. Pra quem não sabe, o longboard é um skate com shape maior e uma ponta, feito mais pra andar do que pra fazer manobras. Se não me engano, era janeiro, então eu estava de férias e queria aproveitar meu presente novo. Fui com meu pai ao João do Pulo pra andar nas pistas e tudo mais. Vale lembrar que minha experiência com skate era praticamente zero.</p><p>Acabei indo em uma pista que tinha o formato de um "U", mas um pouco mais aberto. Subi até a ponta, mas fiquei com medo de descer com o skate, então deixei o skate descer sozinho e depois desci eu. Só que na hora de descer, eu caí, e o skate, que já estava lá embaixo, bateu na minha cabeça. No início, senti uma dor forte, mas nada demais, até que coloquei a mão na cabeça e percebi que ela estava completamente ensanguentada. Foi aí que o desespero bateu – comecei a chorar, e meu pai rapidamente me levou pro banheiro pra lavar o machucado.</p><p>Voltamos pra casa pra avisar minha mãe sobre o que tinha acontecido, e nesse momento meu pai solta a seguinte frase: "É só colocar um band-aid que tá tudo bem!" Minha mãe, é claro, surtou, brigou com ele e me levou correndo pro hospital. Quando a enfermeira foi começar a costurar, a ferida abriu um pouco mais, mas tudo foi tranquilo depois disso. Tomei alguns medicamentos e voltei pra casa com a cabeça enfaixada.</p><p>E assim foi mais uma das minhas histórias sangrentas e tranquila.   :)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 20:17:01 UTC</pubDate>
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         <title>Dia especial do olho</title>
         <author>brunors452</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esse relato aconteceu no dia 5 de novembro de 2022, que também foi o meu aniversário. Eu estava comemorando meus 15 anos, uma data bem importante, né? Para marcar o momento, aluguei uma chácara para passar o fim de semana com alguns amigos, a festa ia durar do dia 4 até o dia 6.</p><p>Quando chegou o dia 5, dia da festa, mais gente veio para a comemoração. À noite, decidimos brincar de esconde-esconde para encerrar a festa de um jeito divertido. Um amigo meu, que é um verdadeiro brutamonte comparado a mim, ficou como o procurador. Lá estava eu escondido, e em um momento vi uma chance de correr e bater meu nome primeiro. Só que bem nessa hora ele me viu e correu para me impedir. Na correria, ele acabou me "trombando" e eu fui direto de cara numa pilastra.</p><p>Na hora fiquei meio zonzo, sem entender muito bem o que tinha acontecido, mas vi que todos em volta estavam me olhando em choque, por causa do inchaço que apareceu de repente no meu olho esquerdo. Meu amigo ficou super desesperado e triste, mas não parecia ter acontecido algo muito grave. Fui para o hospital, fiz um raio-X para garantir que não tinha machucado o crânio e, no fim, só precisei colocar gelo para o inchaço diminuir. Mas o olho ficou bem roxo, só que nada que me atrapalhasse!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 20:45:46 UTC</pubDate>
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         <title>Quase se tornou um repetente</title>
         <author>brunors452</author>
         <link>https://padlet.com/brunors452/2v1z41f7hb9dfnsd/wish/3208807802</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse relato é bem triste. Em 2022, quando eu estava no oitavo ano, pra ser sincero, eu não estava ligando pra nada. Praticamente, eu não estudava nem me dedicava às coisas que a escola oferecia. A única coisa que eu fazia era a atividade, e ainda assim mal feita. Mas, continuando, esse ano foi bem difícil. Eu quase entrei em depressão, porque, além de decepcionar meus pais e deixá-los insatisfeitos com meus resultados, passei por muitas perdas. Uma delas foi meu cachorro, que morreu atropelado, e até hoje me sinto culpado por não ter conseguido impedir essa tragédia. Depois disso, ainda vieram mais três perdas: meu avô, e eu me arrependo de não ter passado mais tempo com ele; um gato que tive, que faleceu de um jeito muito triste, o que me doeu muito; e, por último, minha avó, e essa perda me deixou triste pelo mesmo motivo que a do meu avô.</p><p>Com todas essas mortes, somadas às decepções que eu estava dando para os meus pais, a situação se tornou um desastre completo. Comecei a tomar remédios. Não sei se cheguei a ter depressão, pois não entendo muito bem como isso funciona, então não quis tirar conclusões. Minha mãe até pensou em me levar ao psicólogo, mas eu sempre recusava porque, pra mim, não fazia sentido. Talvez eu ainda precise de um até hoje, mas mesmo assim não quero ir. No fim, com um pouco de esforço nas recuperações finais, consegui passar de ano, mesmo com a minha mãe achando que eu iria repetir. Então, apesar de tudo, deu tudo certo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 21:32:45 UTC</pubDate>
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         <title>Dia de NR</title>
         <author>brunors452</author>
         <link>https://padlet.com/brunors452/2v1z41f7hb9dfnsd/wish/3208916712</link>
         <description><![CDATA[<p>Agora depois de 4 relatos de "tragédia" e um pouco dramático vou contar sobre o dia em que fui para o NR, que, para mim, foi um dos melhores momentos da minha vida! Fui no ano passado, em outubro, e logo de cara o foco principal foi comida, é claro! Antes de ir, já tinham me falado que a comida de lá era simplesmente esplêndida, e eu estava muito ansioso para ir.</p><p>De início, confesso que achei um saco o fato de que o quarto onde eu e meus amigos ficamos era no alto de um morro. Nossa senhora, ter que subir e descer aquele morro era cansativo. Mas isso foi só um detalhe, porque a quantidade de atividades e possibilidades que o NR oferecia era incrível. Me diverti tanto que nem consigo descrever direito.</p><p>Além das atividades, as festas foram um destaque à parte. Uma das minhas favoritas foi a festa à fantasia, onde minha turma ganhou o prêmio de melhor fantasia em grupo. Outra atividade que curti muito foi a de Halloween. A gente tinha que se dividir em grupos e pegar algumas peças, mas teve um momento em que levei um susto tremendo, um cara simplesmente caiu do teto com um barulhão, e eu me joguei para trás, caí no chão de costas. Não esperava por isso de jeito nenhum.</p><p>Agora, um dos melhores momentos mesmo foram as festas foram boas demais! Claro, tinha que acordar todos os dias às seis da manhã para aproveitar ao máximo as atividades, mas não me arrependo de nada. Foi uma experiência sensacional, e aproveitei tudo o que o NR tinha para oferecer.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-09 01:39:09 UTC</pubDate>
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         <title>Revolta entre gatas</title>
         <author>brunors452</author>
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         <description><![CDATA[<p>Este ano, tive duas gatas com histórias bem únicas, minha primeira gatinha chegou no dia 24 de fevereiro. No começo, ela parecia super tranquila, mas logo percebi que era uma pilantrinha. Assim que se acostumou com a casa, começou a sair direto parecia que queria explorar o bairro inteiro. Tudo ia bem até o dia em que descobrimos que a vizinha tinha um pastor alemão, quase foi pega por ele! A situação foi ficando preocupante, pois ela sumia o dia todo e só voltava à noite, me deixando preocupado.</p><p>Aí veio a segunda parte. Minha irmã estava trabalhando na Americanas e, num dia comum, encontrou uma gatinha presa lá. Já fazia quase uma semana que a coitada estava trancada, sem comida nem água, e o pessoal estava pensando em soltá-la na rua. Minha irmã não teve coragem de deixar isso acontecer, ficou com dó e ligou para a gente, dizendo que queria levar a gatinha para casa e que se responsabilizaria por tudo.</p><p>Assim, no dia 6 de março apenas duas semanas depois da chegada da primeira gata eu e minha mãe fomos buscar essa nova gata. Sabíamos que ia dar trabalho, pois gatos são bem territorialistas, e realmente foi um caos no início. Precisávamos separar as duas o tempo todo para evitar brigas. Depois de um mês de adaptação e paciência, elas finalmente se acostumaram uma com a outra. Hoje são melhores amigas e vivem muito felizes juntas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-09 02:20:34 UTC</pubDate>
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         <title>Visita técnica do Senac</title>
         <author>brunors452</author>
         <link>https://padlet.com/brunors452/2v1z41f7hb9dfnsd/wish/3208950197</link>
         <description><![CDATA[<p>Finalmente, o último relato onde vou contar sobre a visita técnica que o Senac organizou para o INPE e a Embraer. Logo cedo, já começou o caos: eu não sabia que precisava ir de calça. Cheguei na escola de shorts e recebi a notícia de que era obrigatório usar calça. Por sorte, naquele dia cheguei mais cedo, então voltei correndo para casa, troquei de roupa e voltei para a escola. Depois disso, foi tranquilo.</p><p>A primeira visita foi ao INPE, o lugar que faz testes em satélites e outras coisas desse tipo. Sinceramente, foi bem chato. Teve uma apresentação tão entediante que acabei pegando no sono. A professora Tais me viu dormindo e brigou comigo e até hoje acho que ela ainda está brava comigo, mas tudo bem. Depois disso, houve mais algumas explicações, mas, como nem era permitido tirar fotos pois dizia eles que era tudo confidencial, eu já tinha perdido o interesse.</p><p>Agora, a segunda visita foi à Embraer, e essa sim foi a melhor! Muito menos entediante, e lá era permitido tirar fotos. Prestei bem mais atenção porque, se eu dormisse de novo, a Tais provavelmente me mataria. Na Embraer, entramos em um avião, tiramos fotos e vivemos momentos que realmente valeram a pena.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-09 02:46:18 UTC</pubDate>
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